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	<title>Portal Cultura PE &#187; Pankararu</title>
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		<title>Objetos etnográficos e patrimônio subaquático são temas de palestras e exposições no Mepe</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 16:28:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue de vento em popa com sua programação. Na tarde desta terça-feira (13), o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebeu o seminário Objetos Etnográficos, Colecionadores e Museus: Debates sobre a Restituição e a Repatriação. Simultanemante acontece a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que fica em cartaz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue de vento em popa com sua programação. Na tarde desta terça-feira (13), o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebeu o seminário Objetos Etnográficos, Colecionadores e Museus: Debates sobre a Restituição e a Repatriação. Simultanemante acontece a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que fica em cartaz até domingo e conta com uma palestra nesta sexta-feira (16). O equipamento está localizado na Avenida Rui Barbosa, nº 960, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>O seminário, ministrado no Auditório do Joaquim Cardoso do Mepe, discutiu os objetos etnográficos musealizados de acordo com os olhares dos colecionadores e as narrativas das coleções. O evento buscou entender o conjunto desses objetos que se encontram em museu e, a partir de uma análise deles objetos, especificamente os da Coleção Etnográfica Carlos Estevão de Oliveira do Mepe, compreender a situação no e do Brasil a fim de aprofundar o entendimento sobre as questões concernentes à restituição e repatriação de bens culturais na atualidade.</p>
<p>A moderação do seminário ficou a cargo de Renato Athias, doutor em antropologia pela Universisade de Paris 10 (Nanterre) e professor de antropologia e museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Renato ciceroneou o palestrante Sarapó Pankararu, liderança da etnia que dá o nome, da Aldeia Brejo dos Padres da Terra Indígena Pankararu e coordenador da Casa de Memória do Tronco Velho Pankararu e da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espirito Santo (Apoinme).</p>
<p>A atividade teve início com uma visita por participantes a outra exposição que já acontece no Mepe, intitulada Pernambuco, Território e Patrimônio de um Povo. Nela o público pôde conferir, com orientação de Sarapó e Renato, exemplos de objetos etnográficos que em seguida foram tratados na palestra. O gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho, junto com outros membros do equipamento, tambvém acompanharam a visitação e a conversa.</p>
<p>Já no Auditório do Joaquim Cardoso foram abordados assuntos como a importância do colecionador Carlos Estevão de Oliveira; a luta política dos pankararus, sobretudo para a salvaguarda e preservação de seus objetos e sua memória; o resgate do patrimônio imaterial de sua etnia; e as ações da Apoinme.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO SUBAQUÁTICO -</strong> No hall do Espaço Cícero Dias do Museu do Estado de Pernambuco está montada a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que tem como foco o acervo pertencente à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha do Brasil, composta por 14 banners com dados e fotografias de naufrágios de importância histórica para o País. De Pernambuco, constam dois naufrágios: o Alfama de Lisboa e o galeão São Paulo. A mostra se tornou possível por meio de uma parceria com Fundação Paranã-buc, representada pelo professor Carlos Rios, da UFPE.</p>
<p>Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos fica em cartaz até o dia 18 de agosto, até sexta-feira (16), das 9h às 17h; e, no sábado e domingo, das 14h às 17h. Ainda sobre o tema, nesta sexta (16), das 15h às 16h, ocorre a palestra Patrimônio Cultural Subaquático Brasileiro: Conceito, Legislação e Desafios para Proteção. A conversa é ministrada por Ricardo Guimarães, que é licenciado em história pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), mestre em arqueologia pela Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP) e doutorando em arqueologia na UFPE.</p>
