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	<title>Portal Cultura PE &#187; País das conexões visuais</title>
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		<title>O olhar poético e sensível de Mery Lemos e Sâmia Emerenciano</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 22:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fotografia foi uma das atrações do polo País das Conexões Visuais no município de Buíque (Agreste), oitava e última edição do Festival Pernambuco Meu País, de 30 de agosto a 1º de setembro. Lá ocorreram as exposições Mata-Borrão, de Mery Lemos, representante da cidade de Carpina (Zona da Mata Norte), e Encontro de Marés, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A fotografia foi uma das atrações do polo País das Conexões Visuais no município de Buíque (Agreste), oitava e última edição do Festival Pernambuco Meu País, de 30 de agosto a 1º de setembro. Lá ocorreram as exposições Mata-Borrão, de Mery Lemos, representante da cidade de Carpina (Zona da Mata Norte), e Encontro de Marés, de Sâmia Emerenciano, do Recife. Dois trabalhos com características bem particulares de suas autoras e que levaram para o Agreste do Estado reflexões sobre habitats bem diferentes do que a população local está acostumada a ver.</p>
<p>&#8220;Nem tudo o que cabe na Mata está disponível a olho nu. Mas está tudo ali. É que às vezes as pessoas passam rápido demais pra ver. É preciso desacelerar a marcha e concentrar os sentidos&#8221;, propõe Mery Lemos com sua segunda exposição individual. &#8220;É uma foto-viagem entre as cidades de Carpina e Glória de Goitá, na Zona da Mata Norte e Sul. Fiz essas fotos de dentro de uma Toyota com minha câmera. Fui registrando, registrando. É o olhar de quem está passando, mas ao mesmo tempo de quem está dentro&#8221;, contou a autora. &#8220;Acho que o resultado traz fotos de coisas que acho importante que estejam: a poética doce de algumas flores, ou de algum alpendre de uma casa, mas um pouco da opressão também do canavial, da usina, do que as pessoas vivem na região&#8221;, detalhou.</p>
<p>Mata-Borrão apresenta 12 fotos. A estreia ocorreu no Festival Pernambuco Meu País. &#8220;Também tive a ideia de convidar dois autores, escritores da Mata Norte, e dois da Mata Sul, para compor a exposição. É uma viagem fotográfica e poética pelo território&#8221;, definiu a fotógrafa.</p>
<p>Se Mery Lemos precisou pegar a estrada para ver e registrar o que acontecia entre a Zona da Mata Norte e Sul, no caso de Sâmia Emerenciano as ideias fluíram a partir de um momento de isolamento. &#8220;Encontro de Marés são fotos que eu faço, um projeto meu chamado Espuma, que surgiu em 2020, no meio da pandemia, quando estava com muita saudade de natureza, de senti-la perto&#8221;, explicou.</p>
<p>A autora conta que havia feito uma exposição e estava com uns quadros em casa (que depois rifou). Entre eles havia um quadro bem grande, intitulado Respiro, para o qual olhava todo dia quando praticava ioga, em que estava registrado o mar num por do sol. &#8220;Aí pensei em desaguar o máximo que pudesse as fotos que tenho de água, espumas, rio, lagoa, mar, nuvem. E em formato grande, mas não de uma forma cara, porque quadro é caro para fazer. Foi quando surgiu essa coisa de imprimir em tecidos translúcidos, que você pode usar como bandeira, canga, se enrolar, fazer um vestido&#8221;, disse.</p>
<p>Encontro de Marés é uma seleção desses registros que Sâmia faz pelo Brasil, dos Lençóis Maranhenses ao Rio São Francisco, de Boa Viagem, Carneiros e Maracaípe a Salvador, e vários outros lugares. &#8220;Trago para encontrar, fazer esse encontro das águas, no meio do Agreste pernambucano, durante o Pernambuco Meu País em Buíque&#8221;, afirmou. &#8220;Para mim é mágico. São os mares encontrando também esta aridez, este clima seco daqui. A ideia é justamente este varal em que as pessoas possam mergulhar nessas águas e inspirar vida e natureza&#8221;, falou a fotógrafa.</p>
