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	<title>Portal Cultura PE &#187; osman lins</title>
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		<title>Cepe e Editora UFPE lançam no Mepe a 3ª edição de obra rara de Osman Lins</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 18:39:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115592" aria-labelledby="figcaption_attachment_115592" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13.jpg"><img class="size-medium wp-image-115592" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Osman Lins</p></div>
<p>No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em>, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal de Pernambuco, é um ensaio profundo, irônico e ousado, com recursos do campo da ficção, sobre o ofício de escrever e a relação do escritor (e da escrita) com o mundo &#8211; dos editores e leitores aos censores. Produzido no fim da década de 1960, e atualmente uma raridade, o título é apresentado nesta sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), nas Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>&#8220;A reedição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> é de enorme contribuição para o debate público sobre a literatura na atualidade. Como intelectual latino-americano, Osman Lins sempre insistiu na necessidade do escritor engajar-se no enfrentamento dos problemas e desafios de seu país. É um escritor combativo, muito mais do que polemista&#8221;, declara o professor e organizador do livro, Fábio Andrade. Nascido no município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, Osman Lins morreu precocemente, na cidade de São Paulo, em 8 de julho, três dias depois de completar 54 anos.</p>
<p>Com 332 páginas e capa de Ildembergue Leite, a nova edição tem uma pequena iconografia (imagens em preto e branco) que remete ao período de elaboração do livro e a sua repercussão, e um índice onomástico com pensadores, escritores e artistas citados pelo autor. &#8220;Fiz a apresentação, que busca assinalar certos aspectos do livro sintonizados com nosso tempo, e acrescentei notas que têm como principal objetivo ressaltar certos diálogos do pensamento crítico de Osman Lins com sua própria produção literária&#8221;, informa Fábio Andrade.</p>
<p>Osman Lins é autor de romances (<em>Avalovara</em>, <em>O Visitante</em>, <em>O Fiel e a Pedra</em>), contos (<em>Os Gestos</em>), narrativas (<em>Nove</em>, <em>Novena</em>), relatos de viagem (<em>Marinheiro de Primeira Viagem</em>), obra para teatro (<em>Lisbela e o Prisioneiro</em>) e ensaios. &#8220;Poucas, sabe-se, as possibilidades de alcançarmos, neste ofício, a recompensa de um livro duradouro. Por mais que cerremos o espírito aos desvios, destinam-se os escritos literários, em grande maioria, à existência curta: 80% desaparecem em um ano, 99% em 20 anos. Um massacre em que poucos sobrevivem&#8221;, escreveu o autor em <em>Guerra sem Testemunhas</em>.</p>
<p>No livro ele faz a defesa da escrita como ofício: &#8220;O profissional é aquele que professa &#8211; e professar, mais do que exercer, é abraçar, seguir. A ideia, portanto, deve envolver uma noção de entrega, de responsabilidade e de fé&#8221;. Traz reflexões sobre o trabalho criativo, a crítica literária, a circulação de livros, os leitores, o mercado editorial, as dificuldades para publicação de livros, a demora na análise de originais por parte das editoras e os espaços na mídia. Também reage à remuneração do escritor baseada no número de livros vendidos e não pela quantidade de exemplares impresso e à falta de republicação de obras esgotadas de autores novatos.</p>
<div id="attachment_115594" aria-labelledby="figcaption_attachment_115594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-115594" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritro Fábio Andrade</p></div>
<p>&#8220;<em>Guerra sem Testemunhas</em> é uma obra que merece ser mais reconhecida. Ensaio preciso, profundo e criativo. É, como aponta o organizador Fábio Andrade, um livro quase solitário na produção brasileira do século 20, com um olhar provocante sobre o ofício — e a solidão — do escritor diante do sistema literário e da sociedade. Nesta terceira edição, com notas e nova apresentação, a Cepe Editora e a Editora UFPE se unem para trazer de volta às prateleiras um título que estava se tornando uma raridade e que merece novas e renovadas leituras&#8221;, afirma o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Para Fábio Andrade, com a republicação do título &#8220;a maior conquista é justamente dar visibilidade, 50 anos depois, a um livro que ainda recende a pura pólvora, num país cheio de problemas estruturais graves e com certos setores elogiando nostalgicamente a opressão que Osman Lins tanto combateu&#8221;.</p>
<p><strong>FAMÍLIA -</strong> &#8220;Além de romances, contos, peças de teatro, textos para jornais e TV (episódios de <em>Caso Especial</em> da TV Globo), Osman Lins, meu pai, escreveu ensaios. Ora alguns que estudavam outros escritores (como Lima Barreto), ora sobre as dificuldades que enfrentam todos aqueles que se dedicam ao ofício de escrever. Lembro-me de um fato corriqueiro que muito o irritava, quando viajávamos juntos. A cada hotel a pergunta na recepção. Profissão? &#8216;Escritor&#8217;, ele respondia. Porém, o funcionário de plantão sempre indagava: &#8216;Como? Profissão?&#8217;. E ele, irritadíssimo, ratificava quase soletrando: &#8216;Es-cri-tor&#8217;. Isso acontecia até mesmo no exterior&#8221;, recorda a jornalista Letícia Lins.</p>
