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	<title>Portal Cultura PE &#187; PALESTRA</title>
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		<title>Feira Terra Pernambuco reúne no Mepe produtores artesanais de destaque no Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 14:42:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pernambuco é um Estado que pulsa cultura e sua rica tradição atrai a atenção de todo o Brasil. Com uma vasta diversidade de manifestações artísticas que celebram sua história e suas raízes, a produção artesanal ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Aqui há um grande número de pessoas talentosas, capazes de criar e inovar, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115067" aria-labelledby="figcaption_attachment_115067" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Rodrigo-Morcego.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115067" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Rodrigo-Morcego-607x395.jpeg" width="607" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e guitarrista Rodrigo Morcego</p></div>
<p>Pernambuco é um Estado que pulsa cultura e sua rica tradição atrai a atenção de todo o Brasil. Com uma vasta diversidade de manifestações artísticas que celebram sua história e suas raízes, a produção artesanal ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Aqui há um grande número de pessoas talentosas, capazes de criar e inovar, mas que frequentemente precisam de uma vitrine para mostrar seu trabalho. Pensando nisso, nasce a Feira Terra Pernambuco: Feira de Inovação, Arte e Gastronomia.</p>
<p>A abertura do evento ocorre nesta sexta-feira (13) com oficinas de capacitação no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). No sábado (14) e no domingo (15) a feira é realizada nos jardins do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), localizado no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife. Essa primeira edição é marcada por uma homenagem ao ceramista Zezinho Muriçoca, um dos grandes ícones da arte pernambucana.</p>
<p>A inscrição para expositores ainda está aberta, podendo ser realizada por meio do perfil da feira no <a title="@feiraterrape" href="https://www.instagram.com/feiraterrape/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a>. A entrada para o público é gratuita nos três dias de evento.</p>
<p><strong>OPORTUNIDADES –</strong> Durante os três dias de evento o público e os expositores têm a chance de participar de rodas de conversa com produtores locais das mais diversas áreas: artesanato, artes visuais, moda e gastronomia. É uma imersão na cultura e no empreendedorismo local com foco na divulgação da produção artesanal e na valorização do trabalho manual. Além disso, a feira oferece palestras, atividades sensoriais e apresentações musicais criando um ambiente interativo e enriquecedor.</p>
<p>A Feira Terra Pernambuco surge como mais um impulsionador da arte e do empreendedorismo no Estado promovendo não apenas a comercialização dos trabalhos, mas também a troca de experiências entre os produtores e a conexão direta com o público consumidor. Segundo a gestora cultural Luciana Ourique, que idealizou o evento, a feira é uma oportunidade para dar visibilidade a quem não para de criar. “A Terra Pernambuco vem para ser mais uma vitrine para essas pessoas que fortalecem nossa cultura”, afirma.</p>
<p><strong>OFICINAS E GASTRÔ –</strong> O primeiro dia é dedicado às oficinas de capacitação oferecidas pelo Sebrae, que acontecem na sede da entidade. A programação começa, às 9h, com a palestra Planeje e Conquiste Construindo seu Negócio do Zero, ministrada por Jáuvaro Carneiro Leão, e segue com a palestra Transformando Negócios com Marketing Digital, com Silva Souza, às 15h30.</p>
<p>Nos dias seguintes, a Feira Terra Pernambuco abre as portas para um mix de exposições e atividades gastronômicas. São apresentados produtos artesanais como cerâmicas, argilas e joias feitas à mão, além de deliciosos pratos típicos da gastronomia local, como embutidos, geleias, doces, queijos e cachaças, com destaque para a Associação Pernambucana de Produtores de Aguardente de Cana e Rapadura (Apar), que realiza uma palestra sobre a cachaça e a rapadura como patrimônios culturais de Pernambuco, comandada pelo especialista Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>O universo dos cafés também tem seu espaço, com a presença dos baristas Lidiane Santos e Eudes Santana, da Kaffe Café, que fazem uma atividade de harmonização de café com comidas regionais. Outra atração é o Instituto Ceres de Educação e Consultoria Cervejeira, que proporciona a experiência sensorial Volta ao Mundo em 4 Copos, guiada por especialistas em cerveja, cachaça, vinho e café.</p>
