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	<title>Portal Cultura PE &#187; Palco Metsre Dominguinhos</title>
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		<title>Noite de rock&#8217;n&#039;roll, batuques e grooves</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jul 2014 17:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30023" aria-labelledby="figcaption_attachment_30023" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14733852703_43d2887799_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-30023" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14733852703_43d2887799_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Um mar de gente tomou conta da Praça Mestre Dominguinhos, nesta segunda (21)</p></div>
<p align="right"><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>Todo ano, durante o Festival de Inverno de Garanhuns, é assim: a segunda-feira é sempre de público mais reduzido, já que grande parte das pessoas precisam voltar paras suas cidades logo após o fim de semana. Só que, desta vez, foi um pouco diferente. Na noite da última segunda (21), a Praça Mestre Dominguinhos parecia estar em pleno sábado! Milhares de pessoas formavam um mar de gente que se estendia até onde a vista não mais alcançava. Os responsáveis por isto? BNegão &amp; Os Seletores de Frequência, Otto e Nação Zumbi, principais atrações da noite. Quem se segurou em Garanhuns, em plena segunda, e ficou para ver esses shows, não se decepcionou.</p>
<p>É um pouco redundante, e talvez clichê, dizer que o som de BNegão &amp; Os Seletores de Frequência é puro groove! Mas não há nada mais adequado. Pegada de peso, com uma balanço daqueles, e um repertório à altura para dar conta de tanto entusiasmo do público. E eles não deixaram por menos. Frontman instigadíssimo em palco, BNegão não poupa energia para levantar a plateia. Com a participação de MC Paulão, nos vocais, o show ganhou ainda mais força. O repertório da apresentação foi baseado nos seus dois discos: &#8220;Enxugando gelo&#8221; (2003) e &#8220;Sintonia lá&#8221; (2012). Com referências ao rapper Sabotage &#8211; homenageado na música &#8220;Dorobo&#8221; &#8211; e Francisco de Assis França, o Chico Science, além de músicas como &#8220;Funk até o caroço&#8221; ou &#8220;Chega pra somar no groove&#8221;, a Praça Mestre Dominguinhos se transformou numa grande pista de dança. E, como não poderia ser diferente, &#8220;A dança do patinho&#8221; encerrou o show no último volume! De impressionar.</p>
<div id="attachment_30024" aria-labelledby="figcaption_attachment_30024" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14733857223_4cce0a7afd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-30024" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14733857223_4cce0a7afd_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Frontman instigadíssimo, BNegão mandou ver no groove</p></div>
<p>Quem veio logo após, pra manter a instigação da plateia, foi o cantor Otto. Um artista que sintetiza bem o espírito musical pernambucano. &#8220;<em>Hoje vamos pegar os camisas pretas, fazer rock&#8217;n'roll e fazer batuque</em>&#8220;, disse ele, momentos antes do show. Otto é um performer que ganha qualquer plateia. A qualidade da Jambro Band, que o acompanha, se somam à figura carismática e falante do artista. Ele dança, pula, conversa o tempo inteiro com a plateia, sai do roteiro do show, mandando, de improviso, &#8220;Respeita Januário&#8221;, de Luiz Gonzaga. É um nível de cumplicidade com o público que se reflete em suas apresentações. É como se ele estivesse na sala de casa, rodeado de amigos por todos os lados. Como não poderia deixar de ser, não faltaram os já tradicionais banho de água mineral, a tirada de camisa e as danças sensuais. E a cada &#8220;<em>go, band!</em>&#8220;, uma música vinha no repertório. &#8220;Ciranda de maluco&#8221;, &#8220;Crua&#8221;, &#8220;Pra ser só minha mulher&#8221;, &#8220;The moon 1111&#8243; não faltaram no repertório, que terminou com a visceral &#8220;6 minutos&#8221;, onde a descarga de emoção se reflete naquela bela cena: público de olhos fechados, braços pra cima e cantando a plenos pulmões.</p>
