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	<title>Portal Cultura PE &#187; Olga Ferrário</title>
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		<title>Live aborda reconhecimento de artistas e fazedores de Cultura como trabalhadores</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 16:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro de maio é o Dia do Trabalhador e, para marcar esta data, o programa Cultura em Rede, uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) debate sobre uma questão fundamental: o reconhecimento dos artistas e fazedores de Cultura como qualquer trabalhador, com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-28-at-17.11.04.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93287" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-28-at-17.11.04-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Primeiro de maio é o Dia do Trabalhador e, para marcar esta data, o programa Cultura em Rede, uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) debate sobre uma questão fundamental: o reconhecimento dos artistas e fazedores de Cultura como qualquer trabalhador, com direitos, lutas, rotinas, dificuldades, dedicação e a necessidade de estar sempre se reinventando, com muita criatividade, ainda mais em períodos de crises econômicas e pandemia.</p>
<p>A live acontece no canal da Secult-PE no Youtube e também no Facebook, com transmissão às 19h, na terça-feira (3). Para a conversa, foram convidados a cineasta Dea Ferraz, a atriz Olga Ferrario (ambas do Coletivo Gambiarra, que promove experimentações com as linguagens do cinema e do teatro) e Giordano Castro, ator e dramaturgo do grupo de teatro pernambucano Magiluth. A mediação fica a cargo de Ellen Meireles, produtora cultural e assessora da Gerência de Política Cultural da Secult-PE.</p>
<p><em>“Para muitas pessoas, ainda permanece a visão do artista como aquele ser agraciado, com dons quase sobrenaturais para os quais boletos não existem. Não faz parte do imaginário popular as inúmeras horas de estudo e dedicação de artistas, técnicos e demais profissionais dos campos das artes e da Cultura para a aprendizagem e aperfeiçoamento de seu ofício, de sua arte. Entender que artistas são trabalhadores tem como benefício direto a possibilidade de conquista de direitos por esses profissionais dentro da área na qual eles realmente executam suas atividades, a regulamentação de diversos ofícios e atividades e a possibilidade de saída da informalidade de muitos trabalhadores e trabalhadoras”</em>, diz Ellen Meireles. Ainda segundo a gestora, esse reconhecimento facilita a formulação de políticas públicas voltadas para o setor.</p>
<p><em>“A gente tem que ficar inventando, o tempo todo, fórmulas, não só de criar, mas também de como pagar as contas”</em>, afirma Dea Ferraz, premiada cineasta pernambucana, que, além de integrar o Coletivo Gambiarra (com Olga Ferrario, Claudio Ferrario e Hugo Coutinho) , faz doutorado e realiza projetos de cinema. Em sua obra, destacam-se os longas-metragens documentais Sete Corações (2014), Câmara de Espelhos (2016), Modo de Produção (2017) e Mateus (2018), que participaram de festivais importantes, como Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Janela Internacional de Cinema e Mostra Tiradentes. <em>“É uma sensação de cansaço muito grande, porque a gente está vivendo um tempo de muita insegurança, muita instabilidade e tá o tempo todo inventando projeto, lendo edital, procurando edital, se arriscando em edital porque edital é sempre uma aposta &#8211; a gente não sabe se ganha ou se não ganha &#8211; e é sempre muito difícil de ganhar”</em>, relata.</p>
<p>Olga Ferrario, também do Coletivo Gambiarra é trabalhadora da Cultura há muitos anos. <em>“Sou atriz e realizadora e meu trabalho sempre foi esse. Trabalho desde os 14 anos, quando comecei a fazer teatro profissionalmente e, desde então, toda minha relação com meu próprio sustento sempre foi na área da Cultura. Minha maior escola foi e continua sendo o teatro, linguagem na qual nunca deixo de visitar”</em>, relata ela, que tem experiências no audiovisual, tendo participado de filmes e séries para a TV, além de ser pesquisadora da linguagem do palhaço e da comicidade (Olga integra o elenco dos Doutores da Alegria). <em>“Graças ao nosso esforço e persistência em um pensamento de mover a economia criativa, conseguimos através da relação de bilheteria, continuar fazendo nosso trabalho e, depois, com os editais de auxílio aos artistas, como a Aldir Blanc, conseguimos continuar movendo”</em>, completa.</p>
