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	<title>Portal Cultura PE &#187; Os Sertões</title>
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		<title>Secos e Turvos: uma poesia do Sertão em livro lançado no Mepe</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:22:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Guerra de Canudos, conflito armado entre uma comunidade religiosa e o Exército Brasileiro, e o missionário Antônio Conselheiro, líder do movimento popular que terminou com milhares de sertanejos mortos, inspiraram o novo livro de poemas da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Secos e Turvos, obra do escritor e dramaturgo olindense Alexsandro Souto Maior, é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114759" aria-labelledby="figcaption_attachment_114759" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Alexsandro-Souto-Maior_3-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-114759" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Alexsandro-Souto-Maior_3-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor e dramaturgo Alexsandro Souto Maior</p></div>
<p>A Guerra de Canudos, conflito armado entre uma comunidade religiosa e o Exército Brasileiro, e o missionário Antônio Conselheiro, líder do movimento popular que terminou com milhares de sertanejos mortos, inspiraram o novo livro de poemas da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). <em>Secos e Turvos</em>, obra do escritor e dramaturgo olindense Alexsandro Souto Maior, é lançado neste domingo (1º), das 15h às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife.</p>
<p>Os poemas de <em>Secos e Turvos</em> ecoam a paisagem seca do Sertão, a luta entre o homem e a terra árida, a esperança que caminha lado a lado com os sertanejos. Um exemplo é esse trecho do verso de abertura do livro, Imagem Primeira: “Se lançarmos/ o nosso olhar para os confins/ há sertões/ veredas estreitas/ um povoado ali/ outro acolá/ desolados/ enrugados/ cabecentes para cima/ à espera/ de algum mísero milagre/ ou mesmo uma rima/ tudo isso demora/ mas chega, chega”.</p>
<p>Com 112 páginas e dividido em cinco capítulos, <em>Secos e Turvos</em> traduz de forma lírica a luta do beato e da comunidade de Canudos contra a fome e a seca nordestina. A guerra ocorreu no interior da Bahia, de 1896 a 1897, no fim do século 19, na transição do regime monárquico para a República no Brasil. De acordo com Alexsandro Souto Maior, o conjunto de poemas que compõem o livro se conectam com <em>Os Sertões</em> (1902), o mais famoso relato da Guerra de Canudos, de autoria de Euclides da Cunha.</p>
<p>“<em>Secos e Turvos</em> faz esse diálogo. Agora minha referência não foi só <em>Os Sertões</em>, mas também Antônio Conselheiro. Apesar de buscar uma feitura de alegorias, de trazer a visão da imprensa do Rio de Janeiro naquela época, a maior referência é o documento científico, jornalístico, literário de Euclides da Cunha. Em tempo de embate de revisões históricas, a literatura também pode ser um espaço para não esquecer desse absurdo glorioso, desse genocídio promovido por um Brasil oficial, republicano”, declara o autor e mestre em estudos literários.</p>
<p>A organização dos versos em contornos e ziguezagues nas páginas do livro dialoga com a temática dos textos. “Hoje vejo a poesia para além dos versos comportados. Muitas vezes não enxergo o verso e nasce outra possibilidade de falar com os vazios da página. Em Secos e Turvos, senti muito a necessidade de usar a quebra da palavra, a quebra do verso como aliados nessa construção fragmentada, destroçada de um povo. Ora vejo as palavras duras como pedras ali distribuídas, ora vejo o rio da nossa história correr sofregamente”, comenta.</p>
<p>&#8220;Voltar aos grandes fatos históricos, muito estudados e debatidos, sempre requer um exercício de olhar criterioso. <em>Secos e Turvos</em> percorre paisagens e retoma personagens caros à literatura brasileira, mas o faz sob uma perspectiva lírica e visual particular, fruto de anos de pesquisa do seu autor. No processo editorial tentamos buscar formas de traduzir a atmosfera do livro também nas decisões gráficas, investindo em um acabamento mais poroso para a capa, que remete ao seco, à aridez&#8221;, observa a editora assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> Alexsandro Souto Maior é professor, graduado em letras, especializado em literatura brasileira e mestre em estudos literários. Publicou seus primeiros poemas na década de 1990 nos jornais O Pão e Diário do Nordeste, do Ceará, e é autor de <em>A Seiva</em> (2019), livro de poesias que recebeu menção honrosa pela Academia Pernambucana de Letras (APL). É também ator e diretor de teatro. Como dramaturgo venceu o Prêmio Literário Cidade de Manaus com a peça <em>Mariano, Irmão Meu</em> (2011), e o Prêmio Ariano Suassuna, com as obras <em>Tempo de Flor</em> (2018) e <em>O Misterioso Casarão de Dona Niná</em> (2020), entre outros.</p>
