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	<title>Portal Cultura PE &#187; Outras Palavrinhas</title>
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		<title>Outras Palavrinhas leva literatura infantil para dentro do Museu do Trem</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 18:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Uma média de cinquenta crianças atendidas por projetos sociais como o Movimento Pró-Criança, Fundação Ana Lima e a Orquestra Cidadã &#8211; que atuam com jovens carentes de bairros como Coque, Santo Amaro e Joana Bezerra &#8211; estiveram na manhã desta última terça-feira (24), no Museu do Trem, para uma atividade que transcendia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59941" aria-labelledby="figcaption_attachment_59941" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40784415615_fbdda2fa34_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59941 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40784415615_fbdda2fa34_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças se divertiram bastante com as brincadeiras do escritor Luciano Pontes, que também é ilustrador e palhaço</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Uma média de cinquenta crianças atendidas por projetos sociais como o Movimento Pró-Criança, Fundação Ana Lima e a Orquestra Cidadã &#8211; que atuam com jovens carentes de bairros como Coque, Santo Amaro e Joana Bezerra &#8211; estiveram na manhã desta última terça-feira (24), no Museu do Trem, para uma atividade que transcendia a visita ao espaço cultural. Além de conhecer o museu, um dos mais visitados de Pernambuco, a garotada também foi ao local pra conversar sobre literatura com o escritor e ilustrador de livros infantis Luciano Pontes.</p>
<div id="attachment_59946" aria-labelledby="figcaption_attachment_59946" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40784446775_f3482c08e2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59946 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40784446775_f3482c08e2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A Atividade, mais uma edição do Outras Palavrinhas, também fez parte da programação da Semana do Livro promovido pelo Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe</p></div>
<p>A atividade, mais uma edição do Outras Palavrinhas, também fez parte da programação da Semana do Livro promovido pelo Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe. <em>“Alguém sabe por que a gente chama esses dias de a Semana do Livro?”,</em> perguntou Mariane Bigio, coordenadora de Literatura da Secult-PE, aos pequeninos.<em> “Porque no dia 18 de abril é o Dia do Livro Infantil, por causa de Monteiro Lobato”,</em> gritou uma criança no meio do grupo, recebendo até aplausos pela resposta. “<em>É verdade! Mas não é só isso. Ontem, na segunda-feira (23), foi o Dia Mundial do Livro, então durante toda a semana teremos uma série de atividades sobre a leitura”,</em> explicou a coordenadora.</p>
<p>Antes da conversa com Luciano Pontes, os jovens tiveram uma visita guiada no Museu do Trem, com direito a explicações sobre cada setor, os tipos de trens que estão no local e outras curiosidades. Para Márcio Almeida, gestor do equipamento cultural, é muito importante quando acontecem atividades como essa no Museu que incluem outras linguagens artísticas, porque assim o espaço se torna vivo.</p>
<div id="attachment_59940" aria-labelledby="figcaption_attachment_59940" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39867956820_9e767aeeb5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59940 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39867956820_9e767aeeb5_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Ao longo de toda a atividade, as crianças interagiam com as perguntas e brincadeiras que eram feitas, tendo a literatura como norte</p></div>
<p><em>“Recebemos com frequência a visita de grupos, e isso é essencial para a formação de novos públicos. E o Museu do Trem, na minha opinião, tem uma característica interessante porque mexe com a memória celular da sociedade. Crianças que nunca andaram de trem se empolgaram bastante vendo os carros e trilhos. Tem gente que chega aqui e chora de emoção. Não é à toa que em quatro anos recebemos mais de 100 mil visitas”,</em> opina Márcio Almeida.</p>
<p>Outra atividade realizada foi uma miniapresentação da Orquestra Criança Cidadã, projeto social que nasceu em 2006 no bairro do Coque e que hoje tem o objetivo de ensinar música popular e clássica a uma turma de 150 alunos. O jovem Luan, que toca violino há sete anos, já foi aluno das bases da Orquestra e explicou para as crianças sobre os instrumentos que ele e os outros três companheiros de grupo estavam carregando.</p>
<div id="attachment_59945" aria-labelledby="figcaption_attachment_59945" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41634964282_a20256d59f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59945 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41634964282_a20256d59f_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das ONGs participantes desta edição do Outras Palavrinhas foi a Orquestra Criança Cidadã, projeto social que ensina música popular e clássica a uma turma de 150 alunos</p></div>
<p><em>“Ao meu lado está o Ruan, que também toca violino, só que eu toco de um jeito, numa entonação, e ele em outra. O terceiro é o Cícero, cujo instrumento é a viola, e como vocês podem ver a viola é um pouco maior que o violino, quanto maior o tamanho mais grave o som vai ficar. E esse é violoncelo, que é tocado pelo Henrique. Tem ainda um outro instrumento, que é o baixo, mas infelizmente não pode vir hoje”,</em> detalhou o jovem Luan.</p>
