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	<title>Portal Cultura PE &#187; PalhaçAria</title>
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		<title>Teatro de Retalhos oferece oficina de &#8220;Palhaçaria&#8221; em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Robson Lima/Divulgação Celebrando os 18 anos de existência, o coletivo Teatro de Retalhos, de Arcoverde, apresenta a formação em palhaçaria “Que Palhaçada é Essa?”, uma formação síncrona, com aulas online e presencial, com total de 54 horas/aula e formato totalmente gratuito. Com incentivo do Funcultura, através da Fundarpe e Secretaria de Cultura do Governo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-09-at-11.11.18.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123245" alt="WhatsApp Image 2026-03-09 at 11.11.18" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-09-at-11.11.18-607x400.jpeg" width="607" height="400" /></a><br />
Foto: Robson Lima/Divulgação</p>
<p>Celebrando os 18 anos de existência, o coletivo Teatro de Retalhos, de Arcoverde, apresenta a formação em palhaçaria “Que Palhaçada é Essa?”, uma formação síncrona, com aulas online e presencial, com total de 54 horas/aula e formato totalmente gratuito. Com incentivo do Funcultura, através da Fundarpe e Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco, a ação segue com inscrições gratuitas apenas para pessoas do interior do Estado através do link<a href="https://forms.gle/yL6wsdMzd2mUaVcAA" target="_blank"> forms.gle/yL6wsdMzd2mUaVcAA</a>.</p>
<p>Também é possível a leitura do regulamento e a visualização do mesmo em libras no site <a href="https://teatroderetalhos.com.br/que-palhacada-e-essa/" target="_blank">teatroderetalhos.com.br/que-palhacada-e-essa</a>.</p>
<p>Para inscrever-se é preciso preencher no formulário, além dos dados pessoais, carta de intenção apresentando as expectativas da candidata/o sobre o curso. Interessados em concorrer à ajuda de custo, que varia de acordo com a cidade de origem, também deverão informar e apresentar comprovações por meio do formulário.</p>
<p>Podem se inscrever apenas pessoas do interior de Pernambuco e haverá ajuda de custo para deslocamento até Arcoverde, local da formação.</p>
<p>A carga horária de 54h será composta por 4 módulos, com aulas presenciais nos fins de semana e aula online durante a semana: Palhaças e palhaços na história do mundo e dos nossos territórios (presencial de 17/4 a 19/4 e online 23/4); a voz na comicidade (presencial de 01/5 a 3/5 e online 07/5); a fisicalidade e energia no palhaço (palhaço brincante &#8211; presencial de 15/5 a 17/5, online 21/5) e construção de números e gags (presencial de 29/5 a 31/5), com direito a culminância ao fim da formação.</p>
<p>Todas as medidas de acessibilidade serão disponibilizadas para pessoas com deficiência interessadas em participar, como Libras e espaço arquitetônico adaptado para cadeirantes &#8211; o curso ainda conta com assessoria especializada para demandas no universo de acessibilidade e inclusão.</p>
<p>O<em> Teatro de Retalhos</em> é um coletivo nascido e sediado na cidade de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, em Pernambuco. Por isso, o curso propõe um mergulho na linguagem do palhaço e sua poética, um processo de instrumentalização e aprimoramento de técnicas orientados na reflexão sobre identidade territorial: quais as demandas, a lógica, e as particularidades culturais e regionais que compõem a comicidade nos interiores de Pernambuco.</p>
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		<title>Em Serra Negra, País das Brincadeiras se despede com espetáculos lotados</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 14:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Teatralidade, música, palhaçaria e cultura popular – um misto de arte e alegria para toda a família. Foi assim que o público pôde se despedir do País das Brincadeiras, em Serra Negra, neste domingo (10). O terceiro e último dia de programação do polo contou com montagens especiais que encantaram a todos que estavam sob [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119711" aria-labelledby="figcaption_attachment_119711" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-11.25.47-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119711" alt="Fotos: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-11.25.47-1-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Teatralidade, música, palhaçaria e cultura popular – um misto de arte e alegria para toda a família. Foi assim que o público pôde se despedir do País das Brincadeiras, em Serra Negra, neste domingo (10). O terceiro e último dia de programação do polo contou com montagens especiais que encantaram a todos que estavam sob a lona, lotando o espaço.</p>
<p>“Lindo de ver as pessoas envolvidas com o País das Brincadeiras, vindo assistir e se encantar com o encontro das artes. Ainda estamos na terceira cidade, mas é nítida a recepção do público, que torna cada espetáculo ainda mais especial. E é isso que destaca o Festival Pernambuco Meu País, por ser multicultural, plural e que só é possível graças à força do público. Ainda temos Pesqueira, Gravatá, Arcoverde e Caruaru, e temos certeza que vamos encher a lona e trazermos magia e alegria para todos”, destacou o assessor de Artes Circenses da Secult-PE, André Ramos.</p>
<p>Começando às 14h, o espetáculo “Piruá de Circo” levou ao palco a divertida e reflexiva história do palhaço Piruá. Em busca de reconhecimento e enfrentando o fracasso, ele decide criar seu próprio circo, assumindo diversos papéis em números de malabarismo, equilibrismo, mágica e até ciência. A apresentação misturou humor, crítica e encantamento, envolvendo crianças, jovens e adultos em uma verdadeira celebração da arte circense.</p>
<div id="attachment_119712" aria-labelledby="figcaption_attachment_119712" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-11.25.47.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119712" alt="O Grupo de Dança Folcpopular apresentou o espetáculo “Papangus em Folia”, uma encenação protagonizada por crianças e jovens, que contou a história da manifestação cultural dos papangus, figura típica do carnaval no interior de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-11.25.47-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O Grupo de Dança Folcpopular apresentou o espetáculo “Papangus em Folia”, uma encenação protagonizada por crianças e jovens, que contou a história da manifestação cultural dos papangus, figura típica do carnaval no interior de Pernambuco</p></div>
<p>Em seguida, às 15h, foi a vez da tradição popular ganhar destaque com o Grupo de Dança Folcpopular, que apresentou o espetáculo “Papangus em Folia”. A encenação foi protagonizada por crianças e jovens e contou a história da manifestação cultural dos papangus, figura típica do carnaval no interior de Pernambuco. Com figurinos coloridos e coreografias envolventes, o espetáculo destacou a importância da memória, da oralidade e da valorização das tradições locais, emocionando o público.</p>
