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	<title>Portal Cultura PE &#187; País da Música</title>
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		<title>País da Música celebra a diversidade da música contemporânea no PE Meu País</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2025 01:40:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na primeira noite do Festival Pernambuco Meu País em Serra Negra, distrito de Bezerros, Agreste de Pernambuco, no palco País da Música quem ditou o ritmo foram as novas vozes do cenário musical pernambucano. Nailson Vieira, Vitória do Pife e Bruna Alimonda foram os representantes de uma safra de ouro da música local. Cada um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira noite do Festival Pernambuco Meu País em Serra Negra, distrito de Bezerros, Agreste de Pernambuco, no palco País da Música quem ditou o ritmo foram as novas vozes do cenário musical pernambucano.</p>
<p>Nailson Vieira, Vitória do Pife e Bruna Alimonda foram os representantes de uma safra de ouro da música local. Cada um com seu estilo próprio, os jovens demonstraram o porquê de serem considerados uma geração de ouro da música pernambucana.</p>
<p>Nailson abriu os trabalhos com sua mistura pop de cultura popular, ritmos dançantes e a poesia da Mata Norte. O músico aqueceu o público do frio da Serra com seu gingado e o som forte do trombone.</p>
<p>“É uma alegria imensa em meio ao frio transmitir calor para o público daqui de Bezerros. Só tenho a agradecer o Governo do Estado por estar fomentando a cultura popular e por apresentar o nosso som pra quem não conhece ainda”, disse o músico de Nazaré da Mata.</p>
<p>Vitória do Pife entrou logo em seguida e ficou claro o motivo dela ser considerada um sopro de renovação na tradição do pífano, um dos principais símbolos da música feita em Caruaru. Com elementos pop e a valorização dos ritmos nordestinos, Vitória se mostrou segura e com uma presença de palco magnética.</p>
<p>A pifeira escolhou realizar um show de música autoral com canções que estarão em seu vindouro disco, planejado para outubro deste ano. “É uma maneira de testar as canções e ensaiar ao mesmo tempo”, riu Vitória. “Foi um privilégio tocar aqui nesse friozinho da serra e contar com o calor do público pra aquecer o fuá”, concluiu.</p>
<p>Por fim, Bruna Alimonda, cantora, compositora e atriz pernambucana bailou sobre o amor e seus devaneios, com repertório fundado em seu primeiro álbum solo Estado Febril. Capitaneado pelo single Me beija na rua, o show exibiu uma mescla de influências musicais que abrangem ritmos latino-americanos e a tradicional MPB, em conjunto com referências ao brega romântico recifense.</p>
<p>Bruna é compositora de muitas das canções do grupo que integra, Abacaxepa e em comum com Nailson e Vitória representa uma safra rica e fértil na cena musical pernambucana.</p>
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		<title>País da Música ocupou o Vale do Catimbau com reggae e coco no polo descentralizado</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Aug 2025 12:00:09 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/reggaecatimbau.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119479" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/reggaecatimbau-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">O polo descentralizado do País da Música em Buíque deu início à sua programação na noite de sábado (2) no Vale do Catimbau com uma celebração viva das sonoridades que fazem parte do imaginário afetivo do povo pernambucano. Durante dois dias, a vila deste cartão-postal do Agreste  se transforma em palco para encontros musicais que dialogam com o território, sem abrir mão da diversidade e da valorização das tradições populares. Coco Santiago, Valdi Afonjah e João Marlevou.</p>
<p dir="ltr">Isaar, Coordenadora de Música da Secult-PE e curadora do palco, resumiu o espírito da curadoria com entusiasmo: “A gente trouxe uma cultura popular que devia ocupar todos os espaços. O coco e o reggae são ritmos que conversam com o povo daqui e também com quem está de passagem, nesse local que é super turístico e tem essa energia de convergência. É uma conexão bonita”, ressaltou.</p>