<p><strong>ARTES VISUAIS E DESIGN –</strong> A feira também é vitrine para as artes visuais, com destaque para pinturas, esculturas, gravuras, fotografia, design gráfico e artesanato contemporâneo. O evento busca proporcionar aos artistas uma divulgação direta de seus trabalhos para o público consumidor, com preços diferenciados, o que fortalece a valorização dos produtos artesanais e exclusivos.</p>
<p>Entre os expositores destacam-se nomes como a ceramista Guida Marques, as artistas plásticas Jane Lima e Ana Santiago, o artesão Marcos de Sertânia e a designer Luciana Mafra, além de representantes da gastronomia, como Kaffe Café e Chocolates Massapê. “É uma felicidade imensa estar presente na primeira edição da Terra Pernambuco&#8221;, celebra Marcos de Sertânia. &#8220;Estamos fazendo história, pois é importante ter mais um espaço para os artistas da terra.”</p>
<p><strong>CENÁRIO PERFEITO –</strong> O Museu do Estado de Pernambuco é o cenário que dá ainda mais charme ao evento. Durante o período da Feira Terra Pernambuco, o público pode conferir também as exposições de longa duração Pernambuco, Território e Patrimônio de um Povo e O Casarão e a Cidade: Uso e Costumes, além das exposições temporárias Histórias para os Reis e Pintura para Rainhas, de J. Moura, e O Retábulo de Lins.</p>
<p>Rinaldo Carvalho, diretor do Museu, destaca que a Feira Terra Pernambuco é uma oportunidade para fortalecer a cultura local: “É excelente que o Mepe esteja tão envolvido, pois a troca de experiências e o incentivo à inovação são essenciais para o crescimento cultural e econômico de nosso Estado”, afirma.</p>
<p><strong>ATRAÇÕES E HOMENAGEADO –</strong> A primeira edição da Feira Terra Pernambuco presta uma homenagem ao ceramista José Lima Gomes, conhecido como Zezinho Muriçoca. Natural de Caruaru, Zezinho é um mestre do barro e tem seu trabalho reconhecido mundialmente. Sua produção inclui panelas, bules e esculturas de personagens do cotidiano nordestino, como Lampião e Maria Bonita. Para ele, o barro é sua vida e felicidade e seu trabalho autoral é uma das maiores expressões culturais de Pernambuco.</p>
<p>A Feira Terra Pernambuco também conta com uma trilha sonora especial. No sábado (14), a Orquestra Giral se apresenta às 16h, seguida por Rodrigo Morcego, que toca standards do blues e rock, às 17h30. No domingo (15), a programação é encerrada com o melhor do choro, com o grupo Roda Infinito, às 17h30.</p>
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		<title>Torre Malakoff recebe exposição Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 14:18:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113696" aria-labelledby="figcaption_attachment_113696" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pedro Henrique Torquato/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto-de-Pedro-Henrique-Torquato.jpg"><img class="size-medium wp-image-113696" alt="Pedro Henrique Torquato/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto-de-Pedro-Henrique-Torquato-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Manifestações culturais envolvem jovens e adultos no fortalecimento da identidade local</p></div>
<p>Alguém já definiu com propriedade que fotografar é congelar o tempo e preservar memórias. Gratificante no nosso caminhar do dia a dia, portanto, gerar lembranças e com elas contar nossas histórias. A Fundação Terra e a coordenação do curso de fotografia da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) uniram-se, nessa perspectiva, em torno da exposição fotográfica Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade para revelar os feitos da Instituição fincada em Arcoverde, Sertão de Pernambuco que tem promovido nas últimas quatro décadas o essencial serviço que é cuidar do próximo, sobretudo no amparo irrestrito aos mais vulneráveis.</p>
<p>“Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade vai além de uma mostra de fotos: é um convite para sentir, para se emocionar, para enxergar que, por trás de cada rosto, de cada sorriso, há uma história de superação e amor”, destaca a fotógrafa Renata Victor, curadora da mostra.</p>
<p>Com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a mostra ocupa a Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife) até o dia 27 de outubro. A visitação é gratuita, de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h. Além da Unicap, a mostra tem patrocínio de Arcádia e Rei dos Acessórios.</p>