<p>Encerrando a programação, a Cia Brincantes de Circo apresentou “Atrapalhaços”, uma intervenção de palhaçaria que combinou técnicas circenses com elementos da cultura popular nordestina. A performance foi marcada por muita improvisação e interação com o público, que caiu nas gargalhadas. A intervenção reafirmou o poder do riso e da arte popular, finalizando a tarde com leveza e alegria no País das Brincadeiras.</p>
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		<title>Cia Biruta apresenta temporada gratuita em Petrolina entre 8 e 10 de abril</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-biruta-apresenta-temporada-gratuita-em-petrolina-entre-8-e-10-de-abril/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 18:49:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O espetáculo “Chico e Flor contra os monstros da Ilha do Fogo” volta aos palcos do Teatro Dona Amélia, em Petrolina (PE), de 8 a 10 de abril, com uma temporada gratuita para comemorar seus 10 anos. As sessões, exclusivas para escolas da rede municipal de ensino, contarão com interpretação em Libras, incentivo do Governo de Pernambuco, através da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/2023.09.24-Chico-e-Flor-Foto-Fernando-Pereira_49.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117069" alt="Foto: Fernando Pereira/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/2023.09.24-Chico-e-Flor-Foto-Fernando-Pereira_49-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O espetáculo “Chico e Flor contra os monstros da Ilha do Fogo” volta aos palcos do Teatro Dona Amélia, em Petrolina (PE), de 8 a 10 de abril, com uma temporada gratuita para comemorar seus 10 anos. As sessões, exclusivas para escolas da rede municipal de ensino, contarão com interpretação em Libras, incentivo do Governo de Pernambuco, através da Lei Paulo Gustavo, e apoio da Prefeitura de Petrolina. Na peça da Cia Biruta de Teatro, Antônio Veronaldo e Camila Rodrigues dão vida a Chico e Flor, dois aventureiros em uma viagem fantástica pelas lendas do rio São Francisco.</p>
<p>“Apresentamos as lendas como mote para estabelecer o jogo cênico e desenvolver uma poética ribeirinha a partir de imagens e referências sobre as tradições orais em torno da Ilha do Fogo, localizada em Petrolina (PE). Através desse imaginário, dialogamos com temas atuais, fazendo referências simbólicas à degradação do rio e ao desenvolvimento não sustentável”, conta Antônio Veronaldo, que assina a dramaturgia e a direção do espetáculo.</p>
<p>Nesta temporada, o público contará também com mediação cultural. “Queremos proporcionar uma imersão nas lendas que permeiam o imaginário ribeirinho. No início de cada apresentação faremos uma introdução às lendas, contextualizando sua origem e significados na cultura local. E, ao final, realizaremos um bate-papo com a participação do elenco, da equipe de produção e da barqueira, agricultora e pescadora da Ilha do Massangano, Maria Conceição Nascimento. Nosso objetivo é preparar o público e amplificar sua experiência teatral”, revela Camila Rodrigues, atriz e produtora executiva do projeto.</p>
<p>“Chico e Flor contra os monstros da Ilha do Fogo” é um espetáculo com dramaturgia autoral da Cia Biruta de Teatro. A peça narra a história do barqueiro Chico, um barqueiro que conhece o Rio São Francisco como ninguém! Mas ele tem uma missão: enfrentar os monstros da Ilha do Fogo para libertar as lendas e reencontrar sua família. Ao seu lado, Flor, uma menina curiosa e destemida, entra nessa jornada cheia de desafios, mistérios e encantamento.</p>
<p><strong>Prêmios</strong> &#8211; Desde a sua estreia, em maio de 2015, o espetáculo vem participando de festivais relevantes para a cena artística voltada para as crianças, tanto na cidade e no estado, quanto fora dele. Entre os principais eventos e premiações do espetáculo estão o Prêmio Pernalonga de Teatro 2018; 11º Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana – Fenatifs (Bahia, 2018); a III Mostra Internacional de Teatro da Paraíba (Sousa, 2017); o 23º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos (Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco, Recife – PE, 2017), no qual foi indicado a 7 prêmios e ganhou 3 (melhor trilha sonora, melhor iluminação e melhor atriz); o II Festival de Teatro Wellington Monteclaro (Juazeiro – BA, 2017), onde foi premiado na categoria de melhor atriz e escolhido o segundo melhor espetáculo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Secult-PE comemora Dia do Palhaço no Bairro do Recife neste domingo (15)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 18:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115103" aria-labelledby="figcaption_attachment_115103" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-11-at-12.46.11.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115103" alt="Caio Braga, Palhaço Piripaque/Arquivo Pessoal" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-11-at-12.46.11-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caio Braga, Palhaço Piripaque/Arquivo Pessoal</p></div>
<p dir="ltr">Neste domingo (15), o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), transformará o Bairro do Recife em palco de uma celebração especial gratuita para comemorar o Dia do Palhaço, celebrado no dia 10 de dezembro. O evento é organizado pelo produtor cultural Mickael Marvey.</p>
<p dir="ltr">O evento, que começa às 15h30, promete encantar o público de todas as idades com um cortejo de palhaços pela Avenida Rio Branco. A ação contará com a participação de mais de 25 palhaços de diferentes segmentos, incluindo circo itinerante, festas infantis e artistas de rua. Dentre os destaques estão Josué Pereira de Moura, o palhaço Pinóquio; Wednardo, o palhaço Mentirinha; e Mateus, o palhaço da nova geração que atua em festas infantis. O palhaço Borica, e outros artistas de grande relevância no estado também marcarão presença.</p>
<div id="attachment_115104" aria-labelledby="figcaption_attachment_115104" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-11-at-14.22.12.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115104" alt="Paula de Tassia, Palhaça Carambola/Arquivo Pessoal" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-11-at-14.22.12-607x410.jpeg" width="607" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Paula de Tassia, Palhaça Carambola/Arquivo Pessoal</p></div>
<p dir="ltr">Após o cortejo, às 17h30, o público poderá assistir a apresentações de esquetes circenses, com artistas locais, trazendo performances que exploram o legado e a importância dos palhaços na cultura popular. As atividades serão realizadas ao ar livre, com entrada gratuita e sem necessidade de inscrição prévia.</p>
<p dir="ltr">“O Dia do Palhaço vai além de uma simples celebração do riso; é uma oportunidade para reconhecer o trabalho de inúmeros artistas que, com dedicação e talento, preservam as tradições do circo e do entretenimento popular. Ao promover esta iniciativa, buscamos reforçar a importância do palhaço como um símbolo da nossa cultura popular e da história do circo. Este evento gratuito oferece a todos a chance de experimentar o humor, a alegria e o encantamento que o palhaço proporciona”, afirma a secretária de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Dia 15/12/2024</strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo de Palhaços</p>
