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	<title>Portal Cultura PE &#187; País das Culturas Populares</title>
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		<title>Cultura popular reforça interesse nas novas gerações</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 18:24:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A despedida do País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró do Festival Pernambuco Meu País 2024, no município de Buíque (Agreste), oitava etapa do evento, deixou uma sensação de que, no que depender da cadeia produtiva, as manifestações populares do Estado têm uma garantia de renovação pelo menos a curto e médio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A despedida do País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró do Festival Pernambuco Meu País 2024, no município de Buíque (Agreste), oitava etapa do evento, deixou uma sensação de que, no que depender da cadeia produtiva, as manifestações populares do Estado têm uma garantia de renovação pelo menos a curto e médio prazo. No domingo (1º) apresentaram-se nesse polo a Banda de Pife Zabumba São Sebastião, de Arcoverde (Sertão), e o Grupo de Bacamarteiros Batalhão 33, de Tacaimbó (Agreste), grupos que reúnem integrantes das mais variedades idades, novos e veteranos.</p>
<p>O legado dessas expressões tem se mostrado perene nas mãos de mestres, que mantêm viva a tradição popular; e de jovens que se interessam em aprender e dar continuidade a trabalhos que em alguns casos datam de mais de um século de existência. Em Buíque, no domingo, dia em que o Mercado Público não funciona, as apresentações no polo País das Culturas Populares Zuzuzada, na Praça Major França, no Centro do município.</p>
<p>Apesar de fundada em 2018, a Banda de Pife Zabumba São Sebastião acumula décadas de experiência em sua formação. Surgiu da ideia do jovem Lula Moreira reunir os mestres Dão do Pife, 82 anos (68 deles dedicado às bandas de pífanos); Zé da Zabumba, 73 (40 de experiência); e o Delegado do Pife (também integrante da Banda de Pífano Santa Luzia). Antes mesmo de existir oficialmente o grupo viveu a experiência de tocar nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro (2016). Dois anos depois lançou o álbum Barro Vermelho e não parou mais. No Festival Pernambuco Meu País 2024, mostrou os temas desse disco e outros tradicionais do gênero.</p>
<p>Com quase 40 integrantes e três décadas de existência, o Batalhão 33 destacou 18 membros para a performance no festival sob o comando do contramestre Claudionor Martins da Silva, cujo pai, Bento, fundou o grupo. Neste há jovens como Pedro, 12 anos, sobrinho de Claudionor, até veteranos como Israel, 72, tio do contramestre.</p>
<p>Acompanhado do trio João Pé de Serra (sanfona, zabumba e triânglo), o Batalhão 33 performou no palco da Zuzuada e seguiu para o campo detrás do Mercado Público para realizar os tradicionais tiros de bacamarte.</p>
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		<title>Marcos do Pífano e Batalhão 21 esquentam almoço no Mercado Público de Buíque</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 19:53:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No segundo dia do polo que reúne o País das Culturas Populares e o País das Matrizes do Forró, na oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, o Mercado Público de Buíque (Agreste) recebeu, na hora do almoço deste sábado (31), dois representantes das raízes das manifestações populares da região: Marcos do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo dia do polo que reúne o País das Culturas Populares e o País das Matrizes do Forró, na oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, o Mercado Público de Buíque (Agreste) recebeu, na hora do almoço deste sábado (31), dois representantes das raízes das manifestações populares da região: Marcos do Pífano e o Batalhão 21 de Bacamarteiros de São Caetano.</p>
