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	<title>Portal Cultura PE &#187; Paço Alfândega</title>
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		<title>Recbitinho prepara programação especial para divertir pequenos foliões e toda família</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2020 19:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os pequenos foliões podem preparar as fantasias e correr pro Recbitinho. O mais divertido espaço infantil do Carnaval do Recife Antigo receberá as crianças e famílias nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro no hall do Paço Alfândega, com entrada gratuita. As atrações deste ano levarão brincadeiras, teatro, mágica e, claro, muita música para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75593" aria-labelledby="figcaption_attachment_75593" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ariel Martini/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Fest-RecBeat_Recbitinho_Foto-Ariel-Martini.jpg"><img class="size-medium wp-image-75593" alt="Ariel Martini/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Fest-RecBeat_Recbitinho_Foto-Ariel-Martini-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Paço Alfândega é palco do Recbitinho</p></div>
<p>Os pequenos foliões podem preparar as fantasias e correr pro Recbitinho. O mais divertido espaço infantil do Carnaval do Recife Antigo receberá as crianças e famílias nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro no hall do Paço Alfândega, com entrada gratuita.</p>
<p>As atrações deste ano levarão brincadeiras, teatro, mágica e, claro, muita música para os festeiros de momo mirins. Apresentam-se nesta edição Mariane Bigio e seu Bloco do Neném, Fada Magrinha, O Sambinha, Caboclinho Sete Flexas do Recife e o mágico Rodrigo Lima.</p>
<p>O Bloco do Neném é o recém-surgido projeto carnavalesco da cantora e compositora Mariane Bigio, artista pernambucana com mais de 12 anos de carreira e que tem se especializado na música para a primeira infância. Canções autorais, clássicos de carnaval, além de paródias sobre a rotina dos bebês, trazem leveza para os desafios cotidianos da maternidade e paternidade.</p>
<p>A percussionista Lulu Araújo, grande referência da música infantil em Pernambuco, veste sua melhor fantasia e sobe aos palcos encantando crianças de todas as idades como a Fada Magrinha em seus dias de folia. Percussionista de grandes nomes da música, como Alceu Valença e Naná Vasconcelos, Lulu iniciou sua carreira musical em 97 e, de lá para cá, foram muitos carnavais. No show, canções tradicionais do carnaval, marchinhas, muito frevo e maracatu estão presentes, com muita interatividade com o público, estimulando-o a dançar, cantar e levando para o show momentos de muita diversão, troca e aprendizado.</p>
<p>Ao som do violão, cavaquinho e pandeiro, O Sambinha faz pequenos e grandes dançarem e brincarem. Isso porque traz em seu repertório músicas de gente pequena e de gente grande também! Cantigas de roda em ritmo de samba e choros e clássicos de Adoniran Barbosa e Chico Buarque adaptadas para o universo lúdico infantil.</p>
<p>Fundado em 1971 por José Severino dos Santos Pereira, o Mestre Zé Alfaiate, o Caboclinho Sete Flexas do Recife expressa uma das mais tradicionais festividades de Pernambuco com apresentações cheias de energia. Muita lantejoula, semente de ave-maria, cocar de pena de ema, machadinha, cabaça, cipó, lança e preaca são alguns dos elementos que compõem o deslumbrante vigor da cabocaria.</p>
<p>O mágico Rodrigo Lima é conhecido por seu show cheio de criatividade que encanta as crianças com mágicas cheias de surpresas e diversão.</p>
<p>O Recbitinho acontece no hall térreo do Paço Alfândega, no Cais da Alfândega, bem no coração do Carnaval recifense, no Bairro do Recife. O Paço é apoiador nessa proposta de levar uma programação bem divertida e gratuita para as crianças. Familiares e cuidadores contam com toda a infraestrutura do Paço para atender os pequenos, como banheiros, fraldário, praça de alimentação, café, estação de maquiagem carnavalesca, lojas de fantasias e cafés.</p>
<p>A curadoria do Recbitinho é assinada por Lulu Araújo, produtora, musicista e professora de música para crianças, com direção de Antonio Gutierrez, o Gutie, também diretor e idealizador do Rec-Beat. O evento tem apoio do Paço Alfândega,, e incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p><strong>GRADE DE PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, dia 23 de fevereiro</strong></span><br />