<p dir="ltr">Concentração às 15h:30min.</p>
<p dir="ltr">Início as 16h.</p>
<p dir="ltr">Término às 17h</p>
<p dir="ltr">Local: Avenida Rio Branco, Bairro do Recife.</p>
<p dir="ltr"><strong>Data: 15/12/2024</strong></p>
<p dir="ltr">Apresentação de esquetes circenses</p>
<p dir="ltr">Horário: 17h:30min</p>
<p dir="ltr">Local: Avenida Rio Branco, Bairro do Recife</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Teatro Arraial Ariano Suassuna inicia nova temporada de espetáculos nesta quinta (21)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/teatro-arraial-ariano-suassuna-inicia-nova-temporada-de-espetaculos-nesta-quinta-21/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 19:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>

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		<description><![CDATA[Que abram as cortinas e ecoem as tradicionais “batidas de Molière”, a nova temporada de espetáculos do Teatro Arraial Ariano Suassuna vai começar. Resultado do edital de ocupação de pautas 0004/2024, a temporada tem início nesta quinta-feira (21) e segue até o dia 15 de dezembro com três espetáculos. Compõem a programação: “Sulear: Conscientização e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Que abram as cortinas e ecoem as tradicionais “batidas de Molière”, a nova temporada de espetáculos do Teatro Arraial Ariano Suassuna vai começar. Resultado do edital de ocupação de pautas 0004/2024, a temporada tem início nesta quinta-feira (21) e segue até o dia 15 de dezembro com três espetáculos.</p>
<p>Compõem a programação: “Sulear: Conscientização e Emancipação Social” para a mini temporada de dança; “Canções, Cancionetas e Caçarolas” para a mini temporada de circo; e “O Problema é a Cerca” para a mini temporada de teatro. Todas as apresentações são gratuitas.</p>
<p>“Finalmente nossa temporada de espetáculos do Teatro Arraial Ariano Suassuna vai começar e estamos muito felizes com a grade. Todos os finais de semana com dança, teatro e circo. É uma programação muito bacana para todas as idades, todos os gostos, de muita qualidade e em variada. Vai ser incrível! Convido a todo mundo que venha para conferir essa temporada linda”, destaca a gestora do equipamento, Ana Cláudia Wanguestel.</p>
<p><strong>Confira abaixo mais informações de cada espetáculo e o cronograma completo da programação:</strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Fotógrafo_Márcio-Borgest_foto1-sulear-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114566" alt="Foto:  Márcio Borgest/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Fotógrafo_Márcio-Borgest_foto1-sulear-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Sulear: Conscientização e Emancipação Social</strong></p>
<p>Intencionando o diálogo com paradigmas alternativos referentes aos corpos do Sul, suleando, repensando e reestruturando as fronteiras do humano, na elevação do pensamento e da linguagem dançante e expressiva como força motriz comunicativa é que “Sulear: Conscientização e Emancipação Social” , busca a reivindicação da superação social na transgressão do atual sistema do capital que impera no mundo, invertendo os polos e os pontos, as rotas e as retas, ampliando as possibilidades de caminhos em reticências, tomando como inspiração o Movimento Armorial e a Dança Brasílica. O espetáculo intenciona o diálogo com paradigmas alternativos referentes aos corpos do Sul, suleando, repensando e reestruturando as fronteiras do humano, na elevação do pensamento e da linguagem dançante e expressiva como força motriz comunicativa inspirada no Movimento Armorial e Dança Brasílica.</p>
<p>Quando? 21 a 30/11 (quintas, sextas e sábados), às 19h.<br />
<strong>Canções, Cancionetas e Caçarolas</strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/cancionetas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114567" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/cancionetas-607x440.jpg" width="607" height="440" /></a></p>
<p>Criado a partir da pesquisa Laboratório de Palhaçaria a peça é uma ode ao palhaço-instrumentista-cantor, fenômeno do circo brasileiro. Nesse pocket show, três palhaços, Pureza, Dunga e Pachello, trazem à cena músicas clássicas do repertório circense de uma forma lúdica e divertida. Um espetáculo com direção geral de Alexsandro Silva, produção executiva de Arnaldo Rodrigues e realização da Cia. 2 em cena de circo-teatro. Três palhaços-cantores e um divertido repertório de canções, cancionetas, caçarolas e palhaçadas. Os palhaços Pureza, Dunga e Pachello convidam o público a cantar antigas canções de palhaços, relembram cantigas de roda e cantam divertidas paródias, além de trazer à cena clássicas brincadeiras de Palhaço.</p>
<p>Quando? 24/11 a 15/12 (domingos)<br />
16h (24/11 e 01/12) 15h e 17h (08 e 15/12)<br />
<strong>O Problema é a Cerca</strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Foto-3-Kaian-Alves-kaian.alves-o-problema-é-a-cerca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114568" alt="Foto: Kaian Alves/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Foto-3-Kaian-Alves-kaian.alves-o-problema-é-a-cerca-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>O espetáculo idealizado pela multiartista Renna Costa questiona se a cerca cultiva ou aprisiona, e reflete sobre as cercas invisíveis que isolam os corpos travestis socialmente. A narrativa simboliza essa solidão como um isolamento social, utilizando a metáfora da cerca de arame farpado, usada para demarcar fronteiras e propriedades privadas, destacando-se episódios como o corte do arame; no território indígena Kapinawá e o impacto negativo dos parques eólicos no nordeste brasileiro. Desde 2021, a peça tem sido apresentado em várias mostras e festivais, recebendo reconhecimento, como a Menção Honrosa de Pesquisa de Discurso Para a Cena na XVII Semana do Teatro do Maranhão em<br />
2022. Renna Costa evoca em ritual trazer questões das cercas sociais que excluem corpos travestis e a problemática da cerca na luta pela terra.</p>
<p>Quando? 05 a 14/12 (quintas, sextas e sábados), às 19h</p>
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		<title>Panela do Jazz prepara dez horas de programação gratuita com espetáculos de música e palhaçaria</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 15:24:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113796" aria-labelledby="figcaption_attachment_113796" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-113796" alt="Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista Gilú Amaral</p></div>
<p>A experiência exalada por mais de cinco décadas musicais do Quinteto Violado junta-se ao frescor da nova geração de artistas do improviso para compor a programação do Panela do Jazz, um dos principais festivais do gênero no Nordeste. O evento retorna este ano após um hiato sabático no Recife, em 2023, robustecido por uma grade repleta de atrações prestigiadas na região e nos palcos Brasil afora, e mantém a mescla de linguagens artísticas para fazer das ruas do bairro do Poço da Panela &#8211; berço e casa desde a origem &#8211; a passarela festiva de todas as artes, pessoas e formas de afeto cultural pela cidade. A edição de retorno está marcada para o dia 19 de outubro e prevê mais de dez horas de atividades visuais, cênicas, musicais e de empreendedorismo com acesso inteiramente gratuito para públicos de todas as idades.</p>