<p>A história recente do veterano Marcos do Pífano já contamos faz pouco tempo, aqui no Cultura PE, mas nunca é demais relembrar. É surpreendente que apenas agora, aos 62 anos de idade e 53 de carreira, o instrumentista esteja fazendo sua estreia na carreira solo. Marcos passou os últimos quarenta anos tocando com outros músicos, principalmente João do Pife e a Banda de Pífanos de Barra de Carapotós, e só este ano está fazendo suas primeiras apresentações autorais.</p>
<p>A tradição de mais de meio século dedicado a soprar no canudinho Marcos divide com seu terno de pifes, formado principalmente por garotos, seus alunos. O repertório traz temas próprios e alguns outros de Sebastião Biano. No Mercado Público de Buíque, o grupo fez o roteiro tradicional começando a apresentação no palco do pátio principal e em seguida desfilando entre feirantes e clientes do centro comercial popular do município.</p>
<p>Logo depois foi a vez do Batalhão 21 de Bacamarteiros de São Caetano fazer o mesmo percurso, ao som de seu próprio trio pé de serra com sanfona, zabumba e triângulo. Fundado em 1922, o grupo trouxe para Buíque 24 de seus 30 componentes. Assim como em outros grupos similares, há participantes de todas as idades.</p>
<p>No 21, a mais jovem é Esmerala Eronice da Silva, de 17 anos; o mais experiente em atividade é Miguel da Silva, 78. Em atividade. Porque o grupo, agora sob o comando de José Gilson, 62 (bacamarteiro desde os 12), continua sob a égide de um dos cofundadores do batalhão, José Mandu, 102 anos. Após a performance por dentro do mercado, o Batalhão 21 encerrou sua participação em Buíque com os tradicionais tiros dos bacamartes nos fundos do centro comercial.</p>
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		<title>Encontro de grupos de Arcoverde e de Abreu e Lima instiga jam session em Buíque</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 18:53:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Era &#8220;só&#8221; para ser duas apresentações, da Banda de Pífano Santa Luzia, de Arcoverde (Sertão), e do Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru, de Abreu e Lima, município ao norte da Região Metropolitana do Recife. Mas que esteve no Mercado Público de Buíque (Agreste), na hora do almoço desta sexta-feira (30), ainda pôde conferir, como bônus, uma apresentação dos músicos dos dois conjuntos. O encontro aconteceu na estreia da oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024.</p>
<p>A Banda de Pífano Santa Luzia, do município vizinho, tocou praticamente em casa. Velha conhecida dos buiquenses, destilou seu repertório autoral de uma tradição que data de 1939. Francisco Batista de Santana (zabumba) e seu irmão, José, mais conhecido como o Delegado do Pife, mantêm viva com a família o legado do pai, que herdou do avô e que foi iniciado pelo bisavô. Com os irmãos tocam ainda os sobrinhos Rian (maracá) e Carla Cristina (prato), e o neto de Franscisco, João (tarol).</p>
<p>A proposta no País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró é os grupos se apresentarem no antigo palco do pátio e desfilarem pelo Mercado Público performando entre feirantes e clientes. No intervalo entre os dois shows, porém, aconteceu o inusitado: o quinteto arcoverdense se encontrou com o trio musical Trinca Cultural Pé de Serra, contratado para acompanhar os Bacamarteiros Mandacaru e fizeram juntos uma inesperada jam session de autêntico forró.</p>
<p>Depois foi a vez dos bacamarteiros darem seu recado. Fundado em 2000, o conjunto conta com 32 componentes e destacou 17 integrantes, com idade entre 5 e 72 anos, para se apresentarem em Buíque, pela primeira desde sua criação, sob o comando de sua presidente, Marleide Tenório. Após a apresentação no pátio e o desfile no mercado, a performance terminou com os tradicionais pipocos dos bacamartes, nos fundos do centro comercial popular, numa verdadeira salva de boas-vindas ao Festival Pernambuco Meu País em Buíque.</p>