15h30 – Mágico Rodrigo Lima<br />
17h00 – Mariane Bigio e Bloco do Neném</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Segunda-feira, dia 24 de fevereiro</span></strong><br />
19h00 – Caboclinho Sete Flexas do Recife<br />
20h00 – Fada Magrinha</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira, dia 25 de fevereiro</strong></span><br />
19h00 – Mágico Rodrigo Lima<br />
19h45 – O Sambinha</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Festival Rec-Beat</p>
<p><strong>RECBITINHO (infantil)</strong><br />
Data: 23 a 25 de fevereiro (domingo até a terça-feira de Carnaval)<br />
Início: 15h30<br />
Local: Hall do Paço Alfândega<br />
R. Alfândega, 35 &#8211; Bairro do Recife<br />
GRATUITO</p>
<p><strong>Festival Rec-Beat &#8211; 25ª edição</strong><br />
Data: 22 a 25 de fevereiro de 2020 (sábado até a terça-feira de Carnaval)<br />
Início: 19h30<br />
Local: Cais da Alfândega, Recife, Pernambuco<br />
GRATUITO, AO AR LIVRE, ABERTO AO PÚBLICO<br />
Informações: <a href="http://recbeatfestival.com/2020/" target="_blank"><strong>www.recbeatfestival.com</strong></a></p>
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		<title>Literatura artesanal ganha destaque com a realização da Internacional Cartonera</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 14:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Antologia Nós Cartonera]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Durante todo o mês de setembro e até o próximo domingo (23) acontece a primeira edição do Internacional Cartonera, festival realizado pela Nós Pós como espaço de intercâmbio das ideias e do trabalho dos que fazem esse movimento acontecer no mundo. A programação, que teve o lançamento de selos editoriais cartoneros e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63099" aria-labelledby="figcaption_attachment_63099" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flávia Benevides/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/INTERNACIONAL_CARTONERA-CREDITOS-FLAVIA-BENEVIDES-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-63099 " alt="Flávia Benevides/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/INTERNACIONAL_CARTONERA-CREDITOS-FLAVIA-BENEVIDES-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">“Este movimento é o principal no mundo no que diz respeito à valorização de novos moldes, propostas e estratégias de contornar o mercado editorial&#8221;, opina Alexandre Melo, curador do festival</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>Durante todo o mês de setembro e até o próximo domingo (23) acontece a primeira edição do <a href="http://www.nospos.com.br/" target="_blank"><strong>Internacional Cartonera</strong></a>, festival realizado pela <strong><a href="https://www.facebook.com/nosposprodutora/" target="_blank">Nós Pós</a></strong> como espaço de intercâmbio das ideias e do trabalho dos que fazem esse movimento acontecer no mundo. A programação, que teve o lançamento de selos editoriais cartoneros e trouxe a Pernambuco grandes nomes, como Sidney Rocha e Washington Cucurto, idealizador do Movimento na Argentina, foi dividida em seis cidades: Garanhuns, Goiana, Lagoa dos Gatos, Olinda, Recife e São Paulo, com uma série de atividades gratuitas como oficinas, palestras, conversas, feira e atividades culturais.</p>
<p>O Movimento Cartonero surgiu na Argentina em 2003, período em que o país passava por uma séria crise econômica que deixou milhares de desempregados. Foi quando o escritor Washington Cucurto, presente na programação do festival, ao lado do seu parceiro, teve a ideia de fazer livros a partir do papelão recolhido nas ruas pelos desempregados e criaram a <a href="https://www.facebook.com/eloisacartoneraok/" target="_blank"><strong>Eloísa Cartonera</strong></a> – que também participa do evento.</p>
<p><em>“Este movimento é o principal no mundo no que diz respeito à valorização de novos moldes, propostas e estratégias de contornar o mercado editorial, um mercado bem perverso. Isso acaba deixando de fora de circulação muita gente que trabalha com edição e produção. O meu papel com a produtora Nós Pós é tentar dar luz a democratização do acesso à literatura no estado, e o movimento cartonero, além de ser uma via democrática pra esse fim, carrega consigo a questão da sustentabilidade, algo bastante necessário nos tempos de hoje”,</em> opina Alexandre Melo, produtor da Nós Pós e curador do festival.</p>