<p>A primeira atração a subir ao palco é Neris Rodrigues e o Trombonando, às 17h. A grade segue com a apresentação de Laís de Assis Trio (18h30), Duo Repercuti (com o show <em>Duo Repercuti Convida Tambores da Xambá</em>, 20h), Gilú Amaral (21h30) e encerra com o show do Quinteto Violado Instrumental (23h) &#8211; apresentação ocorre em plena véspera de aniversário de 53 anos do grupo, um dos mais longevos do Estado e do Brasil, e ganha contornos de comemoração. As performances musicais são seguidas, nos intervalos, pelo som comandado pelo DJ Ari Falcão, com execução de standards do jazz por meio de discos em vinil.</p>
<p>A quinta edição do Panela do Jazz tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do governo federal. Conta com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O evento realizou a primeira edição em 2018, realizou uma versão inteiramente virtual durante a pandemia da covid-19 e já chegou ao município de Triunfo, no Sertão do Estado, com performances musicais, atividades formativas e ações de valorização dos músicos da região.</p>
<p>A retomada em 2024 renova também a proposta urbana do Panela do Jazz de fazer da ocupação das ruas da cidade um momento de reflexão sobre o uso democrático do espaço público e da integração harmônica com o meio ambiente e o fomento econômico da região onde o evento é realizado. O festival contrata mão de obra local e providencia estrutura para comércio de moradores e empresas sediadas no bairro &#8211; com oferta de gastronomia, artesanato e de outras linguagens para dinamizar o acesso à arte e ao desenvolvimento de forma sustentável e integrado.</p>
<p>Além do cinquentenário grupo Quinteto Violado, a personalidade homenageada deste ano é Capiba, gênio do frevo e referência para todas as gerações de músicos pernambucanos &#8211; e até brasileiros &#8211; pelo legado musical pontuado pelo domínio do improviso e pela aura contagiante das composições revisitadas, sobretudo, durante os Carnavais. O músico, pianista e compositor pernambucano Lourenço de Fonseca Barbosa, da agrestina Surubim, nasceu há exatos 120 anos e legou à cultura do Estado pérolas como <em>Madeira que Cupim Não Rói</em> (1963), <em>Oh, Bela</em> (1970) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (1972), entre muitos outros sucessos.</p>
<p>A exaltação do frevo no tributo ao mestre escorre para as masterclasses promovidas pelo Panela do Jazz, de 15 a 16 de outubro, no Paço do Frevo, no Bairro do Recife, das 14h às 17h: Do Choro ao Frevo (harmonia funcional), na terça-feira, e A Improvisação em Arranjos de Frevo, na quarta-feira. A primeira aula é conduzida pelo compositor, arranjador, professor e diretor musical Marco César; e a segunda pelo baixista, compositor, arranjador, diretor musical e pesquisador Marcos FM. Ambas se destinam ao público em geral &#8211; com prioridade para estudantes da rede pública de ensino &#8211; e se propõem a estimular o conhecimento e a formação sobre a cultura local, principalmente entre as parcelas jovens da população.</p>
<p>A programação do dia do festival começa com o lançamento e a abertura da feira Olegarinha de Artes da Mulher (14h), voltada à economia criativa e ao empreendedorismo feminino e sob curadoria da designer e chef Cecília Montenegro. O espaço presta homenagem à abolicionista e ícone da luta pela emancipação feminina Olegária Carneiro da Cunha, conhecida como Mãe do Povo por organizar bazares e outras atividades para arrecadar fundos e custear cartas de alforrias de escravizados na região. As inscrições para participar podem ser feitas pelo link na bio do Panela do Jazz no <a title="@paneladojazz" href="https://www.instagram.com/paneladojazz/" target="_blank">Instagram</a>.</p>
<p>A exposição <em>Momento</em>, concebida e montada pela fotógrafa francesa radicada no Recife Dominique Berthé e pelo artista plástico Imaraí Freitas, é uma das opções acessíveis ao público do festival &#8211; a mostra na casa-ateliê dela (Rua Álvaro Macêdo, 70) fica aberta das 16h às 20h do sábado. As obras versam sobre trajetória, criações, expressões e linguagens da artista.</p>
<p>O festival recria o encantamento bem-humorado dos artistas circenses de edições anteriores com uma tripla apresentação, a partir das 16h30, para crianças e adultos. A Palhaça Vareta exibe o espetáculo <em>Desentupirada</em>, com situações cômicas e inusitadas vivenciadas pela palhaça tomada por uma dor de barriga pouco antes de dar início ao show, com contorcionismo, malabarismo, equilibrismo e música.</p>
<p>Às 17h30 é a vez do Palhaço Gambiarra fazer a performance de <em>Um Curto-Circuito de Risos</em>, um passeio pela contação de histórias e pelos brinquedos populares a partir de vários números. As apresentações circenses são encerradas com o espetáculo <em>Meu Circo</em>, da companhia homônima, às 18h30.</p>
<p>O fim de tarde é marcado pela exibição do <em>Projazzções</em>, incursão artística com a ideia de combinar harmonicamente imagens e músicas por meio da projeção de fotografias em sintonia com standards do jazz nacional e internacional. A proposta do fotógrafo Anderson Steves e do DJ Ernesto Jr. é evidenciar o diálogo e a sinergia criada pela combinação de vertentes artísticas de apreciação sensorial diferente &#8211; visual e auditiva.</p>
<p>“O Panela do Jazz tem uma preocupação permanente com a valorização da cultura brasileira e da cena instrumental por meio do jazz e da ponte com outras musicalidades nacionais e estrangeiras. É um evento para cultivar a relação com as múltiplas linguagens da arte e instigar a ocupação da rua, da cidade pela população”, resume o idealizador e diretor-geral do evento, o produtor cultural Antonio Pinhêiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira os resumos dos shows:</strong></span></p>
<p><em>A homenagem ao mestre Capiba atravessa as apresentações do Panela em 2024, com influência dos improvisos do frevo e do jazz a cada performance sobre o palco.</em></p>
<p><strong>Neris Rodrigues e o Trombonando -</strong> O show Música do Mundo esmiúça a trajetória do jazz no Brasil e se debruça sobre as fusões com frevo, coco, agueré, funk, música ancestral árabe e percussão afrodescendente. A apresentação mescla sons em percurso pela ideia de brasilidade e prepara um número especial à base de frevo em tributo a Capiba.</p>
<p><strong>Lais de Assis Trio -</strong> A violeira, arranjadora, pesquisadora e arte-educadora pernambucana criou uma linguagem própria à frente do instrumento de corda e usa como inspiração o universo sonoro nordestino e as ancestralidades. O show em trio tem o acompanhamento da tuba de Alex Santana e da percussão de Nino Alves com improviso inspirado na sonoridade regional.</p>
