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	<title>Portal Cultura PE &#187; Para Levantar as Forças</title>
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		<title>Cecilia Urioste investiga o consumo de remédios em novo livro virtual</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 18:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Cecília Urioste]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64900" aria-labelledby="figcaption_attachment_64900" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cecília Urioste</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cecilia-Urioste-Dilaceraçåo.jpg"><img class="size-medium wp-image-64900" alt="Cecília Urioste" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cecilia-Urioste-Dilaceraçåo-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O livro virtual conta com imagens que revelam dores que não podem ser sanadas por remédios.</p></div>
<p><strong>Nesta quinta-feira (29/11)</strong>, a fotógrafa, artista visual, professora e pesquisadora independente <strong>Cecilia Urioste lança o livro virtual <i>Para Levantar as Forças</i>,</strong> <strong>a partir das 19h, no Museu Murillo La Greca</strong>. O trabalho é fruto de uma pesquisa de dois anos realizada pela artista, e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. Em parceria com a Escola Livre de Imagem (Eli), o evento é uma edição especial do debate Caminhos para a Imagem, que tem como foco discutir práticas e processos artísticos na produção fotográfica autoral. Na ocasião do lançamento, além da apresentação da pesquisa e do bate-papo com o público, também estarão à venda edições limitadas da versão física do livro.</p>
<p>Durante os dois anos de pesquisa para esse trabalho, a artista esteve imersa num diário pertencente a sua avó, onde encontrou relatos detalhados sobre dores, consultas médicas e receitas. A relação entre pessoas e medicamentos é um tema recorrente nos trabalhos de Cecilia, e segue como pesquisa contínua através das imagens, vídeos e instalações que vêm sendo produzidos por ela nos últimos anos. O diário de remédios foi o ponto de partida para a criação de imagens que agregam reproduções e interferências nas páginas do diário, fotos do acervo da família e fotografias produzidas em técnica tradicional.</p>
<div id="attachment_64901" aria-labelledby="figcaption_attachment_64901" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cecilia Urioste</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cecilia-Urioste-Remédios.jpg"><img class="size-medium wp-image-64901" alt="Cecilia Urioste" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cecilia-Urioste-Remédios-607x444.jpg" width="607" height="444" /></a><p class="wp-caption-text">O trabalho é fruto de dois anos de uma pesquisa motivada por diários da avó de Cecilia, onde havia relatos sobre dores, consultas e receitas.</p></div>
<p>As palavras, ou palavras-imagem,  como se pode chamar as reproduções-interferências no diário, se unem a fotografias que misturam objetos do cotidiano, como uma camisa e um colar de pérolas, e à cenas não tão claras, compondo uma narrativa imagética de opostos. Se num lado há uma aparente objetividade marcada pela palavra, com as consultas e receitas descritas, do outro, surgem imagens cuja potência reside justamente na sutileza. Juntos e intercalados, esses elementos narrativos revelam uma dor que não pode ser sanada através de simples prescrições: a perda de um ente querido, o luto.</p>
<p>“<em>No meu trabalho como um todo, eu falo sobre dor, sobre a questão do corpo e do poder sobre o corpo. Questiono mais especificamente a medicina, fazendo um recorte dessa dor que não é apenas a dor física, mas é também uma dor ‘da alma</em>’”, explica Cecilia. “&#8217;<em>Para Levantar as Forças&#8217; é sobre luto, o foco está nessa intimidade, nas  emoções humanas, mas é de um luto em convivência com os remédios. Hoje, quando se tem uma dor difusa, da alma, as pessoas tomam antidepressivo, ansiolítico. É um paradoxo gigantesco, porque se tenta objetivar coisas que não são ‘objetiváveis</em>’. São feridas que não cicatrizam totalmente. É um processo anestésico, de refúgio”, complementa.</p>
<p><b>ACESSIBILIDADE</b></p>
<p>A concepção do projeto enquanto livro virtual prioriza a acessibilidade do conteúdo, que além de estar disponível para acesso gratuito em endereço online (https://www.ceciliaurioste.com/Para-Levantar-as-Forcas), conta com recurso de audiodescrição para pessoas com deficiência visual desenvolvido pela COM Acessibilidade Comunicacional. Na equipe de edição estão também Ana Lira e Fabiana Bruno, que acompanharam o processo de criação de Cecilia.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Caminhos para a Imagem | edição especial de lançamento do livro virtual<i> Para<br />
Levantar as Forças</i>, de Cecília Urioste<br />
Data: Quinta-feira, 29 de novembro<br />
Horário: 19h às 21h<br />
Local: Museu Murillo La Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim, Recife &#8211; PE)<br />
Entrada Gratuita</p>
<p><b> </b></p>
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