<p dir="ltr">Neste primeiro dia, o público foi embalado por ritmos que têm o DNA de Pernambuco. O Coco Santiago, criado em 2014 no bairro recifense da Imbiribeira pelos irmãos Ivan, Ivaldo e Ivanildo Santiago, subiu ao palco com toda a força percussiva de alfaias, congas, ilús e ganzás. Com composições autorais e interpretações de artistas populares, o grupo mantém viva uma tradição que é herança familiar.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, Valdi Afonjah trouxe sua bagagem de décadas de estrada. Com raízes fincadas no Recife desde os anos 70, o artista tem no reggae um canal de expressão potente — construído com vivências que vão do Brasil à Jamaica, passando por África, Europa e encontros com lendas como Aston “Familyman” Barret, da banda The Wailers. No palco do festival, o clima foi de celebração solar, com batidas que embalaram o corpo e aqueceram o coração.</p>
<p dir="ltr">Dividindo essa vibe com Afonjah, João Marlevou encerrou a programação do dia com a força do reggae pernambucano que hoje ecoa direto de Fernando de Noronha, onde o artista mora há alguns anos. Com raízes em Olinda, Marlevou mistura reggae raiz com elementos da cultura popular local. Em seu show, composições autorais se unem a clássicos do gênero em uma atmosfera envolvente, solar e afetiva. Com passagens por festivais dentro e fora do país, e parcerias com nomes como Zeider (Planta e Raiz), o artista representa a efervescência musical da ilha com autenticidade e boa energia.</p>
<div id="attachment_119480" aria-labelledby="figcaption_attachment_119480" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/cocosantiago.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119480" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/cocosantiago-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Coco Santiago</p></div>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/valdi-alfonjah.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119481" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/valdi-alfonjah-324x486.jpeg" width="324" height="486" /></a></p>
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		<title>Abertura do País da Música em Arcoverde celebra a força ancestral da música pernambucana</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Aug 2024 07:10:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O primeiro dia do País da Música do Festival Pernambuco Meu País em Arcoverde foi marcado pela música de força ancestral e dos povos originários pernambucanos. O palco-caminhão recebeu em sua estreia na cidade os músicos Cacau Arcoverde e Gean Ramos. Brincante, percussionista, luthier, poeta, produtor musical, produtor fonográfico, artista visual e xilogravurista, 44 anos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro dia do País da Música do Festival Pernambuco Meu País em Arcoverde foi marcado pela música de força ancestral e dos povos originários pernambucanos. O palco-caminhão recebeu em sua estreia na cidade os músicos Cacau Arcoverde e Gean Ramos.</p>
<p>Brincante, percussionista, luthier, poeta, produtor musical, produtor fonográfico, artista visual e xilogravurista, 44 anos, Claudio José Moreira da Silva, ou como ele é mais conhecido: Cacau Arcoverde é também arte-educador no Ponto de Cultura Orquestra Sertão, que funciona desde 2009 junto com a Associação Cultural Urucungo, em Arcoverde (PE).</p>
<p>No show “Poesia de Berimbau, que levou ao País da Música, Cacau trouxe toda sua força percussiva em uma homenagem a Naná Vasconcelos, com samplers e inserções do percussionista, grande influência e inspiração do músico. Samba de coco, maracatu e ciranda foram alguns dos ritmos em que o repertório passeou durante a apresentação.</p>
<p>Integrante da primeira formação do grupo Cordel do Fogo Encantado, Cacau Arcoverde é diretamente influenciado por Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e outros mestres que se dedicaram a divulgar os ritmos nordestinos. Em determinado momento do show, prestou reverência a Zabé Da Loca, artista nascida em Buíque, que é símbolo da resistência das mulheres no pífano.</p>
