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	<title>Portal Cultura PE &#187; orquestra</title>
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		<title>De Geraldo Azevedo a João Gomes: gerações que entendem e nutrem o valor da cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 18:26:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nada é por acaso. O cantor, compositor e instrumentista Geraldo Azevedo ser uma das atrações do palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Olinda é educativo e reflete nossa história. A geração dele plantou uma semente lá atrás, no início dos anos 1970, que permitiu a existência desse festival. Uma geração que entendeu a cultura popular e a importância de sua inserção na música brasileira e da união com a cultura pop. As atrações que passaram por esse palco na tarde/noite desta Terça-Feira Gorda (4), na Praça do Carmo, comprovaram isso: da Orquestra Arruando, passando por banda Eddie, até os também cantores Almério, Renatto Pires e João Gomes, todos são fruto desse legado. O próprio Geraldo, 80 anos de idade recém-completados, perpetua essa missão quando reinventa seu próprio repertório e faz um show completo como se estivesse em cima de um trio elétrico.</p>
<p>A programação inteira se desenrolou nesta terça num verdadeiro crossover temporal e de confluência de ritmos e referências culturais pernambucanas. A começar pela recifense Orquestra Arruando, que sob a batuta do maestro Nilo Otaviano deu o esquente necessário ao palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Olinda, ao som de standards do frevo com uma pegada mais contemporânea, aproveitando o clima dos foliões que desde manhã já subiam e desciam as ladeiras do Sítio Histórico nesse ritmo.</p>
<p>Com uma identidade muito forte com a Cidade Patrimônio, a banda Eddie entrou em cena na mesma vibe. O grupo, que ao longo da carreira de mais de 30 anos gravou vários temas de folia que dariam para fazer um show apenas com esse repertório, trouxe sua habitual versão carnavalesca Original Olinda Style. Em meio a sua longa lista de clássicos, como <em>Desequilíbrio</em>, <em>Quando a Maré Encher</em>, <em>Pode Me Chamar</em>, <em>Lealdade</em>, <em>Bairro Novo/Casa Caiada</em> e <em>Vida Boa</em>, intercalou suas releituras de frevos como <em>Hino dos Batutas de São José</em> (João Santiago), <em>É de Fazer Chorar</em> (Luiz Bandeira) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (Capiba).</p>
<p>Um dos maiores nomes da nova geração da chamada cena musical pernambucana, o cantor e compositor Almério, natural de Altinho (Agreste), subiu ao palco com todo o impacto visual que lhe é peculiar. &#8220;Eu não vim só cantar. Vim brincar Carnaval&#8221;, anunciou. Como também lhe é de praxe, o músico deu seu recado sobre a importância do respeito à mulher, às pessoas negras e LGBTQIAPN+ e aos povos originários em meio a um repertório autoral, que também é cantado pelo Brasil por grandes nomes da MPB, misturando com sucessos de Alceu Valença, Rita Lee, Johnny Hooker, Otto, Raphaela Santos e Martins.</p>
<p>Prata da casa, o cantor Renatto Pires, filho pródigo do bairro de Rio Doce (Olinda), comemorou oito anos de participação no Carnaval da cidade com um repertório que chamou de &#8220;mais maluco&#8221;. Ou seja: com pura diversão botando o baile para gerar com um mix de frevo e pancadão com direito a releituras de clássicos da MPB.</p>
<p>A reverência, de público e artistas, atingiu o ápice na apresentação de Geraldo Azevedo. Com mais de 60 anos de carreira, o músico nascido em Petrolina (Sertão) revisitou seis décadas dessa infinita experimentação e comunhão da música pop com a cultura popular que foi semeada por sua geração. E tudo em um ritmo alucinante, com arranjos de frevo de rua, como se estivesse em cima de um trio elétrico em pleno desfile do Galo da Madrugada, apenas com um breve respiro numa versão mais lenta que as demais, com a canção Dia Branco. A plateia cantou com o jovem agora octogenário e o saudou o tempo inteiro.</p>
<p>A noite encerrou com o fenômeno João Gomes. Natural de Serrita (Sertão), 22 anos de idade, ele é a prova de que aquela semente da geração de Geraldo foi bem plantada. Craque do piseiro e do forró moderno, João Gomes entrou no palco acolhido pela bandeira de Pernambuco e cantando <em>A Praieira</em>, de Chico Science. Em meio a seu repertório mais contemporâneo, rendeu tributo a Alceu Valença (<em>Anunciação</em>) e ao forró mais tradicional de Luiz Gonzaga (<em>Numa Sala de Reboco</em>, com Zé Marcolino; e <em>Sabiá</em>, com Zé Dantas) e Accioly Neto (<em>Espumas ao Vento</em>). Uma prova irrefutável de que, mesmo diante de tantas transformações ao longo do tempo, a cultura popular e a música pernambucana caminham juntas de uma forma sólida e conceitual. Evoé!</p>
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		<title>Oficina de Vivência Musical Hoje Tem Frevo no Terreiro encerra atividades em Afogados da Ingazeira</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 17:50:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115657" aria-labelledby="figcaption_attachment_115657" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Isabela Brito/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Oficina-de-Vivência-Musical-“Hoje-Tem-Frevo-no-Terreiro”-encerra-atividades-em-Afogados-da-Ingazeira-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-115657" alt="Isabela Brito/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Oficina-de-Vivência-Musical-“Hoje-Tem-Frevo-no-Terreiro”-encerra-atividades-em-Afogados-da-Ingazeira-4-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina de Vivência Musical Hoje Tem Frevo no Terreiro em Afogados da Ingazeira</p></div>
