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	<title>Portal Cultura PE &#187; paço do frevo</title>
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		<title>Isaar convida foliões para CarnavalIsaar</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 19:08:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114137" aria-labelledby="figcaption_attachment_114137" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-25-at-15.19.58.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114137" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-25-at-15.19.58-324x486.jpeg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora e compositora Isaar</p></div>
<p>Neste sábado (26), a partir das 19h, o Sábado no Paço com o Som na Rural, palco itinerante idealizado pelo produtor Roger de Renor e pelo diretor e fotógrafo Nilton Pereira, recebe a sétima edição do show CarnavalIsaar.</p>
<p>O projeto de Carnaval da cantora e compositora Isaar, que acontece defronte ao Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº Bairro do Recife), conta com a participação de Marron Brasileiro, Bione, Cassio Sette, Orquestra Backstage, Boi Marinho e do passista Heitor Miranda.</p>
<p>O repertório traz clássicos da folia de Momo, canções do repertório de Isaar e de seus convidados. A DJ Vibra abre a noite. O acesso é gratuito.</p>
<p>O 7º CarnavalIsaar tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura, e recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG) do governo federal.</p>
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		<title>Panela do Jazz prepara dez horas de programação gratuita com espetáculos de música e palhaçaria</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 15:24:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113796" aria-labelledby="figcaption_attachment_113796" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-113796" alt="Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista Gilú Amaral</p></div>
<p>A experiência exalada por mais de cinco décadas musicais do Quinteto Violado junta-se ao frescor da nova geração de artistas do improviso para compor a programação do Panela do Jazz, um dos principais festivais do gênero no Nordeste. O evento retorna este ano após um hiato sabático no Recife, em 2023, robustecido por uma grade repleta de atrações prestigiadas na região e nos palcos Brasil afora, e mantém a mescla de linguagens artísticas para fazer das ruas do bairro do Poço da Panela &#8211; berço e casa desde a origem &#8211; a passarela festiva de todas as artes, pessoas e formas de afeto cultural pela cidade. A edição de retorno está marcada para o dia 19 de outubro e prevê mais de dez horas de atividades visuais, cênicas, musicais e de empreendedorismo com acesso inteiramente gratuito para públicos de todas as idades.</p>
<p>A primeira atração a subir ao palco é Neris Rodrigues e o Trombonando, às 17h. A grade segue com a apresentação de Laís de Assis Trio (18h30), Duo Repercuti (com o show <em>Duo Repercuti Convida Tambores da Xambá</em>, 20h), Gilú Amaral (21h30) e encerra com o show do Quinteto Violado Instrumental (23h) &#8211; apresentação ocorre em plena véspera de aniversário de 53 anos do grupo, um dos mais longevos do Estado e do Brasil, e ganha contornos de comemoração. As performances musicais são seguidas, nos intervalos, pelo som comandado pelo DJ Ari Falcão, com execução de standards do jazz por meio de discos em vinil.</p>
<p>A quinta edição do Panela do Jazz tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do governo federal. Conta com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O evento realizou a primeira edição em 2018, realizou uma versão inteiramente virtual durante a pandemia da covid-19 e já chegou ao município de Triunfo, no Sertão do Estado, com performances musicais, atividades formativas e ações de valorização dos músicos da região.</p>
<p>A retomada em 2024 renova também a proposta urbana do Panela do Jazz de fazer da ocupação das ruas da cidade um momento de reflexão sobre o uso democrático do espaço público e da integração harmônica com o meio ambiente e o fomento econômico da região onde o evento é realizado. O festival contrata mão de obra local e providencia estrutura para comércio de moradores e empresas sediadas no bairro &#8211; com oferta de gastronomia, artesanato e de outras linguagens para dinamizar o acesso à arte e ao desenvolvimento de forma sustentável e integrado.</p>
<p>Além do cinquentenário grupo Quinteto Violado, a personalidade homenageada deste ano é Capiba, gênio do frevo e referência para todas as gerações de músicos pernambucanos &#8211; e até brasileiros &#8211; pelo legado musical pontuado pelo domínio do improviso e pela aura contagiante das composições revisitadas, sobretudo, durante os Carnavais. O músico, pianista e compositor pernambucano Lourenço de Fonseca Barbosa, da agrestina Surubim, nasceu há exatos 120 anos e legou à cultura do Estado pérolas como <em>Madeira que Cupim Não Rói</em> (1963), <em>Oh, Bela</em> (1970) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (1972), entre muitos outros sucessos.</p>
<p>A exaltação do frevo no tributo ao mestre escorre para as masterclasses promovidas pelo Panela do Jazz, de 15 a 16 de outubro, no Paço do Frevo, no Bairro do Recife, das 14h às 17h: Do Choro ao Frevo (harmonia funcional), na terça-feira, e A Improvisação em Arranjos de Frevo, na quarta-feira. A primeira aula é conduzida pelo compositor, arranjador, professor e diretor musical Marco César; e a segunda pelo baixista, compositor, arranjador, diretor musical e pesquisador Marcos FM. Ambas se destinam ao público em geral &#8211; com prioridade para estudantes da rede pública de ensino &#8211; e se propõem a estimular o conhecimento e a formação sobre a cultura local, principalmente entre as parcelas jovens da população.</p>
<p>A programação do dia do festival começa com o lançamento e a abertura da feira Olegarinha de Artes da Mulher (14h), voltada à economia criativa e ao empreendedorismo feminino e sob curadoria da designer e chef Cecília Montenegro. O espaço presta homenagem à abolicionista e ícone da luta pela emancipação feminina Olegária Carneiro da Cunha, conhecida como Mãe do Povo por organizar bazares e outras atividades para arrecadar fundos e custear cartas de alforrias de escravizados na região. As inscrições para participar podem ser feitas pelo link na bio do Panela do Jazz no <a title="@paneladojazz" href="https://www.instagram.com/paneladojazz/" target="_blank">Instagram</a>.</p>
<p>A exposição <em>Momento</em>, concebida e montada pela fotógrafa francesa radicada no Recife Dominique Berthé e pelo artista plástico Imaraí Freitas, é uma das opções acessíveis ao público do festival &#8211; a mostra na casa-ateliê dela (Rua Álvaro Macêdo, 70) fica aberta das 16h às 20h do sábado. As obras versam sobre trajetória, criações, expressões e linguagens da artista.</p>
<p>O festival recria o encantamento bem-humorado dos artistas circenses de edições anteriores com uma tripla apresentação, a partir das 16h30, para crianças e adultos. A Palhaça Vareta exibe o espetáculo <em>Desentupirada</em>, com situações cômicas e inusitadas vivenciadas pela palhaça tomada por uma dor de barriga pouco antes de dar início ao show, com contorcionismo, malabarismo, equilibrismo e música.</p>
<p>Às 17h30 é a vez do Palhaço Gambiarra fazer a performance de <em>Um Curto-Circuito de Risos</em>, um passeio pela contação de histórias e pelos brinquedos populares a partir de vários números. As apresentações circenses são encerradas com o espetáculo <em>Meu Circo</em>, da companhia homônima, às 18h30.</p>
<p>O fim de tarde é marcado pela exibição do <em>Projazzções</em>, incursão artística com a ideia de combinar harmonicamente imagens e músicas por meio da projeção de fotografias em sintonia com standards do jazz nacional e internacional. A proposta do fotógrafo Anderson Steves e do DJ Ernesto Jr. é evidenciar o diálogo e a sinergia criada pela combinação de vertentes artísticas de apreciação sensorial diferente &#8211; visual e auditiva.</p>
<p>“O Panela do Jazz tem uma preocupação permanente com a valorização da cultura brasileira e da cena instrumental por meio do jazz e da ponte com outras musicalidades nacionais e estrangeiras. É um evento para cultivar a relação com as múltiplas linguagens da arte e instigar a ocupação da rua, da cidade pela população”, resume o idealizador e diretor-geral do evento, o produtor cultural Antonio Pinhêiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira os resumos dos shows:</strong></span></p>
<p><em>A homenagem ao mestre Capiba atravessa as apresentações do Panela em 2024, com influência dos improvisos do frevo e do jazz a cada performance sobre o palco.</em></p>
