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	<title>Portal Cultura PE &#187; Orobó</title>
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		<title>Mostra Orobó de Cinema anuncia sua programação completa</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2018 14:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade Ver Ouvindo]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Orobó]]></category>
		<category><![CDATA[OroCine - Mostra Orobó de Cinema (MOC)]]></category>

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		<description><![CDATA[A OroCine &#8211; Mostra Orobó de Cinema (MOC), que acontece entre os dias 4 a 10 de junho no Agreste pernambucano, divulgou sua programação completa com exibições de filmes, oficinas e debates. Ao todo, 31 filmes de nove estados brasileiros irão compor as mostras Orobó, Brasil, Infanto Juvenil Criancine, Cinema do Interior, Acessibilidade Ver Ouvindo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61003" aria-labelledby="figcaption_attachment_61003" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/COR-DE-PELE-–-Dir.-Livia-Perini-PE-STILL.jpg"><img class="size-medium wp-image-61003" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/COR-DE-PELE-–-Dir.-Livia-Perini-PE-STILL-607x252.jpg" width="607" height="252" /></a><p class="wp-caption-text">O filme &#8216;Cor de pele&#8217;, dirigido por Livia Perini (PE), é um dos que estão na programação da mostra</p></div>
<p>A<strong> OroCine &#8211; Mostra Orobó de Cinema (MOC)</strong>, que acontece entre os dias 4 a 10 de junho no Agreste pernambucano, divulgou sua programação completa com exibições de filmes, oficinas e debates. Ao todo, 31 filmes de nove estados brasileiros irão compor as mostras Orobó, Brasil, Infanto Juvenil Criancine, Cinema do Interior, Acessibilidade Ver Ouvindo e a sessão especial Força que vem do Interior.</p>
<p>A mostra Acessibilidade Ver Ouvindo, por exemplo, tem a proposta de tornar o cinema acessível a todos os públicos, com exibição de cinco filmes voltados ao público portador de necessidades especiais (cegos e surdos ou ensurdecidos), que poderá assistir curtas-metragens com recursos de Libras, audiodescrição e LSE.</p>
<div id="attachment_61002" aria-labelledby="figcaption_attachment_61002" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/ALMAS-SECAS-Dir.-Helena-Ferreira-e-Elvis-Miranda-.jpg"><img class="size-medium wp-image-61002" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/ALMAS-SECAS-Dir.-Helena-Ferreira-e-Elvis-Miranda--607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Outro filme que estará em cartaz em Orobó durante o festival é o &#8216;Almas secas&#8217;, de Helena Ferreira e Elvis Miranda</p></div>
<p>Em sua 1ª edição, além das exibições a MOC promoverá também três oficinas gratuitas voltadas para alunos das escolas locais. Durante cinco dias, a mostra contará com as oficinas Documentando com Marlom Meirelles, Curta-Metragem com Leo Leite e Cineclubismo com Amanda Ramos.</p>
<p>Criado em 2009, o projeto Documentando tem contribuído para o fortalecimento da produção audiovisual independente no interior do Estado, iniciando novos produtores e ampliando as possibilidades de alcance de suas obras. As aulas abordam as etapas que envolvem a produção de um filme, o processo de realização de um documentário e os elementos fundamentais para a construção de um roteiro, produção, captação e edição de um vídeo digital.</p>
<p>Duas mesas redondas também completam a programação da 1ª edição da MOC no Salão de Convenções do Hotel Aguiar. Na sexta-feira (8/6), haverá o debate Políticas públicas para a Mulher no Audiovisual, com mediação de Natália Lopes. Já no sábado (9/6), a conversa será sobre Cinema do Interior: Conquistas e Perspectivas, com mediação de Amanda Ramos (FEPEC).</p>
<div id="attachment_61001" aria-labelledby="figcaption_attachment_61001" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/A-Menina-Banda.jpg"><img class="size-medium wp-image-61001" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/A-Menina-Banda-607x344.jpg" width="607" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;A Menina Banda&#8217; também está na programação</p></div>