<p>Termina esta sexta-feira (24) a Oficina de Vivência Musical Hoje Tem Frevo no Terreiro, projeto, realizado pela Orquestra de Frevo Revoltosa, da Sociedade Musical 5 de Novembro, que oferece formação gratuita voltada para adolescentes e jovens da comunidade quilombola de Inhanhum, em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú.</p>
<p>A oficina é realizada no contraturno escolar e, no fim do curso, no sábado (25), a comunidade assiste à apresentação especial da orquestra com a participação de alunos. Além da apresentação, os participantes recebem certificados de conclusão, fardamento, material didático e lanche durante as atividades.</p>
<p>Com incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Hoje Tem Frevo no Terreiro reforça o caráter itinerante da iniciativa e seu compromisso com a formação cultural em quilombos de diversas regiões de Pernambuco, especialmente no período que antecede o Carnaval.</p>
<p>A oficina, que já passou por localidades como o Quilombo de São Lourenço e Santa Maria da Boa Vista, tem como objetivo promover a educação musical e a valorização do Frevo, gênero reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como Patrimônio Imaterial da Humanidade. Com foco na introdução do frevo aos participantes, as aulas são conduzidas por músicos da Orquestra Revoltosa e contam com atividades dinâmicas, gamificadas e interativas. O intuito é ensinar não só partituras e letras, mas também a história do frevo e o manuseio de instrumentos típicos do gênero musical de uma forma prática e divertida.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Encerramento da Oficina de Vivência Musical Hoje Tem Frevo no Terreiro –</strong> <em>sábado (25) na Comunidade Quilombola Leitão da Carapuça, município de Afogados da Ingazeira (Sertão). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Quilombo de Inhanhum recebe homenagem ao centenário do maestro José Menezes</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 14:32:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115203" aria-labelledby="figcaption_attachment_115203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/18.jpg"><img class="size-medium wp-image-115203" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/18-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro José Menezes</p></div>
<p>Neste sábado (21), às 16h, a Comunidade Quilombola de Inhanhum, localizada às margens do Rio São Francisco, na Zona Rural do município de Santa Maria da Boa Vista, Sertão de Pernambuco, é palco de uma apresentação especial da Orquestra de Frevo Revoltosa em homenagem ao centenário de nascimento do maestro José Menezes. A iniciativa faz parte do projeto Hoje Tem Frevo no Terreiro. A apresentação celebra o legado do compositor pernambucano, que se destaca como um dos maiores nomes do frevo no Brasil. O evento é gratuito e começa às 16h.</p>
<p>José Menezes, falecido em 2013, teve sua iniciação musical na Sociedade Musical 5 de Novembro, a Revoltosa, da qual seu pai também foi integrante. Reconhecido como um dos principais compositores do gênero, o maestro deixou um acervo musical que é lembrado durante o concerto, com mais de 30 obras de sua autoria, e que são interpretadas pela orquestra.</p>
<p>A Orquestra de Frevo Revoltosa, idealizada e coordenada pela Sociedade Musical 5 de Novembro, é formada por jovens músicos, em sua maioria negros, oriundos da periferia de Nazaré da Mata e da região da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Filhos de agricultores, cortadores de cana e trabalhadores rurais, esses artistas utilizam a música como ferramenta de valorização cultural, preservação do patrimônio histórico e exercício pleno da cidadania, bem como profissionalização na arte da música instrumental.</p>
<p>Com status de Patrimônio Vivo e Ponto de Cultura de Pernambuco, a Revoltosa promove a salvaguarda e a difusão do frevo como um dos maiores legados culturais do Estado. O projeto Hoje Tem Frevo no Terreiro, que já passou pelo Quilombo de São Lourenço, em Goiana (Mata Norte), chega agora ao Sertão ampliando o alcance da tradição musical que embala o Carnaval, a vida e alegria dos pernambucanos.</p>
<p>A apresentação conta com tradução em libras e é gravada, com transmissão e registro disponibilizado no canal oficial da instituição no YouTube. O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) Música.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Quilombo de Inhanhum recebe homenagem ao centenário do maestro José Menezes -</strong> <em>sábado (21), a partir das 16h, na Comunidade Quilombola de Inhanhum, Zona Rural de Santa Maria da Boa Vista (Sertão), a 18 km da sede do município. Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Cortejos simultâneos marcam despedida do País das Culturas Populares em Caruaru</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 22:48:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O País das Culturas Populares se despediu de Caruaru em grande estilo e com três desfiles do Cortejo Brincantes simultaneamente, ao longo deste domingo (11). Os eventos fizeram parte da programação do Festival Pernambuco Meu País na cidade. Maracatus, troças carnavalescas, caboclinhos, bacamarteiros e orquestras exaltaram a cultura pernambucana enquanto encantavam ao público em três [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112074" aria-labelledby="figcaption_attachment_112074" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silla Cadengue</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-19.46.59.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112074" alt="Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-19.46.59-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cortejos desfilaram pelas ruas da cidade de Caruaru</p></div>
