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	<title>Portal Cultura PE &#187; País das Matrizes do Forró</title>
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		<title>Cultura popular reforça interesse nas novas gerações</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 18:24:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A despedida do País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró do Festival Pernambuco Meu País 2024, no município de Buíque (Agreste), oitava etapa do evento, deixou uma sensação de que, no que depender da cadeia produtiva, as manifestações populares do Estado têm uma garantia de renovação pelo menos a curto e médio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A despedida do País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró do Festival Pernambuco Meu País 2024, no município de Buíque (Agreste), oitava etapa do evento, deixou uma sensação de que, no que depender da cadeia produtiva, as manifestações populares do Estado têm uma garantia de renovação pelo menos a curto e médio prazo. No domingo (1º) apresentaram-se nesse polo a Banda de Pife Zabumba São Sebastião, de Arcoverde (Sertão), e o Grupo de Bacamarteiros Batalhão 33, de Tacaimbó (Agreste), grupos que reúnem integrantes das mais variedades idades, novos e veteranos.</p>
<p>O legado dessas expressões tem se mostrado perene nas mãos de mestres, que mantêm viva a tradição popular; e de jovens que se interessam em aprender e dar continuidade a trabalhos que em alguns casos datam de mais de um século de existência. Em Buíque, no domingo, dia em que o Mercado Público não funciona, as apresentações no polo País das Culturas Populares Zuzuzada, na Praça Major França, no Centro do município.</p>
<p>Apesar de fundada em 2018, a Banda de Pife Zabumba São Sebastião acumula décadas de experiência em sua formação. Surgiu da ideia do jovem Lula Moreira reunir os mestres Dão do Pife, 82 anos (68 deles dedicado às bandas de pífanos); Zé da Zabumba, 73 (40 de experiência); e o Delegado do Pife (também integrante da Banda de Pífano Santa Luzia). Antes mesmo de existir oficialmente o grupo viveu a experiência de tocar nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro (2016). Dois anos depois lançou o álbum Barro Vermelho e não parou mais. No Festival Pernambuco Meu País 2024, mostrou os temas desse disco e outros tradicionais do gênero.</p>
<p>Com quase 40 integrantes e três décadas de existência, o Batalhão 33 destacou 18 membros para a performance no festival sob o comando do contramestre Claudionor Martins da Silva, cujo pai, Bento, fundou o grupo. Neste há jovens como Pedro, 12 anos, sobrinho de Claudionor, até veteranos como Israel, 72, tio do contramestre.</p>
<p>Acompanhado do trio João Pé de Serra (sanfona, zabumba e triânglo), o Batalhão 33 performou no palco da Zuzuada e seguiu para o campo detrás do Mercado Público para realizar os tradicionais tiros de bacamarte.</p>
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		<title>Marcos do Pífano e Batalhão 21 esquentam almoço no Mercado Público de Buíque</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 19:53:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No segundo dia do polo que reúne o País das Culturas Populares e o País das Matrizes do Forró, na oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, o Mercado Público de Buíque (Agreste) recebeu, na hora do almoço deste sábado (31), dois representantes das raízes das manifestações populares da região: Marcos do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo dia do polo que reúne o País das Culturas Populares e o País das Matrizes do Forró, na oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, o Mercado Público de Buíque (Agreste) recebeu, na hora do almoço deste sábado (31), dois representantes das raízes das manifestações populares da região: Marcos do Pífano e o Batalhão 21 de Bacamarteiros de São Caetano.</p>
<p>A história recente do veterano Marcos do Pífano já contamos faz pouco tempo, aqui no Cultura PE, mas nunca é demais relembrar. É surpreendente que apenas agora, aos 62 anos de idade e 53 de carreira, o instrumentista esteja fazendo sua estreia na carreira solo. Marcos passou os últimos quarenta anos tocando com outros músicos, principalmente João do Pife e a Banda de Pífanos de Barra de Carapotós, e só este ano está fazendo suas primeiras apresentações autorais.</p>
<p>A tradição de mais de meio século dedicado a soprar no canudinho Marcos divide com seu terno de pifes, formado principalmente por garotos, seus alunos. O repertório traz temas próprios e alguns outros de Sebastião Biano. No Mercado Público de Buíque, o grupo fez o roteiro tradicional começando a apresentação no palco do pátio principal e em seguida desfilando entre feirantes e clientes do centro comercial popular do município.</p>
<p>Logo depois foi a vez do Batalhão 21 de Bacamarteiros de São Caetano fazer o mesmo percurso, ao som de seu próprio trio pé de serra com sanfona, zabumba e triângulo. Fundado em 1922, o grupo trouxe para Buíque 24 de seus 30 componentes. Assim como em outros grupos similares, há participantes de todas as idades.</p>
<p>No 21, a mais jovem é Esmerala Eronice da Silva, de 17 anos; o mais experiente em atividade é Miguel da Silva, 78. Em atividade. Porque o grupo, agora sob o comando de José Gilson, 62 (bacamarteiro desde os 12), continua sob a égide de um dos cofundadores do batalhão, José Mandu, 102 anos. Após a performance por dentro do mercado, o Batalhão 21 encerrou sua participação em Buíque com os tradicionais tiros dos bacamartes nos fundos do centro comercial.</p>