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		<title>Mercado, Fomento e Possibilidades: País das Conexões Visuais aproxima experiências com roda de conversa</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 22:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma roda de conversa intitulada “Mercado, Fomento e Possibilidades” foi o centro da programação do País das Conexões Visuais deste domingo (4), durante a passagem do Festival Pernambuco Meu País pela cidade de Pesqueira, no Agreste. O momento, realizado no térreo da Escola de Referência em Ensino Médio Cristo Rei, foi conduzido por Nathália Cruz, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Uma roda de conversa intitulada “Mercado, Fomento e Possibilidades” foi o centro da programação do País das Conexões Visuais deste domingo (4), durante a passagem do Festival Pernambuco Meu País pela cidade de Pesqueira, no Agreste.</p>
<p dir="ltr">O momento, realizado no térreo da Escola de Referência em Ensino Médio Cristo Rei, foi conduzido por Nathália Cruz, que apontou o intuito de aproximação das experiências e compartilhamento de desafios.</p>
<p dir="ltr">“A ideia dessa roda de conversa é justamente a gente realizar trocas sobre as nossas experiências no mercado das artes visuais, seja institucionalmente ou até mesmo de forma independente. Esse evento no Festival Pernambuco Meu País nos ajuda no sentido de que estávamos trabalhando só na nossa bolha, ficando naquele ‘mundinho’, e quando descobrimos que o outro passa pelo mesmo, ajuda e torna o nosso mercado mais acessível e mais sustentável também”, disse.</p>
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		<title>País das Conexões Visuais, em Pesqueira, traz debate sobre o respeito às religiões de matriz africana</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 22:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Espaço dedicado às mostras fotográficas e visuais da programação do Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Conexões Visuais, em Pesqueira, no EREM Cristo Rei, apresenta uma seleção de exposições voltadas para a valorização e respeito da cultura popular e das religiões de matriz africana. Uma delas é a exposição Orixás, Mestres e Folhas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111511" aria-labelledby="figcaption_attachment_111511" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/País-das-Conexões-Visuais_Foto-de-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111511" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/País-das-Conexões-Visuais_Foto-de-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe4-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Orixás, Mestres e Folhas, de Hermes Costa Neto, foi produzida com incentivo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura</p></div>
<p>Espaço dedicado às mostras fotográficas e visuais da programação do Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Conexões Visuais, em Pesqueira, no EREM Cristo Rei, apresenta uma seleção de exposições voltadas para a valorização e respeito da cultura popular e das religiões de matriz africana. Uma delas é a exposição Orixás, Mestres e Folhas, de Hermes Costa Neto, produzida com incentivo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, que teve sua abertura no festival nesta sexta-feira (2), com a presença do pai de Cidy José, natural do município, com uma apresentação de toque de terreiro.</p>
<p>Além da mostra de Costa Neto, outras exposições estão em cartaz no País das Conexões Visuais em Pesqueira, tais como Multicolorida Cel – Desfronteire-se, de Alice Celina; Gigantes nos Festivais, de André Luiz; e A Cultura do Agreste Pernambucano nas Linhas da Xilogravura, de Ricardo Pessoa. Também fazem parte da programação as exposições fotográficas A Cultura do Município de Nísia Floresta, de Alanée Rodrigues; Nadadores do Mundo, de Mitsy Queiroz; Alagoas em Preto e Branco, de Pablo de Luca; e Os Afoxés e o Carnaval do Recife ”O Povo de Candomblé na Rua”, de Renata Mesquita.</p>
<div id="attachment_111508" aria-labelledby="figcaption_attachment_111508" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/País-das-Conexões-Visuais_Foto-de-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111508" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/País-das-Conexões-Visuais_Foto-de-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe1-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Abertura da mostra no Festival Pernambuco Meu País contou com a presença do pai de Cidy José, natural de Pesqueira</p></div>