<div id="attachment_63097" aria-labelledby="figcaption_attachment_63097" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flávia Benevides/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/INTERNACIONAL_CARTONERA-CREDITOS-DIVULGAÇÃO-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-63097 " alt="Flávia Benevides/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/INTERNACIONAL_CARTONERA-CREDITOS-DIVULGAÇÃO-2-607x429.jpg" width="607" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">Como sementes plantadas, o Festival promoverá a criação de dois selos cartoneros: Um no Quilimbo Pau Amarelo, em Lagoa dos Gatos, e outro na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)</p></div>
<p>Inicialmente, estavam previstas atividades em Buenos Aires e no Chile, numa intenção de realizar um intercâmbio com as produtoras cartoneras dos nossos países vizinhos. “<em>Mas no final, por questões operacionais, acabamos ficando com seis cidades no Brasil, o que não impediu que convidássemos as produtoras internacionais a participarem do festival”,</em> explica Alexandre.</p>
<p>Em São Paulo as atividades acontecem numa parceria com a <strong><a href="https://www.facebook.com/mfcartonera/" target="_blank">Malha Fina Cartonera</a></strong>, um projeto apoiado pelo Programa Unificado de Bolsas (PUB) da Universidade de São Paulo (USP). <em>“Por ter surgido dentro da universidade, composta por alunos, este selo tem uma simbologia muito grande”,</em> opina o curador do festival.</p>
<p>De acordo com Alexandre Melo, Garanhuns está na programação “<em>mais pela força artística da cidade, bem presente na literatura também, e pelo viés da parceria que a gente tem com o Sesc local”.</em> Na Zona da Mata Norte, o município de Goiana, segundo o produtor da Nós Pós, <em>“entrou pela questão da movimentação literária e independente que existe por lá. Não só em termos de edição, mas de produção também. E como eu tenho uma parceria com Phillipe Wolney, com a editora <a href="https://www.facebook.com/portaabertaproducoes/" target="_blank"><strong>Porta Aberta</strong></a>, essa realização se tornou possível”.</em></p>
<div id="attachment_63098" aria-labelledby="figcaption_attachment_63098" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flávia Benevides/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/INTERNACIONAL_CARTONERA-CREDITOS-DIVULGAÇÃO.jpg"><img class="size-medium wp-image-63098 " alt="Flávia Benevides/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/INTERNACIONAL_CARTONERA-CREDITOS-DIVULGAÇÃO-607x429.jpg" width="607" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">No sábado (21) e domingo (22) o Paço Alfândega recebe a Feira Internacional Cartonera, com a presença de 20 editoras internacionais e nacionais</p></div>
<p><em>“Já Lagoa dos gatos foi porque queríamos fazer uma ação dentro de uma comunidade quilombola, e como eu já tenho uma abertura com a população do Quilombola do Pau Ferrado, escolhemos este lugar para receber a atividade”,</em> ressalta o curador.</p>
<p>Alexandre Melo conta que o diferencial dessa ação em relação às outras é porque o produto final é a criação de um selo editorial cartonero. <em>“Aproveitando o gancho da necessidade de fortalecer esse movimento nas comunidades quilombolas, a gente pensou em deixar como semente para aquela região uma editora. O interessante é que um selo infantil, que está sendo produzido junto aos professores de uma escola da comunidade”.</em></p>
<p>Quem também receberá uma atividade parecida é a UFPE, que terá o primeiro selo universitário cartonero no estado. “<em>A ideia é semear por lá uma ideia Nos moldes do que fizeram na Argentina”,</em> revela Alexandre.</p>
<div id="attachment_21690" aria-labelledby="figcaption_attachment_21690" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><img class="size-medium wp-image-21690 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/Sidney-Rocha-divulgação-607x404.jpg" width="607" height="404" /><p class="wp-caption-text">O escritor Sidney Rocha é um dos convidados que conversa com o público sobre o Movimentro Cartonero no próximo domingo (23), às 15h, no Paço Alfândega</p></div>
