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	<title>Portal Cultura PE &#187; Palco Instrumental</title>
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		<title>Palco Instrumental dá início à sua programação no 30º FIG</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 00:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na tarde desta segunda-feira (25), o Palco Instrumental da 30ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) iniciou suas atividades. O palco recebeu em sua abertura o projeto Mezebi Trio, Felipe Costa – Sanfona Solo, Laís de Assis e Luciano Magno e Convidados. O projeto Mezebi Trio, composto pelos garanhuenses João Souza, Robson Romero [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95612" aria-labelledby="figcaption_attachment_95612" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-instrumental-foto-felipe-souto-maior-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-95612" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-instrumental-foto-felipe-souto-maior-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação do Palco Instrumental começa sempre no final da tarde</p></div>
<p>Na tarde desta segunda-feira (25), o Palco Instrumental da 30ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) iniciou suas atividades. O palco recebeu em sua abertura o projeto Mezebi Trio, Felipe Costa – Sanfona Solo, Laís de Assis e Luciano Magno e Convidados.</p>
<p>O projeto Mezebi Trio, composto pelos garanhuenses João Souza, Robson Romero e Fábio Aladim, abriu o Palco Instrumental. Os três integrantes também receberam no palco a participação do saxofonista Ribamar Nunes, com a música “Lamento Sertanejo”. O show contou com músicas autorais e homenagens a Luiz Gonzaga e ao Mestre Dominguinhos. <em>“Esse palco é histórico, é um momento único abrir o instrumental, estamos muito felizes”</em>, contou João Souza.</p>
<p>Em seguida o polo contou com as apresentações de Felipe Costa, Laís de Assis e Luciano Magno. O público, amante da música instrumental, não tirou os olhos de cada artista presente. Para o público, o FIG é um local de conhecer novos artistas e viver momentos com os amigos. Frequentador do FIG desde 2003, o turista e morador de Niterói-RJ, Omar Martins, afirma que a diversidade na programação do festival é muito boa por proporcionar a possibilidade de viver novas experiências a cada apresentação. <em>“Conheci bandas sensacionais aqui. O Palco Instrumental proporciona várias lembranças, uma muito forte é o show de Naná Vasconcelos, por exemplo, que foi um momento sensacional”</em>, completou Omar.</p>
<p>O Palco Instrumental fica localizado no Parque Ruben Van der Linden (Pau Pombo) e segue até o dia 30 de julho. As apresentações tem início a partir das 17h. Veja as fotos desse primeiro dia:</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-instrumental-foto-felipe-souto-maior-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95611" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-instrumental-foto-felipe-souto-maior-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-instrumental-foto-felipe-souto-maior-4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95613" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-instrumental-foto-felipe-souto-maior-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Confira a programação completa do 30º FIG <a href="https://docs.google.com/document/d/1QAqWTLjbHExQYwRNELKWLnRSS1B7bg-i5bUTB9APRHM/edit" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Três palcos estreiam no FIG com ainda mais opções de música para público ávido por shows</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 14:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A multiculturalidade é a marca registrada do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), mas não dá para negar a importância da programação musical nesses dez dias de festa. Reforçando essa ideia, nesta terça-feira (23), o 29º FIG ganhou mais três espaços para shows, aumentando a variedade de estilos disponíveis para o público. O Palco Pop [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70153" aria-labelledby="figcaption_attachment_70153" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/jards-macalé-palco-pop-foto-victor-jucá.jpg"><img class="size-medium wp-image-70153" alt="Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/jards-macalé-palco-pop-foto-victor-jucá-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O show de Jards Macalé encerrou a programação do Palco Pop nesta terça-feira (23)</p></div>
<p>A multiculturalidade é a marca registrada do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), mas não dá para negar a importância da programação musical nesses dez dias de festa. Reforçando essa ideia, nesta terça-feira (23), o 29º FIG ganhou mais três espaços para shows, aumentando a variedade de estilos disponíveis para o público. O Palco Pop estreou com Jards Macalé fechando a noite. O Palco Instrumental, no Parque Ruber Van Der Linder, teve o primeiro da liderado por Maestro Duda, e o Palco Forró garantiu animação até a madrugada.</p>
<p style="text-align: left;">Confira <a href="https://drive.google.com/file/d/1a20aESqOzky9aMvUj8n3yrUGd6AQizac/view?usp=sharing" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa do <strong>29º Festival de Inverno de Garanhuns</strong>.</p>
<p>No Palco Dominguinhos, a emoção tomou conta da apresentação de Anastácia, companheira do forrozeiro que dá nome ao polo, que fez show no aniversário de seis anos de sua morte. Uma das maiores compositoras do País, Anastácia falou sobre a parceria que teve com Dominguinhos e contou que se sentiu emocionada por estar no Palco Dominguinhos em uma data tão especial. “É uma pessoa que, apesar de ter saído de nosso plano há seis anos, continua vivo na memória de todos que admiravam ele, conheceram o trabalho dele e que com vão guardar a música dele para sempre”, disse.</p>
<p>O Palco Dominguinhos contou ainda com show de Nando Azevedo e Maciel Melo. Roberta Miranda encerrou a noite com um show cheio de sucessos.  No Parque Ruber Van Der Linder, o clima era mais intimista com a estreia do Palco Instrumental.</p>
<p>Jards Macalé encerrou a noite do Palco Pop, dentro de uma programação que incluiu a Banda Primeiro Andar, Cássio Oli e Cacá Machado. Ele lembrou que possui fortes ligações com Pernambuco e o Nordeste. <em>“Meu pai pernambucano, minha mãe paraense. Não apenas isso, eu ouvia Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro na Rádio Nacional e acabei virando amigo dele. Então é uma honra estar aqui no festival este ano”</em>, revelou, citando o homenageado do FIG 2019.</p>