<p>Ao longo de sua permanência, a mostra conta com uma agenda cultural paralela, o que retrata a preocupação e o apoio da Fundação Terra também para com a preservação das nossas manifestações culturais. Nesta quinta-feira (3), das 10h às 12h, é realizada mais uma edição do Curso de Fotografia para Celular, com a fotógrafa Gisele Carvallo; no dia 10, no mesmo horário, ocorre a palestra Promoção Social na Fundação Terra, com Christiane Casal, coordenadora do Setor Social da Fundação; no dia 17, também das 10h às 12h, acontece a Oficina de Produção de Fuxico, com as Mulheres Grupo Artes da Terra apoiadas pela instituição; e no dia 27, das 15h às 17h, há a Oficina Samba de Coco, com arte-educadores da Fundação Terra.</p>
<p>“A exposição celebra 40 anos de solidariedade retratando, por meio de 40 imagens, o cotidiano das nossas atividades nas áreas de saúde, educação e ação social. As fotos capturadas por talentosos autores refletem com sensibilidade o impacto do trabalho da Fundação Terra. Esperamos que essa mostra inspire e permita a quem a visita um vislumbre do que foi construído ao longo dessas quatro décadas de serviços aos mais necessitados&#8221;, diz a presidente da Fundação, Ana Bretas de Vasconcellos.</p>
<p>A iniciativa expõe imagens do conjunto de mais de 200 fotos registradas pelos inscritos em concurso realizado pela instituição, juntamente com o curso de fotografia da Unicap, em etapa anterior à mostra. São registros de profissionais ou não, feitos por quem ama a arte de fotografar. “Cada fotografia revela uma história de luta, superação e esperança que renasce”, lembra Renata Victor, que também é coordenadora do curso da Unicap e uma das idealizadoras do projeto envolvendo concurso e exposição.</p>
<p>Integram a mostra 16 autores: Afonso Gutemberg, Américo Nunes, Arthur Botelho, Claudia Dalla Nora, Eulália Giles, Jacira Nascimento, Kalan Alves, Laura Cavalcanti, Luciana Dantas, Noélia Brito, Pedro H. Torquato, Roberta Tavares, Silvana Andrade, Thayná Virgínio, Valkíria Santos e Zarela Dias. A seleção das imagens foi feita por um júri composto pela presidente da Fundação Terra, Ana Flávia Bretas; os fotógrafos Thiago Medeiros, Renata Victor e Mariangela Chiari, que também é artista plástica, além da cerimonialista Tatiana Marques.</p>
<p>“Ao chegar na Torre Malakoff o visitante é envolvido por obras distribuídas em duas salas: uma dedicada aos projetos sociais e a outra à saúde e educação. Por meio das imagens as pessoas vislumbram atos de amor, trabalho árduo e dedicação. A Fundação Terra é isso: feita por pessoas que acreditam no poder do cuidado, que todos os dias escolhem mudar o mundo a seu redor. Cada foto é um fragmento dessa missão silenciosa e incansável, que transforma o impossível em realidade”, define Renata Victor.</p>
<p><strong>EDUCAÇÃO, SAÚDE E AÇÕES SOCIAIS -</strong> A educação gratuita e de qualidade é o alicerce da Fundação Terra, que atende mais de 900 crianças em suas duas escolas. Segundo Silvia Julião, coordenadora da área, além do currículo tradicional os alunos têm a oportunidade de participar de projetos inovadores, como robótica, informática e aulas de idiomas, incluindo inglês e francês.</p>
<p>Na sala que retrata o segmento, a exposição conta com objetos que simbolizam o compromisso com a formação integral das crianças: quimono, cordão de autismo, representando a inclusão na educação, medalhas conquistadas em competições de robótica, desenhos criativo e um poema especial escrito pelos estudantes em celebração aos 40 anos da Fundação. Uma pequena mesa com um prato simboliza o compromisso da instituição de garantir tanto a educação quanto a alimentação para as crianças. Um instrumento musical remete à Orquestra Sons da Terra, formada pelos alunos. Essa composição traz à mostra o clima de esperança e dedicação que permeia a atuação da Fundação no campo da educação.</p>
<p>Com relação a seu Setor Social, a Fundação vai além da promoção assistencial, facilitando iniciativas que valorizam a cultura local e abordam a importância da segurança alimentar para as famílias que assiste. A exposição mostra essa potencialidade, por meio das imagens, com foco na diversidade de serviços e projetos e a força da promoção social. O visitante é tocado pela intensidade dos projetos culturais, ancorados nas linguagens e manifestações do samba de coco, do maracatu e do boi, que envolvem jovens e adultos no fortalecimento da identidade local. Também conhece a arte das mulheres e o artesanato que impulsionam a geração de renda transformando suas vidas e contribuindo para seu processo de autonomia e empoderamento.</p>
