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	<title>Portal Cultura PE &#187; palco-caminhão</title>
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		<title>País da Música dá voz à periferia</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 04:36:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pernambuco Meu País tem se firmado como o festival de todas as linguagens culturais. E, dentro das próprias linguagens, contempla os mais diversos estilos. No polo País da Música, neste sábado (11), em Caruaru (Agreste), o caminhão-palco foi representado por expoentes das chamadas expressões periféricas. DJ Big, o rapper Okado do Canal e a rapper [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pernambuco Meu País tem se firmado como o festival de todas as linguagens culturais. E, dentro das próprias linguagens, contempla os mais diversos estilos. No polo País da Música, neste sábado (11), em Caruaru (Agreste), o caminhão-palco foi representado por expoentes das chamadas expressões periféricas. DJ Big, o rapper Okado do Canal e a rapper Bione, todos do Recife, mais do que apresentar seus trabalhos, abriram espaço para brothers e sisters que travam a mesma luta. A família (o público) gostou.</p>
<p>Na saideira do palco-caminhão da Princesa do Agreste não houve tempo para brincadeira. O experiente DJ Big chegou logo mandando o recado detonando um repertório animal de black music, em especial funk e hip hop, com muitos scratches. Logo se formou uma roda de break dance em que b&#8217;boys e b&#8217;girls levaram a plateia ao delírio com suas performances.</p>
<p>Num gesto de grande generosidade Big fez jus ao nome e convidou a MC Mérida para comandar uma batalha de rimas. Acuca MC, Cabeleira e MC Neto destilaram diversas modalidades, como bate e volta, kick back e batalha de tema.</p>
<p>O bagulho ficou ainda mais sério quando subiu ao palco Okado do Canal, acompanhado do DJ Phino e dois bailarinos. O rapper, que traz no nome sua comunidade, do Canal do bairro do Arruda (Zona Norte do Recife), fala em suas músicas de sua vivência e realidade.</p>
<p>Assim como Big, Okado instigou a formação de uma roda para as danças dos b&#8217;boys. No palco ainda convidou o cantor Bira (vocalista líder de O Bando), de Caruaru, e o rapper Davi Zord, de Arcoverde.</p>
<p>Ficou para Bione a missão de encerrar o País da Música nesta etapa do festival. Com a DJ Lala e duas dançarinas, a cantora fez um show ancorado principalmente em seu álbum autoral Ego (2022), cantando contra o preconceito contra mulher e contra o racismo; em prol da voz da mulher no rap e hip hop; e pela cultura da periferia e seu cotidiano.</p>
<p>No repertório incluiu canções como Toda Tua, (D)elas, Bione e Tropa das Loka, além de faixas como os singles Pensei em Parar e Quem É Ela? e o tema Deixa as Garota Brincar, do EP Sai da Frente (2019). Foi difícil terminar, porque fãs queriam mais. Mas já era a hora. E o País da Música se despediu de Caruaru em grande estilo e se garantindo muito.</p>
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		<title>Baluartes cuidam da cultura popular visando à perenidade</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 03:12:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o controle de qualidade e a diversificarem a atuação de suas manifestações.</p>
<p>Subiram ao palco do caminhão-palco na Estação Ferroviária: Dona Conceição dos Prazeres, líder da banda afro Raízes de Quilombo, do Morro da Conceição (Zona Norte do Recife); Mestre Grimário, responsável pelo Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (Zona da Mata Norte do Estado); Nininha do Coco, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); e até os bacamarteiros, que enquanto coletivo, com suas associações culturais, mantêm forte seu folguedo e esteve representado pelo grupo Batalhão de Bacamarteiros 78, de Gravatá (Agreste).</p>