<p><strong>A SEMANA -</strong> A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é um evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a colaboração de diversos parceiros. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17 de agosto) ao longo dos anos, tem-se estabelecido como um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional, sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais, a partir de ações previstas em quatro eixos: pensar, interpretar, brincar e experimentar o patrimônio.</p>
<p>Este ano, em sua 17ª edição, com o tema Educação, Território e Participação Social, tem por objetivo destacar a relevância dos diferentes processos educativos, da participação social e gestão compartilhada na proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais em diversos territórios pernambucanos. Em seu escopo traz para a discussão a emergência da valorização (no campo do patrimônio) dos saberes das comunidades tradicionais, das tradições orais, dos saberes de artífices, de mestres e mestras, da relação das religiosidades e ofícios com o meio ambiente e natureza; bem como elucidar experiências acadêmicas de entes representativos e de arranjos coletivos de participação social no mapeamento e na gestão, zeladoria e continuidade dos bens culturais.</p>
<p>Com uma extensa programação, a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue com ações o dia 28 de agosto. Confira <a title="17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.even3.com.br/17-semana-estadual-do-patrimonio-cultural-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe lançam Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos 2023</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jan 2024 19:42:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107501" aria-labelledby="figcaption_attachment_107501" class="wp-caption img-width-415 alignnone" style="width: 415px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023.jpg"><img class="size-medium wp-image-107501" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023-415x486.jpg" width="415" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023</p></div>
<p>Uma publicação com pesquisas biográficas, fotografias e textos que reúnem detalhes sobre a trajetória dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco foi lançada, nesta quarta-feira (3), pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O <em>Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco</em> reúne informações sobre os dez mestres, mestras e grupos culturais selecionados no 18º Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco e anunciados em agosto deste ano. Clique <strong><a title="Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023" href="https://fliphtml5.com/rabfh/nvmd/" target="_blank">aqui</a></strong> e confira a publicação.</p>
<p>Os dez Patrimônios Vivos de Pernambuco titulados este ano são: As Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu, de Tacaratu (Sertão de Itaparica); Afoxé Alafin Oyó, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); Assisão, de Serra Talhada (Sertão do Pajeú); Caboclinho Canindé de Goiana (Zona da Mata Norte); Coco de Roda Negros e Negras do Leitão da Carapuça, de Afogados da Ingazeira (Sertão do Pajeú); Ilé Axé Oxalá Talabi, de Paulista (RMR); Mestra Nilza Bezerra da Bonequinha da Sorte de Gravatá (Agreste Central); Mestra Vera Brito, de Vicência (Zona da Mata Norte); Reisado da Comunidade Quilombola do Saruê, de Santa Maria da Boa Vista (Sertão do São Francisco); e Troça Carnavalesca Mista Pitombeira dos Quatro Cantos, de Olinda (RMR).</p>
<p>A publicação, elaborada pela Unidade Gerencial do Registro dos Patrimônios Vivos da Fundarpe, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe, traz dados biográficos imagens e textos descritivos sobre os Patrimônios Vivos de Pernambuco, além de curiosidades e indicações de leituras, sites, vídeos, plataformas e redes sociais em que estão disponíveis mais informações sobre os(as) registrados(as). Cada edição anual traz uma cor presente na bandeira de Pernambuco, sendo amarela a cor de 2023.</p>
<p><strong>LEI DO PATRIMÔNIO VIVO -</strong> A Lei de Registro do Patrimônio Vivo significa um grande avanço das políticas públicas para salvaguardar os patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado. Ao longo dos últimos anos o incremento das inscrições de candidaturas em todas as regiões de Pernambuco levou à necessidade de ampliar mais uma vez o número de bolsas concedidas.</p>