<p>“Voltei em Arcoverde depois de um ano, lançando um show inédito em homenagem a Naná e uma percussão orgânica e foi uma satisfação imensa participar desse festival na minha cidade”, disse Cacau.</p>
<p>Representante de uma geração talentosa de músicos pernambucanos que se uniram e fizeram o coletivo/movimento Reverbo, Gean Ramos Pankararu subiu ao palco do País da Música em seguida e mostrou todo o encanto e a beleza ancestral de suas canções ao público de Arcoverde.  Gean é também da tribo Pankararu e por meio de sua obra celebra os saberes, as experiências e as raízes ancestrais.</p>
<p>“Estar aqui em Arcoverde participando desse festival é uma honra muito grande. Estar aqui como uma das representações dos povos indígenas em Pernambuco é muito especial, preciso falar da importância de estarmos nesses espaços para que possamos demarcar também os nossos territórios e contar a história dos povos indígenas nesse Estado”, disse Gean minutos antes de subir ao palco.</p>
<p>No show, o cantor e compositor mesclou canções de todas as fases de sua carreira, algumas composições suas que foram gravadas por outros artistas, como Simone, e algumas parcerias com outros músicos da geração Reverbo, como PC Silva, Tonfil e Juliano Holanda. Acompanhado apenas de violão e um teclado, Gean se faz enorme no palco com sua presença magnética e timbre forte.</p>
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		<title>Rock feminino abre as portas do País da Música em Triunfo</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 08:04:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Abrindo o País da Música em Triunfo, o poder do rock feminino foi o protagonista na noite desta sexta-feira (16) no já tradicional palco-caminhão. A cantora Babi Jaques e a banda Verdes e Valterianos demonstraram a força do rock pernambucano com músicas autorais e versões singulares de grandes sucessos. Cria da Zona Oeste do Recife, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Abrindo o País da Música em Triunfo, o poder do rock feminino foi o protagonista na noite desta sexta-feira (16) no já tradicional palco-caminhão. A cantora Babi Jaques e a banda Verdes e Valterianos demonstraram a força do rock pernambucano com músicas autorais e versões singulares de grandes sucessos.</p>
<p>Cria da Zona Oeste do Recife, a Verdes e Valterianos desfilou suas influências de rock psicodélico e progressivo no País da Música. O repertório misturou canções do seu álbum “Líquido”, com outras seu segundo EP, “Social Climber”.</p>
<p>Puro rock 70, a Verdes e Valterianos escreve crônicas sobre a arte de ser artista embaladas por riffs de guitarras, narrando em suma as histórias vividas pelos Verdes em sua trajetória e convivência com a cena musical independente local. É uma banda cheia de referências, que passam pela psicodelia, rock progressivo, Vanguarda Paulista e pela MPB setentista.</p>
<p>Suas letras são recheadas de pitadas sarcásticas, irreverentes e arranjos com uma abordagem anos 70, porém, o que não falta é originalidade e presença de palco. Foi a primeira vez da banda em Triunfo. Também foi a primeira vez que a recifense Babi Jaques pisou na cidade e não escondeu a emoção da estreia.</p>
<p>Em mais de 20 anos de carreira, Bárbara Jaques já teve uma jornada musical com o grupo Babi Jaques e os Sicilianos, lançando, em 2013, o álbum Cosa nostra. Em 2019, se juntou ao Thiago Lassere e lançaram disco juntos.</p>
<p>Durante muito tempo ela era nômade, viajava em uma motorhome que era, ao mesmo tempo, casa, estúdio e palco ambulante. Desta maneira, percorreu mais de cem cidades, rodando por quase 200 mil quilômetros, realizando shows, oficinas e residências artísticas, participando de festivais, imersões e gravações, fazendo mentorias e assinando a produção musical, audiovisual e fotográfica de outros trabalhos.</p>
<p>Todas essas vivências desenvolveram uma cantora segura de si e que domina as atenções no palco, ao mesmo tempo que mantém uma doçura e brilho no olhar de quem tá começando a carreira. Espécie de mistura de Janis Joplin com Amelinha e Baby do Brasil, Babi Jaques faz um rock psicodélico e tropical, parecendo não se importar muito com definições.</p>