<p dir="ltr">O País das Culturas Populares se despediu de Caruaru em grande estilo e com três desfiles do Cortejo Brincantes simultaneamente, ao longo deste domingo (11). Os eventos fizeram parte da programação do Festival Pernambuco Meu País na cidade.</p>
<p dir="ltr">Maracatus, troças carnavalescas, caboclinhos, bacamarteiros e orquestras exaltaram a cultura pernambucana enquanto encantavam ao público em três diferentes endereços: Estação Ferroviária, Monte Bom Jesus e Alto do Moura.</p>
<p dir="ltr">A estudante Jade, de 15 anos, teve esse primeiro contato com os representantes da cultura em um dos desfiles. E aprovou o que viu.</p>
<p dir="ltr">“Está sendo maravilhoso. É a primeira vez que eu venho e está sendo lindo, cheio de cores e com muitas pessoas. É muito gratificante ver tudo isso”, disse.</p>
<p dir="ltr">O mesmo aconteceu com Dagmar, que mora na cidade há cinco anos e espera ansiosamente pela segunda edição do festival. “Amo a cidade e esse evento deveria ter mais vezes. Vamos seguir, porque cultura é tudo”, enfatizou.</p>
<p dir="ltr">No Alto do Moura, Macuca esteve sendo representada por Rudá Rocha, que citou o nome de dois importantes artistas que foram responsáveis por “abrir o caminho” para o que está acontecendo atualmente.</p>
<p dir="ltr">“Participar deste cortejo no Alto do Moura está sendo bem gratificante para a Macuca, porque tem relação com a cultura popular e promove a música de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. Toda iniciativa para fomentar a cultura popular e interagir com música contemporânea, é sempre muito salutar. Cultura vive disso, e vai se movendo com o tempo. Essa oxigenação no estado todo é muito saudável”, avaliou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bacanal do Bandeira mostra como o frevo casa bem com a poesia</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 19:10:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Espaço Pasárgada promove, nesta sexta-feira (2), pelas ruas do Centro do Recife, o 13º desfile anual da Troça Carnavalesca Mista Bacanal do Bandeira, que foi fundada em 2012. A concentração ocorre, a partir das 16h30, defronte ao equipamento cultural gerenciado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Espaço Pasárgada promove, nesta sexta-feira (2), pelas ruas do Centro do Recife, o 13º desfile anual da Troça Carnavalesca Mista Bacanal do Bandeira, que foi fundada em 2012. A concentração ocorre, a partir das 16h30, defronte ao equipamento cultural gerenciado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundação), na Rua da União, nº 263, bairro da Boa Vista, cujo prédio tem como marca a presença do busto do famoso poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor recifense.</p>
<p>A tertúlia tem início com o tradicional recital poético com a participação de atores, atrizes e poetas, que declamam poemas autorais na saída do bloco, com participação especial do ator Adriano Cabral. Os foliões da poesia desfilam ao som da Orquestra Levino Ferreira e ao passo do Grupo Fuzuê de Dança.</p>
<p>Durante o desfile há duas apoteoses. A primeira parada ocorre na Rua Mamede Simões, localizada entre o antigo edifício da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e a escola Ginásio Pernambucano. Depois, o cortejo segue para o cais da Rua da Aurora, também em frente à Alepe, onde está situada a estátua de Manuel Bandeira e onde acontece a apresentação do Fuzuê. Em ambas as paradas, a performance de músicos, poetas e atores mostra como o frevo casa bem com a poesia.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">BACANAL</span> (Manuel Bandeira) &#8211; do livro <em>Carnaval</em> (1918)</strong></p>
<p>Quero beber! Cantar asneiras<br />
No esto brutal das bebedeiras<br />
Que tudo emborca e faz em caco&#8230;<br />
Evoé Baco!</p>
<p>Lá se me parte a alma levada<br />
No torvelim da mascarada,<br />
A gargalhar em douro assomo&#8230;<br />
Evoé Momo!</p>
<p>Lacem-na toda, multicores,<br />
As serpentinas dos amores,<br />
Cobras de lívidos venenos&#8230;<br />
Evoé Vênus!</p>
<p>Se perguntarem: Que mais queres,<br />
além de versos e mulheres?<br />
- Vinhos!&#8230; o vinho que é o meu fraco!&#8230;<br />
Evoé Baco!</p>
<p>O alfange rútilo da lua,<br />
Por degolar a nuca nua<br />
Que me alucina e que não domo!&#8230;<br />
Evoé Momo!</p>
<p>A Lira etérea, a grande Lira!&#8230;<br />
Por que eu extático desfira<br />
Em seu louvor versos obscenos,<br />
Evoé Vênus!</p>
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		<title>Governo irá destinar R$ 3 milhões para artistas e grupos pernambucanos ligados ao Ciclo Carnavalesco</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2021 20:57:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67290" aria-labelledby="figcaption_attachment_67290" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Troça-Carnavalesca-Mista-Cachorro-do-Homem-do-Miúdo-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-67290" alt="Fernando Figueirôa/Secult PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Troça-Carnavalesca-Mista-Cachorro-do-Homem-do-Miúdo-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O edital deverá ser lançado nos próximos dias e contará com inscrições virtuais</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), irá destinar recursos da ordem de R$ 3 milhões a artistas e grupos ligados à tradição do Carnaval do Estado. Esse recurso é oriundo do Tesouro Estadual. A iniciativa pretende estabelecer um auxílio emergencial para esses fazedores de cultura, que estão impedidos de promover suas atividades por conta da pandemia da Covid-19. Os valores definidos terão um piso de R$ 3 mil e um teto de R$ 15 mil, pagos em parcela única, a serem depositados até o mês de abril deste ano.</p>