<p><strong> FIGUINHO</strong><br />
Outra estreia ontem foi o Espaço Mamulengo, no Parque Euclides Dourado. Compondo o Figuinho, iniciativa para atender ao público infantil do FIG, teve atividades no final da tarde. No mesmo parque e também voltado para crianças, o Polo do Circo trouxe o espetáculo O Sonho do Palhaço Preguinho, da pernambucana Montagem Circo.</p>
<p><strong> LITERATURA</strong><br />
Na Praça da Palavra, os vencedores do Prêmio Hermilo Borba Filho de várias edições, João Paulo Parisio, Amâncio Siqueira, Helder Herik, Phillip Wollney e Enoo Miranda, participaram de rodas de conversa sobre literatura independente e recitais.</p>
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		<title>Figuinho, voltado para o público infantil, é uma das novidades da 29ª edição do Festival</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jul 2019 21:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Referência nacional quando o assunto é produção cultural para o público infantil, Pernambuco terá durante a 29ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns uma novidade voltada para a criançada: O Figuinho, que vai contar com uma série de atividades lúdicas como contação de histórias, oficinas, além de exibições de filmes, apresentações da cultura popular, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67677" aria-labelledby="figcaption_attachment_67677" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Arquivo Secult PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Circo-Alves_Arquivo-Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-67677" alt="Foto: Arquivo Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Circo-Alves_Arquivo-Secult-PE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação deste ano conta com várias atividades voltadas ao público infanto-juvenil</p></div>
<p>Referência nacional quando o assunto é produção cultural para o público infantil, Pernambuco terá durante a 29ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns uma novidade voltada para a criançada: O Figuinho, que vai contar com uma série de atividades lúdicas como contação de histórias, oficinas, além de exibições de filmes, apresentações da cultura popular, teatrais, circenses e musicais. Em toda a programação do Festival, haverá um selo do Figuinho indicando quais atrações são direcionadas para a garotada.</p>
<p>Uma programação inédita e que integra o Figuinho acontecerá durante as tardes dos dois sábados (20 e 27 de julho) no Palco Pombo / Instrumental do Festival (localizado no Parque Ruber Van Der Linden). Uma das atrações confirmadas para o primeiro sábado (20) é a Fada Magrinha, que revelou estar preparando um show especial para o Festival.</p>
<div id="attachment_69950" aria-labelledby="figcaption_attachment_69950" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Fada-Magrinha-prepara-novidades-para-o-mês-das-crianças.jpg"><img class="size-full wp-image-69950" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Fada-Magrinha-prepara-novidades-para-o-mês-das-crianças.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">A Fada Magrinha é uma das atrações do Figuinho</p></div>
<p><em>“Vamos mostrar no FIG nosso trabalho autoral misturado com o que Pernambuco tem de cultura, com frevo, caboclinho e maracatu, entre outras coisas. É importante um espaço como esse porque mostra o potencial que Pernambuco tem na produção cultural pensada para as crianças. A ideia é que não só a criança seja convidada a entrar no universo, mas também toda a família”</em>, explica a artista.</p>
<p>Quase que diariamente haverá na Praça da Palavra Jomard Muniz de Britto atividades como contação de histórias para crianças, além de alguns lançamentos de livros infantis ao longo da programação do FIG. Na Casa do Saber, entre os dias 22 e 26 de julho, as crianças e seus familiares poderão participar da Oficina de Cinema de Animação, com o Ponto de Cultura A Saga do Audiovisual e Cidadania, do Mestre Lula Gonzaga, também Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Além disso, pelo terceiro ano consecutivo, o Outras Palavrinhas levará artistas da cultura popular e contadoras de histórias para interagir com o público infantil. No dia 27 de julho, haverá a participação de duas atrações de Garanhuns: o Reisado Mirim da Convivência, com a presença do Mestre Luiz Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco; e a educadora Yale Feitosa, que é gestora de bibliotecas comunitárias na cidade.</p>
<p>Já a lona de circo montada no Parque Euclides Dourado é um dos polos que mais envolvem a garotada, e tem a expectativa de atrair milhares de crianças (de todas as idades) durante as apresentações. Uma novidade este ano é que o FIG terá sessões em dobro nos dois sábados (20 e 27) e no domingo (21) do festival, às 14h e 16h. Os ingressos serão distribuídos pela manhã, às 10h, na própria lona.</p>
<p>No domingo (21), por exemplo, haverá a Mostra de Números Circenses com várias apresentações com a participação da Escola Pernambucana de Circo (EPC), que já participou de 15 edições do festival. <em>“Na mostra a gente vai ter dois palhaços, Anito e Aninha, costurando os números. E vamos ter Maria Caroline, que vai apresentar um número de lira com contação de história”</em>, explica Fátima Pontes, gestora da EPC, que atualmente atende a 100 crianças e adolescentes do Recife.</p>
<p>Há ainda opções de espetáculos teatrais no Teatro Luiz Souto Maior, onde duas peças infantis podem ser assistidas por toda a família: “Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos” (PR), no domingo (21); e “Tagarelando” (RJ), no sábado (27), ambas às 11h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Figuinho no Palco Instrumental</strong><br />
Parque Ruber Van Der Linden<br />
20 e 27 de julho | 14h às 17h</p>
<p><strong>Praça da Palavra Jomard Muniz de Brito</strong><br />
Atividades diárias</p>
<p><strong>Teatro-infantil &#8211; Teatro Luiz Souto Dourado</strong> (Av. Afonso Pena, 85 &#8211; São José, Garanhuns &#8211; PE)<br />
“Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos” (PR), no domingo (21); e “Tagarelando” (RJ), no sábado (27), ambas às 11h</p>
<p><strong>Lona de Circo do FIG</strong><br />
Parque Euclides Dourado<br />
20 a 27 de julho</p>