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		<title>País das Culturas Populares vai com o “autoemotivo” Zuzuada ao distrito de Caraíbas</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Aug 2024 02:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112528" aria-labelledby="figcaption_attachment_112528" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0079.jpg"><img class="size-medium wp-image-112528" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0079-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Boi Diamante, de Arcoverde, foi uma das atrações do País das Culturas Populares em Caraíbas</p></div>
<p>O distrito de Caraíbas, em Arcoverde, parece de outro tempo, com seus 1200 habitantes e poucas ruas que confluem para a Igreja Nossa Senhora do Rosário. Em frente a ela, existe uma praça que reuniu a população local, nesta sexta-feira (23), para ver de perto a programação do Festival Pernambuco Meu País, com o Zuzuada no País das Culturas Populares. Passaram por lá atrações como o Presépio Mamulengo Invenção Brasileira Espetáculo de Cênicas (Nazaré da Mata), o Boi Diamante (Arcoverde), o Coco de Mulheres (Recife) e o Grupo Mazuca da Quixaba (Recife), que levaram animação e lazer para os moradores da região onde, em 1938, foi fundado o Reisado de Caraíbas.</p>
<p>Idealizador e organizador do Zuzuada no País das Culturas Populares, o artista Helder Vasconcelos utiliza uma expressão criada por Roger de Renor para explicar o que é a ideia: um veículo “autoemotivo” criado com a proposta de estabelecer um espaço artístico na rua, inspirado no Som na Rural.</p>
<div id="attachment_112529" aria-labelledby="figcaption_attachment_112529" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0080.jpg"><img class="size-medium wp-image-112529" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0080-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Zuzuada levou a cultura popular ao distrito de Caraíbas nesta sexta-feira (23)</p></div>
<p>“No caso da Zuzuada, trata-se de uma kombi que chegou para dar suporte aos ensaios do Boi Marinho, outra criação minha, que sai no Carnaval na Rua da Moeda, no Bairro do Recife, há 17 anos”, explicou o artista.</p>
<p>Helder Vasconcelos também falou sobre a felicidade de ter recebido o convite do Festival Pernambuco Meu País, por parte do Governo do Estado, para pilotar o veículo “autoemotivo” pelas cidades por onde o passa.</p>
<div id="attachment_112525" aria-labelledby="figcaption_attachment_112525" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0081.jpg"><img class="size-medium wp-image-112525" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0081-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação também contou com apresentação de teatro de mamulengo</p></div>
<p>&#8220;É um palco itinerante, fora do grande eixo das cidades, e eu acho que ele tem essa relação com a cultura popular, com as praças. E a curiosidade afetiva das pessoas é interessante, elas veem um carro usado para o transporte e que, de repente, está servindo para uma estrutura de arte. É muito legal perceber esse retorno por parte do público&#8221;, celebrou o idealizador da Zuzuada.</p>
<p>Conhecida como a terra dos bois, Arcoverde recebeu no País das Culturas Populares um anfitrião da casa, o Boi Diamante, fundado em 2008. O brinquedo conta com pessoas de todas as idades e segue firme na ideia de fortalecer a cultura popular arcoverdense, mantendo viva a tradição da manifestação cultural.</p>
<div id="attachment_112526" aria-labelledby="figcaption_attachment_112526" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0082.jpg"><img class="size-medium wp-image-112526" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0082-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">População do distrito de Caraíbas viveu uma imersão na cultura popular pernambucana</p></div>
<p>Quem coordena o Boi Diamante é o brincante Wilton Freire, que revelou uma felicidade grande do grupo por ter recebido a missão de levar a cultura popular ao distrito de Caraíbas, “É um lugar com pouco acesso à arte, e eu acho incrível a ideia de trazer as manifestações culturais para os distritos, para a zona rural”, destacou Wilton Freire.</p>