<p>Formado há 38 anos, o Raízes do Quilombo é um dos vários grupos que reverenciam a ancestralidade de matriz africana e que têm dado o recado no festival pelos municípios em que passam. Segundo Dona Conceição (mãe do percussionista Lucas dos Prazeres), seus integrantes, cantores e percussionistas, são agentes multiplicadores. Contra o racismo (&#8220;O racismo existe/ não é mimimi&#8221;, canta contudentemente em seus versos) e em prol da conscientização e da resistência sociocultural e do protagonismo da mulher, em especial a preta e periférica, na sociedade. Aqui ainda prestou uma homenagem a Zé Neguinho do Coco.</p>
<p>Remanescente de Mestre Batista, e com o apoio de Mestre Salustiano, Grimário foi um dos brincantes de cavalo marinho que, após décadas de experiência, tornaram-se mestres e criaram seu próprio brinquedo para ajudar a manter viva a tradição dos folguedos da Mata Norte. Também com voz e percussão, destaca-se pelo som indefectível da rabeca. No País das Culturas Populares, dançarinos e personagens icônicos do cavalo marinho performaram em meio à plateia gerando muita emoção.</p>
<p>Ondina Barros da Silva, ou simplesmente Dona Nininha, 81 anos, também criou seu próprio grupo, há 10 anos. No palco canta a experiência de vida e o imaginário das comunidades de pescadores, de quem é filha e viúva. Canta que nasceu na Praça do Carmo, em Olinda, e foi criada no Amaro Branco, célebre celeiro de coquistas da Cidade Patrimônio da Humanidade.</p>
<p>Já os bacamarteiros, grupos bastante conhecidos na região, tem se mostrado bastante articulados, sendo representados por associações. Coube ao Batalhão 78 dar uma pequena amostra de sua tradição, em uma performance que conta com um terno de pife e percussão puxando os brincantes em evolução pelo pátio da Estação Ferroviária. Em seguida os músicos subiram ao palco-caminhão para os demais integrantes acionarem seus bacamartes.</p>
<p>O mais comum nesses grupos é ver a composição com membros da mais diversas gerações. É gostoso presenciar isso. E como a cultura popular pernambucana tem se preparado para a perenidade. É nossa história sendo escrita, cantada, tocada, dançada, brincada e assistida, em tempo real, enquanto nos entretêm e nos conscientiza.</p>
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		<title>Festival conhece a força do hardcore e do metal do Agreste</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 06:14:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País, em Caruaru, quinta etapa do evento, comprovou neste sábado (10) a força do chamado rock pesado pernambucano, em especial do Agreste, e sobretudo da Capital do Forró. No caminhão-palco estacionado no pátio da Estação Ferroviária, as experientes bandas Sangue de Barro e Alkymenia ciceronearam a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País, em Caruaru, quinta etapa do evento, comprovou neste sábado (10) a força do chamado rock pesado pernambucano, em especial do Agreste, e sobretudo da Capital do Forró. No caminhão-palco estacionado no pátio da Estação Ferroviária, as experientes bandas Sangue de Barro e Alkymenia ciceronearam a Saga HC, de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife). Os fãs não decepcionaram e compareceram em número expressivo.</p>
<p>O Agreste pernambucano sempre teve uma forte cena de hardcore e de metal. O intercâmbio entre os grupos de cá com os das demais regiões também não é de hoje. O esquente da noite deste sábado ficou a cargo da visitante, cujas letras das músicas, como Vícios e Sem Saída, apresentam-se como crônicas de seu bairro, Prazeres, e de sua cidade. O público entendeu o recado.</p>
<p>Em formato clássico com voz, duas guitarras, baixo e bateria, acabou prestando um belo tributo às anfitriãs convidando para participações especiais os percussionistas Wellington (zabumba) e Leonardo (triângulo), da Forró Iburicando, do bairro do Ibura, do Recife. Ainda prestou um tributo a Chico Science com uma versões personalizadas de Coco Dub (Afrociberdelia) e Banditismo por uma Questão de Classe.</p>