<div id="attachment_59939" aria-labelledby="figcaption_attachment_59939" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/27806134758_5f313e88c2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59939 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/27806134758_5f313e88c2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Para a apresentação, os jovens da Orquestra levaram dois violinos, uma viola e um violoncelo</p></div>
<p>Na sequência, Mariane Bigio perguntou às crianças: <em>“Alguém aqui já conheceu de perto um escritor ou escritora de verdade? Hoje vocês vão ter uma oportunidade legal de conhecer um autor de livros infantis que se chama Luciano Pontes, que já escreveu quase dez livros, e ele não é só escritor, é também ilustrador, ator e palhaço”.</em></p>
<p>A afinidade de Luciano Pontes com a criançada é das grandes. Antes mesmo de começar a sua fala, ele já havia conquistado a atenção dos pequenos se escondendo atrás do banner do Outras Palavras, fazendo graça, esperando a hora do seu anúncio. Com ar de palhaçada, apareceu de supetão, arrancando risadas sinceras e já ganhando seu público.</p>
<div id="attachment_59942" aria-labelledby="figcaption_attachment_59942" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40784459675_26e773de88_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59942 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40784459675_26e773de88_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antes mesmo de começar a sua fala, Luciano Pontes á havia conquistado a atenção dos pequenos se escondendo atrás do banner do Outras Palavras, fazendo graça, esperando a hora do seu anúncio</p></div>
<p><em>“Eu estava aqui no Museu do Trem vendo todos esses trens antigos e me lembrei de uma música que não sei se vocês conhecem, que diz mais ou menos assim: “O trem maluco / Quando sai de Pernambuco / Vai fazendo vuco, vuco / Até chegar no Ceará”.</em> Impressionante como muitas crianças, a maioria bem novas, sabiam da letra e se divertiram com a canção.</p>
<div id="attachment_59943" aria-labelledby="figcaption_attachment_59943" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40964924454_a99b95e45c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59943 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40964924454_a99b95e45c_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Autor de vários livros infantis, Luciano Pontes falou sobre suas obras e o que cada uma delas quer levar aos leitores</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Mas eu vim aqui pra falar de livros, e quero saber de vocês se querem que eu comece pelo começo, pelo meio ou pelo fim? Às vezes a história começa pelo fim, e esse livro que eu fiz, o meu segundo publicado, se chama Uma História Sem Pé nem Cabeça. Depois eu fiz esse livro aqui que se chama Ouvindo as Conchas do Mar, e esse livro tem um personagem muito curioso que se chama Caíque, que tem um pai que é pescador”.</em></p>
<p>Segundo o autor, Caíque canta uma música que todo mundo conhece: <em>“A minha alma chorou tanto / que de pranto esta vazia / Desde o dia em que fiquei / sem a tua companhia”.</em> Mais uma vez, as crianças cantaram em coro com o escritor, uma prova de que as cantigas populares andam firmes e fortes na memória do povo.</p>
<div id="attachment_59944" aria-labelledby="figcaption_attachment_59944" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40964930674_fb968ed3db_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59944 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40964930674_fb968ed3db_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Questionado por uma criança quanto tempo leva pra se fazer um livro, Luciano respondeu: “Depende de muitas coisas, às vezes a história já nasce pronta, feito macarrão miojo. Às vezes tem umas que demoram pra começar a sair, ai você tem que ler e pesquisar&#8221;</p></div>
<p>Algumas delas pediram pra fazer perguntas ou comentários. Uma, que preferiu não dizer o nome, mas visivelmente encantada com tudo aquilo, disse que quando crescer quer ser uma escritora. Já o menino Daniel quis saber quanto tempo leva pra se fazer um livro. <em>“Depende de muitas coisas, às vezes a história já nasce um pouquinho pronta, feito macarrão miojo. Às vezes tem umas que demoram pra começar a sair, ai você tem que ler e pesquisar. Por exemplo, agora estou lendo sobre histórias de terror. E pra eu escrever, vou ter que ler muito antes”, </em>respondeu Luciano.</p>
<p>Esta edição do Outras Palavrinhas também teve a presença de vários educadores, como Marcos Quintino, educador de letramento do Movimento Pró-Criança, que contou ao final que gostou muito do evento, e acredita que essa experiência vai ajudá-lo bastante no trabalho que desenvolve voltado ao incentivo da leitura, com teatro e contação de histórias. <em>“Apresentações como essa só estimulam mais a imaginação dos alunos. Eu tenho<em> lá na nossa biblioteca</em> vários livros que o Luciano Pontes mostrou, e vou relembrar esse momento com as crianças, fazendo perguntas e provocando os jovens na sala de aula”.</em></p>