<p>“A gente veio com muito carinho para Caraíbas, entendendo que a cultura incentiva as pessoas. Eu acredito que para a zona rural, para os distritos, quando têm essas oportunidades, é muito válido e bonito. Porque a população tem a oportunidade de ver, de conhecer, de aprender e de valorizar a nossa cultura popular”, pontuou o coordenador do Boi Diamante.</p>
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		<title>Baluartes cuidam da cultura popular visando à perenidade</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 03:12:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o controle de qualidade e a diversificarem a atuação de suas manifestações.</p>
<p>Subiram ao palco do caminhão-palco na Estação Ferroviária: Dona Conceição dos Prazeres, líder da banda afro Raízes de Quilombo, do Morro da Conceição (Zona Norte do Recife); Mestre Grimário, responsável pelo Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (Zona da Mata Norte do Estado); Nininha do Coco, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); e até os bacamarteiros, que enquanto coletivo, com suas associações culturais, mantêm forte seu folguedo e esteve representado pelo grupo Batalhão de Bacamarteiros 78, de Gravatá (Agreste).</p>
<p>Formado há 38 anos, o Raízes do Quilombo é um dos vários grupos que reverenciam a ancestralidade de matriz africana e que têm dado o recado no festival pelos municípios em que passam. Segundo Dona Conceição (mãe do percussionista Lucas dos Prazeres), seus integrantes, cantores e percussionistas, são agentes multiplicadores. Contra o racismo (&#8220;O racismo existe/ não é mimimi&#8221;, canta contudentemente em seus versos) e em prol da conscientização e da resistência sociocultural e do protagonismo da mulher, em especial a preta e periférica, na sociedade. Aqui ainda prestou uma homenagem a Zé Neguinho do Coco.</p>
<p>Remanescente de Mestre Batista, e com o apoio de Mestre Salustiano, Grimário foi um dos brincantes de cavalo marinho que, após décadas de experiência, tornaram-se mestres e criaram seu próprio brinquedo para ajudar a manter viva a tradição dos folguedos da Mata Norte. Também com voz e percussão, destaca-se pelo som indefectível da rabeca. No País das Culturas Populares, dançarinos e personagens icônicos do cavalo marinho performaram em meio à plateia gerando muita emoção.</p>
<p>Ondina Barros da Silva, ou simplesmente Dona Nininha, 81 anos, também criou seu próprio grupo, há 10 anos. No palco canta a experiência de vida e o imaginário das comunidades de pescadores, de quem é filha e viúva. Canta que nasceu na Praça do Carmo, em Olinda, e foi criada no Amaro Branco, célebre celeiro de coquistas da Cidade Patrimônio da Humanidade.</p>
<p>Já os bacamarteiros, grupos bastante conhecidos na região, tem se mostrado bastante articulados, sendo representados por associações. Coube ao Batalhão 78 dar uma pequena amostra de sua tradição, em uma performance que conta com um terno de pife e percussão puxando os brincantes em evolução pelo pátio da Estação Ferroviária. Em seguida os músicos subiram ao palco-caminhão para os demais integrantes acionarem seus bacamartes.</p>
<p>O mais comum nesses grupos é ver a composição com membros da mais diversas gerações. É gostoso presenciar isso. E como a cultura popular pernambucana tem se preparado para a perenidade. É nossa história sendo escrita, cantada, tocada, dançada, brincada e assistida, em tempo real, enquanto nos entretêm e nos conscientiza.</p>
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		<title>Cortejos simultâneos marcam despedida do País das Culturas Populares em Caruaru</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 22:48:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O País das Culturas Populares se despediu de Caruaru em grande estilo e com três desfiles do Cortejo Brincantes simultaneamente, ao longo deste domingo (11). Os eventos fizeram parte da programação do Festival Pernambuco Meu País na cidade. Maracatus, troças carnavalescas, caboclinhos, bacamarteiros e orquestras exaltaram a cultura pernambucana enquanto encantavam ao público em três [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112074" aria-labelledby="figcaption_attachment_112074" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silla Cadengue</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-19.46.59.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112074" alt="Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-19.46.59-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cortejos desfilaram pelas ruas da cidade de Caruaru</p></div>
