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	<title>Portal Cultura PE &#187; País das Artes Cênicas</title>
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		<title>País das Artes Cênicas celebra em Arcoverde a força das lutas sociais</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Aug 2024 02:00:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dois espetáculos recifenses, um de dança e outro de teatro, celebraram no palco do País das Artes Cênicas a força das lutas sociais, nesta sexta-feira (23), no município de Arcoverde (Sertão), sétima etapa do Festival Pernambuco Meu País. Zenaide Bezerra: Um Espetáculo para Eternizar, da Cia. Fazendo Arte, e Se Eu Fosse Malcolm?, Eron Villar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dois espetáculos recifenses, um de dança e outro de teatro, celebraram no palco do País das Artes Cênicas a força das lutas sociais, nesta sexta-feira (23), no município de Arcoverde (Sertão), sétima etapa do Festival Pernambuco Meu País. Zenaide Bezerra: Um Espetáculo para Eternizar, da Cia. Fazendo Arte, e Se Eu Fosse Malcolm?, Eron Villar &amp; DJ Vibra, despertaram a consciência do público que compareceu ao palco montado na Antiga Estação Ferroviária, na Avenida Zeferino Galvão, ao lado da Rua Barão do Rio Branco.</p>
<p>Zenaide Bezerra: Um Espetáculo para Eternizar apresenta a vida da renomada passista de frevo e professora de danças populares que dá título à produção. Sua história é narrada por meio das danças típicas de Pernambuco, como coco, xaxado e frevo. A performance se desenrola em oito cenas, cada uma destacando a expressividade das coreografias, incorporando passos aprendidos diretamente em workshops ministradas pela própria passista. Durante quase uma hora, revela-se uma jornada vibrante e autêntica que mergulha nas tradições e na arte da dança pernambucana oferecendo ao público uma experiência única e envolvente.</p>
<p>A própria professora conta sua história de vida, em formato de autotributo. Mulher negra, idosa, Patrimônio Vivo do Recife, Zenaide Bezerra é a mais antiga passista de frevo em atividade no Brasil. A apresentação intercala diversos ritmos contando a trajetória de vida e profissional da artista. Simultaneamente um vídeo é projetado com a passista. No número final, ela mesma surge dançando.</p>
<p>Se Eu Fosse Malcolm? é uma performance cênico-musical inspirada no legado do americano Malcolm X, uma das vozes mais expressivas no combate à segregação racial no mundo. Eron Villar e DJ Vibra, que também assinam a produção geral, constroem um espetáculo que passeia entre a música contemporânea e o teatro épico-narrativo numa abordagem crítica decolonial com enfoque para o recorte de raça e gênero.</p>
<p>Com interação constante com o cenário, durante uma hora o duo troca de figurino, move objetos e se alterna no comando da mesa de som. Os sons são parte fundamental na construção do espetáculo.</p>
<p>A peça, realizada por Estrela Negra e VillaLux, conta com texto, iluminação e cenografia assinados por Eron Villar; trilha sonora de DJ Vibra, com interpretações dos músicos D Mingus e Theo Brasil; preparação corporal de Fábio Cabide; confecção de figurinos e maquiagem de Juannita Lyra; operação de luz de Nadjeckson Lacerda; vídeos de Morgana Narjara, via Colibri Audiovisual; produção executiva de Brunna Martins e Patrick Tor4.</p>
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		<title>Três oficinas acontecem em Caruaru neste domingo, encerrando País das Artes Cênicas</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 22:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma oficina de dança, coordenada por Marcela Felipe e com três horas de duração, aconteceu na área central de Caruaru, ao longo da manhã deste domingo (11), durante a programação do Festival Pernambuco Meu País. Outras duas reforçaram a agenda multicultural do País das Artes Cênicas durante o último dia do evento no município. A primeira [...]]]></description>
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<p dir="ltr">