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		<title>Palco Instrumental destacou a força do gênero na música pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/palco-instrumental-destacou-a-forca-do-genero-na-musica-pernambucana/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 02:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias O charmoso Parque Ruber Van Der Linder se despediu com chave de ouro da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Com um público especial, repleto de amantes da música experimental, o palco instrumental do FIG 2017 apresentou no sábado (29) quatro atrações diversas, que evidenciaram o talento dos instrumentistas pernambucanos. Integrante [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51933" aria-labelledby="figcaption_attachment_51933" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36256921816_ebab60309b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51933" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36256921816_ebab60309b_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Poruu foi uma das atrações da noite do sábado (29)</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O charmoso Parque Ruber Van Der Linder se despediu com chave de ouro da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Com um público especial, repleto de amantes da música experimental, o palco instrumental do FIG 2017 apresentou no sábado (29) quatro atrações diversas, que evidenciaram o talento dos instrumentistas pernambucanos.</p>
<p>Integrante das bandas Malacada e Bamboleá, Salomão Miranda levou ao Palco Instrumental uma apresentação autoral construída coletivamente com os músicos que o acompanham nos shows. <em>“O cavaquinho azul teve as letras compostas por mim, mas todo mundo participou da gravação. O Tido Morais, bateria; Juliana Barbosa, na percussão, Ide Rama no teclado e Chico Torres no violão, e foi gravado todinho na praia de Garça Torta, em Maceió”,</em> explica o artista, que se apresentou publicamente pela primeira vez em Garanhuns neste FIG. <em>“Foi muito legal porque muitos parentes e amigos puderam assistir ao show, muita gente não conhecia esse meu lado músico”, </em>revelou.</p>
<div id="attachment_51932" aria-labelledby="figcaption_attachment_51932" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36256859036_69deff4328_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51932" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36256859036_69deff4328_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Poruu apresenta no palco uma proposta experimental com base numa pesquisa feita há nove anos</p></div>
<p>Com nove anos de estrada, a banda Poruu faz uso de um formato de música diferente do convencional de mercado. No caso deles, altamente experimental, com um set de bateria e percussão orgânico (feito de objetos como garrafas e panelas amassadas), além de guitarras distorcidas que imitam sintetizadores e samplers com batidas eletrônicas. Primeira vez também no Festival de Inverno, o grupo formado por Iezu Kaeru (bateria), Marcelo Campello (guitarra) e Henrique Vaz, os dois últimos doutorandos em Música.</p>
<p><em>“Fizemos uma apresentação dividida em três atos, e buscamos uma música que tivesse um pouco da cara da gente, no momento atual, além de ser uma proposta bacana para o festival. A Poruu faz parte dessa pesquisa por uma música fora do mercado, de sentido ritualístico, de retorno às nossas origens”,</em> detalhou Iezu. Sobre a reação do público, Marcelo Campello se mostrou satisfeito com o resultado: “<em>A gente ficou feliz porque teve um pedido de ‘mais um’ no final que eu não tinha ouvido ainda com essa banda”,</em> disse, aos risos.</p>
<div id="attachment_51931" aria-labelledby="figcaption_attachment_51931" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35904892970_cfb2ebe106_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51931" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35904892970_cfb2ebe106_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Cláudio Rabeca fez um show baseado no disco que pretende gravar em breve e que terá o título &#8216;Rabeca Brasileira&#8217;</p></div>
<p>A banda irá integrar a trilha sonora da exposição &#8216;Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore&#8217;, feita numa parceria entre Iezu e Éder Chiodetto, e que ficará em cartaz durante a décima edição do Festival de Cinema de Triunfo, que começa no dia 7 de agosto. A mostra, que conta com incentivo do Funcultura, ficará instalada na Fábrica de Criação do Sesc da cidade.</p>
<p>O som de Cláudio Rabeca é como poesia na música e, para ele, foi uma apresentação acima do que esperado. <em>“O show é baseado num projeto que eu estou amadurecendo que se trata do meu próximo CD, batizado de Rabeca Brasileira. Vou trabalhar a rabeca com sotaque pernambucano inserido na cultura brasileira. Pretendo gravar frevo, baião, choro, e o show já é começando a amadurecer essas ideias para o disco. Foi maravilhoso, o público instigou demais”,</em> comemorou o artista.</p>
<div id="attachment_51934" aria-labelledby="figcaption_attachment_51934" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36298088925_6922e7382a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51934" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36298088925_6922e7382a_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Público se emocionou com a apresentação do gaúcho Renato Borguetti e Quarteto</p></div>
<p>Levando o acordeom e a cultura gaúcha dos pampas num formato erudito, Renato Borguetti fez a apresentação mais aguardada da noite. Maurício Accioly morador de Garanhuns, não teve tempo de conferir durante a semana a programação no Palco Instrumental, mas tirou o último dia pra assistir ao show do Renato Borguetti.  Conseguiu chegar a tempo ainda do show do Cláudio da Rabeca, o qual achou emocionante, e elogiou a proposta do espaço. <em>“Aqui é a Pasárgada”,</em> comentou, de forma resumida.</p>
<p>Acompanhado de um time de peso, formado pelo trio Pedro Figueiredo (fax e flauta), Vitor Peixoto (teclado), e Daniel Sá (violão), Renato disse no palco que estava<em> “muito feliz em poder apresentar um pouco da minha cultura nessa terra”,</em> para em seguida tocar uma versão de Santa Morena, de Jacob do Bandolim. Canções de sua carreira, composta por 17 discos lançados, também fizeram parte do repertório.</p>
<div id="attachment_51930" aria-labelledby="figcaption_attachment_51930" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35904779790_3ec20c10c1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51930" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35904779790_3ec20c10c1_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Renato Borguetti já foi parceiro de música de Luiz Gonzaga e Dominguinhos</p></div>