<p>Composta pelos irmãos Lalo (baixo e vocal), Sandro Silva (guitarra) e Dennis Kreimer (bateria), em formato power trio, a Alkymenia atraiu uma legião de fãs para o País da Música. Feliz por estar em casa, apresentou o repertório de seu álbum mais recente, gravado na Dinamarca. O grupo, aliás, é habitué do Velho Continente, onde se apresenta todos os anos.</p>
<p>E para finalizar a segunda noite do palco-caminhão, a veterana Sangue de Barrou comprovou porque é uma das bandas mais experientes do Estado e uma das mais queridas, sobretudo pelo público da região. Não à tôa surgiu em 18 de Maio de 1998, nada mais, nada menos, do que no aniversário da cidade.</p>
<p>Por quase uma hora, diante de centenas de fãs, a Sangue de Barro destilou seu repertório que vem construindo há mais de um quarto de século, com direito a novas canções, que irão integrar o próximo álbum, Quebranto (ainda sem data de lançamento). A mistura de voz, duas guitarras, baixo e bateria com zabumba e pífano denota que o DNA das influências regionais está mesmo no sangue. Com direito a mais algumas faixas bônus e um bis, foi difícil tirar os rapazes do palco. Era muita vontade de tocar e do público de assistir, por quase mais meia hora. Uma noite para marcar a importância do HC e do metal no Pernambuco Meu País.</p>
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		<title>País da Música recebe em Caruaru a força do pop agrestino longe de estereótipos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 05:13:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em Caruaru, todos os trilhos levam também para o País da Música. Nesta sexta-feira (9), no palco-caminhão, estacionado na antiga Estação Ferroviária, o Agreste pernambucano mostrou que possui uma cena pop consolidada, longe do estereótipo de ser apenas celeiro de cultura popular. Por aqui passaram os cantores Thera Blue e Driko, ambos prata da casa, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em Caruaru, todos os trilhos levam também para o País da Música. Nesta sexta-feira (9), no palco-caminhão, estacionado na antiga Estação Ferroviária, o Agreste pernambucano mostrou que possui uma cena pop consolidada, longe do estereótipo de ser apenas celeiro de cultura popular. Por aqui passaram os cantores Thera Blue e Driko, ambos prata da casa, e Romero Ferro, que é natural de Garanhuns. Todos com shows impactantes mostrando um pop pernambucano contemporâneo made in Agreste.</p>
<p>Na formação, Thera Blue e Driko até se parecem. Ambos se apresentam acompanhados de guitarra, baixo, bateria e percussão. São performáticos e evocam um estilo fora do padrão de cena e figurino. O primeiro, veterano e de voz marcante, contudo, resgata com seu repertório autoral uma vibe que remete aos cantores de uma chamada MPB clássica, dos anos 1960-70, com muito rock and roll e influência do blues. Em fase de finalização de seu próximo álbum (que receberá o título de Belê), o terceiro da carreira, ainda prestou tributo aos compositores Azulão (com Dona Tereza) e Valdir Santos (com Caniço Pensante).</p>
<p>O jovem Driko, por sua vez, mostrou pela primeira vez o show de seu novo álbum, Florescer, misturando canções próprias com a de outros autores, como Riah, Everson Melo, Marcelo Quinares, Sóstenes, Gael Vila Nova e Valdemar Neto, guitarrista de sua banda. Ainda convidou músicos da banda Dama do Rei. &#8220;Caruaru é uma cidade multicultural e o Carnaval está vivo em sua música&#8221;, disse, logo após fazer a faixa-título de seu disco, uma ciranda. Em seguida dedicou Maracatu de Paixões a Mestre Gercino e mandou A Praieira, de Chico Science.</p>
<p>Até o fim da noite a sonoridade só ficou cada vez contemporânea. O País da Música encerrou sua estreia na Princesa do Agreste com o techno brega pop de Romero Ferro, que não sabe economizar em performance e mise-en-scène e provoca o público deixando os desavisados boquiabertos. No som das caixas, bases e samplers, bateria e guitarra; na camisa, uma antiga foto de Alceu Valença contrastando com o visual hi-tech. E muita dança, ladeado por dois bailarinos.</p>