<div id="attachment_112078" aria-labelledby="figcaption_attachment_112078" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-19.54.18.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112078" alt="Eduardo Cunha" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-19.54.18-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">País das Artes Cênicas, em Caruaru</p></div>
<p dir="ltr">Uma oficina de dança, coordenada por Marcela Felipe e com três horas de duração, aconteceu na área central de Caruaru, ao longo da manhã deste domingo (11), durante a programação do Festival Pernambuco Meu País. Outras duas reforçaram a agenda multicultural do País das Artes Cênicas durante o último dia do evento no município.</p>
<p dir="ltr">A primeira movimentação artística, chamada “Serpenteia Brinquedos e Brincadeiras”, aconteceu na Escola de Referência em Ensino Médio Professor Vicente Monteiro, tendo como campo de atuação o universo cultural.</p>
<p dir="ltr">Na visão de Marcela Felipe, o corpo é o autor e protagonista de memórias e representações, podendo ser exaltado também por meio da dança.</p>
<p dir="ltr">“O corpo é quem produz esses movimentos performáticos, que é o recorte que eu trago. São movimentos e passos. A partir do corpo, criamos memórias e representatividades, criando força. Tento trazer o canto, a música, e não só na voz cantando, lidando com instrumentos, que é uma extensão do nosso fazer. O corpo cria identidade e representatividade, além de coletividade. A importância é completa”, detalhou.</p>
<p dir="ltr">Mais tarde, no mesmo local, Hellaynne Sampaio esteve à frente de uma oficina de dança voltada ao campo de conscientização religiosa e combate ao racismo. Ela é yalaxé do Terreiro de Mãe Amara, coreógrafa, bailarina e diretora de dança do Afoxé Oyá Alaxé.</p>
<p dir="ltr">A oficina Ajô Nagô &#8211; Ijó dos Orixás tem como premissa central exaltar a importância e a beleza dos orixás dentro de um processo de visibilizar e valorizar as divindades africanas como elementos representativos das forças divinas propulsoras da história africana no Brasil.</p>
<p dir="ltr">“A nossa oficina circula com o objetivo de somar as forças do movimento negro em combate ao racismo. É uma forma de potencializar os corpos sagrados que existem e resistem aqui. Estamos vivos e queremos ser valorizados e respeitados. Estou muito feliz e me sentindo também honrada por estar nesse festival potente”, disse.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a grade de compromissos do País das Artes Cênicas em Caruaru em um momento de muita emoção, o Teatro Rui Limeira Rosal, localizado no bairro de Petrópolis, acolheu “Zenaide Bezerra, um espetáculo para eternizar”, da Cia Fazendo Arte, do Recife.</p>
<p dir="ltr">Coreógrafo do grupo, Rodrigo Gomes assegurou que um aprendizado pôde ser tirado da apresentação deste fim de semana, apontando a necessidade de um aprofundado estudo sobre a personagem, que é um Patrimônio Vivo do Recife. “Eu tive que me aproximar dela para conhecer quem foi, quem passou a ser e quem é agora. Foi um trabalho incrível para mim. Levo esse espetáculo como uma conquista em estar aprendendo cada dia mais. Toda vez que nos apresentamos, aprendemos”, concluiu.</p>
<p dir="ltr">Entre os olhares emocionados do público, estava o da própria Zenaide, que, aos 75 anos, não pensa em se despedir do frevo nem tão cedo.</p>
<p dir="ltr">“Eu fiquei muito emocionada, chorei bastante. Ninguém fica parado lá em casa. Sinto que eu tinha que estar no meio dos meninos, mesmo cansada”, disse.</p>
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		<title>Apresentações no País das Artes Cênicas preenchem agenda deste sábado em Caruaru</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 23:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O País das Artes Cênicas do Festival Pernambuco Meu País deste sábado (10), em Caruaru, reuniu diversas atividades de apresentações ao longo do dia, tendo como objetivos centrais a reflexão e também o engajamento social, sobretudo na vida dos jovens. Para o coreógrafo do Majê Molê, Gilson Gomes, a atuação em cima do palco pode [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111952" aria-labelledby="figcaption_attachment_111952" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-10-at-20.49.25.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111952" alt="Rony Color" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-10-at-20.49.25-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Arte é vista com potencial para ações de cunho social</p></div>
