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	<title>Portal Cultura PE &#187; Observatório de Cultura de Pernambuco</title>
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		<title>I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco finaliza com êxito</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jun 2017 21:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50339" aria-labelledby="figcaption_attachment_50339" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Anizio Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/seminario-observatorio-de-cultura-de-pernambuco-28062017-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-50339" alt="Anizio Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/seminario-observatorio-de-cultura-de-pernambuco-28062017-2-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O Observatório busca o desenvolvimento de um ambiente de pesquisa científica e extensão sobre economia criativa.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>Começou na tarde da última segunda-feira (26), o I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco &#8211; Panorama da Economia Criativa, um produto do Programa <strong>Pernambuco Criativo</strong>, fruto de um convênio entre a Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe), o Ministério da Cultura (Minc) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O evento aconteceu na Biblioteca Central da UFPE e contou com a presença de pesquisadores e estudantes.</p>
<p>Marcus Sanchez, gerente de Projetos Especiais da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), realizou a abertura do evento reforçando a importância dos recursos públicos e da política cultural para a sociedade, e valorizou o papel do convênio Pernambuco Criativo voltado para o desenvolvimento da Economia Criativa. “Com este convênio, na perspectiva de alavancar horizontes através de variados produtos, foram criados o Birô de Negócios da Cultura, o Observatório de Cultura de Pernambuco e a Revista Reocupe. Viemos desenvolvendo uma rotina de atividades com palestras, oficinas e workshops além de pesquisas com os Pontos de Cultura do Estado e os lojistas da Casa da Cultura. É uma parceria que está dando certo gerando frutos positivos. Que possamos continuar caminhando juntos e que esse conhecimento possa ser levado às pessoas, que possamos fazer jus a esta tarefa que nos foi dada: fomentar a Economia Criativa no Estado de Pernambuco”, diz ele.</p>
<div id="attachment_50340" aria-labelledby="figcaption_attachment_50340" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Anizio Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/seminario-observatorio-de-cultura-de-pernambuco-28062017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-50340" alt="Anizio Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/seminario-observatorio-de-cultura-de-pernambuco-28062017-1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O seminário contou com a presença de pesquisadores, gestores públicos, empreendedores culturais e estudantes.</p></div>
<p>Na sequência, o professor Marcos Galindo (UFPE) apresentou a palestra <em>A Universidade como lugar de Observa-ação</em>. Em sua abordagem, fez diversas citações ao pedagogo Paulo Freire e a outros pesquisadores da universidade. “A gente fala muito de cultura como se essas discussões não precisassem ser revestidas de uma práxis. Quando falamos de observação, estamos falando de criação e todo avanço científico precisa ser convertido numa conquista social através de ações cooperadas”, explica ele.</p>
<p>Galindo disse, ainda, que a pesquisa-ação é uma autorreflexão coletiva onde a criatividade precede a curiosidade. “Ver o que vem antes é uma condição nata da inovação. O conhecimento dá a condição da transgressão e da racionalidade e isso nos dá a condição de conflito. Antes de mais nada, somos pessoas que se relacionam com outras com a intenção de mudar a vida delas. Quando cooperamos, ganhamos humanidade. A gente transforma o mundo absorvendo novas culturas. A mudança é a única condição permanente da evolução”, explica ele.</p>
<p>Em seguida, os professores Hélio Pajeú e Celly Brito fizeram a apresentação da pesquisa <strong>Observatório de Cultura de Pernambuco</strong>, que está em fase de testes no <strong><a title="Observatório de Cultura de Pernambuco" href="http://www.liber.ufpe.br/ocupe/" target="_blank">site do laboratório Liber</a></strong>, da UFPE. Eles anunciaram o lançamento da primeira coleção de ebooks, fruto da pesquisa, cuja chamada já foi finalizada. Também, apresentaram a revista Reocupe, voltada para trabalhos de pesquisa e extensão que estejam dentro do escopo de Economia Criativa, e que está em fase de finalização.</p>