<p><strong>Duo Repercuti -</strong> O show Duo Repercuti Convida os Tambores da Xambá faz uma celebração da música afro-pernambucana e brasileira com a proposta de uma experiência musical inédita a partir de arranjos específicos das composições do primeiro álbum. O espetáculo se define como símbolo de resistência e identidade cultural.</p>
<p><strong>Gilú Amaral -</strong> Com o recém-lançado álbum O Sopro e a Percussão, o habilidoso percussionista pernambucano exalta a força sonora dos metais na música pernambucana e a conexão com ritmos e gêneros no cenário internacional. A apresentação atravessa o regional com improvisações típicas do jazz sob influência de Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos.</p>
<p><strong>Quinteto Violado -</strong> Grupo icônico da música nordestina e brasileira, com 53 anos de existência, o Quinteto faz da música regional e da pesquisa o material de trabalho das apresentações. A sonoridade própria estabelece conexões com a musicalidade universal e celebra o cosmopolitismo da arte com absorção da contemporaneidade e improvisações jazzísticas, do popular ao erudito. A apresentação no Panela do Jazz enfatiza a faceta instrumental do grupo.</p>
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		<title>Cia. 2 em Cena oferece curso de palhaçaria no Espaço Vila</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 22:01:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Cia 2 em Cena está com inscrições abertas para o Curso de Criação de Números de Palhaços, que acontecerá entre os dias 8 e 29 janeiro de 2022, no Espaço Vila (Rua Radialista Amarílio Nicéas, 76, Santo Amaro – Recife). As inscrições podem ser realizadas de 20 de dezembro a 7 de janeiro, por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Foto-de-Risadinha_-fotográfo-Arnaldo-Sete.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90024" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Foto-de-Risadinha_-fotográfo-Arnaldo-Sete-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>A Cia 2 em Cena está com inscrições abertas para o Curso de Criação de Números de Palhaços, que acontecerá entre os dias 8 e 29 janeiro de 2022, no Espaço Vila (Rua Radialista Amarílio Nicéas, 76, Santo Amaro – Recife). As inscrições podem ser realizadas de 20 de dezembro a 7 de janeiro, por meio deste <a href="https://docs.google.com/forms/d/1d371KrXBn5IN80FKkONN00pWhVQOBiymvehny-rowJw/viewform?edit_requested=true" target="_blank"><strong>link</strong></a>. O investimento é de R$ 150, pago à vista com desconto ou em duas parcelas. Haverá duas turmas: Turma 1 – terças e quintas-feiras, das 18h30 às 21h30; e Turma 2 – sábados, das 8h às 12h.</p>
<p>Realizado de forma presencial, obedecendo todos os protocolos de prevenção ao contágio da Covid-19, o curso tem como objetivo orientar palhaços no desenvolvimento de números, quer seja solo, em duplas ou trios. Destinado a cômicos com alguma experiência, a formação desvenda o processo de composição de números de palhaçaria abordando os tipos de dramaturgias clownescas, a análise de números clássicos, a busca de referências de acordo com a tipologia/persona de cada palhaço, a escolha do tema, a composição do roteiro e a escrita na cena.</p>
<p>O curso terá como docente o palhaço, dramaturgo, encenador e professor de teatro e palhaçaria Alexsandro Silva, intérprete do Palhaço Risadinha. Alexsandro é mestre em Artes Cênicas (UFRN), licenciado em Teatro (UNÍTALO-SP), coordenador e professor do ESPALHA – Programa de Formação em Palhaçaria da Cia. 2 em Cena e pesquisador circense com estudos empreendidos acerca de pedagogias e dramaturgias do palhaço.</p>
<p>Mais informações:<strong> (81) 99665-7271</strong> - Alexsandro Silva.</p>
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		<title>Trupe Circuluz abre inscrições para oficinas de teatro de rua</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2018 15:57:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atores, palhaços, estudantes, arte-educadores, contadores de histórias, circenses e quem mais quiser brincar estão convidados a se inscrever na oficina “Corporeidade e a Cena no Teatro de Rua”, cujas inscrições são gratuitas e deve ser feitas até o dia 14 de agosto  neste link. Ao todo serão disponibilizadas 20 vagas para as aulas, que serão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62309" aria-labelledby="figcaption_attachment_62309" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Trupe Circuluz/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/10409006_782851555091376_119605004807137611_n.jpg"><img class="size-large wp-image-62309" alt="Trupe Circuluz/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/10409006_782851555091376_119605004807137611_n-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">As oficinas foram idealizadas pela Trupe Circuluz</p></div>
<p>Atores, palhaços, estudantes, arte-educadores, contadores de histórias, circenses e quem mais quiser brincar estão convidados a se inscrever na oficina “Corporeidade e a Cena no Teatro de Rua”, cujas inscrições são gratuitas e deve ser feitas <strong>até o dia 14 de agosto  <a href="http://trupecirculuz.wixsite.com/circuluz/single-post/Inscri%C3%A7%C3%B5es-para-Corporeidade-e-a-Cena-no-Teatro-de-Rua">neste link</a>.</strong> Ao todo serão disponibilizadas 20 vagas para as aulas, que serão ministradas pela diretora teatral Raquel Franco Almeida, que também é atriz, palhaça e facilitadora dos processos criativos da Trupe Circuluz.</p>
<p>Com mestrado em artes cênicas e tendo sua pesquisa pessoal voltada para o teatro de rua e palhaçaria, a artista irá desenvolver exercícios, jogos que trabalham a cena teatral de rua e treinos que experimentam brinquedos populares do Maranhão e Pernambuco. A oficina faz parte do projeto de pesquisa “Abre a roda: Corpo e Cena no Teatro de Rua” e tem a proposta de proporcionar aos participantes um espaço de investigação das singularidades do corpo na relação espaço urbano-ator-público. O objetivo é mostrar que a corporeidade ou corporeidades abrangem diferentes possibilidades de expressão, movimento e ação cênica, ou seja, cada ator descortina e potencializa essas singularidades na atuação.</p>
<p>As oficinas acontecerão no dia 17, das 19h às 21h, e nos dias 18 e 19, das 15 às 17h,neste sempre na Sede da Capoeira Lua de São Jorge (Rua Potiguar, nº 29, Cidade Tabajara – Olinda).</p>
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		<title>Festival Internacional de Palhaças do Recife anuncia programação completa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-internacional-de-palhacas-do-recife-anuncia-programacao-completa/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 15:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A terceira edição do PalhaçAria &#8211; Festival Internacional de Palhaças do Recife anuncia programação completa e também convida artistas e interessados na área a participarem de oficinas gratuitas. Realizado pela Cia. Animée, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o festival aporta na capital pernambucana entre os dias 13 e 17 de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira edição do <strong>PalhaçAria &#8211; Festival Internacional de Palhaças do Recife</strong> anuncia programação completa e também convida artistas e interessados na área a participarem de oficinas gratuitas. Realizado pela Cia. Animée, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o festival aporta na capital pernambucana entre os dias 13 e 17 de setembro.</p>
