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	<title>Portal Cultura PE &#187; Orquestra de Frevo Isaias Lima</title>
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		<title>Banda mais antiga do Sertão se apresenta no palco das Culturas Populares neste sábado (31)</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 21:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagens: Afrorec Texto: Isabella Ferreira O palco das Culturas Populares entrou em seu segundo dia neste sábado (31), recebendo a quarta orquestra de frevo mais antiga do estado e a mais antiga do Sertão pernambucano: a Orquestra de Frevo Clube Central Isaías Lima, de Triunfo. O frevo deu espaço para outros bens culturais, como o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112989" aria-labelledby="figcaption_attachment_112989" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Alafin-Oyó.jpg"><img class="size-medium wp-image-112989" alt="Afoxé Alafin Oyó no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque. Imagem: Afrorec." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Alafin-Oyó-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Alafin Oyó no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque. Imagem: Afrorec.</p></div>
<p dir="ltr">Imagens: Afrorec<br />
Texto: Isabella Ferreira</p>
<p dir="ltr">O palco das Culturas Populares entrou em seu segundo dia neste sábado (31), recebendo a quarta orquestra de frevo mais antiga do estado e a mais antiga do Sertão pernambucano: a Orquestra de Frevo Clube Central Isaías Lima, de Triunfo. O frevo deu espaço para outros bens culturais, como o repente, um patrimônio imaterial nacional tombado pelo Iphan.</p>
<p dir="ltr">A banda foi incluída na galeria de Patrimônios da cidade em 2007 e homenageou outros patrimônios vivos do estado, como Jota Michilles e o hino da Troça Carnavalesca Elefante de Olinda, durante sua performance para o público na Praça Major França.</p>
<p dir="ltr">Fruto da junção das orquestras mais conhecidas da região, Garra e Fumo, o Clube Central comemora 134 anos em 2024.</p>
<p dir="ltr">“Tenho uma grata satisfação de estar há 35 anos na banda; desde a minha infância até hoje, faço parte da banda. [...] Temos esse repertório baseado no que tocamos no carnaval, já que fazemos carnaval de rua lá em Triunfo. Mas, fora desse período, tudo o que tocamos é cultural, de músicas autorais e tradicionais da região, e assim vamos levando”, afirmou o presidente da orquestra, Ricardo Lima, de 47 anos.</p>
<div id="attachment_112991" aria-labelledby="figcaption_attachment_112991" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Orquestra-de-Frevo-Clube-Central-Isaias-Lima-de-Triunfo.jpg"><img class="size-medium wp-image-112991" alt="Ricardo Lima, maestro da Orquestra de Frevo Clube Central Isaias Lima de Triunfo." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Orquestra-de-Frevo-Clube-Central-Isaias-Lima-de-Triunfo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo Lima, maestro da Orquestra de Frevo Clube Central Isaias Lima de Triunfo. Imagem: Afrorec.</p></div>
<p dir="ltr">Citando a música autoral “Senhor das Ladeiras”, o presidente reforçou a importância de festivais como o Pernambuco Meu País, que oferecem uma oportunidade de disseminar a arte do frevo, inspirada em referências culturais de outras regiões, como a do Sertão.</p>
<p dir="ltr">Após as inspirações sertanejas dos patrimônios municipais de Triunfo, foi a vez dos repentistas Adeilto Oliveira e Zé Carlos do Pajeú, ambos da cidade de Tabira, no Sertão pernambucano, cantarem sobre o que suas vistas alcançavam. Com as violas em mãos e olhos rápidos, cada assunto virava poesia.</p>
<div id="attachment_112990" aria-labelledby="figcaption_attachment_112990" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Repentistas-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-112990" alt="Repentistas Adeilto Oliveira e Zé Carlos do Pajeú, da cidade de Tabira, durante o Festival Pernambuco Meu País." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Repentistas-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Repentistas Adeilto Oliveira e Zé Carlos do Pajeú, da cidade de Tabira, durante o Festival Pernambuco Meu País.</p></div>
<p dir="ltr">Por último, os batuques do Afoxé Alafin Oyó, vindos diretamente do largo da Praça do Fortim de Olinda, trouxeram histórias e tradições ancestrais para o largo da Praça Major França.</p>