<p>A escolha dos curtas-metragens foi realizada por Alexandre Soares, produtor audiovisual do Taquary Filmes e diretor do Curta Taquary, Devyd Santos, jornalista, curador e programador do Curta Taquary e Coordenador Geral, curador e programador do Festival Poesia na Tela e pelo realizador da OroCine &#8211; Mostra Orobó de Cinema, Carlos Kamara.</p>
<p>A <strong>OroCine &#8211; Mostra Orobó de Cinema</strong> tem o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e conta com a realização da Ambar Produtora, a parceria do projeto Documentando e do Festival Ver Ouvindo; com o Patrocínio da Dois Comunicação e IGHTC – Instituto de Genética Hematologia e Terapia Celular; com o apoio da Prefeitura Municipal de Orobó através da Secretaria de Educação e da Diretoria de Cultura, Coala Design, Arte I9 Eventos e Hotel Pousada Aguiar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<em>OroCine &#8211; Mostra Orobó de Cinema</em><br />
4 a 10 de junho<br />
Orobó PE<br />
Gratuita</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong><br />
<strong>Segunda | 4 de junho</strong><br />
Oficinas<br />
8h às 10h | Oficina Curta-Metragem com Leo Leite<br />
Local: Escola Rita Maria<br />
13h às 17h| Oficina Documentando com Marlom Meirelles<br />
Local: Portal Digital</p>
<p><strong>Terça | 5 de junho</strong><br />
Oficinas<br />
8h às 10h | Oficina Curta-Metragem com Leo Leite<br />
Local: Escola Rita Maria<br />
13h às 17h| Oficina Documentando com Marlom Meirelles<br />
Local: Portal Digital</p>
<p><strong>Quarta | 6 de junho</strong><br />
Oficinas<br />
8h às 10h | Oficina Curta-Metragem com Leo Leite<br />
Local: Escola Rita Maria<br />
13h às 17h| Oficina Documentando com Marlom Meirelles<br />
Local: Portal Digital</p>
<p><strong>Quinta | 7 de junho</strong><br />
Oficinas<br />
8h às 12h | Oficina Cineclubismo com Amanda Ramos<br />
Local: Escola Abílio Barbosa<br />
8h às 10h | Oficina Curta-Metragem com Leo Leite<br />
Local: Escola Rita Maria<br />
13h às 17h | Oficina Cineclubismo com Amanda Ramos<br />
Local: Escola Abílio Barbosa<br />
13h às 17h| Oficina Documentando com Marlom Meirelles<br />
Local: Portal Digital</p>
<p>Exibições<br />
9h | Mostra Infanto Juvenil<br />
Local: Escola Municipal Paulo Freire<br />
O Menino Leão e a Menina Coruja de Renan Montenegro, Ficção, DF, 16 min<br />
Pedro e o Velho Chico de Renato Gaia, Animação, MG, 19 min<br />
Próxima de Luiza Campos, Ficção, SP, 15 min<br />
Solito de Eduardo Reis, Animação, RS, 5 min<br />
Uma Aventura na Caatinga de Laercio Filho, Animação, PB, 11 min<br />
18h30 | Abertura Oficial da MOC<br />
Local: Quadra de Eventos<br />
19h | Sessão Especial &#8220;A força que vem do interior&#8221;<br />
Avesso Reverso de Dayvi Santos, PE, 13 min<br />
Menina Banda de Breno César, Ficção, PE, 25 min<br />
Tempo Circular de Graci Guarani, Documentário, PE, 20 min<br />
20h | Mostra Orobó<br />
Memórias de Orobó, de Jorge de Souza e Rômulo Amaral, PE – 38 min<br />
O Lobo do Homem, de Tom Britto, PE – 12 min<br />
Sob o Delírio de Agosto, de Carlos Kamara e Karla Ferreira, PE – 20 min</p>
<p><strong>Sexta | 8 de junho</strong><br />
Oficinas<br />
8h às 12h | Oficina Cineclubismo com Amanda Ramos<br />
Local: Escola Abílio Barbosa<br />
8h às 10h | Oficina Curta-Metragem com Leo Leite<br />
Local: Escola Rita Maria<br />
13h às 17h | Oficina Cineclubismo com Amanda Ramos<br />
Local: Escola Abílio Barbosa<br />
13h às 17h| Oficina Documentando com Marlom Meirelles<br />
Local: Portal Digital<br />
Mesa<br />
15h30 às 16h30 | Mesa Redonda Políticas públicas para a Mulher no Audiovisual<br />
Mediadora: Natália Lopes<br />
Debatedoras: Karla Ferreira e Mery Lemos<br />
Local: Salão de Convenções Hotel Aguiar<br />
Exibições<br />
9h | Mostra Infanto Juvenil<br />
Local: Escola Municipal Leonardo Pimentel<br />
O Menino Leão e a Menina Coruja de Renan Montenegro, Ficção, DF, 16 min<br />
Pedro e o Velho Chico de Renato Gaia, Animação, MG, 19 min<br />
Próxima de Luiza Campos, Ficção, SP, 15 min<br />
Solito de Eduardo Reis, Animação, RS, 5 min<br />
Uma Aventura na Caatinga de Laercio Filho, Animação, PB, 11 min<br />
18h30| Mostra Brasil<br />
Local: Quadra de Eventos<br />
Cor de Pele de Lívia Perini, Documentário, PE, 15 min<br />
