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	<title>Portal Cultura PE &#187; Orun Santana</title>
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		<title>Pernambuco celebra França amplia programação com teatro, dança e cultura popular</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 15:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ampla programação do Pernambuco celebra França ganhou reforço. Mais três ações se somam às já anunciadas: o intercâmbio do Festival de Teatro do Agreste – FETEAG, que inclui receber espetáculos franceses, a Caravana da Cultura Pernambucana na Europa, que levará mestres da cultura popular para o país europeu, e o espetáculo de dança ‘Meia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118624" aria-labelledby="figcaption_attachment_118624" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-27-at-12.37.22.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118624" alt="Caravana da Cultura Pernambucana leva representantes do coco, da ciranda e do maracatu para a França e mais dois países" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-27-at-12.37.22-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caravana da Cultura Pernambucana leva representantes do coco, da ciranda e do maracatu para a França e mais dois países</p></div>
<p>A ampla programação do Pernambuco celebra França ganhou reforço. Mais três ações se somam às já anunciadas: o intercâmbio do Festival de Teatro do Agreste – FETEAG, que inclui receber espetáculos franceses, a Caravana da Cultura Pernambucana na Europa, que levará mestres da cultura popular para o país europeu, e o espetáculo de dança ‘Meia Noite’. As atividades reforçam e enriquecem a programação em comemoração ao Ano Cultural Brasil-França, que marca os 200 anos das relações diplomáticas entre os dois países.</p>
<p>O FETEAG &#8211; Festival de Teatro de Pernambuco receberá, na sua edição de 2025, sete espetáculos franceses na sua programação. As montagens contarão com pernambucanos no elenco, estreitando laços e integrando artistas locais e estrangeiros e seus grupos. E o diretor geral do FETEAG, Fábio Pascoal, estará na França entre os dias 6 e 14 de julho para acompanhar a programação do Festival de Avignon e do Avignon Off, dois dos mais importantes encontros internacionais das artes cênicas contemporâneas.</p>
<p>Já a Caravana da Cultura Pernambucana na Europa levará para o velho continente, também em julho, os mestres pernambucanos Arnaldo do Coco, Lu do Pneu e Anderson Miguel, além de Juninho do Coco e Nailson Vieira, representantes das tradições da ciranda, do coco e do maracatu de baque solto. O principal destino é a França, mas a Caravana também passará pela Inglaterra e por Portugal. A iniciativa é incentivada pelo Fundo pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura e inclui o registro audiovisual, workshops, shows e rodas de diálogo.</p>
<p>O bailarino, capoeirista, professor e pesquisador Orun Santana também vai à França, levando o espetáculo ‘Meia Noite’, que explora a capoeira como elemento criador e motivador do movimento, ao Festival Baluê. A inspiração vem de seu mestre e pai, Mestre Meia-noite, uma referência na dança, na capoeira, e na vida de milhares de jovens que passaram pelo Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, no Recife. A circulação incluirá uma residência artística para troca com artistas locais e passará por Paysac, na região de Ardèche, e Sète.</p>
<p>“Pernambuco é uma fonte inesgotável de expressões artísticas e culturais, e presenteia o mundo com sua criatividade. Com mais essas atividades, que representam nossa diversidade, a ampla programação do ‘Pernambuco celebra França’ se reforça e enriquece ainda mais o intercâmbio cultural promovido pelo Governo de Pernambuco neste Ano Cultural Brasil-França”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<div id="attachment_118625" aria-labelledby="figcaption_attachment_118625" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Orun-Santana-foto-Livia-Neves-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-118625" alt="O bailarino Orun Santana leva espetáculo para três cidades francesas. Foto: Livia Neves/Divulgação " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Orun-Santana-foto-Livia-Neves-Divulgação-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O bailarino Orun Santana leva espetáculo para três cidades francesas. Foto: Livia Neves/Divulgação</p></div>
<p><b>Pernambuco celebra França</b></p>
<p>Reforçando o protagonismo pernambucano no Ano Cultural Brasil-França, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria da Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais (Saespri), da Secretaria de Cultura (Secult), da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), e da Agência de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco (Adepe), apoia uma ampla programação de intercâmbios culturais, artísticos, gastronômicos e científicos de maio a novembro deste ano.</p>