<p>Além das próprias composições, Romero encontra nas suas versões para standards uma outra forma de provocar a plateia, como nas canções Em Plena Lua de Mel Clayton &amp; Cleide), sucesso de Reginaldo Rossi; Eu Vou Ficar (Elias Muniz &amp; Carlos Colla), hit da dupla Zezé di Camargo &amp; Luciano; Eu Sei de Cor (Danillo Davilla, Lari Ferreira, Júnior Pepato &amp; Elcio di Carvalho), famosa na voz de Marília Mendonça; e Banho de Cheiro (Carlps Fernando). E só parou porque era mesmo a hora de encerrar o palco-caminhão.</p>
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		<title>Caruaru se transforma na Capital de Todos os Ritmos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 05:01:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É a Capital do Forró. É a Capital do Forró. É por isso que Caruaru é a Capital&#8230; do coco, da ciranda, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinho&#8230; Sim, desde esta sexta-feira (9), Caruaru, a Capital do Forró, tornou-se a capital de todos os ritmos pernambucanos. O Festival Pernambuco Meu País chegou com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É a Capital do Forró. É a Capital do Forró. É por isso que Caruaru é a Capital&#8230; do coco, da ciranda, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinho&#8230; Sim, desde esta sexta-feira (9), Caruaru, a Capital do Forró, tornou-se a capital de todos os ritmos pernambucanos. O Festival Pernambuco Meu País chegou com força na Princesa do Agreste desde cedo.</p>
<p>Logo no começo da tarde, as ruas do Centro do município foram tomadas por diversas manifestações culturais e todos os trilhos levavam à antiga Estação Ferroviária, onde estacionou o caminhão-palco, que abriu os trabalhos do País das Culturas Populares com o Grupo Cultural Indígena Fetxha, de Águas Belas (Agreste); Dona Del do Coco e Ciranda e o Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho, ambos de Olinda (Região Metropolitana do Recife).</p>
<p>Nesta etapa acontece uma experiência de interação das atrações que sobem ao palco-caminhão com as que desfilam em cortejo pelas ruas. Enquanto o Fetxha se apresentava, por exemplo, passou o Batalhão Flor de Lis de bacamarteiros de Barra de Guabiraba (Agreste). No palco, o grupo fulni-ô tocou forró e coco prestando homenagens a João do Pife e a Azulão, expoentes da cultura popular caruaruense. Cantando em sua língua originária e em português, também prestou tributo ao antepassados e fez sua própria versão de Asa Branca (Luiz Gonzaga &amp; Humberto Teixeira).</p>
<p>Depois foi a vez de Dona Del, Ouro Preto/Tabajara (Olinda) mostrar porque é uma autêntica instituição quando se trata de manter viva a tradição do coco e da ciranda no Estado. Quase dava para ver subir a poeira sobre o piso de alvenaria do pátio e até ouvir o barulho do mar no Centro da Princesa do Agreste. Com seu grupo de voz e percussão, Dona Del destilou seu repertório próprio com temas de seu imaginário e até composições bastante atuais e engajadas, como Vidas Negras Importam, que dispensa explicações. Enquanto a coquista-cirandeira soltava sua voz, pelo pátio desfilavam a trupe da Associação de Bacamarteiros São João.</p>
<p>Já adentrando a noite, a Escola de Samba Preto Velho trouxe sua versão de palco, com vozes, cavaco, percussão, bailarinos e passistas provocando um Carnaval fora de época no País das Culturas Populares. Em um repertório de sambas-enredos, MPB e cultura popular interpretou canções como Retalhos de Cetim (Benito di Paula); Não Deixe o Samba Morrer (Edson Conceição, Aloísio &amp; Alcione), sucesso da Marrom; Vou Festejar (Jorge Aragão, Dida &amp; Deoci) e Coisinha do Pai (Jorge Aragão, Almir Guineto &amp; Luiz Carlos), hits da Madrinha do Samba; Mas que Nda (Jorge Ben Jor); É Hoje (Didi Mestrino), enredo da União da Ilha de 1982; O que É, o que É (Gonzaguinha); e Zé do Caroço (Leci Brandão). Ficou aquele gostinho de quero mais.</p>