<p><strong>Trecho do livro</strong></p>
<p><em>“A cancela do Sertão</em><br />
<em>abre-se sobre um socalco</em><br />
<em>rochoso</em><br />
<em>admiravelmente</em><br />
<em>árido,</em><br />
<em>opaco</em><br />
<em>e vário</em><br />
<em>Ao longe</em><br />
<em>uma cortina de poeira</em><br />
<em>avermelha</em><br />
<em>o dia”</em></p>
<p><strong>Trecho do livro</strong></p>
<p><em>“a luz crua</em><br />
<em>violenta as pedras</em><br />
<em>e todos são pedras</em><br />
<em>fortemente</em><br />
<em>uma boca plena de saliva</em><br />
<em>contrasta com uma língua seca</em><br />
<em>como uma lâmina áspera</em><br />
<em>pronta para sucumbir os fraturados</em><br />
<em>os enjeitados, os fracos</em><br />
<em>Mas os sertanejos</em><br />
<em>são, sobretudo, pedras</em><br />
<em>O céu está longe!”</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro Secos e Turvos e bate-papo do autor Alexsandro Souto Maior com o poeta e crítico literário Peron Rios -</strong> <em>domingo (1º), das 15h às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças). Preço do livro impresso: R$ 45</em></p>
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		<title>Espaço Pasárgada disponibiliza coleção literária idealizada por Darcy Ribeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 13:31:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Espaço Pasárgada agora abriga em seu acervo livros da Biblioteca Básica Brasileira, produzidos pela Fundação Darcy Ribeiro e doados para a Secult-PE/Fundarpe. A coleção é formada por 50 títulos e reúne obras literárias e científicas sobre o Brasil, lançadas desde o século 16. Entre os autores, estão nomes como Euclides da Cunha, Silvio Romero, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92447" aria-labelledby="figcaption_attachment_92447" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Marília-Mendes-e-Roberto-Azoubel_Foto_Danilo-Souto-Maior_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-92447" alt="Espaço Pasárgada recebe coleção Biblioteca Básica Brasileira. Na foto, Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada e Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secult-PE. Foto: Danilo Souto Maior / Secult PE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Marília-Mendes-e-Roberto-Azoubel_Foto_Danilo-Souto-Maior_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espaço Pasárgada recebe coleção Biblioteca Básica Brasileira. Na foto, Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada e Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secult-PE. Foto: Danilo Souto Maior / Secult PE &#8211; Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">O Espaço Pasárgada agora abriga em seu acervo livros da Biblioteca Básica Brasileira, produzidos pela Fundação Darcy Ribeiro e doados para a Secult-PE/Fundarpe. A coleção é formada por 50 títulos e reúne obras literárias e científicas sobre o Brasil, lançadas desde o século 16. Entre os autores, estão nomes como Euclides da Cunha, Silvio Romero, Visconde de Taunay, Rui Barbosa, Capistrano de Abreu, Lima Barreto, Manuel Bonfim e Alcântara Machado.</p>
<p>A coleção encontra-se disponível para consulta pública na Biblioteca Waldemar Lopes, no Espaço. “Para nós, é muito importante receber essas obras porque reitera o fato do espaço estar sempre vivo. A casa está em um local privilegiado, no centro do Recife, o que facilita o acesso de quem queira nos visitar”, destaca Marília Mendes, gestora do Pasárgada, localizado na Rua da União, nº 263.</p>
<p dir="ltr">Para Roberto Azoubel,  coordenador de Literatura da Secult-PE, essa coleção apresenta uma característica muito importante: o fato de os livros terem sido selecionados pelo próprio Darcy Ribeiro (1922-1997),  antropólogo, sociólogo e escritor brasileiro. &#8220;Cada uma das obras possui um prefácio atual, escrito por intelectuais que as contextualizam por meio de ensaios contemporâneos acerca&#8221;, ressalta.</p>
<p dir="ltr">A Secult/Fundarpe recebeu ao todo 50 edições da coleção, com 50 livros cada, que estão sendo distribuídos por todo o Estado. A coleção tem como base os temas gerais definidos por Darcy Ribeiro: O Brasil e Os Brasileiros; Os Cronistas da Edificação; Cultura Popular e Cultura Erudita; Estudos Brasileiros; e Criação Literária.</p>
