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	<title>Portal Cultura PE &#187; Olinda</title>
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		<title>Coco de Umbigada celebra 28 anos da Sambada de Coco do Guadalupe</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 20:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124135" aria-labelledby="figcaption_attachment_124135" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/MÃE-BETH2-_EM-ALTA-8-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-124135" alt="Mãe Beth de Oxum" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/MÃE-BETH2-_EM-ALTA-8-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mãe Beth de Oxum</p></div>
<p>Uma grande celebração marca os 28 anos do fortalecimento identitário promovido pelo Coco de Umbigada no bairro de Guadalupe, em Olinda. Uma trajetória de promoção da cidadania cultural, empoderamento da juventude preta periférica e salvaguarda das manifestações populares. Neste sábado (06), a partir das 20h, o Centro Cultural do grupo, localizado no Beco da Macaíba, realiza uma edição especial da Sambada de Coco do Guadalupe, que também denuncia o racismo ambiental que vulnerabiliza as casas de culto de matriz africana e indígena e seus praticantes, além de espaços culturais. O evento tem acesso gratuito.</p>
<p>A programação musical inicia a partir das 20h com a participação de grupos que já fazem parte da história da Sambada que é liderada pela ialorixá, Patrimônio Vivo de PE e brincante Mãe Beth de Oxum ao lado de Mestre Quinho, filhos consanguíneos, filhos do terreiro, do bairro, além de parceiros diversos. Capoeira, Coco de Roda, Afoxé e música eletrônica estarão representados na programação que, além do Coco de Umbigada, conta com as participações de DJ MK, Grupo Luz de Angolinha com Mestra Di, Afoxé Babá Orixalá Funfun, Marcela Souza, Mestra Ana Lúcia, Grupo Flor de Catemba e Neto da xambá.</p>
<p>“São 28 anos que fazemos o nosso coco, a idade da minha filha Ialodê. É uma noite de celebração, festa e resistência. Poucos grupos tiveram a coragem de segurar uma resistência tão grande. Por um lado, nossa história é marcada pela violência policial, tivemos instrumentos saqueados, respondi quatro processos na justiça pelo crime de fazer Coco, e celebramos a superação de, apesar de tudo isso, resistir, e nos tornar um patrimônio de Olinda, articular a comunidade mensalmente. Através dessa ação, a gente também influenciou outros movimentos de Sambadas que nasceram no Estado”, comenta a Ialorixá.</p>
<p>A edição de Junho acontece no contexto da realização da 6ª Teia Nacional de Pontos de Cultura, realizada em maio passado no município de Aracruz, no Espírito Santo. O Centro Cultural Coco de Umbigada integrou a delegação de Pernambuco representando toda a rede mobilizada por meio das ações desenvolvidas enquanto Pontão Memória Viva, que realizou ainda a TEIA estadual. Outra importante iniciativa capitaneada pelo Pontão foi a criação da plataforma Memória Viva, que reúne dados sobre a cadeia da cultura popular estadual com o objetivo de oferecer um mapeamento sobre as principais demandas e necessidades do setor.</p>
<p>Sem separar festa de militância, o Pontão Coco de Umbigada, promove ações de formação política e de qualificação e conscientização da juventude. Seguindo seu cunho político, a edição comemorativa da Sambada também denuncia o racismo ambiental que tem precarizado os espaços de cultura e casas de axé de Pernambuco. No último dia 01 de Maio, às fortes chuvas que afetaram o Estado provocaram uma série de prejuízos estruturais que também foram sentidos pelo Ilé Àṣè Osún Karé, localizado em Maranguape (Paulista), que é liderado por Mãe Beth de Oxum. “Foi uma situação calamitosa. As águas invadiram o nosso terreiro, os santos ficaram boiando, foi desesperador”, descreve a líder religiosa, que quer provocar o debate sobre estratégias de preservação dos terreiros e equipamentos ligados à cultura negra, quilombola e indígena.</p>
<p>Além das apresentações musicais, a Sambada do Guadalupe também promoverá homenagens a artistas, lideranças religiosas e brincantes da cultura popular pernambucana. Na ocasião, o Pontão Memória Viva também aproveita para apresentar uma síntese dos principais pontos e diretrizes abordados ao longo da TEIA Nacional e convocar a classe artística a se engajar com os debates sobre as políticas culturais e estratégias de sustentabilidade para toda cadeia produtiva da cultura.</p>
<p><strong>MEMÓRIA VIVA - </strong>Atualmente, o Brasil possui mais de 15 mil Pontos e Pontões de Cultura certificados pelo Ministério da Cultura, entre eles o Centro Cultura Coco de Umbigada, que recebeu o título de Pontão Memória Viva PE em 2025 e lidera iniciativas de mapeamento, diagnóstico e articulação de Pontos e Pontões de Cultura em Pernambuco com o objetivo de fortalecer e dar suporte à retomada das políticas da Lei Cultura Viva. Ao longo de 2026, o projeto promoveu formação para agentes jovens e outros participantes sobre o processo de certificação e a importância da cultura e ancestralidade no estado. Em Maio passado, o Pontão Memória Viva PE realizou a 1ª TEIA estadual no Centro Cultural Coco de Umbigada com participação de representações culturais de cinco mesorregiões. O momento foi fundamental para a construção de estratégias e soluções de impactos que foram levadas para a TEIA Nacional no Espírito Santo, realizado depois de um hiato de 12 anos e que contou com a presença do Presidente Lula e da ministra da Cultura, Margareth Menezes.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Sambada de Coco do Guadalupe</p>