<p><strong>Neris Rodrigues e o Trombonando -</strong> O show Música do Mundo esmiúça a trajetória do jazz no Brasil e se debruça sobre as fusões com frevo, coco, agueré, funk, música ancestral árabe e percussão afrodescendente. A apresentação mescla sons em percurso pela ideia de brasilidade e prepara um número especial à base de frevo em tributo a Capiba.</p>
<p><strong>Lais de Assis Trio -</strong> A violeira, arranjadora, pesquisadora e arte-educadora pernambucana criou uma linguagem própria à frente do instrumento de corda e usa como inspiração o universo sonoro nordestino e as ancestralidades. O show em trio tem o acompanhamento da tuba de Alex Santana e da percussão de Nino Alves com improviso inspirado na sonoridade regional.</p>
<p><strong>Duo Repercuti -</strong> O show Duo Repercuti Convida os Tambores da Xambá faz uma celebração da música afro-pernambucana e brasileira com a proposta de uma experiência musical inédita a partir de arranjos específicos das composições do primeiro álbum. O espetáculo se define como símbolo de resistência e identidade cultural.</p>
<p><strong>Gilú Amaral -</strong> Com o recém-lançado álbum O Sopro e a Percussão, o habilidoso percussionista pernambucano exalta a força sonora dos metais na música pernambucana e a conexão com ritmos e gêneros no cenário internacional. A apresentação atravessa o regional com improvisações típicas do jazz sob influência de Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos.</p>
<p><strong>Quinteto Violado -</strong> Grupo icônico da música nordestina e brasileira, com 53 anos de existência, o Quinteto faz da música regional e da pesquisa o material de trabalho das apresentações. A sonoridade própria estabelece conexões com a musicalidade universal e celebra o cosmopolitismo da arte com absorção da contemporaneidade e improvisações jazzísticas, do popular ao erudito. A apresentação no Panela do Jazz enfatiza a faceta instrumental do grupo.</p>
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		<title>Relicárias dá nome, corpo e voz às mulheres negras na dança do frevo</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2024 17:37:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram no Recife na época em que o frevo dava seus primeiros passos e que foram presas simplesmente por dançá-lo na via pública. Os vestígios da presença dessas mulheres emergiram das páginas policiais de jornais do início do século 20 e agora, mais de 100 anos depois, a pesquisa Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo dá nome, corpo e voz a essas mulheres pioneiras, contemplada com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). A mostra do processo de pesquisa, em formato de apresentação artística, é apresentada este domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo, com entrada gratuita, mediante distribuição de senha, e acessibilidade em libras.</p>
<p>À frente da pesquisa estão as dançarinas e pesquisadoras Rebeca Gondim, Marcela Felipe, Ailce Moreira, Bell Puã e Vanessa Marinho. Nos últimos dois anos elas se debruçaram em textos e imagens sobre o frevo dedicadas a dar vida a mulheres como Olindina Olívia da Conceição e Maria da Hora Tavares, Maria Facão, presas supostamente por cometer delitos como jogar capoeira, embriaguez e por “ouvir música em frente a uma festa privada”. A partir desses vestígios encontrados nos jornais da época, as pesquisadoras buscaram recriar de forma poética as biografias das personagens da vida real recheando com dados históricos, elementos visuais da dança, como figurino e o território onde viveram as personagens, a gestualidade e os passos executados na época, e apresentá-las em carne e osso.</p>
<p>“Além de Olindina e Maria Facão, o público vai conhecer Ana Maria Luiza Tavares da Conceição, Neidinha, uma terceira personagem que é uma junção de várias outras mulheres que apareceram na pesquisa, trabalhadoras da rua, como as quitandeiras, sem ter sequer seus nomes citados”, destaca Rebeca Gondim. Segundo a pesquisadora, uma das partes mais difíceis da pesquisa foi levantar a forma de dançar das antepassadas. “Trabalhamos a imaginação tendo como base os movimentos da capoeira e as experiências corporais de cada uma”, conta.</p>
<div id="attachment_109874" aria-labelledby="figcaption_attachment_109874" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Filipe Gondim/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109874" alt="Filipe Gondim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As bailarinas Ailce Moreira, Marcela Felipe e Rebeca Gondim</p></div>
<p>A pesquisa foi realizada em três etapas nas quais a equipe aprofundou os conhecimentos em laboratórios de criação conduzidos por artistas e pesquisadores convidados/as. A historiadora Vanessa Marinho foi a responsável pela condução da pesquisa historiográfica; a poeta e escritora Bell Puã conduziu um laboratório de poesia e performance (escrita, corpo e voz); o fotógrafo e artista visual Filipe Gondim e a dançarina e figurinista Maria Agrelli conduziram a oficina para levantamento dos elementos visuais da dança, entre fotografias e figurinos. O grupo também realizou entrevistas com dançarinas de frevo contemporâneas, como Zenaide Bezerra, Lucélia Albuquerque, Geciland Monteiro (Landinha), Valéria Vicente, Dadinha Gomes, Renach Reiva, Francis Souza, Marinez Barbosa e Joelma Evaristo.</p>
<p>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo foi contemplado com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Além da mostra pública dos resultados da pesquisa, o projeto deixa como legado um podcast, produzido por Janaína Oliveira, do @negraslinhas, com uma audioconversa sobre o processo da pesquisa e as histórias das mulheres pesquisadas, além de fotocolagens das personagens pesquisadas. Esse material é lançado na próxima sexta-feira (31) no perfil do Instagram (@relicariasdofrevo).</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Artistas-pesquisadoras: Ailce Moreira, Bell Puã, Marcela Felipe e Rebeca Gondim<br />
Pesquisadora-historiadora: Vanessa Marinho<br />
Artista, pesquisador-visual e fotógrafo: Filipe Gondim<br />
Produtora e figurinista: Maria Agrelli<br />
Consultora da pesquisa: Ailce Moreira<br />
Gravação e edição do podcast: Janaína Oliveira | podcast Negras Linhas<br />
Intérprete de libras: Joselma Santos e Jéssica Santos<br />
Consultoria de acessibilidade: VouSer Acessibilidade | Andreza Nóbrega<br />
Assessoria de Imprensa: Ana Nogueira</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo -</strong> <em>domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife). Entrada gratuita (com distribuição de senha) e acessibilidade em libras</em></p>
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		<title>Festival de Danças Negras da Gira Ara Dúdú ocupa espaços culturais do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 13:55:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Gira Ara Dúdú realiza seu primeiro Festival de Danças Negras, que tem como temática O que o Corpo Negro Come?. A celebração acontece teve início nos dias 9 e 10 de dezembro e continua, esta semana, de sexta-feira (15) até domingo (17). O acesso ao público é gratuitamente e ocorre em quatro espaços culturais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107027" aria-labelledby="figcaption_attachment_107027" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Demison Silva/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Foto-Demison-Silva.jpg"><img class="size-medium wp-image-107027" alt="Demison Silva/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Foto-Demison-Silva-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festival de Danças Negras</p></div>
<p>A Gira Ara Dúdú realiza seu primeiro Festival de Danças Negras, que tem como temática O que o Corpo Negro Come?. A celebração acontece teve início nos dias 9 e 10 de dezembro e continua, esta semana, de sexta-feira (15) até domingo (17). O acesso ao público é gratuitamente e ocorre em quatro espaços culturais recifenses: Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo; Centro Cultural Apolo-Hermilo; Caixa Cultural Recife; e Paço do Frevo. O festival contempla também a acessibilidade, com atividades disponíveis em libras.<br />
Contemplado pelo edital do Sistema de Incentivo à Cultura (SIC) 2020/2021, o festival tem o apoio da Prefeitura do Recife e incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2020/2021.<br />
A programação oficial conta com espetáculos, oficinas, imersão, rodas de conversa, mostra negra de videodanças e instalação proporcionando participações pernambucanas e de outros Estados do Nordeste como Bahia, Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte, além de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Goiás.<br />