<p>No Paço Alfândega, neste sábado (22) e domingo (23), é onde se concentram a maior concentração de atividades do festival. Duas delas acontecem simultaneamente, como a Feira Internacional Cartonera, com a presença de 20 editoras internacionais e nacionais, distribuídas em 15 stands no hall do espaço feitos com papelão e materiais recicláveis, numa parceria com a <a href="https://www.fablabrecife.com/" target="_blank"><strong>Fab Lab Recife</strong></a>, e os debates com convidados. Um deles, por exemplo, é o escritor Sidney Rocha, que conversa com o público no domingo (23), a partir das 15h.</p>
<p>Outros nomes que participam destes encontros são o próprio Washington Cucurto, além de Olga Sotomayor, que representa o Movimento no Chile, Alicia Cuerva, que realiza formações cartoneiras em diversos continentes, entre outros grandes nomes do cartonerismo nacional e estadual. Todas as atividades contam com acessibilidade comunicacional e arquitetônica.</p>
<p>Ainda no domingo (23), está prevista a publicação da <strong>Antologia Nós Cartonera</strong>, a ser editorada a partir desta quarta-feira (19) com acesso aberto ao público no Ateliê Nós Cartonera, instalado no Espaço Pasárgada, na Boa Vista. A visita pode ser feita até a próxima sexta-feira (21), das 8h às 18h, e qualquer pessoa poderá acompanhar a manufatura dos exemplares da antologia.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong> </span><br />
<em>INTERNACIONAL CARTONERA</em><br />
Até domingo (23)<br />
Recife, Olinda, Goiana, Lagoa dos Gatos, Garanhuns e São Paulo.<br />
Programação gratuita | Confira no site da Nós Pós</p>
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		<title>Livro &#8220;O Dia em que a Morte Sambou&#8221; será lançado no Recife e em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2016 20:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42217" aria-labelledby="figcaption_attachment_42217" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/O-dia-em-que-a-Morte-sambou-Foto.jpg"><img class="size-medium wp-image-42217" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/O-dia-em-que-a-Morte-sambou-Foto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com incentivo do Funcultura, &#8220;O Dia que a morte sambou&#8221; é o terceira obra do casal voltado para o público infantojuvenil.</p></div>
<p>De acordo com o escritor egípcio radicado em Olinda, Habib Zahra, a partir do século 18, com o surgimento da literatura infantojuvenil enquanto gênero especializado e cada vez mais esterilizado, o assunto da morte, junto com outros temas julgados tabus, foi gradualmente excluído da vida das crianças, com o intuito de &#8220;protegê-las&#8221;. Na contramão dessa tendência, o escritor resolveu aproximar o tema da morte do universo infantil. No livro <em>O Dia em que a morte sambou</em>, que será lançado neste domingo (27), na Livraria Cultura do Paço Alfândega, ele oferece perspectivas não necessariamente novas, mas que resgatam outras abordagens sobre o inescapável tema.</p>
<p><em>O dia em que a Morte sambou</em> é sobre Seu Biu, um velho brincante, ágil e sorridente, que não deixa nem a velhice e nem a morte acabarem com sua alegria. Com ilustrações em aquarela assinadas pela artista plástica espanhola Valeria Rey Soto, a obra é inspirada, em parte, na vivência do casal com os brincantes de maracatu rural e cavalo-marinho da Zona da Mata de Pernambuco.</p>
<p>Os autores vão aproveitar a ocasião para estrear o espetáculo teatral que montaram a partir do livro, com bonecos de sombra e uma trilha sonora executada ao vivo. Além disso, uma seleção das aquarelas que ilustram o livro estará em exposição, e ficará abrigada no mezanino da livraria até o dia 27 de dezembro.</p>
<div id="attachment_42218" aria-labelledby="figcaption_attachment_42218" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marina Mahmood</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Habib-e-Valeria-foto-de-Marina-Mahmood.jpg"><img class="size-medium wp-image-42218 " alt="Marina Mahmood" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Habib-e-Valeria-foto-de-Marina-Mahmood-607x446.jpg" width="607" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">Habib Zahra e Valéria Rey Soto estrearam no mundo da literatura infantojuvenil em 2012, com a fábula com &#8220;O Burro Errante&#8221;</p></div>