<p>Giordano Castro também conta como, no Magiluth, transformaram a crise em atos de resistência e, na arte, resistência significa criar. <em>“O ‘Tudo o que coube numa VHS’ , que é um trabalho que abre as experiências sensoriais em confinamento, é um trabalho que surgiu pelo desespero e pela luta pela sobrevivência de um coletivo artístico”, analisa. Segundo ele, o trabalho do artista muitas vezes é burocrático, repetitivo, sem glamour, sem fim de semana, muito diferente do imaginário popular, que acha que artistas têm vidas de luxo. “Essa não é a realidade de 95% dos artistas do Brasil”</em>, diz ele. Além de Giordano, o Magiluth reúne Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral e Pedro Wagner. Foi formado há 18 anos por alunos de Artes Cênicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e faz um teatro experimental. O Magiluth é apontado pela crítica e pela Imprensa como um dos grupos teatrais mais relevantes do país.</p>
<p>O programa Cultura em Rede vai ao ar todas as terças, às 19h, sempre trazendo temas culturais relevantes para a sociedade em geral.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Profissão: Artista”, com participação de Dea Ferraz, Olga Ferrário, Giordano Castro e Ellen Meireles (mediação)<br />
Quando: 3 de maio de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: www.youtube.com/SecultPE | www.facebook.com/culturape</p>
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		<title>Coletivo Gambiarra promove mostra híbrida de teatro e cinema pelo Zoom</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2022 22:14:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Coletivo Gambiarra promove, a partir da próximo sexta-feira (4), uma série de apresentações híbridas entre o teatro e o cinema, por meio da plataforma Zoom. On-line e gratuito, o Festival Gambiarra contará com quatro sessões: &#8220;Obscena – um encontro com Hilda Hilst&#8221; (Fabiana Pirro), &#8220;O Último Encontro do Poeta com a sua Alma&#8221; (Claudio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_91410" aria-labelledby="figcaption_attachment_91410" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Dea Ferraz/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Obscena-no-Festival-Gambiarra-2-foto-Dea-Ferraz.jpg"><img class="size-medium wp-image-91410" alt="Dea Ferraz/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Obscena-no-Festival-Gambiarra-2-foto-Dea-Ferraz-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Estrelado por Fabiana Pirro, &#8220;Obscena – um encontro com Hilda Hilst&#8221; abre a temporada do Festival Gambiarra, na próxima sexta-feira (4), às 20h</p></div>
<p>O Coletivo Gambiarra promove, a partir da próximo sexta-feira (4), uma série de apresentações híbridas entre o teatro e o cinema, por meio da plataforma Zoom. On-line e gratuito, o Festival Gambiarra contará com quatro sessões: &#8220;Obscena – um encontro com Hilda Hilst&#8221; (Fabiana Pirro), &#8220;O Último Encontro do Poeta com a sua Alma&#8221; (Claudio Ferrario e Olga Ferrario), &#8220;Avós&#8221; (Olga Ferrario) e &#8220;Opá&#8221; (Lívia Falcão). Em todas elas, haverá a participação da cineasta Déa Ferraz e do músico Hugo Coutinho. Durante a mostra, um bate-papo com convidados especiais vai encerrar as apresentações. Na estreia, no dia 4 de março, a conversa será com Luciana Lyra, que é diretora, dramaturga e encenadora do espetáculo &#8220;Obscena – um encontro com Hilda Hilst&#8221; para o teatro. As reservas são feitas exclusivamente pelo WhatsApp <strong>(81) 9-9529-7939</strong>, com Olga Ferrario.</p>
<p>Entre os objetivos do evento, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, estão o fomento à cultura da cidade, apresentando sessões gratuitas, de forma on line, e o compartilhamento da pesquisa da linguagem híbrida com outros artistas. Para o coletivo,<em> “repensar essas linguagens dentro dessa perspectiva híbrida é um caminho que está só começando. Hoje, as experimentações realizadas já se apresentam como uma nova alternativa de entretenimento, cultura e reflexão, consolidando-se como mais uma opção de encontro com arte, essa que reinventa os mundos a partir da crise, do salto, do tempo presente”</em>.</p>
