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	<title>Portal Cultura PE &#187; Olívia Mindêlo</title>
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		<title>Biografias de Montez Magno e Tereza Costa Rêgo serão lançadas no MEPE</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2018 18:48:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade à série da coleção Memórias (selo sobre personagens da vida cultural pernambucana), a Cepe Editora lança nesta quarta-feira (18), às 19h, duas biografias no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE): Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão, assinada pela jornalista Olívia Mindêlo; e Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos, escrita pelo também jornalista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59578" aria-labelledby="figcaption_attachment_59578" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/CEPE-TEREZA-E-MONTEZ-MAGNO.jpg"><img class="size-medium wp-image-59578" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/CEPE-TEREZA-E-MONTEZ-MAGNO-607x319.jpg" width="607" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">A trajetória dos artistas Montez Magno e Tereza Costa Rêgo é recontada nas obras da Cepe</p></div>
<p>Dando continuidade à série da coleção <em>Memórias</em> (selo sobre personagens da vida cultural pernambucana), a Cepe Editora lança nesta quarta-feira (18), às 19h, duas biografias no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE):<em> Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão</em>, assinada pela jornalista Olívia Mindêlo; e<em> Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos</em>, escrita pelo também jornalista e filiado à Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), Bruno Albertim.</p>
<p>Defensor da liberdade de experimentação, o pernambucano de Timbaúba Montez Magno, 83 anos, sempre foi avesso a movimentos e grupos, mas nunca indiferente a tudo o que o cerca. Acabou por se tornar um colecionador, um acumulador de objetos, livros, papéis… Tudo o que esse poeta-pintor viu e leu já virou arte ou poesia.</p>
<p>A também artista e pernambucana Tereza Costa Rêgo, 89, passou muitos anos da vida resguardando a liberdade &#8211; a sua própria, a de seu grande amor, um dos líderes do Partido Comunista Brasileiro Diógenes Arruda Sampaio, e por que não dizer a dos ‘camaradas’ a quem ela ajudou nos tempos de exílio durante a Ditadura Militar.</p>
<p>Nas 240 páginas da biografia <em>Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos</em>, desnuda-se ao apreciador a prolífica e, por muito tempo, conturbada vida de uma mulher que foi três: Terezinha, na infância e adolescência cercada pelos mimos e rigidez patriarcal herdados da aristocracia açucareira, quando seguia “enfeitando o piano da sala” &#8211; assim se definia. Na clandestinidade largou tudo para ser Joanna, fugitiva política ao lado do amado Diógenes. Só mais tarde, já confortavelmente aboletada em seu sobrado em Olinda, onde vive até hoje, tem sido Tereza, a artista do vermelho, dos gatos e dos corpos femininos. Conta Bruno Albertim, em trecho do livro, que certa vez disse o escritor Raimundo Carrero: <em>“(Em Tereza) não se constrói uma obra de arte com plumas e lantejoulas, mas com dor e sangue”</em>.</p>
<p>Em prosa e muita poesia, na biografia Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão (256 páginas), assinada pela jornalista Olívia Mindêlo, e com prefácio da curadora do Museu de Arte do Rio (Mar), Clarissa Diniz, o leitor encontrará a trajetória de Montez até aqui, colhida em 11 entrevistas gravadas com cerca de duas horas e meia, cada, além de incontáveis conversas em um ano de convivência, e ainda leitura de correspondências trocadas entre Montez e nomes como o escritor Osman Lins e os poetas Carlos Drummond de Andrade, Augusto de Campos e Ferreira Gullar.</p>
<p>Assim foi se desenhando o perfil do homem de juventude boêmia, que se metia em brigas e já chegou a ser preso por isso. A bebedeira, diz ele, era para curar a timidez. O indivíduo corajoso o bastante para viajar pela Europa só com a passagem de ida para uma residência artística, ou percorrer de fusca dez mil quilômetros do Recife a Buenos Aires. Mas um ser temeroso da morte. <em>“Todo dia eu acordo e sopro minhas duas mãos para me certificar de que estou vivo”</em>, declarou o artista em trecho da publicação.</p>
<p>Aliás, segundo Olívia, suas publicações de poesia <em>“dizem mais sobre sua personalidade e vida do que a produção visual de pinturas, objetos, instalações e um sem-número de invenções, ainda que, claro, todo poeta seja ‘um fingidor’, para citar Fernando Pessoa, que, neste caso, seria melhor lembrado pela frase ‘eu sou muitos’, que se aplica bem ao espírito de Montez”</em>.</p>
<p>Tanto na publicação sobre Tereza quanto na de Montez, destaque para um capítulo dedicado apenas às fotografias e reproduções de obras dos artistas. Ele, abstracionista; ela, figurativista.</p>
