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	<title>Portal Cultura PE &#187; Odailta Alves</title>
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		<title>Poesia reflexiva e contação de histórias para crianças tomaram conta do País da Literatura neste sábado (27)</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 21:50:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tarde deste sábado (27) foi de muita prosa e poesia no Festival Pernambuco Meu País com a programação diversa do País da Literatura. As atividades voltadas para o mundo das letras começaram com uma ação na rua e seguiram com contação de histórias para crianças no estande da Cepe Editora. Versos provocativos escritos por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A tarde deste sábado (27) foi de muita prosa e poesia no Festival Pernambuco Meu País com a programação diversa do País da Literatura. As atividades voltadas para o mundo das letras começaram com uma ação na rua e seguiram com contação de histórias para crianças no estande da Cepe Editora.</p>
<p>Versos provocativos escritos por cima de santinhos religiosos e entregues a mulheres na rua. Esta é a proposta do projeto literário de Nanda Maia, denominado “Ter Fé”. Estreando sua performance no segundo dia da edição de Gravatá do Festival Pernambuco Meu País, a poeta andou pela avenida principal do centro da cidade ao longo da tarde deste sábado (27).</p>
<p>A intervenção tem como proposta conversas sobre a fé e representa não só um ato poético unilateral por parte da autora, mas também momentos de escuta e troca com quem topar receber o santinho. A ideia nasceu a partir de um trauma psicológico vivido por Nanda Maia. Ela explica que veio de um contexto de violência familiar e de um relacionamento abusivo.</p>
<p>“Estava tendo muitas crises de ansiedade, por isso um dia decidi sair de casa, na Linha do Tiro, e fui para o terminal de ônibus de Xambá. Lá vi um homem de uma igreja evangélica pregando sobre violência contra a mulher e uma moça, com ele, distribuindo os santinhos”, lembra Nanda Maia. “Mas ela estava calada e achei essa cena muito controversa e irônica, me remetendo a tudo que tinha passado. Vi nesse momento uma oportunidade de colocar no papel esse poema que já vinha nascendo dentro de mim, que eu já estava elaborando sobre o que significa ter fé em situações adversas.”</p>
<p>A performance do Pernambuco Meu País é apenas o pontapé inicial deste projeto de vida de Nanda. Ela pretende retornar ao T.I de Xambá e entregar os santinhos poéticos a mulheres, alimentando conversas e reflexões a partir desta poesia viva.</p>
<p>Literatura viva também é o propósito de Inaldete Pinheiro, autora e pensadora pernambucana consagrada que compôs a segunda parte da programação do País da Literatura neste sábado (27). Conhecida nacionalmente por ter sido uma das fundadoras do Movimento Negro do Recife, ela também é autora de livros infantis. Em suas obras, como “Uma aventura do velho baobá”, “A Calunga e o maracatu” e “Pai Adão era Nagô”, entre outras, ela procura despertar questionamentos sobre a questão racial para os pequenos, de uma forma lúdica.</p>
<p>Para a autora, estimular essa consciência desde a tenra idade é fundamental. “A literatura infantojuvenil pode potencializar a escrita negra. Fui a primeira escritora negra em Pernambuco a trabalhar a questão infantil, desde os anos 1980, e tem sido muito gratificante. Sabemos que ainda falta muito, que os cursos de Letras têm que tem um olhar mais aguçado para a literatura infantil, mas temos também que celebrar as conquistas”, conta Inaldete.</p>
<p dir="ltr">A interação com as crianças aconteceu no estande da Cepe Editora, que tem diversos livros infantis publicados de autores e ilustradores que tematizam a questão da negritude. Inaldete Pinheiro estava acompanhada da também escritora Odailta Alves e, juntas, fizeram leituras e conversas instigantes com as crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Público vibra com o 4º dia da Praça da Palavra</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 19:16:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Praça da Palavra foi tomada pela emoção durante a atividade “O Miró que vive em mim”, comandada pela escritora pernambucana Odailta Alves, na quinta noite do 31º Festival de