<p>A proposta é contemplar pelo menos 450 artistas e grupos ligados estritamente ao ciclo carnavalesco, entre pessoas físicas (cantores e cantoras), orquestras, blocos, troças, maracatus, tribos, caboclinhos, clubes de máscaras, cirandas, afoxés, ursos, escolas de samba, blocos líricos, clube de alegorias, clube de bonecos, entre outras manifestações ligadas à tradição do Carnaval. Para ter direito ao auxílio, a solicitação deverá se enquadrar nas categorias Cultura Popular, Dança ou Música. O solicitante, seja grupo ou artista solo, deve desenvolver seu trabalho artístico incorporando elementos das tradições carnavalescas.</p>
<p>De acordo com o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, até a manhã desta sexta-feira (12) o Governo do Estado irá apresentar à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) um projeto de lei em caráter de urgência para estabelecer os parâmetros legais para o pagamento do auxílio.<em> &#8220;O governador Paulo Câmara, sensível à situação dos artistas e grupos ligados ao ciclo do carnaval que estão impedidos de realizar suas atividades durante a pandemia, destinou esse recurso como forma de minimizar o impacto econômico causado pela suspensão das festividades. Após o projeto de lei passar pela Alepe, iremos lançar o edital para inscrição dos interessados. Nossa previsão é que esse formulário de inscrição, com preenchimento pela internet, esteja disponível na semana da devolução da lei para o executivo estadual&#8221;</em>, comentou Canuto.</p>
<p>Para fazer jus ao auxílio, os interessados deverão ter domicílio comprovado no Estado e ter participado, pelo menos uma única vez, da programação do Carnaval de Pernambuco dos últimos três anos (2018, 2019 e 2020). A seleção das solicitações será analisada por uma comissão de avaliação formada por representantes da sociedade civil &#8211; por meio do Conselho Estadual de Política Cultura &#8211; e integrantes da Secult/Fundarpe e da Setur/Empetur. <em>&#8220;Essa comissão será responsável pelo enquadramento das propostas, tendo esse olhar para o que é da tradição do Ciclo Carnavalesco. Esse é um edital com foco nas manifestações e artistas do Carnaval&#8221;</em>, ressalta Marcelo Canuto.</p>
<p>Para o secretário Estadual de Cultura, Gilberto Freyre Neto, a proposta busca manter viva a atividade artística do período do Carnaval. <em>&#8220;Esse auxílio chegará num momento decisivo para salvaguardar manifestações, grupos e artistas que perderam suas rendas com as restrições de eventos e atividades de grande público&#8221;</em>, declarou.</p>
<p><strong>- Leia mais:</strong> <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/paulo-camara-anuncia-auxilio-emergencial-para-artistas-e-grupos-carnavalescos-do-estado/" target="_blank"><strong>Paulo Câmara anuncia auxílio emergencial para artistas e grupos carnavalescos do Estado</strong></a></p>
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		<title>Cortejo de cultura popular em Goiana</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2015 15:49:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte, recebeu cortejo de agremiações carnavalescas neste domingo (15). A festa da cultura popular contou com o Afoxé Ylê de Egbá, a Orquestra Curica de Goiana (Patrimônio Vivo de Pernambuco), o Caboclinhos Caboclo Canindé, o Cabloclinhos Águia Negra, o Caboclinhos 7 Flechas (Patrimônio Vivo de Pernambuco), a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte, recebeu cortejo de agremiações carnavalescas neste domingo (15). A festa da cultura popular contou com o Afoxé Ylê de Egbá, a Orquestra Curica de Goiana (Patrimônio Vivo de Pernambuco), o Caboclinhos Caboclo Canindé, o Cabloclinhos Águia Negra, o Caboclinhos 7 Flechas (Patrimônio Vivo de Pernambuco), a Tribo de Índios Tupi Guarani e a Tribo Tupy Oriental. O cortejo ainda contou com bois e maracatus. Confira os registros da fotógrafa Renata Pires, da equipe da Secult PE / Fundarpe.</p>
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		<title>Agenda Funcultura tem opções de música, teatro e dança</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2014 20:41:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muitos dos shows, peças de teatro, espetáculos de dança, exposições de artes visuais, livros, revistas, cursos e oficinas, entre outras iniciativas culturais que acontecem em Pernambuco, têm o incentivo do Governo do Estado, por meio do Funcultura. Os eventos têm ingressos com preços mais baixos ou entrada gratuita, possibilitando a democratização da cultura. Confira abaixo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos dos shows, peças de teatro, espetáculos de dança, exposições de artes visuais, livros, revistas, cursos e oficinas, entre outras iniciativas culturais que acontecem em Pernambuco, têm o incentivo do Governo do Estado, por meio do Funcultura. Os eventos têm ingressos com preços mais baixos ou entrada gratuita, possibilitando a democratização da cultura. Confira abaixo três opções de espetáculos com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco. Para acompanhar sempre as notícias sobre projetos do Funcultura, acesse o canal <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank">http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/</a></strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/travessuras_mane_gostoso_Foto_JuBrainer-4016.jpg"><img class="wp-image-12931 alignnone" alt="Ju Brainer" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/travessuras_mane_gostoso_Foto_JuBrainer-4016-607x404.jpg" width="486" height="323" /></a></p>