<p><em> O dia em que a Morte sambou</em>, também será lançado no domingo 11 de dezembro, às 17h, na galeria A Casa do Cachorro Preto, Olinda e no sábado 17 de dezembro, às 15h, na Biblioteca Comunitária Amigos da Leitura, Alto José Bonifácio. Em todas as ocasiões haverá apresentação da peça teatral homônima.</p>
<p>Nas grandes livrarias, o preço do livro  será de R$ 34,00. Porém, na Biblioteca Comunitária, para tornar o livro mais acessível aos moradores do bairro, será oferecido um desconto de 50%, podendo ser adquirido por  R$ 17,00. O livro também já está disponível na <a href="http://habib-valeria.com/loja/">loja virtual</a> dos autores por um preço especial.</p>
<div id="attachment_42219" aria-labelledby="figcaption_attachment_42219" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Olívia Godoy</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Apresentação-Teatro-Sombras-Foto-de-Ana-Olívia-Godoy-9-LORES.jpg"><img class="size-medium wp-image-42219" alt="Ana Olívia Godoy" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Apresentação-Teatro-Sombras-Foto-de-Ana-Olívia-Godoy-9-LORES-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na ocasião dos lançamento, o autor vai estrear espetáculo de sombras baseado no livro</p></div>
<p><strong>Sobre os autores</strong> &#8211; Biólogo de formação, Habib Zahra nasceu no Egito em 1980; a artista plástica Valeria Rey Soto, na Espanha, em 1982. Cresceram bem perto um do outro, com apenas as águas do Mar Mediterrâneo separando o litoral norte-africano da Península Ibérica. Só se conheceram, no entanto, um quarto de século depois, lá do outro lado do mundo, em uma cidade chamada Olinda, no Nordeste do Brasil. Logo se juntaram para explorar o imenso país onde se encontravam, seu litoral e seus interiores, seus rios e suas florestas, seu povo e suas tradições.</p>
<p>Estrearam no mundo da literatura infantojuvenil em 2012 com <em>O Burro Errante</em>, uma fábula inspirada pelas andanças de Habib e, em 2014, lançaram <em>O último golpe do Lobo Mau. </em>Ambos também trabalham com teatro.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Lançamento de<em> O dia em que a Morte sambou, </em>de Habib Zahra e Valeria Rey Soto<br />
Domingo (27/11), às 17h, na Livraria Cultura do Paço Alfândega (R. Me. Deus, S/n &#8211; Recife Antigo)<br />
Domingo (11/12), às 17h, na galeria A Casa do Cachorro Preto, Olinda<br />
Sábado (17/12), às 15h, na Biblioteca Comunitária Amigos da Leitura, Alto José Bonifácio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em id="__mceDel">  </em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, Newton Moreno lança “Ópera e Outros Contos” na Livraria Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2016 15:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_36314" aria-labelledby="figcaption_attachment_36314" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Nilton_13.jpeg"><img class="size-full wp-image-36314 " alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Nilton_13.jpeg" width="214" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">A publicação reúne 25 contos do autor</p></div>
<p>O dramaturgo, encenador, pesquisador e escritor pernambucano Newton Moreno faz sua estreia no universo dos livros, nesta segunda-feira (16), às 18h, na Livraria Cultura do Paço Alfândega, com o lançamento da publicação <em>Ópera e Outros Contos</em>. Com incentivo do Funcultura, a obra, prefaciada por Marcelino Freire, reúne 25 contos do autor, que já são bem conhecidos pelos pernambucanos. Em 2007, o Coletivo Angu de Teatro fez a estreia nacional da peça <em>Ópera</em>, no Teatro Apolo, que ficou pequeno para acomodar o público que se acumulava em longas filas na bilheteria. Na noite de autógrafos, a mesma companhia fará, no auditório da Cultura (com 150 lugares), uma leitura dramática de textos inéditos do autor.</p>
<p>Os contos de <em>Ópera</em> trazem personagens de fácil identificação pelos leitores recifenses, pois remetem às andanças pelas ruas do centro do Recife, ao nosso jeito de falar. A música, a diversidade sexual, a marginalidade e a busca incessante por algo que dê sentido à vida e aplaque as dores da alma são elementos assíduos nos enredos. Personagens que vivenciam a aventura do grande amor, encontros inusitados, tragédias e catástrofes humanas que, aqui e ali, podem provocar riso. O romance de um cantor de ópera com um michê; um drama familiar motivado pela descoberta da homossexualidade do cachorro doméstico; as desventuras de um folião que perdeu a dentadura justamente no primeiro dia do Carnaval; a moça que só sossega o coração aplicando-se anestesia de consultório dentário. Quem conhece o teatro de Moreno vai correlacionar de imediato sua narrativa de frases curtas, rápidas e imagéticas.</p>