<p>“É a primeira vez que eu venho a Triunfo e está sendo muito especial conhecer essa cidade e poder tocar aqui também é uma felicidade imensa”, disse a cantora em cima do palco observando o público formar uma ciranda em sua homenagem.</p>
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		<title>País da Música dá voz à periferia</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 04:36:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pernambuco Meu País tem se firmado como o festival de todas as linguagens culturais. E, dentro das próprias linguagens, contempla os mais diversos estilos. No polo País da Música, neste sábado (11), em Caruaru (Agreste), o caminhão-palco foi representado por expoentes das chamadas expressões periféricas. DJ Big, o rapper Okado do Canal e a rapper [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pernambuco Meu País tem se firmado como o festival de todas as linguagens culturais. E, dentro das próprias linguagens, contempla os mais diversos estilos. No polo País da Música, neste sábado (11), em Caruaru (Agreste), o caminhão-palco foi representado por expoentes das chamadas expressões periféricas. DJ Big, o rapper Okado do Canal e a rapper Bione, todos do Recife, mais do que apresentar seus trabalhos, abriram espaço para brothers e sisters que travam a mesma luta. A família (o público) gostou.</p>
<p>Na saideira do palco-caminhão da Princesa do Agreste não houve tempo para brincadeira. O experiente DJ Big chegou logo mandando o recado detonando um repertório animal de black music, em especial funk e hip hop, com muitos scratches. Logo se formou uma roda de break dance em que b&#8217;boys e b&#8217;girls levaram a plateia ao delírio com suas performances.</p>
<p>Num gesto de grande generosidade Big fez jus ao nome e convidou a MC Mérida para comandar uma batalha de rimas. Acuca MC, Cabeleira e MC Neto destilaram diversas modalidades, como bate e volta, kick back e batalha de tema.</p>
<p>O bagulho ficou ainda mais sério quando subiu ao palco Okado do Canal, acompanhado do DJ Phino e dois bailarinos. O rapper, que traz no nome sua comunidade, do Canal do bairro do Arruda (Zona Norte do Recife), fala em suas músicas de sua vivência e realidade.</p>
<p>Assim como Big, Okado instigou a formação de uma roda para as danças dos b&#8217;boys. No palco ainda convidou o cantor Bira (vocalista líder de O Bando), de Caruaru, e o rapper Davi Zord, de Arcoverde.</p>
<p>Ficou para Bione a missão de encerrar o País da Música nesta etapa do festival. Com a DJ Lala e duas dançarinas, a cantora fez um show ancorado principalmente em seu álbum autoral Ego (2022), cantando contra o preconceito contra mulher e contra o racismo; em prol da voz da mulher no rap e hip hop; e pela cultura da periferia e seu cotidiano.</p>
<p>No repertório incluiu canções como Toda Tua, (D)elas, Bione e Tropa das Loka, além de faixas como os singles Pensei em Parar e Quem É Ela? e o tema Deixa as Garota Brincar, do EP Sai da Frente (2019). Foi difícil terminar, porque fãs queriam mais. Mas já era a hora. E o País da Música se despediu de Caruaru em grande estilo e se garantindo muito.</p>
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		<title>Festival conhece a força do hardcore e do metal do Agreste</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 06:14:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País, em Caruaru, quinta etapa do evento, comprovou neste sábado (10) a força do chamado rock pesado pernambucano, em especial do Agreste, e sobretudo da Capital do Forró. No caminhão-palco estacionado no pátio da Estação Ferroviária, as experientes bandas Sangue de Barro e Alkymenia ciceronearam a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País, em Caruaru, quinta etapa do evento, comprovou neste sábado (10) a força do chamado rock pesado pernambucano, em especial do Agreste, e sobretudo da Capital do Forró. No caminhão-palco estacionado no pátio da Estação Ferroviária, as experientes bandas Sangue de Barro e Alkymenia ciceronearam a Saga HC, de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife). Os fãs não decepcionaram e compareceram em número expressivo.</p>