<div id="attachment_50331" aria-labelledby="figcaption_attachment_50331" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.liber.ufpe.br/ocupe/"><img class="size-medium wp-image-50331" alt="A partir de julho de 2017, o site do Observatório contará com o Radar da Economia Criativa em Pernambuco, um mapeamento dinâmico para a visualização, localização e observação da Economia Criativa no estado." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/site-observatorio-de-cultura-de-pernambuco-28062017-1-607x345.jpg" width="607" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">A partir de julho de 2017, o site do Observatório contará com o Radar da Economia Criativa em Pernambuco, um mapeamento dinâmico para a visualização, localização e observação da Economia Criativa no estado.</p></div>
<p>O painel <em>A Economia Criativa e suas cadeias</em> foi mediado pelo mestre em Ciência da Informação, Mario Gouveia, e teve a participação dos pesquisadores Fernando Paiva, Henrique Muzzio, Roberto Guerra e Christianne Marçal, que fez a abertura. Christianne fez uma abordagem histórica do conceito de Economia Criativa remontando ao Creative Nation, que ocorreu em 1994 na Austrália. “É uma economia que consegue crescer, mesmo em momentos de crise. No Brasil, há 52.300 empresas criativas que movimentam cerca de R$39 bilhões, ao ano”, explica ela. A pesquisadora afirma, ainda, que o observatório é um recurso que irá ajudar a mapear as atividades da área, em Pernambuco. Desenvolveu, também, dentro do contexto apresentado, os conceitos de indústrias e cidades criativas.</p>
<p>Henrique Muzzio abordou as perspectivas e os desafios da gestão da criatividade. Ele apresentou a Economia Criativa como uma nova interpretação para ações antigas, um campo de conhecimento emergente, um lugar desafiador para interpretações e uma oportunidade coletiva que é trabalhada em três níveis: indivíduo, organizações e espaço. “A criatividade antecede a ação. Isso é caracterizado como um processo que tem etapas e pode, portanto, ser gerenciado”, diz ele.</p>
<p>Roberto Guerra apresentou alguns aspectos de sua tese de doutorado, voltada para o empreendedorismo cultural na produção de cinema. Ele abordou uma reflexão a respeito do que seria a “culturalização da economia ou a economização da cultura”. Também, apontou o empreendedorismo cultural em uma ligação à diminuição dos empregos formais juntamente à necessidade de se agregar valor ao produto. “O empreendedorismo cultural é multidimensional. A dificuldade encontrada neste processo é fazer o público local agregar valor a esse produto”, diz ele. Guerra, ainda, apontou o <strong><a title="Funcultura Audiovisual" href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-audiovisual-20162017/" target="_blank">edital Funcultura Audiovisual</a></strong> como o resultado de uma luta política para que o setor fosse entendido em suas nuances, com um investimento do Governo do Estado de mais de R$ 11 milhões no biênio 2014/2015.</p>
<p>Já Fernando Paiva iniciou sua apresentação falando do processo recente de desindustrialização, a desmaterialização das práticas empreendedoras e a relação entre a Economia Criativa, a tecnologia, a arte, a diversão e o empreendedorismo que operam num ciclo de inovação na era digital. “Uma das questões a serem pensadas é não ficar na arte pela arte, ou seja, o artista que quer empreender buscar o elemento que contribui para sua capacidade de sustentação. Não podemos trabalhar Economia Criativa sem a transdisciplinaridade”, diz ele.</p>
<p>O último painel da noite teve a participação da gerente de Políticas Culturais da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Tarciana Portella, e do professor e coordenador de Projetos de Pesquisa da UFPE, André Marques. Eles abordaram um dos trabalhos que vem sendo desenvolvido no contexto do Programa Pernambuco Criativo que diz respeito a uma <strong>pesquisa com os Pontos de Cultura do Estado</strong> juntamente à contribuição dos pesquisadores Ricardo Ruiz e Ricardo Brasileiro, que, inclusive, motivou o surgimento do projeto. “Nosso planejamento era inserir a inteligência competitiva nos Pontos de Cultura e ajudar o produtor cultural a saber atribuir valor ao seu produto, gerando emprego e renda diante da necessidade de sobreviver ao sustento econômico”, explicou o Profº André.</p>
<div id="attachment_50336" aria-labelledby="figcaption_attachment_50336" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Anizio Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/DSC03683-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-50336" alt="Anizio Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/DSC03683-2-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa de diagnóstico dos Pontos de Cultura do estado, que está sendo realizada pelo Programa Pernambuco Criativo, tem o objetivo de desenvolver a capacidade competitiva de cada Ponto na perspectiva da economia criativa.</p></div>
<p>Tarciana Portella complementa reforçando a importância do Programa Cultura Viva que já foi adotado por outros países. “A grande filosofia do Cultura Viva é a rede. A ideia é conectar esses pontos em rede de modo que eles possam, diante do processo da Economia Criativa, garantir a sua sustentabilidade”, diz ela. Os dois pesquisadores relataram as primeiras visitas a alguns Pontos de Cultura na Região Metropolitana da capital e no interior do Estado, alinhando, em uma análise inicial, com os conceitos apresentados.</p>