<p><strong>AGENDA -</strong>  Além da capital pernambucana, haverá lançamento de<em> Ópera</em> no Rio de Janeiro, no dia 23/05 (segunda-feira), na Livraria Cultura do Shopping Fashion Mall, e em São Paulo, no dia 25/05 (quarta-feira), na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.</p>
<p><strong>TRAJETÓRIA -</strong> Nascido no Recife, em 1968, o autor é bacharel, mestre e doutor em Artes Cênicas, sendo o primeiro título pela Unicamp e os dois últimos pela USP. No Teatro, foi consagrado em importantes premiações, como a da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA), Shell, Contigo!, Questão de Crítica, Qualidade Brasil e Bibi Ferreira. Seu primeiro texto encenado foi <em>Deus Sabia de Tudo&#8230;</em>, em 2001. De lá pra cá, escreveu peças aclamadas por público e crítica, como <em>Agreste</em> (encenada também em Londres e Buenos Aires), <em>Dentro</em>, <em>A Cicatriz é a Flor</em>, <em>Assombrações do Recife Velho</em>, <em>Memórias da Cana</em>, <em>As Centenárias </em>(também montada em Lisboa), <em>Maria do Caritó</em>, <em>Jacinta</em> e outras. <em>A Refeição</em>, resultado da residência com o Royal Court Theatre, entrou em cartaz em Buenos Aires. Na televisão, foi colaborador em <em>A Grande Família </em>e, em 2015, a Rede Globo levou ao ar uma minissérie de sua autoria, <em>Amorteamo</em>, que abordou histórias de amor entre mortos e vivos, no Recife do início do século 20.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro <em>Ópera e Outros Contos</em>, de Newton Moreno<br />
<strong>Quando:</strong> 16/5 (segunda-feira), às 18h<br />
<strong>Onde:</strong> Livraria Cultura do Paço Alfândega (R. Madre de Deus, s/n, Recife Antigo, Recife &#8211; PE)</p>
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		<title>Evento de economia criativa reúne design, teatro música no Paço Alfândega</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 21:33:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Paço Alfândega recebe, neste sábado (8) e domingo (9), a segunda edição do projeto Bora. Unindo teatro, música e design, o evento de economia criativa  tem como objetivo reunir artistas e marcas locais em um ambiente catalisador de cultura, para que as pessoas possam ter uma experiência muito além do consumo. Com acesso gratuito, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/paco-alfandega.jpg"><img class="size-medium wp-image-28842 aligncenter" alt="paco-alfandega" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/paco-alfandega-607x366.jpg" width="607" height="366" /></a></p>
<p>O Paço Alfândega recebe, neste sábado (8) e domingo (9), a segunda edição do projeto <em>Bora</em>. Unindo teatro, música e design, o evento de economia criativa  tem como objetivo reunir artistas e marcas locais em um ambiente catalisador de cultura, para que as pessoas possam ter uma experiência muito além do consumo. Com acesso gratuito, o evento começa a partir das 15h, no sábado, e 14h, no domingo.</p>
<p>O encontro contará com a discotecagem do DJ Rafoso, e apresentação da banda Irmãos de Van Gogh, no sábado. Já no domingo, o DJ Rafoso assume novamente as picapes e o show musical abre espaço para a quinta arte com a encenação de esquetes do Grupo Teatral NAVA.</p>
<p><strong>Design + Artes Plásticas</strong><br />
No Espaço Design, os estandes são ocupados por 24 marcas locais. Lá, o público vai encontrar artigos decorativos, com opções de estofados e vasos, produtos de moda e acessórios, com bijuterias, vestidos e calçados. As marcas Arte Espadas, Bresha, Carolina Escobar, Casa87, Collier, Cristina Mac Dowell, Ecohus, Encomende Design, F.A.G, Fattoria, Gigolé, Hipó, Janela Amarela, Joana Moura, Katia Costa Pinto, Lama, Mosca de Padaria, Moscou, Panícula, Prazeres Accioly, Seu Zé, Studio Matte, Terra Flora e Vitalina vão participar do evento.</p>
<p>Assim como na primeira edição, as artes plásticas também têm vez no BORA!. O Espaço Galeria de Arte conta com a exposição de obras dos artistas Rayo, Rodrigo Costa, Cristina Mac Dowell, João Pessoa, Luiz Ribeiro, Jeff Alan, Juliana Souto, Carolina Moura e Liza Siqueira. Todas as peças expostas estarão à venda.</p>
