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	<title>Portal Cultura PE &#187; Omi – substância ancestral templo da memória</title>
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		<title>Espetáculo de dança homenageia as divindades afro-indígenas das águas</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 14:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/OMI_espetáculo-de-dança_dez-2022.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-97718" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/OMI_espetáculo-de-dança_dez-2022-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, está agendada para o próximo sábado (10), às 17h30, a estreia do espetáculo de dança “Omi – substância ancestral, templo da memória”, no Terreiro Nagô Ilê Axé Orixalá Talabí, localizado na comunidade de Paratibe, em Paulista (PE). A entrada é gratuita.</p>
<p>O espetáculo é inspirado nos mitos vinculados à filosofia africana, e também no universo da Jurema Sagrada, uma religião brasileira, que cultua encantadas e encantados das matas e rios, acolhendo diversas expressões de espiritualidade, como as tradições do povo cigano.</p>
<p>Mesclando dança moderna e dança afro, o tema da coreografia é a centralidade da água para a vida, e por isso a escolha do termo iorubá que deu nome ao espetáculo: Omi (pronuncia-se &#8220;omin&#8221;), que significa água. &#8220;Para quem é do candomblé ou da jurema, a água é uma grande mãe, é divindade, é templo de nossa ancestralidade, e com minhas mães no terreiro aprendi que nada se faz sem água&#8221;, destaca Gabriela Andrade, diretora e uma das bailarinas em cena.</p>
<p><strong>PESQUISA -</strong> Os gestos de dança foram inspirados na pesquisa coreográfica realizada entre 2020 e 2021, por Gabriela Andrade, que é produtora cultural e estudante de dança na UFPE. O resultado da pesquisa foi divulgado na internet e também apresentado à coreógrafa Sabrina Arruda, que deu forma ao espetáculo.</p>
<p>Segundo Andrade, a pesquisa coreográfica levantou o legado de sacerdotisas de matriz afro-indígena, e parte dos saberes é transmitido durante o espetáculo “Omi” pela Iyalorixá Mãe Lu de Iemanjá, do terreiro Ilê Axé Oxalá Talabi. Soma-se à voz da sacerdotisa os arranjos percussivos e melódicos da trilha sonora original, produzida pelo músico Diego Leon, do grupo Coco Verde e Melancia.</p>
<p><strong>PRANTO -</strong> A coreografia foi estruturada em quatro atos, sendo um deles “A água no pranto das mulheres”, como ponto de questionamento ao &#8220;progresso&#8221; que ameaça a preservação dos rios. &#8220;Esse momento do espetáculo nasceu da percepção da realidade das mulheres na periferia da Região Metropolitana do Recife, onde a água é escassa nas torneiras de diversos bairros e, quando chega, pinga na madrugada de mulheres que não dormem para encher baldes e bacias&#8221;, destaca Gabriela.</p>
<p>&#8220;Queremos convidar todos para vir assistir, pois nossa expectativa é que as apresentações mobilizem no público uma espécie de agradecimento à água em seus fluxos e ciclos da natureza, promovendo mais sensibilidade e ações sustentáveis para o nosso futuro. O espetáculo também deseja homenagear as mestras de nossas comunidades tradicionais, que com suas práticas e reflexões contribuem para o zelo deste elemento vital que é a água&#8221;, conclui a bailarina.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo de Dança &#8220;Omi &#8211; substância ancestral, templo da memória&#8221;<br />
Quando: 10/12 (sábado), às 17h30; e 11/12 (domingo), às 18h.<br />
Onde: Terreiro Ilê Axé Orixalá Talabí – Comunidade Axé Talabi (Rua Orobó 257, Paratibe – Paulista/PE)<br />
Aberto ao público</p>
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