<p>O Pernambuco celebra França tem parceria do Consulado Geral da França no Recife e de outros interlocutores locais como a Abrasel, Caixa Cultural, UFPE e UFRPE. Confira mais detalhes no Portal Cultura.PE <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-celebra-franca-ampla-programacao-apoiada-pelo-governo-estadual-reforca-lacos-de-amizade-nos-200-anos-de-relacoes-diplomaticas-brasil-franca">clicando aqui</a>.</p>
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		<title>Vídeo-performance &#8220;Hiatos&#8221; aborda tema da melancolia</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 20:05:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A marcação do tempo linear, separado pelas categorias de passado, presente e futuro, constitui nossa percepção ocidental de temporalidade e estrutura nossas relações com o mundo. Essa forma de habitar o tempo impacta na nossa lida com a morte, que se manifesta como algo iminente e produz coletivamente sintomas melancólicos, que são avessos às formas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83906" aria-labelledby="figcaption_attachment_83906" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Hiatos-tratadas-118.jpg"><img class="size-medium wp-image-83906" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Hiatos-tratadas-118-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orun Santana encena a performance</p></div>
<p>A marcação do tempo linear, separado pelas categorias de passado, presente e futuro, constitui nossa percepção ocidental de temporalidade e estrutura nossas relações com o mundo. Essa forma de habitar o tempo impacta na nossa lida com a morte, que se manifesta como algo iminente e produz coletivamente sintomas melancólicos, que são avessos às formas como cosmologias bantu e iorubá experienciam a vida, a morte e o tempo. Nelas, o tempo, a ancestralidade, a vida e a morte estão imbricados em um mesmo circuito de significância e essa movimentação entrelaça uma temporalidade em espiral, não-linear.</p>
<p>Entendendo a melancolia como ferida colonial ainda exposta, Hiatos, vídeo-performance escrita e dirigida por Marcela Coêlho, grafada pela performance de Orun Santana e realizada com o incentivo da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, envolve movimentações corporais comuns às linguagens da dança (contemporânea e afro-brasileira) e da performance ritual. Com duração de 7 minutos, a construção do seu enredo foi inspirada no livro Saturno nos Trópicos: a melancolia européia chega ao Brasil de Moacyr Scliar e no texto Performances da Oralitura: corpo, lugar da memória de Leda Maria Martins.</p>
<p>O estado de espírito melancólico está diretamente ligado à estagnação, ao frio e ao esgotamento do corpo e da mente. Hiatos se apresenta como uma janela de percepção desses conflitos existenciais cravados em solo brasileiro em contraposição a uma visão de mundo no qual tudo é movimento e vibração e, por isso, a melancolia não faz morada. Utilizando-se da simbologia da encruzilhada como um fluxo sagrado de intersecção entre movimentos cíclicos do cosmos, do espírito humano e do corpo, Hiatos proporciona uma experiência audiovisual em formato espiralado através de composições entre imagem e som.</p>
<p><em>“Quando abro mão da percepção linear compreendo minha verdadeira função no tempo, danço-o e movo-o como matéria viva presente em cada ação/movimento. Cada encruzilhada no caminho aciona um rito necessário para seguir adiante. Hiatos, como experimento audiovisual propõe uma visita a alguns momentos-rito, moveres-tempo e transmutação da matéria”</em>, fala Orun Santana. <em>&#8220;Além de ser uma maneira de manter a proximidade com o público durante esse contexto delicado de pandemia, trazer a performance para a linguagem audiovisual nos permitiu atingir uma expansão do corpo e potencialização dos seus códigos. Hiatos, enquanto performance ritual, é um chamado de mergulho no cerne de uma das feridas abertas em nossa história colonial e um olhar para o corpo como um caminho para transcendê-las&#8221;</em>, complementa Marcela Coêlho.</p>
<p>O link do Vimeo para acesso ao vídeo &#8220;Hiatos&#8221; será disponibilizado gratuitamente ao público, por meio da página do Instagram do projeto (<a href="https://www.instagram.com/hiatosv/" target="_blank"><strong>@hiatosv</strong></a>), às 19h, da sexta-feira (30) e poderá ser assistido até a meia-noite do dia 9 de maio (domingo) pelo público. O acesso ao link também poderá ser solicitado através do e-mail <strong>hiatosv@gmail.com</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia da vídeo-performance “Hiatos” por Orun Santana, escrita e dirigida por Marcela Coêlho<br />