A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina de Tiago Rodrigues, Animação, RS, 7 min<br />
Você Conhece Derréis? de Veruza Guedes, Documentário, PB, 11 min<br />
No Fim de Tudo de Victor Ciriaco , Ficção, RN, 14 min<br />
Está tudo aqui&#8230; em algum lugar de Fabi Penna, SC, 5 min<br />
Torre de Nádia Mangolini, Animação/Documentário, SP, 19 min<br />
Meninas Formicidas de João Paulo Miranda Maria, Ficção, SP, 13 min<br />
As Melhores Noites de Veroni de Ulisses Arthur, Ficção, AL, 15min</p>
<p><strong>Sábado | 9 de junho</strong><br />
Mesa<br />
14h às 16h | Mesa Redonda Cinema do Interior: Conquistas e Perspectivas<br />
Mediadora: Amanda Ramos<br />
Debatedores: Edvaldo Santos e Marlom Meirelles<br />
Local: Salão de Convenções Hotel Aguiar<br />
Exibições<br />
18h30 | Mostra Cinema do Interior<br />
Local: Quadra de Eventos<br />
O Consertador de Coisas Miúdas de Marcos Buccini, PE, 11 min<br />
Almas Secas de Helena Ferreira, Animação, PE, 2 min<br />
Geisiele com Y de Mery Lemos, Ficção, PE, 15 min<br />
Cinema São José de William Tenório, Documentário, PE, 11 min<br />
O Esquema de Caio Dornelas, Ficção, PE, 8 min<br />
Uma Balada Para Rocky Lane de Djalma Galdino, PE, 20 min<br />
Vendo de João Vigo, Ficção, PE, 20 min<br />
Domingo | 10 de junho<br />
Exibições<br />
17h30 | Mostra Acessibilidade Ver Ouvindo<br />
Local: Quadra de Eventos<br />
Catimbau de Lucas Caminha, PE, 23 min<br />
Frequências de Adalberto Oliveira, PE, 19 min.<br />
Minha Geladeira Pensa que é um Freezer de Pablo Polo, PE, 19 min<br />
Olhos de Botão de Marllom Meirelles, PE, 18 min<br />
Um Brinde de João Vigo, PE, 20 min<br />
* Mostra Infanto Juvenil Criancine acontecerá em escolas estaduais do município</p>
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		<title>Outras Palavras para falar sobre poesia, Manguebeat e cantoria popular</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2018 15:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adiel luna]]></category>
		<category><![CDATA[carlos gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Estadual Profª Rita Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Orobó]]></category>
		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Logo na entrada da Escola Estadual Profª Rita Maria, em Orobó, no Agreste pernambucano, o escritor Carlos Gomes e o cantador e repentista Adiel Luna deram de cara com uma surpresa das boas. Estudantes e professores da escola os esperavam na última terça-feira (22) com abraços, chocolates e sorrisos nos rostos, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60838" aria-labelledby="figcaption_attachment_60838" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41400749435_235ead3700_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60838" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41400749435_235ead3700_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Em Orobó o Outras Palavras completou a marca de 40 cidades alcançadas. De 2015 pra cá, o projeto atingiu mais de 510 escolas, interagiu com mais de 12 mil alunos e deixou nas bibliotecas das instituições de ensino por onde passou mais de 5.100 livros</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>Logo na entrada da Escola Estadual Profª Rita Maria, em Orobó, no Agreste pernambucano, o escritor Carlos Gomes e o cantador e repentista Adiel Luna deram de cara com uma surpresa das boas. Estudantes e professores da escola os esperavam na última terça-feira (22) com abraços, chocolates e sorrisos nos rostos, a forma que escolheram para agradecer a ida dos artistas pernambucanos até seu município dentro do projeto <strong>Outras Palavras</strong>. Sabiam que aquela tarde seria diferente porque a educação ganharia um toque especial, artístico, um momento de reflexão importante para jovens estudantes da rede pública estadual de ensino.</p>
<div id="attachment_60837" aria-labelledby="figcaption_attachment_60837" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/40495999090_9c522a462a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60837" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/40495999090_9c522a462a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Alguns municípios nós já fomos mais de uma vez, mas a nossa meta é chegar a todas as microrregiões do estado. Ao todo, são doze, e faltam apenas três delas para completarmos Pernambuco inteiro”, comemorou Marcos Henrique Lopez, da equipe do Outras Palavras</p></div>