As participações ao longo do festival são: Paulo Queiroz (PE), Mestra Dan Dara (MA/BA), Mestra Di (PE), Vilma Carijós (PE), Mestra Nice Teles (PE), Orun Santana (PE), Sérgio Lelo (PE), Maria Livreira (PE), Diogo Lins (PE), Iara Izidoro (PE), Akuenda Translésbicha (PE), Tieta Macau (MA/CE), Luciane Ramos Silva (SP), Sophia Wiliams (PE), Briê (PE), Quilombo do Catucá (PE), Camila Ribeiro (GO), Ruanda (PE), Olefun Helaynne Sampaio Viana (PE), Coletivo Nudaafro (RJ), Odara Nur Mahin/Resistência Bellyblack (RJ), Guilherme Allain (PE), Rayane Nátale Calixto (MG/RN), Victor Freitas (CE), Emerson Dias (PE), Luís Eduardo (DF), Lua Maria (PE), Estes Soares (PE), Una (PE), Orí Cia. de Dança (PE), Moabia Ferreira (PE), Deybson de Oxalá (PE), Danielle Vieira (PE), Elaine de Oxum (PE), Raquel Araújo (PE) e Gleice Barbosa (PE).<br />
A Gira Ara Dúdú nasce do movimento de Jamila Marques, Renata Mesquita e Dandara Marques, todas mulheres negras, mães, artistas e pesquisadoras que juntas formam o núcleo Ara Agontimé. O festival também conta com a coordenação de curadoria, realizada por Sophia Williams e Diogo Lins.<br />
“O festival surge com o objetivo de refletir sobre o legado ancestral da memória e cultura dos corpos negros dançantes que tecem histórias na cidade do Recife e no Estado de Pernambuco. Nossa temática também busca a reflexão sobre as nutrições do corpo desde o nascer, seus deslocamentos nas tessituras e dramaturgias do existir e ainda como são moldados e incorporados padrões que violentam nossas vidas e adoecem nossos corpos”, explica Renata Mesquita.</p>
<p><strong>CHAMAMENTO -</strong> A etapa inicial foi concluída após a divulgação do resultado do chamamento público, que ficou aberto de 21 de agosto até 25 de setembro. Todas as videodanças e apresentações de trabalhos dos Giras de Experimentos Dançantes (GEDs) foram voltadas para pessoas negras (autodeclaradas pretas e pardas), quilombolas e indígenas de todo o Brasil. A lista completa está disponível no <a title="ARA AGONTIMÉ" href="https://www.aragontime.com.br/" target="_blank">site oficial</a>.<br />
Dos oito Estados brasileiros que participaram do chamamento público metade são do Nordeste. Além de Pernambuco, realizaram a inscrição Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte. Pará, Goiás e Rio de Janeiro, mais o Distrito Federal, foram os outros participantes.<br />
“A Gira Ara Dúdú existe para juntar saberes negros por meio da dança, da performance, do espetáculo, da oficina, dos grupos de experimentos dançantes, das videodanças e das apresentações de pesquisa e de toda a arte. A gente chega para potencializar a cadeia produtiva artística das pessoas negras. Dessa forma dezenas de profissionais fazem essa mobilização dentro e fora de Pernambuco para ampliar o aquilombamento pelo Brasil”, ressalta Dandara Marques.<br />
O objetivo do chamamento público é compartilhar produções de saberes de artistas da dança, mestras, mestres, brincantes da cultura negra, capoeiras, performer, intérpretes e criadores de danças negras, pesquisadoras, pesquisadores e estudantes de diversas idades maiores de 18 anos.<br />
As candidaturas de artistas da dança que são mães, idosas, idosos, mulheres (cis e trans) e não binários negres foram consideradas como grupos prioritários durante etapa do chamamento.<br />
As propostas selecionadas na categoria de videodança são apresentadas na mostra audiovisual de danças negras durante os dias de festival. Já as escolhidas na categoria de vivências, relatos de experiências, escrevivências das/os/es corpas/es/os e/ou pesquisas em danças negras compõem a programação dos GEDs.<br />
A inscrição foi gratuita, mediante o preenchimento do formulário, com um limite de uma proposta por titular, sendo também permitido participar das duas categorias com uma submissão por vez — videodanças (até 20 minutos de duração, online) ou Giras de Experimentos Dançantes (até 15 minutos de apresentação, presencial).<br />
Os vídeos selecionados durante o chamamento são exibidos na Mostra Negra de Videodancas com duas sessões ao longo do festival.<br />
A equipe técnica do Festival de Danças Negras é formada por Aline sou (gestão mídias sociais), Daniel Lima (assessoria de imprensa), Diego Amorim (design), Gabi Izidoro (produção), Línea Guimarães (identidade visual), Marconi Bispo (redes sociais e texto), Rennan Peixe (audiovisual) e Sérgio Lelo (arte e tecnologia), além de Dandara Marques, Jamila Marques, Renata Mesquita à frente da gestão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 15/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
9h às 12h &#8211; Oficina para Criança de Escolas Públicas com Maria Livreira (PE) &#8211; Mojubá: Corpo em Movimento com as brincadeiras africanas de Weza &#8211; local: Oficina 1<br />
14h às 17h &#8211; GEDs Giras de Experimentos Dançantes &#8211; Mediação e Curadoria: Diogo Lins (PE) &#8211; local: Oficina 1, Sala multimídia e Octógono</p>
<p>1) <em>A Luz do Terreiro</em>, de Emerson Dias (PE) &#8211; exibição de vídeo<br />
2) <em>Sem Folhas Não Há Òrisá</em>, de Lua Maria (PE) &#8211; performance<br />
3) <em>Ekó, Dança das Yabás</em>, de Ester Soares (PE) &#8211; processo criativo<br />
4) <em>Corpo Coco: Dos Ombros, Ancas e Pés</em>, de Una (PE) &#8211; prática artístico-pedagógica em danças negras<br />
5) <em>Dança Nagô: Potência Negra Ancestral dos Ensinamentos de Mãe Amara</em>, de Olefun Helaynne Sampaio Viana (PE) &#8211; experiências, vivências, escrevivências em danças negras<br />
6) <em>Raízes Negras</em>, de Orí Cia de Dança (PE) &#8211; performance<br />
7) <em>Nas Giras e Encruzilhadas: Corpo, Voz e Movimento como Instrumento Pretagógico e Caminhos para Cura</em>, de Moabia Ferreira, Deybson de Oxalá, Danielle Vieira &amp; Elaine de Oxum (PE) &#8211; práticas artístico-pedagógicas em danças negras<br />
8) <em>Yalomi: Elas São Rios que Navegam nas Lembranças</em>, de Raquel Araújo (PE) &amp; Gleice Barbosa (PE) &#8211; performance</p>
<p>17h às 19h &#8211; Abertura &#8211; Negras Homenagens &#8211; Local: Sala Multimídia</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 15/12</strong></p>
<p>20h30 &#8211; Espetáculo <em>O Agora Não Confabula com a Espera</em> &#8211; Iara Izidoro (PE, 75 minutos) -classificação: 12 anos</p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 16/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
13h às 16h &#8211; Gira &#8211; Afrofagia: O que Alimenta o Corpo Negro?, com Iara Izidoro (PE), Tieta Macau (MA/CE), mediação e debate Akuenda Translésbicha (PE) &#8211; local: Sala Multimídia<br />
18h às 20h &#8211; Mostra Negra de Videodanças &#8211; mediação e curadoria: Sophia Wiliam (PE) &#8211; local: Sala Multimídia:</p>
<p>1) <em>A Dança do Fogo</em> (classificação livre), de Ruanda (PE)<br />
2) <em>Andanças</em> (classificação livre), de Rayane Nátale Calixto (MG/RN)<br />
3) <em>Corpo Baldio</em> (classificação livre), de Guilherme Allain (PE)<br />
4) <em>Escuta</em> (classificação livre), de Camila Ribeiro (GO)<br />
5) <em>Ire</em> (classificação livre), de Luís Eduardo (DF)<br />
6) <em>Oyá</em> (classificação livre), de Odara Nur Mahin/Resistência Bellyblack (RJ)<br />
7) <em>Negrume da Guerra</em> (classificação: 12 anos), de Victor Freitas (CE)</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 16/12</strong></p>
<p>9h às 12h &#8211; Oficina com Luciane Ramos Silva (SP) &#8211; Corpo em Diáspora<br />
20h &#8211; Espetáculo <em>Rezos pra Rasgar o Mundo</em> &#8211; Tieta Macau (MA/CE, 45 minutos a 1 hora) &#8211; classificação livre</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 17/12</strong></p>
<p>9h às 12h &#8211; Oficina Reocúpelve com Briê (PE)</p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 17/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
9h às 12h &#8211; Oficina &#8211; Orun Santana (PE) para Crianças Orun pra Erê &#8211; local: Oficina 1<br />
10h às 11h &#8211; Mostra Negras de Videodanças &#8211; local: Sala Multimídia</p>
<p><strong>Paço do Frevo, 17/12</strong></p>
<p>14h às 16h &#8211; Gira: Pensar Diasporicamente &#8211; Corpo Negritude, Tremores e Conjunturas, com Luciane Ramos Silva (SP)<br />
16h às 18h &#8211; Macumbaria &#8211; apresentação GEDs com Quilombo do Catucá (PE)</p>
<p>Mais informações no <a title="GIRA ARA DÚDÚ" href="https://www.instagram.com/giraaradudu/" target="_blank">Instagram</a> do projeto.</p>
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		<item>
		<title>Detentores e instituições dão início à revisão e atualização do Plano de Salvaguarda do Frevo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 19:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começa neste mês de novembro o ciclo de escutas envolvendo a comunidade de detentores do frevo para revisão do Plano de Salvaguarda e para a composição da nova formação do Comitê Gestor de Salvaguarda do Frevo. As ações fazem parte das atividades do 4º Encontro do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo &#8211; Patrimônio Cultural [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/frevo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-106195" alt="frevo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/frevo-607x299.jpg" width="607" height="299" /></a></p>