<p>“Os projetos de base territorial, a exemplo dos Quintais Produtivos, são exemplos de incentivo e fortalecimento do desenvolvimento comunitário, com base na segurança alimentar e geração de renda, a partir da sustentabilidade e convivência com o semiárido”, lembra Chistiane Casal, coordenadora do Setor Social. Ela destaca ainda o Lar Domus Christi, com seu acolhimento integral a idosos em situação de vulnerabilidade. As imagens falam por si, transmitindo carinho e proteção no cuidado diário e mostrando o envelhecer com altivez, com os idosos também produzindo arte e cultura. “A exposição também revela as pinturas feitas por eles. É uma mostra dessa celebração do poder transformador da comunidade, com a Fundação Terra resgatando a dignidade e abrindo portas para o desenvolvimento sustentável e inclusivo.&#8221;</p>
<p>A Fundação desempenha ainda um papel crucial na área da saúde por meio do Centro Especializado em Reabilitação Mens Sana (CER-IV), que atende pacientes de 35 municípios oferecendo reabilitação física, auditiva, visual e intelectual. Com mais de 120 mil procedimentos anuais, o centro é um pilar de acolhimento e recuperação, promovendo inclusão e dignidade para pessoas com deficiência.</p>
<p>“Dez fotografias da mostra capturam a essência do Mens Sana. Bilhetes emocionantes escritos por pacientes cujas vidas foram transformadas pelo cuidado recebido podem ser lidos pelos visitantes. As mensagens, repletas de gratidão e histórias de superação, estão disponíveis criando um diálogo direto entre quem chega à exposição e aqueles que foram beneficiados pelo centro”, destaca Liege Nogueira, coordenadora de Saúde da Instituição. “Um ambiente sonoro oferece também depoimentos de pacientes e profissionais do Centro de Reabilitação permitindo que as pessoas ouçam como o trabalho da Fundação tem sido capaz de devolver autonomia, esperança e qualidade de vida a tantos pacientes”, reflete.</p>
<p>A exposição fotográfica Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade também movimenta outro espaço especial, onde cada visitante tem a oportunidade de se conectar diretamente com as crianças, jovens ou idosos atendidos pela instituição em Arcoverde. Cada um deles escreveu, com muito carinho, um recadinho especial. Os que forem conhecer mais sobre o trabalho da Fundação vão poder também mandar suas mensagens para eles. Cada recadinho carinhoso muito acrescentará a essa corrente de solidariedade, afeto e esperança.</p>
<p>A instituição aproveita ainda este momento de celebração com a mostra para promover reflexão sobre a importância e dificuldades nas realizações de seus trabalhos, incentivando a prática das doações que muito faz a diferença na ampliação dos projetos que impactam milhares de vidas. Para contribuir, os visitantes da exposição podem escanear o QR code disponibilizado na mostra e realizar sua doação de forma rápida e segura.</p>
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		<title>Objetos etnográficos e patrimônio subaquático são temas de palestras e exposições no Mepe</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 16:28:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue de vento em popa com sua programação. Na tarde desta terça-feira (13), o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebeu o seminário Objetos Etnográficos, Colecionadores e Museus: Debates sobre a Restituição e a Repatriação. Simultanemante acontece a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que fica em cartaz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue de vento em popa com sua programação. Na tarde desta terça-feira (13), o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebeu o seminário Objetos Etnográficos, Colecionadores e Museus: Debates sobre a Restituição e a Repatriação. Simultanemante acontece a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que fica em cartaz até domingo e conta com uma palestra nesta sexta-feira (16). O equipamento está localizado na Avenida Rui Barbosa, nº 960, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>O seminário, ministrado no Auditório do Joaquim Cardoso do Mepe, discutiu os objetos etnográficos musealizados de acordo com os olhares dos colecionadores e as narrativas das coleções. O evento buscou entender o conjunto desses objetos que se encontram em museu e, a partir de uma análise deles objetos, especificamente os da Coleção Etnográfica Carlos Estevão de Oliveira do Mepe, compreender a situação no e do Brasil a fim de aprofundar o entendimento sobre as questões concernentes à restituição e repatriação de bens culturais na atualidade.</p>
<p>A moderação do seminário ficou a cargo de Renato Athias, doutor em antropologia pela Universisade de Paris 10 (Nanterre) e professor de antropologia e museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Renato ciceroneou o palestrante Sarapó Pankararu, liderança da etnia que dá o nome, da Aldeia Brejo dos Padres da Terra Indígena Pankararu e coordenador da Casa de Memória do Tronco Velho Pankararu e da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espirito Santo (Apoinme).</p>