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		<title>País da Música que passa de geração para geração</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 06:30:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos motivos da perpetualidade da música pernambucana, com autenticidade, é a passagem do conhecimento e do afeto por essa arte de geração a geração. No Festival Pernambuco Meu País é possível observar esse aspeto em diversos polos. Como no País da Música, que na última noite em Gravatá (Agreste), neste domingo (28), começou e encerrou com atrações que refletem essa paixão hereditária: a dupla de cantadores repetistas Daniel Olímpio &amp; Djair Olímpio, representante do município, e o cantor Taiguara Borges, do Alto José Bonifácio (Recife), sambista com o dom da versatilidade tal qual o pai, Elias Paulino, cavaquinista do gênero instrumental e um dos fundadores do Grupo Terra. A despedida do palco-caminhão da cidade contou ainda com o forró de Lucas Pereira e de Tomás Henrique e o choro e a seresta do grupo Cambucá, todos da terrinha.</p>
<p>Para encerrar um polo como o País da Música tem que ser em grande estilo. E foi assim que Taiguara Borges subiu no palco. Numa espécie de versão 2.0 do Grupo Terra (ou Grupo Terra Júnior), o cantor e sua banda trouxeram sua versão revisitada do samba pós-anos 1990 acrescida das referências de sua geração. Logo na abertura fez uma introdução dando o toque do samba com muito soul e suingue e até uma pitada de rap e hip hop.</p>
<p>No repertório, Taiguara Borges mostrou cações autorais com a mesma desenvoltura de standards de bandas que são referências para seu trabalho, como Grupo Raça e Revelação. E foi além. Acertou muito quando esbanjou versatilidade em versões para temas consagrados de Cazuza, Alceu Valença, Dominguinhos, Chico Sciense &amp; Nação Zumbi, Lenine, Nena Queiroga e André Rio.</p>
<p>E por falar em repertório, taí algo que a dupla Daniel Olímpio &amp; Djair Olímpio de tem de sobra. Encarregados de abrir os trabalhos no País da Música neste domingo, pai e filho deram uma verdadeira aula de tudo o que faz parte do universo dos cantadores. Na base do improviso peculiar ao gênero mostraram repentes, canções, poemas e poesias declamadas despertando a curiosidade do público, sobretudo visitante, pois quem é de Gravatá já conhece bem a dupla e esse estilo musical.</p>
<p>E conhece bem também o forró, que teve no caminhão-palco, na mesma noite, duas atrações locais que colocaram o povo para dançar. A primeira delas foi o cantor e acordeonista Lucas Pereira, que apostou no formato garantido, com clássicos do gênero, do pé de serra aos xotes modernos e estilizados que ficaram famosos nas vozes de Luiz Gonzaga, Flávio José, Petrúcio Amorim, Flávio Leandro e Gilberto Gil e com a banda Mastruz com Leite. Foi outro artista que prestou homenagem a Alceu Valença, atração do polo Pernambuco Meu País, na mesma noite, cantando Maria dos Santos (parceria com Don Tronxo).</p>
<p>O também forrozeiro Tomás Henrique apresentou seu forró bregão, com canções em que prevalece a referência da música brega. O show contou ainda com a participação da cantora Vera Freitas, do município de Pombos (também no Agreste), que agregou ainda mais valor ao repertório com sucessos de Alcymar Monteiro, Jacinto Silva, Elba Ramalho e de seu saudoso conterrâneo Vanildo de Pombos, a quem fez um tributo interpretando Um Galope Galopado.</p>
<p>O clima de reverência também prevaleceu na apresentação do experiente grupo Cambucá, que revisitou com segurança e desenvoltura standards do choro e da seresta com participação da cantora Rosy Aguilar. No repertório, temas de Waldir Azevedo, Sérgio Bittencourt, Sílvio Caldas e Nelson Gonçalves.</p>
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		<title>País das Culturas Populares acolhe artistas pouco antes vistos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 05:00:57 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos tradicionais. Neste domingo (28), em Gravatá (Agreste), esse aspecto esteve bem representado pelo Trans Coco, primeiro grupo de coco LGBTQIA+ do Estado (leia-se: do mundo); e pela Orquestra Iorubás de Pernambuco, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. A família da Ciranda Sant&#8217;Anna e o ativismo do Coco Resistência completaram a programação da tarde no palco-caminhão.</p>