<p dir="ltr">O País das Artes Cênicas do Festival Pernambuco Meu País deste sábado (10), em Caruaru, reuniu diversas atividades de apresentações ao longo do dia, tendo como objetivos centrais a reflexão e também o engajamento social, sobretudo na vida dos jovens.</p>
<p dir="ltr">Para o coreógrafo do Majê Molê, Gilson Gomes, a atuação em cima do palco pode ser a responsável por acompanhar expressivas mudanças sociais, sobretudo em relação aos mais jovens. O caminho para isso, aliás, passa pela disciplina.</p>
<p dir="ltr">“Primeiramente, tem que estudar para poder dançar. Pesquisamos na casa deles como eles estão, para aprenderem que tem que ter disciplina. Eu estou muito contente em estar participando do espetáculo no Festival Pernambuco Meu País com essa galera”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Estar na cidade de Caruaru para participar do evento, inclusive, é uma oportunidade para muitos viajarem pela primeira vez. Por enquanto, ainda a nível estadual. Eles são da comunidade de Peixinhos, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife (RMR).</p>
<p dir="ltr">“Muitos nunca viajaram e agora estão aqui. Já pedem por mais vezes e eu digo que temos que trabalhar para chegarmos em outros cantos. Estamos com propostas para ir para França”, garantiu.</p>
<p dir="ltr">Eles se apresentaram no Teatro Rui Limeira Rosal, no Sesc de Caruaru, na tarde deste sábado (10).</p>
<p dir="ltr">Na data, também houve a realização da oficina Corpo-Ambiente em Fluxo, com duração de quatro horas, sob coordenação de Gabi Holanda.</p>
<p dir="ltr">Ela explica o processo de criação e origem da atividade. “Foi gerado a partir do meu mestrado, a partir das águas que habitam o nosso corpo, assim como as memórias das águas que habitam o espaço externo. A oficina circula junto com o espetáculo em diferentes lugares. Dá um sabor sobre o que foi a criação do espetáculo”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">E vê com otimismo a participação na cidade para fortalecimento de laços e crescimento. “Foi muito saboroso poder compartilhar com o público de Caruaru. É uma oportunidade de mostrar mais o nosso trabalho que vem se desenvolvendo, além de fazer novas redes e provocar trocando saberes e contatos”, frisou.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo que Gabi Holanda cita é o Sopro D’Água, que aconteceu no Festival Pernambuco Meu País nesta sexta-feira (9). Com orgulho, ela o apresenta.</p>
<p dir="ltr">“É um espetáculo de dança contemporânea e teatro, que tenta emergir do campo poético e ancestral das águas, assim como de questões políticas. O espetáculo propõe uma imersão do sensível, do sentir, de sensações e memórias. Propõe uma imersão do público nesse campo das águas. É um desdobramento de uma pesquisa minha de mais de oito anos do dançar das águas e das políticas também. É uma jornada de muita pesquisa. A trilha sonora é feita ao vivo e o corpo em cena é todo construído”, explicou.</p>
<p dir="ltr">“Somos 74% água e estamos propondo que o público mergulhe nessas sensações”, encerrou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cinco espetáculos marcam agenda do País das Artes Cênicas neste domingo</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 22:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O País das Artes Cênicas contou com o reforço de cinco apresentações distribuídas ao longo deste domingo (4), terceiro e último dia da passagem do Festival Pernambuco Meu País na cidade de Pesqueira, no Agreste. “Corpo Atento &#8211; Subjetivação do Gesto Popular”, “Corpos e Sonoridades”, “Os Títeres de Porrete: tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111709" aria-labelledby="figcaption_attachment_111709" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-04-at-19.32.39.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111709" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-04-at-19.32.39-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Festival Pernambuco Meu País em Pesqueira, no Agreste</p></div>