<p>Já a Lei nº 17.489, de 25 de novembro de 2021, aumentou de seis para dez o quantitativo máximo de candidatos contemplados no RPV-PE. Atualmente, para pessoa física, a bolsa é de R$ 2.041,53; e para pessoa jurídica, de R$ 4.083,10.</p>
<p>A última atualização legislativa para a política pública foi a Lei nº 18.126, de 28 de dezembro de 2022, que alterou a Lei nº 12.196, de 2 de maio de 2002, para possibilitar a autoindicação de candidaturas para concorrer ao processo de inscrição do RPV-PE.</p>
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		<title>Mulheres do território indígena Pankararu recebem oficina de mapas afetivos</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 17:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mulheres parteiras indígenas da Aldeia Saco de Barro, no território Pankararu, no município de Jatobá, participarão do projeto Troca de Saberes. A iniciativa que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, proporcionará três dias de oficina de mapas afetivos tendo como foco o tema maternidade. As oficinas pretendem promover espaço de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102548" aria-labelledby="figcaption_attachment_102548" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-28-at-18.10.21.jpeg"><img class="size-medium wp-image-102548" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-28-at-18.10.21-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">] Iniciativa que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, proporcionará três dias de oficina de mapas afetivos tendo como foco o tema maternidade</p></div>
<p>Mulheres parteiras indígenas da Aldeia Saco de Barro, no território Pankararu, no município de Jatobá, participarão do projeto Troca de Saberes. A iniciativa que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, proporcionará três dias de oficina de mapas afetivos tendo como foco o tema maternidade.</p>
<p>As oficinas pretendem promover espaço de interação, no qual as mulheres possam trocar saberes e experiências e refletir sobre a construção de relações de afetos entre mães e filhos e mães e comunidade, além de outros temas como maternidade, paternidade e demais parentalidades possíveis.</p>
<p>A ideia do projeto surgiu da percepção da necessidade das mulheres que convivem nos territórios indígenas de debaterem sobre o tema e expressarem suas vivências e emoções, garantindo a elas um espaço de voz e de acolhimento.</p>
<p>A vivência e as trocas serão base para ab construção coletiva de um produto artístico – o mapa afetivo, utilizando a técnica de desenho, mosaico e bordado livre sobre tecido. Toda oficina terá acessibilidade, podendo ser realizada por cadeirantes e deficientes visuais.</p>
<p>A escolha do local se deu pelo reconhecimento da criatividade que pulsa no território, pela potência das mulheres do local e ainda pela carência de intercâmbio artístico cultural na região.  “Temos a certeza que sairemos desta oficina com a criação de mapas fortes, potentes e belos, carregados de uma força ancestral e de uma identidade muito própria”, afirmou a produtora e oficineira Bruna Pedrosa.</p>
<div id="attachment_102549" aria-labelledby="figcaption_attachment_102549" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-28-at-18.10.27.jpeg"><img class="size-medium wp-image-102549" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-28-at-18.10.27-607x334.jpeg" width="607" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">A vivência e as trocas serão base para a construção coletiva de um produto artístico – o mapa afetivo, utilizando a técnica de desenho, mosaico e bordado livre sobre tecido</p></div>
<p>MAPAS AFETIVOS &#8211; A ideia dos mapas afetivos teve início como uma atividade lúdica dentro das intervenções urbanas do coletivo Praias do Capibaribe. Na época, frequentadores das “praias”, sobretudo as crianças, construíam mapas afetivos da cidade do Recife, a partir da relação que tinham com o Rio Capibaribe.</p>
<p>Durante o projeto de residência artística denominado Confluências, promovido pelo Sesc ao longo de um ano (junho/2018 a agosto/2019), as duas produtoras deste projeto Bruna Pedrosa e Amandine Goisbault criaram a obra Mapa Afetivo da Maternidade (M.A.M.).</p>