<p>Começa neste mês de novembro o ciclo de escutas envolvendo a comunidade de detentores do frevo para revisão do Plano de Salvaguarda e para a composição da nova formação do Comitê Gestor de Salvaguarda do Frevo. As ações fazem parte das atividades do 4º Encontro do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo &#8211; Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e da Humanidade, que terá culminância em fevereiro de 2024.<br />
O encontro acontece em parceria com a Superintendência do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Pernambuco e com a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que realizam a relatoria e sistematização das escutas. Conta ainda com o apoio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Secretaria de Cultura do Recife, Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), do Paço do Frevo e Instituto Brasileiro do Frevo.<br />
Durante as escutas são revisados os eixos estratégicos do Plano de Salvaguarda, publicado em 2012, abordando necessidades dos segmentos da música, da dança e das agremiações carnavalescas do universo do frevo (blocos, troças, clubes, clubes de boneco, etc.). Os encontros acontecem nos dias 13, 14, 20 e 21 de novembro, sempre às 14h, na sede do Iphan, no Bairro de São José, no Recife.<br />
Podem participar passistas, professores de dança, maestros, músicos, coralistas, compositores, arranjadores, intérpretes, cantores, lideranças de agremiações, porta-estandartes, flabelistas, bonequeiros, artesões de confecção de fantasias e adereços do frevo, pesquisadores, gestores públicos e demais interessados na preservação das tradições do frevo. Para participar é necessário realizar inscrição prévia por meio do <a title="Escutas para Revisão do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfwubgwHWRx3AadLcnVbx_xE-EZRFnpw1apSMoi0ErdISij7w/viewform" target="_blank">formulário</a>.</p>
<p><strong>VIVÊNCIAS –</strong> Ainda neste mês de novembro acontece o <a title="IV Encontro do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo" href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio-cultural-2/fundarpe-participa-dos-preparativos-para-o-iv-encontro-do-plano-integrado-de-salvaguarda-de-frevo/" target="_blank">ciclo de vivências</a> Uma Vida no Passo, promovido pelo Comitê Gestor de Salvaguarda do Frevo, com o foco na dança, com participação dos mestres Tonho das Olindas (Frevo, Capoeira Passo) e Wilson Aguiar (Brincantes das Ladeiras) e as mestras Landinha e Zenaide Bezerra (Patrimônio Vivo do Recife). As oficinas acontecem no Pátio de São Pedro e no Clube das Pás, no Recife.</p>
<p><strong>COMITÊ –</strong> O Comitê Gestor de Salvaguarda do Frevo é formado voluntariamente por representantes de segmentos representativos do Frevo como os clubes de boneco, clubes de frevo, troças de frevo, blocos de pau e corda, orquestras de frevo, passistas e pesquisadores que estudam e analisam a história e atualizações desse bem cultural.<br />
Integram ainda o comitê instituições ligadas à pesquisa e gestão do patrimônio cultural como a Secult-PE e a Fundarpe, instituições que apoiam a realização do encontro, bem como Iphan, Secretaria de Cultura do Recife, Fundação de Cultura Cidade do Recife, Paço do Frevo e Instituto Brasileiro do Frevo.<br />
Em 2007, o frevo recebeu do Iphan o título de Patrimônio Imaterial do Brasil. Em 2011 recebeu da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.</p>
<p><strong>DOCUMENTO –</strong> O Plano de Salvaguarda do Frevo é o documento elaborado em 2012 que reuniu as ações a serem realizadas para a sustentabilidade do frevo tendo em vista sete eixos: criação de espaços do frevo, documentação, transmissão e informação, divulgação, apoio às agremiações, legislação e economia da cultura. Serve como guia para aplicação de políticas públicas específicas para os segmentos do frevo e é monitorado diretamente pelo Comitê Gestor de Salvaguarda do Frevo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Escutas do 4º Encontro do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo:</strong></span></p>
<p>13/11 – escuta do segmento de agremiações<br />
14/11 – escuta do segmento de agremiações<br />
20/11 – escuta do segmento de dança<br />
21/11 – escuta do segmento de música</p>
<p>Horário: 14h às 18h<br />
Local: Superintendência do Iphan em Pernambuco (Rua Padre Floriano Peixoto, s/nº, São José, Recife – ao lado da Estação Central Capiba/Museu do Trem)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>‘Ocupação Lia de Itamaracá&#8217; debate racismo na Cultura Popular</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ocupacao-lia-de-itamaraca-debate-racismo-na-cultura-popular/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 14:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[lia de itamaracá]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[paço do frevo]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=102218</guid>
		<description><![CDATA[Em seu último dia em cartaz no Paço do Frevo, a Ocupação Lia de Itamaracá — que exalta o universo simbólico e a trajetória de uma das mais importantes mestras da cultura popular brasileira — promoverá a roda de diálogo “O Racismo na Cultura Popular &#8211; Reflexões e Proposições”. Será nesta quarta-feira, 21 de junho, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102221" aria-labelledby="figcaption_attachment_102221" class="wp-caption img-width-532 alignnone" style="width: 532px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ytallo Barreto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-102221" alt="Ytallo Barreto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-1-532x486.jpeg" width="532" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">30 mil pessoas já visitaram a exposição do Paço do Frevo sobre a cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco</p></div>
<p>Em seu último dia em cartaz no Paço do Frevo, a Ocupação Lia de Itamaracá — que exalta o universo simbólico e a trajetória de uma das mais importantes mestras da cultura popular brasileira — promoverá a roda de diálogo “O Racismo na Cultura Popular &#8211; Reflexões e Proposições”. Será nesta quarta-feira, 21 de junho, a partir das 15h, com a presença de Lia no museu, onde estarão reunidos em debate representantes do meio cultural, acadêmico, político e da gestão pública. Os interessados devem se inscrever por meio de formulário, disponível <a href="https://forms.gle/XvddszrT6zkvfHwE9" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>. O catálogo da exposição já está sendo distribuído de forma gratuita aos visitantes do Paço.</p>
<p>O encontro estava agendado para a última quarta (14), mas precisou ser remarcado por conta das fortes chuvas no Recife e na região metropolitana.</p>
<p>Para a roda de diálogo, estão confirmadas as presenças de Lia de Itamaracá; do seu produtor e empresário, Beto Hees; de Fabiano Santos, presidente da União dos Afoxés de PE e do Afoxé Alafin Oyó, membro da comissão de Cultura da OAB; e Geisa Agrício, gerente de Comunicação do Paço do Frevo. A mediação será de Michelle de Assumpção, curadora da Ocupação Lia de Itamaracá e autora de sua biografia.<br />
“O racismo que Lia enfrentou ao longo da vida também é um tema esmiuçado na Ocupação Lia de Itamaracá &#8211; Paço do Frevo. Práticas racistas explícitas, por exemplo, permeiam em um recorte de jornal de 1973, que descreve pela 1ª vez a existência de Lia de Itamaracá, até então conhecida em todo país como personagem de uma famosa ciranda, intitulada &#8216;Quem me deu foi Lia&#8217;, lançada na voz de Teca Calazans, em 1969. &#8216;Escurinha&#8217;, &#8216;boneca de piche&#8217; e &#8216;empregadinha&#8217; são alguns dos adjetivos utilizados pelo jornalista que escreve a matéria, revelando a naturalização do racismo que hoje configura crime. A roda de diálogo é um convite à troca de experiências, reflexões e proposições que precisam ser feitas para encararmos o problema do racismo estrutural brasileiro e deixarmos no legado da mostra uma contribuição para esse debate, sob o ponto de vista da cultura popular, que é feita por mãos, corpos e vozes negras”, diz Michelle de Assumpção.</p>
<p>“Eu sempre encarei de frente o racismo, ele sempre existiu, mas eu nunca baixei minha cabeça. E é o que digo a todas que enfrentam esse problema: seja mais você, se fortaleça e encare”, reflete Lia de Itamaracá, que chega a tratar do assunto em entrevistas que foram levadas à mostra, no Paço do Frevo.</p>
<p><strong>O CATÁLOGO -</strong> O catálogo da exposição foi construído a partir dos eixos que nortearam a própria Ocupação, que compreendem o Território, a Casa, a Raça e a Trajetória da artista. Lia de Itamaracá, a ilha que a gestou, de onde sai para o mundo e para onde sempre retorna, é o fio condutor dessa história que deixa o registro de todo o processo da mostra. A publicação é composta por fotos do espaço expositivo e por retratos da artista feitos pelo fotógrafo Ytallo Barreto, que tem acompanhado de perto a trajetória de Lia. Traz ainda uma série de textos sobre a cirandeira, não apenas celebrando um importante momento da sua carreira, mas constituindo uma memória de sua longeva e fascinante história de vida e obra.</p>