<p><strong>Comida</strong><br />
Para quem quiser beber algo enquanto curte o evento, as bebidas devem ser garantidas pelo drink truck Recbeer, que traz diversas opções de cervejas especiais.</p>
<p>Ação do bem &#8211; Além de se divertir, o público do &#8220;Bora!&#8221; também pode comprar mais barato e fazer uma boa ação. Doando uma peça de roupa em bom estado, a pessoa ganha a “moeda Bora”, que garante descontos na compra de qualquer produto à venda. Todas as peças arrecadadas serão doadas à ONG Farol52.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Evento <em>Bora</em>, no Paço Alfândega<br />
Quando: sábado (8), das 15h às 22h, e domingo (9), das 14h às 21h<br />
Endereço: Rua da Alfândega, 35 – Bairro do Recife, Recife/PE<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>“Tatuagem” ganha edição em DVD e Blu-Ray</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2014 21:28:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem teve a oportunidade de assistir ao filme “Tatuagem” na tela grande do cinema, poderá agora tê-lo em casa. O premiado longa-metragem de Hilton Lacerda chega ao mercado de home video, com lançamento em DVD/Blu-Ray. Para celebrar esta nova edição do filme, acontece, nesta quarta (15), às 19h, um debate com Hilton Lacerda, a jornalista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem teve a oportunidade de assistir ao filme “Tatuagem” na tela grande do cinema, poderá agora tê-lo em casa. O premiado longa-metragem de Hilton Lacerda chega ao mercado de home video, com lançamento em DVD/Blu-Ray. Para celebrar esta nova edição do filme, acontece, nesta quarta (15), às 19h, um debate com Hilton Lacerda, a jornalista Fabiana Moraes e a pesquisadora Ângela Prysthon. O encontro acontece na Livraria Cultura (Paço Alfândega), no Bairro do Recife.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/tatuagem.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15465" alt="Flávio Gusmão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/tatuagem-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>“Tatuagem” é estrelado por Irandhir Santos, Jesuíta Barbosa, Rodrigo García e grande elenco que trazem à tela a história do debochado grupo teatral Chão de Estrelas e o amor que aflora entre Clécio Wanderley, líder da trupe, e o recruta Fininha. O filme vem ganhando colecionando prêmios em diversos festivais pelo país. Entre eles, conquistou quatro kikitos no Festival de Gramado, cinco prêmios no Festival do Rio, outros cinco no Festival de Cinema de Triunfo, além de ser a única produção brasileira indicada ao Prêmio Goya, da Espanha, na categoria Melhor Filme Ibero-Americano.</p>
<p>Com distribuição da Imovision, o DVD/Blu-Ray traz, além do filme em si, material extra, como as apresentações teatrais, na íntegra, do Chão de Estrelas, além dos vídeos Super-8 do professor Joubert, que, no filme, registrava as performances da trupe, além de trailers e making of.</p>
<p><strong>Tatuagem</strong><br />
Brasil, 1978. A ditadura militar, ainda atuante, mostra sinais de esgotamento. Em um teatro/cabaré, localizado na periferia entre duas cidades do Nordeste do Brasil, um grupo de artistas provoca o poder e a moral estabelecida com seus espetáculos e interferências públicas. Liderado por Clécio Wanderley (Irandhir Santos), a trupe conhecida como Chão de Estrelas, juntamente com intelectuais e artistas, além de seu tradicional público de homossexuais, ensaiam resistência política a partir do deboche e da anarquia.</p>
<p>A vida de Clécio muda ao conhecer Fininha (Jesuíta Barbosa), apelido do soldado Arlindo Araújo, 18 anos: um garoto do interior que presta serviço militar na capital. É esse encontro que estabelece a transformação de nosso filme para os dois universos. A aproximação cria uma marca que nos lança no futuro, como TATUAGEM: signo que carregamos junto com nossa história.</p>
<p>Revisitando o cinema novo, flertando com o experimentalismo do super-8 da década de setenta no Brasil e dialogando com o cinema contemporâneo, TATUAGEM procura jogar luz sobre as várias maneiras que podemos ler e interpretar a história e a cinematografia de um país, devolvendo-lhe texturas e cheiros, e abrir uma brecha para vislumbrar uma das faces mais interessantes e complexas do Brasil: a história que nasce na marginalidade dos acontecimentos.</p>
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