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	<title>Portal Cultura PE &#187; OSSOS</title>
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		<title>Coletivo Angu de Teatro encena &#8216;Ossos&#8217; no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 19:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[coletivo angu]]></category>
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		<description><![CDATA[com informações da Assessoria  Uma história de amor, exílio e morte. Ossos narra a viagem do dramaturgo Heleno de Gusmão de volta a suas lembranças e origens, a pretexto de entregar os restos mortais do seu amante aos familiares. A montagem do Coletivo Angu de Teatro borra as fronteiras entre música, dança e representação, de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37003" aria-labelledby="figcaption_attachment_37003" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Joanna Sultanum</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos.jpg"><img class="size-medium wp-image-37003" alt="Joanna Sultanum   " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foram oito meses de trabalho sobre o texto de Marcelino Freire</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>com informações da Assessoria </em></p>
<p style="text-align: left;">Uma história de amor, exílio e morte. Ossos narra a viagem do dramaturgo Heleno de Gusmão de volta a suas lembranças e origens, a pretexto de entregar os restos mortais do seu amante aos familiares. A montagem do Coletivo Angu de Teatro borra as fronteiras entre música, dança e representação, de 11 a 26 de junho, no Teatro Apolo.</p>
<p>Mediado por interferência de um coro de Urubus, os fatos são apresentados de modo não linear, embaralhando começo, meio e fim. Uma parte se desenrola num submundo paulistano, povoado por diferentes classes de retirantes nordestinos, e outra se dá na estrada que leva o escritor até Sertânia, no interior de Pernambuco.</p>
<p>É a primeira vez que o Coletivo interpreta um texto dramático. E este foi escrito por Marcelino Freire a pedidos do grupo que começou a carreira encenando o seu livro de contos Angu de Sangue. A montagem de Ossos é patrocinada pelo prêmio Myriam Muniz da FUNARTE &#8211; Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
<p>O Coletivo Angu de Teatro, desde seu nascimento, escolheu falar diretamente para a plateia, sem muitas voltas, sobre temas emergentes, sobre questões urgentes de nossa realidade e desta vez não poderia ser diferente. Com temática LGBT, Ossos mostra sem eufemismos o lado humano e sentimental de personagens ainda estigmatizados como a travesti e o garoto de programa.</p>
<p>O caráter político e a contundência de sua crítica social são marcantes nessa montagem, que se faz mais do que necessária nos dias de hoje. O texto revela as fraturas expostas de nossa sociedade transportadas para o palco sem panfletarismo.</p>
<p>Durante os oito meses de trabalho sobre o texto, a encenação foi pensada sob a ótica do personagem central: o dramaturgo Heleno de Gusmão. Sua perspectiva, sua concepção de mundo, norteiam a dramatização da subjetividade dos eventos, como fragmentos de memória, como cenas de um sonho, como presentificação de uma vida supra real. Ele aparece em cena ora falando diretamente para o público, ora mergulhando no reviver de suas lembranças. Isso nos permite instaurar na cena distorções da realidade e valorizar o caráter simbólico de coisas e pessoas.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-37004" alt="Joanna Sultanum   " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Numa atmosfera de sonho e pesadelo, carregada de sombras, luz irreal, formas bizarras e distorções visuais, a peça busca alcançar o rompimento de categorias como tempo e espaço. No palco, a história dá pulos para a frente e para trás. A narrativa é fragmentada, quase como num processo cinematográfico, explorando cortes secos, sobreposições e fusões de cenas.</p>
<p>Marcelino, no próprio texto, faz muitas referencias à sétima arte. Não por outro motivo o espetáculo explora fortes traços expressionistas, remetendo ao Cinema Noir e aos Road Movies. Como afirmava Kurt Pinthus &#8211; um dos precursores do expressionismo alemão, o Teatro precisa deixar “o mundo do espírito atuar no mundo real”. O texto do autor pernambucano já traz isso como um dos componentes centrais da trama e nós destacamos ainda mais. O clima sombrio, permeado pela presença constante da morte se alterna com o humor e o colorido trazidos por personagens e situações surpreendentes.</p>
<p><strong>OSSOS<br />
</strong>De Marcelino Freire<br />
Pelo Coletivo Angu de Teatro</p>
<p>Direção: Marcondes Lima<br />
Trilha sonora original: Juliano Holanda</p>
<p>Estreia: 11 de junho, às 21h<br />
Temporada: de 11 a 26 de junho<br />
Sextas, às 20h &#8211; Sábados, às 18h e 21h &#8211; Domingos, às 19h<br />
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife)</p>
<p>Ingressos: R$20,00 inteira / R$10,00 meia-entrada<br />
Informações: 81 3355-3321<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p><strong>Ficha Técnica<br />
</strong><br />
Texto: Marcelino Freire<br />
Direção: Marcondes Lima<br />
Direção de arte, cenários e figurinos: Marcondes Lima<br />
Assistência de direção: Ceronha Pontes<br />
Elenco: André Brasileiro, Arilson Lopes, Daniel Barros, Ivo Barreto, Marcondes Lima, Robério Lucado<br />
Trilha sonora original &#8211; composição, arranjos e produção: Juliano Holanda<br />
Criação de plano de luz: Jathyles Miranda<br />
Preparação corporal: Arilson Lopes<br />
Preparação de elenco: Ceronha Pontes, Arilson Lopes<br />
Coreografia: Lilli Rocha e Paulo Henrique Ferreira<br />
Coordenação de produção: Tadeu Gondim<br />
Produção executiva: André Brasileiro, Fausto Paiva, Arquimedes Amaro, Gheuza Sena e Nínive Caldas<br />
Designer gráfico: Dani Borel<br />
Fotos divulgação: Joanna Sultanum<br />
Visagismo: Jades Sales<br />
Assessoria de imprensa: Rabixco Assessoria<br />
Técnico de som Muzak – André Oliveira<br />
Confecção de figurinos: Maria Lima<br />
Confecção de cenário e elementos de cena: Flávio Santos, Jorge Batista de Oliveira.<br />
Operador de som e luz: Fausto Paiva / Tadeu Gondim<br />
Camareira: Irani Galdino</p>
<p><strong>Sobre o Coletivo Angu de Teatro<br />
</strong><br />
O Coletivo Angu de Teatro foi criado em 2003, a partir do encontro dos atores André Brasileiro, Fábio Caio, Gheuza Sena, Hermila Guedes, Ivo Barreto e do encenador Marcondes Lima para a montagem do espetáculo Angu de Sangue. Hoje, 13 anos depois e com cinco espetáculos em repertório &#8211; Angu de Sangue, Ópera, Rasif &#8211; Mar que arrebenta, Essa febre que não passa e Ossos &#8211; o grupo já circulou por quase todo o Brasil e mantém seu trabalho continuado de pesquisa e hoje conta em sua formação além dos já citados (Com exceção de Fábio Caio, Márcia Cruz e Vavá Shon Paulino que deixaram o grupo mas não os nossos corações) com Arilson Lopes, Ceronha Pontes, Lilli Rocha, Nínive Caldas e Tadeu Gondim.</p>
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