<p>O I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco &#8211; Panorama da Economia Criativa teve continuidade por toda a tarde de ontem (27) com uma programação voltada para o empreendedorismo no contexto da Economia Criativa com a presença de empresários e gestores públicos atuantes neste mercado a exemplo de Cláudio Nascimento, Francisco Fabiano e Márcio Waked. Também ocorreu uma roda de conversa, com protagonistas da Economia Criativa.</p>
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		<title>PE Criativo realiza I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jun 2017 14:40:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47769" aria-labelledby="figcaption_attachment_47769" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33282827794_ce4a57a16a_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-47769" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33282827794_ce4a57a16a_h-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O Programa Pernambuco Criativo já realizou diversas atividades de formação cultural ligadas à economia criativa na Casa da Cultura</p></div>
<p>Nesta segunda-feira (26), acontece o <strong>I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco &#8211; Panorama da Economia Criativa</strong>. O evento é um produto do Programa Pernambuco Criativo, fruto de um convênio entre a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Ministério da Cultura (Minc) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A ação, que vai até a terça-feira (27), acontecerá, a partir das 14h, na Biblioteca Central da UFPE. A entrada é gratuita com inscrições pelo <strong><a title="I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco - Panorama da Economia Criativa" href="https://www.sympla.com.br/i-seminario-do-observatorio-de-cultura-de-pernambuco---panorama-da-economia-criativa__154669" target="_blank">site Sympla</a></strong>.</p>
<p>O Observatório é uma plataforma para o desenvolvimento de um ambiente de pesquisa científica e de extensão na área cultural, com ênfase nos segmentos criativos da Economia Criativa de Pernambuco. Marcos Galindo, doutor em Cultura da América Latina, fez a abertura do evento. “Neste seminário estamos reunindo pessoas para discutir o observatório da Cultura e da Economia Criativa em Pernambuco. Também vamos conversar sobre o papel da universidade diante deste cenário, pesquisadores e estudantes em uma abordagem filosófica como observadores da cultura local”, explica ele.</p>
<p>“Acreditando no potencial da Economia Criativa de Pernambuco, nosso principal objetivo é levar mais conhecimento aos profissionais desta área, de modo que eles ampliem suas ferramentas para o desenvolvimento deste mercado”, explica o gerente de Projetos Especiais da Secult-PE, Marcus Sanchez, que fará pronunciamento na abertura do evento.</p>
<p>Na programação, apresentações de profissionais da área acadêmica a exemplo do doutor em Cultura da América Latina, Marcos Galindo, a doutora em Ciência da Informação, Celly Lima e o coordenador de projetos de Pesquisa da UFPE, André Marques, que apresentará o painel PE Criativo e outras ações de desenvolvimento da Economia Criativa em Pernambuco, juntamente à gerente de Política Cultural da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Tarciana Portella. “A partir das experiências com os estudos e atividades do programa Pernambuco Criativo, vamos debater os possíveis caminhos a serem trilhados por esta área de atuação no Estado”, explica Tarciana.</p>
<p>“O diálogo com a Universidade, na realização do I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco, é importante porque ajuda a construir esse processo de trabalho com a Economia Criativa, no Estado. Vários profissionais estão se profissionalizando nesta área e esse estudo será de grande contribuição para entendermos este movimento”, diz a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p><strong>Confira a programação do evento:</strong></p>
<p><strong>Segunda &#8211; 26/06</strong></p>
<p>14h às 14h30 &#8211; Abertura: Pronunciamento de Marcus Sanchez (gerente de Projetos Especiais da Secult-PE); A Universidade como lugar de Observa-ação – Marcos Galindo</p>
<p>14h30 às 15h &#8211; Apresentação do OCUPE &#8211; Observatório e Revista – Celly Brito / Hélio Pajeú</p>
<p>15h às 17h &#8211; Painel 1: A Economia Criativa e suas cadeias – Mário Gouveia (moderador) / Fernando Paiva / Henrique Muzzio / Roberto Guerra / Christianni Marçal</p>
<p>17h30 às 19h &#8211; Painel 2: PE Criativo e outras ações de desenvolvimento da Economia Criativa em Pernambuco –<br />
André Marques e Tarciana Portella</p>
<p><strong>Terça &#8211; 27/06</strong></p>
<p>14h às 16h &#8211; Painel 3: Empreendedorismo e Economia Criativa – Celly Brito (moderadora) / Márcio Waked / Francisco Fabiano / Cláudio Nascimento</p>
<p>16h30 às 18h &#8211; Roda de conversa com protagonistas da Economia Criativa –Hélio Pajeú (moderador)</p>
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