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		<title>Escola municipal recebe através do Outras Palavrinhas a magia dos mamulengos</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Dec 2017 14:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Escola Municipal de Recife Dona Luci]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias A magia do teatro de mamulengos, guiada pelas mãos da Trupe Mulungu de Teatro, encantou crianças e adultos que participaram nesta última segunda-feira (19) do Outras Palavrinhas, um dos braços do Outras Palavras – neste caso direcionado para a criançada da Educação Infantil. A atividade aconteceu na Escola Municipal de Recife Dona [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56427" aria-labelledby="figcaption_attachment_56427" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39153965531_8ee98385ac_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56427 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39153965531_8ee98385ac_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação foi feita pela Trupe Mulungu de Teatro, criada em 1998 em Olinda</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p>A magia do teatro de mamulengos, guiada pelas mãos da Trupe Mulungu de Teatro, encantou crianças e adultos que participaram nesta última segunda-feira (19) do <strong>Outras Palavrinhas</strong>, um dos braços do <strong>Outras Palavras</strong> – neste caso direcionado para a criançada da Educação Infantil. A atividade aconteceu na Escola Municipal de Recife Dona Luci, no bairro da Imbiribeira, no Recife, e teve ainda uma apresentação da Fada Magrinha, personagem da professora de música Lulu Araújo, que acompanhada de uma banda lúdica leva para a garotada o universo da cultura popular pernambucana.</p>
<p>Essa é a quarta edição do <strong>Outras Palavrinhas</strong>, que já passou por cidades como Bom Conselho, Garanhuns e Araçoiaba. Para a diretora da escola, Sueli Alves, a realização deste encontro é algo a ser celebrado entre os alunos, pais, mães e profissionais ligados à instituição. <em>“É uma alegria pra nós que fazemos parte desta Escola Dona Luci sermos agraciados com um presente como esse da nossa querida Antonieta Trindade, gestora do Outras Palavras, que traz pra dentro do ambiente escolar a nossa cultura popular, com música e teatro”,</em> comemorou a diretora.</p>
<div id="attachment_56424" aria-labelledby="figcaption_attachment_56424" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27376135509_7854fe0479_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56424 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27376135509_7854fe0479_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Brincadeiras de Bonecos&#8217; é o nome do espetáculo da Trupe Mulungu de Teatro, que desde 1998 segue na arte de construir bonecos e espetáculos com a técnica do mamulengo</p></div>
<p><strong>Brincadeiras de Bonecos</strong> é o nome do espetáculo da Trupe Mulungu de Teatro, que desde 1998 segue na arte de construir bonecos e espetáculos com a técnica do mamulengo. <em>“E tudo é feito com material reciclado. A ideia é fazer com que a criança possa olhar e perceber que tudo que ela tem na mão e no espaço ao redor dela ela possa utilizar pra fazer teatro, encenar, fazer brincadeiras na escola”,</em> explicou Célia Regina, uma das integrantes do grupo.</p>
<div id="attachment_56422" aria-labelledby="figcaption_attachment_56422" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24293372707_fe32731b57_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56422 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24293372707_fe32731b57_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Todo o espetáculo &#8216;Brincadeira de Bonecos&#8217; é montado com material reciclado</p></div>
<p>Uma das magias que envolve o teatro de mamulengo é a sua linguagem universal. Durante a encenação, todo mundo ria junto com as presepadas dos seis bonecos-personagens, feitos a partir de garrafas pet, meias, tampas de garrafa, copos plásticos e outros objetos recicláveis. <em>“O público, a faixa etária da Educação Infantil, é também algo muito interessante de ser trabalhado. Mesmo muito jovens, eles entendem o contexto bem direitinho e entram no espetáculo num diálogo com a gente. A montagem, apesar de não ter texto, conta com sons e intenções, e a criançada fica enlouquecida com risadas porque é tudo muito engraçado”,</em> disse Célia Regina.</p>
<div id="attachment_56421" aria-labelledby="figcaption_attachment_56421" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24293369107_8e5efe04f2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56421 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24293369107_8e5efe04f2_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A garotada se divertiu bastante com a apresentação dos bonecos de mamulengo</p></div>
<p>Foi também o desejo de estimular as crianças a conhecerem de perto as manifestações culturais de Pernambuco que inspirou o surgimento da Fada Magrinha, interpretada pela artista Lulu Araújo &#8211; que já deu aula de música em escolas e iniciou nas artes como percussionista do Maracatu Estrela Brilhante do Recife, para posteriormente acompanhar nomes como Alceu Valença e Naná Vasconcelos.</p>
<div id="attachment_56423" aria-labelledby="figcaption_attachment_56423" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27376119549_81418a4613_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56423 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27376119549_81418a4613_k-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Repertório da Fada Magrinha leva ao palco músicas inspiradas em ritmos como maracatu, frevo, ciranda e afoxé</p></div>
<p>Por uma coincidência do destino, o repertório da Fada Magrinha começou a ser construído dentro do próprio ambiente escolar. “<em>Nas minhas aulas de música eu buscava levar elementos da cultura pernambucana, mas eu não achava coisas voltadas para o público infantil. Então passei a fazer gravações em casa e a ideia é essa mesmo, levar o maracatu, o frevo, a ciranda, afoxé, tudo que de alguma forma representa o que a gente vê nas ruas, pra dentro do ambiente escolar”.</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38272929145_17e653db32_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56425 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38272929145_17e653db32_k-607x392.jpg" width="607" height="392" /></a></p>
