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	<title>Portal Cultura PE &#187; paratodos</title>
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		<title>&#8216;A História da Eternidade&#8217; entra em cartaz no São Luiz</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2016 15:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após vencer 24 prêmios em 43 festivais de cinema pelo mundo, o longa &#8220;A História da Eternidade&#8221;, do pernambucano Camilo Cavalcante e que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, chega ao Cinema São Luiz. Toda a narrativa do filme ocorre em um mesmo vilarejo com aproximadamente 40 habitantes em uma paisagem desértica, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após vencer 24 prêmios em 43 festivais de cinema pelo mundo, o longa &#8220;A História da Eternidade&#8221;, do pernambucano Camilo Cavalcante e que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, chega ao Cinema São Luiz.</p>
<div id="attachment_37447" aria-labelledby="figcaption_attachment_37447" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/historia-da-eternidade.jpg"><img class="size-medium wp-image-37447" alt="Still do filme" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/historia-da-eternidade-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Irandhir Santos integra o grande elenco de &#8216;A História da Eternidade&#8217;</p></div>
<p>Toda a narrativa do filme ocorre em um mesmo vilarejo com aproximadamente 40 habitantes em uma paisagem desértica, um ponto geográfico do nordeste brasileiro com referenciais particulares em relação ao tempo e ao espaço. Um lugar ermo, onde tudo acontece num ritmo cadenciado, inspirando momentos extremamente viscerais dentro do ciclo que se repete eternamente no palco da tragédia humana. A trilha sonora original criada por Zibgniew Preisner (autor das músicas dos filmes de Krzysztof Kieślowski) e por Dominguinhos (o último trabalho de uma lenda da música brasileira que morreu em 2013) é um elemento fundamental na construção da atmosfera que envolve o público.</p>
<p>Além do longa pernambucano, a tradicional sala de cinema na Rua da Aurora exibe ainda a animação <strong>Angry Birds; </strong>o documentário<strong> PARATODOS; </strong>e um outro drama brasileiro,<strong> Ponto Zero</strong>, do gaúcho José Pedro Goulart.</p>
<p>Com som e projeção digitais, o São Luiz é o cinema de rua mais moderno de Pernambuco, um equipamento público sob a gerência da Secult-PE e da Fundarpe. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Às terças, os valores caem para R$ 6 e R$ 3, respectivamente.</p>
<p><strong>Confira a programação completa abaixo. </strong><br />
<strong>Semana: 24 a 29 de junho</strong></p>
<p><strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">ANGRY BIRDS</span></strong><br />
(The Angry Birds Movie, EUA ,Finlândia, 2015, 98min.)<br />
Gênero: Animação | Diretor: Clay Kaytis, Fergal Reill<br />
Classificação Etária: Livre</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2TvNnW2Br70" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Adaptação do jogo Angry Birds, uma das maiores franquias mundiais de entretenimento, o filme vai contar a história de Red, um pássaro com problemas para controlar seu estresse, o veloz Chuck e o volátil Bomba, amigos que nunca tiveram seus valores reconhecidos. Quando misteriosos porquinhos verdes invadem a ilha onde moram, estes improváveis herois serão os responsáveis por descobrir qual o plano da gangue suína.</p>
<p><strong>Dias e Horários</strong>: sexta, sábado, terça e quarta (13h30) | domingo (10h e 13h30)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PARATODOS</strong></span><br />
(Brasil, 2016, 110min.)<br />
Gênero: Documentário | Diretor: Marcelo Mesquita | Elenco: Fernando Fernandes, Alan Fonteles, Daniel Dias<br />
Classificação Etária: 10 anos</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YszGr85Iv1c" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> A trajetória, a vida e os desafios de alguns atletas paralímpicos, que fazem parte das delegações brasileiras de natação, atletismo, canoagem e futebol, em fase de preparação para os Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. O dia-a-dia, a superação, os obstáculos, as alegrias, as tristezas de cada um dos atletas são objeto deste documentário, que também debate a questão da inclusão dos deficientes físicos na sociedade brasileira em geral.</p>