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		<title>Governo de Pernambuco inicia obra de requalificação da Igreja Nossa Senhora do Monte, em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:05:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178402114_d3170a20ff_k-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123424" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178402114_d3170a20ff_k-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Em mais uma iniciativa voltada à preservação do patrimônio histórico de Pernambuco, o Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), dá início às obras de restauração e requalificação da Igreja Nossa Senhora do Monte, em Olinda. A intervenção conta com investimento de R$ 3.150.000, com recursos federais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do Novo PAC, e reafirma o compromisso da gestão estadual com a salvaguarda de bens culturais em um dos mais importantes sítios históricos do país, reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco.</p>
<p dir="ltr">A obra prevê a recuperação estrutural do templo e a requalificação do largo no entorno, promovendo melhorias que vão além da edificação e alcançam o espaço público. O prazo total de execução é de 15 meses, com a primeira etapa , correspondente à entrega da igreja, prevista para o mês de julho.</p>
<p dir="ltr">No interior do templo, serão realizadas intervenções na coberta da capela-mor e da nave, enquanto, no adro, estão previstos o restauro do piso em tijoleiras, a requalificação da mureta histórica, a implantação de rampas de acessibilidade e a pintura da fachada principal. A obra também contempla serviços de recuperação da coberta, atualmente comprometida, condição que levou à interdição do espaço.</p>
<p dir="ltr">Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, as intervenções evidenciam a preocupação e responsabilidade da gestão Raquel Lyra com a valorização do patrimônio material e histórico de Pernambuco. “As obras de restauro e requalificação devolvem esses espaços para a população, ao mesmo tempo em que respeitam suas características históricas e arquitetônicas. Em Olinda, estamos atuando de forma integrada, com intervenções que respeitam a história dos monumentos e, ao mesmo tempo, qualificam seus usos e sua relação com a cidade”, destacou.</p>
<p dir="ltr">As ações incluem ainda o embutimento das redes aéreas, a construção de muro de arrimo em pedra rachão, melhorias na iluminação e a proteção da borda da encosta, assegurando maior estabilidade e segurança à área. Paralelamente, será realizada a requalificação do largo em frente à igreja, com implantação de quadra, brinquedos infantis, mobiliário urbano, paisagismo, áreas de convivência e lazer, além de soluções de acessibilidade, iluminação e estacionamento.</p>
<p dir="ltr"><strong>Investimentos no Sítio Histórico de Olinda</strong> &#8211; A intervenção integra um conjunto mais amplo de investimentos na Cidade Alta, onde o Governo de Pernambuco também executa obras de restauração e requalificação no Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), no Mosteiro de São Bento e na Igreja de São Pedro Mártir de Verona — estas duas últimas também com recursos do Novo PAC e com entrega ainda no primeiro semestre.</p>
<p dir="ltr">Ao investir na recuperação de um dos seus conjuntos urbanos mais emblemáticos, o Governo de Pernambuco fortalece a política de preservação do patrimônio material e reafirma o compromisso de manter viva a história de Olinda, garantindo que seus espaços continuem sendo referências culturais, sociais e urbanas para as futuras gerações.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a Igreja Nossa Senhora do Monte</strong> &#8211; Erguida em 1535 por ordem de Duarte Coelho, fundador da capitania de Pernambuco, a Igreja de Nossa Senhora do Monte é considerada a mais antiga edificação religiosa de Olinda e uma das primeiras do Brasil. O conjunto abriga também o convento das monjas beneditinas, reforçando sua importância histórica, religiosa e cultural. Ao longo dos séculos, o templo preservou características arquitetônicas singelas, com fachada sóbria e interior marcado por um altar-mor em madeira que remete à origem da devoção. Situada em um dos pontos mais elevados da cidade, a igreja também se destaca pela permanência histórica: acredita-se que tenha escapado do incêndio provocado pelos holandeses no século 17, mantendo-se como testemunho direto das primeiras ocupações da então vila.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178402369_c4f9be5aee_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123426" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178402369_c4f9be5aee_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178312478_07d5c7dcb9_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123429" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178312478_07d5c7dcb9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55177257712_a36feeea0e_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123431" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55177257712_a36feeea0e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178146221_4acd4aef2d_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123430" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178146221_4acd4aef2d_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178402564_1218991230_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123427" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178402564_1218991230_k-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178401794_591cabc284_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123425" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55178401794_591cabc284_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alunos de Arquitetura visitam obras Mosteiro de São Bento e Igreja de São Pedro Mártir</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 17:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171736883_ade0590d0a_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123416" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171736883_ade0590d0a_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“Trabalhar com o passado para viver no presente e transmitir ao futuro.” A frase sintetiza uma orientação geral do trabalho com Patrimônio e foi dita a estudantes de Arquitetura que visitaram as obras do Mosteiro de São Bento e da Igreja de São Pedro Mártir de Verona, em Olinda. Na última sexta (27), alunos do curso de Arquitetura na Uninassau foram aos dois templos para conhecer mais sobre o trabalho de restauração feito neles, em mais uma iniciativa de Educação Patrimonial da Fundarpe com a Diretoria de Obras e Projetos Especiais, que coordena as obras.</p>