<p>Já a atriz Fabiana Pirro, protagonista do monólogo &#8220;Obscena &#8211; um encontro com Hilda Hilst&#8221;, destaca que acompanha <em>&#8220;o trabalho do Gambiarra desde as primeiras montagens&#8221;</em> e que recebeu <em>&#8220;o convite com muita alegria. Porque amo desafios e porque sinto que a proposta desse hibridismo é um mergulho em muitas possibilidades. Para mim, estar em risco é um jogo que me instiga, me move”</em>, diz ela.</p>
<p>Confira a programação abaixo:</p>
<p><strong>1ª sessão</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">OBSCENA – UM ENCONTRO COM HILDA HILST &#8211; Fabiana Pirro</span><br />
Dia: 4 de março (sexta-feira), às 20h<br />
Sinopse: Criado para o teatro, o espetáculo “Obscena – um encontro com Hilda Hilst”, com a atriz Fabiana Pirro, chega ao CineTeatro Gambiarra e ganha nova leitura. Agora traduzido para essa linguagem híbrida entre o teatro e o cinema, o público encontra-se com Líria, uma mulher acima de 40 anos que transborda de desejos e dialoga com presenças e ausências. Um desejo que se expõe em convergência entre o sagrado e o profano. Como outros narradores personagens de Hilda Hilst, Líria mergulha num fluxo de consciência fragmentado, nos levando para uma atmosfera entre a loucura e a sanidade de quem vive com intensidade.</p>
<p><strong>2ª sessão</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">O ÚLTIMO ENCONTRO DO POETA COM A SUA ALMA &#8211; Claudio Ferrario e Olga Ferrario</span><br />
Dia: 18 de março (sexta-feira), às 20h<br />
Sinopse: Esta, que é a montagem mais recente criada pelo Coletivo Gambiarra, fecha a “trilogia das dualidades”, do ator e autor Cláudio Ferrario. Num diálogo intenso e profundo, acompanhamos o poeta num encontro com a sua alma, repassando a vida que teve. Em atmosferas poéticas, numa casa que se multiplica em espaços oníricos e reais, pensamos sobre as escolhas que fazemos, o amor que entregamos, os medos que enfrentamos. “O último encontro do poeta coma sua alma” é sobre a vida. Um flanar entre mundos particulares de um ser em pleno salto. Ser, sendo.</p>
<p><strong>3ª sessão </strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">AVÓS &#8211; Olga Ferrario</span><br />
Dia: 8 de abril (sexta-feira), às 20h<br />
Sinopse: Um mergulho em sentimentos, sensações, aprendizados, nascimentos e mortes, porque a vida é essa espiral em movimento. Uma experimentação poética numa linguagem entre o teatro e o cinema, sobre os ciclos e o seguir. Um caminho para dentro.</p>
<p><strong>4ª sessão</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">OPÁ &#8211; Lívia Falcão</span><br />
Dia: 22 de abril (sexta-feira), às 20h<br />
Sinopse: O espetáculo traz à cena a Palhaça de Lívia Falcão, Xamãe Zanoia, uma benzedeira antiga, descendente direta da xamã mais velha, de terras distantes, que um dia foram de seu povo perdido. Um lugar de abundâncias e milagres, de onde veio sua voz e a sua Opá. Xamãe Zanoia usa de seus poderes mágicos e entra na virtualidade para conectar-se com os inúmeros mundos à sua volta, fazendo de sua Opá um lugar de encontro, riso, leveza, cura e amor.</p>
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		<title>&#8220;A Invenção da Palavra&#8221; e &#8220;Martelada&#8221; entram em cartaz no Teatro Arraial</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2018 18:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Duas novas peças sobem ao palco do Teatro Arraial Ariano Suassuna neste fim de semana: A Invenção da Palavra e Martelada. A primeira, que fica em cartaz nesta sexta-feira (2) e sábado (3), às 20h, faz uma viagem poética e lúdica pela humanidade, a partir da história de dois velhos, brincantes, palhaços, loucos, mendigos que se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58260" aria-labelledby="figcaption_attachment_58260" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fred Jordão/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/AInvecaodaPalavra_FredJordao_160120160533.jpg"><img class="size-medium wp-image-58260" alt="Fred Jordão/Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/AInvecaodaPalavra_FredJordao_160120160533-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Os atores Olga Ferrario e Cláudio Ferrario dividem o palco na peça &#8220;A Invenção da Palavra&#8221;</p></div>