<p><strong>Dias e Horários:</strong> sexta, sábado, domingo, terça e quarta (15h30)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>A HISTÓRIA DA ETERNIDADE</strong></span><br />
(Brasil, 2015, 120min.)<br />
Gênero: Drama | Diretor: Camilo Cavalcante | Elenco: Cláudio Jaborandy, Débora Ingrid, Irandhir Santos, Leonardo França, Marcélia Cartaxo, Maxwell Nascimento, Zezita Matos<br />
Classificação Etária: 16 anos</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/f6Gb1c8tIqk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Alfonsina (Débora Ingrid) tem 15 anos e sonha conhecer o mar. Querência (Marcélia Cartaxo) está na faixa dos 40. Das Dores (Zezita Matos) já no fim da vida, recebe o neto após um passado turbulento. No sertão compartilham sobrenome e muitos sentimentos. Amam e desejam ardentemente.</p>
<p><strong>Dias e Horários:</strong> sexta, sábado, domingo, terça e quarta (17h40)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PONTO ZERO</strong></span><br />
(Brasil, 2015, 94min.)<br />
Gênero: Drama | Diretor: José Pedro Goulart | Elenco: Sandro Aliprandini, Patricia Selonk, Eucir de Souza<br />
Classificação Etária: 14 anos</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/82enCkvJJCE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Ênio (Sandro Aliprandini) tem quase quinze anos e precisa lidar com a chegada da vida adulta que se aproxima, enquanto tenta superar os traumas da infância, que incluiam acreditar em fantasmas, coisa que ele não faz há muito tempo. Na sua vida pessoal, age de ponte entre sua mãe (Patrícia Selonk), que acredita nesses espíritos, e seu pai (Eucir de Souza), uma figura apática dentro de casa.</p>
<p><strong>Dias e Horários:</strong> sexta, sábado, domingo, terça e quarta (19h55)</p>
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		<title>&#8220;PARATODOS&#8221; chega aos cinemas e às escolas públicas de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 19:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O filme PARATODOS acompanha o cotidiano de quatro equipes de atletas paralímpicos brasileiros nos duros treinamentos e principais competições, registrando com sensibilidade o dia a dia desses grupos na luta por vitórias, recordes e medalhas. Esses atletas levantam e emocionam plateias mundo afora, mas principalmente despertam para um tema urgente: a necessidade de ampliar o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_36815" aria-labelledby="figcaption_attachment_36815" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gareth Copley/Getty Images</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/filme-paratodos-cinema-sao-luiz.jpg"><img class="size-medium wp-image-36815" alt="Gareth Copley/Getty Images" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/filme-paratodos-cinema-sao-luiz-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Alan Fonteles, campeão em Londres 2012, é um dos destaques de &#8220;PARATODOS&#8221;</p></div>
<p>O filme <em>PARATODOS</em> acompanha o cotidiano de quatro equipes de atletas paralímpicos brasileiros nos duros treinamentos e principais competições, registrando com sensibilidade o dia a dia desses grupos na luta por vitórias, recordes e medalhas. Esses atletas levantam e emocionam plateias mundo afora, mas principalmente despertam para um tema urgente: a necessidade de ampliar o diálogo sobre inclusão e acessibilidade da pessoa com deficiência na sociedade brasileira.</p>
<p>Dirigido por Marcelo Mesquita e roteirizado por Peppe Siffredi, da Sala 12 Filmes, o filme será lançado no início de junho, simultaneamente em circuito comercial nos cinemas e em sessões especiais para as comunidades escolares. Em Pernambuco, conta com o apoio da Secretaria Estadual de Cultura, Fundarpe, Secretaria Estadual de Educação e Secretaria de Educação do Recife. Será realizada uma sessão especial acessível, no Cinema São Luís, no Recife, dia 6 de junho (segunda-feira), às 14h, só para estudantes e convidados.</p>
<p>Da Rede Estadual, estarão presentes 400 estudantes de quatro escolas: Escola de Referência em Ensino Médio Ginásio Pernambucano (Aurora), Escola de Referência em Ensino Médio Sizenando Silveira, Escola de Referência em Ensino Médio Porto Digital, e Escola Técnica Estadual Prof. Agamenon Magalhães (Etepam).</p>