<p dir="ltr">O País das Culturas Populares se despediu de Caruaru em grande estilo e com três desfiles do Cortejo Brincantes simultaneamente, ao longo deste domingo (11). Os eventos fizeram parte da programação do Festival Pernambuco Meu País na cidade.</p>
<p dir="ltr">Maracatus, troças carnavalescas, caboclinhos, bacamarteiros e orquestras exaltaram a cultura pernambucana enquanto encantavam ao público em três diferentes endereços: Estação Ferroviária, Monte Bom Jesus e Alto do Moura.</p>
<p dir="ltr">A estudante Jade, de 15 anos, teve esse primeiro contato com os representantes da cultura em um dos desfiles. E aprovou o que viu.</p>
<p dir="ltr">“Está sendo maravilhoso. É a primeira vez que eu venho e está sendo lindo, cheio de cores e com muitas pessoas. É muito gratificante ver tudo isso”, disse.</p>
<p dir="ltr">O mesmo aconteceu com Dagmar, que mora na cidade há cinco anos e espera ansiosamente pela segunda edição do festival. “Amo a cidade e esse evento deveria ter mais vezes. Vamos seguir, porque cultura é tudo”, enfatizou.</p>
<p dir="ltr">No Alto do Moura, Macuca esteve sendo representada por Rudá Rocha, que citou o nome de dois importantes artistas que foram responsáveis por “abrir o caminho” para o que está acontecendo atualmente.</p>
<p dir="ltr">“Participar deste cortejo no Alto do Moura está sendo bem gratificante para a Macuca, porque tem relação com a cultura popular e promove a música de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. Toda iniciativa para fomentar a cultura popular e interagir com música contemporânea, é sempre muito salutar. Cultura vive disso, e vai se movendo com o tempo. Essa oxigenação no estado todo é muito saudável”, avaliou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Caruaru se transforma na Capital de Todos os Ritmos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 05:01:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É a Capital do Forró. É a Capital do Forró. É por isso que Caruaru é a Capital&#8230; do coco, da ciranda, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinho&#8230; Sim, desde esta sexta-feira (9), Caruaru, a Capital do Forró, tornou-se a capital de todos os ritmos pernambucanos. O Festival Pernambuco Meu País chegou com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É a Capital do Forró. É a Capital do Forró. É por isso que Caruaru é a Capital&#8230; do coco, da ciranda, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinho&#8230; Sim, desde esta sexta-feira (9), Caruaru, a Capital do Forró, tornou-se a capital de todos os ritmos pernambucanos. O Festival Pernambuco Meu País chegou com força na Princesa do Agreste desde cedo.</p>
<p>Logo no começo da tarde, as ruas do Centro do município foram tomadas por diversas manifestações culturais e todos os trilhos levavam à antiga Estação Ferroviária, onde estacionou o caminhão-palco, que abriu os trabalhos do País das Culturas Populares com o Grupo Cultural Indígena Fetxha, de Águas Belas (Agreste); Dona Del do Coco e Ciranda e o Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho, ambos de Olinda (Região Metropolitana do Recife).</p>
<p>Nesta etapa acontece uma experiência de interação das atrações que sobem ao palco-caminhão com as que desfilam em cortejo pelas ruas. Enquanto o Fetxha se apresentava, por exemplo, passou o Batalhão Flor de Lis de bacamarteiros de Barra de Guabiraba (Agreste). No palco, o grupo fulni-ô tocou forró e coco prestando homenagens a João do Pife e a Azulão, expoentes da cultura popular caruaruense. Cantando em sua língua originária e em português, também prestou tributo ao antepassados e fez sua própria versão de Asa Branca (Luiz Gonzaga &amp; Humberto Teixeira).</p>