<p>Na opinião de Lulu Araújo, muita gente ainda não tem entendimento do que é a cultura popular do estado. <em>“É muito contraditório dizer isso, mas tem uma parcela da população que não sabe o que é um caboclinho ou um coco de roda. Por isso desde o começo nossa intenção é levar para as crianças o que a gente costuma ver nos ciclos festivos, como Carnaval, São João e Natal, e com músicas de domínio público, pra que a gente possa ter um diálogo com a garotada”, revelou a artista. </em>O repertório teve também músicas do CD <strong>Fadas Magrinhas</strong>, e adaptações de clássicos como <strong>Andança</strong>, de Antônio Nóbrega.<em> “A ideia é se divertir com a criançada com o que a gente tem dentro de casa”,</em> brincou Lulu.</p>
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		<title>Diálogo com autoras de obras infantojuvenis marca estreia do projeto &#8216;Outras Palavrinhas&#8217;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/dialogo-com-autoras-de-obras-infantojuvenis-marca-estreia-do-projeto-outras-palavrinhas/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 20:55:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque O último sábado (29) foi dia de estreia na Praça da Palavra Hermilo Borba Filho do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). É que o público pôde assistir a primeira edição do projeto Outras Palavrinhas, uma iniciativa da Fundarpe que deriva do projeto Outras Palavras que, há dois anos, fomenta a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-16831d04-95e1-e1fe-6fbc-05a2f55fdc8e" style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>O último sábado (29) foi dia de estreia na Praça da Palavra Hermilo Borba Filho do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). É que o público pôde assistir a primeira edição do projeto Outras Palavrinhas, uma iniciativa da Fundarpe que deriva do projeto Outras Palavras que, há dois anos, fomenta a cultura literária pernambucana promovendo o encontro entre escritores e estudantes. A estreia do projeto trouxe uma conversa com as escritoras infantis Suzana Morais, autora do livro A passagem secreta, e Socorro Lacerda que, na ocasião, lançou o livro Vira Vira Violeta.</p>
<div id="attachment_51912" aria-labelledby="figcaption_attachment_51912" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-45.jpg"><img class="size-medium wp-image-51912" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-45-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Diálogo com escritoras marcou a programação</p></div>
<p dir="ltr">A vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, fez a abertura do evento. “Para nós, é um prazer muito grande iniciar, aqui no FIG, o Outras Palavrinhas. Ao conversar com a coordenadora de Literatura da Secretaria de Cultura do Estado, Mariane Bigio, nós descobrimos que poderíamos levar uma versão do Outras Palavras para o público infanto-juvenil. Nós já visitamos mais de 300 escolas com esse projeto levando escritores premiados para conversar com os estudantes e, também, uma parte do acervo literário da Fundarpe como doação. No interior de Pernambuco, já visitamos muitas cidades levando expoentes da cultura popular como Galo Preto e o trio As Severinas. Também, realizamos oficinas durante o festival. Esperamos que esse novo filho atinja diversas séries iniciais”, diz ela.</p>
<div id="attachment_51913" aria-labelledby="figcaption_attachment_51913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-51913" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mariane Bigio e Antonieta Trindade saudaram o público da Praça da Palavra</p></div>
<p dir="ltr">Socorro Lacerda parabenizou a equipe do Outras Palavrinhas. “O projeto já está democratizando a literatura pernambucana e eu estou muito feliz por participar disso e estar, aqui, entre essas grandes mulheres das letras. Sinto-me privilegiada por lançar Vira Vira Violeta em um ambiente tão fértil. Este livro reflete a luta do meu coração e conta a história de algumas violetas que são proibidas de fazer algumas atividades como jogar bola e andar de bicicleta, sendo oprimida pelos cravos”, conta a escritora. Na ocasião, a ilustradora e tatuadora Karla Gonçalves, que ilustrou o livro da Socorro a base de aquarelas, também, falou de suas impressões sobre a obra. “A Socorro traz muita visualidade nas histórias dela, fiquei encantada de poder participar disso. A história trata da luta de nós mulheres que é muito importante e que pode começar na infância, também. Se tem um livro que discute isso, eu acho que todo mundo deveria ler”, diz a ilustradora. Karla explicou para as crianças um pouco do que é o processo de pintura em aquarela. “É um processo mágico onde a gente mistura tinta com água e ela vai para todos os lugares que quiser”, explica ela, didaticamente.</p>
<p dir="ltr">Suzana Morais contou como foi o processo de criação de seu livro A passagem secreta. “Ele foi escrito, inicialmente, em cordel. É difícil encontrar mulheres escrevendo cordel e a maioria deles não têm protagonistas femininas, por isso eu escrevi essa história”, diz ela. A escritora, que também é contadora de histórias e cordelista, fez uma breve apresentação do livro para as crianças, contando o início da história, que foi construída com base nas técnicas do cordel. A história conta as aventuras de uma menina através de uma passagem secreta.</p>