<p>“É bom estar de volta a Garanhuns. Já estivemos aqui em outra oportunidade, a energia desse lugar é incrível. Não sei vocês repararam, mas a gente não canta”, brincou Renato. <em>“Mas vocês podem cantar essa música conosco. Ela é de um gaúcho muito famoso, o Lupicínio Rodrigues, autor do hino do meu time Grêmio, e ficaria muito feliz se vocês descobrissem qual é e nos acompanhassem”</em>, emendou, para em seguida puxar a canção Felicidade, entoada por boa parte do público presente.</p>
<div id="attachment_51935" aria-labelledby="figcaption_attachment_51935" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36298250065_c76d3d158d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51935" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36298250065_c76d3d158d_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O trio composto por Pedro Figueiredo (na foto/fax e flauta), Vitor Peixoto (teclado), e Daniel Sá (violão) acompanhou Borguetti</p></div>
<p>Outro ponto alto da apresentação foi quando Borguetti pediu permissão para tocar na terra do Rei do Baião algumas de suas músicas: Baião e Asa Branca. “<em>Nós estamos no Nordeste e vamos tocar um forró, mas com sotaque de gaúcho. É muita honra. Há muitos anos tive a satisfação de gravar com Luiz Gonzaga e pude viajar por tantos lugares com o mestre Dominguinhos”</em>, declarou, sob fortes aplausos.</p>
<p>O recifense Mateus Carvalho estava no local e disse achar muito interessante a proposta do Palco Instrumental. <em>“Não é comum de achar por aí um palco com esse intuito. E como se vê pela quantidade de gente que vem até aqui, há um público considerável que curte esse gênero. Aqui tem muita música de qualidade”,</em> opinou.</p>
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		<title>Fusão de ritmos e excelência musical marcam abertura do Palco Instrumental</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 19:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque A noite de terça-feira (25) foi de encantamento e efervescência sonora na estreia do Palco Instrumental do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Quatro atrações abriram as atividades do palco com o tom certo. O guitarrista garanhuense Marcos Cabral foi o primeiro a subir no palco. Acompanhado do tecladista Aldecir Souza, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;">Por Clara Albuquerque</p>
<p>A noite de terça-feira (25) foi de encantamento e efervescência sonora na estreia do Palco Instrumental do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Quatro atrações abriram as atividades do palco com o tom certo.</p>
<p dir="ltr">O guitarrista garanhuense Marcos Cabral foi o primeiro a subir no palco. Acompanhado do tecladista Aldecir Souza, Marcos, cujo trabalho tem influências do jazz fusion, fez uma performance marcada pelo preciosismo. Sua habilidade em brincar com as escalas musicais oferece uma sensação de dança para a alma e felicidade para o subconsciente. O público contemplou, atento, a maneira como ele orquestrou sentimentos através de sua forma de tocar. Entre as releituras executadas, algumas das mais belas e emocionantes foi Luíza, de Chico Buarque de Holanda, e O ovo, de Hermeto Pascoal. Durante a apresentação, Marcos intercalou entre o violão e a guitarra. No vigésimo segundo ano de carreira, é a sua décima apresentação, no FIG. “Foi muito bom tocar, aqui, hoje, neste palco maravilhoso. A emoção estava à flor da pele. Foi, realmente, um presente. Eu gostaria de agradecer ao FIG pela oportunidade de mostrar o nosso som. Que venham mais!”, diz ele.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, ocupou o palco a Banda Tercina com uma formação de bateria (Adeilso Del), trombone (Felipe Silva), percussão (João Paulo Rosa), guitarra (Adeildo Porfirio), contrabaixo (Luciano Leite) e sampler, um equipamento digital que consegue armazenar sons. No quinto ano de carreira, vindos da Zona da Mata de Pernambuco, da cidade de Tracunhaém, cidade que dá nome a uma de suas músicas, Tercina inova promovendo fusões de vários ritmos regionais a exemplo do frevo, maracatu, baião e caboclinho com estilos nacionais e internacionais como a salsa, o samba, o rock e o reaggae. “Nosso foco é trabalhar com os ritmos da Zona da Mata de Pernambuco, lá tem tudo isso. Ao mesmo tempo, a gente promove essa mistura com outros estilos musicais para ver o resultado. É o nosso primeiro FIG e foi muito importante pra nós a reação positiva do público”, diz o baixista Luciano Leite.</p>
<div id="attachment_51564" aria-labelledby="figcaption_attachment_51564" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Banda-Tercina.jpg"><img class="size-medium wp-image-51564" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Banda-Tercina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Tercina inova ao trabalhar fusões de vários ritmos</p></div>
<p dir="ltr">Eles trazem o movimento gostoso da inquietação musical através do uso intenso da guitarra, responsável pela maioria das melodias, em uma parte do repertório com direito a distorções. É um som contemporâneo que atrai, movimenta e provoca uma sensação de alegria, agitando o público. No repertório, músicas autorais e releituras como a homenagem que fizeram ao compositor Dominguinhos com Lamento Sertanejo, onde o contrabaixo fez a melodia principal.</p>
<p dir="ltr">O guitarrista Dom Ângelo foi a atração seguinte do palco. Acompanhado pelos amigos Márcio Silva (bateria), Miguel Mendes (contrabaixo) e Tiago Albuquerque (teclado), ele começa de maneira intimista e desperta curiosidade sobre o que virá depois. O som é belo, embalante e transmite a mesma emoção com que ele toca em sintonia completa com os outros integrantes que fecham os olhos e se entregam ao momento. Assim como os sentimentos, ora o som é caótico, ora harmonioso em um repertório formado por músicas autorais e releituras. “O significado desse trabalho traduz a própria prática profissional fazendo uso de releituras musicais, também, mas tudo isso que comunicamos através da música reflete algum reflexo da nossa natureza mais íntima. Acho que fica mais fácil quando a gente é espontâneo e traduz algo que eu diria, inclusive, espiritual”, diz Dom Ângelo. Como integrante de outra banda, o guitarrista fez sua primeira participação no Festival de Inverno de Garanhuns em 2003. “Como Dom Ângelo foi o primeiro FIG. Eu achei ótimo! Tocar entre amigos é muito bom. Ainda mais nesse palco maravilhoso com uma receptividade tão grande do público”, afirma ele. O músico conta, ainda, que conceitua sua forma de fazer música com um toque de contemporaneidade com influência da música europeia, especialmente porque tanto ele quanto Márcio e Miguel concluíram cursos de mestrado e doutorado lá.</p>