<p>O material de Orixás, Mestres e Folhas é composto por 82 fotografias impressas em gabardine, através de técnica de sublimação e apresenta uma visão muito particular dos ritos de matriz africana, com objetivo de desmistificar a visão preconceituosa sobre essas celebrações. Alguns dos guardiões dos terreiros apresentados na mostra são Mestre Guara, Mestre Chacon, Mestre Afonso, Raminho de Oxossi, Mãe Beth de Oxum e Dona Ivanice de Xangô.</p>
<p>As imagens foram feitas com câmera fotográfica analógica e em preto e branco, e fazem parte do acervo de Hermes Costa Neto, fotógrafo que se dedica ao tema há mais de 20 anos. Além das fotos, a exposição apresentou ao público documentários que falam alguns segredos dos orixás.</p>
<div id="attachment_111509" aria-labelledby="figcaption_attachment_111509" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/País-das-Conexões-Visuais_Foto-de-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111509" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/País-das-Conexões-Visuais_Foto-de-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe2-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Iezu Kaeru (esquerda) é o curador da exposição criada por Hermes Costa Neto (direita)</p></div>
<p>Em 1999, Hermes Costa Neto fotografou um terreiro pela primeira vez. Após mais de 20 anos documentando o candomblé, registrou rituais e festas para os orixás criando uma documentação única e fundamental para a história da religião afro-brasileira em Pernambuco.</p>
<p>Segundo o artista e curador da mostra Iezu Kaeru, esta é a quinta vez que a exposição fica exposta ao público. “As fotografias de Hermes Costa Neto desmistificam preconceitos, valorizam a tradição e a beleza das matrizes africanas, documentam o sentimento da vida segundo os costumes africanos. Cada fotografia é uma expressão mística e metafísica: abre-se um portal para o invisível e, diante desse espelho da alma, nos tornamos um com as imagens”, ressalta Iezu Kaeru.</p>
<div id="attachment_111510" aria-labelledby="figcaption_attachment_111510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/País-das-Conexões-Visuais_Foto-de-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111510" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/País-das-Conexões-Visuais_Foto-de-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe3-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O material de Orixás, Mestres e Folhas é composto por 82 fotografias impressas em gabardine, através de técnica de sublimação e apresenta uma visão muito particular dos ritos de matriz africana</p></div>
<p>“É uma característica das minhas obras estar com Iezu Kaeru na curadoria porque ele tem uma forma particular de elaborar o trabalho, de pegar uma obra bruta e transformá-la num projeto com visibilidade. E um dos principais objetivos do projeto é desmistificar o preconceito contra o culto aos orixás e combater a intolerância religiosa”, destaca o fotógrafo.</p>
<p><b>PERNAMBUCO MEU PAÍS</b> – Realizado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o festival tem o objetivo de promover a conexão de linguagens artísticas pernambucanas e nacionais e apresentar à população do estado e turistas, de forma lúdica e comunicativa, uma conexão entre as regiões, cidades, identidades, gêneros, conceitos artísticos e dinâmicas do fazer de um povo que, historicamente, tem sua cultura como parte da identidade de estado-país.</p>
<p>Para mais informações, acesse <b><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/festivalpernambucomeupais">www.cultura.pe.gov.br/festivalpernambucomeupais</a></span></b> ou a conta no Instagram <b><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.instagram.com/festivalpernambucomeupais/">@festivalpernambucomeupais</a></span></b>.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>País da Conexões Visuais<br />
EREM Cristo Rei (Rua Comendador José Didier, Pitanga)<br />
10h às 22h</p>
<p><b>Programação:</b></p>