<p>A visita dos alunos foi guiada pelo diretor de Obras e Projetos Especiais, Frederico Almeida, que explicava nuances dos trabalhos sobre os bens integrados – aqueles que não são a construção em si, mas que compõem o Patrimônio e não são móveis, como os altares ou o forro do teto. Almeida comentou desde pontos elementares, como a pátina da fachada do Mosteiro de São Bento, que uma aluna pensou ser sujeira, até questões culturais que envolvem o trabalho de restauro. “Na Alemanha, o trabalho de restauração envolve reconstrução, mesmo. Isso porque muito patrimônio material foi perdido na Segunda Guerra. Aqui no Brasil, ‘reconstrução’ é quase um palavrão dentro do contexto de trabalho patrimonial”, brincou o diretor.</p>
<p>O contraste entre o Mosteiro, templo barroco que data do final do século 16 e é gerido por uma irmandade religiosa, e a Igreja de São Pedro Mártir – predominante barroca, que atualmente não é zelada por uma irmandade e conta com menos bens integrados (além de demandar mais obras civis) –, foi didático para que os alunos entendessem as diferentes nuances que envolvem o cuidado com Patrimônio. “É legal ver que há recursos sendo investidos nas igrejas; elas são documentos históricos e o que estamos vendo é a História sendo restaurada, a identidade do Estado sendo preservada. E mesmo com as diferenças entre as igrejas, patrimônio é patrimônio, tem que cuidar”, destaca o estudante Lucas Carvalho, do 9º período de Arquitetura da Uninassau.</p>
<p>“Esse trabalho de educação patrimonial que a Fundarpe faz é muito importante para todos, inclusive para quem vai trabalhar como arquiteto. Acho bem interessante ter essa possibilidade de visitar. No caso dessa visita, são duas igrejas muito diferentes, e isso faz a gente perceber que tudo é patrimônio, tendo características diferentes, tendo mais adornos ou menos adornos. A gente precisa cuidar de tudo”, afirma o professor Silvino Marinho, da Uninassau, responsável pela ida dos alunos e que leciona a disciplina de Preservação do Patrimônio Arquitetônico e Restauro.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171819079_b617801012_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123417" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171819079_b617801012_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><b>EDUCAÇÃO PATRIMONIAL – </b>Além das igrejas, os estudantes também conheceram mais sobre as iniciativas de Educação Patrimonial da Fundarpe, que abrange capacitações para gestores, professores e alunos de escolas públicas estaduais. A capacitação também pode ser solicitada para estudantes de ensino superior, pois o conteúdo é adequado ao público-alvo. Para solicitar a formação em Educação Patrimonial, basta entrar em contato pelo e-mail <a href="mailto:e.patrimonial26@gmail.com">e.patrimonial26@gmail.com</a>.</p>
<p>“Nosso trabalho é percorrer o Estado, difundindo noções de patrimônio e engajando as pessoas no cuidado com esses bens comunitários. Muitas vezes, há edificações que não são tombadas, mas que são importantes para o senso de pertencimento de uma cidade, por exemplo. Mesmo sem o tombamento, as pessoas podem cuidar de uma construção que faça parte da identidade daquela coletividade”, explicou Mano Casado,  técnico da Gerência de Educação Patrimonial da Fundarpe, aos alunos da Uninassau.</p>
<p>A Fundação também apresenta os patrimônios em escolas públicas do Estado por meio da exposição itinerante Patrimônios de Pernambuco, que circula há mais de 3 anos. A mostra é fruto de uma cartilha virtual criada pela Fundação para ser utilizada como material didático em ações de educação patrimonial. Entre os destaques estão os quebra-cabeças dos Patrimônios Vivos, do Patrimônio Material, Imaterial e Ferroviário, além de um painel interativo que convida o visitante a compartilhar suas próprias referências culturais.</p>
<p><b>OBRAS </b>– As obras da Basílica e Mosteiro de São Bento e da Igreja de São Pedro Mártir são executadas pela Fundarpe, com recursos disponibilizados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (IPHAN) por meio do Novo PAC. A primeira envolve mais de R$ 15 milhões em ações tanto de restauro e conservação quanto de obras civis (drenagem das fundações, implantação de sistema de combate a incêndio, entre outras). Já foram restaurados os bens integrados da capela-mor. O restauro da nave está previsto para ser entregue em junho.<a href="file:///C:/Users/valentine.herold/Downloads/Release_Ed._Patrimonial_Mosteiro_27.03.odt#_msocom_1"><br />
</a></p>
<p>No caso da Igreja de São Pedro Mártir, os recursos (mais de R$ 1 milhão) são destinados à modernização do prédio (com acessibilidade e proteção a incêndio, por exemplo) e recuperação (pisos, fachadas, esquadrias e telhado). Foram concluídas as calçadas e rampas que circundam toda a igreja. Estão em andamento as obras nos banheiros, além do restauro das esquadrias e dos óculos da capela-mor (4 janelas circulares ou ovais, duas de cada lado). Também foram iniciadas as pinturas interna e externa da edificação.<a href="file:///C:/Users/valentine.herold/Downloads/Release_Ed._Patrimonial_Mosteiro_27.03.odt#_msocom_2"><br />