<div id="attachment_52686" aria-labelledby="figcaption_attachment_52686" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Dante Mikael</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Sampalhaças-Fotos-Dante-Mikael-Divulgação-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-52686" alt="Dante Mikael" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Sampalhaças-Fotos-Dante-Mikael-Divulgação-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um cortejo cênico do Coletivo Sampalhaças abre a programação </p></div>
<p>Todas as nuances e particularidades do humor feminino vão ganhar palcos e praças da cidade, dando visibilidade e incentivando ainda mais a participação das mulheres na expressão circense. Com atrações nacionais e internacionais, a programação contempla mostras de trabalhos solos e em grupo, cortejo cênico, fórum e intercâmbio.</p>
<p>No eixo de formação cultural, o 3º PalhaçAria se propõe a atualizar a pesquisa de linguagem do espaço feminino na arte e promove o intercâmbio na linguagem do palhaço. A edição privilegia duas oficinas e contribui para divulgação da primeira <strong>ESCOLA DE PALHAÇAS</strong> do Brasil, fundada em São Paulo, este ano, por Andrea Macera, do Teatro da Mafalda, com uma oficina exclusiva para mulheres. Como de costume, o Festival sempre impulsiona uma oficina por uma palhaça de outro país, incentivando a multidisciplinaridade entre culturas. Este ano, traz a argentina Letícia Vetrano, com seu <strong>SEMINÁRIO INTENSIVO DE CLOWN</strong>, para palhaços experientes, mas também para atores, dançarinos, cantores e artistas de diferentes disciplinas circenses.</p>
<div id="attachment_52685" aria-labelledby="figcaption_attachment_52685" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amondine Dooms</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/leticiavetrano-foto-Amondine-Dooms.jpg"><img class="size-medium wp-image-52685" alt="Amondine Dooms" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/leticiavetrano-foto-Amondine-Dooms-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A argentina Leticia Vetrano vai ministrar intensivo de Clown</p></div>
<p>Para a argentina Letícia Vetrano, o clown é um estado de disponibilidade física, emocional e espiritual. O artista surpreende o espectador com algo inesperado. Ela vai preparar o corpo do ator com treinamento físico, respiração e jogo para encontrar a máscara. Letícia vai trabalhar elementos da técnica como projeção, urgência, comunicação pública, transparência, permeabilidade e surpresa.</p>
<p>A Palhaçaria Feminina de Andrea Macera &#8211; a palhaça Mafalda Mafalda &#8211; busca extrair a figura-síntese e pessoal de cada participante na linguagem do palhaço. Os encontros consistem em treinamento físico e da máscara, além de uma pesquisa do material individual/cênico para a composição do personagem e de números individuais. Nesta 3a. edição, o Festival abriu inscrições para palhaços, palhaças e artistas em geral, mantendo o compromisso com a formação e pesquisa na arte da palhaçaria.</p>
<p>O público interessado em participar das oficinas deve enviar currículo e carta de intenção até  o dia 30 de agosto para:<br />
contatopalhacaria@gmail.com. O resultado da seleção será anunciado até 10 de setembro.</p>
<p><strong>DESTAQUES</strong></p>
<p>Com curadoria de Enne Marx e Nara Menezes, o programa atualiza a pesquisa de linguagem e apoia a cultura do riso com base na profissionalização das palhaças. Recife vai receber palhaças que vem de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Tocantins, Alagoas, Distrito Federal e da Argentina. Além das artistas consagradas, as novatas também têm vez nessa iniciativa, que estimula a formação da palhaça e a composição de números artísticos.</p>
<p>Os destaques internacionais são <strong>Fuera!</strong> e <strong>Metro Y Medio</strong>, ambos da Argentina. Fuera (13/09 às 21h, no Teatro Apolo) é um espetáculo dramático de palhaça, com a atriz Letícia Vetrano. Apresenta o autoengano da protagonista, María Peligro, que não aceita a morte dos pais e finge que nada aconteceu, numa tentativa obsessiva de preservar o que foi. Mas a chave muda quando acorda no dia do aniversário e resolve dar uma guinada no próprio destino com festa e tudo. Transformar sua história triste em um delírio terrivelmente cômico é o seu presente.</p>
<p>Já Metro Y Medio (dia 15/09 às 21h, no Teatro Hermilo Borba Filho), com a atriz palhaça Maku Fanchulini, é baseado em ações físicas e cômicas de fácil comunicação. Os momentos técnicos, risonhos e explosivos ocorrem dinamicamente e fazem parte de um universo cheio de equilíbrios excêntricos, delírios, participação ativa da platiea, provocação e ternura que levam a um fim surpreendente e inesperado.</p>
<p><strong>MUDANÇAS E EMPODERAMENTO FEMININO</strong></p>
<p>Já foi o tempo em que mulheres tinham que se fingir de homens para entrar na brincadeira. Isso ocorreu com Maria Elisa Alves dos Reis (1873-2007), verdadeira identidade do célebre palhaço Xamego, do Circo Guarany, entre as décadas de 1940 e 1960. Ela tinha que se passar por homem para praticar sua arte e sua trajetória é contada no documentário <em>Minha Avó Era Palhaço!</em>, realizado por sua neta, Mariana Gabriel.</p>
<p>Há algumas décadas, eram reservados às mulheres apenas os papeis secundários, de ilustrar uma dança ou ornamentar o quadro do mágico, por exemplo. Cada vez mais palhaças buscam e lutam pelo protagonismo. Para Enne Marx,  &#8221;as mulheres trazem uma dramaturgia própria, com a inclusão de outros temas e a renovação do repertório de piadas, com um olhar crítico sobre o mundo numa perspectiva nossa”.</p>
<p>E esse universo clown ganha força em Pernambuco. “É um mercado em franca expansão. As duas edições do festival Palhaçaria têm contribuído para isso. Com o fomento das oficinas, as apresentações e o debate sobre o ofício da palhaça no contexto profissional”, emenda Nara Menezes. “A gente se inspirou em outros festivais que têm essas características. E consolida nossa ação. A ideia é ampliar a atuação da comicidade feminina”, completa.</p>
<div id="attachment_52684" aria-labelledby="figcaption_attachment_52684" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/DIVULGAÇÃO-DIVAGAR-E-SEMPRE-Las-Cabaças-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-52684" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/DIVULGAÇÃO-DIVAGAR-E-SEMPRE-Las-Cabaças-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Trupe Las Cabaças é uma das atrações confirmadas</p></div>
<p>Juliana Balsalobre e Marina Quinan batizaram suas personagens clownescas de Bifi e Quinam há 11 anos e formam a trupe <strong>Las Cabaças,</strong> de São Paulo. A companhia participa do festival com uma mostra de repertório composta pelos espetáculos <em>Divagar e Sempre</em>, <em>Dia De Caça</em> e <em>SemiBreve</em>. A investigação artística da dupla mergulha no Brasil profundo, com a inclusão de traços da cultura e dos costumes de localidade das regiões Norte e Nordeste. Para isso, de 2009 a 2015 elas residiram em Alter do Chão, no Pará, região amazônica.</p>