<p><strong>A WEBSÉRIE -</strong> Também dia 14, vai ao ar o sexto e último episódio da série em vídeo “Quem me deu foi Lia”, com lançamento no <a href="https://www.youtube.com/@PacodoFrevoMuseu" target="_blank"><strong>Youtube do Paço do Frevo</strong></a>. No capítulo derradeiro, as culturas paraense e pernambucana se misturam. É a vez da Rainha do Carimbó chamegado, Dona Onete, falar sobre a influência que a mestra da Ciranda exerceu em sua vida. Ambas são mulheres negras referências da cultura popular, que ousaram quebrar regras, fortalecendo e espalhando a cultura e a identidade de seus territórios e origens exaltados nas canções, nos ritmos e também nas vestimentas. Tal representatividade as colocou como tema de duas ocupações simultâneas em cartaz e sucesso de público: a Ocupação Dona Onete, no Itaú Cultural (São Paulo), e a Ocupação Lia de Itamaracá, no Paço do Frevo (Recife). A websérie tem patrocínio do Itaú e da Rede e o apoio cultural e financeiro do Itaú Cultural.</p>
<p><strong>A EXPOSIÇÃO -</strong> Já visitada por cerca de 30 mil pessoas desde o dia 21 de março, a ‘Ocupação Lia de Itamaracá &#8211; Paço do Frevo’ celebra a terra, o mar, os sons e todo o universo de uma das maiores artistas da música popular brasileira. A exposição é um tributo e um reconhecimento à trajetória de uma artista cuja vida e obra vêm seduzindo gerações e fortalecendo a identidade do povo pernambucano a partir da Ciranda e de outros gêneros da cultura popular. Traz documentos, figurinos, objetos pessoais, fotografias, mobiliários e diversos recursos audiovisuais, como videoclipes e imagens recentes de apresentações da artista pelo mundo.</p>
<p>Com o patrocínio do Itaú, da Rede e o apoio cultural e financeiro do Itaú Cultural, a exposição tem a realização do Paço do Frevo e do Centro Cultural Estrela de Lia. A entrada se dá através do ingresso do museu, que custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), com gratuidade às terças-feiras.</p>
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		<item>
		<title>Com oficina, aulas e espetáculos, Paço do Frevo comemora Dia Internacional da Dança</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-oficina-aulas-e-espetaculos-paco-do-frevo-comemora-dia-internacional-da-danca/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 17:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Sábado (29) é dia de celebrar a arte da dança e partilhar a expressão do corpo em movimento através do Frevo. No Paço do Frevo, o Dia Internacional da Dança &#8211; instituído pela Unesco em 1982 &#8211; terá oficina com o Mestre Fernando Zacarias, porta-estandarte do Galo da Madrugada há mais de quatro década, e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_100862" aria-labelledby="figcaption_attachment_100862" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kio Lima/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/CorpaFuturista-foto-Kio-Lima.jpg"><img class="size-medium wp-image-100862" alt="Kio Lima/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/CorpaFuturista-foto-Kio-Lima-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">CorpaFuturista será uma das atividades oferecidas pelo Paço do Frevo</p></div>
<p>Sábado (29) é dia de celebrar a arte da dança e partilhar a expressão do corpo em movimento através do Frevo. No Paço do Frevo, o Dia Internacional da Dança &#8211; instituído pela Unesco em 1982 &#8211; terá oficina com o Mestre Fernando Zacarias, porta-estandarte do Galo da Madrugada há mais de quatro década, e também apresentação de dois duetos, intitulados “O que tu ganha quando perde?” (PE), de Pinho Fidélis e Matheus Lumiere, e “CorpaFuturista: a cena brincada no Nordeste Futurista” (PB), de Karla Olip e Lua Camboatá. Além disso, haverá aulas curtas de dança em diversos horários para quem quer aprender os passos básicos do Frevo, com o professor Henrique Braz.</p>
<p>A oficina com Zacarias faz parte do Desvendando Mestres e Mestras, um dos projetos de formação da Escola Paço do Frevo. Com a proposta de aproximar as pessoas dos saberes e modos de fazer e pensar o Frevo de mestres e mestras da cultura popular, acontecerá das 10h à 14h. Na ocasião, Mestre Zacarias vai compartilhar seus saberes e processos criativos na missão que mantém de ser o primeiro e, até então, único a carregar o símbolo imponente do maior bloco de Carnaval do mundo, sempre com figurino impecável: roupa, sapato, meião e peruca inspirados em Luís XV, rei da França no século 18.</p>
<p>Ele também irá falar da sua trajetória e de memórias afetivas, além de propor ensinamentos práticos a partir da sua experiência como porta-estandarte. As inscrições gratuitas devem ser feitas neste <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdMonYlX78TiXSm4m5Y_3hk1MiDt8m3F6uQsqVbs1cZslbvlQ/viewform" target="_blank"><strong>link</strong></a>.</p>
<p>Também no sábado (29), através do projeto Panorama Dança, o Paço do Frevo promove, às 16h, a apresentação da coreografia “O que tu ganha quando perde?”, que os dançarinos e passistas Pinho Fidélis e Matheus Lumiere construíram como fruto do ano de trabalho na Escola Municipal de Frevo do Recife em 2022. Através da pedagogia da dança, que defende a liberdade e autonomia dos corpos, o curto espetáculo, com três minutos de duração, tem como objetivo provocar e fazer o público refletir e descortinar os olhos de quem limita, reduz e invisibiliza pessoas com deficiência, desafiando o corpo dos passistas que buscam ultrapassar limites impostos à primeira vista.</p>
<p>Na sequência, será a vez do duo “CorpaFuturista: a cena brincada no Nordeste Futurista”, das brincantes paraibanas Karla Olip e Lua Camboatá, uma construção feita na artesania de universos simbólicos tradicionais, urbanos e tecnológicos. Assim como são as brincadeiras populares, a cena dessa performance, com duração de 45 minutos, é feita por jogos de composição e improvisação que têm o brincar como uma experiência de laboratório de movimento, musicalidade, composição e ancestralidade. O acesso para as duas coreografias é mediante ingresso do museu, que custa R$ 10 inteira e R$ 5 meia.</p>
<p>Ainda no sábado (29), o projeto do Paço Vivências em Dança oferecerá minioficinas de Frevo com o professor Henrique Braz para quem quer experimentar uma introdução ao Frevo, com passos básicos. Haverá aulas em quatro horários: 15h, 15h40, 16h20 e 17h. O acesso também é mediante ingresso do museu.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Dia Internacional da Dança<br />
29 de abril de 2023 (sábado)</p>
<p><strong>Desvendando Mestres e Mestras, com Mestre Zacarias</strong><br />
Das 10h às 14h<br />
Acesso gratuito mediante inscrição prévia neste <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdMonYlX78TiXSm4m5Y_3hk1MiDt8m3F6uQsqVbs1cZslbvlQ/viewform" target="_blank"><strong>link</strong></a></p>
<p><strong>Panorama Dança</strong><br />
Às 16h<br />
“O que tu ganha quando perde?” (PE) e “CorpaFuturista: a cena brincada no Nordeste Futurista” (PB)<br />
Acesso mediante ingresso do museu: R$ 10 inteira | R$ 5 meia</p>
<p><strong>Vivências em Dança</strong><br />
Com Henrique Braz<br />
Às 15h, 15h40, 16h20 e 17h<br />
Acesso mediante ingresso do museu: R$ 10 inteira | R$ 5 meia</p>
<p>Paço do Frevo &#8211; Praça do Arsenal da Marinha, s/n, Bairro do Recife, Recife<br />
Horários: Terça a sexta, 10h às 17h | Sábado e domingo, 11h às 18h<br />
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia) &#8211; entrada gratuita às terças-feiras<br />
*Confira <a href="https://pacodofrevo.org.br/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a política de gratuidade do museu</p>