<div id="attachment_51915" aria-labelledby="figcaption_attachment_51915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51915" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Debate atraiu crianças e adultos ao polo de literatura do festival</p></div>
<p dir="ltr">Como os dois livros têm personagens femininas como protagonistas, a defesa por direitos iguais entre homens e mulheres foi um tema pautado, durante a conversa. “O feminismo é um movimento que existe no mundo inteiro onde as meninas procuram saber porque elas não podem fazer determinadas coisas que os meninos podem. Então, muitas vezes, quando a gente vai crescendo, vai se oprimindo e isso pode obstruir nossas oportunidades. O livro coloca essa reflexão de uma maneira leve e divertida. Queiram ter asas que voam, queiram ser violetas”, explica Socorro às crianças fazendo alusões ao seu livro.</p>
<p dir="ltr">Suzana aproveitou o momento e falou um pouco de outra obra sua, A formiga surfista, explicando para o público o que é a rima. “A rima são palavras que combinam entre si, por exemplo: anão e mamão. Esse livro, que foi escrito com rima, conta a história de uma formiga que não tinha medo da chuva e resolver surfar numa folha”, conta ela. Sobre o processo de concretização de Vira Vira Violeta até chegar à impressão, Socorro Lacerda conta que cuidou dos mínimos detalhes pessoalmente. “Quando ele ficou pronto, parece que chegou um filho. Não é fácil fazer um livro com recurso próprio mas é muito gostoso”, diz ela que, ao final da conversa se dirigiu ao estande da editora CEPE para a sessão de autógrafos do livro.</p>
<div id="attachment_51914" aria-labelledby="figcaption_attachment_51914" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-51914" alt="Rodrigo Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/outras-palavrinhas-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Reisado Infantil Floreando de Garanhuns também participou da atividade</p></div>
<p dir="ltr">Marianne Biggio encerrou o momento com a leitura de um poema de sua autoria chamado Manifesto das Meninas. Em seguida, ao som de uma viola e um pandeiro, o Reisado Infantil Floreando de Garanhuns se apresentou, encantando a todos. O cordelista Luiz Gonzaga de Lima está à frente do grupo. “O reisado é um folguedo que faz parte do ciclo natalino e comemora o nascimento de Cristo. Foi trazido pelos portugueses, para o Brasil, no século XVIII. Em Garanhuns, lutamos muito pelo reisado”, diz ele que é o responsável pela formação de quatro grupos de reisado com faixas etárias diferentes, no município.</p>
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		<title>Poesia, debates e lançamentos literários marcam a programação da Praça da Palavra</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 20:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Homenagens a importantes autores pernambucanos &#8211; como Hermilo Borba Filho e Luís Jardim, além de recitais, mesa de glosa, encontros de música e poesia, lançamentos literários, debates sobre política cultural e oficinas de literatura para a criançada. São várias as atividades este ano na Praça da Palavra do FIG, que funcionará durante o festival de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50902" aria-labelledby="figcaption_attachment_50902" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Festival_de_Inverno_de_Garanhuns_Praça_da_Palavra.jpg"><img class="size-medium wp-image-50902" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Festival_de_Inverno_de_Garanhuns_Praça_da_Palavra-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Praça da Palavra, o polo literário do FIG, este ano recebe o nome de Hermilo Borba Filho em homenagem ao centenário do autor pernambucano</p></div>
<p>Homenagens a importantes autores pernambucanos &#8211; como Hermilo Borba Filho e Luís Jardim, além de recitais, mesa de glosa, encontros de música e poesia, lançamentos literários, debates sobre política cultural e oficinas de literatura para a criançada. São várias as atividades este ano na Praça da Palavra do FIG, que funcionará durante o festival de 22 a 29 de julho, com uma programação dividida em vários horários e para os diversos públicos – além de estandes de venda de livros e lounge de leitura para visitantes.</p>
<p>Segundo Mariane Bigio, coordenadora de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, um dos destaques desta edição é a mesa<strong> Vida e Obra de Hermilo Borba Filho</strong>, com a presença do pesquisador João Denys e da secretaria de Cultura do Recife, Leda Alves. O encontro está marcado para o dia 27 de julho, a partir das 17h, e é uma das ações em homenagem ao centenário do autor pernambucano presentes no festival. “<em>Vai ser um momento único pela mistura de alguém que é especialista e estudioso da obra deste importante autor, com a afetividade de alguém que compartilhou a vida com Hermilo e representa hoje uma memória do legado que ele nos deixou”,</em> explica Mariane Bigio. As homenagens a Hermilo, um estudioso da cultura popular, se estendem por toda a programação da Praça com atividades ligadas a essa temática, como literatura de cordel e mesa de glosa.</p>
<div id="attachment_50912" aria-labelledby="figcaption_attachment_50912" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/MESA-DE-GLOSAS-FIG-2017-POST-FACEBOOK.gif"><img class="size-medium wp-image-50912 " alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/MESA-DE-GLOSAS-FIG-2017-POST-FACEBOOK-486x486.gif" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa de Glosa com poetas do Pajeú é uma das ações da Praça da Palavra este ano</p></div>