Data: 30 de abril de 2021 (sexta-feira) &#8211; disponível até dia 09 de maio (domingo)<br />
Horário: 19h<br />
Exibição virtual: A partir da plataforma Vimeo, acesso direto à vídeo-performance através do link que será disponibilizado na página do instagram do projeto (<a href="https://www.instagram.com/hiatosv/" target="_blank"><strong>@hiatosv</strong></a>) ou mediante solicitação pelo e-mail <strong>hiatosv@gmail.com</strong></p>
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		<title>Teatro Arraial Ariano Suassuna entra em recesso durante o São João</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2019 19:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>

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		<description><![CDATA[Por conta do Ciclo Junino 2019, o espetáculo “Meia Noite”, de Orun Santana, não terá neste final de semana sessões no Teatro Arraial Ariano Suassuna – equipamento cultural gerido pelo Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe. A montagem volta a ter apresentações no espaço no dia 28 de junho, às 20h. A temporada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68360" aria-labelledby="figcaption_attachment_68360" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/meianoite_Easy-Resize.com_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-68360 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/meianoite_Easy-Resize.com_Easy-Resize.com_-607x444.jpg" width="607" height="444" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem volta a ter apresentações no equipamento cultural no dia 28 de junho, às 20h</p></div>
<p>Por conta do Ciclo Junino 2019, o espetáculo “Meia Noite”, de Orun Santana, não terá neste final de semana sessões no Teatro Arraial Ariano Suassuna – equipamento cultural gerido pelo Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe. A montagem volta a ter apresentações no espaço no dia 28 de junho, às 20h.</p>
<p>A temporada de “Meia Noite” no Teatro Arraial Ariano Suassuna se repete no dia 29 deste mês e em todas as sextas e sábados até o dia 6 de julho. As entradas custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia entrada), e a classificação indicativa é 10 anos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
ESPETÁCULO:  “Meia Noite”<br />
Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
Sextas e sábados até o dia 6 de julho | 20h<br />
R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia entrada)<br />
Classificação indicativa: 10 anos</p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Partindo das histórias e da figura do Mestre Meia-noite, o espetáculo explora a capoeira como elemento criador e motivador do movimento, dialogando dramaturgicamente na relação pai e filho, mestre e discípulo, sendo o intérprete filho do mestre. São utilizadas dinâmicas corporais que buscam a relação entre o corpo e a memória, como via de investigação para cena, através de perguntas e frases norteadoras: O que constitui meu corpo? Quais as memórias inscritas no corpo? Que imagens preenchem os corpos, o corpo-herança, meu eu-corpo?</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Meia Noite&#8221; inicia temporada no Teatro Arraial</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-meia-noite-inicia-temporada-no-teatro-arraial/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2019 14:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Selecionado através da convocatória púlbica de Ocupação de Pautas do Teatro Arraial Ariano Suassuno, o espetáculo “Meia Noite” estreia no equipamento cultural nesta sexta-feira (31) e fica em cartaz até o dia 6 de julho, com sessões toda sexta e todo sábado, sempre às 20h. O espetáculo solo passeia pela capoeira como elemento criador e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68923" aria-labelledby="figcaption_attachment_68923" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pietra Amanda</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Orun-Santana-FOTO-Pietra-Amanda-Pietra-02B.jpg"><img class="size-medium wp-image-68923" alt="Pietra Amanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Orun-Santana-FOTO-Pietra-Amanda-Pietra-02B-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Filho do Mestre Meia-Noite, o Bailarino Orun Santana estrela o espetáculo</p></div>