<p>Depois foi a vez de Dona Del, Ouro Preto/Tabajara (Olinda) mostrar porque é uma autêntica instituição quando se trata de manter viva a tradição do coco e da ciranda no Estado. Quase dava para ver subir a poeira sobre o piso de alvenaria do pátio e até ouvir o barulho do mar no Centro da Princesa do Agreste. Com seu grupo de voz e percussão, Dona Del destilou seu repertório próprio com temas de seu imaginário e até composições bastante atuais e engajadas, como Vidas Negras Importam, que dispensa explicações. Enquanto a coquista-cirandeira soltava sua voz, pelo pátio desfilavam a trupe da Associação de Bacamarteiros São João.</p>
<p>Já adentrando a noite, a Escola de Samba Preto Velho trouxe sua versão de palco, com vozes, cavaco, percussão, bailarinos e passistas provocando um Carnaval fora de época no País das Culturas Populares. Em um repertório de sambas-enredos, MPB e cultura popular interpretou canções como Retalhos de Cetim (Benito di Paula); Não Deixe o Samba Morrer (Edson Conceição, Aloísio &amp; Alcione), sucesso da Marrom; Vou Festejar (Jorge Aragão, Dida &amp; Deoci) e Coisinha do Pai (Jorge Aragão, Almir Guineto &amp; Luiz Carlos), hits da Madrinha do Samba; Mas que Nda (Jorge Ben Jor); É Hoje (Didi Mestrino), enredo da União da Ilha de 1982; O que É, o que É (Gonzaguinha); e Zé do Caroço (Leci Brandão). Ficou aquele gostinho de quero mais.</p>
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		<title>País das Culturas Populares acolhe artistas pouco antes vistos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 05:00:57 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos tradicionais. Neste domingo (28), em Gravatá (Agreste), esse aspecto esteve bem representado pelo Trans Coco, primeiro grupo de coco LGBTQIA+ do Estado (leia-se: do mundo); e pela Orquestra Iorubás de Pernambuco, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. A família da Ciranda Sant&#8217;Anna e o ativismo do Coco Resistência completaram a programação da tarde no palco-caminhão.</p>
<p>Formado por pessoas trans, o sexteto de voz e percussão Trans Coco, do município de Igarassu (Litoral Norte), orgulha-se de ser o primeiro grupo LGBTQIA+ de coco de roda de Pernambuco. A música, claro, é importante, mas na apresentação do conjunto nota-se que prevalece a preocupação com a luta pela conquista de espaço, pela dignidade humana e pelo respeito. Requisitos básicos, porém, ainda em falta para muitas pessoas.</p>
<p>Comandado pela cantora Raphaella Ribeiro, que também se autointitula a primeira mulher trans vocalista de um brinquedo popular, o Trans Coco aborda em suas músicas o combate às práticas discriminatórias e preconceituosas e aos crimes. &#8220;O palco é lugar de todos os corpos. Para nós é muito importante estarmos aqui&#8221;, afirmou Raphaella. A plateia, a maior dos três dias eventos nesse polo em Gravatá, acolheu o Trans Coco com muito afeto.</p>
<p>Outro belo exemplo No País das Culturas Populares neste domingo foi o da Orquestra Iorubás de Pernambuco. Numa analogia, o grupo de vozes, percussão e metais seria o equivalente a um conjunto gospel, ou de música sacra, porém, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. É integrado por pessoas de terreiro que fazem expressões de axé por meio de cantigas de louvação. Como se isso não bastasse, traz em sua formação um set amplo e vigoroso de metais que acrescenta uma sonoridade única e robusta à tradição do gênero. Um grata surpresa.</p>
<p>E por falar em tradição, a Ciranda Sant&#8217;Anna trouxe para o caminhão-palco um belo espetáculo de música e dramatização. O grupo, da família homônima do bairro do Vasco da Gama (Zona Norte do Recife), dedicou seus primeiros minutos a uma performance de meditação e oração, que foi seguida pela abertura de uma faixa com os dizeres: &#8220;Diga não intolerância religiosa&#8221;. Na sequência, um balé popular com quatro integrantes foi para o meio da plateia instigar ainda mais a formação das tradicionais rodas de ciranda. As canções evocaram um show de conscientização (como por exemplo pela preservação da Amazônia) e de reverência aos orixás como muito respeito e muita dignidade.</p>