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		<title>Ocupação Lia de Itamaracá entra em cartaz no Paço do Frevo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ocupacao-lia-de-itamaraca-entra-em-cartaz-no-paco-do-frevo/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 15:53:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de uma temporada no Instituto Itaú Cultural, em São Paulo, a Ocupação Lia de Itamaracá chega à capital pernambucana neste mês de março. No Recife, a mostra ocupará as instalações do Paço do Frevo, no Recife Antigo, entre os dias 21 de março e 21 de junho de 2023. A exposição é um tributo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/02-Lia-de-Itamaracá-Foto-Ytallo-Barreto.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99696" alt="Ytallo Barreto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/02-Lia-de-Itamaracá-Foto-Ytallo-Barreto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Depois de uma temporada no <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio-cultural-3/em-sao-paulo-itau-cultural-inaugura-ocupacao-dedicada-a-cirandeira-lia-de-itamaraca/" target="_blank"><strong>Instituto Itaú Cultural</strong></a>, em São Paulo, a <em>Ocupação Lia de Itamaracá</em> chega à capital pernambucana neste mês de março. No Recife, a mostra ocupará as instalações do Paço do Frevo, no Recife Antigo, entre os dias 21 de março e 21 de junho de 2023. A exposição é um tributo e um reconhecimento à trajetória de uma artista cuja vida e obra vêm seduzindo gerações e fortalecendo a identidade do povo pernambucano a partir da Ciranda e de outros gêneros da cultura popular. Com acesso gratuito, a abertura da exposição, no dia 21/3, contará com o show<em> Ciranda do Mundo</em>, da mestra cirandeira Lia de Itamaracá, que é Patrimônio Vivo do Estado. A apresentação será às 18h, no espaço especialmente montado pelo projeto Som na Rural, em frente ao Paço do Frevo.</p>
<p>Idealizada pelo Itaú Cultural, a <em>Ocupação Lia de Itamaracá</em> estreou em São Paulo, em abril de 2022, e permaneceu em cartaz até julho. A exposição segue nessa primeira itinerância e chega à terra natal da artista, acompanhando os desejos da própria. Após o término da temporada paulistana, o Itaú Cultural doou parte do acervo &#8211; composto por fotografias e mobiliários &#8211; para a mestra cirandeira.</p>
<p>“Ver a Ocupação Lia de Itamaracá aportar em Recife em um espaço tão significativo como é o Paço, casa do Frevo, nos encanta tanto quanto mobiliza em muitas camadas, pela potência desse encontro poético e cheio de pertencimento”, comemora Galiana Brasil, gerente do Núcleo de Artes Cênicas, Literatura e Música do Itaú Cultural. “No fim do ano passado e entrando neste, também vimos a Ocupação Paulo Freire no Recife. É mesmo muito importante para nós ser ponte e colaborar com essas ações que fortalecem e legitimam a riqueza e singularidade de nossa cultura”, completa ela.</p>
<p>Com o patrocínio do Itaú, da Rede e o apoio cultural e financeiro do Itaú Cultural, a exposição tem a realização do Paço do Frevo juntamente ao Centro Cultural Estrela de Lia, instituição formada por profissionais que trabalham na produção artística da cantora e que repensaram a mostra para esta montagem no Recife.</p>
<p>“Sinto-me muito feliz por essa exposição estar sendo feita pelas pessoas que já trabalham comigo, sabem da minha história, conhecem minha luta. Me sinto muito à vontade, muito acolhida e amada por conta da exposição estar sendo montada outra vez, pelas nossas mãos”, destaca Lia de Itamaracá. No Recife, a mostra está recebendo a coordenação geral de Beto Hees, empresário e produtor da artista, e produção de Marcos Paulo, também da equipe de Lia. A curadoria é de Michelle de Assumpção, biógrafa da cantora, que fez parte da equipe curatorial da primeira mostra, em São Paulo, e atualmente é assessora de imprensa da pernambucana.</p>
<p>Diretora do Paço do Frevo, Luciana Félix celebra o encontro entre a Ciranda e o Frevo como um marco para a história do museu. &#8220;É o encontro de duas grandes expressões da cultura popular, de dois patrimônios imateriais do Brasil que têm em comum a característica de unir pessoas, trazer alegria, envolvimento e, sem dúvida, fará despertar a vontade de todos participarem da grande potência que é essa exposição. Lia tem toda a força da representatividade das culturas populares. Estamos muito felizes de abrir as portas para essa pernambucana que envolve diversas gerações de pessoas que se encantam e se emocionam com sua luta e sua arte.&#8221;</p>
<p>Também assinam a mostra Lia Letícia, artista visual responsável pelo projeto expográfico e que já trabalhou com Lia em mostras realizadas anteriormente; Ytallo Barreto, fotógrafo que assina o projeto audiovisual, e Lili Barreto, design responsável pela identidade visual da exposição.</p>
<p><strong>MERGULHO NAS ÁGUAS DE LIA -</strong> “Estamos retomando alguns conceitos que nos ajudaram a construir a narrativa da primeira mostra, mas nos aprofundando ainda mais em temáticas inicialmente exploradas na primeira exposição, como a questão da raça, que permeia toda a vida e trajetória artística de Lia. Bem como ofertando experiências que vão promover um mergulho nas águas de Lia”, conta Michelle de Assumpção. A curadora se refere a uma experiência de realidade virtual, a instalação Águas de Lia, que vai permitir que as pessoas vivenciem situações como estar numa roda de Ciranda e conhecer o trabalho no curral, local onde os pescadores da Ilha de Itamaracá vão retirar seu sustento.</p>
<p>A questão da raça se transformou num eixo importante da Ocupação Lia de Itamaracá &#8211; Paço do Frevo. “Desde São Paulo abordamos o tema, mas dessa vez traremos outros recursos, como depoimentos em vídeos, que vão tratar de uma questão que atravessa e deixa uma marca não apenas na história de Lia, mas de todos os artistas da cultura popular que atuam em gêneros feitos pelo povo pobre, trabalhador e negro do Brasil, sobretudo do Nordeste”, ressalta a curadora. A temática da racial irá se desdobrar, também, na etapa formativa da exposição, através de uma roda de diálogo, com data a ser definida, que debaterá o racismo na cultura popular.</p>
<p>A Ocupação Lia de Itamaracá &#8211; Paço do Frevo será composta por documentos, figurinos, objetos pessoais, fotografias, mobiliários e diversos recursos audiovisuais, como videoclipes e imagens recentes de apresentações da artista pelo mundo. A exposição irá contar, também, com materiais exclusivos como uma entrevista e um ensaio fotográfico inédito, com autoria de Ytallo Barreto.</p>
<p>As canções de Lia, como parte de um cancioneiro popular que aborda as questões mais simples e cotidianas do povo, como o amor, o trabalho e as brincadeiras, também ganham o devido destaque na mostra. Será possível perceber os sons de Lia com os ouvidos, com os olhos e com a pele.</p>
<p>Mais do que celebrar os quase 80 anos da mestra cirandeira Lia de Itamaracá, a Ocupação no Paço do Frevo, centro de referência em salvaguarda da cultura popular, busca preservar e difundir saberes inerentes à cultura popular pernambucana e à criação dos seus fazedores e detentores &#8211; como é considerada Lia de Itamaracá -, registrando-os para além das memórias afetivas de quem os vive.</p>
<p><strong>SHOW CIRANDA DO MUNDO E SOM NA RURAL -</strong> Na abertura da Ocupação, Lia de Itamaracá presenteia o público com o show Ciranda do Mundo. A apresentação faz uma mescla do repertório tradicional da artista, composto por cirandas, cocos e maracatus, boleros e canções mais contemporâneas do disco Ciranda sem Fim (2019), no qual Lia flerta com outras batidas sonoras. A banda de Lia também se renova para o novo formato, ganhando o reforço de bateria e guitarra, que se somam aos tradicionais caixa, percussão, bumbo e trompete. O show acontece no palco do Som na Rural, que estaciona em frente ao Paço do Frevo, na Praça do Arsenal, exclusivamente para a estreia da Ocupação Lia de Itamaracá &#8211; Paço do Frevo.</p>
<p><strong>TUDO SOBRE LIA - </strong><a href="https://www.itaucultural.org.br/ocupacao/lia-de-itamaraca/" target="_blank"><strong>www.itaucultural.org.br/ocupacao/lia-de-itamaraca</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ocupação Lia de Itamaracá<br />
Abertura: 21 de março, às 18h, com acesso gratuito<br />
Em cartaz até 21 de junho</p>
<p>Paço do Frevo &#8211; Praça do Arsenal da Marinha, s/n, Bairro do Recife, Recife<br />
Horários: Terça a sexta, 10h às 17h | Sábado e domingo, 11h às 18h<br />
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) &#8211; entrada gratuita às terças-feiras</p>
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		<title>No Dia do Frevo (9), Paço do Frevo comemora 9 anos com shows no Arsenal</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 17:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[dia do frevo]]></category>
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		<description><![CDATA[No Dia do Frevo, comemorado em 9 de fevereiro, tem festa dupla no Paço do Frevo: é também dia de celebrar os nove anos de existência do museu. Para brindar a manifestação que é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco e o aniversário do Centro de Referência em Salvaguarda do Frevo, o Paço e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98928" aria-labelledby="figcaption_attachment_98928" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hugo Muniz/Paço do Frevo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/fachada-Paço-do-Frevo-foto-Hugo-Muniz-Paço-do-Frevo.jpg"><img class="size-medium wp-image-98928" alt="Hugo Muniz/Paço do Frevo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/fachada-Paço-do-Frevo-foto-Hugo-Muniz-Paço-do-Frevo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No dia do Frevo, o Paço também irá oferecer sessões especiais das “Vivências de dança”, aulas de curta duração para quem quer cair no passo, nos seguintes horários: 15h, 15h40, 16h20, 17h</p></div>