<p><strong>TEATRO | “As travessuras de Mané Gostoso”</strong><br />
A Cia Meias Palavras encerra temporada do espetáculo “As travessuras de Mané Gostoso” neste fim de semana. A montagem para infância e juventude leva ao palco a cultura popular, a literatura de cordel e o teatro de mamulengos. Mané Gostoso é um dos personagens do cavalo marinho. A peça, com texto de autoria de Luciano Pontes, traz a mocinha Anarina, o forasteiro e vilão Bibiu, a fofoqueira Comadre Zuzinha e o cabo Zé Firmino. O enredo se desenvolve sempre a partir de uma disputa. O amor de Anarina, por exemplo, é motivo de briga entre Mané Gostoso e Bibiu; e a alma de Mané Gostoso se torna alvo da peleja entre Deus e o diabo. A peça tem sessões aos sábados e domingos, às 16h30, no Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro, até 31 de agosto.<br />
<strong>Temporada:</strong> 30 e 31 de agosto (sábado e domingo), às 16h30<br />
<strong>Local:</strong> Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro) &#8211; Rua Treze de Maio, 455, Santo Amaro.<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)<br />
<strong>Faixa etária indicativa:</strong> a partir de 6 anos<br />
<strong>Informações:</strong> (81) 3216-1728<br />
<strong><br />
</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/darkroomfoto2.jpg"><img class="alignnone  wp-image-11556" alt="Breno César" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/darkroomfoto2-607x404.jpg" width="477" height="317" /></a></p>
<p><strong>DANÇA | “Dark Room”, da Cia. Etc.</strong><br />
A Cia. Etc. encerra temporada de &#8220;Dark Room” no Espaço Vila. O espetáculo de dança circunda a temática da sexualidade através da metáfora do ambiente íntimo, onde a privacidade permite o encontro com o outro e consigo. Fantasias brincam com os enfrentamentos humanos em uma conversa de corpos e identidades. A nova temporada de “Dark Room” tem o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.<br />
<strong>Datas:</strong> 30 e 31 de agosto (sábado e domingo), sempre às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Espaço Vila – Rua Radialista Amarílio Nicéia, 76, Santo Amaro – Rua em frente à TV Jornal.<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia)<br />
<strong>Mais informações:</strong> (81) 9699.2731 (Hudson Wlamir)<br />
<a href="http://www.ciaetc.com.br" target="_blank"><strong>www.ciaetc.com.br</strong></a><br />
<a href="http://www.facebook.com/paginaciaetc" target="_blank"><strong>www.facebook.com/paginaciaetc</strong></a></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/OR-praça-01.jpg"><img class="alignnone  wp-image-12431" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/OR-praça-01-607x404.jpg" width="486" height="323" /></a></p>
<p><b>MÚSICA | Orquestra Retratos<br />
</b>Músicas executadas somente com instrumento de cordas, mas com a sonoridade de uma orquestra. Este é o diferencial da Orquestra Pernambucana de Cordas Retratos , que na quarta-feira (03), às 21h, encerra a turnê nordestina no palco do Teatro de Santa Isabel. O concerto presta homenagem ao escritor Ariano Suassuna, que faleceu em julho deste ano. O repertório reúne músicas de compositores nordestinos importantes como Paulo Arruda (com o baião “Pitombando” no baião), Edson Rodrigues (com o baião “Urubuvispando”), Cláudio Almeida (com o caboclinho “Ororubá”), entre outros. A orquestra também apresenta composições autorais como a do arranjador Nilson Lopes, “De sol a sol”, que dá nome ao primeiro disco da orquestra, lançado em 2012. Na turnê, a orquestra já passou por João Pessoa (PB), Natal (RN) e Fortaleza (CE). A circulação pelo nordeste tem o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.<br />
<strong>Data:</strong> 03 de setembro, às 21h<br />
<strong>Local: </strong>Teatro Santa Isabel  - Praça da República, s/n, Santo Antônio, Recife.<br />
<strong>Entrada gratuita: </strong>Distribuição de ingressos a partir das 20h na bilheteria.</p>
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		<title>Orquestra de cordas Retratos está em turnê pelo Nordeste</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 20:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/OR-pedra-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12427" alt="Retratos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/OR-pedra-02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A Orquestra Pernambucana de Cordas Retratos inicia neste sábado (16), em  João Pessoa (PB), sua turnê por cidades nordestinas. Nas apresentações, o grupo interpreta o primeiro álbum do grupo, &#8220;De sol a sol&#8221;,  e<strong> </strong>presta homenagem ao escritor Ariano Suassuna, que faleceu em julho deste ano.  No domingo (17), a orquestra se apresenta em Natal (RN). A circulação continua em Fortaleza (CE), dia 21, e encerra no Recife no dia 3 de setembro. A turnê tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura-PE), do Governo de Pernambuco.</p>
<p>“Fazemos um som único no nordeste, com instrumentos que substituem os da orquestra tradicional, mas que tem um efeito musical de uma orquestra. Por isso fazemos um som que está entre o erudito e o popular”, define o maestro da orquestra Marco Cézar. Assim, o violino é substituído pelo bandolim, a viola de arco pela bandola, o violoncelo pelo bandoloncelo, e o contra-baixo de arco pelo contra baixo dedilhado. Todos os instrumentos tocados com palheta. “Algumas orquestras no Brasil fazem isso com música européia, mas somos a única que faz com música nordestina”, completa o maestro.</p>