<p>&#8220;Tal comportamento traduz a forma como ele colocava em primeiro plano o ato de escrever, assim como a sagrada importância da palavra, a ferramenta de seu ofício. &#8216;Uma coisa não existe realmente enquanto não nomeada&#8217;. Para ele, se não pudesse escrever era melhor morrer. E usou de toda a alquimia que encontrou para produzir contos, peças, romances. Porém, apesar da dedicação, ser escritor no Brasil nunca foi fácil. Principalmente no fim dos anos 1960, quando o Brasil vivia uma ditadura e encarava a arte de criar como subversão. E cabia ao criador driblar as limitações políticas e a censura&#8221;, observa.</p>
<p>&#8220;Em <em>Guerra sem Testemunhas</em> há questionamentos que ele fez que ocorrem, ainda com mais intensidade, no século 21. Naqueles tempos, em que nem se sonhava com internet, ele questionava: &#8216;Caminha o livro para a extinção ou está mais vivo do que nunca?. Há pergunta mais atual? Também analisa o papel da literatura frente às comunicações de massa e a realidade política. Há discussão mais necessária hoje do que essa?&#8221;, destaca Letícia Lins.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> e bate-papo com os professores Fábio Andrade e Eduardo César Maia -</strong> <em>sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife-PE). Preço do livro: R$ 70 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_115593" aria-labelledby="figcaption_attachment_115593" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115593" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</p></div>
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		<title>Exposição no Mepe celebra centenário de Osman Lins com diálogo entre literatura e artes visuais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 15:40:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) apresenta uma exposição especial que celebra o centenário de Osman Lins, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Com curadoria de Elizabeth Hazin, a mostra O Retábulo de Lins explora o universo literário do escritor por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114855" aria-labelledby="figcaption_attachment_114855" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114855" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">Os artistas plásticos pernambucanos que integram a exposição O Retábulo de Lins</p></div>
<p>De 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) apresenta uma exposição especial que celebra o centenário de Osman Lins, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Com curadoria de Elizabeth Hazin, a mostra <em>O Retábulo de Lins</em> explora o universo literário do escritor por meio de um diálogo fascinante com as artes visuais, inspirado na obra <em>Retábulo de Santa Joana Carolina</em>, que integra o livro <em>Nove, Novena</em> (1966).</p>
<p>A exposição propõe uma releitura da obra de Osman Lins por meio de 12 artistas plásticos pernambucanos, que interpretaram os 12 mistérios do retábulo da personagem Joana Carolina em pinturas únicas. São eles: Maurício Arraes, Romero Andrade, Roberto Ploeg, Álvaro Caldas, Clériston Andrade, Timóteo, Jéssica Martins, Rikia Amaral, Tereza Pernambucano, Vânia Notaro, Fabiola Pimentel e Antônio Henrique. Cada tela expande o significado literário levando o público a vivenciar a profundidade e as complexidades do texto de Osman Lins em uma experiência visual.</p>
<p>Além de revisitar o legado literário de Osman, a exposição ressalta sua relação com as artes visuais, enriquecida por referências a diversos campos do conhecimento, como geometria, música, matemática, alquimia, astrologia, filosofia e arquitetura. Inspirado, em parte, por sua vivência na França em 1961, Lins integrou esses elementos de forma única em sua obra e a exposição visa celebrar essa riqueza.</p>
<p>A programação inclui uma apresentação da Orquestra de Câmara Criança Cidadã e um desfile da estilista Eliane Mello, com a Coleção Osman Lins, inspirada no universo do autor. Segundo Rinaldo Carvalho, diretor do Mepe, essa é uma oportunidade especial para que o público conheça e revisite o legado literário de Osman Lins: “É uma celebração tanto para aqueles que já conhecem suas obras quanto para aqueles que terão a chance de descobrir a profundidade desse grande escritor. O Mepe se sente honrado em acolher esta homenagem”, afirma o gestor.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Exposição <em>O Retábulo de Lins</em> -</strong> <em>de 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças, Recife). Curadoria: Elizabeth Hazin</em></p>
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		<title>Livros de Osman Lins e Hermilo Borba Filho esgotados há 40 anos são relançados no Mepe</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 18:00:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71804" aria-labelledby="figcaption_attachment_71804" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Corrrespondência-Agá-e-Casos-Especiais.png"><img class="size-medium wp-image-71804" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Corrrespondência-Agá-e-Casos-Especiais-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lançamentos históricos trarão de volta às prateleiras obras esgotadas há 40 anos</p></div>