<p>Dentro das características clownescas da tonta Bifi e da medrosa Quinam, elas buscam levar o universo amazônico para o mundo da palhaçaria. Em Divagar e Sempre, por exemplo, os números clássicos de picadeiro ganham uma ‘roupagem’ regional, com detalhes das culturas, lendas e prosódias da Amazônia. As experiências junto às comunidades ribeirinhas no norte do país pulsam nas montagens e faz com que a palhaçaria da trupe Las Cabaças se torne mais essencial e encantadora.</p>
<p><strong>CABARÉS, FÓRUM E OUTRAS AÇÕES</strong></p>
<p>Os Cabarés exploram o riso e outras máscaras do palhaço, com quadros curtos em formatos individuais e coletivas. A Cia Animée mostra o resultado de um intercâmbio com as palhaças do Rio de Janeiro, na linguagem Burlesque. As apresentações dos Cabarés variados junta palhaças tarimbadas com novatas do Recife, Rio, Belo Horizonte, São Paulo capital, Santos, São Bernardo do Campo e São José dos Campos. A segunda sessão do Cabaré, no encerramento, vai contar com a participação especial da Banda de Palhaças As Levianas com Pílulas das Levianas.</p>
<div id="attachment_52682" aria-labelledby="figcaption_attachment_52682" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/DIVULGAÇÃO-CABARE-VARIETE-ALESSANDRA-SIQUEIRA-A-MULHER-MAIS-FORTE-DO-MUNDO.jpg"><img class="size-medium wp-image-52682" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/DIVULGAÇÃO-CABARE-VARIETE-ALESSANDRA-SIQUEIRA-A-MULHER-MAIS-FORTE-DO-MUNDO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cabaré Varieté vai ganhar o palco do Teatro Apolo no domingo, 17/8</p></div>
<p>As exibições do festival vão ocupar os teatros Apolo e Hermilo Borba Filho e a Praça do Arsenal da Marinha. Além das oficinas e atividades formativas que ocorrem no Sesc de Casa Amarela.</p>
<p>A maioria dos espetáculos é para o público adulto, no intuito de desmitificar qualquer juízo de que essa arte é destinada apenas ao público infantil. “A palhaça tem oportunidade de trabalhar também questões profundas; de fazer rir e refletir ao mesmo tempo”, pondera Enne Marx.</p>
<p>Além do <strong>Cortejo Cênico Sampalhaças</strong> na abertura, os outros espetáculos com indicação livre e que as crianças podem conferir são <em>O Jardim do Imperador</em> (14/09, às 19h30 no Teatro Apolo), da Cia Pelo Cano, com as atrizes palhaças Paola Musatti e Vera Abbud (sobre um monarca que nomeia seu sucessor através das plantas); as três peças da trupe Las Cabaças: Divagar e Sempre (15/09 às 19h30, no Apolo), Dia De Caça (16/09 às 16h30, no Apolo), e SemiBreve (17/09 às 16h30, no Teatro Hermilo Borba Filho). Além da apresentação ao ar livre da atriz palhaça Giullia Cooper da Caravana Tapioca, na Praça Do Arsenal da Marinha, com a encenação Chá Comigo (17/09 às 17h), que cria uma bebida com delicadas iguarias de emoção, poesia, afeto, graça e malabarismos.</p>
<p>O Circo di Soladies (que faz uma alusão hilária no nome ao Circo de Soleil), grupo de palhaças de São Paulo vai movimentar o festival com a realização de entrevistas e outras intervenções repletas de humor, que serão postadas no Youtube e Facebook.</p>
<p>O Fórum, um espaço discussão da comicidade e do empoderamento femininos e seus complexos campos de atuação, será realizado no dia 15/09 (sexta-feira), das 16h às 18h, no Sesc Casa Amarela. O projeto é tocado por Manuela Castelo Branco &#8211; que também é palhaça e coordena o Encontro de Palhaças de Brasília – Festival Palhaças do Mundo. Consta de palestra e bate-papo, e exibição de alguns episódios do seriado documental Palhaças do Mundo, em capítulos que mapeiam poeticamente o universo dessas figuras cômicas espalhadas pelo globo, com foco em palhaças brasileiras.</p>
<p>Pela primeira vez o Festival faz uma homenagem, e a escolhida foi a primeira palhaça de Portugal, Teresa Ricou, que ostenta uma longa trajetória artística e mantém a Escola Chapitô, em Lisboa, Portugal.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong></p>
<p><strong> PalhaçAria &#8211; Festival Internacional de Palhaças do Recife 3a. edição</strong><br />
13 a 17 DE SETEMBRO 2017<br />
Homenagem a Tereza Ricou &#8211; 1a. palhaça de Portugal</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira, 13/8</strong></span><br />
Abertura com o Espetáculo CORTEJO CÊNICO SAMPALHAÇAS com Coletivo Sampalhaças (SP) às 19h30- TEATRO HERMILO BORBA FILHO com início na Rua do Apolo</p>
<p>Espetáculo FUERA! com Letícia Vetrano (ARG) às 21h &#8211; TEATRO APOLO</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira, 14/8<br />
</strong></span>Espetáculo O JARDIM DO IMPERADOR com a Cia Pelo Cano (SP) às 19h30- TEATRO APOLO</p>
<p>CABARE VARIETÉ 1 (PE e outros Estados) às 21h &#8211; TEATRO HERMILO BORBA FILHO</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 15/8 </strong></span><br />
DIVAGAR E SEMPRE com Las Cabaças (SP) às 19h30 – TEATRO APOLO</p>
<p>Espetáculo METRO Y MEDIO com Maku Fanchulini (ARG) às 21h00 &#8211; TEATRO HERMILO BORBA FILHO</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 16/8</span></strong><br />
Espetáculo DIA DE CAÇA com Las Cabaças (SP) às 16h30 &#8211; TEATRO APOLO</p>
<p>Espetáculo VALDORF com Casa de Madeira (POA), às 20h00 &#8211; TEATRO APOLO</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, 17/8</strong></span><br />
Espetáculo SEMIBREVE com Las Cabaças (SP) às 16h30 &#8211; TEATRO HERMILO BORBA FILHO</p>
<p>Espetáculo CHÁ COMIGO com Giullia Cooper (SP), às 17h00 &#8211; PRAÇA DO ARSENAL</p>
<p>Encerramento com o CABARÉ VARIETÉ 2 (PE e outros Estados) com participação especial da Banda de Palhaças AS LEVIANAS com PÍLULAS DAS LEVIANAS às 20h00 – TEATRO APOLO</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ATIVIDADES FORMATIVAS</strong></span><br />
LOCAL : SESC CASA AMARELA<br />
Dia 15 (sexta-feira) Das 16h às 18h</p>
<p>FÓRUM<br />
&#8220;PALHAÇAS DO MUNDO&#8221;, documentário e palestra COM MANUELA MATUSQUELA (BRASÍLIA)<br />
Palestra seguida de bate-papo sobre o Ofício Palhaça e do quanto esta linguagem está fortalecida entre as mulheres no mundo. Serão mostrados os vídeos com entrevistas de diversas palhaças.</p>
<p>2 WORKSHOPS DE PALHAÇO:<br />
Escola de Palhaças com ANDREA MACERA (SP) 12h/aula<br />
16 vagas<br />
Dias 14 e 15 de Setembro das 9h às 15h<br />
Local: Sesc Casa Amarela<br />
Pré-requisitos: Apenas para PalhaçAs. Com ou sem experiência.</p>
<p>Oficina Intensiva de Clown com LETÍCIA VETRANO (ARG) 12h/aula<br />
18 vagas<br />
Dias 14 e 15 de Setembro das 9h às 15h<br />
Local: Sesc Casa Amarela<br />
Pré-requisitos: Palhaços e Palhaças com experiência.</p>
<p><em>Inscrições:</em><br />
Enviar currículo e carta de intenção até 30 de Agosto para: contatopalhacaria@gmail.com<br />
Resultado dos Selecionados: 10 de Setembro/2017 por email.</p>
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		<title>Pesquisa sobre palhaçaria e ator-circense apresenta programação gratuita</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 21:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexsandro Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Cia 2 em cena teatro e dança]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Palhaçaria]]></category>