<p>Músicas de compositores nordestinos importantes ganham vida na sonoridade de cordas, como Paulo Arruda (com &#8220;Pitombando no baião&#8221;), Edson Rodrigues (com o baião &#8220;Urubuvispando&#8221;), Cláudio Almeida (com o caboclinho &#8220;Ororubá&#8221;), entre outros. A orquestra também leva a turnê suas composições autorais como a do arranjador Nilson Lopes, &#8220;De sol a sol&#8221;, que dá nome ao primeiro disco da orquestra, lançado em 2012.</p>
<p><strong>RETRATOS</strong> &#8211; A história da orquestra Retratos nasce de uma continuidade do trabalho da Orquestra Dedilhadas de Pernambuco, da década de 80, que tem seu trabalho baseado no movimento armorial. Em 1998, surge a Retratos, que até hoje mantém a sonoridade armorial. “O mestre Ariano Suassuna ia participar do segundo volume do nosso disco, infelizmente ele faleceu antes desse sonho. Mas vamos reverenciá-lo e homenageá-lo na nossa turnê”, revela maestro Marco Cézar.</p>
<p>Criada com o objetivo de ser um laboratório permanente de estudos da cultura popular, a Orquestra Retratos é formada por 12 integrantes, entre alunos, convidados e professores do Conservatório Pernambucano de Música. O grupo é reconhecido por ser uma das melhores orquestras dedilhadas da América Latina. Com arranjos elaborados e a destreza dos intérpretes na execução, a essência da Retratos é a capacidade de transitar entre erudito e popular.</p>
<p>A formação inédita, melódica e rítmica é realçada pelo bandolim (Marco César e Moema Macêdo), violão 7 cordas (Rubem França), cavaco (Leonilcio Deolindo &#8211; Pepê), bandola (Maíra Macêdo e João Paulo Albertim), baixo acústico (Paulo Arruda), bandoloncelo (Fernando Moura e Gilson Chacon), violas (Henrique Almeida e Eduardo Buarque) e bateria (Leonardo de Castro).</p>
<p>Nos seus 14 anos de existência, a Orquestra Retratos participou de projetos importantes, como Folias Guanabaras, musical de Ivaldo Bertazzo (2001); o espetáculo do músico Antônio Carlos Nóbrega, Nove de Fevereiro (2008); três edições dos festivais MIMO (2006, 2008, 2009) e Circuito das Igrejas (2010, 2011 e 2012).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong> TURNÊ ORQUESTRA PERNAMBUCANA DE CORDAS RETRATOS</strong><br />
Entrada gratuita</p>
<p><strong>JOÃO PESSOA</strong><br />
16 de agosto &#8211; 17h30<br />
Anfiteatro da Estação Cabo Branco (Rua João Cirillo da Silva s/n &#8211; Altiplano)</p>
<p><strong>NATAL</strong><br />
17 de agosto (Domingo)- 16h<br />
Anfiteatro Pau-Brasil &#8211; (Parque das Dunas)</p>
<p><strong>FORTALEZA</strong><br />
21 de agosto &#8211; - 20h<br />
Centro Dragão do Mar (Praça Almirante Saldanha)</p>
<p><strong>RECIFE </strong><br />
03 de setembro &#8211; 21h<br />
Teatro Santa Isabel (Praça da República, Sn)</p>
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		<title>Amigas e rivais</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 15:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sol está a pino. Sinto a pele queimar ao longo da Rua Siqueira Campos que vai, devagar e sempre, me levando no sentido das sedes das centenárias bandas filarmônicas Curica e Saboeira, no centro de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco. Até agora, sei apenas que a Curica foi fundada em 1848; a Saboeira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4313" aria-labelledby="figcaption_attachment_4313" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução Costa Neto</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/BANDA-CURICA-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-4313" alt="Reprodução Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/BANDA-CURICA-2-607x359.jpg" width="607" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Antiga foto da Banda Musical Curica</p></div>
<p>O sol está a pino. Sinto a pele queimar ao longo da Rua Siqueira Campos que vai, devagar e sempre, me levando no sentido das sedes das centenárias bandas filarmônicas Curica e Saboeira, no centro de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco. Até agora, sei apenas que a Curica foi fundada em 1848; a Saboeira somente um ano depois. As duas são consideradas as bandas filarmônicas mais antigas em atividade no País.</p>
<p>David vem acelerado na bicicleta à minha frente. Deve ter uns 11 anos, no máximo. Meio galego, queimado de sol. O mesmo sol, dá pra entender perfeitamente seu bronzeado. Pergunto, introduzindo com um “Ei, você da bicicleta!”, se ele mora por ali, se sabe onde ficam a Saboeira e a Curica. Me responde com um “Ãh?!”, assustado e sério. Não dá um sorriso, mas vai respondendo as coisas sem nunca me olhar, concentrado no desenho da calçada e no barulho da corrente passando pelos pneus da bicicleta. Diz que o primo e o vizinho estudam música na Saboeira, e muitas outras crianças por ali. “Eu não, mas eu gosto de olhar, é bonito demais ouvir os instrumentos” – e pela primeira vez vejo o sorriso de David, que nessa distração acelera a bicicleta na minha frente e desaparece debaixo do mesmo sol.</p>
<p>Até chegar à sede da Curica, minha primeira parada, sempre que perguntava sobre as bandas a alguém, a esmo, no meio da rua, essa pessoa sabia me contar alguma coisa, qualquer coisa. Não há quem não as conheça em Goiana, e não há quem não torça para uma das duas. “Eu sou Curica, minha família toda é desde que me entendo por gente”, me diz um senhor sentado numa cadeira de balanço na frente de casa. A cidade é divida entre os que torcem pela Curica e os que torcem pela Saboeira. Uma rivalidade que lembra a de times de futebol, e ocasiona discussões acaloradas nos bares e nas esquinas.</p>