<p><em>“A gente também está muito feliz com essa recepção porque aqui em Orobó o <strong>Outras Palavras</strong> completa a marca de 40 cidades alcançadas. Alguns municípios nós já fomos mais de uma vez, mas a nossa meta é chegar a todas as microrregiões do estado. Ao todo, são doze, e faltam apenas três delas para completarmos Pernambuco inteiro”,</em> comemorou Marcos Henrique Lopez, da equipe do projeto, que de 2015 pra cá atingiu mais de 510 escolas, interagiu com mais de 12 mil alunos e deixou nas bibliotecas das instituições de ensino por onde passou mais de 5.100 livros.</p>
<p>As surpresas para os dois artistas não haviam acabado na entrada da escola. No início da atividade, a estudante Taynara, do 3º ano, cantou uma toada com versos que homenageavam Chico Science e o Manguebeat, abrindo os caminhos para o que viria em seguida, quando o grupo de dança Profª Rita Maria, formado por oito alunas da escola, apresentou uma coreografia baseada na música <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7dWLyC7lafo" target="_blank"><strong>Forró Bom</strong></a>, de Adiel Luna, sob a orientação da professora Emília.</p>
<div id="attachment_60836" aria-labelledby="figcaption_attachment_60836" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/28429219728_fdb534fa94_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60836 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/28429219728_fdb534fa94_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A atividade começou com a estudante Taynara, do 3º ano, cantando uma toada com versos que homenageavam Chico Science e o Manguebeat</p></div>
<p>Estudante de escola pública na infância, Carlos Gomes foi o primeiro a conversar com os alunos. Atualmente ele trabalha como professor de Português e Literatura numa escola técnica do Recife. É também editor e fundador do blog de crítica de arte <strong><a href="https://outroscriticos.com/" target="_blank">Outros Críticos</a></strong>, que posteriormente se transformou numa revista impressa e completa em 2018 seus dez anos de estrada; e é autor de dois livros: O de poesias <strong>êxodo,</strong>, vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, e o <strong>Canções Iluminadas de Sol</strong>, lançado este ano, que faz uma análise sobre os pontos em comum entre dois movimentos musicais brasileiros, a Tropicália, na Bahia, e o Manguebeat, em Pernambuco.</p>
<p>Dentro do auditório onde aconteceu a atividade havia um painel com uma dezena de perguntas escritas por estudantes do 3º ano sobre a pesquisa que Carlos Gomes desenvolveu no seu mais recente livro. <em>“Como você avalia o Movimento Manguebeat hoje, 20 anos depois, e qual a sua importância para a música brasileira?”</em>, ou “<em>Uma das maiores características do Manguebeat é a crítica social. E o cenário político atual? Dá pra fazer política com música?”</em> eram algumas delas.</p>
<div id="attachment_60845" aria-labelledby="figcaption_attachment_60845" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41580664814_f24a8054e6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60845 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41580664814_f24a8054e6_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Dentre outras atividades que acumula, Carlos Gomes é editor e fundador do blog de crítica de arte Outros Críticos, que posteriormente se transformou numa revista impressa e completa em 2018 seus dez anos de estrada</p></div>
<p>Ao dar início à sua fala, Carlos Gomes convidou uma aluna para recitar um dos poemas do livro <strong>êxodo,</strong>, ao seu lado, mostrando na prática a experiência que faz nos seus textos. <em>“Quando eu comecei a fazer o poema, e eu falava de êxodo, de estrada, e comecei a pensar nas suas margens. Cada margem é uma estrofe, e as duas unidas se transformam na estrada em si”,</em> explicou o autor, reforçando que lendo o livro a ideia fica mais clara de se entender.</p>