<p>- Multicolorida Cel – Desfronteire-se, de Alice Celina<br />
- Gigantes nos Festivais, de André Luiz<br />
- A Cultura do Agreste Pernambucano nas Linhas da Xilogravura, de Ricardo Pessoa<br />
- Exposição Fotográfica: A Cultura do Município de Nísia Floresta, de Alanée Rodrigues<br />
- Exposição Fotográfica: Nadadores do Mundo, de Mitsy Queiroz<br />
- Exposição Fotográfica: Alagoas em Preto e Branco, de Pablo de Luca<br />
- Exposição Fotográfica: Os Afoxés e o Carnaval do Recife ”O Povo de Candomblé na Rua”, de Renata Mesquita<br />
- Orixás, Mestres e Folhas, de Hermes Costa Neto</p>
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		<title>Arte urbana e exposição fotógrafica sobre os trilhos do País das Conexões Visuais</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 06:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Arte urbana e visual sobre trilhos. Essa é a proposta do País das Conexões Visuais na cidade de Gravatá, que reúne duas exposições fotográficas dentro dos vagões do antigo trem da cidade e a intervenção artística: “Urbanização: Transformações e Consequências na Sociedade Contemporânea”, que parte da proposta de utilizar o trem como espaço artístico. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Arte urbana e visual sobre trilhos. Essa é a proposta do País das Conexões Visuais na cidade de Gravatá, que reúne duas exposições fotográficas dentro dos vagões do antigo trem da cidade e a intervenção artística: “Urbanização: Transformações e Consequências na Sociedade Contemporânea”, que parte da proposta de utilizar o trem como espaço artístico.</p>
<p>O Coletivo DuBom Prod está responsável pelas intervenções urbanas e teve como proposta principal a reflexão sobre a urbanização e as consequências que a urbanização trás para o nosso cotidiano. “Estamos com uma exposição e em paralelo uma intervenção urbana. A proposta da exposição foi trazer diversos artistas periféricos de Recife e da Região Metropolitana para vir até o interior do Estado”, explica Kessy, artista visual e membro do coletivo.</p>
<p>Cada artista convidado pelo coletivo produz um painel na cidade do Festival Pernambuco meu País. “Aqui em Gravatá, nós trouxemos Hell e ela traz essa persona dela na forma de uma mulher natureza, que brota dos rios de Gravatá”, detalhou Kessy.</p>
<p>Já as exposições fotógraficas tratam de elementos sagrados e de celebração de grandes mestres da cultura popular. A exposição Minha Reverência a Bio e ao Coco reverbera a trajetória do mestre e poeta Bio Caboclo da cidade de Lagoa de Itaenga. “Foram mais de 40 anos de trajetória com o coco de roda, com maracatu e com viola, essa exposição faz a salvaguarda do mestre Bio Caboclo”, disse Jadson Da Hora, produtor cultural e curador da exposição.</p>
<p>O fotógrafo Rennan Peixe trouxe a exposição “Saravá, Jurema Sagrada!”, com imagens do ritual da jurema sagrada, com algumas fotografias do terreiro Ilê Axé Alaketu Oyá T’Ogun de Camaragibe, o mesmo terreiro da Sambada do Catucá. A proposta do fotógrafo é valorizar os gestos da jurema por meio das imagens do ritual.<em id="__mceDel"><br />
</em></p>
<p>“As imagens escolhidas não apenas documentam, mas também comunicam a existência de uma ciência de um conhecimento encantado. Busquei ir de encontro aos preconceitos sociais”, relatou Rennan.</p>
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		<title>País das Conexões Visuais une fotografia e artes visuais para a valorização da cultura popular</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 21:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[País das conexões visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Meu País]]></category>

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		<description><![CDATA[Da união entre as linguagens de fotografia e artes visuais nasceu o País das Conexões Visuais no Festival Pernambuco Meu País. O objetivo maior do polo é descentralizar as artes de Pernambuco e ampliar o alcance artístico nos territórios onde o festival passa. Para Mekson Dias, assistente administrativo de Artes Visuais, é uma oportunidade do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110751" aria-labelledby="figcaption_attachment_110751" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/Foto-Morgana-Narjara.jpg"><img class="size-medium wp-image-110751" alt="Foto: Morgana Narjara" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/Foto-Morgana-Narjara-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Morgana Narjara</p></div>