<div id="attachment_51566" aria-labelledby="figcaption_attachment_51566" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Dom-Ângelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51566" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Dom-Ângelo-607x389.jpg" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">O guitarrista Dom Ângelo apresenta repertório autoral e releituras</p></div>
<p dir="ltr">Para fechar a noite de maneira memorável, apresentou-se o pianista e tecladista Amaro Freitas. Acompanhado de Hugo Medeiros na bateria e Geraldo no teclado, ele faz seu repertório autoral, também disponível em seu álbum Sangue Negro. Amaro faz, também, um som intimista de muita sensibilidade e complexidade. Quem o vê no palco contamina-se com a sua personalidade e com seu prazer de tocar. É um músico que sabe o que quer dizer. Em uma integração esplêndida com seus parceiros de palco, ele faz uma música forte e tocante. Com sábia utilização dos três instrumentos, ele envolveu o público.</p>
<p dir="ltr">Confira a programação do Palco Instrumental do 27º FIG:p</p>
<p><strong>PALCO INSTRUMENTAL</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>PARQUE RUBER VAN DER LINDEN</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira, 26/7</strong></p>
<p>17h – Roberto Lima e Banda</p>
<p dir="ltr"><em>O músico e produtor musical Roberto Lima retorna a Garanhuns para apresentar seu repertório autoral e diversas releituras de grandes sucessos instrumentais. Roberto é um dos músicos mais respeitados, no Estado.</em></p>
<p>18h – Danda e seu regional de ouro</p>
<p dir="ltr"><em>Com uma formação de metais, percussão, violões e cavaquinhos, o grupo pernambucano de chorinho apresenta o repertório de seu mais novo CD, que homenageia o Mestre Chocho do Bandolim, com músicas de sua autoria.</em></p>
<p dir="ltr">19h – Rafael Marques</p>
<p dir="ltr"><em>O bandolinista Rafael Marques apresenta o show autoral Pelas Ruas, com repertório de choros e forrós. Com sete anos de carreira, o pernambucano é integrante e fundador da banda Saracotia</em>.</p>
<p>20h – Betto do Bandolim, com participação de Mestre Chocho</p>
<p dir="ltr"><em>É o encontro de duas gerações do bandolim. Do bandolim contemporâneo ao bandolim clássico do Choro. Betto mostrará a diversidade do seu trabalho e Mestre Chocho, eleito Patrimônio Vivo de Pernambuco este ano, é o chorão mais idoso em atividade, no Brasil.</em></p>
<p><strong>Quinta-feira, 27/7</strong></p>
<p>17h – Estação Brasil</p>
<p dir="ltr"><em>A banda garanhuense Estação Brasil é formada por músicos que tocam juntos há mais de 20 anos. Eles trazem, em sua essência, a busca de elementos que vão desde o jazz à música nordestina.</em></p>
<p>18h – Aglaia Costa</p>
<p dir="ltr"><em>Aglaia Costa é rabequeira, violinista e integrante da Orquestra Sinfônica do Recife. Seu trabalho reflete a preservação da música nordestina, fruto de pesquisas que realiza nesta área.</em></p>
<p>19h – Hugo Linns</p>
<p dir="ltr"><em>O compositor, produtor, diretor musical e arranjador Hugo Linns é um dos poucos músicos a utilizar a viola dinâmica como instrumento solo. Seu trabalho é uma fusão entre ritmos da cultura popular, o jazz e o rock.</em></p>
<p>20h – Nicolas Krassik (RJ)</p>
<p dir="ltr"><em>O francês Nicolas Krassik é violinista de jazz. Após 15 anos trabalhando com o gênero, mudou-se para o Rio de Janeiro, em 2001, para estudar música popular brasileira. Seu show reúne jazz, choro, samba, forró com influências do rock.</em></p>
<p><strong>Sexta-feira, 28/7</strong></p>
<p>17h – Street Jazz Band</p>
<p dir="ltr"><em>Considerada pioneira em Pernambuco no estilo Dixieland, a Street Jazz Band é uma das mais novas bandas instrumentais nascida no cenário de Garanhuns. Com nove anos de atuação, tem participado dos mais conceituados Festivais de Jazz e Blues de Pernambuco.</em></p>
<p>18h – Henrique Albino Trio</p>
<p dir="ltr"><em>Este trio pernambucano de música instrumental brinca com os elementos base da música: ritmo, harmonia e melodia dentro do universo do repertório regional, especialmente o frevo. É formado por uma flauta transversa, percussão e tuba.</em></p>
<p>19h – Renato Bandeira e o Som da Madeira</p>
<p dir="ltr"><em>Com direção musical do instrumentista Renato Bandeira, o grupo toca o baião, o xote, o maracatu e o frevo, com harmonias modernas e arrojadas, mantendo a alma e a espontaneidade da cultura nordestina.</em></p>
<p>20h – Noise Viola</p>
<p dir="ltr"><em>Noise Viola trabalha o diálogo entre o tradicional e o contemporâneo. Com formação de guitarra, violão, baixo, viola e percussão, o grupo passeia por sonoridades como frevo, baião, maracatu e ciranda.</em></p>
<p dir="ltr">21h &#8211; Maestro Forró</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado, 29/7</strong></p>
<p>17h – Salomão Miranda</p>
<p dir="ltr"><em>O músico e compositor pernambucano Salomão Miranda pesquisa o processo de ensino-aprendizagem do cavaquinho, buscando trocar informações com cavaquinistas de todo o Brasil. Integra o Grupo Malacada e o Grupo Bambolear.</em></p>
<p>18h – Poruu</p>
<p dir="ltr"><em>Poruu é formada pelos músicos Iezu Kaeru, Igor Medeiros e Marcelo Campello (ex Mombojó). Juntos, eles improvisam utilizando uma guitarra semi-acústica, pequenos objetos do cotidiano, um sintetizador modular e um set de percussão pouco convencional.</em></p>
<p>19h – Claudio Rabeca</p>
<p dir="ltr"><em>O potiguar radicado no Recife Claudio Rabeca volta a Garanhuns com suas influências e raizes dos ritmos regionais. Com 18 anos de carreira, desenvolveu, além da habilidade com a rabeca, a intimidade com a viola de dez cordas, o violão, a guitarra e a percussão.</em></p>
<p>20h – Renato Borghetti e quarteto (RS)</p>
<p dir="ltr"><em>Acompanhado de seu principal instrumento, a gaita, Renato Borghetti apresenta seu repertório de etnomusic, world music e jazz fusion. Com sólida carreira internacional, já tocou em festivais na Croácia, República Tcheca, Áustria e Alemanha.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Primeiro dia do Palco Instrumental trouxe samba e frevo à Garanhuns</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2016 22:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FIG 2016]]></category>