<p>O M.A.M. é uma cartografia afetiva sobre experiências maternas, uma grande colcha de retalhos de tecidos impregnados de memórias (lençóis, roupas dos filhos etc), retratando quatro etapas da maternidade: gerar, gestar, parir e criar.</p>
<p>Com a exposição do trabalho durante a Mostra Flutuante, promovida pelo Sesc em Petrolina, e, posteriormente, as imagens dele nas redes sociais, o retorno do público foi positivo e intenso, foi quando perceberam a demanda das pessoas em debaterem sobre o tema e em expressarem suas experiências e emoções pessoais.</p>
<p>Dessa interação surgiu o primeiro projeto formal de Oficina de Mapas Afetivos. Em novembro de 2019, a oficina de Mapas Afetivos foi ministrada durante a Mostra Goyanna de Artes na cidade de Goiana &#8211; PE. Em seguida, a Oficina de Mapas Afetivos de Parentalidades Possíveis foi executada em Paudalho – PE. Em seguida, ela aconteceu no Alto do Moura, em Caruaru e no Recife.<b> </b></p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Mapas Afetivos – Troca de Saberes<br />
Sexta (30/06), sábado (1º/07) e domingo (2/07)<br />
Adeia Saco de Barro, território indígena Pankararu (Jatobá-PE)</p>
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		<title>Encontro de Museus Indígenas em Pernambuco inicia programação no MEPE e na UFPE</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 19:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70532" aria-labelledby="figcaption_attachment_70532" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueiroa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_4501b.jpg"><img class="size-medium wp-image-70532" alt="Fernando Figueiroa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_4501b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os pankararus mediarão oficina no Museu do Estado de Pernambuco na terça-feira (6/8)</p></div>
<p>Começou, nesta segunda-feira (5), o 4º Encontro de Museus Indígenas em Pernambuco, com programação dividida entre o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, e o auditório da Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O encontro, que segue até sexta-feira (9), reúne indígenas de vários povos, pesquisadores, gestores públicos, profissionais, estudantes, militantes e outros interessados no debate a respeito de ações em torno da gestão de coleções etnográficas e acervos de instituições museológicas. Neste ano, o diálogo ganha a contribuição de investigadores de museus e universidades vinculados ao <em>Institut de Recherche pour le Développement </em>(França).</p>
<p>A mesa de abertura do evento foi composta pelo secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, e pela diretora do MEPE, Margot Monteiro, além de Silvana Meireles, secretária-executiva de Cultura do Estado de Pernambuco, Ernani Carvalho, da Pró-Reitoria de Pesquisa da UFPE, José Ronaldo França de Siqueira, da Rede Indígena de Memória e Museologia Social, Marion Fanjat, representante do Instituto França-Brasil, e Fabienne de Pierrebourg, do Musée du Quai Branly, Paris. A coordenação da mesa ficou por conta de Renato Athias, do Departamento de Antropologia e Museologia da UFPE.</p>
<p>Os profissionais franceses que participam do encontro integram o grupo de pesquisa Patrimônios Locais de Governança, baseado no museu que é vinculado ao <em>Institut de Recherche pour le Développement</em>. Participarão dos debates representantes da Universitè Paris III, Sorbonne e Museu Nacional de História Natural. &#8220;Sempre organizamos projetos e recebemos pesquisadores de vários países. Nossa coleção é uma das mais importantes do país e este encontro está marcando um grande momento para nós&#8221;, afirmou Margot Monteiro.</p>
<p>A programação está dividida em duas etapas. Na primeira, até a quarta-feira (7), no MEPE, está prevista a segunda edição das oficinas COLAM (Coleções dos Outros e Memórias de Encontros: Objetos Etnográficos, Plantas e Narrativas). Serão cinco oficinas, cada uma delas mediada por um representante de um povo indígena: Tikuna, Pankararu, Tremembé, Ka’apor e Rankokamekrá. O encerramento, mediado por Renato Athias e Margot Monteiro, trará a divulgação dos resultados preliminares e apresentação das principais discussões dos encontros. Na segunda fase do encontro, haverá quatro mesas de debates, com encerramento na sexta-feira (9) à tarde, na UFPE.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