<p>Bruno cita quadros de Tereza <em>“responsáveis por cravar fendas na memória do público pernambucano”</em>, como <em>A ceia larga</em> ou <em>A pátria nua</em> (4,8m x 2,2m, 1999), em que <em>“(&#8230;) a pátria é materializada numa grande e curvilínea dama nua, servida à mesa diante de vultos proeminentes da política brasileira. De Dom Pedro a Collor, passando por Vargas, a tela mostra cenas da execução de Frei Caneca, os conflitos gerados pelo Estado Novo e pelo Golpe Militar de 1964”</em>, escreve Albertim.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento de dois títulos da coleção Memórias, da Cepe Editora: <em>Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão</em> (Olívia Mindêlo) e<em> Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos</em> (Bruno Albertim)<br />
Quando: quarta-feira (18), às 19h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Preço dos livros: R$ 80 (cada) e R$ 19,90 (e-book)</p>
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		<title>Cristiano Artur apresenta nova exposição na Galeria Janete Costa</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 17:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após um hiato de 20 anos, Cristiano Artur volta a expor as suas criações nesta quarta-feira (26), na Galeria Janete Costa (Parque Dona Lindu). A exposição individual, Tudo se liga. Siga, com curadoria da jornalista e pesquisadora Olívia Mindêlo, traz obras produzidas recentemente pelo o artista plástico pernambuco, realizadas de 2012 para cá, em cima de várias técnicas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após um hiato de 20 anos, Cristiano Artur volta a expor as suas criações nesta quarta-feira (26), na Galeria Janete Costa (Parque Dona Lindu). A exposição individual, <em>Tudo se liga. Siga</em>, com curadoria da jornalista e pesquisadora Olívia Mindêlo, traz obras produzidas recentemente pelo o artista plástico pernambuco, realizadas de 2012 para cá, em cima de várias técnicas e superfícies: colagens, pinturas a óleo e grafite, trabalhos site-specific, instalações e objetos.</p>
<div id="attachment_17486" aria-labelledby="figcaption_attachment_17486" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/cristiano-aguiar-exposicao.jpg"><img class="size-medium wp-image-17486 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/cristiano-aguiar-exposicao-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Trabalho do artista é marcado pelo uso de várias técnicas</p></div>
<p>Com aproximadamente 100 obras, que significam apenas uma parte das produções do artista nos últimos dois anos, a mostra ocupará 1200 m² da Janete Costa. No térreo da galeria, uma parede branca e outra completamente preta sustentam as séries <em>Acúmulo</em> e<em> Interferências</em>, respectivamente, em uma tentativa de evidenciar as dualidades das obras de Cristiano Artur: ora esteticamente excessivas, ora enxutas. Nas colagens de <em>Acúmulo</em>, a abundância é clara, com cores fortes e maciças, materiais cortantes e palavras e imagens recortadas, capazes de traduzir o lado mais impulsivo e intuitivo do artista. Já <em>Interferências</em>, feita a óleo e grafite, demonstra mais racionalidade criativa. Ainda assim, as obras trazem a intensidade dos objetos cortantes, das artérias e do sangue que escorre pelas telas. As artérias, aliás, batizam uma das séries do artista, que também estará no térreo da galeria. São óleos sobre tela que investigam a plasticidade do sangue e dos canais que o conduzem pelo corpo humano. Inda no térreo, destaca-se o painel <em>Solitude</em>, da série <em>Os insetos devoram tudo</em>, uma obra que liga os vários tempos artísticos de Cristiano Artur por trazer referências visuais utilizadas por ele em décadas anteriores e nos anos mais recentes.</p>
<p>No mezanino do espaço cultural, o artista montará o seu ateliê (instalação <em>Mezzanine</em>), onde fará uma residência artística durante o tempo da mostra. Lá de cima, o criador liga-se e desliga-se dos seus tempos, em uma relação metaforizada pelo site-specific Colapso. A intervenção do artista, feita através de consultoria com um dos engenheiros da galeria, simula o desabamento da escadaria com fissuras. “Desabamento”, no vocabulário da engenharia civil, é chamado de “colapso”. A série Blue jeans também ocupa o mezanino da galeria. Colocado ao lado do criador, o trabalho foi o primeiro que nasceu após a decisão de Cristiano de tirar as obras do ateliê para levá-las ao encontro do público.</p>
<p><strong>Sobre</strong><br />
Cristiano Artur, que também é cabeleireiro, estabelece uma relação íntima com as artes desde criança. Estudou com a pintora japonesa Kaho Saito na década de 1980, com quem aprendeu a técnica nanquim e descobriu o japonesismo &#8211; que até hoje leva para as suas criações. Quando jovem, a identificação com o movimento pós-punk lhe fez colocar a emoção e intuição como motor criativo e o levou a usar diferentes referências estéticas do movimento em suas obras. A última exposição do artista aconteceu na Galeria Baobá, na Fundação Joaquim Nabuco, em 1991, com o artista Fernando Kherle.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição Tudo se liga. Siga &#8211; Na Galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu - Av. Boa Viagem, s/nº, Boa Viagem.<br />
Abertura: dia 26 de novembro, às 19h. A mostra fica em cartaz até o dia 1º de março.<br />
Acesso: gratuito.</p>
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