<p dir="ltr">Infelizmente, Ribeiro não conseguiu testemunhar o fruto de sua curadoria literária sendo distribuído Brasil afora, pois ele faleceu antes do lançamento e distribuição da coleção que havia idealizado. Coube então à Fundação que carrega seu seu nome ter dado prosseguimento e concretizado o desejo do intelectual mineiro. Mais detalhes sobre a Biblioteca Básica Brasileira no link: <a href="http://www.fundar.org.br/publicacoes/biblioteca-basica-brasileira">www.fundar.org.br/publicacoes/biblioteca-basica-brasileira</a> .</p>
<div id="attachment_92448" aria-labelledby="figcaption_attachment_92448" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Foto_Danilo-Souto-Maior_SecultPE_Fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-92448" alt="Foto: Danilo Souto Maior / Secult PE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Foto_Danilo-Souto-Maior_SecultPE_Fundarpe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Danilo Souto Maior / Secult PE &#8211; Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr"><strong>Biblioteca Waldemar Lopes</strong></p>
<p dir="ltr">Inaugurado em 1999, o espaço cultural recebeu esse nome como uma forma de homenagear o poeta Waldemar Lopes, amigo de Manuel Bandeira, leitor insaciável e de essencial importância na literatura brasileira. A biblioteca foi composta inicialmente por livros doados pelo então homenageado e por obras editadas pela antiga gráfica da Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">Em 2013, houve a necessidade de requalificar e especializar o acervo em literatura pernambucana, em função da vocação literária e de memória do Espaço Pasárgada, exaltando a importância para a cultura nacional da obra literária do poeta pernambucano Manuel Bandeira. A Biblioteca Waldemar Lopes foi reinaugurada em dezembro de 2014.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong></p>
<p dir="ltr">Biblioteca Waldemar Lopes</p>
<p dir="ltr">Rua da União, 263, Boa Vista – Recife</p>
<p dir="ltr">Visitação: Segunda a sexta, das 10h às 16h</p>
<p dir="ltr">Telefone: (81) 3184.3165 &#8211; Entrada Gratuita</p>
<p dir="ltr">E-mail: pasargada.fundarpe@gmail.com</p>
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		<title>Bruno Lins: “Estamos numa viagem rumo à pureza da música”</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 18:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana, a seção Eu Indico conta com a participação do cantor, poeta e compositor Bruno Lins, vocalista da banda Fim de Feira. Dono de uma verve poética que dialoga com as mais arraigadas tradições nordestinas, porém, com olhos, mente e coração ligados no cotidiano contemporâneo, Bruno e seu Fim de Feira reprocessam o forró [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Bruno-Imprensa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16443" alt="Beto Figueirôa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Bruno-Imprensa-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a></p>
<p>Esta semana, a seção <strong>Eu Indico</strong> conta com a participação do cantor, poeta e compositor Bruno Lins, vocalista da banda Fim de Feira. Dono de uma verve poética que dialoga com as mais arraigadas tradições nordestinas, porém, com olhos, mente e coração ligados no cotidiano contemporâneo, Bruno e seu Fim de Feira reprocessam o forró de forma singular, sem se perder de suas raízes.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas, ele indica o disco “A Idade dos Metais”, primeiro álbum da banda <a href="http://www.ossertoes.rec.br/" target="_blank"><strong>Os Sertões</strong></a>, que traz à frente o cantor, compositor e instrumentista arcoverdense Clayton Barros.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/A-CLAYTON-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16441" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/A-CLAYTON-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>O recorde de primeiro lugar do CD que mais tempo tocou no som do meu carro, exatos 6 meses, 12 dias e 18 horas é do disco “Highway 61 Revisited,” de Bob Dylan. Logo na sequência, um disco de música brasileira, de um sertanejo com olhos no mundo, chamado Clayton Barros.</em></p>
<p><em>Da primeira vez que meu velho Pioneer sugou “A Idade dos Metais” e ejetou o calibre de som d’Os Sertões, eu percebi que era um caso de amor inseparável. Ainda não muito pra sacudir a hegemonia do velho Zimmerman, mas de certo, acredite, a coisa era séria!</em></p>
<p><em>“A Idade dos Metais” foi girando em espiral e, como num sonho, eu pude visitar alamedas, bulevares e avenidas. Vi a chuva cair naquela velha mangueira do quintal, onde meu carro de lata pegava uma sombra, quando sombra havia. Pude ver também minha vida, sei nem quantas vezes, recomeçar do zero, e até me lembrar que Zé Ramalho é o Bob Dylan mais nordestino de Brejo do Cruz.</em></p>
<p><em>Ainda hoje esse disco d’Os Sertões toca no meu som, e toda vez que eu ouço aquele barulho de carro ligando dá pra ter certeza de que estamos numa viagem rumo à pureza da música. Seja na Highway 61 ou na BR 232, no caminho de Arcoverde</em>”.</p>