<p>A atividade teve início com uma visita por participantes a outra exposição que já acontece no Mepe, intitulada Pernambuco, Território e Patrimônio de um Povo. Nela o público pôde conferir, com orientação de Sarapó e Renato, exemplos de objetos etnográficos que em seguida foram tratados na palestra. O gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho, junto com outros membros do equipamento, tambvém acompanharam a visitação e a conversa.</p>
<p>Já no Auditório do Joaquim Cardoso foram abordados assuntos como a importância do colecionador Carlos Estevão de Oliveira; a luta política dos pankararus, sobretudo para a salvaguarda e preservação de seus objetos e sua memória; o resgate do patrimônio imaterial de sua etnia; e as ações da Apoinme.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO SUBAQUÁTICO -</strong> No hall do Espaço Cícero Dias do Museu do Estado de Pernambuco está montada a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que tem como foco o acervo pertencente à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha do Brasil, composta por 14 banners com dados e fotografias de naufrágios de importância histórica para o País. De Pernambuco, constam dois naufrágios: o Alfama de Lisboa e o galeão São Paulo. A mostra se tornou possível por meio de uma parceria com Fundação Paranã-buc, representada pelo professor Carlos Rios, da UFPE.</p>
<p>Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos fica em cartaz até o dia 18 de agosto, até sexta-feira (16), das 9h às 17h; e, no sábado e domingo, das 14h às 17h. Ainda sobre o tema, nesta sexta (16), das 15h às 16h, ocorre a palestra Patrimônio Cultural Subaquático Brasileiro: Conceito, Legislação e Desafios para Proteção. A conversa é ministrada por Ricardo Guimarães, que é licenciado em história pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), mestre em arqueologia pela Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP) e doutorando em arqueologia na UFPE.</p>
<p><strong>A SEMANA -</strong> A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é um evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a colaboração de diversos parceiros. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17 de agosto) ao longo dos anos, tem-se estabelecido como um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional, sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais, a partir de ações previstas em quatro eixos: pensar, interpretar, brincar e experimentar o patrimônio.</p>
<p>Este ano, em sua 17ª edição, com o tema Educação, Território e Participação Social, tem por objetivo destacar a relevância dos diferentes processos educativos, da participação social e gestão compartilhada na proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais em diversos territórios pernambucanos. Em seu escopo traz para a discussão a emergência da valorização (no campo do patrimônio) dos saberes das comunidades tradicionais, das tradições orais, dos saberes de artífices, de mestres e mestras, da relação das religiosidades e ofícios com o meio ambiente e natureza; bem como elucidar experiências acadêmicas de entes representativos e de arranjos coletivos de participação social no mapeamento e na gestão, zeladoria e continuidade dos bens culturais.</p>
<p>Com uma extensa programação, a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue com ações o dia 28 de agosto. Confira <a title="17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.even3.com.br/17-semana-estadual-do-patrimonio-cultural-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
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		<title>Secretaria de Cultura do Estado recebe palestra sobre assédio moral para colaboradores</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 20:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na tarde desta quinta-feira (21), a Secretaria de Cultura de Pernambuco recebeu uma conversa muito importante em sua sede. Os colaboradores do órgão estiveram presentes na palestra “Assédio Moral: Precisamos Falar Sobre Isso”, ministrada por Karla Júlia Marcelino, vice-presidente da Associação Brasileira de Ouvidores e ex-ouvidora geral do Estado. A palestrante trouxe toda sua vasta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107263" aria-labelledby="figcaption_attachment_107263" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Morgana Narjara/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/palestra.jpg"><img class="size-medium wp-image-107263" alt="Foto: Morgana Narjara/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/palestra-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Colaboradores da Secult-PE participam de palestra sobre assédio moral</p></div>