<p>Neste sentido, a coordenadora de Literatura da Secult-PE dá detalhes sobre a realização da ação <strong>De Repente uma Glosa</strong>, inédito no FIG, com Genildo Santana, Zé Adalberto, Alexandre Morais, Dayanne Rocha e Elenilda Amaral, sob mediação de Luna Vitrolira. <em>“Será um momento de improvisos com a participação de cinco poetas, boa parte do Sertão do Pajeú, dos quais duas são mulheres, o que é uma presença rara nas mesas de glosa. Na verdade teremos três mulheres participando porque teremos a mediação de Luna Vitrolira. Os motes são dados na hora, a partir de uma interação com o próprio público e contexto histórico-político atual, e os participantes terão que fazer uma poesia rimada e metrificada que termine com o tema sugerido”.</em></p>
<p>O poeta José Adalberto, natural de Itapetim, comemora a realização deste encontro durante o 27º Festival de Inverno de Garanhuns.<em> “Já estive com os outros poetas várias vezes, em várias regiões do estado e do Brasil. Passamos por Petrolina, Recife, vários locais do agreste, Sertânia, Afogados da Ingazeira, Triunfo. É tanto canto que se eu fosse ficar falando passaria um dia inteiro. Eu acho muito oportuno que a gente leve uma mesa de glosa para o FIG porque por onde a gente tem passado tem sido uma atividade muito atrativa, deixa a plateia atenta e curiosa. Ela é feita no improviso, ao contrário de um recital que você leva tudo pronto. Antes de começar ficamos nervosos, claro, porque tem muita emoção, tanto pra quem assiste como pra quem participa. Mas a gente confia na mesa como um instrumento de descontração do público”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_50909" aria-labelledby="figcaption_attachment_50909" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/s.jpg"><img class="size-medium wp-image-50909" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/s-607x374.jpg" width="607" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Conhecido por personagens como Dr. Victor (Castelo Ratimbum), Sérgio Mamberti, que também atuou como secretário de Políticas Culturais do MinC, participa de debate sobre políticas culturais na Praça da Palavra</p></div>
<p>A Praça da Palavra também será palco de um importante debate sobre políticas culturais no Brasil. No domingo (23), às 18h, haverá o lançamento de um livro de Américo Córdula, que se chama <strong>Políticas Culturais e Gestões Democráticas no Brasil</strong>, uma publicação que conta com vários textos de autores importantes para a política cultural do nosso país. O evento terá a participação do ator Sérgio Mamberti, conhecido por personagens conhecidos como Dr. Victor (Castelo Ratimbum), que atuou também como secretário de Políticas Culturais do MinC e contribuiu com um texto nesse livro. <em>“Recebemos essa mesa com muito prazer porque no momento político que o país passa, de crise para além da economia, ter um debate como esse é essencial. Precisamos pensar a cultura sob esse aspecto das políticas e alinhar com a democracia”,</em> ressalta Mariane Bigio. O debate terá mediação da atriz e conselheira de cultura de Pernambuco, Paula de Renor.</p>
<div id="attachment_11359" aria-labelledby="figcaption_attachment_11359" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mário Miranda Filho</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Marcelino-Freire-por-Mario-Miranda-Filho.jpg"><img class="size-medium wp-image-11359" alt="Mário Miranda Filho" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Marcelino-Freire-por-Mario-Miranda-Filho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelino Freire participa da programação ao lado do músico Alexandre Revoredo, com o projeto &#8216;Diz, ritmia: o canto do verso&#8217;</p></div>
<p>Outro destaque é uma mesa com Marcelino Freire, que fará um encontro poético-musical com Alexandre Revoredo chamado <strong>Diz, ritmia: o canto do verso</strong>. Várias obras de Marcelino Freire já foram adaptadas para outras linguagens, como a dança e o teatro, e essa será uma oportunidade de ver o trabalho de Marcelino dialogando com a música. Cantor e compositor de Garanhuns, Alexandre Revoredo revela que o projeto surgiu de uma forma espontânea, mas com a aprovação do autor pernambucano. “<em>Sempre gostei muito de literatura e foi assim que conheci a obra de Marcelino. Teve um dia que estava com a minha companheira e ela declamou um poema dele enquanto eu tocava, ficou bem bonito. Fiz então uma música com as poesias dele e o próprio Marcelino gostou muito. O projeto é muito voltado para a poesia, as letras são bem voltadas pra literatura, e durante a apresentação conversamos justamente sobre essa conexão, sobre o ritmo, o verso e o canto, porque a poesia também é música. Vai ser um momento inédito, porque o Marcelino Freire nunca esteve no FIG antes. Vou levar meu violão e a gente faz um bate-papo poético, onde ele recita textos dele e a gente faz essa troca”,</em> destaca o músico, que se prepara para lançar ainda este ano seu primeiro EP.</p>
<p>Mais um ano o FIG terá a importante parceria com o SESC, instituição que atua fortemente na política cultural no Brasil como um todo. <em>“Eles que estão com as ações em homenagem ao Luís Jardim, que recebe essa honraria pois esse ano completam-se 30 anos de sua morte. Vão ter vários momentos para prestigia-lo, com rodas de história, leitura dramática, mesa sobre determinadas obras e debate sobre a trajetória do autor. Além disso, o SESC está levando uma programação voltada para a formação do público infanto-juvenil, que é um publico bastante presente na Praça da Palavra”, </em>conta Mariane Bigio.</p>