<p>Conheça um pouco do disco &#8220;A Idade dos Metais&#8221;, da banda Os Sertões.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/45581432&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/0P5SEH8PsWA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Uma noite para lembrar Dominguinhos</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jul 2013 20:51:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Ana Elisa Freire A Esplanada Guadalajara teve, nesta quarta-feira (24/7), uma noite linda de homenagens ao mestre Dominguinhos em todas as apresentações do palco. Os artistas Paulinho Groove, Adiel Luna, Os Sertões, Santanna e Maciel Melo, de uma forma ou de outra, prestaram homenagens ao músico, falecido . Santanna, quarta atração da noite, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4079" aria-labelledby="figcaption_attachment_4079" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-221.jpg"><img class="size-medium wp-image-4079" alt="Santanna (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-221-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Santanna (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr">Por Ana Elisa Freire</p>
<p dir="ltr">A Esplanada Guadalajara teve, nesta quarta-feira (24/7), uma noite linda de homenagens ao mestre Dominguinhos em todas as apresentações do palco. Os artistas Paulinho Groove, Adiel Luna, Os Sertões, Santanna e Maciel Melo, de uma forma ou de outra, prestaram homenagens ao músico, falecido .</p>
<p>Santanna, quarta atração da noite, além de apresentar os seus maiores sucessos e fazer o público forrozar mesmo embaixo de chuva e frio, separou uma parte do seu show para homenagear o mestre da sanfona. “Mesmo triste, a gente fica alegre por ele ter passado esse tempo com a gente e ter deixado essas músicas lindas”, contou emocionado o músico. “O cantador” ainda relembrou sucessos seus como Tamborete de Forró, Ana Maria e Pra nunca mais tu me deixar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_4080" aria-labelledby="figcaption_attachment_4080" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-231.jpg"><img class="size-medium wp-image-4080" alt="Maciel Melo (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-231-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Melo (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr">Maciel Melo, última atração da noite, trouxe para a Guadalajara um show especial de comemoração dos seus 30 anos de carreira, que também teve homenagens a Dominguinhos. “Mudei um pouco o repertório para poder homenagear ele.” Maciel contou que participou do penúltimo show do mestre sanfoneiro. “Eu cantei seus sucessos e ele me acompanhou na sanfona”, contou. Para ele, gente como Dominguinhos não é todo dia que se encontra. “Ele era um gênio, daquelas figuras que aparecem de 100 em 100 anos, mas não temos que ficar tristes, nós temos que continuar o seu trabalho e levar a sua música adiante.”</p>
<p dir="ltr">Homenagem</p>
<p dir="ltr">Sanfoneiros, amigos e músicos de Pernambuco se reuniram no palco para homenagear Dominguinhos cantando duas músicas do mestre, após o show de Santanna. O clima de emoção tomou conta da Guadalajara no adeus do público e dos artistas. Estiveram presentes na homenagem Irah Caldeira, Rogério Rangel, Andrezza Formiga, Roberto Cruz, Ronaldo César, Bruno Lins, além da Sociedade dos Forrozeiros Pé-de-Serra e Ai!.</p>
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		<title>Andrea Amorim cor de Bossa Nova</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2013 18:05:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Guilherme Gatis Andrea Amorim é um orgulho para Garanhuns. Quando terminou seu show, ao lado do mestre da Bossa Nova Roberto Menescal, Amorim teve a missão de retribuir o carinho e a atenção de seu Fã-Clube, que acompanha desde muito cedo as várias fases da cantora. “Gosto da música de Andrea desde a época [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Por Guilherme Gatis</p>
<p dir="ltr">Andrea Amorim é um orgulho para Garanhuns. Quando terminou seu show, ao lado do mestre da Bossa Nova Roberto Menescal, Amorim teve a missão de retribuir o carinho e a atenção de seu Fã-Clube, que acompanha desde muito cedo as várias fases da cantora. “Gosto da música de Andrea desde a época que ela cantava nas calçadas, quando a fama ainda não tinha chegado”, comenta a fã Ana Cláudia de Oliveira.</p>
<p dir="ltr">Esta foi a 11a vez que Andrea Amorim participou do Festival de Inverno de Garanhuns. A primeira com o novo show, Bossa de Alma Nova, fruto de uma amizade entre a cantora e Menescal, que se conheceram em um concurso musical na cidade das flores, em 2007.</p>