<p dir="ltr">Na tarde desta quinta-feira (21), a Secretaria de Cultura de Pernambuco recebeu uma conversa muito importante em sua sede. Os colaboradores do órgão estiveram presentes na palestra “Assédio Moral: Precisamos Falar Sobre Isso”, ministrada por Karla Júlia Marcelino, vice-presidente da Associação Brasileira de Ouvidores e ex-ouvidora geral do Estado.</p>
<p>A palestrante trouxe toda sua vasta experiência no funcionalismo público lidando com situações de assédio moral e sexual, além de conhecimentos de sua produção acadêmica. Em sua exposição, ela esclareceu como se identificar situações de assédio, formas de se fazer denúncias e a instauração de uma cultura que foca na prevenção e combate deste tipo de incidentes.</p>
<p>“Temos um grande compromisso em instituir uma política de prevenção e combate ao assédio moral. Ainda em 2011, elaboramos uma cartilha de assédio moral do estado, porque recebíamos muitas denúncias e havia dificuldades de discernir o que era e o que não era assédio moral. Hoje somos um grande case nacional em relação a essas políticas”, afirmou Karla Júlia em sua fala.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Trupe do Patrimônio promove palestra e roda de conversa virtual sobre educação patrimonial</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 15:12:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Trupe do Patrimônio dá inicio, nesta terça-feira (25), à primeira fase do projeto de circulação de educação patrimonial. A primeira atividade será a palestra e roda de conversa virtual, comandada por Vanessa Marinho e mediada por Williams Sant’Anna, com os municípios de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_100757" aria-labelledby="figcaption_attachment_100757" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Foto-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-100757" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Foto-3-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O encontro virtual com a Trupe do Patrimônio vai reunir os municípios de Ipojuca, Araçoiaba, São Bendito do Sul, Maraial, Jurema, Itaíba, Inajá e Manarí</p></div>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Trupe do Patrimônio dá inicio, nesta terça-feira (25), à primeira fase do projeto de circulação de educação patrimonial. A primeira atividade será a palestra e roda de conversa virtual, comandada por Vanessa Marinho e mediada por Williams Sant’Anna, com os municípios de Ipojuca, Araçoiaba, São Bendito do Sul, Maraial, Jurema, Itaíba, Inajá e Manarí. No encontro virtual, serão discutidos temas relacionados à área de educação patrimonial, como patrimônio cultural, educação patrimonial e políticas públicas.</p>
<p>&#8220;A atividade tem como objetivo despertar nas pessoas um sentimento de apropriação espontânea e produzir conhecimento das relações simbólicas entre os espaços urbanos e atitudes específicas de uso culturais, contribuindo para reconhecimento, valoração e proteção do Patrimônio Cultural de cada município envolvido&#8221;, diz Ewerson Luiz, idealizador da iniciativa.</p>
<p>A palestra será mediada pelo historiador, pesquisador e gestor Cultural, Williams Sant’Anna e proferida por Vanessa Marinho, mestre em História, especialista em Gestão Cultural e Cultura Afro-Brasileira, com larga experiência em museus e instituições culturais.</p>
<p><strong>PRÓXIMA ETAPA -</strong> A segunda fase da ação será de forma lúdica com os atores da Trupe de forma presencial, nos dias 8 e 9 de maio, nas cidades de Manarí e Inajá, localizada no Sertão pernambucano.</p>
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		<title>Secult-PE promove a palestra &#8220;O papel da Ouvidoria na Defesa dos Direitos Humanos&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 15:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), por meio da Gerência de Controle Interno Compliance e Ouvidoria (GCICO), realiza, no próximo dia 20 de dezembro (terça-feira), a partir das 9h, a palestra virtual &#8220;O Papel da Ouvidoria na Defesa dos Direitos Humanos&#8221;. Para participar, basta preencher o formulário disponível aqui. O encontro, que acontecerá na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-15-at-11.44.09.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97899" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-15-at-11.44.09-472x486.jpeg" width="472" height="486" /></a></p>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), por meio da Gerência de Controle Interno Compliance e Ouvidoria (GCICO), realiza, no próximo dia 20 de dezembro (terça-feira), a partir das 9h, a palestra virtual &#8220;O Papel da Ouvidoria na Defesa dos Direitos Humanos&#8221;. Para participar, basta preencher o formulário disponível <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfncG62gHyxiSag442N1Tw25YacqLFxL8RBpEFep0aP579alQ/viewform" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>O encontro, que acontecerá na plataforma do Google Meet, contará com as participações de José de Oliveira (gerente da GCICO), Oscar Barreto (secrtário de Cultura de Pernambuco) e Zélia Correia (Coordenadora de Atendimento ao Cidadão da Ouvidoria-Geral do Estado &#8211; SCGE/OGE). A mediação ficará por conta de Josimar Correia (assistente da Ouvidoria) e Maurícia Lima (assistente de Compliance).</p>