</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171962125_20b7d7a99e_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123418" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171962125_20b7d7a99e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /><br />
</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171573021_32fd8dd5db_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123419" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171573021_32fd8dd5db_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Fotógrafo Mateus Sá lança galeria inédita sobre o Carnaval de Olinda com conteúdo acessível</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fotografo-mateus-sa-lanca-galeria-inedita-sobre-o-carnaval-de-olinda-com-conteudo-acessivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 18:50:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto: Mateus Sá/Divulgação O fotógrafo olindense Mateus Sá lançou nesta quarta (11), uma nova galeria virtual dedicada ao Carnaval de Olinda, reunindo 50 fotografias que integram seu vasto acervo autoral construído desde 1997. O lançamento marca os resultados iniciais da pesquisa “Olinda Vista de Dentro – patrimônio imagético coletivo de uma Olinda subjetiva”, projeto financiado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-12-at-14.05.53-2.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-122889" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-12-at-14.05.53-2.jpeg" width="421" height="283" /></a><br />
Foto: Mateus Sá/Divulgação</p>
<p>O fotógrafo olindense Mateus Sá lançou nesta quarta (11), uma nova galeria virtual dedicada ao Carnaval de Olinda, reunindo 50 fotografias que integram seu vasto acervo autoral construído desde 1997. O lançamento marca os resultados iniciais da pesquisa “Olinda Vista de Dentro – patrimônio imagético coletivo de uma Olinda subjetiva”, projeto financiado pelo Fundo Pernambucano de Apoio a Cultura (Funcultura).</p>
<p>A nova galeria estará disponível no site oficial do autor e nas redes sociais, com conteúdo totalmente acessível para pessoas cegas e surdas, reafirmando o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura e à memória.</p>
<p>Reconhecido por documentar, há mais de duas décadas, o cotidiano e as manifestações culturais da cidade histórica, Mateus Sá apresenta um recorte imagético que percorre as ladeiras de Olinda a partir de seus personagens simbólicos: foliões, bonecos gigantes, blocos, troças, Maracatus Nação e Rural, Ursos, Bois, Burrinhas e expressões populares que fazem do carnaval olindense uma das maiores referências culturais do país.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-12-at-14.05.53-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122890" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-12-at-14.05.53-1-607x407.jpeg" width="607" height="407" /></a><br />
Foto: Mateus Sá/Divulgação</p>
<p>Mais do que um registro festivo, o trabalho revela uma Olinda vista de dentro, construída a partir da vivência do fotógrafo com o território onde nasceu e desenvolveu sua trajetória artística. A galeria reunirá 50 imagens analógicas e digitais que dialogam com memória, identidade e patrimônio cultural, compondo um importante registro histórico da cidade e de suas transformações ao longo do tempo.</p>
<p>O lançamento da galeria integra um conjunto de ações de pesquisa, conservação e documentação do acervo fotográfico do autor, que passa a ser organizado e disponibilizado para novos projetos artísticos, educativos e de difusão cultural.</p>
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		<title>Curta-metragem &#8220;Retomada&#8221; sobre indígenas em contexto urbano tem lançamento em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 19:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Erlânia Nascimento/Divulgação Neste sábado, 6 de dezembro, o curta-metragem Retomada, que narra a luta de mulheres indígenas em contextos urbanos, estreia com exibição, debate e shows. O lançamento acontece em Olinda, na Casa do Cachorro Preto (rua Treze de Maio, nº 99, bairro do Carmo), a partir das 17h, com entrada gratuita. Retomada tem incentivo público, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Erlânia-Nascimento-foto-A-artista-Siba-Puri-convida-a-também-cantora-e-compositora-Briê-no-show-da-celebração-de-lançamento-do-filme-Retomada-na-Casa-do-Cachorro-Preto-em-Olinda..jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121837" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Erlânia-Nascimento-foto-A-artista-Siba-Puri-convida-a-também-cantora-e-compositora-Briê-no-show-da-celebração-de-lançamento-do-filme-Retomada-na-Casa-do-Cachorro-Preto-em-Olinda.-607x340.jpg" width="607" height="340" /><br />
</a>Foto: Erlânia Nascimento/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Neste sábado, 6 de dezembro, o curta-metragem <em>Retomada</em>, que narra a luta de mulheres indígenas em contextos urbanos, estreia com exibição, debate e shows. O lançamento acontece em Olinda, na Casa do Cachorro Preto (rua Treze de Maio, nº 99, bairro do Carmo), a partir das 17h, com entrada gratuita. <em>Retomada</em> tem incentivo público, com o financiamento do edital Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio dos recursos do Ministério da Cultura, Governo Federal, Governo do Estado de Pernambuco e Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">A programação reúne as apresentações musicais pernambucanas autorais de Siba Puri, com a participação da cantora e compositora Briê, e do grupo Semente de Maracá, da cultura popular e do ritmo do coco, apresentando sua música recém-lançada, chamada de <em>Vozes das Semente</em>s, dentro do repertório.</p>
<p dir="ltr">As protagonistas do documentário são as pernambucanas Monique Xavier (professora de dança, performer e cantora), Siba Puri (cantora, compositora e musicista) e Selly Tarairiú (artista visual, fotógrafa e realizadora audiovisual). A direção do documentário, com classificação indicativa livre e 12 minutos de duração, é assinada por Erlânia Nascimento, que também é de Pernambuco. Já a ideia surge da retomada indígena da cearense Lia Braga, da etnia Guanacé e criada no Recife.</p>