		<category><![CDATA[PalhaçAria]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1274" aria-labelledby="figcaption_attachment_1274" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/10/Cia-2-em-Cena.jpg"><img class="size-medium wp-image-1274 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/10/Cia-2-em-Cena-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Laboratório de Palhaçaria&#8217; está na sua quinta etapa, e atualmente conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura</p></div>
<p>Ao longo de 2016, <strong><a href="https://www.facebook.com/Cia-2-em-Cena-de-Teatro-Circo-e-Dan%C3%A7a-110079135776887/" target="_blank">a Cia. 2 em Cena de Teatro, Circo e Dança</a></strong> realizou mais uma etapa da sua pesquisa <strong>Laboratório de Palhaçaria</strong>, desta vez com foco na elaboração e estudo de um treinamento para o artista de circo-teatro. Agora, o grupo segue com uma programação de culminância desta fase, que terá até o próximo domingo (30) atividades como oficina de socialização dos resultados, uma mesa redonda com os grupos locais de circo-teatro e um ‘cabaré de Palhaçaria’, onde a companhia apresentará números desenvolvidos neste mergulho. Com exceção das oficinas, que já teve inscrições encerradas, as outras ações são abertas ao público.</p>
<p>Segundo Alexsandro Silva, ator e integrante do coletivo, apesar da pesquisa ter como tema macro o laboratório de palhaçaria ela, agrega não apenas elementos da palhaçaria em si, mas do circo como um todo. <em>“Em 2016 focamos no trabalho ator-circense e fizemos algumas perguntas, porque se existe um circo-teatro, a gente tem um ator-circense. Quem é ele? Como ele se desenvolve? Como é seu treinamento e formação? Era essa a nossa preocupação, poder elencar elementos que pudessem fortalecer essa figura e instrumentaliza-la”,</em> explica.</p>
<p>A oficina que compõe a programação será realizada até sexta (28), no Espaço Pasárgada, e tem o objetivo de socializar com os alunos os elementos encontrados na pesquisa. Ao todo, quinze pessoas participam dos encontros, entre atores que fazem circo-teatro, realizadores de pesquisas ou que trabalhem com infância e juventude.</p>
<div id="attachment_17769" aria-labelledby="figcaption_attachment_17769" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Espetaculo-Palhacadas-Historias-de-um-circo-sem-lona.jpg"><img class="size-medium wp-image-17769" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Espetaculo-Palhacadas-Historias-de-um-circo-sem-lona-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cia 2 em Cena realiza o espetáculo &#8216;Palhaçadas – História de um Circo sem Lona&#8217;</p></div>
<p>No sábado (29), haverá uma mesa redonda com os grupos culturais da cidade com a proposta de compartilhar os métodos de treinamentos de cada um deles. A mesa será mediada por Williams Santana e terá a presença dos atores Rafa Santa Cruz, Fátima Pontes e Sérgio Muniz, entre outros. Já no domingo (30), haverá apresentação dos números que foram desenvolvidos ao longo da pesquisa. “<em>Na verdade, são números recriados a partir do contato que tivemos com a técnica do circo, clássicos como As Lavadeiras, A Flor, O Tênis e O Vidente”,</em> revela Alexsandro Silva.</p>
<p><strong>Laboratório de Palhaçaria</strong> está na sua quinta etapa, e atualmente conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. Quatro destas etapas também receberam aportes do fundo estadual, que de acordo com Alexsandro Silva foi de muita importância para a realização do trabalho. <em>“Tudo o que a gente tem como produto é fruto desse mergulho. A gente circula com várias ações e atuamos país afora com a própria divulgação e valorização do circo. Quando a gente faz esses trabalhos, querendo ou não, também fortalecemos a arte circense. E acho que sem o Funcultura teria sido quase que impossível construir tudo o que construímos, além do respeito que temos pelo Brasil”,</em> opina.</p>
<p><strong>Sobre as etapas do Laboratório de Palhaçaria</strong></p>
<p>Empreendida pela companhia, desde 2007, a pesquisa resultou em espetáculos, intervenções e saídas de palhaçaria, além de textos dramáticos e científicos, e um acervo de material sobre o circo e o palhaço brasileiro<a href="http://www.palhacarialaboratorio.blogspot.com.br/" target="_blank"> disponível na internet</a>.</p>
<div id="attachment_17319" aria-labelledby="figcaption_attachment_17319" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/palhacadas2.jpg"><img class="size-full wp-image-17319" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/palhacadas2.jpg" width="600" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Laboratório de Palhaçaria é uma pesquisa realizada desde 2007 e que já resultou em espetáculos, intervenções e saídas de palhaçaria, além de textos dramáticos e científicos e um acervo disponível na internet</p></div>
<p>A primeira etapa, intitulada O Palhaço circense tradicional e realizada de 2007 a 2010, deu origem aos espetáculos <strong>Palhaçadas – história de um circo sem lona</strong> e <strong>Reprilhadas e Entralhofas – um concerto para acabar com a tristeza</strong>.</p>
<p>A segunda etapa, intitulada <strong>Laboratório de Palhaçaria &#8211; uma pesquisa sobre os palhaços brasileiros</strong>,  contou com o incentivo do Funcultura e possibilitou a criação de um acervo através da catalogação de dados sobre palhaços e circos brasileiros, além disso, promoveu um maior aprofundamento sobre a arte da palhaçaria tradicional brasileira.</p>
<p>A terceira etapa da pesquisa, cujo título é <strong>Do terreiro ao picadeiro – uma análise do cômico popular de Pernambuco</strong>, também foi incentivada pelo fundo estadual e buscou elencar as similaridades entre os cômicos de terreiro e picadeiro, analisando a influência do cômico popular pernambucano no palhaço tradicional circense.</p>
<p>A quarta etapa desse estudo, <strong>Uma pesquisa sobre a dramaturgia circense pernambucana</strong>, também contemplada pelo Funcultura, teve como objetivo analisar e refletir sobre a dramaturgia do circo pernambucano, entendendo circo não apenas como as organizações tradicionais que apresentam os seus espetáculos embaixo da lona, mas também, as companhias, trupes e grupos circenses.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Programação de culminância da Pesquisa “Laboratório de Palhaçaria”</strong><br />
Atividades até domingo (30/4)<br />
Mais informações: (81) 3071 2880 | pesquisacia2emcena@gmail.com</p>
<p><strong>Confira a programação completa da quinta etapa do Laboratório de Palhaçaria:</strong></p>
<p><strong>Segunda (24) a sexta (28) | 14h às 17h</strong><br />
Espaço Pasárgada<br />
Oficina “O corpo e a voz no treinamento do ator-circense”</p>
<p><strong>Sábado (29) | 19h</strong><br />
Espaço Fiandeiros<br />
Mesa Redonda com grupos e companhias de circo-teatro locais</p>
<p><strong>Domingo (30) | 19h</strong><br />
Cabaré dos 10<br />
Cabaré de Palhaçaria em comemoração aos 10 anos da companhia</p>
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