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	<title>Portal Cultura PE &#187; Oswaldo Pereira</title>
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		<title>Exposição &#8220;Alados: O que paira sobre nossas cabeças?&#8221; entra em cartaz na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 18:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Torre Malakoff, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, inaugura na sexta-feira (8), às 19h, a exposição coletiva Alados: O que paira sobre nossas cabeças?.  Com obras dos artistas plásticos recifenses João Neto, Valdson Silva (Val), Oswaldo Pereira e Zel Passavante, a mostra provoca uma reflexão sobre a dualidade humana e os seus conflitos. Na mostra, os idealizadores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61262" aria-labelledby="figcaption_attachment_61262" class="wp-caption img-width-578 alignnone" style="width: 578px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/exposicao-ALADOS-O-que-paira-sobre-nossas-cabeças.jpg"><img class="size-medium wp-image-61262" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/exposicao-ALADOS-O-que-paira-sobre-nossas-cabeças-578x486.jpg" width="578" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra reúne 32 obras: oito produções de cada artista, seis instalações de técnicas diversas e em diversos tamanhos</p></div>
<p>A Torre Malakoff, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, inaugura na sexta-feira (8), às 19h, a exposição coletiva <em>Alados: O que paira sobre nossas cabeças?</em>.  Com obras dos artistas plásticos recifenses <strong>João Neto</strong>, <strong>Valdson Silva</strong> (Val), <strong>Oswaldo Pereira</strong> e <strong>Zel Passavante</strong>, a mostra provoca uma reflexão sobre a dualidade humana e os seus conflitos.</p>
<p>Na mostra, os idealizadores apresentam ao público 32 obras: oito produções de cada artista, seis instalações de técnicas diversas e em diversos tamanhos. Segundo os artistas plásticos, a humanidade vive numa encruzilhada histórica entre a barbárie e a civilização, a experiência em prol da liberdade, da fraternidade e da igualdade e isso continua sendo um longo processo de aprendizagem.<em> &#8220;Discutir esses conflitos é uma forma de levantar o debate sobre a liberdade de expressão – debate urgente em nosso momento atual – e entender como ser livre no mundo contemporâneo&#8221;</em>, contam os artistas.</p>
<div id="attachment_61261" aria-labelledby="figcaption_attachment_61261" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/Joao-Neto-Valdson-Silva-Val-Oswaldo-Pereira-Zel-Passavante.jpg"><img class="size-medium wp-image-61261" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/Joao-Neto-Valdson-Silva-Val-Oswaldo-Pereira-Zel-Passavante-607x473.jpg" width="607" height="473" /></a><p class="wp-caption-text">Valdson Silva, Oswaldo Pereira, João Neto e Zel Passavante são os artistas responsáveis pelas 32 obras da exposição</p></div>
<p>Além da presença dos quatro idealizadores, a noite de abertura contará com a apresentação do <strong>Maracatu Fantástico Cabra Alada</strong>, que comemora 23 anos de fundação. <em>Alados: O que paira sobre nossas cabeças?</em> fica em cartaz até o dia 22 de julho, e a visitação é gratuita<em>.</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os artistas</strong></span></p>
<p><strong>JOÃO NETO</strong><br />
É um multiartista, o idealizador e figurinista do Maracatu Fantástico Cabra Alada. Sua produção está vinculada à produção teatral, dança e artes visuais. João influenciou o visual dos grupos de cultura popular de Pernambuco, quando propôs o figurino multicolorido do Maracatu Nação Pernambuco, esse artista é acima de tudo um brincante popular. Em sua produção visual, inovou o figurino e estandartes de grupos de cultura popular. Suas telas debatem a temática religiosa, misto de influências de vários credos numa fusão do sagrado com o profano. João é idealizador e responsável pelo figurino e adereços do Maracatu Fantástico Cabra Alada.</p>
<p><strong>VALDSON SILVA (VAL)</strong><br />
Val é recifense, administrador pós-graduado em gestão de pessoas, professor, diretor geral e compositor do Maracatu Fantástico Cabra Alada. Val foi influenciado pelas alegorias dos carnavais da sua infância, quando morava no Pátio do Terço. “Todos os maracatus, caboclinhos, blocos de frevo e troças desfilavam em frente a minha casa” lembra. Em suas telas, as cores do verão nordestino, uma profusão de cores e movimentos. Sua temática traz elementos de sua memória e do cotidiano da cidade. Em 2015, expôs em Caruaru (PE). Em 2016, sua obra Enchente foi selecionada para a 13ª Bienal Naifs do Brasil, no Sesc Piracicaba (SP) e, em 2017, a mesma exposição foi montada no Sesc Belezinho (SP). Ainda em 2017, O Encontro foi selecionado para a 1ª Bienal Internacional de Arte Naifs Totem Cor-Ação, em Socorro (SP).</p>
<p><strong>OSWALDO PEREIRA</strong><br />
Formado em Educação Artística pela UFPE e pós-graduado em Economia da Cultura pela UFRGS. É do Pina, Recife, local onde desenvolveu sua produção cultural. Pesquisador, Oswaldo escreve sobre a cultura e o povo do bairro, integra grupos culturais em Recife e em Olinda. Sua produção em artes visuais é intercalada com sua missão de professor de arte. Transita entre as artes cênicas, música e artes visuais e consolidou sua produção quando desenvolveu a pintura em objetos e mobiliários. Seu desenho é marcado pelos símbolos trazidos de uma memória ancestral contida em seu repertório imagético. Realizou exposições didáticas no Museu do Barro executando a Curadoria e montagem entre 2014 e 2017 com obras dos estudantes da rede pública de Caruaru.</p>
<p><strong>ZEL PASSAVANTE</strong><br />
Nascido no Alto de Santa Isabel, no Recife, o artista divide sua vida entre duas paixões: a arte e a política. Formado em Artes Plásticas pela UFPE (1985), Passavante tem atelier no bairro da Boa Vista, no Recife, e apresenta em suas telas a temática social e tem como um dos momentos mais expressivos de sua trajetória a exposição multimidiática Homem-gabiru: catalogação de uma espécie – uma revisita ao cientista social Josué de Castro e sua obra Geografia da Fome em conjunto com a produtora Taciana Portela e o fotógrafo Daniel Aamot em 1991, no Recife. Expôs em várias cidades do país e na ECO-92, no Rio de Janeiro. Recentemente fez a exposição Cabeças Revoltas, no Centro Cultural dos Correios. Suas obras aportaram a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo; o hall do Hotel Nacional em Brasília; o MAMAM, no Recife. Atualmente dedica-se à produção de telas em acrílico e a Fractal.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Exposição Alados: O que paira sobre nossas cabeças?</strong><br />
Abertura: 8 de junho de 2018, às 19h<br />
Período de visitação: de 9 até o dia 22 de julho; de terça a sexta, das 10h às 17h, sábado, das 15h às 18h e domingo, das 15h às 19h.<br />
Local: Torre Malakoff &#8211; Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife, Recife<br />
Acesso gratuito</p>
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