<p dir="ltr">Também estão no elenco do filme mais artistas mulheres: Belle Mota e Joyce Santana, ambas pernambucanas. Além da produção executiva, Lia Braga assume o argumento da criação autoral, enquanto Erlânia Nascimento atua nas funções do roteiro, direção de fotografia, cores e finalização da obra audiovisual. A coletividade está presente, com o envolvimento entre uma diversidade de profissionais para a realização.</p>
<p dir="ltr"><em>Retomada</em> mostra a existência dos caminhos indígenas que se unem com resistência, formando uma rede de corpos-territórios, a partir da ideia de acolhimento e de compartilhamento de narrativas da ancestralidade. O movimento, além de territorial, também é um resgate da identidade indígena e ancestral, e também da arte, da cultura, da educação, sempre fortalecendo pautas de gênero e da política social.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">O filme também reúne recursos de acessibilidade como interpretação em Libras para a comunidade surda; Audiodescrição (AD) para pessoas com deficiência visual (cegas ou com baixa visão), intelectual ou neurodivergentes; Legendas para pessoas surdas e ensurdecidas (LSE).</p>
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		<title>Olinda recebe estreia de filmes sobre o Rio Paratibe e o Coco do Amaro Branco</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 18:44:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cinema pernambucano volta a lançar luz sobre sua cultura e seus territórios com a estreia de dois curtas-metragens na I Mostra Audiovisual Terno da Mata, marcada para esta sexta-feira (17 de outubro), às 18h, no Teatro Fernando Santa Cruz, no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda. A sessão, gratuita, reúne Vozes do Samba de Coco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.38.27.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120827" alt="Fotos: Sérgio Melo e Karin Úrsula/  Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.38.27-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O cinema pernambucano volta a lançar luz sobre sua cultura e seus territórios com a estreia de dois curtas-metragens na I Mostra Audiovisual Terno da Mata, marcada para esta sexta-feira (17 de outubro), às 18h, no Teatro Fernando Santa Cruz, no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda. A sessão, gratuita, reúne Vozes do Samba de Coco do Amaro Branco, documentário dirigido por Sérgio Melo, e Contos e Cantos do Rio Paratibe, ficção dirigida por Karin Ursula.</p>
<p>Em Vozes do Samba de Coco do Amaro Branco, Sérgio Melo, sociólogo e produtor cultural, revisita um dos bairros mais emblemáticos de Olinda para registrar a força das sambadas que atravessam gerações. O filme dá protagonismo à mestras e mestres do coco de roda — Dona Nininha do Coco, 82 anos, Mestre Gervásio, 83, Mestre Arnaldo, 60, Mestre Lu do Pneu, 62, e a saudosa Mestra Beata — ao lado de artistas da nova geração, como Marcela Souza, e percussionistas Mestre Carlinhos Cavalo, Mestre Lu Guaru, e Seu Alvinho. Narrado a partir das rodas do Coco do Pneu, da Praça do Amaro Branco e da Praia do Carmo, o curta revela como o coco se liga à pesca artesanal, que há décadas molda a identidade do território. O resultado é um retrato afetivo e pulsante de uma cultura que se reinventa a cada batida, entre zabumba, pandeiro, ganzá e o coro das vozes em roda.</p>
<p>Contos e Cantos do Rio Paratibe, assinado por Karin Ursula, doutoranda em Ciência da Informação pela UFPE e produtora cultural, leva o espectador para o manguezal e para o rio que corta Paulista e Olinda. Misturando ficção, música e religiosidade, o curta traz atores que também são músicos e recria vivências ligadas à história, memória e ao território, transformando o rio em personagem e voz, com a participação de Diego Leon, Nilo Baj, Mestre Barachinha, Márcio Rastaman, Juninho do Coco, Grupo Indígena Fulni-ô Flishimaya, Luciano Dias e Thiago Ferraz. “A ideia é percorrer o Rio Paratibe, delineado pelas consequências da colonização e dominação do corpo humano pelos dogmas, luta de classes, trabalho escravo e exploração do corpo feminino”, diz a diretora.</p>
<p>“O filme traz muitos recado, mas tem como plano principal o meio ambiente, onde o protagonista Jerônimo se encontra com diversos desejos de reparação histórica em 500 anos de ocupação territorial, incrivelmente atuais. Ficamos felizes com o resultado”, completa a diretora. O projeto incentivado pela Lei Paulo Gustavo &#8211; LPG já realizou contrapartida social de exibição na Escola Municipal Cônego Costa Carvalho em Paulista-PE, com apoio da Gestora Escolar Taciana Ferreira e no Terreiro Axé Talabi, Patrimônio Vivo de Pernambuco, com apoio de Mãe Aline, Mãe Lu e Pai Júnior.</p>
<p>A I Mostra Audiovisual Terno da Mata é realizada pela Terno da Mata Produções, com apoio da FUNDARPE, Governo de Pernambuco e Mercado Eufrásio Barbosa. Incentivo da Lei Paulo Gustavo do Município de Olinda (LPG), Lei Paulo Gustavo do Município de Paulista (LPG), Ministério da Cultura e Governo Federal.</p>
<p>A Mostra coloca lado a lado duas obras distintas, mas atravessadas por uma mesma preocupação: a preservação da memória. Se em Amaro Branco o foco está na continuidade do coco como prática comunitária, no Paratibe o olhar se volta para o impacto ambiental e espiritual e social de um rio que molda o cotidiano das populações ribeirinhas. Juntas, as produções reafirmam a vocação do audiovisual pernambucano de valorizar a tradição e o território, aproximando o público daquilo que compõe sua identidade.</p>