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		<title>História dos coletivos de arte do Recife é tema de palestra na Maumau</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 17:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A professora e pesquisadora Joana D’Arc de Souza Lima apresenta, nesta quarta (20), às 19h, a palestra gratuita &#8220;A história da auto-organização no campo da arte em Recife&#8221;, na Galeria Maumau, no bairro do Espinheiro. O encontro faz parte da programação do Dobradiça – 1º Encontro do Circuito Independente de Artes Visuais do Recife, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_88775" aria-labelledby="figcaption_attachment_88775" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/Joana-D-Arc-Lima_Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-88775" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/Joana-D-Arc-Lima_Divulgação-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Joana D&#8217;Arc Lima comandará a palestra na Mamau</p></div>
<p>A professora e pesquisadora Joana D’Arc de Souza Lima apresenta, nesta quarta (20), às 19h, a palestra gratuita &#8220;A história da auto-organização no campo da arte em Recife&#8221;, na Galeria Maumau, no bairro do Espinheiro. O encontro faz parte da programação do Dobradiça – 1º Encontro do Circuito Independente de Artes Visuais do Recife, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. As inscrições podem ser feitas por meio do link: <strong><a href="https://linktr.ee/maumaugaleria" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://linktr.ee/maumaugaleria&amp;source=gmail&amp;ust=1634837043236000&amp;usg=AFQjCNGRhCt_jeKV9AChwixdkPBgJskOiQ">linktr.ee/<wbr />maumaugaleria</a></strong>. A programação segue até o domingo (24).</p>
<p>O Dobradiça visa dar visibilidade às iniciativas auto-organizadas de artistas, curadores, pesquisadores, críticos, educadores, dentre outros agentes da arte. “O nome Dobradiça é muito instigante, no sentido metafórico, pois nos faz lembrar de uma engrenagem que permite o movimentar de estruturas fixas”, compara Joana D’Arc.</p>
<p>Para ela, o projeto estimula e cria a possibilidade de diálogos a partir do Nordeste. “É uma inversão da geografia das artes visuais, que sempre tenta se impor a partir do Sudeste para o resto do País, por conta do capital financeiro que circula nesses espaços, da produção de crítica de arte, da quantidade de galerias e das feiras de arte”, reflete.</p>
<p>Na palestra, a professora adjunta do Instituto de Humanidades da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasil vai falar sobre conteúdos de suas pesquisas de mestrado, doutorado e pós-doc. Além de estudos atuais, referentes à organização de coletivos ou de agenciamento de artistas no campo artístico</p>
<p>A pesquisadora vai apresentar o resultado de investigações voltadas para as muitas iniciativas, auto-organizadas por artistas na Região Metropolitana do Recife ao longo dos séculos 20 e 21. “É importante que a gente estude a história, que ela passe a ter uma importância para nós, em nossas vidas. O passado deve ser ativado a partir das questões do nosso presente”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Dobradiça – 1º Encontro do Circuito Independente de Artes Visuais do Recife<br />
&#8220;A história da auto-organização no campo da arte em Recife&#8221;, com Joana D’Arc de Souza Lima<br />
Quando: Quarta, 20 de outubro, às 19h.<br />
Onde: Galeria Maumau, Rua Nicarágua, 173 &#8211; Espinheiro.<br />
Inscrições pelo link: <strong><strong><a href="https://linktr.ee/maumaugaleria" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://linktr.ee/maumaugaleria&amp;source=gmail&amp;ust=1634837043236000&amp;usg=AFQjCNGRhCt_jeKV9AChwixdkPBgJskOiQ">linktr.ee/<wbr />maumaugaleria</a></strong></strong></p>