<p dir="ltr">No Dia do Frevo, comemorado em 9 de fevereiro, tem festa dupla no Paço do Frevo: é também dia de celebrar os nove anos de existência do museu. Para brindar a manifestação que é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco e o aniversário do Centro de Referência em Salvaguarda do Frevo, o Paço e a Prefeitura do Recife, com apoio cultural da Organização de Estados Ibero-americanos (OEI), prepararam uma programação especial e gratuita durante todo o dia, vibrando o tema escolhido para nortear as ações de 2023 da casa: “Frevo vivo”, em alusão às reflexões propostas pela nova exposição de longa duração do Paço, inaugurada em dezembro passado.</p>
<p dir="ltr">É com festa que o equipamento cultural se reafirma como um lugar em que o Frevo pulsa e vive de janeiro a janeiro. Visitações temáticas, vivências práticas de Frevo e apresentações estão na agenda.</p>
<p dir="ltr">A partir das 18h30, a programação do palco na Praça do Arsenal irá celebrar a harmonia do diálogo entre o passado e o presente, as tradições e as inovações. A Orquestra Henrique Dias, com seus 69 Carnavais de história, é que abre os clarins da festa. Em seguida, às 20h, assume a Orquestra Malassombro com o frescor de novos frevos e, para fechar a noite, um encontro de gigantes entre o grupo Guerreiros do Passo, representando as origens do Frevo no passo e nas ruas, e o Maestro Ademir Araújo, o Maestro Formiga, arranjador e compositor dos mais respeitados, acompanhado da Orquestra Popular do Recife, idealizada em 1975 por Ademir e pelo escritor Ariano Suassuna.</p>
<div id="attachment_98927" aria-labelledby="figcaption_attachment_98927" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hugo Muniz/Paço do Frevo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/exposição-Frevo-Vivo-foto-Hugo-Muniz-Paço-do-Frevo.jpg"><img class="size-medium wp-image-98927" alt="Hugo Muniz/Paço do Frevo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/exposição-Frevo-Vivo-foto-Hugo-Muniz-Paço-do-Frevo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Frevo vivo” é também o nome da nova exposição de longa duração do Paço. Inaugurada em dezembro de 2022, com patrocínio master do Instituto Cultural Vale, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura</p></div>
<p dir="ltr">“Celebrar o Frevo é reafirmar nossas identidades culturais, com virtudes formadoras como resistência e inventividade. Quanto mais diálogos temos com a nossa história, com a diferenciada construção cultural do Recife, que tem no Frevo um dos berços fundamentais, mais aprendemos sobre nossos potenciais. E assim criamos mais. O Frevo nos renova, o Paço ajuda a renovar o Frevo”, destaca o secretário de Cultura do Recife, Ricardo Mello.</p>
<p dir="ltr">&#8220;A programação é uma grande celebração com três orquestras de sotaques diferentes. A Henrique Dias, que é protagonista na formação de muitos músicos de Recife Olinda; a Malassombro, que faz uma leitura muito interessante do Frevo de Bloco, uma poesia contemporânea; e a Orquestra Popular do Recife, do genial Maestro Formiga. Convidamos ainda os Guerreiros do Passo para contar a história do Frevo através da dança&#8221;, diz Mery Lemos, gerente de conteúdo e Escola Paço do Frevo.</p>
<p dir="ltr"><strong>DOSES DE FREVO -</strong> Ao longo do dia, para ir esquentando, haverá roteiros temáticos mediados, chamados “Doses de Frevo”, para que os visitantes conheçam todos os detalhes da mostra “Frevo vivo”, que ocupa a ala térrea do museu. Acontecem em quatro horários: 10h, 11h, 14h30 e 15h30,  com duração de 1h. Em cada horário, os educadores do museu receberão o público espontâneo, sem necessidade de agendamento prévio, apresentando a exposição sob diferentes temáticas, através de dinâmicas e vivências que incorporam música, dança e história.</p>
<p dir="ltr">São elas: “Elas são Frevo” (10h, visibiliza o protagonismo das mulheres na construção da história do Frevo), “Agremiações e territórios do Frevo (11h, evidencia a relação do espaço da rua/cidade com o surgimento do Frevo e a organização das agremiações), “Patrimônio” (14h30, contempla a importância do conceito de patrimonialização para a cultura popular) e “Negritude” (15h30, conta a história do Frevo a partir das vivências e contribuições da população negra do Recife para o desenvolvimento dessa manifestação cultural).</p>
<p dir="ltr">No dia do Frevo, o Paço também irá oferecer sessões especiais das “Vivências de dança”, aulas de curta duração para quem quer cair no passo, nos seguintes horários: 15h, 15h40, 16h20, 17h. O acesso é gratuito.</p>
<div id="attachment_98930" aria-labelledby="figcaption_attachment_98930" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Orquestra-de-Ademir-Araújo-Maestro-Formiga-foto-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-98930" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Orquestra-de-Ademir-Araújo-Maestro-Formiga-foto-divulgação-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Orquestra de Ademir Araújo, o Maestro Formiga, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é uma das atrações que se apresentarão na Praça do Arsenal</p></div>
<p dir="ltr"><strong>TROCA-TROCA, FEIRA DE EMPREENDEDORAS E CARTILHA  -</strong> Dentro da semana de celebração do aniversário do Frevo e do Paço, o museu promove duas feiras. Nesta quarta (8), das 16h às 19h, a “Troca-troca &#8211; Barracão Carnavalesco” propõe que, em vez de jogar fora, criando lixo que pode durar até séculos, foliões e foliãs tenham a opção de trocar com outras pessoas fantasias, acessórios, adereços e materiais de Carnaval. A feira faz parte das ações do projeto de sustentabilidade no Carnaval “Séculos depois da festa”, do Paço com patrocínio da Valgroup, com o objetivo de buscar e praticar novas alternativas e ideias com mais consciência ambiental na folia.  A participação é gratuita mediante inscrição <strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd6foFdkbV-XeBKQw_Dx2Iip4Zdy9CFfvP-0pR28nlrEbpMMQ/viewform" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd6foFdkbV-XeBKQw_Dx2Iip4Zdy9CFfvP-0pR28nlrEbpMMQ/viewform&amp;source=gmail&amp;ust=1675962607457000&amp;usg=AOvVaw3UIcdvaGCNdvLprY86zjrr">neste link</a></strong>.</p>
<p dir="ltr">Nesse mesmo dia, o Paço do Frevo fará o evento de lançamento de uma cartilha de boas práticas para um Carnaval mais sustentável. O guia será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais e no site do museu em formato PDF, o que garante acessibilidade para pessoas cegas ou com baixa visão através de aplicativos de leitores de PDF.</p>
<p dir="ltr">E na sexta (10), acontece a feira &#8220;No corre do Frevo&#8221;, uma mostra de empreendimentos liderados por mulheres que produzem e comercializam suas criações carnavalescas o ano inteiro, mostrando que sempre há muito trabalho antes, durante e depois da festa. Cinco marcas de acessórios e vestuário estarão expondo e comercializando suas produções no térreo do Paço, das 10h às 16h30: Serpentina Moda e Folia, DA Acessórios, Confetes, Vamo Brilhar! e Floramar.</p>
<p dir="ltr"><strong>FREVO VIVO -</strong> Após celebrar dez anos do reconhecimento do Frevo como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco, no final de 2022, o Paço do Frevo reafirma seu compromisso enquanto política pública de salvaguarda do ritmo de forma inclusiva, representativa e contínua, festejando a tradição em diálogo com as questões do presente, sem se esquecer de mirar o futuro. O museu, que vibra com cada um dos 105 mil visitantes que por lá estiveram ano passado, tem como tema deste ano “Frevo vivo”, conceito que mostra que o Frevo não é apenas um museu de memórias do passado. Pelo contrário, ele segue vivo, inquieto, pulsante e em constante transformação, nos corpos, na cidade e no mundo, 365 dias por ano.</p>
<p dir="ltr">Dando visibilidade a personagens e pontos de vista até então menos presentes, como mulheres, crianças, a negritude, os artesãos e as artesãs, “Frevo vivo” é também o nome da nova exposição de longa duração do Paço. Inaugurada em dezembro de 2022, com patrocínio master do Instituto Cultural Vale, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e construída de forma coletiva por diversos colaboradores e colaboradoras locais, a “Frevo vivo” dá as boas-vindas aos visitantes com uma ala térrea toda reformulada. Desde a inauguração do Centro de Referência em Salvaguarda do Frevo, há oito anos, a exposição de longa duração não era atualizada.</p>
<p dir="ltr">“Frevo vivo” une tradição e inovação ao reverenciar o Frevo como patrimônio vivo, reunindo composições, manifestações e registros da atualidade sem esquecer as raízes. Os visitantes vão encontrar reformulada a já conhecida linha do tempo exposta no museu, que agora destaca a história através de um recorte de fatos e temas pouco visibilizados, mas fundamentais para que o Frevo se tornasse a potência que é. Além disso, a exposição apresenta duas instalações inéditas: uma cartografia sonora do Frevo e uma vídeo-instalação.</p>