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		<title>Dores, revoltas e celebrações do povo preto: espetáculo “Revinda” chega a Olinda neste sábado (18)</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 15:44:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No próximo sábado (18), o espetáculo “Revinda” desembarca em Olinda para uma apresentação única, gratuita e ao ar livre, na Praça Laura Nigro, localizada no sítio histórico da cidade. Contemplado pelo Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento começa com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120727" aria-labelledby="figcaption_attachment_120727" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124201.png"><img class="size-medium wp-image-120727" alt="Foto: Vanessa Alcântara/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124201-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Vanessa Alcântara/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">No próximo sábado (18), o espetáculo “Revinda” desembarca em Olinda para uma apresentação única, gratuita e ao ar livre, na Praça Laura Nigro, localizada no sítio histórico da cidade. Contemplado pelo Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento começa com uma oficina de frevo às 16h, conduzida por Mestre Wilson e Mestra Francis, e segue com o espetáculo principal às 17h30, culminando com um bate-papo com os artistas.</p>
<p dir="ltr">Criado por Rebeca Gondim e Maria Agrelli, o projeto é um grito cênico que mescla dança, música, artes visuais, poesia e Libras, para expressar as dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico. “Revinda” é, ao mesmo tempo, denúncia, memória e resistência – com performances que evocam ancestralidade, luta e vida.</p>
<p dir="ltr">A apresentação em Olinda contará com a participação de artistas locais, como Paloma Granjeiro, Mayara Ferreira, Neris Rodrigues, além da dupla do frevo Brincantes das Ladeiras, referência da cultura popular na cidade. O espetáculo é conduzido pela dançarina Rebeca Gondim, que atua também como mestra de cerimônia.</p>
<div id="attachment_120728" aria-labelledby="figcaption_attachment_120728" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124303.png"><img class="size-medium wp-image-120728" alt="Criado por Rebeca Gondim e Maria Agrelli, &quot;Revinda&quot; é um grito cênico que mescla dança, música, artes visuais, poesia e Libras, para expressar as dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico I Foto: Filipe Gondim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124303-607x400.png" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Criado por Rebeca Gondim e Maria Agrelli, &#8220;Revinda&#8221; é um grito cênico que mescla dança, música, artes visuais, poesia e Libras, para expressar as dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico I Foto: Filipe Gondim/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Além do elenco fixo – que inclui o DJ Phino e Bárbara Regina (percussão), Joselma Santos (Corporeolibras) e João Guilherme de Paula (criação de luz) – a apresentação se articula com artistas de cada território por onde passa, ampliando as vozes e os corpos em cena.</p>
<p><strong>Itinerância</strong></p>
<p>“Revinda” já percorreu seis bairros do Recife e segue agora para Camaragibe (1º/11), Caruaru (8/11), Triunfo (21/11) e Arcoverde (23/11). A escolha dos locais não é aleatória: segue vínculos afetivos e políticos, valorizando artistas e coletivos que atuam na resistência cultural e na luta por direitos humanos.<br />
<strong>Origem</strong></p>
<p>O espetáculo surgiu a partir da performance “Terezinha”, criada por Rebeca Gondim em homenagem a Tereza Maria de Jesus, mãe de um menino de 10 anos assassinado pela polícia enquanto brincava no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. O solo de dez minutos cresceu e se transformou num espetáculo de 50 minutos que agrega diferentes expressões artísticas, corpos e territórios.</p>
<p><strong>&gt; Serviço:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Espetáculo “Revinda” em Olinda</strong><br />
Sábado (18.10)<br />
Onde: Praça Laura Nigro – Sítio Histórico de Olinda<br />
Horários:</p>
<p dir="ltr">&gt; 16h – Oficina de frevo com Brincantes das Ladeiras</p>
<p dir="ltr">&gt; 17h30 – Espetáculo &#8220;Revinda&#8221;<br />
Quanto: Gratuito<br />
Classificação indicativa: Livre</p>
<p dir="ltr">++ Mais informações: <a href="http://instagram.com/rebecagondim__">@rebecagondim__</a></p>
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		<item>
		<title>Em Olinda, governadora Raquel Lyra assina ordem de serviço para restauração da Igreja de São Pedro Mártir de Verona</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-olinda-governadora-raquel-lyra-assina-ordem-de-servico-para-restauracao-da-igreja-de-sao-pedro-martir-de-verona/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 16:38:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais uma iniciativa para preservação do patrimônio histórico de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra assinou, nesta terça-feira (16), a ordem de serviço que permite o início da restauração da Igreja de São Pedro Mártir de Verona, no bairro do Carmo, em Olinda, que está fechada desde 2015. O projeto, orçado em R$ 1,2 milhão, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120308" aria-labelledby="figcaption_attachment_120308" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792785099_4a766d5484_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-120308" alt="Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792785099_4a766d5484_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Em mais uma iniciativa para preservação do patrimônio histórico de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra assinou, nesta terça-feira (16), a ordem de serviço que permite o início da restauração da Igreja de São Pedro Mártir de Verona, no bairro do Carmo, em Olinda, que está fechada desde 2015. O projeto, orçado em R$ 1,2 milhão, será executado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) com recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do Novo PAC. Com esse investimento, a intervenção proporcionará novos usos para realização de eventos religiosos no monumento. A ação integra obras de restaurações em patrimônios localizados em Olinda, como o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE) e o Mosteiro de São Bento, vistoriados nesta terça pela gestora e pela vice-governadora Priscila Krause.</p>