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		<description><![CDATA[Já no meio da tarde da última terça (26), os turistas que buscavam passeios diurnos e dezenas de admiradores de música instrumental aguardavam, ansiosos, o início do Palco Instrumental do 26º FIG, tradicionalmente instalado no Parque Ruber van der Linden. Como durante a semana o horário dos shows nos polos oficiais é antecipado em uma hora, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_38582" aria-labelledby="figcaption_attachment_38582" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28590922675_60852221ea_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38582" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28590922675_60852221ea_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público assiste apresentações no primeiro dia do Palco Instrumental do 26º FIG</p></div>
<p>Já no meio da tarde da última terça (26), os turistas que buscavam passeios diurnos e dezenas de admiradores de música instrumental aguardavam, ansiosos, o início do Palco Instrumental do 26º FIG, tradicionalmente instalado no Parque Ruber van der Linden. Como durante a semana o horário dos shows nos polos oficiais é antecipado em uma hora, às 17h o chorinho de Sérgio Marcos já ecoava pela mata preservada do parque, reunindo os presentes, que começavam a se estabelecer à frente do palco.</p>
<p>A banda cearense Murmurando, segunda atração do dia, continuaria a dar fôlego às apresentações com seu repertório de choro, samba e baião, fruto dos dez anos de carreira. A oportunidade de tocar no FIG serviu para trazer o novo trabalho do grupo, o CD “Assovio do Tiê”, que conta com dez músicas autorais, produzido através do Laboratório de Música da renomada Escola Porto Iracema das Artes, em Fortaleza, e lançado no início desse mês.</p>
<p>Fazendo uma homenagem às várias vertentes da Música Popular Brasileira, como o samba e os boleros da década de 50, o violinista Henrique Annes, membro da Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco, trouxe um show hipnotizante e intimista ao van der Linden, tocando, entre outros, sucessos de Torquato Neto, Tom Jobim, Baden Powell e Luiz Gonzaga. “Como aqui temos vários tipos de público, tentei acompanhar (risos). Não deixo de estudar e tocar meus clássicos, mas quis fazer um concerto para todos, com músicas mais populares e também as da minha época. Acho que com essa interação musical a gente consegue chegar a um denominador comum”, relatou.</p>
<div id="attachment_38583" aria-labelledby="figcaption_attachment_38583" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28471366372_e1523c715d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38583" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28471366372_e1523c715d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O violinista Henrique Annes fez um show para todas as idades</p></div>
<p>O músico, que recentemente completou 50 anos de carreira, deve lançar um DVD em breve que contou com a participação do percussionista e homenageado do FIG 2016, Naná Vasconcelos, de quem era amigo e segue sendo fã. “Tem que aparecer ainda mais homenagens, porque ele lutou muito por seu país. Foi um criador, um inovador, o Beethoven da percussão. Fico muito sensibilizado de participar desse momento”, contou Henrique, que se apresentou com George Rocha, percussionista convidado da maioria de seus shows, que também se emocionou ao falar do instrumentista. “Acredito que todos os percussionistas tenham se inspirado em Naná; comigo não foi diferente. Seu material é obrigatório para qualquer músico”, completou Rocha.</p>
<p><strong><i>Celebrar nossos patrimônios vivos, um incentivo à cultura pernambucana</i></strong></p>
<p>Escolhido como Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2013, Ademir Souza Araújo, o “Maestro Formiga”, fechou a primeira noite instrumental do festival com a habitual animação que permeia suas cinco décadas de carreira, em um show de celebração aos 100 anos do samba com a Orquestra Popular do Recife. Os músicos também passearam pelo frevo, como aguardado, pois, para o maestro, samba e frevo são intimamente relacionados. “Eu sinto muito orgulho de ser considerado um ‘patrimônio’ e quero retribuir o carinho que o povo teve por mim, diante de tantas personalidades que disputavam esse título”, comentou o artista, premiado em concursos estaduais e nacionais.</p>
<p>Contemporâneo de Naná Vasconcelos, Ademir Araújo deu seus primeiros passos no mundo da música junto ao nosso homenageado. Colegas de infância, estudaram juntos na Escola Industrial Agamenon Magalhães e participaram da formação da Banda Municipal do Recife. “Sou suspeito em falar o que Naná representa. Fisicamente, ele não está mais conosco, mas espiritualmente, ele é eterno, sua arte é infinita”, declarou o maestro, citando também a atuação de Naná em defesa da musicalização dos jovens como modo de formação pessoal. “Sabemos que o aumento de forças de segurança não é a única coisa que diminui a violência. Se as crianças aprenderem o ABC musical, a situação mudará, e esse palco é importante também por isso. É uma forma de chegar até as pessoas e são raras essas oportunidades. A música instrumental faz com que o público viaje, pois não há linguagem falada, apenas musicalidade”, pontuou.</p>
<div id="attachment_38584" aria-labelledby="figcaption_attachment_38584" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28484142702_8216596c85_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38584" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28484142702_8216596c85_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Formiga animou o público com sua performance animada e certeira junto a Orquestra Popular do Recife</p></div>
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		<title>25º Festival de Inverno de Garanhuns &#124; Música</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/25o-festival-de-inverno-de-garanhuns-musica/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 20:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E lá se vai mais um FIG&#8230; nesta 25ª edição, pudemos ver e ouvir o melhor da nossa música brasileira. Inúmeros artistas deram o seu recado para um público, em geral, grandioso e animado. Pop, rock, MPB, instrumental, samba, forró, música romântica&#8230; todos os estilos e sotaques do nosso país estiveram presentes nos 105 shows [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>E lá se vai mais um FIG&#8230; nesta 25ª edição, pudemos ver e ouvir o melhor da nossa música brasileira. Inúmeros artistas deram o seu recado para um público, em geral, grandioso e animado. Pop, rock, MPB, instrumental, samba, forró, música romântica&#8230; todos os estilos e sotaques do nosso país estiveram presentes nos 105 shows que movimentaram os palcos de Garanhuns durante estes 10 dias. Confira nas fotos como foi e mate um pouquinho da saudade&#8230; é só clicar em um dos palcos..</p>