<p>Ao tratar de <strong>Canções Iluminadas de Sol</strong>, lançado este ano, ele fez uma análise sobre os pontos em comum entre dois movimentos musicais brasileiros, a Tropicália, na Bahia, e o Manguebeat, em Pernambuco. Para isso, apresentou duas músicas: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=P-DdzOJOaH4" target="_blank"><strong>Coco Dub</strong></a>, de Chico Science e Nação Zumbi; e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pObbaUIqlQU" target="_blank"><strong>Bat Macumba</strong></a>, de Caetano Veloso e Gilberto Gil. <em>“Minha ideia no livro é encontrar a intercessão entre os dois movimentos. Na primeira música, você tem o experimento da ressonância da guitarra, numa sensação de circularidade, com o som do coco, que também traz essa impressão. Já no segundo caso, a brincadeira de misturar as palavras Batman, um ícone da cultura pop dos gibis que explodia na época, e Macumba, que representa uma cultura, uma sonoridade, já é um tipo de reflexão e crítica sobre a sociedade que está se construindo”,</em> reflete o autor.</p>
<div id="attachment_60840" aria-labelledby="figcaption_attachment_60840" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41580658794_1fd9462fa8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60840 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41580658794_1fd9462fa8_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Carlos também é autor de dois livros: O de poesias &#8216;êxodo,&#8217;, vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, e o &#8216;Canções Iluminadas de Sol&#8217;, lançado este ano</p></div>
<p><em>“Para os tropicalistas, a crítica estava na forma e no conteúdo, e no Manguebeat havia a crítica em relação ao ambiente das cidades, espaços urbanos, e na sonoridade também, quando ele coloca a música de raiz, da cultura popular, num espaço de vanguarda”,</em> pontua Carlos Gomes, respondendo ainda a diversas outras questões sobre o Manguebeat que os alunos faziam.</p>
<p>Em seguida foi a vez dele que é um dos participantes de longas datas do <strong>Outras Palavras</strong>, o cantador e repentista Adiel Luna, tomar a palavra. Ele já passou por vários cantos do Brasil levando sua cantoria de viola, mas revela que é no ambiente escolar que se encontra como artista-cidadão. <em>“Respondendo a uma das perguntas do quadro, eu não acredito em intervenção política acerca da educação se a cultura não andar junto. Hoje minha cultura é meu ganha-pão, é como sustento minha família. O que eu faço meu pai, meu avô e minha bisavó já faziam. A diferença é que hoje a gente tem uma atenção maior por conta de políticas públicas como essa que estamos vivenciando agora”,</em> opinou.</p>
<div id="attachment_60839" aria-labelledby="figcaption_attachment_60839" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41400752255_1e67799af5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60839 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41400752255_1e67799af5_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Eu não acredito em intervenção política acerca da educação se a cultura não andar junto&#8221;, disse o cantador Adiel Luna aos estudantes</p></div>
<p>Falando para um público do Agreste pernambucano, ele contou como foi a sua chegada em São Lourenço da Mata, na sua adolescência. <em>“Quando eu tinha a idade de vocês fui morar na Região Metropolitana do Recife, e na época eu me vestia, segundo eles, de uma forma antiquada. Vocês podem imaginar o tipo de brincadeira de mau gosto que eu ouvia, e isso me fez desacreditar várias vezes da minha origem. Hoje em dia todo alternativo do Recife tem uma alpercata e uma bota, mas na época eu sofri bastante preconceito por ser como eu era”,</em> disse Adiel Luna, para em seguida puxar toadas do cancioneiro popular como <strong>Ajoelha</strong> e <strong>Mulher ingrata e fingida</strong>, cantados em coro pelos estudantes no auditório. Depois convidou a estudante Taynara a soltar a voz novamente, desta vez ao seu lado, com a canção <strong>Boi Cigano</strong>.</p>
