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	<title>Portal Cultura PE &#187; País das Cultura Populares</title>
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		<title>Protagonismo feminino e diversidade das tradições pernambucanas marcam o sábado no País das Culturas Populares</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 08:09:12 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Se um dia a presença feminina na cultura popular já foi proibida, o palco do País das Culturas Populares de hoje provou que essa é uma realidade que ficou presa ao passado.</p>
<p>O protagonismo feminino nas diferentes culturas populares e a potência de tradições pernambucanas foram o destaque deste sábado no palco-caminhão .Teve programação durante todo o dia com representantes da cultura de boi, do bacamarte, afoxé, caboclinhos, pífano e ciranda. A diversidade e a riqueza da cultura pernambucana esteve representada durante todo o dia.</p>
<p>De manhã, o Boi Mimoso de Caruaru e a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho desfilaram em cortejo representando duas das tradições centenárias do Estado.</p>
<p>&#8220;Fizemos esse cortejo pelas ruas de Caruaru, cidade dos bacamarteiros, e ficamos muito felizes de poder estar nesse lugar onde tudo começou. Foi lindo.”, disse Ivan Marinho, membro da Sobac.</p>
<p>Já Igor Glauco, vice-presidente do Boi Mimoso de Caruaru, destacou a importância da tradição da cultura de boi no Estado. “A tradição do boi aqui vem desde o tempo da escola de samba da minha mãe, que quando acabou o carnaval não tínhamos com o que brincar e criamos o boi para poder brincar o ano todo”, explicou.</p>
<p>De tarde, o Afoxé Oxum Pandá iniciou os trabalhos com beleza e a ancestralidade do ritmo. De origem vinculada ao movimento negro de Olinda, o Afoxé Oxum Pandá nasceu em 1995, por uma iniciativa do babalorixá Genivaldo Barbosa Lemos, após anos de contribuição e militância no Afoxé Alafin Oyó.</p>
<p>Foi de uma consulta através dos búzios aos Orixás que, Oxum Pandá (divindade guerreira da beleza, riqueza e amor) se apresentou como patrona da nova entidade.</p>
<p>Em seguida, o Bloco de Caboclinhos do Sítio Melancia de João Alfredo, tradicional grupo que mantém viva a força dessa cultura indígena do Agreste de Pernambuco.</p>
<p>A terceira atração do dia foi o grupo vocal feminino Encantaria, evocando a força da mulher e a beleza rítmica por meio da voz.</p>
<p>&#8220;É um prazer imenso estar nesse primeiro ano de festival, foi um show lindo com muito axé e esperamos voltar mais vezes pra esse festival que foca no espaço para a artista local”, destacou Marcela Souza, vocalista do Esncantaria.</p>
<p>Vitória do Pife, um dos nomes mais interessantes da nova cena autoral de Pernambuco, encerrou o dia do palco com um show que demonstra o norte de sua carreira: respeita a tradição do pífano, instrumento característico da cidade e que ela escolheu com seu, ao mesmo tempo que aponta para o futuro ao unir elementos pop com regionais.</p>
<p>Desde o primeiro momento em que pisou no País das Culturas Populares, a artista domina o palco com o som do pife e com sua presença bem humorada. Apesar de jovem e de ter uma carreira musical recente, Vitória já conta com um repertório afinado e coeso.</p>
<p>Natural do bairro do Salgado, o mais populoso munícipio de Caruaru, Vitória estava literalmente em casa. Totalmente confortável, a jovem convidou sua irmã para uma participação no show e teve seus pais e avós na plateia. Com uma banda afinada, Vitória demonstrou porque é uma mestra no instrumento com canções autorais, e versões de músicas clássicas do cancioneiro pernambucano.</p>
<p>“Eu tô energizada, fiquei muito feliz de estar na programação desse festival. Precisamos de mais festivais como esse para dar voz ao povo de Pernambuco”, disse a cantora.</p>
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