4º Encontro de Museus Indígenas em Pernambuco<br />
5 a 7 de agosto: Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças, Recife)<br />
8 e 9 de agosto: Biblioteca Central da UFPE (Av. Reitor Joaquim Amazonas &#8211; Cidade Universitária, Recife)</p>
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		<title>Grupo Totem apresenta nova fase da pesquisa em danças e rituais indígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2016 20:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Após mais uma série de vivências com povos indígenas do estado, desta vez com os Xucuru (Pesqueira) e os Kapinawá (Buíque), chegou a hora do<a href="http://grupototemrecife.blogspot.com.br/" target="_blank"> grupo de dança Totem</a> realizar a segunda demostração pública da pesquisa <strong>Rito Ancestral Corpo Contemporâneo</strong>, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<div id="attachment_34266" aria-labelledby="figcaption_attachment_34266" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Rito-Ancestral-Corpo-Contemporâneo_-Foto-Fernando-Figueirôa-8.jpg"><img class="size-medium wp-image-34266 " alt="Fernando Figueirôa/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Rito-Ancestral-Corpo-Contemporâneo_-Foto-Fernando-Figueirôa-8-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta nova fase, grupo Totem se dedicará aos povos Xucuru, de Pesqueira, e Kapinawá, de Buíque</p></div>
<p>A apresentação acontece neste sábado (5/03), em Olinda, com os desdobramentos do mergulho que os integrantes do grupo estão fazendo no cotidiano e nos rituais das comunidades indígenas.</p>
<p><em>&#8220;Vamos fazer um verdadeiro laboratório aberto e prático, para que as pessoas entendam como nós trabalhamos. Queremos um formato mais dialogal do que a outra, que foi mais apresentação&#8221;</em>, explica a dançarina Taína Veríssimo.</p>
<p>A primeira demonstração pública desta pesquisa foi realizada no dia 30 de novembro do ano passado, durante a <em>XVI Mostra de Artes Cênicas A Porta Aberta</em> da Escola Municipal de Arte João Pernambuco, no bairro da Várzea. Na ocasião, o grupo levou ao público o resultado dos intercâmbios culturais com os Pankararu, povo localizado no município de Tacaratu, no sertão do estado.</p>
<p><strong>Rito Ancestral Corpo Contemporâneo</strong> tem como proposta um aprofundamento nas experiências ritualísticas dos três povos indígenas pernambucanos citados, que resultará posteriormente numa apresentação final com todo o material coletado. Através dessa imersão, o grupo voltou às raízes do teatro, que se conecta com o ritual, segundo o pensamento do dramaturgo Antonin Artaud.</p>
<p><em>&#8220;Queremos apresentar melhor o nosso processo de criação interna a partir das vivências externas. Haverá momentos advindos de nossa experiência com a força da jurema sagrada e outras bebidas mágicas que estamos usando nos laboratórios&#8221;</em>, completa Taína.</p>
<p><strong>Experiências com os povos indígenas</strong></p>
<p>Em agosto de 2015, o Totem fez a primeira visita ao Povo Pankararu, no município de Tacaratu. O primeiro ritual vivenciado com os indígenas foi o &#8216;Menino do Rancho&#8217;, num ato no qual se encontram a dança, a performance, o teatro, o ritual, em gestos, postura, olhar e canto.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Rito-Ancestral-Corpo-Contemporâneo_-Foto-Fernando-Figueirôa-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-34265 aligncenter" alt="Fernando Figueirôa/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Rito-Ancestral-Corpo-Contemporâneo_-Foto-Fernando-Figueirôa-6-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Em janeiro deste ano, foi a vez do grupo ir à Pesqueira para vivenciar o ritual de Dia de Reis do povo Xucuru, que representa a abertura do ano para eles. Além de buscar a essência corpóreo-cênica presente nas manifestações desses índios, o grupo conheceu de perto a história de luta e resistência dos Xucurus, junto ao episódio que marcou a morte do cacique Xicão.</p>