<div id="attachment_60842" aria-labelledby="figcaption_attachment_60842" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42301744721_d6de4efc9e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60842 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42301744721_d6de4efc9e_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Num dos momentos da sua apresentação, Adiel Luna convidou a estudante Taynara para cantar mais uma vez</p></div>
<p><em>“Pernambuco é um dos lugares que mais recebe turistas no mundo todo, e o mundo vem pra cá é pra conhecer nossa ciranda, nossos cantadores e o coco de roda, entre outras coisas. A gente precisa enaltecer nossa cultura porque assim vamos enaltecer a nós mesmos. Essas toadas são coisas da gente, é uma herança que vem bem de antes. Não vamos perder a nossa essência, porque sempre que a gente a segue coisas boas acontecem“,</em> concluiu o cantador, que tem três discos lançados:<strong> Coco Camará</strong> (2010), <strong>Onde As Violas Se Encontram</strong> (2013) e <strong>Baionada</strong> (2015).</p>
<p>Esta edição do <strong>Outras Palavras</strong> em Orobó contou também com a presença de uma representante da Associação de Artesãs de Orobó, com peças de frivolité, uma das tradições da cidade, além de estudantes de outras quatro escolas da região: Escola Municipal Leonardo Pimentel; Escola Municipal Paulo Freire; Escola Estadual Antônio Prado; e Escola Estadual Abílio Barbosa.</p>
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		<title>Tarde de mamulengos e bois em Orobó</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 12:00:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Chico Ludermir O fim da tarde de sexta-feira (31/8) foi de cultura popular na cidade de Orobó. A partir das 17h, na quadra de eventos da cidade, se apresentaram o mamulengo Teatro do Riso, do Mestre Zé Lopes, e os bois Teimoso e Cara Branca. Tudo pela programação do Festival Pernambuco Nação Cultural do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5462" aria-labelledby="figcaption_attachment_5462" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903738836_45075d1a08_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5462" alt="De Glória de Goitá, Zé Lopes trouxe o seu mamulengo Teatro do Riso (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903738836_45075d1a08_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De Glória de Goitá, Zé Lopes trouxe o seu mamulengo Teatro do Riso (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>O fim da tarde de sexta-feira (31/8) foi de cultura popular na cidade de Orobó. A partir das 17h, na quadra de eventos da cidade, se apresentaram o mamulengo Teatro do Riso, do Mestre Zé Lopes, e os bois Teimoso e Cara Branca. Tudo pela programação do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Setentrional.</p>
<p>Colada ao palco dos bonecos, uma dezena de crianças se espremiam tentando chegar mais perto dos mamulengos. Algumas delas pulavam para tocar nos personagens do brinquedo popular que tanto representa a cultura pernambucana.</p>
<p>Por trás dos panos, mestre Zé Lopes, com 50 anos de experiência, comandava alguns dos bonecos que levou para a apresentação. Mané Paulo, Janeiro, a velha macumbeira; um a um se mostrando e arrancando riso da plateia, sempre com o humor debochado e desbocado, característico do teatro de mamulengos.</p>
<p><strong>Bois<br />
</strong>Na sequência, e em cortejo, vieram os bois de caboclinho Teimoso e Cara Branca, de Limoeiro. Com penas alaranjadas, os integrantes do Teimoso dançaram e fizeram acrobacias. Em seguida, os vice campeões do Carnaval deste ano, Cara Branca, também sambaram ao som dos caixas, ganzás e da flauta transversal.</p>
<p>“É lindo demais, disse Dona Neuza Silva, de 63 anos, ao lado do neto Hélio. “Quando eu era pequeno eu tinha medo, mas hoje eu acho bonito. Gosto dos pulos que eles dão com essas penas grandes”, afirmou o garoto.</p>
<div id="attachment_5463" aria-labelledby="figcaption_attachment_5463" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903708104_94b08e05d9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5463" alt="7903708104_94b08e05d9_z" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903708104_94b08e05d9_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Boi do Caboclinho Teimoso (Foto: Ricardo Moura)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