Inverno de Garanhuns. Na ocasião, vários poetas do estado, entre convidados e pessoas da plateia, recitaram poesias próprias e de Miró da Muribeca, que este [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A Praça da Palavra foi tomada pela emoção durante a atividade “O Miró que vive em mim”, comandada pela escritora pernambucana Odailta Alves, na quinta noite do 31º Festival de Inverno de Garanhuns. Na ocasião, vários poetas do estado, entre convidados e pessoas da plateia, recitaram poesias próprias e de Miró da Muribeca, que este ano é homenageado pelo polo, enchendo a noite de boas lembranças sobre o artista, falecido no ano passado.</p>
<p>Ao lado de Odailta, os poetas Crislaine Venceslau, autora quilombola de Povoação de São Lourenço, e o poeta Marlon Silva, que cresceu na Muribeca, completaram o trio que ficou à frente do sarau. Bastante emocionado, Marlon comentou a importância que Miró teve para sua formação pessoal e profissional, o inspirando a se sentir mais à vontade com a sua sexualidade e sensibilidade e servindo como referência da arte como um caminho profissional também para quem é da periferia. Esse último ponto também foi destacado por Crislaine Venceslau, ao falar que o autor recifense fez perceber que a sua vivência enquanto mulher quilombola também era material para a poesia.</p>
<p>“Pra mim foi uma honra participar das atividade de hoje, principalmente no Dia da Mulher Negra Latina-Americana e Caribenha, para reverenciar Tereza de Benguela e a luta das pretas. Eu enquanto mulher preta, junto com Crislaine, estamos aqui na Praça da Palavra trazendo literatura, quebrando com esse processo de silenciamento, para dizer que estamos aí escrevendo, recitando e dando continuidade aos passos das que vieram antes, e poder homenagear também Miró da Muribeca, que merece toda nosso todo nosso respeito”, disse Odailta, sobre a experiência da atividade.</p>
<p>Mais cedo, a poeta também participou da mesa “Poéticas da Diversidade”, com Ágnes Souza e mediação de Samantha Lima. O trio conversou sobre a  potência da literatura com temática LGBTQIAP+ e a importância de autoras de sexualidades diversas terem suas narrativas ouvidas e respeitadas no mercado literário. “Está aqui agora mostra que o FIG está se para nossas discussões, para nossa representatividade e espero que isso só amplie”, observou Odailta, cuja obra “Clamor Negro” virou um monólogo, que será encenado no Sala Cênicas, na sexta-feira (28), também dentro do FIG.</p>
<p>A poesia marginal de Miró ainda reverberou no Sankofa Slam, em que Isadroga, de 21 anos, declamou versos autorais que estão no seu primeiro livro, intitulado “Vícios”, entre outras poesias mais recentes. “Comecei com a poesia marginal do slam e o que é nos reservado na sociedade é a marginalização e não conseguir nos apresentar em vários espaços. Ver a minha trajetória e ver que tô no FIG agora me deixa muito feliz com essa abertura”, concluiu a jovem artista.</p>
<p><strong>NESTA QUARTA-FEIRA (26)</strong></p>
<p>Hoje o polo segue com uma programação diversa até o fim da noite. O principal destaque é a roda de conversa “Garanhuns Literária”, com Mário Hélio, Thiago Corrêa e mediação de Sidney Rocha. Além da atividade, o dia ainda reserva muita literatura em “Quem descobriu o azul anil?”, com David Biriguy, “Poesia do portal do Sertão ao Pajeú”, com Márcia Moura e Jorge Filó, e “O Jardim de Luís: um passeio pela vida e obra de Luís Jardim”, com Adelmo Camilo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Clamor Negro&#8221; circula por escolas públicas pernambucanas</title>
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		<pubDate>Tue, 02 May 2023 15:28:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, começa nesta terça-feira (2) a circulação do espetáculo Clamor Negro, que vai percorrer escolas públicas pernambucanas da Região Metropolitana do Recife (RMR) e do Sertão, ao longo do mês de maio. Baseado em um livro homônimo da professora Odailta Alves, Clamor Negro tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/IMG_8319.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100934" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/IMG_8319-600x486.jpg" width="600" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, começa nesta terça-feira (2) a circulação do espetáculo <em>Clamor Negro</em>, que vai percorrer escolas públicas pernambucanas da Região Metropolitana do Recife (RMR) e do Sertão, ao longo do mês de maio.</p>