<p>A visita aos Kapinawás, localizado perto do município de Buíque, logo em seguida, revelou aos dançarinos um toré e uma sambada de coco bastante peculiares a esse povo. Lá, o grupo visitou a furna sagrada e percebeu a forte ligação que esses indígenas possuem junto aos encantados.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Rito-Ancestral-Corpo-Contemporâneo_-Foto-Fernando-Figueirôa-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-34263 " alt="Fernando Figueirôa/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Rito-Ancestral-Corpo-Contemporâneo_-Foto-Fernando-Figueirôa-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Além das visitas aos povos indígenas pernambucanos, o Totem realizou também estudos de performance e antropologia, a partir de autores como Richard Schechner e Cassiano Sydow Quilici, e laboratórios vivenciais.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>2ª Demonstração da pesquisa &#8220;Rito Ancestral Corpo Contemporâneo&#8221;, do grupo Totem</strong><br />
Sábado (05/03)| 19h<br />
Centro de Cultura Luiz Freire [Rua 27 de Janeiro, 181, Carmo, Olinda]<br />
Gratuito</p>
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		<title>Povos indígenas discutem ampliação do Sistema de Incentivo à Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2015 15:10:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32301" aria-labelledby="figcaption_attachment_32301" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/lideranças-indigenas-Pesqueira-Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-32301" alt="Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/lideranças-indigenas-Pesqueira-Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de lideranças indígenas realizado em 2012, na Aldeia Xukuru Capim de Planta, em Pesqueira.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O momento, que vai contar com a participação da secretária executiva da Secult-PE, Silvana Meireles, tem o apoio da Coordenação de Licença Intercultural Indígena, através da coordenadora e professora Ana Maria Barros. Os Povos Originários (Indígenas) de Pernambuco, serão representados por integrantes das comunidades: Kapinawá, Kambiwá, Pankaiwká, Pankará, Pankararu, Entre Serra Pankararu, Truká, Tuxá, Pipipã, Xucuru, Fulni-ô e Atikun.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo da ação, além de inserir e empoderar o debate relativo às mudanças no SIC, visa reforçar o compromisso da Secult-PE e da Fundarpe em relação aos recursos destinados para a ampliação das políticas públicas culturais destinadas às comunidades tradicionais.</p>
<p><strong>Serviço: </strong><br />
<strong>Ciclo de diálogos com populações indígenas sobre a ampliação do Sistema de Incentivo à Cultura (SIC)</strong><br />
<strong>Quando:</strong> terça-feira, 8 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 9h30<br />
<strong>Local:</strong> Centro Acadêmico do Agreste (CAA) &#8211; UFPE Caruaru (Rodovia BR-104, Km 59, s/nº, bairro Nova Caruaru)<br />
<em>Encontro aberto ao público</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/sugestoes-dos-fazedores-de-cultura-do-estado-melhoram-proposta-de-reformulacao-do-sic/" target="_blank"><strong>Saiba mais sobre o projeto</strong></a></p>
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		<title>Festival mostra a força dos povos indígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 12:09:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5678" aria-labelledby="figcaption_attachment_5678" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-Indígena_Xukuru.jpg"><img class="size-medium wp-image-5678" alt="Índios de várias aldeias do estado participam do encontro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-Indígena_Xukuru-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Índios de várias aldeias do estado participam do encontro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Encontro que vai até sexta (17/8) coloca em debate o futuro das etnias pernambucanas, através dos jovens</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Pedindo força aos encantados, o cacique Marcos Xukuru abriu ontem (14/8), em Pesqueira, o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas na aldeia Capim de Planta, umas das 24 do seu povo. Compondo a mesa de abertura estavam reunidos representantes de todas as etnias indígenas de Pernambuco. Além dos anfitriões, Atikum, Tuxá, Truká, Pankará, Pankararu, Entre Serras Pankararu, Pankaiwká, Kambiwá, Kapinawá, Fulni-ô, Pipipã e Pankaiwká. “O evento junta os povos para percebermos nossas semelhanças e diferenças. O que esse encontro pretende é discutir o que nós, enquanto juventude, precisamos fazer para garantir nossa unidade”, resumiu a autoridade maior do povo Xukuru.</p>