<p dir="ltr">Para a diretora do museu, Luciana Félix, “o tema ‘Frevo vivo’ cumpre a missão institucional do Paço de olhar, como centro de referência em salvaguarda, o que acontece no dia a dia, as pautas urgentes e os debates profundos que cercam a cultura popular, valorizando as tradições ao mesmo tempo em que está atento ao que emerge do cotidiano. É uma temática que traz uma expografia que não veio pronta, mas que passou por várias etapas de reflexão sobre os anseios da comunidade frevística nos oitos anos de existência do equipamento cultural”. “Valorizando essa pluralidade e os processos colaborativos, ouvimos as diversas comunidades que compõem o Frevo e também o público para entender as funções do equipamento cultural e as ações que devem ser priorizadas para os próximos cinco anos”, complementa Luciana.</p>
<p dir="ltr"><strong>PAÇO DO FREVO -</strong> O Paço do Frevo é reconhecido pelo IPHAN como centro de referência em ações, projetos, transmissão, salvaguarda e valorização de uma das principais tradições culturais do Brasil, o Frevo. Patrimônio imaterial pela UNESCO e pelo IPHAN, o Frevo é um convite à celebração da vida, por meio da ativação de memórias, personalidades e linguagens artísticas, que no Paço do Frevo encontram seu lugar máximo de expressão, na manutenção de ações de difusão, pesquisa e formação nas áreas da dança e da música, dos adereços e das agremiações do Frevo.</p>
<p dir="ltr">O Paço do Frevo é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho, com realização da Prefeitura do Recife, por meio da Fundação de Cultura da Cidade do Recife e da Secretaria Municipal de Cultura, e gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG).  Por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o patrocínio master do Instituto Cultural Vale, o papel de mantenedor do Grupo Ultra, patrocínio do Banco Itaú e da White Martins. Conta com o apoio do Grupo Globo, Pernambucanas, Rede e Valgroup.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Paço do Frevo &#8211; Praça do Arsenal da Marinha, s/n, Bairro do Recife, Recife<br />
Horários: Terça a sexta, 10h às 17h | Sábado e domingo, 11h às 18h<br />
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia) &#8211; entrada gratuita às terças-feiras<br />
*Confira <strong><a href="https://pacodofrevo.org.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://pacodofrevo.org.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1675962607457000&amp;usg=AOvVaw3Bssje6AFjFfd8nms4Kny3">aqui</a> </strong>a política de gratuidade do museu</p>
<p dir="ltr">“Doses de Frevo”<br />
Roteiros temáticos mediados na “Frevo vivo”<br />
10h, 11h, 14h30 e 15h30<br />
1h de duração<br />
Entrada gratuita</p>
<p>Vivências de Dança<br />
15h, 15h40, 16h20 e 17h<br />
Entrada gratuita</p>
<p>Apresentações | palco Praça do Arsenal<br />
18h30: Orquestra Henrique Dias<br />
20h: Orquestra Malassombro<br />
21h30: Guerreiros do Passo e Orquestra Popular do Recife com Maestro Formiga<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Sociedade Musical 15 de Novembro apresenta-se no Paço do Frevo</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 14:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Sociedade-Musical-XV-de-Novembro-Acervo-divulgacao-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-43806" alt="Foto: acervo da Sociedade Musical XV de Novembro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Sociedade-Musical-XV-de-Novembro-Acervo-divulgacao-02-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Patrimônio Vivo do Estado, a tradicional Sociedade Musical 15 de Novembro &#8211; a Orquestra Revoltosa, de Nazaré da Mata, faz apresentação inédita nesta sexta-feira (27), a partir de meio-dia, no Paço do Frevo. É a primeira edição de 2023 do Hora do Frevo, projeto gratuito que acontece uma vez por mês, no térreo do museu, ao lado do Aurora Café, dando as boas-vindas ao fim de semana já na hora do almoço.</p>
<p>Fundada em 1915, a Revoltosa é responsável pela formação de gerações de músicos pernambucanos. Será a primeira vez da orquestra no Paço do Frevo, em uma apresentação que ocupará o palco montado especialmente para valorização do frevo instrumental.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/livro-rodrigo-faour-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98655" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/livro-rodrigo-faour-2-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a></p>
<p><strong>LIVRO DE RODRIGO FAOUR -</strong> No domingo (29), às 17h30, o Paço do Frevo será palco do lançamento do livro “História da Música Popular Brasileira &#8211; Sem Preconceitos” (volumes 1 e 2), do jornalista Rodrigo Faour. Nas palavras de Maria Bethânia, “O livro do Rodrigo Faour já é bom desde o título. Chega em ótima hora, chega com força e beleza real que nossa música traz. Bravo!”.</p>
<p>O evento gratuito será na Praça do Frevo, no terceiro andar do museu, terá palestra e recital com o autor, e contará com a presença de nomes importantes da música pernambucana e do Frevo de várias gerações: Almério, André Rio, Banda de Pau e Corda, Cannibal, Claudionor Germano, Cristina Amaral, Getúlio Cavalcanti, Igor de Carvalho, Jota Michiles, Maestro Forró, Maestro Spok, Martins, Michelle Melo, Nena Queiroga e Quinteto Violado. A entrada é gratuita.</p>
<p>“História da Música Popular Brasileira &#8211; Sem Preconceitos” destaca que não existe apenas uma música popular brasileira, e sim várias, todas do seu próprio jeito. O volume 1 aborda a história da música desde 1500 até os anos 1970 e trata de ritmos como choro, samba, marchinha, valsa, Frevo, carimbó, samba-rock, pagode, forró, sertanejo e brega. O volume 2 compreende pouco mais de 40 anos, do final transgressor dos explosivos anos 1970, quando houve um boom criativo e libertário em nossa música, até precisamente 2022, numa cena dividida entre a massificação da produção em série de uma indústria muito poderosa do segmento “sertanejo” e o mercado independente.</p>
<p>Como o título já adianta, a obra não tem preconceitos estéticos, mostra todo tipo de artista e estilo musical, destacando canções ou atos mais relevantes, deixando o leitor livre para tirar suas conclusões em relação à qualidade ou à importância deles e às intensas transformações pelas quais o mercado musical e a música popular passaram nas últimas décadas.</p>
<p>Considerado um “arquivo ambulante” por Erasmo Carlos, Rodrigo Faour é jornalista, mestre e doutorando em Letras pela PUC-Rio e especialista em história da música popular brasileira. Com diversos livros publicados, é também pesquisador musical, palestrante, professor, diretor e roteirista de espetáculos, além de apresentador e produtor de shows, programas de rádio, TV e YouTube, onde mantém o canal “Rodrigo Faour Oficial”, de música e comportamento.</p>
<p><strong>GRUPO FUZUÊ DE DANÇA -</strong> Também no domingo (29), mais cedo, às 16h, o Paço recebe o Grupo Fuzuê de Dança para o evento “Referenciais do Fuzuê – Mestras, Mestres e Terreiros”, uma conversa sobre a pesquisa e o processo criativo do grupo, seguido de uma apresentação artística que espelha os resultados dessa imersão. Durante o processo de pesquisa, o grupo visitou locais como o Maracatu Nação Encanto da Alegria, Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo e Tribo Carijós em busca de potencializar seu trabalho através da integração entre as ruas, os terreiros, as mestras, mestres e suas agremiações e coletivos culturais. O evento será na Praça do Frevo, no terceiro andar do museu, com acesso mediante ingresso (R$ 10 inteira e R$ 5 meia).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p><strong>Hora do Frevo com Orquestra Revoltosa</strong><br />
Sexta (27), ao meio-dia<br />
No térreo do Paço, ao lado do Aurora Café<br />
Acesso gratuito</p>
<p><strong>Lançamento “História da Música Popular Brasileira &#8211; Sem Preconceitos” (volumes 1 e 2), de Rodrigo Faour</strong><br />
Com palestra e recital<br />
Domingo (29), 17h30<br />
Na Praça do Frevo | 3º andar do Paço<br />
Acesso gratuito</p>
<p><strong>Grupo Fuzuê de Dança &#8211; “Referenciais do Fuzuê – Mestras, Mestres e Terreiros”</strong><br />
Palestra e apresentação artística<br />
Domingo (29), às 16h<br />
Na Praça do Frevo | 3º andar do Paço<br />
Acesso mediante ingresso (R$ 10 inteira e R$ 5 meia)</p>
<p>Paço do Frevo &#8211; Praça do Arsenal da Marinha, s/n, Bairro do Recife, Recife<br />
Horários: Terça a sexta, 10h às 17h | Sábado e domingo, 11h às 18h<br />
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia) &#8211; entrada gratuita às terças-feiras<br />
*Confira aqui a política de gratuidade do museu</p>
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