<p>Baseado em um livro homônimo da professora Odailta Alves, <em>Clamor Negro</em> tem direção de Agrinez Melo e, como objetivo, busca promover reflexões sobre a situação da população negra no Brasil, sobretudo das mulheres. Para isso, o roteiro interliga fatos históricos com questionamentos que acompanham as diferentes gerações do Movimento Negro no país.</p>
<p>O espetáculo é um monólogo de oito atos que mistura poesia, música, dança e teatro para refletir sobre as questões raciais. Nessa edição, <em>Clamor Negro</em> conta com a participação da cantora e compositora Isaar e da dançarina Darana Costa, que costuram musicalidade e dança aos atos do espetáculo, compostos por poemas e crônicas autobiográficas e uma trilha sonora escrita em conjunto por Odailta e Isaar. Toda a montagem conta com interpretação para Língua Brasileira de Sinais (Libras), por Joselma Santos.</p>
<p>A peça já foi encenada para mais cinco 5 mil pessoas, em estados como Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Bahia. C<em>lamor Negro</em> é uma importante ferramenta de arte-educação para as relações étnico-raciais. “<em>Essa circulação configura-se também como um processo formativo antirracista, compreendendo que é por meio de formação e sensibilização que conseguiremos de fato construir uma sociedade menos violenta para a população negra, e a escola é um dos espaços principais nessa construção”</em>, afirma Odailta Alves.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço </strong></span><br />
Espetáculo <em>Clamor Negro</em><br />
2/5 (terça-feira) &#8211; EREM Joaquim Lira (Aliança-PE) e EREM Manoel Gonçalves de Lima (Cumaru-PE)<br />
5/5 (sexta-feira) &#8211; Escola Vigário Pedrosa (Escada-PE) e EREM Professor Candido Duarte (Recife-PE)<br />
22/5 (segunda-feira) &#8211; EREM José Pereira Burgos (Custódia-PE) e EREFEM Arnaldo Alves Cavalcanti (Tabira-PE)<br />
As apresentações são exclusivas para os estudantes, professores, gestores e funcionários e convidados das escolas</p>
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		<title>Websérie apresenta trajetória de escritoras negras pernambucanas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 18:57:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Professora, poeta e escritora pernambucana, Odailta Alves publica diariamente, a partir deste sábado (26), um pouco da história e das obras de Inaldete Pinheiro, Adelaide Santos, Sophia William, Joaninha Dias, Crislaine Venceslau, Manu Monteiro, Francisca Araújo e Dayse Moura, no canal que mantém no YouTube (www.youtube.com/@OdailtaAlves). As personagens escolhidas são escritoras que, juntas, compõem o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97454" aria-labelledby="figcaption_attachment_97454" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Divulgacao-7.jpeg"><img class="size-medium wp-image-97454" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Divulgacao-7-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Odailta Alves é a diretora, roteirista e apresentadora da série</p></div>
<p>Professora, poeta e escritora pernambucana, Odailta Alves publica diariamente, a partir deste sábado (26), um pouco da história e das obras de Inaldete Pinheiro, Adelaide Santos, Sophia William, Joaninha Dias, Crislaine Venceslau, Manu Monteiro, Francisca Araújo e Dayse Moura, no canal que mantém no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/@OdailtaAlves" target="_blank"><strong>www.youtube.com/@OdailtaAlves</strong></a>). As personagens escolhidas são escritoras que, juntas, compõem o cenário literário negro pernambucano e terão suas trajetórias contadas na websérie &#8220;Escritoras Negras de Pernambuco&#8221;. A série conta com oito episódios, de duração de 10 a 15 minutos, e é um dos projetos incentivados pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Nos vídeos, as participantes apresentam os diversos contextos sociais e familiares que existiram enquanto elas se construíam escritoras negras e contam suas histórias de dentro de seus lares. O principal objetivo é contribuir para que mais pessoas possam conhecer e ter interesses pelas obras dessas e outras mulheres negras pernambucanas, além de apresentar mais referências literárias e possibilidades de futuro para as pessoas negras que gostam de escrever.</p>