<div id="attachment_5464" aria-labelledby="figcaption_attachment_5464" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903694696_3975810f32_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5464" alt="Boi do Caboclinho Cara Branca (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903694696_3975810f32_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Boi do Caboclinho Cara Branca (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
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		<title>Teatro de Limoeiro em Orobó</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 02:00:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Plateia formada por alunos da rede estadual assistiu ao espetáculo “A inconveniência de ter coragem”, do Pontinho de Cultura Galpão da Artes, de Limoeiro, na manhã desta sexta-feira (31/8). A peça arrancou risadas das crianças na cidade de Orobó. O texto é de Ariano Suassuana e foi encenado por atores caracterizados como mamulengos, em referência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5470" aria-labelledby="figcaption_attachment_5470" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7901713780_2f3ffd5c8a_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-5470" alt="(Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7901713780_2f3ffd5c8a_c-607x199.jpg" width="607" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Plateia formada por alunos da rede estadual assistiu ao espetáculo “A inconveniência de ter coragem”, do Pontinho de Cultura Galpão da Artes, de Limoeiro, na manhã desta sexta-feira (31/8). A peça arrancou risadas das crianças na cidade de Orobó. O texto é de Ariano Suassuana e foi encenado por atores caracterizados como mamulengos, em referência à forte tradição de bonecos na região.</p>
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		<title>Cultura popular ganha vida no festival</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Aug 2012 18:08:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A riqueza da cultura popular pernambucana ganha força no FPNC do Agreste Setentrional de hoje (30/8) a sábado (1/9), com uma programação especial nas cidades de Toritama, Orobó, Taquaritinga do Norte, Limoeiro e Feira Nova. Dando início à programação de cultura popular do FPNC, Mestre Tonho e o Mamulengo Risada transformam a Praça Nossa Senhora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5519" aria-labelledby="figcaption_attachment_5519" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mamulengo.jpg"><img class="size-medium wp-image-5519" alt="Programação de Cultura Popular terá duas apresentações de grupos de Mamulengo (Foto: Priscilla Buhr)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mamulengo-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Programação de Cultura Popular terá duas apresentações de grupos de Mamulengo (Foto: Priscilla Buhr)</p></div>
<p>A riqueza da cultura popular pernambucana ganha força no FPNC do Agreste Setentrional de hoje (30/8) a sábado (1/9), com uma programação especial nas cidades de Toritama, Orobó, Taquaritinga do Norte, Limoeiro e Feira Nova.</p>
<p>Dando início à programação de cultura popular do FPNC, Mestre Tonho e o Mamulengo Risada transformam a Praça Nossa Senhora da Conceição, em Toritama, numa arena do riso. O espetáculo começa às 17h desta quinta-feira (30/8) e é baseado nos saberes e na vivência da cultura popular, através da brincadeira com bonecos. “Com humor levo a brincadeira e o riso através das histórias de Benedito, do delegado, do cachaceiro, de Padre Bento, da cobra dentre outros personagens”, adianta Mestre Tonho, que garante que a brincadeira vai tomar de conta da praça principal de Toritama. “Meus personagens são comuns a qualquer lugar nordestino. Benedito representa o povo, o pobre, o agricultor, enquanto o delegado representa o poder. Uso a linguagem do teatro de bonecos para com humor mostrar uma visão do nosso cotidiano”, explica Tonho.</p>
<p>Além de grupos de mamulengos, os bois, os caboclinhos, as burrinhas, o bacamarte, o coco, a ciranda e o forró ainda estão entre as peculiaridades da cultura popular pernambucana que se apresentam no FPNC do Agreste Setentrional.</p>