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		<title>Cortejo para ficar na memória de Gravatá</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2012 13:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Duda Martins Do lado de fora, a vários metros de distância da Escola Estadual Cleto Campelo, podiam-se escutar estrondosos batuques compassados nos mais diversos ritmos. E olhe que ainda não tinha sido dada a largada para o cortejo de grupos populares que invadiriam, em pouco tempo, as ruas normalmente silenciosas do município de Gravatá. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5380" aria-labelledby="figcaption_attachment_5380" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978335093_35d16b77de_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5380" alt="Boi Tira Teima (Caruaru), nascido em 1922 (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978335093_35d16b77de_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Boi Tira Teima (Caruaru), nascido em 1922 (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Duda Martins</p>
<p>Do lado de fora, a vários metros de distância da Escola Estadual Cleto Campelo, podiam-se escutar estrondosos batuques compassados nos mais diversos ritmos. E olhe que ainda não tinha sido dada a largada para o cortejo de grupos populares que invadiriam, em pouco tempo, as ruas normalmente silenciosas do município de Gravatá. Foi o contrário. Na noite de ontem (11/9) – início das atividades de difusão do Festival Pernambuco Nação Cultural na cidade -, o que menos se “ouvia” era o silêncio. E de dentro daquela escola saíram, em forma de música, as mais antigas manifestações populares do País, representadas por grupos que fazem a história de Pernambuco.</p>
<p>Ansiosos para tomarem as ruas e praças, eles ensaiavam suas batidas e passos. No meio deles, Edvaldo Joaquim, porta-estandarte há 35 anos do Maracatu Nação Raízes de Pai Adão. “Cada vez que eu vou desfilar, é uma emoção diferente. Estou muito feliz de estar aqui. Se a gente não se envolvesse, não existia cultura. O povo é quem faz a cultura”, afirmou. E a máxima conta para todas as idades. Também na expectativa da saída estava Cauane, de 5 anos, estreando seu vestido verde no primeiro cortejo da sua vida. “Eu comecei desfilando com a idade dela”, contou a mãe orgulhosa. “Espero que quando ela crescer também traga os meus netos.”</p>
<p>E foi a própria Cauane quem puxou o cortejo, que arrastou ainda pelas ruas o Boi Tira Teima (Caruaru), Afoxé Oyá Alaxé (Recife), Afoxé Alafin Oyó (Olinda), o tradicional frevo do Elefantes de Olinda e o sambão da Gigante do Samba (Recife). Foi essa miscelânia de ritmos que conquistou olhares e seguidores por onde passou. Não tinha aquele que não “sacasse” do bolso o celular para registrar o momento. “Eu nunca vi um cortejo tão lindo aqui em Gravatá. É maravilhosa esta oportunidade de ver tantas culturas reunidas numa só manifestação. Vai ficar na memória”, disse a professora Goretti Silveira.</p>
<p>Da Escola Estadual, o desfile seguiu rumo à Praça 10 de Novembro, onde culminou com a apresentação individual de cada agremiação, reunindo muita gente para assistir, dançar e aplaudir a festa da cultura popular, a festa do povo.</p>
<div id="attachment_5381" aria-labelledby="figcaption_attachment_5381" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978327751_1d87194db5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5381" alt="Fazendo festa, grupos populares tomaram as ruas da cidade (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978327751_1d87194db5_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fazendo festa, grupos populares tomaram as ruas da cidade (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5383" aria-labelledby="figcaption_attachment_5383" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cortejo_Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-5383" alt="Orquestra de Frevo Isaías Lima (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cortejo_Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra de Frevo Isaías Lima (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_5384" aria-labelledby="figcaption_attachment_5384" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978321732_41592b4837_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5384" alt="Encerramento na Praça 10 de Novembro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7978321732_41592b4837_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encerramento na Praça 10 de Novembro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p style="text-align: center;">
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