<p>Chego à Curica. Na verdade, a uma casa paroquial, na esquina da Rua Marechal Deodoro, mais conhecida como Rua Direita. “Fique atenta, que aqui tem rua que tem nome e apelido”, me diz um senhor sentado em um dos muitos bancos de praça que há nas calçadas de Goiana, sempre com alguém jogando conversa fora. A nova sede está em reforma, me conta Edson Jr., atual presidente da banda. Júnior e Kall – o maestro desde 2005 – me convidam para sentar num daqueles bancos compridos de igreja para conversarmos. Antes de qualquer coisa, o nome. Foi assim: “Ô, Rosa! Essa música só parece dizer Curi-cá-cá, Curi-cá-cá!”. Edson Jr. me conta que essa foi essa a frase que uma tal de Dona Íria gritou à escrava Rosa, no ritmo da (estranha) polca que a banda do português José Conrado de Souza Nunes tocava em frente à sua casa, na Rua Direita.</p>
<p><b>IRMANDADE E RIVALIDADE</p>
<p></b></p>
<div id="attachment_4316" aria-labelledby="figcaption_attachment_4316" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/manoel-jr-presidente-saboeira.jpg"><img class="size-medium wp-image-4316" alt="Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/manoel-jr-presidente-saboeira-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Manoel Jr., presidente da Saboeira</p></div>
<p><b></b><br />
“A gente ficava mirando: quem é que tá perto de morrer? Não, aquele tá muito magro, é bom um gordo, que dá pra dividir por dois.” E era assim que Kall, por volta dos 10 anos, depois de largar o violão que lhe machucava os dedos e se encantar com o som do clarinete, tentava escolher junto com os amigos um uniforme pra tocar na Banda Curica de Goiana. Ele conta que a situação era tão difícil que para se ter um instrumento e um uniforme, era necessário que outro integrante morresse. E não é que desejassem a morte de alguém. Na verdade, pontuavam de bom-humor e pulsão de vida os seus desejos de fazer música e tocar na banda mais tradicional da cidade, apesar de toda a dificuldade. “Era como uma fila do SUS. Precisava morrer alguém pra você pegar um coração”, diz Kall sem nenhum peso e o mesmo bom humor. E completa: “Muitos desistiam por falta de instrumentos”. Isso aconteceu, por exemplo, com o irmão de Kall, Manoel Jr., presidente da Saboeira desde 2009. Hoje, felizmente, a realidade é diferente. As duas bandas são Pontos de Cultura e aprovaram diversos projetos em editais públicos, o que vem dando mais estrutura para que possam desenvolver tanto o trabalho musical quanto os trabalhos sociais nas escolas de formação, que juntas formam cerca de 100 alunos por ano.</p>
<p>A mãe de Kall e Manoel era professora. O pai, pescador de água doce, vivia de barco pelo Rio Goiana. Eles não tinham dinheiro para comprar instrumentos para os filhos aprenderem a tocar. Apesar de irmãos, e de terem vivido a mesma realidade, eles têm histórias bem diferentes com a música, e relações distintas também com as bandas. Kall, que na verdade se chama Cláudio, é músico, clarinetista, estudou no Cemo (Centro de Educação Musical de Olinda), fez cursos na UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e na UFPB (Universidade Federal da Paraíba). Manoel acabou se desvinculando da música logo cedo, mas tem uma preocupação política e social intensa à frente da Saboeira.</p>
<p>“Ah, Manoel Jr. é meu ex-irmão!”, diz Kall, brincando com o fato de estarem em bandas rivais. Fato que, na verdade, entrega o atual clima entre as duas bandas: irmandade. A rivalidade se mantém suave, apenas no coração dos torcedores e na busca pela superioridade musical. Mas nem sempre foi assim. No histórico de rivalidade das bandas consta até a morte de um maestro e um quebra-quebra no meio da rua, apartado pelo polícia. “Teve que sair a Curica na frente, a polícia no meio, e a Saboeira atrás”, conta Edson Jr. Ele também relembra a história do maestro da Saboeira que, motivado pelo roubo de uma música, esfaqueou o maestro da Curica.</p>
<p>A história, que há décadas vem sendo passada boca a boca pela cidade, é mais ou menos assim: era Festa da Conceição, na qual, tradicionalmente, a Curica costumava tocar. No entanto, houve um ano em que a Saboeira foi convidada a fazer as honras da festa. O maestro da Saboeira compôs uma peça de harmonia muito bonita, chamada “Ao fugir do luar”. Aborrecidos com o fato de a Saboeira ter sido convidada para tocar no evento, o maestro da Curica foi escondido para a praça que fica em frente à sede da banda rival para escutar a música que estava sendo executada. Ele achou que a canção estava sendo mal tocada e resolveu que iria reescrevê-la. Fez isso e colocou o irônico nome de “O luar fugiu”, incitando a ira do adversário. “Mas a rivalidade agora é só musical, e eu acho que é o que as deixa vivas”, reflete Edson Jr.</p>
<p><b>A VIDA FEITA DE SOM</b></p>
<div id="attachment_4309" aria-labelledby="figcaption_attachment_4309" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução Costa Neto</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Banda-Curica_Reprodução-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-4309" alt="Reprodução Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Banda-Curica_Reprodução-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Big band de Seu Tota, um dos mais antigos integrantes da Curica</p></div>
<p>Kall acha que eu deveria falar com Seu Tota, antigo clarinetista e saxofonista da Curica. Olha o relógio várias vezes: “Será que dá tempo de eu levar vocês lá na casa dele e voltar pra apresentação?”. Pensa e resolve que vamos. Entramos no seu carro e ele sai dirigindo por Goiana, rua pequenas, ruas largas, até que chegamos na Avenida do Povo.</p>