<p>O Agreste pernambucano sempre teve uma forte cena de hardcore e de metal. O intercâmbio entre os grupos de cá com os das demais regiões também não é de hoje. O esquente da noite deste sábado ficou a cargo da visitante, cujas letras das músicas, como Vícios e Sem Saída, apresentam-se como crônicas de seu bairro, Prazeres, e de sua cidade. O público entendeu o recado.</p>
<p>Em formato clássico com voz, duas guitarras, baixo e bateria, acabou prestando um belo tributo às anfitriãs convidando para participações especiais os percussionistas Wellington (zabumba) e Leonardo (triângulo), da Forró Iburicando, do bairro do Ibura, do Recife. Ainda prestou um tributo a Chico Science com uma versões personalizadas de Coco Dub (Afrociberdelia) e Banditismo por uma Questão de Classe.</p>
<p>Composta pelos irmãos Lalo (baixo e vocal), Sandro Silva (guitarra) e Dennis Kreimer (bateria), em formato power trio, a Alkymenia atraiu uma legião de fãs para o País da Música. Feliz por estar em casa, apresentou o repertório de seu álbum mais recente, gravado na Dinamarca. O grupo, aliás, é habitué do Velho Continente, onde se apresenta todos os anos.</p>
<p>E para finalizar a segunda noite do palco-caminhão, a veterana Sangue de Barrou comprovou porque é uma das bandas mais experientes do Estado e uma das mais queridas, sobretudo pelo público da região. Não à tôa surgiu em 18 de Maio de 1998, nada mais, nada menos, do que no aniversário da cidade.</p>
<p>Por quase uma hora, diante de centenas de fãs, a Sangue de Barro destilou seu repertório que vem construindo há mais de um quarto de século, com direito a novas canções, que irão integrar o próximo álbum, Quebranto (ainda sem data de lançamento). A mistura de voz, duas guitarras, baixo e bateria com zabumba e pífano denota que o DNA das influências regionais está mesmo no sangue. Com direito a mais algumas faixas bônus e um bis, foi difícil tirar os rapazes do palco. Era muita vontade de tocar e do público de assistir, por quase mais meia hora. Uma noite para marcar a importância do HC e do metal no Pernambuco Meu País.</p>
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		<title>País da Música recebe em Caruaru a força do pop agrestino longe de estereótipos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 05:13:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em Caruaru, todos os trilhos levam também para o País da Música. Nesta sexta-feira (9), no palco-caminhão, estacionado na antiga Estação Ferroviária, o Agreste pernambucano mostrou que possui uma cena pop consolidada, longe do estereótipo de ser apenas celeiro de cultura popular. Por aqui passaram os cantores Thera Blue e Driko, ambos prata da casa, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em Caruaru, todos os trilhos levam também para o País da Música. Nesta sexta-feira (9), no palco-caminhão, estacionado na antiga Estação Ferroviária, o Agreste pernambucano mostrou que possui uma cena pop consolidada, longe do estereótipo de ser apenas celeiro de cultura popular. Por aqui passaram os cantores Thera Blue e Driko, ambos prata da casa, e Romero Ferro, que é natural de Garanhuns. Todos com shows impactantes mostrando um pop pernambucano contemporâneo made in Agreste.</p>
<p>Na formação, Thera Blue e Driko até se parecem. Ambos se apresentam acompanhados de guitarra, baixo, bateria e percussão. São performáticos e evocam um estilo fora do padrão de cena e figurino. O primeiro, veterano e de voz marcante, contudo, resgata com seu repertório autoral uma vibe que remete aos cantores de uma chamada MPB clássica, dos anos 1960-70, com muito rock and roll e influência do blues. Em fase de finalização de seu próximo álbum (que receberá o título de Belê), o terceiro da carreira, ainda prestou tributo aos compositores Azulão (com Dona Tereza) e Valdir Santos (com Caniço Pensante).</p>