<p>No cair da noite, no mesmo tom ativista e militante pela cultura popular e pelos direitos sociais, o Coco da Resistência, formado por músicos de várias localidades da Região Metropolitana do Recife (Amaro Branco/Olinda, Brasília Teimosa, Janga/Paulista, Santo Amaro), também deixou seu recado em um repertório de coco de roda e samba interpretado com vozes, percussão e cordas (contrabaixo elétrico e cavaquinho). Momentos de grande riqueza cultural pernambucana.</p>
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		<title>País das Culturas Populares tem se destacado por crossover, salvaguarda e a força do samba-reggae</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 04:59:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso palco-caminhão que percorre as oito cidades programadas para este ano. Neste sábado (27), em Gravatá (Agreste), foi a vez do Bloco Obirin, do Morro da Conceição, ditar o ritmo. A festa continuou até o início da noite com a Ciranda das Flores Amunam (Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte), do Coco de Umbigada (Olinda), do forró de Fagner Chagas (Gravatá) e do coral afro Voz Nagô (Recife).</p>
<p>Céu azul, temperatura de 25 °C. Foi nesse clima que o primeiro grupo de samba-reggae de mulheres do Recife subiu ao palco, logo depois da hora do almoço, para mostrar seus repertório composto por temas autorais e standards nacionais, como é comum a grupos do gênero.</p>
<p>Em seguida foi a vez das Flores Amunam, formado por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata, mostrar suas canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, interpretou composições de Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>E esse tem sido outro aspecto curioso na grade de programação de festival: evidenciar o crossover entre os vários gêneros e ritmos, mostrando como artistas bebem das mais diferentes fontes, seja para divertir e/ou se aproximar de gerações e gostos diversos, derrubando muros e (pré)conceitos.</p>
<p>Se a tarde estava quente, com a apresentação do Coco de Umbigada virou brincadeira. Referência em coco de roda no Estado (leia-se: no mundo), o grupo surgido nas cercanias de Olinda e Paulista (Região Metropolitana do Recife) trouxe para o Agreste a força da tradição centenária do gênero sob o comando de Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, Gravatá foi muito bem representada por um de seus filhos, o forrozeiro Fagner Chagas, que fez o País das Culturas Populares pegar fogo com uma set list bem arrumada misturando forrós tradicionais com estilizados e xotes. No cardápio, sucessos consagrados de Zé Ramalho (frevo, Mastruz com Leite (baião de Dois, de Luiz Fidélio &amp; Jaboty; e Meio-Dia, de Fidélio com Danilo Lopes), Flávio José (Meu Cenário, de Petrúcio Amorim) e Luiz Gonzaga (Numa Casa de Reboco (parceria com Zé Marolino).</p>
<p>Era tudo o que o público queria para dançar agarradinho. Houve até tempo para canções do xará mais famoso, Raimundo Fagner (Espumas ao Vento, de Accioly Neto; Revelação, de Clodô &amp; Clésio; Pedras que Cantam, de Dominguinhos &amp; Fausto Nilo). Sem dúvida uma referência inusitada.</p>
<p>Já à noite, o caminhão-palco encerrou este sábado com chave de ouro: com o septeto de vozes femininas Voz Nagô atuando como headliner. O grupo, acompanhado de uma banda de percussão e cordas, é uma das criações do saudoso músico Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival (ao lado do artista visual Abelardo da Hora), e surgiu em 2009 para compor a abertura do Carnaval do Recife &#8211; o que faz até hoje.</p>
<p>Mas em se tratando de sete mulheres negras ativistas culturais, o Voz Nagô ganhou vida própria e vem mostrando um talento incrível. Neste sábado, começou prestando uma homenagem ao padrinho, com a canção Juvenal Nagô, de Manu Nascimento, ex-integrante do grupo. Depois fez um set apenas com músicas de Naná rearranjadas especialmente para o septeto. E, claro, não faltaram os supracitados crossovers, em versões de sucesso de Alceu Valença (Anunciação; La Belle de Jour) e Reginaldo Rossi (Recife Minha Cidade).</p>