<p>Todas as personagens da websérie fazem parte do Coletivo de Escritoras Negras de Pernambuco, que foi criado com o intuito de auxiliar na compreensão e realizações dessas mulheres como as escritoras que são<em>. “Ainda que seus corpos não estejam assim representados nas escolas, nas grandes mídias, é no nosso quilombo literário que nós nos fortalecemos, nos inspiramos e, entramos nessa disputa narrativa para falar na primeira pessoa, para trazer as vozes das nossas ancestrais e dizer que sempre fomos resistência, sempre fomos prosa e poesia”</em>, comenta Odailta.</p>
<p><strong>ESCRITORAS NEGRAS DE PERNAMBUCO (websérie)</strong><br />
1º Episódio &#8211; Inaldete Pinheiro – Escritora negra e idosa e moradora do centro do Recife<br />
2º Episódio &#8211; Adelaide Santos – Escritora, cantora, negra, mãe e periférica<br />
3º Episódio &#8211; Sophia Andrade – Escritora negra, transsexual, moradora do Recife<br />
4º Episódio – Manu Monteiro – Escritora negra, lésbica e de Caruaru<br />
5º Episódio &#8211; Francisca Araújo – Escritora negra do Sertão de Pernambuco<br />
6º Episódio &#8211; Crislaine Venceslau – Escritora negra quilombola de São Lourenço da Mata<br />
7º Episódio &#8211; Dayse Moura – Escritora negra, mãe e professora universitária<br />
8º Episódio &#8211; Joaninha Dias – Escritora negra, gorda, professora, panssexual e poliamorista</p>
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		<title>Recital Viva Miró ocupa instalações do Teatro Fernando Santa Cruz</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 17:34:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60678" aria-labelledby="figcaption_attachment_60678" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266737405_0dce6ae0b9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60678" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266737405_0dce6ae0b9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa é uma das autoras convidadas do Recital Via Miró</p></div>
<p>Com a presença e participação dos escritores Fagner Valença, Gleison Nascimento, José Juva, Kerlle de Magalhães, Odailta Alves, Silvana Menezes, Susana Morais, Wellignton Melo, Wilson Freire e Cida Pedrosa, o Teatro Fernando Santa Cruz, localizado dentro do Mercado Eufrásio Barbosa em Olinda, abriga o recital Viva Miró, no próximo domingo (12), a partir das 18h. A iniciativa visa arrecadar fundos e fortalecer uma rede de afeto que se forma em torno do poeta Miró da Muribeca que, por conta de um tratamento de saúde, está afastado das ruas e dos palcos.</p>
<p>O poeta Miró publicou diversos livros de forma independente ou com a colaboração de amigos, entre eles, &#8220;Quem descobriu o azul anil?&#8221; (1985), &#8220;Ilusão de ética&#8221; (1995), &#8220;Pra não dizer que não falei de flúor&#8221; (2004), &#8220;DizCrição&#8221; (Andararte,2012) e &#8220;aDeus&#8221; (Mariposa Cartonera, 2015). Tem poemas traduzidos para o francês e para o espanhol. É uma das vozes mais inventivas da poesia independente do Brasil, tendo sido editado pela CEPE (Companhia Editora de Pernambuco) e dezenas de vezes homenageado e premiado nos mais diversos eventos literários.</p>
<p><em>&#8220;Um poeta completamente focado no seu fazer poético. Dono e senhor da sua narrativa, da sua verve, dos seus feitos-desfeitos-defeitos. Um poeta que sabe o caminho e a dança das palavras. Escreve de si para o mundo e do mundo para si. Um poeta que se acasalou com a poesia desde a juventude e que se diz um cronista lírico do cotidiano. Um poeta Miró e só!&#8221;</em>, declara a amiga e vencedora do Prêmio Jabuti de livro do ano de 2020, Cida Pedrosa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Recital Viva Miró<br />
Quando: 12 de setembro de 2021 (domingo), às 18h<br />
Onde: Teatro Fernando Santa Cruz – Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro, s/n – Varadouro, Olinda – PE)<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), pelo site Sympla: <a href="https://www.sympla.com.br/recital-viva-miro__1324019" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/recital-viva-miro__1324019</strong></a></p>
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