<p>Formado por pessoas trans, o sexteto de voz e percussão Trans Coco, do município de Igarassu (Litoral Norte), orgulha-se de ser o primeiro grupo LGBTQIA+ de coco de roda de Pernambuco. A música, claro, é importante, mas na apresentação do conjunto nota-se que prevalece a preocupação com a luta pela conquista de espaço, pela dignidade humana e pelo respeito. Requisitos básicos, porém, ainda em falta para muitas pessoas.</p>
<p>Comandado pela cantora Raphaella Ribeiro, que também se autointitula a primeira mulher trans vocalista de um brinquedo popular, o Trans Coco aborda em suas músicas o combate às práticas discriminatórias e preconceituosas e aos crimes. &#8220;O palco é lugar de todos os corpos. Para nós é muito importante estarmos aqui&#8221;, afirmou Raphaella. A plateia, a maior dos três dias eventos nesse polo em Gravatá, acolheu o Trans Coco com muito afeto.</p>
<p>Outro belo exemplo No País das Culturas Populares neste domingo foi o da Orquestra Iorubás de Pernambuco. Numa analogia, o grupo de vozes, percussão e metais seria o equivalente a um conjunto gospel, ou de música sacra, porém, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. É integrado por pessoas de terreiro que fazem expressões de axé por meio de cantigas de louvação. Como se isso não bastasse, traz em sua formação um set amplo e vigoroso de metais que acrescenta uma sonoridade única e robusta à tradição do gênero. Um grata surpresa.</p>
<p>E por falar em tradição, a Ciranda Sant&#8217;Anna trouxe para o caminhão-palco um belo espetáculo de música e dramatização. O grupo, da família homônima do bairro do Vasco da Gama (Zona Norte do Recife), dedicou seus primeiros minutos a uma performance de meditação e oração, que foi seguida pela abertura de uma faixa com os dizeres: &#8220;Diga não intolerância religiosa&#8221;. Na sequência, um balé popular com quatro integrantes foi para o meio da plateia instigar ainda mais a formação das tradicionais rodas de ciranda. As canções evocaram um show de conscientização (como por exemplo pela preservação da Amazônia) e de reverência aos orixás como muito respeito e muita dignidade.</p>
<p>No cair da noite, no mesmo tom ativista e militante pela cultura popular e pelos direitos sociais, o Coco da Resistência, formado por músicos de várias localidades da Região Metropolitana do Recife (Amaro Branco/Olinda, Brasília Teimosa, Janga/Paulista, Santo Amaro), também deixou seu recado em um repertório de coco de roda e samba interpretado com vozes, percussão e cordas (contrabaixo elétrico e cavaquinho). Momentos de grande riqueza cultural pernambucana.</p>
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		<title>País das Culturas Populares tem se destacado por crossover, salvaguarda e a força do samba-reggae</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 04:59:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso palco-caminhão que percorre as oito cidades programadas para este ano. Neste sábado (27), em Gravatá (Agreste), foi a vez do Bloco Obirin, do Morro da Conceição, ditar o ritmo. A festa continuou até o início da noite com a Ciranda das Flores Amunam (Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte), do Coco de Umbigada (Olinda), do forró de Fagner Chagas (Gravatá) e do coral afro Voz Nagô (Recife).</p>
<p>Céu azul, temperatura de 25 °C. Foi nesse clima que o primeiro grupo de samba-reggae de mulheres do Recife subiu ao palco, logo depois da hora do almoço, para mostrar seus repertório composto por temas autorais e standards nacionais, como é comum a grupos do gênero.</p>
<p>Em seguida foi a vez das Flores Amunam, formado por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata, mostrar suas canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, interpretou composições de Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>E esse tem sido outro aspecto curioso na grade de programação de festival: evidenciar o crossover entre os vários gêneros e ritmos, mostrando como artistas bebem das mais diferentes fontes, seja para divertir e/ou se aproximar de gerações e gostos diversos, derrubando muros e (pré)conceitos.</p>