<p><strong><a href="https://www.flickr.com/photos/fundarpe/albums/72157653673491763/page3" target="_blank">Palco Mestre Dominguinhos</a></strong><br />
<a href="https://www.flickr.com/photos/fundarpe/sets/72157655641346979" target="_blank"><strong>Palco Pop/Forró</strong></a><br />
<strong><a href="https://www.flickr.com/photos/fundarpe/sets/72157656190851121" target="_blank">Palco Instrumental</a></strong><br />
<a href="https://www.flickr.com/photos/fundarpe/sets/72157655994658226" target="_blank"><strong>Música Erudita na Igreja</strong></a></p>
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		<title>Maestro Duda dá aula de música no Palco Instrumental do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 15:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Quem acompanhou o encerramento da noite desta sexta (24), no Palco Instrumental (Parque Ruber Van Der Linden), teve o privilégio de ver, ouvir e conhecer um pouco da obra de um dos nomes mais importantes da nossa música. No auge dos seus 80 anos, o Maestro Duda, Patrimônio Vivo de Pernambuco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Quem acompanhou o encerramento da noite desta sexta (24), no Palco Instrumental (Parque Ruber Van Der Linden), teve o privilégio de ver, ouvir e conhecer um pouco da obra de um dos nomes mais importantes da nossa música. No auge dos seus 80 anos, o Maestro Duda, Patrimônio Vivo de Pernambuco, mostrou ao público porque é arranjador e compositor respeitado de uma ponta a outra do estado.</p>
<div id="attachment_29736" aria-labelledby="figcaption_attachment_29736" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19882236578_23b7d13767_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29736" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19882236578_23b7d13767_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Duda</p></div>
<p>No show desta noite, Duda veio acompanhado de um quinteto de metais (tuba, trompa, trombone e dois trompetes) e um baterista. Segundo ele, a formação de metais é das mais clássicas, utilizada por nomes do quilate de Tchaikovsky, Beethoven e Mozart. &#8220;<em>Existe um preconceito quando se fala em música erudita, como se fosse somente o que eles fizeram na época deles. Mas pouca gente sabe que a música feita por eles era a música popular daquela região e daquele tempo. Assim como aqui a nossa música popular tem frevo, baião maracatu, choro. E tudo isso pode ser, e é, música erudita também</em>&#8220;, explica Duda.</p>
<p>E foi com números primorosos que ele conduziu a apresentação, cadenciada com explicações sobre a sua produção artística, e sobre elementos da música popular e erudita. Uma verdadeira aula. No repertório, ele apresentou músicas de sua autoria, como a <em>Suíte Recife</em>, ou, como ele mesmo chama, &#8220;<em>Suíte das mulheres lá de casa</em>&#8220;, composição dividida em várias partes, composta em homenagens a filhas, netas, esposa e nora. Daí, foi de um tudo: valsas, choro, frevo, aboio, arrasta-pé, entre outros.</p>
<p>Ao final da apresentação, Duda emocionou o público ao, de clarinete em mãos, homenagear o mestre Dominguinhos, excetuando a sua clássica <em>De volta pro aconchego</em>. E ficou o gostinho de quero mais&#8230;</p>
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		<title>Palco Instrumental encerra atividades no FIG 2015 com muito blues</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 12:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A última noite no Palco Instrumental foi marcada pelo blues de Garanhuns, pelas harmonias de Jehovah da Gaita, Renato Bandeira e Bráulio Araújo e pelo experimentalismo da Frevotron, com Maestro Spok, DJ Dolores e Yuri Queiroga. Inesquecível, talvez seja o adjetivo mais preciso para descrever o que se passou neste sábado, 25/7. No começo da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A última noite no Palco Instrumental foi marcada pelo blues de Garanhuns, pelas harmonias de Jehovah da Gaita, Renato Bandeira e Bráulio Araújo e pelo experimentalismo da Frevotron, com Maestro Spok, DJ Dolores e Yuri Queiroga. Inesquecível, talvez seja o adjetivo mais preciso para descrever o que se passou neste sábado, 25/7.</p>
<p>No começo da noite, o guitarrista Cláudio Lins fez o parque transitar entre a pré-história do rock, o berço blues, e a contemporaneidade da música. O universo ficou blues e o público aplaudiu a boa música que ressoava pelo parque.  &#8220;Acho que o blues me achou em 2003 quando toquei com o filho de Muddy Waters (lendário guitarrista). Garanhuns tem uma tradição instrumental. O Palco Instrumental é uma escola de música que começou com o Quinteto Violado, que fundou esse espaço. Pra gente daqui, de Garanhuns, o festival é importante para trocarmos experiências”, ressaltou Cláudio.</p>
<p>A segunda atração começou sambando com jazz, passando por Pixinguinha, Heitor Villa Lobos e Astro Piazzolla, entre outros clássicos da música instrumental. Acordes, notas musicais, linguagem do mundo, que comunicaram com a plateia, que se protegeu da chuva entre as árvores do parque.</p>
<p>&#8220;O FIG só vem provar o valor do manancial de música de Pernambuco, acredito que temos a maior matriz sonora do mundo. Só Guerra Peixe, por exemplo, passou 30 anos estudando maracatu e não concluiu, não estudou todo o universo dessa nossa música. Tenho mais de 50 anos de música e fiquei impressionado e orgulhoso, como recifense, de ver a banda anterior tocando blues. o FIG garimpa em um veio difícil, o veio da música de qualidade&#8221;, declarou Jehovah da Gaita.</p>
<p>O encerramento do Palco Instrumental foi uma explosão musical. Uma pedrada sonora na noite. Uns diziam que era jazz, outros, que era free music, world music ou simplesmente música sem carimbo, música boa. Esse foi o som da Frevotron que liquidificou sensações e ritmos, do samba a tudo, na última noite do palco instrumental. E teve bis, e pediram outro bis&#8230;</p>
<p>&#8220;Nosso projeto Frevotron é tão novo que a gente não teve tempo de batizar as músicas. É música número 1, 2, 3.. Uma coisa totalmente nova e variada. Com a cara desse Festival de Inverno”, declarou maestro Spok.</p>