<p><strong>Confira a programação abaixo:</strong></p>
<p><strong>Toritama</strong><br />
Quinta-feira, 30/8<br />
17h – Mamulengo Risada do Mestre Tonho<br />
Local: Praça Nossa Senhora da Conceição</p>
<p><strong>Orobó</strong><br />
Sexta-feira, 31/8<br />
16h – Encontro de Cultura Popular<br />
Mamulengo Teatro do Riso de Mestre Lopes<br />
Bois de Caboclinho<br />
Local: Quadra de Eventos, ao lado do Clube Municipal</p>
<p><strong>Taquaritinga do Norte</strong><br />
Sábado, 1/9<br />
15h – Cortejo de cultura popular<br />
Bacamarte<br />
Grupo Caluz (Burrinhas)<br />
Boi Esperança<br />
Boi Estrela<br />
Local: Saída da Praça Central Otto Sailer</p>
<p><strong>Limoeiro</strong><br />
Sábado, 1/9<br />
10h – Apresentações de Coco<br />
Coco Mestre Teté – Homenagem a Paulo Faustino<br />
Coco de Roda (Santa Cruz do Capibaribe)<br />
Coco de Chão (Santa Cruz do Capibaribe)<br />
Local: Praça da Bandeira – Centro</p>
<p><strong>Feira Nova</strong><br />
Sábado, 1/9<br />
20h – Ciranda de Zé Galdino e Forró Pé de Serra<br />
Local: Pátio do Mercado – Centro</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Teatro para todos os gostos</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2012 21:08:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De quinta (30/8) a sábado (1/9), Taquaritinga do Norte, Orobó e Limoeiro recebem programação diversificada de artes cênicas A partir desta quinta-feira (30/8), o Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Setentrional abre os braços para as artes cências. Seja teatro infantil, adulto ou de rua, seja com espetáculo de dança, a programação contempla todos os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5533" aria-labelledby="figcaption_attachment_5533" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/magiluth-1024x680.jpg"><img class="size-medium wp-image-5533" alt="Grupo Magiluth traz toda a irreverência do teatro rodriguiano. (Foto: divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/magiluth-1024x680-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Magiluth traz toda a irreverência do teatro rodriguiano. (Foto: divulgação)</p></div>
<p><em>De quinta (30/8) a sábado (1/9), Taquaritinga do Norte, Orobó e Limoeiro recebem programação diversificada de artes cênicas</em></p>
<p>A partir desta quinta-feira (30/8), o Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Setentrional abre os braços para as artes cências. Seja teatro infantil, adulto ou de rua, seja com espetáculo de dança, a programação contempla todos os gostos e idades. E o melhor, tudo de graça!</p>
<p>Em Taquaritinga do Norte, cidade-polo do festival, a atriz Odília Nunes, do Recife, traz o seu infantil “Decripolou Totepou – De crianças, poetas e loucos todos temos um pouco”, que será apresentado às 17h no salão paroquial da igreja matriz da cidade. Na mesma hora e local, a programação continua destinada a crianças na sexta e no sábado com “Pluft, O Fantasminha Camarada” da Cênicas Companhia de Repertório (Recife-PE) e com  o espetáculo “Minha Cidade” do Grupo Teatro Marco Zero (Recife-PE).</p>
<p>Orobó recebe na sexta-feira (31/8) “A inconveniência de ter coragem”, do grupo Pontinho de Cultura Galpão das Artes, de Limoeiro, cidade vizinha. Com texto de Ariano Suassuna, o espetáculo é encenado com os atores caracterizados como mamulengos, em uma referência à forte tradição de bonecos na região. O grupo se apresenta na praça principal da cidade, às 10h.</p>
<p>O destaque da programação de cênicas será na cidade de Limoeiro. Depois da apresentação de dança “Eu vim da ilha”, da Cia. de dança do SESC de Petrolina , na sexta-feira, às 19h, no Anfiteatro da Praça, o grupo Magiluth encena o texto de “Viúva, porém honesta”, de Nelson Rodrigues. O espetáculo do grupo recifense celebra o centenário do Anjo Pornográfico, que fez aniversário no última dia 23/7. A apresentação de Viúva… será no sábado às 20h30 no Centro Cultural Ministro Marcos Vinicius Vilage.</p>
<p>Confira <a title="AQUI" href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Programação-FPNC-Agreste-Setentrional-2012.docx" target="_blank">AQUI</a> a programação completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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