<p>Se a tarde estava quente, com a apresentação do Coco de Umbigada virou brincadeira. Referência em coco de roda no Estado (leia-se: no mundo), o grupo surgido nas cercanias de Olinda e Paulista (Região Metropolitana do Recife) trouxe para o Agreste a força da tradição centenária do gênero sob o comando de Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, Gravatá foi muito bem representada por um de seus filhos, o forrozeiro Fagner Chagas, que fez o País das Culturas Populares pegar fogo com uma set list bem arrumada misturando forrós tradicionais com estilizados e xotes. No cardápio, sucessos consagrados de Zé Ramalho (frevo, Mastruz com Leite (baião de Dois, de Luiz Fidélio &amp; Jaboty; e Meio-Dia, de Fidélio com Danilo Lopes), Flávio José (Meu Cenário, de Petrúcio Amorim) e Luiz Gonzaga (Numa Casa de Reboco (parceria com Zé Marolino).</p>
<p>Era tudo o que o público queria para dançar agarradinho. Houve até tempo para canções do xará mais famoso, Raimundo Fagner (Espumas ao Vento, de Accioly Neto; Revelação, de Clodô &amp; Clésio; Pedras que Cantam, de Dominguinhos &amp; Fausto Nilo). Sem dúvida uma referência inusitada.</p>
<p>Já à noite, o caminhão-palco encerrou este sábado com chave de ouro: com o septeto de vozes femininas Voz Nagô atuando como headliner. O grupo, acompanhado de uma banda de percussão e cordas, é uma das criações do saudoso músico Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival (ao lado do artista visual Abelardo da Hora), e surgiu em 2009 para compor a abertura do Carnaval do Recife &#8211; o que faz até hoje.</p>
<p>Mas em se tratando de sete mulheres negras ativistas culturais, o Voz Nagô ganhou vida própria e vem mostrando um talento incrível. Neste sábado, começou prestando uma homenagem ao padrinho, com a canção Juvenal Nagô, de Manu Nascimento, ex-integrante do grupo. Depois fez um set apenas com músicas de Naná rearranjadas especialmente para o septeto. E, claro, não faltaram os supracitados crossovers, em versões de sucesso de Alceu Valença (Anunciação; La Belle de Jour) e Reginaldo Rossi (Recife Minha Cidade).</p>
<p>E como se tudo isso fosse pouco, pode-se afirmar que o País das Culturas Populares tem se mostrado uma síntese das manifestações que são talvez as principais responsáveis pela salvaguarda da cultura popular, sobretudo a de origem ancestral, das matrizes africana e dos povos originários.</p>
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		<title>Grupos de forte personalidade fazem noite autoral consistente no País da Música</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 06:19:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma indie pop em constante evolução; uma all-star band que mistura hip hop com soul music, samba e rock; e uma promessa afropop da cultura periférica que se tornou uma realidade impactante. No polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País o que mais sobrou foi profissionalismo na noite desta sexta-feira (26), a primeira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma indie pop em constante evolução; uma all-star band que mistura hip hop com soul music, samba e rock; e uma promessa afropop da cultura periférica que se tornou uma realidade impactante. No polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País o que mais sobrou foi profissionalismo na noite desta sexta-feira (26), a primeira no município de Gravatá, no Agreste do Estado, com as participações dos grupos Diablo Angel, Viruz e Barbarize no palco-caminhão.</p>
<p><strong>Leia também: <a title="Manifestações populares aquecem Gravatá sob um calor convidativo" href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/festivalpernambucomeupais/manifestacoes-populares-aquecem-gravata-sob-um-calor-convidativo/" target="_blank">Manifestações populares aquecem Gravatá sob um calor convidativo</a></strong></p>