<p>Da união entre as linguagens de fotografia e artes visuais nasceu o País das Conexões Visuais no Festival Pernambuco Meu País. O objetivo maior do polo é descentralizar as artes de Pernambuco e ampliar o alcance artístico nos territórios onde o festival passa.</p>
<p>Para Mekson Dias, assistente administrativo de Artes Visuais, é uma oportunidade do público ter contato com diferentes linguagens artísticas. “Vão haver duas exposições de artes visuais e uma de fotografia nesses três dias em Bezerros, uma se chama leitura sensorial da artista Mozileide Neri, que é uma interação com o público”, explicou.</p>
<p>A outra exposição é da DuBom Prod com a intervenção Urbanização: transformações e consequências na sociedade contemporânea, que vai realizar uma intervenção urbana em uma parede ressaltando a cultura local de Bezerros.</p>
<p>Já a exposição de fotografia “Baianas ricas de maracatu” traz à tona essa persona presente nos maracatus que por muitas vezes é vista só como uma figura feminina que são as baianas de maracatu. “Nesse caso vem evidenciando homens que fazem essa persona da baiana rica de maracatu, que é a baiana cheia dos babados, das cores”, explicou Jefferson Santana, assessor de fotografia da Secult.</p>
<p>O objetivo do projeto é destacar a cena das baianas ricas no contexto artístico e sacro dessa manifestação cultural. Para o fotógrafo e jornalista Júlio César Araújo, o País das Conexões Visuais foi uma oportunidade única de mostrar o seu trabalho a um público novo. “Tenho uma profunda gratidão com essa oportunidade porque é uma forma de  valorizar e ressignificar a importância da mulher na sociedade como mais um exemplo de representatividade e para mim estar sendo um prazer muito grande”, concluiu o artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Da união entre as linguagens de fotografia e artes visuais nasceu o País das Conexões Visuais no Festival Pernambuco Meu País. O objetivo maior do polo é descentralizar as artes de Pernambuco e ampliar o alcance artístico nos territórios onde o festival passa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Para Mekson Dias, assistente administrativo de Artes Visuais, é uma oportunidade do público ter contato com diferentes linguagens artísticas. “Vão haver duas exposições de artes visuais e uma de fotografia nesses três dias em Bezerros, uma se chama leitura sensorial da artista Mozileide Neri, que é uma interação com o público”, explicou.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">A outra exposição é da DuBom Prod com a intervenção Urbanização: transformações e consequências na sociedade contemporânea, que vai realizar uma intervenção urbana em uma parede ressaltando a cultura local de Bezerros.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Já a exposição de fotografia “Baianas ricas de maracatu” traz à tona essa persona presente nos maracatus que por muitas vezes é vista só como uma figura feminina que são as baianas de maracatu. “Nesse caso vem evidenciando homens que fazem essa persona da baiana rica de maracatu, que é a baiana cheia dos babados, das cores”, explicou Jefferson Santana, assessor de fotografia da Secult.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">O objetivo do projeto é destacar a cena das baianas ricas no contexto artístico e sacro dessa manifestação cultural. Para o fotógrafo e jornalista Júlio César Araújo, o País das Conexões Visuais foi uma oportunidade única de mostrar o seu trabalho a um público novo. “Tenho uma profunda gratidão com essa oportunidade porque é uma forma de <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>valorizar e ressignificar a importância da mulher na sociedade como mais um exemplo de representatividade e para mim estar sendo um prazer muito grande”, concluiu o artista.</span></p>
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