<p>O jovem Driko, por sua vez, mostrou pela primeira vez o show de seu novo álbum, Florescer, misturando canções próprias com a de outros autores, como Riah, Everson Melo, Marcelo Quinares, Sóstenes, Gael Vila Nova e Valdemar Neto, guitarrista de sua banda. Ainda convidou músicos da banda Dama do Rei. &#8220;Caruaru é uma cidade multicultural e o Carnaval está vivo em sua música&#8221;, disse, logo após fazer a faixa-título de seu disco, uma ciranda. Em seguida dedicou Maracatu de Paixões a Mestre Gercino e mandou A Praieira, de Chico Science.</p>
<p>Até o fim da noite a sonoridade só ficou cada vez contemporânea. O País da Música encerrou sua estreia na Princesa do Agreste com o techno brega pop de Romero Ferro, que não sabe economizar em performance e mise-en-scène e provoca o público deixando os desavisados boquiabertos. No som das caixas, bases e samplers, bateria e guitarra; na camisa, uma antiga foto de Alceu Valença contrastando com o visual hi-tech. E muita dança, ladeado por dois bailarinos.</p>
<p>Além das próprias composições, Romero encontra nas suas versões para standards uma outra forma de provocar a plateia, como nas canções Em Plena Lua de Mel Clayton &amp; Cleide), sucesso de Reginaldo Rossi; Eu Vou Ficar (Elias Muniz &amp; Carlos Colla), hit da dupla Zezé di Camargo &amp; Luciano; Eu Sei de Cor (Danillo Davilla, Lari Ferreira, Júnior Pepato &amp; Elcio di Carvalho), famosa na voz de Marília Mendonça; e Banho de Cheiro (Carlps Fernando). E só parou porque era mesmo a hora de encerrar o palco-caminhão.</p>
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		<title>De Naná veio a inspiração de uma noite irrepreensível no País da Música</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 04:54:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Naná Vasconcelos está orgulhoso. A última noite do polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País em Pesqueira (Agreste) foi a comprovação de que as lições do saudoso percussionista foi aprendida com louvor por muitos de seus discípulos e músicos que têm um dos homenageados deste evento como referência e inspiração. Gilú Amaral, Duo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Naná Vasconcelos está orgulhoso. A última noite do polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País em Pesqueira (Agreste) foi a comprovação de que as lições do saudoso percussionista foi aprendida com louvor por muitos de seus discípulos e músicos que têm um dos homenageados deste evento como referência e inspiração. Gilú Amaral, Duo Repercuti e Lucas dos Prazeres fizeram shows simplesmente impecáveis e à altura da expectativa gerada desde o anúncio da programação.</p>
<p>As três atrações fazem parte do que há de mais atual na chamada cena da música pernambucana, aquela em que ainda ressoam os ecos dos anos 1990. Numa noite totalmente percussiva é evidente que Naná esteve onipresente no coração e na mente de todo mundo presente na Praça da Rosa.</p>
<p>Ao lado do DJ Rimas, de Tabira (Sertão), Gilú Amaral voltou a apresentar seu show de percussão (de tudo o que possa imaginar) com bases, efeitos e samplers. E a dupla está cada vez mais entrosada. Com um repertório de músicas próprias, algumas em parceria com Rimas, o percussionista transformou o espaço em uma pista de dança. Ao mesmo tempo parando de vez em quando para dar uns toques de conscientização. &#8220;A percussão é a escola mais importante que temos no Estado de Pernambuco&#8221;, disparou.</p>
<p>Emerson Coelho e Emerson Rodrigues, o Duo Repercuti, subiram no palco literalmente abalando as estruturas com sua união de percussão sinfônica e instrumentos afros. Em seu acervo percussivo havia nada mais, nada menos do que duas marimbas. Os rapazes, que são do Recife e de Igarassu (Região Metropolitana), mostraram temas do álbum O Som das Baquetas, como Nó de Imbuia (Laís de Assis), Chick Corea Forever (Amaro Freitas) e Pakiparabaki (Henrique Albino); e outras como Ijó Asé Erê (composta para o videodança homônimo de Janaína Santos), Som de Bloco de Madeira (Jerimum de Olinda) e Batuque (Emerson Rodrigues). E no discurso sempre o engajamento da defesa da cultura periférica.</p>