<p>“Nós estamos mais uma vez aqui em Olinda, trabalhando pela restauração do nosso patrimônio histórico e cultural. Quando olhamos para Olinda, vemos que é um patrimônio da humanidade e precisa ser cuidado com dignidade. Então, a partir desses investimentos, vamos devolver ao pernambucano, ao olindense, ao Brasil e ao mundo patrimônios que falam sobre a nossa cultura, a nossa história e a nossa religiosidade”, destacou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>Com os investimentos, a igreja passará por serviços de recuperação das fachadas, pisos, esquadrias e coberta, além da modernização das instalações elétricas, novo sistema de iluminação, implantação de infraestrutura de prevenção e combate a incêndio e adequações de acessibilidade. A intervenção proporcionará a possibilidade de novos usos para realização de eventos (musicais, celebrações eucarísticas, batizados, espaço para reuniões da comunidades).</p>
<div id="attachment_120309" aria-labelledby="figcaption_attachment_120309" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792955803_16b19b3b5d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-120309" alt="A ação integra obras de restaurações em patrimônios localizados em Olinda, como o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE) e o Mosteiro de São Bento (na imagem) I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792955803_16b19b3b5d_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A ação integra obras de restaurações em patrimônios localizados em Olinda, como o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE) e o Mosteiro de São Bento (na imagem) I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Presente nas agendas, o superintendente do Iphan em Pernambuco, Fred Brennand, destacou a importância dos investimentos do Governo de Pernambuco em parceria com o Governo Federal. “Temos grandes parcerias com a Fundarpe, ligada ao Governo do Estado, o que reforça o compromisso da gestão estadual na preservação do patrimônio e da cultura. O Governo Federal, por meio do Iphan, também demonstra compromisso com a preservação cultural, com os importantes recursos destinados para preservação”, ressaltou.</p>
<p>A irmandade que deu origem à igreja foi instituída em 1711, e a atual construção data da segunda metade do século XVIII. A presidente da Fundarpe, Renata Borba, comentou sobre as ações para preservação histórica de Pernambuco. “O Governo do Estado tem fortalecido a Fundarpe como órgão de preservação do nosso patrimônio. Só aqui em Olinda, já são três obras em andamento. Em todo o estado de Pernambuco, são 12 obras de restauração do nosso patrimônio edificado, indo de Fernando de Noronha ao Sertão. Em todo o estado, já somamos R$ 75 milhões investidos”, afirmou Renata Borba.</p>
<p>O Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Paulo Jackson, celebrou as restaurações realizadas no Sítio Histórico de Olinda. “Restaurar patrimônio histórico e cultural como essa Igreja de São Pedro Mártir de Verona é devolver à comunidade esse espaço vital de espiritualidade e de fé”, disse. Para a prefeita de Olinda, Mirella Almeida, o município possui um arcabouço turístico enorme e o turismo religioso é um deles. “Quando observamos investimentos por parte dos governos federal e estadual, voltados especialmente à fé e à religiosidade das pessoas, entendemos que há um cuidado ao próximo”, frisou a prefeita.</p>
<p><strong>VISTORIAS -</strong> Antes de assinar a ordem de serviço, a governadora Raquel Lyra vistoriou o andamento das obras do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), que recebe um investimento de R$ 3,8 milhões. O projeto contempla serviços de conservação e restauro do edifício histórico, antiga cadeia eclesiástica de Olinda, construída no século XVIII e tombada em âmbito estadual e federal. Também haverá implantação de sistemas modernos de prevenção a incêndios, segurança, climatização e acessibilidade. Fundado em 1966, o MAC-PE é considerado um dos principais museus de arte moderna do país, reunindo mais de quatro mil obras. O acervo inclui trabalhos de Portinari, Cícero Dias, Eliseu Visconti, Di Cavalcanti, João Câmara, Burle Marx e Francisco Brennand.</p>
<div id="attachment_120310" aria-labelledby="figcaption_attachment_120310" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792542791_5278f1ad61_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-120310" alt="Antes de assinar o ordem de serviço, a governadora Raquel Lyra vistoriou o andamento das obras do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), que recebe um investimento de R$ 3,8 milhões. O projeto contempla serviços de conservação e restauro do edifício histórico, antiga cadeia eclesiástica de Olinda, construída no século XVIII e tombada em âmbito estadual e federal. I Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792542791_5278f1ad61_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Antes de assinar a ordem de serviço, a governadora Raquel Lyra vistoriou o andamento das obras do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), que recebe um investimento de R$ 3,8 milhões I Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Logo em seguida, a gestora vistoriou as obras do Mosteiro de São Bento, onde foi recebida pelo Arcebispo Dom Paulo Jackson. Atualmente, duas frentes de trabalho estão em andamento. O primeiro é da obra civil de consolidação estrutural e geotecnia, com investimento de R$ 1,08 milhão, que inclui reforço de fundações, estabilização do solo, conservação da coberta e implantação do sistema de combate a incêndio. E o segundo andamento é da restauração dos bens integrados do mosteiro, orçada em R$ 14,2 milhões, que prevê a recuperação da nave, capela-mor, sacristia, coro, capela do Santíssimo, capela abacial e sala capitular. A previsão de reabertura do mosteiro para celebrações e missas é em junho de 2026, após conclusão das ações na nave e capela-mor.</p>