<p>Obras literárias de dois pernambucanos que se inserem entre os mais importantes da literatura brasileira do século 20, “Agá” (Hermilo Borba Filho) e “Os casos especiais” (Osman Lins), há mais de 40 anos esgotadas, ganham novas edições pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). O lançamento acontecerá na quinta-feira (26), no Museu do Estado de Pernambuco, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, a partir das 19h. Na mesma noite, a Cepe também lançará “Osman e Hermilo – Correspondência”, livro organizado pelo professor do Departamento de Letras da UFPE Anco Márcio Tenório, que reúne as cartas trocadas entre os dois escritores, nos idos de 1965 a 1976.</p>
<p>Pernambucanos da Zona da Mata Sul, homens do teatro e da literatura, Hermilo e Osman mantiveram uma profunda amizade ao longo de 17 anos &#8211; interrompida em 1976, com a morte de Hermilo. Com os lançamentos, a produção literária desses dois escritores que convergiram em tantos aspectos será avaliada em bate-papo que reunirá o editor da Cepe, Wellington de Melo, o professor Anco Márcio Tenório e o jornalista e pesquisador Adriano Portela, que assina o prefácio e notas de “Os Casos Especiais”, roteirizados por Osman Lins.</p>
<p>Último livro publicado em vida por Hermilo, considerado um dos mais experimentais textos literários, Agá mergulha no realismo mágico para trazer à tona uma contundente reflexão sobre a condição humana diante da opressão de estados totalitários. Publicado pela primeira vez em 1974, em plena ditadura militar, inovou ao recorrer à estética dos quadrinhos, fazendo um resgate histórico de quase 500 anos de tortura e opressão (capítulo O Livro dos Mortos).</p>
<p>“Hermilo testou os limites do gênero romanesco ao produzir uma consistente narrativa experimental, fragmentária, polifônica e híbrida, em que prosa se intercala com gênero dramático e com uma HQ desenhada pelo artista plástico José Cláudio”, diz Wellington de Melo. A edição da Cepe apresenta capítulo inédito (Eu, o morto-carregando-o-vivo) e ensaio crítico de Luiz Roberto Leite Faria, autor do estudo “O grotesco e as imagens do corpo no romance Agá de Hermilo Borba Filho”.</p>
<p>Já Osman Lins, um dos mais duros críticos da indústria cultural brasileira, quis provar, em plena censura, que poderia levar um produto de maior qualidade para a televisão, avançando em relação aos formatos enlatados importados dos Estados Unidos. Por causa disso, se aventurou a escrever roteiros.</p>
<p>A Cepe faz o resgate de três dessas narrativas e publica Os casos Especiais, obra exibida em episódios pela Rede Globo, na década de 1970. Assim, o escritor tornou-se o primeiro ficcionista brasileiro a escrever direto para TV com os episódios de “A ilha no espaço”, “Quem era Shirley Temple?” e “Marcha fúnebre”, dirigidos, respectivamente, por Cassiano Gabus Mendes, Paulo José e Sérgio Brito. Mais tarde, em 1978, os textos foram reunidos e publicados por Raul Wasserman, diretor da Editora Summus, e só agora, 41 anos depois, reeditados.</p>
<p>Aluno e depois amigo de Hermilo, Osman se mudou para São Paulo e até a morte do amigo trocou com ele 199 cartas. Essas missivas, descritas por Anco Márcio Tenório como um diálogo epistolar, foram reunidas na obra “Osman e Hermilo – Correspondência”, após pesquisa nos arquivos da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), no Rio de Janeiro, e no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Trata-se de um precioso documento histórico que revela traços de afinidade e de discordância entre os dois escritores pernambucanos. As correspondências retratam o momento histórico vivido à época, revelam imbróglios e dificuldades dos escritores para publicar um livro e receber das editoras pelo trabalho realizado e escancaram os percalços da vida pessoal de ambos. Nas linhas, é possível ainda observar o pioneirismo dos dois em abrir caminho para a tradução de suas obras e penetração nos mercados americano e europeu.</p>
<p><b>Serviço:</b><br />
Lançamento de Agá (Hermilo Borba Filho), Casos Especiais (Osman Lins) e Osman e Hermilo – Correspondência (organização de Anco Márcio Tenório)<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças, Recife)<br />
Quinta-feira, 26 de setembro, às 19h<br />
Agá, de Hermilo Borba Filho – R$ 50 (impresso) e R$ 15 (e-book)<br />
Os casos especiais, de Osman Lins – R$ 25 e R$ 7 (e-book)<br />
Osman e Hermilo – Correspondência – R$ 60 (impresso) e R$ 18 (e-book)<br />
Valor do combo (compra dos três livros) – R$ 120</p>
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		<title>Lançamento histórico da Cepe traz Osman e Hermilo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Sep 2019 16:01:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lançará novas edições de &#8220;Agá&#8221; (Hermilo Borba Filho) e &#8220;Os Casos Especiais&#8221; (Osman Lins). O evento está programado para a próxima quinta-feira (26).]]></description>
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<p>A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lançará novas edições de &#8220;Agá&#8221; (Hermilo Borba Filho) e &#8220;Os Casos Especiais&#8221; (Osman Lins). O evento está programado para a próxima quinta-feira (26).</p>
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