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	<title>Portal Cultura PE &#187; orixás</title>
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		<title>Ancestralidade para público infantil ganha força no País da Literatura</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Aug 2024 22:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Força maior da literatura afro-brasileira e afro-indígena, a oralidade é um meio poderoso de perpetuar tradições e transmitir saberes. Toda essa potência e ancestralidade foi sentida na tarde deste sábado (3) no País da Literatura, com a atividade “Estórias nos Quintais”, o Festival Pernambuco Meu País, em Pesqueira. Voltado para o público infantil, o projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallommma3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111566" alt="Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallommma3-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>Força maior da literatura afro-brasileira e afro-indígena, a oralidade é um meio poderoso de perpetuar tradições e transmitir saberes. Toda essa potência e ancestralidade foi sentida na tarde deste sábado (3) no País da Literatura, com a atividade “Estórias nos Quintais”, o Festival Pernambuco Meu País, em Pesqueira. Voltado para o público infantil, o projeto foi idealizado pela professora e contadora de histórias Pallomma Melo.</p>
<p>Com uma abordagem leve e doce, o processo de contação de Pallomma é quase terapêutico. Há uma contextualização prévia dos temas que são abordados nas histórias, envolvendo as crianças com jogos de perguntas e imaginação. A trilha, executada ao vivo, ficou a cargo do percussionista Ninho.</p>
<p>“Esse meu projeto começou no quilombo de Xambá, no Recife, há alguns anos. Começou com mediação de leitura e aos poucos fui trazendo outros elementos de acordo com as histórias que íamos lendo, como brincadeiras em argila, e atividades que têm relação com a vida deles dentro do terreiro. E eu fui me encantando com as histórias dos orixás, assim tomou forma o Estórias nos Quintais”, lembra Pallomma.</p>
<p>Dentre as narrativas partilhadas, a que mais chamou a atenção dos pequenos foi de Mamãe Oxum. Munida de seu característico espelho e vestida de amarelo claro, uma linda boneca personificou a orixá e tornou a contação mais lúdica.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallomma2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111568" alt="Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallomma2-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallomma4.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111569" alt="Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/literaturapallomma4-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a></p>
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		<title>Patrimônio Vivo, Ilê Axé Talabí celebra Um Dia para Ibeji nesta quarta-feira (27) em Paulista</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 18:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há mais de 30 anos integrantes da comunidade tradicional do Terreiro Nagô Axé Talabi, Patrimônio Vivo de Pernambuco, localizado no bairro de Paratibe, em Paulista (PE), realiza uma celebração para louvar a ancestralidade, a cultura e a fé em devoção aos orixás Ibeji, os orixás gêmeos que representam a prosperidade familiar a partir da chegada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de 30 anos integrantes da comunidade tradicional do Terreiro Nagô Axé Talabi, Patrimônio Vivo de Pernambuco, localizado no bairro de Paratibe, em Paulista (PE), realiza uma celebração para louvar a ancestralidade, a cultura e a fé em devoção aos orixás Ibeji, os orixás gêmeos que representam a prosperidade familiar a partir da chegada de novas crianças.<br />
A programação acontece gratuitamente, nesta quarta-feira (27), e conta com brincadeiras tradicionais, apresentações teatrais, contação de histórias, distribuição de saquinhos de Ibeji com doces e guloseimas e parque de diversões, além de sorteios de brinquedos e cestas básicas. As fichas para a distribuição dos saquinhos começam a ser entregues a partir das 8h.<br />
A ialorixá do terreiro, Mãe Lu de Yemanjá, explica como as crianças se desenvolvem nos terreiros, a partir das brincadeiras e do sentimento de alegria: “Os espaços terreiros compreendem e perpetuam as brincadeiras como ações de grandes definições para a infância. Elas contribuem, fundamentalmente, com o desenvolvimento das crianças referente às suas capacidades para revelar, construir e ressignificar conhecimentos atuando como narrativas sociais que integram as crianças de axé e proporcionando interação com as comunidades e suas realidades históricas&#8221;, conta. &#8220;Durante o brincar as crianças podem revelar suas potências conhecendo mais sobre si mesmas e sobre a experimentação do mundo a seu redor. Com Ibeji nós aprendemos que brincar é um ato de resistência para viver. Por isso brincar é um direito fundamental garantido pelas comunidades tradicionais de terreiros&#8221;.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p>8h – Ajeun: café da manhã e entrega das fichas dos saquinhos de Ibejis<br />
9h – Brincadeiras tradicionais<br />
12h – Ajeun: almoço coletivo com tradicional caruru de Ibeji<br />
14h – Abertura do parque de diversões<br />
18h – Louvação para Ibejis<br />
19h – Sorteios de brinquedos e cestas básicas<br />