<div id="attachment_10727" aria-labelledby="figcaption_attachment_10727" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Otto.jpg"><img class="size-medium wp-image-10727" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Otto-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Bastante à vontade no palco, Otto dançou, pulou, conversou e se refrescou durante o show</p></div>
<p>Uma boa parte desse público parecia não estar vivendo uma segunda-feira. Espremidos na frente do palco, muitos cantavam enlouquecidamente todas as canções. O estudante Maurício Moura, que completou ontem 20 anos de idade, veio de Santana do Ipanema, em Alagoas. Primeira vez no FIG, ele ficou impressionado com a grandiosidade do festival. &#8220;<em>Eu estou achando muito legal tudo isso aqui, e acho que é um evento que deveria ter em cada estado brasileiro</em>&#8220;, disse Maurício, que, neste momento, deve estar de volta à sua terra. Ingrid Sobral, também com 20 anos, veio de Caruaru e era uma das mais empolgadas. Chegou à frente do palco por volta das 21h e de lá não saiu. Só voltaria pra sua cidade no dia seguinte, pra assistir a aula, às 8h30. &#8220;<em>Nação Zumbi já é tradição no FIG. Não tem como não ver. Temos que aproveitar sempre a presença deles por aqui. Mas eu vim muito também ver BNegão, que eu cresci ouvindo por causa do meu irmão, que ouvia muito Planet Hemp. É bacana você ir descobrindo algo que foi feito na época em que você crescia. Com BNegão é assim. Pela primeira vez, eu vi o show dele e achei muito empolgante</em>&#8220;, disse.</p>
<p><strong>Com vocês: Nação Zumbi!</strong></p>
<div id="attachment_30025" aria-labelledby="figcaption_attachment_30025" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14711622101_1162ca5401_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-30025" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14711622101_1162ca5401_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Com disco novo na praça, Nação Zumbi empolgou o público gigantesco na Praça Mestre Dominguinhos</p></div>
<p><strong></strong>Passam-se anos&#8230; já se passaram exatas duas décadas desde o lançamento do disco &#8220;Da lama ao caos&#8221;, e a Nação Zumbi continua sendo, sem dúvida alguma, a banda mais reverenciada de Pernambuco. O público fiel e cativo parece se multiplicar a cada ano. E hoje é possível notar, entre a plateia, pessoas que acompanham a trajetória da banda desde o início, até gente muito jovem, nascida inclusive, depois que foi lançado o primogênito álbum da Nação. Isso se deve ao som contemporâneo e em constante evolução que os &#8220;malungos&#8221; fazem. Com disco novo recém saído do forno, &#8220;Nação Zumbi&#8221;, o resultado de dois anos de um hiato nos palcos, refletiu-se na apresentação desta última noite. Um noite &#8220;sem fastio, com fome de tudo!&#8221;, inclusive, de música boa. Foi o que a Nação Zumbi fez.</p>
<p>Este foi a segunda vez que eles se apresentaram em Pernambuco após o lançamento do novo álbum (o primeiro show foi no Recife, no mês passado). O público parecia mesmo querer matar as saudades. A Nação abriu o show com &#8220;Foi de amor&#8221; e &#8220;Defeito perfeito&#8221;, que estão neste mais recente trabalho, mas já na ponta da língua da plateia. Mas em alguns momentos, uma catarse geral tomava conta de todos. Músicas como &#8220;Meu maracatu pesa uma tonelada&#8221;, &#8220;Blunt of Judah&#8221;, &#8220;Rios, pontes e overdrives&#8221;, rememoravam bons tempos já vividos ao som da banda. &#8220;<em>A sonoridade da gente é muito espontânea, que demonstra uma sintonia, uma química antiga da gente</em>&#8220;, disse Jorge Du Peixe sobre a evolução do som que eles fazem e como isso se dá no que eles vêm fazendo até hoje. Uma química que vem dando muito certo.</p>
<p>E o inevitável bis veio! A Nação Zumbi fechou sua apresentação com &#8220;Etnia&#8221;, &#8220;A cidade&#8221; e &#8220;Quando a maré encher&#8221;, que, literalmente, fez o chão da Praça tremer, com milhares de pessoas pulando e dançando, em rodas de pogo, espremidas, mas muito animadas. Pela celebração do momento, pelo retorno da Nação Zumbi, por mostrarem que continuam em plena forma musical, sem dúvida alguma, nessa segunda-feira com cara de sábado, a Praça Mestre Dominguinhos pesou uma tonelada!</p>
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