<p>A plateia, também formada por índios de várias aldeias do estado, presenciou o cântico de abertura de Dona Zenilda Xukuru, mãe do atual cacique, e viúva de Xicão. Aos 62 anos, ela é continuadora das lutas do marido, falecido em 1998 em decorrência de sua militância e luta por territórios. “Ainda sou jovem”, disse antes de soltar uma voz forte, de olhos fechados e pés descalços, enquanto cocalhavam dezenas de maracás. “Salve as matas, as terras e os encantados, em nome de Jesus”, terminou.</p>
<p>Enquanto uma parte dos jovens se encaminhou para as oficinas de artesanato, o restante participou da primeira roda de diálogo do encontro sobre juventude indígena. Depois de uma constatação de que os jovens estão cada vez mais alheios aos rituais sagrados, o cacique afirmou: “Precisamos nos organizar. O nosso sonho é que a juventude não se afaste da tradição e possa até mesmo utilizar de novas tecnologias para afirmar a identidade indígena. O ritual é a nossa mola mestre. Os costumes e as tradições são muito importantes. Só assim seremos guerreiros dos povos indígenas”.</p>
<div id="attachment_5679" aria-labelledby="figcaption_attachment_5679" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Marcos-Xukuru_Encontro-Indígena.jpg"><img class="size-medium wp-image-5679" alt="Cacique Marcos Xukuru abriu o encontro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Marcos-Xukuru_Encontro-Indígena-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cacique Marcos Xukuru abriu o encontro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Elizângela, do povo Entre Serras Pankararu, reclamou da apatia dos jovens, ao mesmo tempo em que questionou novas formas de aproximação. “A gente precisa acompanhar o dinamismo da juventude e encontrar novas formas de provocá-los”. Do povo Atikum, com o rosto todo pintado, Penha representou, ao lado de Mônica, o grupo de jovens que se articulou sozinho para ir ao encontro. “Não desistimos de nossa cultura. Estamos aqui aprendendo com os mais velhos”, afirmou Penha, que, ao final do dia, conduziu um toré, dança circular indígena. “Quando eu era criança eu tinha vergonha, meu Deus! Como a pessoa pode ter vergonha da própria cultura?” problematizou.</p>
<p>Encontro vai ter até a próxima sexta-feira (17/8), com rodas de debate, oficinas e apresentações culturais dos povos.</p>
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		<title>Encontro reúne todas as etnias de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 17:08:27 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Até sexta (17/8), 12 povos indígenas do Estado se encontram em Pesqueira, no território Xukuru</em></p>
<div id="attachment_5727" aria-labelledby="figcaption_attachment_5727" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/POVO-INDÍGENA-ENTRE-SERRAS-PANKARARU-Petrolândia2-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5727" alt="Povo Indígena Entre Serras Pankararu estará presente no encontro (Foto: Coordenação para Povos Tradicionais)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/POVO-INDÍGENA-ENTRE-SERRAS-PANKARARU-Petrolândia2-2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Povo Indígena Entre Serras Pankararu estará presente no encontro (Foto: Coordenação para Povos Tradicionais)</p></div>
<p>Na Serra Ororubá, em Pesqueira, começa nesta segunda-feira (13/8) o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, como parte da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Central. A cidade, que é o maior reduto indígena do Nordeste, reunirá representantes das outras 11 etnias do Estado até a próxima sexta-feira (17/8).</p>
<p>Xucuru (povo anfitrião), Atikum, Tuxá, Truká, Pankará, Pankararu, Entre Serras Pankararu, Pankaiwká, Kambiwá, Kapinawá, Fulni-ô, Pipipã e Pankaiwká estarão juntos discutindo política, cultura, direitos e territórios indígenas em rodas de diálogo, através de ações de formação e apresentações culturais. Serão 16 oficinas, sendo dez de artesanato, quatro de teatro e duas de cineclubismo, além de seis rodas de diálogo, com foco na cultura e na juventude. Além disso, a questão dos territórios indígenas será debatida, a partir de caciques de quatro etnias.</p>