20h – Entrega dos saquinhos de Ibeji</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Celebração Um Dia para Ibeji –</strong> <em>quarta-feira (27), no Terreiro Ilê Axé Talabí (Rua Orobó, 257, Paratibe, Paulista-PE. Telefone: 81 98791-6321). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Torre Malakoff exibe exposição Orixás, Mestres e Folhas a partir deste sábado (20)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 18:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Torre Malakoff, no Bairro do Recife, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebe a exposição Orixás, Mestres e Folhas, de Hermes Costa Neto, integrando as atividades em celebração ao mês da Consciência Negra. A cerimônia de abertura acontecerá neste sábado (20), às 19h, com as presenças do Pai Iguaracy de Oxum e os Ogans do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/e942575d-3c34-4abe-aeaf-b1a86ae48f09.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89311" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/e942575d-3c34-4abe-aeaf-b1a86ae48f09-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A Torre Malakoff, no Bairro do Recife, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebe a exposição Orixás, Mestres e Folhas, de Hermes Costa Neto, integrando as atividades em celebração ao mês da Consciência Negra. A cerimônia de abertura acontecerá neste sábado (20), às 19h, com as presenças do Pai Iguaracy de Oxum e os Ogans do Ylê Axé Oxóssi Guangoubira. A exposição ficará disponível de 21 de novembro deste ano até 5 de janeiro de 2022, com visitação aberta ao público. O projeto conta com patrocínio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<p>O material é composto por 82 fotografias impressas em gabardine, através de técnica de sublimação e apresenta uma visão muito particular dos ritos de matriz africana, com objetivo de desmistificar a visão preconceituosa sobre essas celebrações. As imagens são obtidas através de câmera fotográfica analógica e em preto e branco, do acervo do fotógrafo que se dedica ao tema há mais de 20 anos. Além das fotos, é possível conhecer a sala dos orixás, com exposição das vestimentas das festas de santo e, ainda, uma sala de projeção em vídeo, onde serão exibidos mini documentários que falam alguns segredos dos orixás.</p>
<p><em>“Esse projeto é dedicado aos povos de terreiro, praticantes da religião do candomblé. Nossos agradecimentos vão para todos os terreiros e zeladores de santo, que perpetuam as tradições religiosas africanas no estado”</em>, agradece Costa Neto, fotógrafo e idealizador do projeto.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Exposição Orixás, Mestres e Folhas, de Hermes Costa Neto, na Torre Malakoff<br />
Endereço: Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife – Recife<br />
Quando: 21 de novembro de 2021 até 5 de janeiro de 2022<br />
Visitação: Terça a sexta, das 11h às 17h | Sábados e domingos, das 14h às 17h<br />
Telefone: (81) 3184.3180<br />
E-mail: torre.malakoff@gmail.com<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Mostra sobre oferendas aos Orixás entra em cartaz no Museu do Barro</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2016 00:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A comida tem um papel fundamental no universo das religiões afro-brasileiras, estando presente em praticamente todos os momentos, seja durante a oferta sagrada aos Orixás como nos banquetes ou nas festas mais costumeiras. Sugerindo um mergulho no universo das oferendas nessas tradições que a mostra Oferendas: Obrigações do Sagrado entra em cartaz, nesta sexta-feira (18), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42175" aria-labelledby="figcaption_attachment_42175" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/exposicao-oferendas-mubac.jpg"><img class="size-medium wp-image-42175" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/exposicao-oferendas-mubac-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra ressalta a importância das oferendas nos ritos das religiões afro-brasileiras</p></div>
<p>A comida tem um papel fundamental no universo das religiões afro-brasileiras, estando presente em praticamente todos os momentos, seja durante a oferta sagrada aos Orixás como nos banquetes ou nas festas mais costumeiras. Sugerindo um mergulho no universo das oferendas nessas tradições que a mostra <strong>Oferendas: Obrigações do Sagrado</strong> entra em cartaz, nesta sexta-feira (18), no Museu do Barro de Caruaru (Mubac).</p>
<p>&#8220;Quem nunca se deparou com oferendas, comidas, bebidas, perfumes e charutos pelas encruzilhadas das cidades? Quem certamente não ouviu algum tipo de associação pejorativa desses &#8216;despachos&#8217; com &#8216;os batuqueiros&#8217;? A ideia da mostra é justamente ajudar a combater esse preconceito que ainda existe contras as religiões de matriz africana e, principalmente, revelar a complexidade e o simbolismo dos rituais&#8221;, conta Amélia Campelo, gestora do Mubac e idealizadora da exposição, que marca as comemorações do Mês da Consciência Negra.</p>
<p><strong>Oferendas: Obrigações do Sagrado</strong> é composta por dez xilogravuras dos artistas Ricardo Pessoa e Geo Andrade, que retratam os elementos dos Orixás mais conhecidos (raios de Iansã, martelo de Xangô, cajado de Oxalá, adereço de Nanã, espada de Ogum e espelho de Oxum), uma mesa que reproduz várias oferendas às entidades de matriz africana, além de peças da coleção de Arte Popular de Abelardo Rodrigues e elementos cedidos pelos terreiros de candomblé de Caruaru.</p>
<p>&#8220;As religiões afro-brasileiras são muito reconhecidas por suas festas, com cantos, danças, ritmos dos tambores e comidas. A nossa intenção é retratar um pouco da beleza dessas festividades, que reúnem e fascinam tantas pessoas&#8221;, afirma Campelo.</p>
<p>A exposição <strong>Oferendas: Obrigações do Sagrado</strong>  fica em cartaz até o dia 10/12 e é fruto de uma parceria entre a Secult-PE/Fundarpe, através do Mubac, o Coletivo Afro-Brasileiro Bará Àsà, a Fundação de Cultura e Turismo de Caruaru e a Prefeitura de Caruaru.</p>
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