<p>Já se preparando para lançar seu próximo álbum &#8211; em novembro, com o título de Traçado -, Lucas dos Prazeres sempre faz valer o porquê de ser considerado um fenômeno musical. Cantor e percussionista, no palco apresenta-se mais do que um band-leader: um maestro. Da banda fazem parte o irmão Mateus, também percussionista; Pepê da Silva (viola, cavaquinho e vocal); Diego Drão (teclados); e a própria mãe, Conceição dos Prazeres (voz e percussão).</p>
<p>Assim como Gilú, Lucas esbanja versatilidade ora tocando alfaia, ora pandeiro; ora maraca e até gongo. Também engajado, falou dos projetos sociais que unem sua família e prestou reverência a Naná, ao povo xucuru e às matriarcas, especialmente as do coco de roda, como Aurinha e sua filha Andreza, Cila, Selma e Glorinha. Uma liderança imprescindível na música pernambucana.</p>
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		<title>Chuva no País da Música é só Chuva de Sombrinhas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 02:30:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A chuva até ensaiou chegar no polo País da Música, neste sábado (3), no município de Pesqueira (Agreste), quarta etapa do itinerante Festival Pernambuco Meu País. Mas o que houve mesmo foi Chuva de Sombrinhas &#8211; aliás, duas vezes. O frevo ditou o ritmo nas apresentações do cantor Kleber Araújo, da Orquestra 100% Mulher e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A chuva até ensaiou chegar no polo País da Música, neste sábado (3), no município de Pesqueira (Agreste), quarta etapa do itinerante Festival Pernambuco Meu País. Mas o que houve mesmo foi Chuva de Sombrinhas &#8211; aliás, duas vezes. O frevo ditou o ritmo nas apresentações do cantor Kleber Araújo, da Orquestra 100% Mulher e do também cantor Nonô Germano em uma noite de Carnaval fora de época.</p>
<p>Oriundo Arcoverde (Sertão), Kleber Araújo trouxe para Pesqueira seu frevo sanfonado, com uma pitada de forró, da tradição de Sivuca e Dominguinhos, ou o &#8220;frevo do Sertão&#8221;, como também denomina. Além de temas próprios, interpretou canções menos óbvias do gênero, como Noites Olindenses (Carlos Fernando), famosa na voz de Caetano Veloso; De Chapéu de Sol Aberto (Capiba), Sedução (Luiz Bandeira), sucesso com Beth Carvalho; Sou Eu Teu Amor (Alce Valença &amp; Carlos Fernando); Coisa Acesa (Moraes Moreira &amp; Fausto Nilo); Chuva, Suor e Cerveja (Caetano Veloso); Vassourinha Elétrica (Moraes Moreira); Pagode Russo (Luiz Gonzaga &amp; João Silva); e Riacho do Navio (Luiz Gonzaga &amp; Zé Dantas). E, claro, chegando ao clímax com o tradicional Vassourinhas.</p>
<p>Criada em 2003 visando preservar, divulgar e fortalecer os ritmos pernambucanos e vencer o preconceito, a Orquestra 100% Mulher, a partir de uma ideia da clarinetista Carmem Pontes e de Elizabete Bezerra, integrantes da Banda Sinfônica Cidade do Recife. Em um universo predominante masculino o conjunto faz uma grande diferença. Em Pesqueira, o repertório escolhido foi dominado pelo frevo.</p>
<p>Começou com o icônico Frevo Mulher (Zé Ramalho) e seguiu com Tropicana (Alceu Valença &amp; Vicente Barreto), Me Segura Senão Eu Caio (J. Michiles), Oh! Bela (Capiba), Madeira que Cupim Não Rói (Capiba), Último Regresso (Getúlio Cavalcanti), Ciranda da Rosa Vermelha (Alceu Valença), Arrea a Lenha, Sombra de Sombrinhas (André Rio, Nena Queiroga &amp; Beto Leal) e&#8230; Vassourinhas!</p>
<p>E para a folia ficar completa, a noite se encerrou com Nonô Germano, herdeiro da tradição da voz das orquestras de frevo imortalizada por seu pai, Claudionor Germano, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Aí foi a vez da máquina de clássicos do gênero, com Voltei Recife (Luiz Bandeira), Frevo e Ciranda (Capiba), Ceroula (hino, de Milton Bezerra de Alencar), Tropicana (Alceu Valença &amp; Vicente Barreto), Hino do Elefante de Olinda (Clídio Nigro &amp; Clóvis Vieira), Trombone de Prata (Capiba) e a supracitada Chuva de Sombrinhas.</p>
<p>Versátil, Nonô ainda fez o coco de roda Fica pra Depois, sucesso da banda Versão Brasileira; um medley de cirandas; Não Devo Nada a Ninguém (O Conde do Brega) e Arrea a Lenha. E prestou um tributo a Reginaldo Rossi com a autoral No Reinado do Frevo (parceria com Henrique Effe e Leo Pimentel).</p>