<p>“O grande diferencial do festival é diversificar as atrações para todos os gostos, para todas as idades, tem espaço para todas as pessoas”, comentou Angélica Miranda, 41 anos, do Recife.</p>
<p>“O Festival de Inverno é um estímulo à cultura e traz investimentos para região.” Nilton Jurandir, 56 anos, de Lajedo.</p>
<p>“Os jovens estão acostumados a ouvir uma ditadura musical, o FIG traz muita coisa nova pra gente ouvir e ver.” Vitcória Eduarda, 15 anos, Lajedo.</p>
<p>&#8220;É uma oportunidade para pessoas vivenciarem toda a cultura de Pernambuco e muita coisa do mundo em um só lugar”. Andrea Soares, 42, Garanhuns.</p>
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		<title>Rivotrill mais impressionante do que nunca</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 21:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova A música é feita de (re)encontros. E é feita de humanidade e inspirações que nascem dessas coletividades. Uniões férteis que dão cria a possibilidades inimagináveis de experimentação sonora. Uma das mais importantes e surpreendentes criações, representante de uma geração não só inventiva, mas profundamente intuitiva, é o Rivotrill. O trio (daí [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27781" aria-labelledby="figcaption_attachment_27781" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702789288_baa784e46c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27781" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702789288_baa784e46c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Rivotrill marcou reencontro do grupo após 3 anos afastados dos palcos</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>A música é feita de (re)encontros. E é feita de humanidade e inspirações que nascem dessas coletividades. Uniões férteis que dão cria a possibilidades inimagináveis de experimentação sonora. Uma das mais importantes e surpreendentes criações, representante de uma geração não só inventiva, mas profundamente intuitiva, é o <strong>Rivotrill</strong>. O trio (daí o trocadilho), após três anos sem subir nos palcos, se reencontrou, na noite deste domingo (19), no Palco Instrumental do 25º FIG (Parque Ruber Van Der Linden), e presenteou o público com um show em que queixos caídos e olhares magnetizados traduziam o impacto sonoro produzido pelo grupo, que, sim, continua em plena forma.</p>
<p>O clima antes do show era de ansiedade. O percussionista Lucas dos Prazeres não escondia o nervosismo. &#8220;<em>Meu velho, eu não imaginava que a gente fosse voltar agora! Estou aqui em estado de graça, esperando por esse momento</em>&#8220;. O flautista Júnior Crato se concentrava para a apresentação de logo mais. &#8220;<em>A gente teve, praticamente, um encontro para definir o repertório desse show. Não tivemos uma bateria de ensaios, e aí que a gente só vai saber como vai fazer quando estivermos em cima do palco. O bom é que rola esse </em>feeling<em> entre a gente, então, não tem mistério</em>&#8220;, contou. Outro motivo pra se comemorar na noite foi o aniversário do baixista Lucas Crasto, que, há três anos, fez sua primeira (e, até então, única) apresentação com o Rivotrill. Os 31 anos, portanto, foram comemorados em grande estilo.</p>
<div id="attachment_27783" aria-labelledby="figcaption_attachment_27783" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702828168_84730c3a99_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27783" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702828168_84730c3a99_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Júnior Crato</p></div>
<p>Um público gigante foi ver a apresentação, que prometia esborrar emoção e matar toda essa saudade. A energia que toma conta do palco quando o Rivotrill se apresenta é algo que sempre impressiona. E o <em>feeling</em>, citado por Júnior Crato, estava lá. A intensidade e a leveza da músicas do trio se alternavam numa frequência que emanava de cada um dos músicos, sem a necessidade de roteiro pré-definido. E isso é o que se destaca, sem dúvida, no som deles: toda a sinergia a serviço da música&#8230; a comunicação é corporal, no olhar, nas vibrações sonoras (e, por que não, espirituais?) de cada instrumento. Sem mais explicações.</p>
<div id="attachment_27787" aria-labelledby="figcaption_attachment_27787" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19704019179_3928e09a1d_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-27787" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19704019179_3928e09a1d_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas dos Prazeres</p></div>
<p>O repertório foi baseado no primeiro disco do grupo, <em>Curva de vento</em> (2007), e apresentou, ainda, duas músicas do novo disco (previsto para ser lançado em 2017, comemorando uma década do primogênito), chamadas <em>Cid, o menino que escalava montanhas</em> e <em>Cratos</em> (ou <em>Kratos</em>, ou <em>Kratus</em>&#8230; a grafia do nome ainda está sendo definida pela banda), uma música de Luiz Gonzaga e outra de Geraldo Vandré. Uma mistura que fez o Rivotrill incursionar tanto em uma leve retrospectiva como deliciar um público com o sabor de novidade.</p>
<div id="attachment_27788" aria-labelledby="figcaption_attachment_27788" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19895808451_72af752a84_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27788" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19895808451_72af752a84_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas Crasto</p></div>
<p>A base segura do baixo de Lucas Crasto, a flauta etérea de Júnior Crato e a percussão arrasadora de Lucas dos Prazeres se juntaram novamente! O resultado foi um show instigante e hipnótico, que já dá mostras do que ainda está por vir. O entrosamento entre os três continua sendo sintonia pura. Depois do show, a alma lavada. &#8220;<em>Além do amor que existe entre nós, existe a admiração mútua de um pelo talento do outro. E isso é maior do que qualquer ensaio. E também a resposta do público, que foi maravilhosa. E isso só vem mostrar a gente que a música, essa magia da música que toca as pessoas, essa festa, é uma vivência que vai além do palco, que deve se estender ao público, ao coletivo, trazer toda essa energia pro palco com a gente, que vai se perpetuar pra sempre. Todas as vezes que a gente se encontrar, vai ser pra festejar e celebrar esse grande encontro</em>&#8220;, contou Lucas dos Prazeres, após o show.</p>
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