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		<title>Grupo Umbandista Pena Branca oferece oficina para combater intolerância religiosa</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 16:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Grupo Umbadista Pena Branca, em parceria com o União de Negros Pela Igualdade (UNEGRO), está com inscrições abertas para a palestra &#8220;Desmistificando Exu&#8221;, que acontece no próximo dia 4 de setembro (sábado), às 14h, em São Lourenço da Mata. Os interessados poderão se inscrever gratuitamente pelo e-mail: gupoumbandistapenabranca@gmail.com. No dia da atividade, os participantes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Umbadista Pena Branca, em parceria com o União de Negros Pela Igualdade (UNEGRO), está com inscrições abertas para a palestra &#8220;Desmistificando Exu&#8221;, que acontece no próximo dia 4 de setembro (sábado), às 14h, em São Lourenço da Mata. Os interessados poderão se inscrever gratuitamente pelo e-mail: <strong>gupoumbandistapenabranca@gmail.com</strong>. No dia da atividade, os participantes deverão levar um quilo de alimento não-perecível.</p>
<p>O encontro visa abordar a origem, valores, culto, representações, misticismo e a diferenciação entre Exu Orixá e Exu Entidades. Além disso, a palestra pretende melhorar o entendimento para combater o medo e o preconceito que são origem da intolerância religiosa, e desmistificar o grande tabu que permeia a demonização da imagem de Exu, na qual fomos historicamente submetidos e colonizados no contexto de racismo e discriminação contra as religiões de matriz africana.</p>
<p>O evento é voltado para os adeptos da Umbanda, Jurema, Candomblé, religiões de matriz africana, estudantes, pesquisadores e comunidade em geral interessada na temática.</p>
<p>Todos protocolos sanitários serão observados: uso obrigatório de máscara, distanciamento, álcool em gel e respeitando as medidas liberadas para atividades em templos religiosos. Há uma limitação para de 50 participantes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Palestra Desmistificando Exu<br />
Quando: 4 de setembro (sábado), às 14h<br />
Onde: Grupo Umbandista Pena Branca (Rua Frei Caneca, 254, Centro – São Lourenço da Mata/PE)<br />
Inscrições gratuitas pelo e-mail: <strong>gupoumbandistapenabranca@gmail.com</strong><br />
Levar 1k de alimento não-perecível que será doado a comunidade.<br />
Informações: (81) 98773-6417</p>
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		<title>Palestra virtual aborda trajetória e obra de Nelson Ferreira</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 20:16:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Angela Fernanda Belfort]]></category>
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		<description><![CDATA[A jornalista Angela Fernanda Belfort disponibilizou, em seu canal no YouTube, a palestra &#8220;Nelson Ferreira &#8211; o dono da música&#8221;. Contemplada com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a inciativa conta a história de Nelson Ferreira que se entrelaça com a história do frevo, do Carnaval do Recife e de Pernambuco. Além de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/x1J_x8i-hSM" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A jornalista Angela Fernanda Belfort disponibilizou, em seu canal no YouTube, a palestra &#8220;Nelson Ferreira &#8211; o dono da música&#8221;. Contemplada com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a inciativa conta a história de Nelson Ferreira que se entrelaça com a história do frevo, do Carnaval do Recife e de Pernambuco. Além de compositor e maestro, Nelson Ferreira foi importante na consolidação do frevo como música de massa por causa dos cargos que exerceu na Rádio Clube de Pernambuco e na fábrica de discos Rozenblit, que muito contribuíram para o registro e propagação do ritmo. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<item>
		<title>Palestra &#8220;Analogia Necessária: a Gripe Espanhola de 1918 e a Covid-19 no Recife&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 19:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[Para marcar os 159 anos de fundação do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP), acontece nesta quinta-feira dia (28), a transmissão ao vivo da palestra &#8220;Uma Analogia Necessária: a Gripe Espanhola de 1918 e a Covid-19 no Recife&#8221;. Quem vai conduzir a apresentação, a partir das 19h, é o professor Alexandre Caetano da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para marcar os 159 anos de fundação do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP), acontece nesta quinta-feira dia (28), a transmissão ao vivo da palestra &#8220;Uma Analogia Necessária: a Gripe Espanhola de 1918 e a Covid-19 no Recife&#8221;. Quem vai conduzir a apresentação, a partir das 19h, é o professor Alexandre Caetano da Silva, estudioso do tema, no canal oficial da Secult-PE/Fundarpe: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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