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		<title>País da Música que passa de geração para geração</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 06:30:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos motivos da perpetualidade da música pernambucana, com autenticidade, é a passagem do conhecimento e do afeto por essa arte de geração a geração. No Festival Pernambuco Meu País é possível observar esse aspeto em diversos polos. Como no País da Música, que na última noite em Gravatá (Agreste), neste domingo (28), começou e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos motivos da perpetualidade da música pernambucana, com autenticidade, é a passagem do conhecimento e do afeto por essa arte de geração a geração. No Festival Pernambuco Meu País é possível observar esse aspeto em diversos polos. Como no País da Música, que na última noite em Gravatá (Agreste), neste domingo (28), começou e encerrou com atrações que refletem essa paixão hereditária: a dupla de cantadores repetistas Daniel Olímpio &amp; Djair Olímpio, representante do município, e o cantor Taiguara Borges, do Alto José Bonifácio (Recife), sambista com o dom da versatilidade tal qual o pai, Elias Paulino, cavaquinista do gênero instrumental e um dos fundadores do Grupo Terra. A despedida do palco-caminhão da cidade contou ainda com o forró de Lucas Pereira e de Tomás Henrique e o choro e a seresta do grupo Cambucá, todos da terrinha.</p>
<p>Para encerrar um polo como o País da Música tem que ser em grande estilo. E foi assim que Taiguara Borges subiu no palco. Numa espécie de versão 2.0 do Grupo Terra (ou Grupo Terra Júnior), o cantor e sua banda trouxeram sua versão revisitada do samba pós-anos 1990 acrescida das referências de sua geração. Logo na abertura fez uma introdução dando o toque do samba com muito soul e suingue e até uma pitada de rap e hip hop.</p>
<p>No repertório, Taiguara Borges mostrou cações autorais com a mesma desenvoltura de standards de bandas que são referências para seu trabalho, como Grupo Raça e Revelação. E foi além. Acertou muito quando esbanjou versatilidade em versões para temas consagrados de Cazuza, Alceu Valença, Dominguinhos, Chico Sciense &amp; Nação Zumbi, Lenine, Nena Queiroga e André Rio.</p>
<p>E por falar em repertório, taí algo que a dupla Daniel Olímpio &amp; Djair Olímpio de tem de sobra. Encarregados de abrir os trabalhos no País da Música neste domingo, pai e filho deram uma verdadeira aula de tudo o que faz parte do universo dos cantadores. Na base do improviso peculiar ao gênero mostraram repentes, canções, poemas e poesias declamadas despertando a curiosidade do público, sobretudo visitante, pois quem é de Gravatá já conhece bem a dupla e esse estilo musical.</p>
<p>E conhece bem também o forró, que teve no caminhão-palco, na mesma noite, duas atrações locais que colocaram o povo para dançar. A primeira delas foi o cantor e acordeonista Lucas Pereira, que apostou no formato garantido, com clássicos do gênero, do pé de serra aos xotes modernos e estilizados que ficaram famosos nas vozes de Luiz Gonzaga, Flávio José, Petrúcio Amorim, Flávio Leandro e Gilberto Gil e com a banda Mastruz com Leite. Foi outro artista que prestou homenagem a Alceu Valença, atração do polo Pernambuco Meu País, na mesma noite, cantando Maria dos Santos (parceria com Don Tronxo).</p>
<p>O também forrozeiro Tomás Henrique apresentou seu forró bregão, com canções em que prevalece a referência da música brega. O show contou ainda com a participação da cantora Vera Freitas, do município de Pombos (também no Agreste), que agregou ainda mais valor ao repertório com sucessos de Alcymar Monteiro, Jacinto Silva, Elba Ramalho e de seu saudoso conterrâneo Vanildo de Pombos, a quem fez um tributo interpretando Um Galope Galopado.</p>
<p>O clima de reverência também prevaleceu na apresentação do experiente grupo Cambucá, que revisitou com segurança e desenvoltura standards do choro e da seresta com participação da cantora Rosy Aguilar. No repertório, temas de Waldir Azevedo, Sérgio Bittencourt, Sílvio Caldas e Nelson Gonçalves.</p>
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