<p dir="ltr">O País das Artes Cênicas contou com o reforço de cinco apresentações distribuídas ao longo deste domingo (4), terceiro e último dia da passagem do Festival Pernambuco Meu País na cidade de Pesqueira, no Agreste.</p>
<p dir="ltr">“Corpo Atento &#8211; Subjetivação do Gesto Popular”, “Corpos e Sonoridades”, “Os Títeres de Porrete: tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá Rosinha”, “Chão de Lula: uma homenagem à memória de Lula Calixto” e “Pa(Ideia) &#8211; Pedagogia da Libertação” foram os títulos culturais apresentados ao público.</p>
<p dir="ltr">A tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá Rosinha, encenada na Escola de Referência em Ensino Médio Cristo Rei pela tarde, foi interpretada pelo Grupo Titiritando, que conta com aproximadamente 20 estudantes. Quem apresentou a iniciativa foi a diretora da peça e professora do departamento de Artes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Izabel Concessa.</p>
<p dir="ltr">“Eu sou professora no curso de licenciatura em teatro, e a cada turma eu faço um projeto de montagem e trabalhos práticos com os gêneros de formas animadas”, explicou de início, antes de se aprofundar no gênero da tragicomédia.</p>
<p dir="ltr">“Tem elementos da comédia, que a gente ri e faz rir, e tem também os lances trágicos e dramáticos. Esse gênero mistura os dois e fica muito divertido. Esse é um espetáculo pedagógico, onde muitos alunos fazem atividade de extensão e ampliam seus conhecimentos”, complementou.</p>
<p dir="ltr">A educadora colocou ainda o evento como um responsável pela disseminação da cultura, tanto por parte de quem faz quanto da plateia. E os frutos a longo prazo já podem ser percebidos, seja com apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na universidade, ou na inserção do mercado de trabalho.</p>
<p dir="ltr">“O Festival Pernambuco Meu País faz circular as produções. O artista tem oportunidade e o público também, além de ser muito importante para a dinâmica cultural e a cadeira produtiva. Um grupo vai fazer o seu TCC sobre essa experiência do espetáculo e isso se torna um incentivo muito grande. Inclusive, outros já estão trabalhando com contações de histórias em festas infantis aos fins de semana. Para mim, enquanto professora, é uma alegria muito grande acompanhar tudo isso”, exemplificou.</p>
<p dir="ltr">De acordo com a professora, o mesmo espetáculo já foi aplaudido nas cidades do Recife, Surubim e Buíque, além de Pesqueira.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>País das Artes Cênicas tem apresentação antirracista em programação deste sábado</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 00:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em sua programação, o País das Artes Cênicas, do Festival Pernambuco Meu País, teve destaque para a luta antirracista neste sábado (3), em Pesqueira. A primeira atração foi a quadrilha junina Alto da Fulô, na Praça da Rosa. Pela tarde, foi a EREM Cristo Rei que recebeu as apresentações, divididas em três espetáculos: O Menestrel [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua programação, o País das Artes Cênicas, do Festival Pernambuco Meu País, teve destaque para a luta antirracista neste sábado (3), em Pesqueira.</p>
<p>A primeira atração foi a quadrilha junina Alto da Fulô, na Praça da Rosa. Pela tarde, foi a EREM Cristo Rei que recebeu as apresentações, divididas em três espetáculos: O Menestrel Recita O Guardador de Rebanhos, OVO e Monólogo Clamor Negro.</p>
<p>Autora e atriz do Clamor Negro, Odailta Alves vê o contato com o público como uma ferramenta importante na luta contra o racismo.</p>
<p>“É uma honra estar participando do Festival Pernambuco Meu País, que está sendo esse evento de fortalecimento aos artistas da terra. É um leque de oportunidades para nós. O Clamor Negro é um espetáculo totalmente antirracista, que une poesia, teatro, música e dança preta. Eu sou a autora e também atriz do espetáculo, pensei em ser algo educativo e com letramento racial”, detalhou.</p>
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