<p>Duas novas peças sobem ao palco do Teatro Arraial Ariano Suassuna neste fim de semana: <em>A Invenção da Palavra</em> e <em>Martelada</em>. A primeira, que fica em cartaz nesta sexta-feira (2) e sábado (3), às 20h, faz uma viagem poética e lúdica pela humanidade, a partir da história de dois velhos, brincantes, palhaços, loucos, mendigos que se divertem numa verdadeira peleja entre Deus e o Capeta para saber quem, de fato, inventou a palavra. Os dois suspensos no ar. Os dois a fugirem do cotidiano dos gestos. Os dois a disputarem as palavras. Um mundo único e específico, que no tempo e no espaço do teatro é capaz de transportar o espectador a um mundo paralelo de dois seres em combate. Um espetáculo minimalista, que faz da atuação dos atores, suas palavras e seus gestos, força propulsora da construção dramática.</p>
<p><em>A Invenção da Palavra</em> é um texto do ator Cláudio Ferrario. A encenação é de Moncho Rodrigues e no elenco, além do próprio autor, a atriz Olga Ferrario. Fruto de um intercâmbio artístico entre Brasil e Portugal, o espetáculo foi montado numa imersão na cidade de Fafe, onde funciona o projeto chamado Fafe Cidade das Artes, também dirigido pelo encenador Moncho. Trilha Sonora de Rafael Agra e Narciso Fernandes.</p>
<div id="attachment_58261" aria-labelledby="figcaption_attachment_58261" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/foto-ricardo-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-58261" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/foto-ricardo-2-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O ator Cláudio Ferrario protagoniza o espetáculo<em> Martelada</em></p></div>
<p>Dirigido pela cineasta Dea Ferraz e estrelado pelo ator Cláudio Ferrario, o monólogo <em>Martelada</em> foi construído após viagens a quatro cidades da Zona da Mata Norte de Pernambuco, e conta a história de Martelo, figura tradicional do cavalo-marinho, que costuma receber visitantes interessados em ouvir suas histórias misteriosas. Em um dado momento, o velho guardador de mistérios encarna Mateus, o jovem que ele mesmo já foi um dia, para relatar as três vezes em que esteve no inferno.</p>
<p>A montagem faz referências à cultura popular pernambucana e homenageia a tradição da oralidade e as pessoas capazes de passar as histórias do passado adiante através da fala. <em>“Estávamos fazendo o filme Mateus e assim que encontramos Martelo, mestre do Cavalo Marinho em Condado, ele nos surpreendeu com uma história absolutamente fantástica: em mais de dez minutos ininterruptos de filmagem, nos detalhou as três vezes que foi ao inferno. E se esta história não ficou no corte final do filme, foi a partir dela que o texto de Martelada foi construída”</em>, conta a diretora Déa Ferraz. O espetáculo será encenado nos dia 9 e 10/3 (sexta-feira e sábado), às 20h, e os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>A Invenção da Palavra</em>, com os atores Olga Ferrario e Cláudio Ferrario<br />
<strong>Quando:</strong> 2 e 3/3, às 20h<br />
<strong>Onde:</strong> Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife)<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)</p>
<p><em>Martelada</em>, com texto de Cláudio Ferrario e direção de Dea Ferraz<br />
<strong>Quando:</strong> 9 e 10/3, às 20h, às 20h<br />
<strong>Onde:</strong> Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife)<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)</p>
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		<title>A Dona da História cumpre nova temporada na Caixa Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-dona-da-historia-cumpre-nova-temporada-na-caixa-cultural/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2015 18:04:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[a dona da história]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Cultural Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Livia Falcão]]></category>
		<category><![CDATA[Olga Ferrário]]></category>
		<category><![CDATA[temporada]]></category>

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		<description><![CDATA[Com texto de João Falcão, o grupo teatral pernambucano Duas Companhias, que comemora neste ano 11 anos de existência, volta a encenar o espetáculo A Dona da História, na Caixa Cultural Recife. Vista por mais de quatro mil pessoas, em seis cidades brasileiras, a peça, protagonizada por Lívia Falcão e Olga Ferrário, narra, entre o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22251" aria-labelledby="figcaption_attachment_22251" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Olga-Ferrario-e-Livia-Falcao-em-Foto-de-Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-22251" alt="Ricardo Moura/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Olga-Ferrario-e-Livia-Falcao-em-Foto-de-Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No palco, as atrizes Lívia Falcão e Olga Ferrário, que são mãe e filha na vida real, encenam uma emocionante comédia sobre o universo feminino</p></div>