<p>Acompanharam as agendas o prefeito de Moreno, Edmilson Cupertino; o vice-prefeito de Olinda, Chiquinho; vereadores e lideranças locais.</p>
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		<title>Nota de pesar &#8211; Seu João do Elefante de Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 15:41:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[com profundo pesar que a Secult-PE e a Fundarpe receberam nesta manhã a notícia do falecimento de Seu João, figura icônica do Elefante de Olinda, Patrimônio Vivo de Pernambuco, aos 86 anos. Folião e carnavalesco de uma vida inteira, Seu João presidiu o bloco por 33 anos, com compromisso, amor e garra. Sempre levou sua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>com profundo pesar que a Secult-PE e a Fundarpe receberam nesta manhã a notícia do falecimento de Seu João, figura icônica do Elefante de Olinda, Patrimônio Vivo de Pernambuco, aos 86 anos.</p>
<p>Folião e carnavalesco de uma vida inteira, Seu João presidiu o bloco por 33 anos, com compromisso, amor e garra. Sempre levou sua paixão pelo Carnaval por onde passou, dividindo a beleza e a magia do frevo e o encantamento do Elefante com todos. Por todas essas décadas, ele contribui para o fortalecimento da cultura pernambucana através de sua atuação inesquecível à frente deste que é um dos blocos mais tradicionais de Olinda.</p>
<p>Toda a solidariedade aos familiares e amigos de Seu João e ao Elefante de Olinda. Seu legado permanecerá vivo através dos desfiles de seu bloco do coração.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Card-Pesar_SeuJoaodeElefante-3.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-119558" alt="Card-Pesar_SeuJoaodeElefante (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Card-Pesar_SeuJoaodeElefante-3-364x486.png" width="364" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo de Pernambuco publica licitação para obras de restauro da Igreja de São Pedro Mártir de Verona, em Olinda</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 15:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fundarpe_Divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119325" alt="Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fundarpe_Divulgação-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></div>
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<p>A Igreja de São Pedro Mártir de Verona, localizada no Sítio Histórico de Olinda, irá receber intervenções estruturais e de conservação. A licitação para contratação de empresa responsável pela execução da obra foi publicada na edição do Diário Oficial deste sábado (26). A obra de preservação será conduzida Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) com recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do Novo PAC, com valor de R$ 1,2 milhão.</p>
<p>“A Igreja de São Pedro Mártir faz parte da identidade histórica do município de Olinda. Através da Fundarpe, o Estado tem restaurado importantes patrimônios que não receberam a devida conservação ao longo do tempo. Agora, estamos cuidando dos nossos bens para preservar a memória, a cultura e a identidade do povo pernambucano”, celebrou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A licitação marca um novo capítulo para um dos mais importantes símbolos religiosos e arquitetônicos de Olinda. Fechada desde 2015, a igreja passará por serviços de requalificação para que seja reaberta à população. As intervenções incluem a recuperação das fachadas, pisos, esquadrias e coberta, além da renovação das instalações elétricas, sistema de iluminação, acessibilidade, e infraestrutura de prevenção e combate a incêndio. A previsão é que a obra seja executada em oito meses, a partir da ordem de serviço.</p>
<p>“A requalificação da Igreja de São Pedro Mártir é mais um passo no compromisso da gestão com a valorização do nosso patrimônio histórico. Iremos devolver à população um espaço de fé, de memória e de história. Sua reabertura, após uma década fechada, representará o reencontro de Olinda com parte essencial de seu patrimônio afetivo e simbólico”, afirmou a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p>A restauração da Igreja de São Pedro Mártir de Verona integra um conjunto de ações que o Governo de Pernambuco tem realizado por meio da Fundarpe para valorizar e preservar o patrimônio histórico e cultural do Estado. Entre os projetos em andamento estão as obras no Mosteiro de São Bento, na Igreja Matriz de Santo Antônio, a requalificação do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco e do Cine Theatro Guarany, o restauro e requalificação do Cinema São Luiz, além dos Fortes de Santo Antônio e São Pedro do Boldró, em Fernando de Noronha.</p>
<p>Sobre a igreja &#8211; A Igreja de São Pedro Mártir de Verona é um dos templos mais emblemáticos de Olinda, localizada no Amparo, próximo à Praça do Carmo. A irmandade de São Pedro Mártir foi instituída em 1711, e a atual construção data da segunda metade do século XVIII, após o desabamento da antiga matriz. De estilo predominantemente barroco, o templo possui nave simples e abriga imagens sacras de valor artístico e devocional. Ao longo do tempo, tem sido palco de celebrações religiosas e manifestações culturais, sendo parte integrante da identidade histórica e espiritual de Olinda.</p>
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