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		<title>Encontro de grupos de Arcoverde e de Abreu e Lima instiga jam session em Buíque</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 18:53:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Era &#8220;só&#8221; para ser duas apresentações, da Banda de Pífano Santa Luzia, de Arcoverde (Sertão), e do Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru, de Abreu e Lima, município ao norte da Região Metropolitana do Recife. Mas que esteve no Mercado Público de Buíque (Agreste), na hora do almoço desta sexta-feira (30), ainda pôde conferir, como bônus, uma apresentação dos músicos dos dois conjuntos. O encontro aconteceu na estreia da oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024.</p>
<p>A Banda de Pífano Santa Luzia, do município vizinho, tocou praticamente em casa. Velha conhecida dos buiquenses, destilou seu repertório autoral de uma tradição que data de 1939. Francisco Batista de Santana (zabumba) e seu irmão, José, mais conhecido como o Delegado do Pife, mantêm viva com a família o legado do pai, que herdou do avô e que foi iniciado pelo bisavô. Com os irmãos tocam ainda os sobrinhos Rian (maracá) e Carla Cristina (prato), e o neto de Franscisco, João (tarol).</p>
<p>A proposta no País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró é os grupos se apresentarem no antigo palco do pátio e desfilarem pelo Mercado Público performando entre feirantes e clientes. No intervalo entre os dois shows, porém, aconteceu o inusitado: o quinteto arcoverdense se encontrou com o trio musical Trinca Cultural Pé de Serra, contratado para acompanhar os Bacamarteiros Mandacaru e fizeram juntos uma inesperada jam session de autêntico forró.</p>
<p>Depois foi a vez dos bacamarteiros darem seu recado. Fundado em 2000, o conjunto conta com 32 componentes e destacou 17 integrantes, com idade entre 5 e 72 anos, para se apresentarem em Buíque, pela primeira desde sua criação, sob o comando de sua presidente, Marleide Tenório. Após a apresentação no pátio e o desfile no mercado, a performance terminou com os tradicionais pipocos dos bacamartes, nos fundos do centro comercial popular, numa verdadeira salva de boas-vindas ao Festival Pernambuco Meu País em Buíque.</p>
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		<title>País das Matrizes do Forró tem momentos de tradição e renovação</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 05:45:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sabe aquele clima de mercado público, com comes e bebes gostosos e música boa? Pois foi assim a estreia do polo País das Matrizes do Forró na etapa de Caruaru (Agreste) do Festival Pernambuco Meu País. O evento, que aconteceu no Mercado Cultural Casa Rosa, na tarde deste sábado (10), teve nesta primeira programação no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquele clima de mercado público, com comes e bebes gostosos e música boa? Pois foi assim a estreia do polo País das Matrizes do Forró na etapa de Caruaru (Agreste) do Festival Pernambuco Meu País. O evento, que aconteceu no Mercado Cultural Casa Rosa, na tarde deste sábado (10), teve nesta primeira programação no município ares de tradição, renovação e nostalgia &#8211; e a garantia de continuidade por pelo menos mais uma geração. Por lá apresentaram-se os filhos da terra Marcos do Pífano e Elias Júnior e o xaxado do grupo Raízes do Amanhã, da cidade de Pedra, também agrestina.</p>
<p>Pode parecer incrível, mas foi o debute de Marcos do Pífano, 62 anos, 53 de carreira. O instrumentista passou as últimas quatro décadas acompanhando outros músicos, em especial João do Pife e a Banda de Pífanos de Barra de Carapotós, e apenas agora conseguiu fazer seu primeiro show autoral. &#8220;É um repertório que tenho há 40 anos, mas não tinha tido a oportunidade de mostrar&#8221;, disse.</p>
<p>No palco, a tradição de mais de meio século dedicado a soprar no canudinho Marcos divide com seu terno de pifes formado principalmente por garotos, seus alunos. Com eles, Marcos tocou temas como Marcha da Conceição, À Procura de um Aluno, 8 Black, Serra das Russas, Foi Lá na Fazenda, Serra da Guia, Valsa ao Anoitecer. Fez ainda A Briga do Cachorro com a Onça (Sebastião Biano) e Pipoca Moderna (também de Biano, com Caetano Veloso).</p>
<p>Logo em seguida, em meio à plateia, oito integrantes Raízes do Amanhã fizeram uma performance evocando a tradição do xaxado. Cerca de 90% são alunos e alunas da Escola de Referência em Ensino Médio Professor Brasiliano Donino da Costa Lima que fazem parte da Associação Cultural homônima. A Raízes do Amanhã movimento aproximadamente 500 membros que mantêm vivas, além do xaxado, expressões culturais como frevo, pastoril, quadrilha e até A Paixão de Cristo.</p>
<p>E coube ao veterano Elifas Júnior fechar a tarde no País das Matrizes do Forró. À primeira impresão, o cantor e guitarrista parece não surpreender com seu forró pop, que dá a impressão de estar para o tradicional assim como a música baiana está para o frevo. Porém, Elifas sabe mexer com a memória afetiva de seu público resgatando um repertório um pouco esquecido do gênero. Além de temas próprios fez canções como Frevo Mulher (Zé Ramalho); Periga Ser (Robertinho de Recife &amp; Fausto Nilo), sucesso de Amelinha; e Fogueirinha (Assisão) colocando todo mundo para dançar no salão.</p>
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