<p dir="ltr">Esses seis anos entre o primeiro contato e a apresentação no FIG foram o tempo certo para que Amorim incorporasse essa nova alma. “Vejo essa minha guinada para a Bossa Nova como um processo natural da minha evolução musical”, comenta Amorim.</p>
<p dir="ltr">Menescal, por sua vez, viu em Amorim uma voz firme e também uma parceira dedicada e atenciosa. “Andrea é uma ótima companheira de palco, muito tranquila, sem frescuras nem afetações. Ela sabe onde pode chegar e se dedica muito para isso”.  A cantora já foi várias cores nesses onze anos de FIG, mas é na cor de Bossa Nova que Amorim encontrou sem maior brilho.</p>
<p dir="ltr">Esplanada Guadalajara</p>
<p dir="ltr">Nesta quarta-feira o maior palco do FIG se rende ao Forró, seja ele com uma pegada mais acelerada e desconstruída com Os Sertões, seja reverenciando o mestre Dominguinhos, nas vozes de Maciel Melo e Santanna. Confira a programação completa abaixo:</p>
<p dir="ltr">21h – Paulinho Groove</p>
<p dir="ltr">22h10 – Adiel Luna</p>
<p dir="ltr">23h20 – Os Sertões</p>
<p dir="ltr">0h30 – Santanna</p>
<p dir="ltr">1h40 – Maciel Melo</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Música contemporânea encerrou festival em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 21:04:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Vila Nova Um grande e instigado público compareceu à última noite de shows do FPNC Moxotó – neste sábado, 20/4. Celebrando a passagem do festival por Arcoverde e outras seis cidades da região, além do legado positivo que o evento deixa para o fomento da cultura local e a circulação dos artistas, moradores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4928" aria-labelledby="figcaption_attachment_4928" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666637323_041344c216_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4928" alt="Público no encerramento do Palco Nação Cultural em Arcoverde (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666637323_041344c216_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público no encerramento do Palco Nação Cultural em Arcoverde (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></p>
<p>Um grande e instigado público compareceu à última noite de shows do FPNC Moxotó – neste sábado, 20/4. Celebrando a passagem do festival por Arcoverde e outras seis cidades da região, além do legado positivo que o evento deixa para o fomento da cultura local e a circulação dos artistas, moradores e visitantes conferiram performances marcantes de alguns destaques da cena musical contemporânea.</p>
<div id="attachment_4929" aria-labelledby="figcaption_attachment_4929" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667778890_23bc2d3a87_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4929" alt="Marcelo Jeneci foi um dos convidados do show de Vertin Moura, que abriu a noite (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667778890_23bc2d3a87_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Jeneci foi um dos convidados do show de Vertin Moura, que abriu a noite (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Abrindo a noite, o show do cantor e compositor Vertin Moura, natural de Juazeiro (BA), foi marcado pela delicada combinação que o artista realiza entre a poesia e o teatro, além das participações especiais. Entre elas, a dos cantores Helton Moura e Marcelo Jeneci.</p>
<div id="attachment_4930" aria-labelledby="figcaption_attachment_4930" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666673229_c1ff4b352d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4930" alt="A batida eletrônica da dupla Radiola Serra Alta foi bem recebida pelo público (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666673229_c1ff4b352d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A batida eletrônica da dupla Radiola Serra Alta foi bem recebida pelo público (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>De Triunfo (PE), veio a dupla Radiola Serra Alta e sua mistura sonora arrojada, híbrida das tradições populares, como o coco de roda e a embolada, diluídos nas batidas eletrônicas do drum’n’bass e do house. Trajados de O Careta e A Veinha, personagens típicos do Alto Sertão do Pajeú, a dupla fez sua primeira apresentação em Arcoverde.</p>