<p>E como se tudo isso fosse pouco, pode-se afirmar que o País das Culturas Populares tem se mostrado uma síntese das manifestações que são talvez as principais responsáveis pela salvaguarda da cultura popular, sobretudo a de origem ancestral, das matrizes africana e dos povos originários.</p>
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		<title>Diversidade em todos os sentidos no País das Culturas Populares em Bezerros</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 02:16:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aqui está aquele friozinho gostoso, mas aos poucos o calor do público que vai chegando nos polos torna a temperatura aconchegante, no modo ideal. O Festival Pernambuco Meu País, em seu primeiro dia, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros, no Agreste pernambucano começou nesse clima: de aconchego. Logo à tarde, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui está aquele friozinho gostoso, mas aos poucos o calor do público que vai chegando nos polos torna a temperatura aconchegante, no modo ideal. O Festival Pernambuco Meu País, em seu primeiro dia, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros, no Agreste pernambucano começou nesse clima: de aconchego. Logo à tarde, no palco País das Culturas Populares cativou o público com espetáculos de música e dança que exaltaram a diversidade do gênero no Estado, com performances de maracatu, afoxé, coco e pastoril.</p>
<p>O Maracatu Nação Capibaribe, do bairro da Várzea (Recife-PE), trouxe uma amostra de 15 de seus mais de cem integrantes. Bateu o centro no palco-caminhão com um repertório em tributo aos orixás, de Exu a Oxalá, mesclando temas tradicionais de seu ritmo dominante com outros mais pop, de Chico Science, Alceu Valença e Erasto Vasconcelos, entre outros. Um crossover rítmico e geracional que transitou ainda pelo samba e provocou até uma roda de ciranda em volta de seu porta-estandarte.</p>
<p>A tradição dos ritmos afros continuou na apresentação do Afoxé Babá Orixalá Funfun, do bairro de Guadalupe (Olinda-PE), que mostrou que festa não precisa se separar da militância. Também colocou a plateia para dançar com canções em que reflete sobre o passado e o presente de lutas. As músicas fazem uma releitura lúdica e artística do candomblé tradicional. Em modo de festa, denunciou toda forma de preconceito.</p>
<p>Numa vibe semelhante a seus antecessores, da tradição que remete aos ancestrais, o Coco de Mestre Ciriaco, do Sítio do Urubu, no município de Glória do Goitá (Zona da Mata Norte pernambucana), também fez o público dançar, com seus dançarinos em meio aos espectadores. O premiado Mestre Ciriaco, 96 anos, 77 destes dedicados ao ritmo, cantou e tocou zabumba ao lado do neto João Paulo, 28 anos, que toca ganzá e recentemente acompanha o avô.</p>
<p>O País das Culturas Populares encerrou sua tarde de estreia em Serra Negra com As Perigosas Pastoras, peculiar pastoril profano do bairro do Ibura (Recife) que se destaca pela formação e proposta em defesa da visibilidade LGBTQIA*. Com a plateia no gargarejo, arrancou muitos risos e aplausos.</p>
<p>A maioria do público à beira do palco era formada por cerca de 30 alunas e alunos de dança da professora Equilaine Rodrigues, do município de Bezerros. Todas e todos curtindo com muita animação. &#8220;Aqui é uma riqueza de cultura. Pernambuco é rico em cultura e diversidade. Nós adoramos e vivemos isso em nosso dia a dia, durante nossas aulas em Bezerros. É maravilhoso estar aqui vivenciando tudo isso&#8221;, afirmou a docente. &#8220;Estou achando o festival riquíssimo. Veio a calhar ser aqui em Serra Negra, que é um lugar maravilhoso e juntou com nossa cultura dando aquela união positiva. Não poderíamos ficar de fora&#8221;, completou.</p>
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