<div id="attachment_50910" aria-labelledby="figcaption_attachment_50910" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/rosinha.jpg"><img class="size-medium wp-image-50910" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/rosinha-607x331.jpg" width="607" height="331" /></a><p class="wp-caption-text">Numa parceria com o Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns – FILIG, a Praça da Palavra recebe a ilustradora pernambucana Rosinha</p></div>
<p>Outra parceria da Praça do Palavra esse ano será com o <a href="http://filigfestival.com.br/filig/" target="_blank">Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns – FILIG</a>, que chega na sua terceira edição em outubro deste ano. <em>“A próxima edição do FILIG terá foco no livro ilustrado, que é também uma espécie de texto, principalmente quando a gente fala na literatura infanto-juvenil, ou de uma pessoa ainda não letrada. Neste sentido vamos levar atividades com a ilustradora pernambucana Rosinha, com vivências, uma espécie de oficina de desenho para crianças e mediação sobre a obra dela, com um bate-papo com a garotada. Ela é muito premiada e já emprestou seu traço para vários livros mundo afora”</em>, detalha a coordenadora de Literatura da Secult-PE.</p>
<p>Sobre literatura infanto-juvenil, o FIG terá muitas atrações. Uma delas é com a contadora de histórias Irene Tanabe, de São Paulo que faz origamis durante a contação e realizará três sessões em diferentes datas. Tem também a Aline Alencar, da Cia Forróbodó de Teatro, da Paraíba, que vai levar histórias para a Praça da Palavra, além de Suzana Moraes, que escreve literatura de cordel para crianças.<em> “Vale destacar o Outras Palavras e o Outras Palavrinhas na programação da Praça da Palavra. O Outras Palavras é um projeto da Fundarpe que mistura a literatura com outras linguagens e leva arte e cultura para o público escolar, principalmente do Ensino Médio. E junto a Antonieta Trindade (gestora do Outras Palavras), pensamos no Outras Palavrinhas, mais voltado para a criançada, e que terá conversas com as autoras de obras infantojuvenis Susana Morais e Socorro Lacerda (lançando o livro “Vira-vira, Violeta”), e apresentação do Reisado Infantil Floreando”</em>, destaca Mariane Bigio.</p>
<p><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE LITERATURA DO FIG 2017:</strong><br />
Praça da Palavra<br />
Espaço para recitais, contações de histórias, debates, lançamentos de livros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 22/7</strong></span><br />
9h – Ação Educativa| Brincando e Cantando com Expressões Populares (SESC – PE)<br />
10h – Oficinas Infantis| Confecção de Marcadores de Livros (SESC – PE)<br />
11h – Embarcando no Universo da Imaginação, com a Cia. Fisa D’arte (Sec. de Turismo e Cultura de<br />
Garanhuns – PE)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Contação de Histórias, com O Tapete Voador (Cepe Editora)<br />
16h – Lançamento de Livro | Religiões negras no Brasil da Escravidão à Pós-Emancipação, com Valéria Costa (PE)<br />
17h – Livros Digitais: Como eles estão revolucionando o mundo, com Luciano Júnior (Sec. de Turismo e Cultura de Garanhuns – PE)<br />
18h – Diz, ritmia: o canto do verso, com Marcelino Freire (PE/SP) e Alexandre Revoredo (PE)<br />
19h – Intervenção Poética| Poesia ao Vivo – A impressão que se leva sempre: Sempre Poesia de Maria do Carmo Barreto Campello de Melo, com a atriz e performer Sônia Bierbard (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, 23/7</strong></span><br />
9h – Oficinas Infantis| Confecção de bonecas Abayomi (SESC – PE)<br />
11h – Contação de Histórias | Uirapuru, com Aline Alencar da Cia. Forrobodó de Teatro (PB)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Uma tarde sobre a Revolução de 1817, palestra com Paulo Santos (autor do livro “1817: Amor e Revolução”), e Betânia Corrêa (autora do livro “ABCdário da Revolução” e gerente do Museu da Cidade do Recife) seguido da exibição do documentário “Revolução de 1817: 74 dias de liberdade em Pernambuco”.<br />
Lançamento do livro “1817: Amor e Revolução” com Paulo Santos (Cepe Editora)<br />
16h – Contação de Histórias | Uirapuru, com Aline Alencar da Cia. Forrobodó de Teatro (PB)<br />
17h – Um Clarão: Luz sobre a poesia de Cida Pedrosa, conversa com a autora<br />
18h – Lançamento de Livro e Debate: “Políticas Culturais e Gestão Democrática no Brasil”: Bate-papo com Américo Córdula (SP) e Sérgio Mamberti (SP), mediação de Paula de Renor (PE)<br />
19h30 – Mesa de Glosas | De Repente uma Glosa , com Genildo Santana, Zé Adalberto, Alexandre Morais, Dayanne Rocha e Elenilda Amaral, mediação de Luna Vitrolira (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira, 24/7</strong></span><br />
9h – Ação Educativa | Brincando e Cantando com Expressões Populares (SESC – PE)<br />
10h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
11h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Palestra | A Ficção e a Realidade no Mundo da Literatura, com Alexandre Santos (UBE)<br />
16h – Rede Mestres e Brinquedos em Sementes da Brincadeira, um bate-papo com Danielle Jansen e Wagner Porto sobre o brinquedo, a literatura oral, as tradições fitoterápicas e a ecologia<br />
17h – Palestra | Revolução Literária em Pernambuco, com José Bezerra de Lemos (UBE)<br />
18h – Palestra | Elementos de uma Pesquisa Histórica, com Melchiades Montenegro (UBE)<br />
19h – As Diversas Personagens na Obra de Luís Jardim, Adelmo Camilo conversa com Wagner Marques</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira, 25/7</strong></span><br />
9h – Palestra |Mudanças na Literatura, com Alberico Fernandes (UBE)<br />