<p>Da Rede Municipal estarão presentes 450 convidados dentre estudantes, professores, gestores das escolas, E.M. Pedro Augusto, E.M. João Alfredo, E.M. Antônio Heráclio,E.M. Olindina Monteiro,E.M. Paulo Vi,E.M. Jonatas Braga,E.M. Nadir Colaço,E.M. Aderbal Galvão,E.M. Nilo Pereira, E.M. São Cristovão,E.M. Gilberto Freyre,E.M. Arq Alexandre Muniz,E.M. Arraial Novo,E.M. Divino Espírito Santo,E.M. Iputinga,E.M. João XXIII,E.M. Dom Bosco,E.M. Hugo Gerdau,E.M. De Tejipió,E.M. Cícero Franklin,E.M. Karla Patrícia,E.M. Oswaldo Lima Filho,E.M. Vila Sésamo e da Efaer além decerca de 20 atletas paralímpicos.</p>
<p>O diretor Marcelo Mesquita conta que cansou de fazer cinema para pouca gente e então criou esse projeto de levar o cinema para as escolas, e as escolas para o cinema.“Nós abraçamos o projeto com muito carinho, pois está no direcionamento de nossa política pública, hoje um diálogo cada vez mais próximo e próspero da cultura com a educação”, avalia a vice-presidente da Fundarpe Antonieta Trindade. Em sua opinião, a ideia do circuito nas escolas também é tornar o filme acessível a todos, e ampliar a visibilidade dos atletas paralímpicos. O esporte, seja ele de alto rendimento ou lazer, permite uma abordagem mais ampla, que vai desde mobilidade urbana até acesso à educação e cultura no Brasil.</p>
<p>O filme garante acessibilidade por meio da tradução em libras, legenda e audiodescrição. Para tanto, serão disponibilizados ao público 25 aparelhos para este fim. Após a exibição, será realizado um debate com a presença do diretor do filme Marcelo Mesquita, dos atletas paralímpicos, dentre eles, Luiz Silva (paratleta de natação), e da comunidade escolar.</p>
<p>Ao assistir pela primeira vez a uma Paralimpíada, Londres 2012, o diretor Marcelo Mesquita, fanático por esportes, “tomou um susto” ao ver Alan Fonteles, 21 anos, brasileiro do Pará, vencer o maior atleta paralímpico da história, Oscar Pistorius. Após o feito, vieram os questionamentos: Quem é ele? Como ele corre sem as duas pernas? Como ele pode ser tão rápido? Como tem tanta gente neste estádio se as Olimpíadas já acabaram? Como um brasileiro venceu o maior de todos? O Brasil é uma potência paralímpica, como assim? E a principal questão: “Como eu não sei responder a nenhuma destas questões?”.</p>
<p>Com esta motivação surgia <em>PARATODOS</em>, um filme que parte do esporte para abordar questões humanas. Nos treinos, em competições, sob pressão, nas derrotas, nas vitórias, revela-se a verdadeira personalidade e os conflitos dos indivíduos retratados, e eles são comuns a todos. O filme foge do lugar comum da superação da deficiência para abordar problemáticas como <em>egotrips</em>, autoestima, esperança, <em>bullying</em>, perfeccionismo, companheirismo. É um filme de esporte em que nem todos vencem; um filme sobre pessoas com deficiência que possui tensão, humor, emoção; um filme sobre um Brasil que dá certo, que vence, que dá espetáculo.</p>
<p>Busca-se também através deste documentário, que antecede a primeira Paralímpiada a ser realizada na América do Sul, trazer o debate sobre a inclusão à tona, colaborando na luta por um país mais acessível, justo e inclusivo.</p>
<p><strong>Distribuição do filme em escolas públicas</strong><br />
O projeto de distribuição diferenciado do <em>PARATODOS</em> em escolas públicas foi desenvolvido pela <a href="http://sala12.com/" target="_blank"><strong>Sala 12 Filmes</strong></a>, em parceria com a Taturana Mobilização Social, e patrocinado pela Caixa Cultural. Tem como objetivo fortalecer o diálogo sobre educação inclusiva e acessibilidade integrando a rede pública de ensino a um circuito cultural mais amplo, por meio do cinema.</p>
<p>O filme é acompanhando de um material complementar produzido em parceria com as organizações da sociedade civil: Ação Educativa, APAE-SP, Coletivxs, Fórum Permanente de Educação Inclusiva, Instituto Mara Gabrilli, Instituto Rodrigo Mendes, Mais Diferenças, que poderá ser acessado online pelo site do projeto.</p>
<p>Docentes e outros atores das redes públicas de ensino são convidados para serem protagonistas nesse lançamento conjunto, e podem inspirar muitas conversas e diálogos.</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong>Exibição do filme<em> PARATODOS</em><br />
Quando: 6/6 (segunda-feira), às 14h<br />
Onde: Cinema São Luiz (Loja 02 &#8211; R. da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Acesso gratuito para convidados e alunos da rede pública</p>
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