<p>“Seu Tota!”, grita Kall. “Tem um pessoal aqui que queria conversar com o senhor”. Seu Tota abre a porta desconfiado, abotoando uma camisa, de calça preta de linho. Me olha calado um tempo que parece uma eternidade ali do lado de fora da sua casa. De repente sorri e manda a gente entrar, sentar. A primeira coisa que faz é tirar uma foto emoldurada da parede de casa. “Quero ver se vocês sabem quem sou eu aqui na big band”. Olhamos, olhamos e arriscamos um homem moreno, de rosto redondo, umas sobrancelhas destacadas. “Mas por que esse?”, questiona. “Pelo formato do rosto”, eu digo. Nessa hora ele me olha, olha de novo pra foto e dispara um “E num é?!”. Abre a mão direita e me convida a apertá-la: “Tome cinco!”, e me aperta a mão com seus cinco dedos de músico.</p>
<div id="attachment_4327" aria-labelledby="figcaption_attachment_4327" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/tota-e-kall.jpg"><img class="size-medium wp-image-4327" alt="Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/tota-e-kall-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Gerações da Curica se encontram: Seu Tota e Kall</p></div>
<p>Seu Tota, apelido de Antônio Martiniano, tem uma voz grave, bonita. Ohar bem firme, penetrante. Tem quase 90 anos e tanta firmeza parece não condizer com sua idade. Antes de entrar na casa dele, eu só sabia que era um antigo integrante da Curica. Imaginava que ele me contaria histórias, causos, coisas assim. Seu Tota não me contou nenhuma história exatamente, mas foi uma das coisas mais bonitas que pude ver e ouvir nessa passagem pela Mata Norte. Falou sobre música, amor, vida.</p>
<p>“Quando pequeno eu tocava tantan, batia direitinho”, me conta falando de como a música é uma arte que se precisa saber teórica e prática. “Dó-re-mi-fá-sol-lá-si-dó”, cantarola com as mãos acompanhando. “A outra é a prática. Três dedos aqui e não sei o quê. A música só é som. Eu já nasci com afinação”. Entrou na Curica com 13 anos, em 1937, pra aliar essa afinação inata ao saber teórico. Tornou-se músico de apoio, clarinetista e saxofonista. Respeitado e admirado, era sempre chamado a tocar em outras orquestras. Viajou até para Brasília em 1994 com a banda, pela Fundação Banco do Brasil. “Tocamos ‘Vassourinhas’, essas coisas todas. O povo aplaudiu muito”, relembra. Ficou na Curica até pouco tempo atrás, quando a saúde passou a lhe dar algum trabalho e teve que começar a fazer hemodiálise três vezes por semana no Recife, no Hospital Português. “Eu passei minha vida toda tocando na Curica. Quando eu toco, eu sinto alegria e responsabilidade. Eu queria, se fosse possível, que voltasse tudo pra eu ser criança de novo e voltar pra onde estou agora”. Seu Tota fala com gosto da vida. Queria que a roda girasse novamente pra viver tudo, como se tocasse mais uma vez sua música preferida. “Eu sinto saudade”.</p>
<p>A filha de Seu Tota me conta que há uns dois anos ele teve que se submeter a uma cirurgia de próstata. Algumas complicações o levaram à emergência e quando voltou pro quarto, imediatamente começou a cantar a plenos pulmões o frevo “Evocação Nº 1”. Seu Tota pergunta se queremos ouvi-lo cantar. Começa, com as mãos juntas, seguindo a batida da música, como um maestro: “Felinto, Pedro Salgado/ Guilherme, Fenelon/ Cadê teus blocos famosos?/ Bloco das Flores, Andaluzas, Pirilampos, Apôs-Fum/ Dos carnavais saudosos… pararampapã”. Enquanto canta, faz o som dos instrumentos nos intervalos da letra. “Aí isso tudo me alegra viver”, diz depois de cantar a música. “O melhor da vida é viver”, conclui com um sorriso satisfeito. Depois disso, cantou mais músicas, falou de amor, do tempo, da natureza, de Deus. “A gente ganhou da natureza 24 horas de vida. Nuca se diz não há tempo. E o tempo não é um todo”. Tirou uma foto com Dona Zezita, em frente à foto da big band na parede, e se depediu oferecendo seus cinco dedos sábios para cada um.</p>
<p><b>TRADIÇÃO</b><br />
Saio da casa de Seu Tota e volto pra Rua Direita, para sede da Saboeira. O prédio azul e branco tem uma placa grande na frente com o nome da banda. Uma escada de poucos degraus me leva pra dentro do espaço amplo, com um palco ao fundo. Manoel Jr. conversa com um rapaz no canto do palco, me pede uns minutos. Enquanto espero, ouço alto o barulho de alguns instrumentos sendo tocados. Espio da janela de uma das salas e um rapaz bem jovem bate com as baquetas nos pratos de uma bateria. Certamente um estudante da escola de formação de músicos da Saboeira. A escola já formou músicos importantes, como os Maestros Duda e Guedes Peixoto.</p>
<p>Manoel começa a me contar que ele, Edson Jr., Kall e Ademir Justino resolveram unir as forças e formar um grupo para defender as bandas musicais do município. “Um trabalho educacional e social que seja feito de forma justa” diz que é sua maior preocupação. É um grande apoiador da classe e das escolas de música mantidas por ambas as bandas, que formam especialmente crianças e jovens de baixa renda. “Eu não tive sorte, mas hoje eu não deixo faltar instrumentos”, me diz Manoel, ciente do seu papel de suma importância nessa história.</p>
<p>Na mesma noite, eu pude assistir à apresentação das bandas na sede da Saboeira. Manoel Jr. estava com o filho pequeno, observando os detalhes do encontro, como que concentrado em tudo. Um presidente. Kall estava elegante em um terno preto, um verdadeiro maestro , também concentrado, mas somente na música que saía dos instrumentos dos integrantes da Curica.</p>
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