<div id="attachment_4931" aria-labelledby="figcaption_attachment_4931" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667765480_f7669d076e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4931" alt="Ex-Cordel do Fogo Encantado, Clayton Barros liderou apresentação da banda Os Sertões (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667765480_f7669d076e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ex-Cordel do Fogo Encantado, Clayton Barros liderou apresentação da banda Os Sertões (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Quando o arcoverdense Clayton Barros e toda a turma de Os Sertões subiram ao palco, uma espécie de alegria daquelas que a gente sente quando volta pra casa ou está em família tomou conta da Praça Virgínia Guerra. Mesmo apresentando o repertório do primeiro álbum do grupo (“A Idade dos Metais”), não faltaram homenagens ao Cordel do Fogo Encantado e ao samba de coco, dois ícones culturais do Moxotó.</p>
<div id="attachment_4932" aria-labelledby="figcaption_attachment_4932" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666646925_dc13c18b05_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4932" alt="O cantor Otto fez seu primeiro show na cidade (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666646925_dc13c18b05_z-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Otto fez seu primeiro show na cidade (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>O encerramento da noite coube ao cantor Otto, que trouxe à cidade o show da turnê “The moon 1111′, com a participação da Jambroband (Fernando Catatau e Junio Boca nas guitarras, Rian Bezerra no baixo, Carranca na bateria e Toca Ogan, Marcos Axé e Male na percussão). Em seu primeiro show na cidade, Otto não escondeu a alegria por cantar na região que o inspira como artista. Como resultado, além das músicas do novo álbum e algumas também do anterior “Certa manhã acordei de sonhos intranquilos”, o cantor abriu espaço no set list para o coco e finalizou sua apresentação convidando novamente ao palco o líder de Os Sertões e ex-Cordel, Clayton Barros.</p>
<p>A próxima parada do FPNC é Caruaru, agora em maio. Em breve, traremos mais informações. Até lá!</p>
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		<title>Para montar e desmontar o Sertão</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 01:37:20 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4322" aria-labelledby="figcaption_attachment_4322" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2012/05/sertões-estrangeiros.jpg"><img class="size-medium wp-image-4322" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2012/05/sertões-estrangeiros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Sertões estrangeiros”, com o escritor Ronaldo Correia de Brito (dir.) e jornalista Fabiana Moraes (centro), sob mediação de Schneider Carpegianni</p></div>
<p>O que é sertão? Contemporâneo, ultrapassado, mítico, sem tempo? De que matéria é feito, que cara tem? Qual a sua influência sobre a expressão artística de quem nasce ou vive aí? Essas perguntas foram feitas, direta ou indiretamente, na mesa de debates “Sertões estrangeiros”, de ontem (19/05), com a participação da jornalista Fabiana Moraes e do escritor Ronaldo Correia de Brito, e mediada por Schneider Carpeggiani.</p>
<p>Tanto a jornalista quanto o escritor, cada um dentro das possibilidades que cabem nos seus exercícios, experimentam lançar um olhar diverso sobre o sertão em seus trabalhos. Veja um pequeno depoimento dos convidados falando sobre o sertão nos seus livros:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/qWBd94hUW6g" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/tT9ewBa3lDE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O sertão que mudou, que incorporou elementos urbanos e que já não tem mais correspondência com a ideia do lugar prevalentemente agrário, esteriotipado e fechado ao que é moderno. Essa foi a tônica da mesa, que mexeu com qualquer ideia pronta sobre o sertão e os sertanejos. Diante disso, Fabiana Moraes fala da necessidade de desmonte da ideia pré-concebida de uma arte brasileira ou sertaneja. Ou seja, de uma arte que se engessa e se curva diante de um modelo. Mas um desmonte que não seja negação, e sim um forma não viciada de olhar e tratar o tema.</p>
<p>Ronaldo Correia de Brito fala dos personagens estereotipados da dita literatura regionalista, e da emergência de reinventar esses modos de ver o sertão. Para ele, o sertão mudou. “Então é natural que tudo isso mude, e que a literatura, a música, a poesia popular, não continuem investindo numa ética não existente. Insitindo num naturalismo não mais existente. Copiando este modelo, este esteriótipo de mundo, de personagens”, afirma.</p>
<p>Ouça também um trecho de<em> Galiléia</em> (de Ronaldo Correia de Brito) e de <em>Os Sertões</em> (livro-reportagem de Fabiana Moraes), lidos pelos próprios autores durante a mesa:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/2m19rBzzm8U" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/A-p3ixJrltQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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