10h – Lançamento do livro “O Rei e o Baião”, com Bené Fonteles e Paulo Vanderley (SESC – PE)<br />
11h – Palestra | A Poesia na Música de Dominguinhos, com Ronaldo César (UBE)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Conversa Assombrada – Oralidade e Literatura: Encenação de Histórias Assombradas da Mata e do Mar, com Paulo André Viana e Renê Ribeiro (PE). Bate-papo com os autores Roberto Beltrão e André Balaio (PE)<br />
17h – Bate-papo | a palavra confessa, com Stefanni Marion (SP) e Adélia Coelho (PE). Realização de exercício aberto onde será produzido um poema/texto confessional. Lançamento do projeto | A TORRE: antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos.<br />
18h – Palestra | Vida e Obra de Belchior, com Cosme Rogerio (UBE)<br />
19h – Roda de Histórias com Grupos de Contadores de Histórias do SESC Garanhuns</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira, 26/7</strong></span><br />
9h – Alma Pelada, poesia abstrata com Luiz Gonzaga de Melo Neto (UBE)<br />
10h – Escuta e Labirinto – Vivência da Escuta da Música Contemporânea como entrada em um Labirinto, com Leonardo Aldrovandi (SP)<br />
11h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
14h – Outras Palavras: conversa com Paulo Gervais (vencedor do IV Prêmio Pernambuco de Literatura) e Apresentação do grupo Chorões da Aurora<br />
16h – Palestra | Declamação em prosa, verso e poesia em relação ao que o progresso nos trouxe, com Paulo de Melo (UBE)<br />
17h – Prosa e Cordel: Em cena a poesia popular, com Edilene Soares e Sandoval (UBE)<br />
18h – Palestra | Quem matou Delmiro Gouveia, com Edsom Mendes (UBE)<br />
19h – Palestra e Lançamento de Livro | À Espera de Tio Alois, com Homero Fonseca (PE), mediação de Dorvalina Maciel (PE)<br />
20h – Recital | Da Lua Não Vejo Minha Casa, com Leonardo Aldrovandi (SP)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira, 27/7</strong></span><br />
9h – Intervenção e Performance | A Chegada de Godot (Ou O Distribuidor de Poemas), com Luiz Manuel (PE)<br />
10h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
11h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – FILIG no FIG, conversa com a escritora e ilustradora Rosinha (PE)<br />
16h – Contação de Histórias com Origamis, com Irene Tanabe (SP)<br />
17h – Vida e Obra de Hermilo Borba Filho: João Denys conversa com Leda Alves (Cepe Editora)<br />
18h – Leitura Dramatizada da obra “A Moça do Trapézio” de Luís Jardim, com o Grupo de Teatro do SESC Garanhuns<br />
19h – Memórias de Luís Jardim, Ivonete Batista conversa com Luiz Afonso Jardim (SESC – PE)<br />
20h – Lançamento do Livro “O Reino Encantado”, de 1878, de Alencar Araripe Júnior, em uma reedição organizada pela especialista e pesquisadora Débora Cavalcantes de Moura, que bate-papo com Paula de Melo e Betânia Pedrosa Monteiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 28/7</strong></span><br />
9h – FILIG no FIG: Vivência de Ilustração para Crianças, com a escritora e ilustradora Rosinha (PE)<br />
11h – Contação de Histórias com Origamis, com Irene Tanabe (SP)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – FILIG no FIG: Mediação de leitura sobre a obra da escritora e ilustradora Rosinha (PE), com Yalle Feitosa (PE)<br />
16h – Palestra | A Responsabilidade do Escritor, com Taciana Valença (UBE)<br />
17h – Sarau |Paraíba Contemporânea, com as declamadoras do Ariel Coletivo Literário (PB)<br />
18h – Premiações Literárias: Conversa com os Vencedores do IV Prêmio Pernambuco de Literatura e Prêmio Cepe Nacional de Literatura, Camillo José, Paulo Gervais, Philippe Wollney e Walther Moreira Santos, mediação de Nivaldo Tenório (PE)<br />
19h – Lançamento de Livro |Passos do Meu Caminhar, de Fernanda Lúcia Nicéas Pires (PE)<br />
20h – Performance Poética | POEMAPE(NS)AMENTO, com josé juva e Camillo José (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 29/7</strong></span><br />
9h – Contação de Histórias com Origamis, com Irene Tanabe (SP)<br />
10h – Outras Palavrinhas: Conversa com as escritoras infantis Susana Morais e Socorro Lacerda Lançamento do Livro “Vira-vira, Violeta”, de Socorro Lacerda, e apresentação do Reisado Infantil Floreando<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Contação de Histórias | O Baú da Camilinha (Cepe Editora)<br />
16h – Contação de Histórias | Clássicos em Cordel, com Susana Morais e Diego Glbran (PE)<br />
17h – Palestra | A Arte de Contar Histórias: Uma proposta para despertar o gosto pela leitura, com Vera Nóbrega (UBE)<br />
18h – Roda de Histórias com Grupos de Contadores de histórias do SESC Garanhuns<br />
19h – Obras e Trajetória de Luís Jardim, Nivaldo Tenório conversa com Jodeval Duarte (SESC – PE).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ações Especiais</strong></span><br />
Saraus em Pasárgada<br />
Dias 22, 24, 25, 26, 27, 28 e 29/7 | 14h* | Praça da Palavra<br />
Recitais com Raiz Nunes, César Monteiro, Débora Ramos e Celina Berto. Microfone aberto para participação do público e artistas locais.<br />
*No dia 26, a ação acontecerá às 17h</p>
<p>Pontos, Outras Vistas<br />
De 22 a 29/7 | Praça da Palavra</p>
<p>Intervenção Poética (via Correios) com Fernanda Limão (PE)<br />
A Chegada de Godot (Ou O Distribuidor de Poemas)<br />
Dia 26/7 | 11h e 17h</p>
<p>Intervenção Poética com Luiz Manuel (PE)<br />
Livros Livres<br />
Ação inspirada no conceito de book crossing, consiste em criar espaços para trocas de livros em lugares públicos. Durante todo o festival Livros serão “libertados” em pontos diversos da cidade, com selo</p>
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