<p>Diariamente durante a semana, os grupos culturais de diversas aldeias se apresentam. Torés, rituais, teatro… e ainda mostras de artesanato dos diversos povos. Na quinta e na sexta-feira (16 e 17/8), das 16h às 22h, os produtos serão comercializados também no Caminhão do Pape (Programa de Artesanato de Pernambuco), no Centro de Pesqueira, ao lado do palco principal do festival.</p>
<p>A sexta (17/8), último dia do encontro, será de culminância das oficinas e, a partir das 14h, todos os alunos mostrarão um pouco do que aprenderam durante a semana. O final do encontro será marcado pelo Toré de Todos os Povos, que começa às 16h, com todas as aldeias participantes.</p>
<p>Para Maira Egito,  assessora da coordenação para Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secretaria de Cultura do Estado, esta é, acima de tudo, uma oportunidade de encontro entre esses povos e o governo, que valoriza  e cria um espaço de debate. “Este evento traz o protagonismo dos indígenas, que deram o tom e a cara das ações”, afirma a assessora.</p>
<p><strong>// Programação de povos tradicionais</strong></p>
<p>Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas<br />
Local: Aldeia Capim de Planta – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá<br />
De 13 a 17 de agosto de 2012</p>
<p><strong>Segunda-feira, 13/8</strong></p>
<p>9h – chegada com boas-vindas e café da manhã<br />
• Ritual de abertura<br />
• Apresentação do Toré Xukuru<br />
• Vivência de Dança Circular<br />
14h às 16h30 – Roda de diálogos 1 – “Cineclubismo e as culturas indígenas”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de artesanato indígena<br />
19h – Mostra de vídeos Indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Atikum<br />
21h – Apresentação Grupo Pankararú Nação Cultural<br />
21h40 – Show Jean Ramos Pankararú</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
<p><strong>Terça-feira, 14/8</strong></p>
<p>8h30 – Apresentação do Toré Mirim Xukuru<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
12h às 12h30 – Coco Raízes de Ororubá<br />
14h às 16h30 – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 2 – “Teatro e juventude indígena”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de Cineclubismo e Artesanato indígena<br />
19h – Mostra de vídeos indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Pankaiwká<br />
21h – Mostra de Teatro indígena – Apresentação da Cafurna – Fulni-ô</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato Indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
<p><strong>Quarta-feira, 15/8</strong></p>
<p>8h30 – Apresentação do Ritual do Membí<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e de Cineclubismo<br />
13h30 – Apresentação Cultural do Povo Tuxá<br />
14h às 16h30 – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 3 – “O artesanato como prática na educação escolar indígena”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de artesanato indígena<br />
14h às 17h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
19h – Mostra de vídeos indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Truká<br />
21h – Mostra de Teatro indígena Kambiwá</p>
<p>16h às 23h – Feira de artesanato Indígena na Festa de Renascença – Centro de Pesqueira</p>
<p><strong>Quinta-feira, 16/8</strong></p>
<p>8h30 às 9h – Apresentação do Toré Xukuru<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
14h às 16h – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 4 – “Culturas e Juventude Indígena: Panorama atual”<br />
14h às 16h – Oficinas de artesanato indígena<br />
16h – Apresentação Cultural do Povo Pipipã<br />
17h – Apresentação Cultural do Povo Entre Serras Pankararu<br />
19h às 21h – Roda de Diálogos 5 – A cultura e a relação com o Território. Participação dos/as Caciques: Marcos Xukuru, Neguinho Truká, Dorinha Pankará e Zuka Kambiwá.<br />
21h – Apresentação Cultural do Povo Pankará</p>
<p>16h às 23h – Feira de artesanato Indígena na Festa de Renascença – Centro de Pesqueira</p>
<p><strong>Sexta-feira, 17/8</strong></p>
<p>9h – Apresentação do espetáculo teatral  da Tropa do Balaco-Baco (de Arcoverde)<br />
11h às 12h30 – Roda de diálogos 6 – “Juventude e Culturas Indígenas: Perspectivas”<br />
14h – Mostra dos resultados das oficinas de teatro<br />
16h – Toré de todos os povos</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato Indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
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