<p>Com texto de João Falcão, o grupo teatral pernambucano Duas Companhias, que comemora neste ano 11 anos de existência, volta a encenar o espetáculo <em>A Dona da História</em>, na Caixa Cultural Recife. Vista por mais de quatro mil pessoas, em seis cidades brasileiras, a peça, protagonizada por Lívia Falcão e Olga Ferrário, narra, entre o riso e a emoção, a história de uma mulher que resolve conversar com seu passado e, às vezes propositadamente, às vezes surpreendida por ela mesma, vai reinventando seu dia a dia.</p>
<p>A temática da montagem se aproxima em especial do público feminino que, em diversos momentos, se reconhecem nos diálogos travados pelas protagonistas. &#8220;O espetáculo é uma brincadeira com o tempo, uma mulher que é a mesma e é outra, uma mulher de 20 repleta de presente e futuro na construção de um novo passado e outra, que é a mesma, de 50, repleta de presente e passado, na esperança de vivenciar um novo futuro&#8221;, disse Lívia, que divide o palco com sua filha. Sobre a experiência de trabalhar com Olga no teatro, a atriz revelou que tem sido uma experiência enriquecedora: “Eu tenho muita saudade dos textos de João, porque marcaram muito o início da minha carreira. Depois do projeto Que Maravilha! eu fiquei pensando que seria lindo trazer e montar A Dona da História aqui e com Olga então! Eu já havia dirigido Olga, mas até a leitura desse texto, que aconteceu em 2012, nunca contracenamos antes. Agora estamos juntas no espetáculo há um ano. Quando olho para ela eu realmente me vejo mais nova. É muito bom!”, afirmou.</p>
<p>As sessões da tarde, que vão até o dia 21/3, contarão com recurso de audiodescrição e Libras. Os ingressos custam R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia).</p>
<p><strong>Duas Companhias</strong><br />
A Duas Companhias é uma das maiores referências do teatro pernambucano. Criada pelas atrizes Lívia Falcão e Fabiana Pirro, atualmente, agrega mais de 30 pessoas entre artistas, parceiros e técnicos. O nascimento da Duas Companhias, em 2003, partiu da vontade que Lívia e Fabiana compartilhavam de falar do seu lugar de origem, investigar sua cultura, mergulhar nas suas raízes. De 2004 a 2010, elas realizaram as montagens de Caetana, com texto e direção de Moncho Rodriguez (espetáculo visto por mais de 100 mil espectadores no Brasil e na Europa e que permanece em cartaz até hoje), e A Árvore de Júlia, com direção de Lívia Falcão; lançaram o livro “Uma história do teatro pernambucano daqui pr’ali e de lá pra cá” e o documentário “Caetana o Filme”; produziram oficinas e ciclos de leituras dramatizadas; e viajaram pelo Brasil e pela Europa com o repertório da Companhia. Em 2011, com o elenco e o time de produção reforçados, a Duas Companhias realizou o pioneiro projeto “Formação de Mulheres Palhaças em PE” e o “Que Comédia! Ciclo de Leituras da Commedia Dell’Arte” e estreou mais um espetáculo, Divinas. Em 2012, a companhia comemorou oito anos de vida e trabalho com Caetana eDivinas na estrada, e o nascimento do musical Caxuxa com o elenco jovem da trupe. Em 2013 Caetana e Divinas seguiram viagem, circulando por mais de 50 cidades no Projeto Palco Giratório, do SESC. Em 2014 Caetana e Divinas continuaram na estrada e a companhia gerou mais uma peça, OBSCENA, primeiro monólogo da atriz Fabiana Pirro, inspirado na obra da escritora, poeta e dramaturga Hilda Hilst e que estreou em janeiro de 2015, no 21° Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>A Dona da História</em><br />
Quando: De 12/03 a 21/03 de 2015<br />
De quinta a sexta, às 20h<br />
Sábados, às 17h (com áudio-descrição e Libras) e mais uma sessão às 20h<br />
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)<br />
Onde: Na Caixa Cultural Recife<br />
Av. Alfredo Lisboa, 505 – Bairro do Recife<br />
Informações: (81) 3425 1915 / 3425 1900<br />
Não recomendado para menores de 10 anos</p>
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