<p>Selecionado através da convocatória púlbica de Ocupação de Pautas do Teatro Arraial Ariano Suassuno, o espetáculo <strong>“Meia Noite”</strong> estreia no equipamento cultural<strong> nesta sexta-feira (31) e fica em cartaz até o dia 6 de julho, com sessões toda sexta e todo sábado, sempre às 20h.</strong> O espetáculo solo passeia pela capoeira como elemento criador e motivador do movimento, sobretudo dos corpos do Mestre Meia-noite, nome artístico de Gilson Santana, e seu filho, o bailarino <strong>Orun Santana</strong>, que estrela a apresentação. Os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) e estarão à venda na bilheteria uma hora antes do início do espetáculo.</p>
<p>Ambos brincantes e artistas do <strong>Daruê Malungo</strong>, os dois construíram suas carreiras e sua relação dentro deste universo. A obra explora ainda a capoeira como procedimento de uso de imagens e memória do corpo do dançador como elemento criador, traço marcante na obra de Orun, como artista e pesquisador no assunto. O espetáculo solo dialoga dramaturgicamente sobre a relação entre pai e filho, entre mestre, discípulo e consequente relação com a ancestralidade pessoal, principalmente masculina, na busca de uma conexão com essas energias e possíveis curas e construção de uma nova masculinidade.</p>
<p>As histórias e memórias do imaginário afro-brasileiro atuam direta e indiretamente na construção de imagens na formação do corpo negro que dança. É um diálogo com o reconhecimento de identidade, ora individual, ora coletiva, entendido na relação das limitações (gerenciadas pelo poder hegemônico), com as tentativas de construção e reconhecimento do fazer artístico do artista negro no âmbito cultural brasileiro. Entendendo que o corpo, e suas escolhas, é marcado não só pela memória, mas também pela sua trajetória.</p>
<p>“É possível buscar na história do Brasil os locais em que esses corpos foram destinados a ocupar e, consequentemente, compreender que os mesmos foram e são lugares que fundamentaram e fundamentam alguns caminhos e escolhas, apontando para uma forma de percepção e de afeção particular na arte e na dança”, explica Orun.</p>
<p>Nas décadas de 1970 e 1980, eclodiram no Recife movimentos precursores no promover de práticas de ações afirmativas através da arte e cultura negra, principalmente em comunidades da periferia. Esses movimentos deram cria a uma nova geração de artistas muito ativos na construção de uma nova realidade partindo de referenciais afro-diaspóricos, dentre eles o Mestre Meia-noite. Esse último é um dos responsáveis por criar e manter o Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, no bairro de Chão de Estrelas, na Zona Norte do Recife. Uma casa que acolhe crianças e jovens para transmitir música, dança, cultura brasileira, fincadas nas raízes negras.</p>
<p>O espetáculo solo vem compartilhar com o publico questões e problemáticas de construção identitária através da relação de Orun Santana com a figura do mestre Meia-noite e sobre as relações entre esses corpos. Orun mergulha em seus processos formativos artísticos educacionais, abrindo questões sobre corpo e a memória, enquanto artista, educador, negro, periférico e em constante relação com as de seu pai.</p>
<p>A ideia para a criação do espetáculo “Meia Noite” surgiu como proposta de um “re-enactment” (re-performance) do solo de capoeira do Mestre Meia-noite no espetáculo “Nordeste”, do Balé Popular do Recife, e continuou como pesquisa posterior para a construção da apresentação. “A capoeira é explorada como elemento criador e motivador do movimento, construindo um procedimento de uso da memória corporal, dialogando dramaturgicamente na relação pai e filho, mestre e discípulo. São utilizadas dinâmicas que buscam construções de imagens e estados corporais como via de investigação em cena”, explica o artista.</p>
<p>Orun Santana é ainda responsável por um centro de cultura e vivência em Dança, chamado A CUMBE, onde tem convidado artistas e pesquisadores para se conectar em ações de fruição e exercício do corpo. O bailarino ressalta ser a maior obra de sua trajetória como educador popular e artista da dança. Para ele, “Meia Noite” fala da trajetória de um artista, da sua própria experiência como fazedor da arte, mas que o fazer da dança pode surgir em corpos que queiram falar, contar histórias, como corpos políticos, transformadores e inquietos. No fim, a obra e vida de Orun são parte também do que ele chama de “auto-protagonismo”, onde o artista vê e compreende a ele mesmo como alguém capaz de transformar o meio a partir das suas experiências, dores e vislumbres sobre o mundo que se movimenta.</p>
<p><b>Serviço:<br />
Temporada do espetáculo “Meia noite”, de Orun Santana</b><br />
Quando: De 31 de maio a 6 de julho (sextas e sábados), sempre às 20h<br />
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife)<br />
Ingressos: R$20(inteira) e R$10 (meia)<br />
Classificação Indicativa: 10 anos</p>
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