<p>Das origens ainda com letras em inglês ao aprimoramento do repertório com canções em português, Diablo Angel, a banda caruaruense-recifense capitaneada pela cantora e guitarrista Kira Aderne destilou seu repertório próprio com acrescido de versões bem particulares de músicas como A Feira de Caruaru (Onildo Almeida) e O Xote das Meninas (Luiz Gozaga &amp; Zé Dantas).</p>
<p>A segunda banda a subir ao palco foi a Viruz, que trilha um caminho ousado, feito por poucos com perfeição: o do hip hop misturado a jazz, soul music, samba e rock. Mas uma verdadeira all star-band que tem os veteranos Bráulio Araújo no contrabaixo, Ebel Perrelli na bateria, e Riva Le Boss na guitarra faz parecer brincadeira. Dom Pablo é o frontman do projeto, que agregou muito valor com a entrada do tecladista Felipe Maia. Em Gravatá mostrou seu repertório autoral com participações especiais da vozes de Isabela de Holanda e Albino Paru.</p>
<p>Uma das atrações mais aguardadas do País da Música, a Barbarize, projeto multiartístico idealizado por Bárbara Vitória e Yuri Lumin, fez o palco ficar pequeno para tamanhas ideias e intervenções. É dueto; banda com baixo, guitarra, percussão e DJ; coreografia com dançarinos. Tudo junto e misturado e acontecendo harmoniosamente. Não deu outra: a plateia deixou de ser apenas público espectador e virou pista.</p>
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		<title>Manifestações populares aquecem Gravatá sob um calor convidativo</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 04:58:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ciranda, samba, coco de roda e afoxé. As manifestações populares fizeram o aquecimento das primeiras horas do Festival Pernambuco Meu País, no município de Gravatá (Agreste pernambucano), nesta sexta-feira (26). Em mais de um sentido. No palco-caminhão do polo País das Culturas Populares, começou a agitar a cidade numa bela tarde de sol sob o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ciranda, samba, coco de roda e afoxé. As manifestações populares fizeram o aquecimento das primeiras horas do Festival Pernambuco Meu País, no município de Gravatá (Agreste pernambucano), nesta sexta-feira (26). Em mais de um sentido. No palco-caminhão do polo País das Culturas Populares, começou a agitar a cidade numa bela tarde de sol sob o calor de 26 °C.</p>
<p>No caminhão-palco estacionado na Avenida Joaquim Didier, próximo à Escola de Referência em Ensino Médio Devaldo Borges, Mestre Pixito comandou a Ciranda Flor do Luar, de Aliança (Zona da Mata Norte). Com acompanhamento de metais e percussão, o grupo puxou a ciranda por quase uma hora num só fôlego, sem parar em nenhum instante.</p>
<p>Antes mesmo de Pixito e companhia deixarem o palco, o Bloco de Samba Anarquistas Bole Bole, do bairro dos Coelhos, no Recife, já apontava em formação mais à frente na mesma avenida. Foi só receber a deixa e seguiu para se posicionar com sua bateria, cordas e passistas num total de mais de 20 integrantes. Em ritmo de preparação para apresentações que realiza em setembro, no Rio Grande do Norte e São Paulo, a Bole Bole mostrou porque tem esse nome e colocou todo mundo para dançar com sambas-enredo próprios e hits nacionais do gênero.</p>
<p>A partir não deu mais para fazer o corpo parar. Logo entrou em cena o grupo As Netas de Selma do Coco, que, além das herdeiras da saudosa coquista (morta em 2015), conta com outros familiares, inclusive trinetos, discípulos e discípulas. Jaqueline Leite comandou o repertório de sucessos da avó e ainda prestou um tributo a Glorinha do Coco, falecida em março.</p>
<p>O País das Culturas Populares encerrou sua programação da sexta-feira com o Afoxé Ogbon Obá, do bairro de Água Fria (Recife), fundado em 2007. Já com o friozinho chegando &#8211; afinal estamos no inverno -, os conselheiros do rei, referência a Xangô, como diz seu nome, cantaram e tocaram a seu orixá evocando empoderamento e autoestima. Foi emocionante.</p>
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