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	<title>Portal Cultura PE &#187; Parque Dona Lindu</title>
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		<title>Acupe apresenta resultado da Formação do Intérprete Pesquisador em Dança</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 17:42:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Acupe Grupo de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Formação do Intérprete Pesquisador em Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria Janete Costa]]></category>
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		<description><![CDATA[O Acupe Grupo de Dança apresenta sábado (29), a partir das 19h, na Galeria Janete Costa – Parque Dona Lindu, o resultado da formação Formação do Intérprete Pesquisador em Dança, que com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, já circulou pelas cidades de Araripina, Recife e, em breve, desembarca em Belo Jardim. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Hans-von-Manteuffel.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100869" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Foto-Hans-von-Manteuffel-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Acupe Grupo de Dança apresenta sábado (29), a partir das 19h, na Galeria Janete Costa – Parque Dona Lindu, o resultado da formação Formação do Intérprete Pesquisador em Dança, que com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, já circulou pelas cidades de Araripina, Recife e, em breve, desembarca em Belo Jardim. O evento, que é gratuito e marca as comemorações do Dia Internacional da Dança, contará com 14 apresentações:</p>
<p>ARARIBA, SOLO MEU! – com Cicero Arariba<br />
BALDIO – com Guilherme Allan<br />
CAMADAS – com Raimundo Branco, Juliana Rodrigues, Letícia Araújo, Liane Rafaelle e Mariana Ferraz<br />
DOMINADOR COMUM – com Vivian Marvel<br />
ENTRE – com Juliana Nardin<br />
ENTREMEIO: OSSOS DO MAR – com Isabella Severi<br />
Envelhe_SER: @eunãosouumindivíduo – com Márcia Luz<br />
FULIGEM – com Diego Otavio<br />
LiberAr-te – com Breno Liberato<br />
OMI – com Vanessa França<br />
PRES(z)A: Entre a caça e o desejo, da estima a repulsa… &#8211; com Berganttiné<br />
SAMBA, MULHERES E FUSÕES – com Aide Queiroz<br />
T R A M A S – com Duda Freyre e Isabela Severi<br />
+BICHA TRAVISTI – com Jares Dara de Yurema</p>
<p>A iniciativa faz parte do pensamento artístico do Acupe Grupo de Dança, que se propõe a constituir um espaço continuado de ações na área de formação e estética da dança. Com este curso e com a realização do Seminário Nacional de Dança e Educação de Pernambuco (edições 2009, 2011, 2014 e 2016), o Acupe constrói uma política intensiva de ações pedagógicas de dança em nossa cidade. Para mais informações, acesse o perfil do Instagram: <strong><a href="https://www.instagram.com/acupegrupodedanca/" target="_blank">@acupegrupodedanca</a></strong>.</p>
<p><strong>GRUPO -</strong> Desde 2007, o Acupe, coordenado pelo produtor cultural, bailarino e arte-educador Paulo Henrique Ferreira, é uma das referências em dança contemporânea em Pernambuco. O grupo vem fomentando a criação artística em dança contemporânea no Estado, além de oferecer cursos de formação para intérpretes-pesquisadores em Recife e em mais de 15 cidades do interior. O Acupe também organiza no Recife o Seminário Nacional de Dança &amp; Educação, trazendo profissionais reconhecidos nacionalmente para a capital pernambucana.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Mostra de trabalhos do Acupe Formação do Intérprete Pesquisador em Dança &#8211; Etapa Recife<br />
Quando: 29 de abril de 2023 (sábado), às 19h<br />
Onde: Galeria Janete Costa – Parque Dona Lindu (R. Setúbal, 1023 &#8211; Boa Viagem, Recife &#8211; PE)<br />
Entrada gratuita. A mostra contará com intérprete de Libras</p>
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		<title>O olhar visionário do urbanista Burle Marx é retratado em filme</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 14:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Luiz Mendonça]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos maiores paisagistas do século XX, Roberto Burle Marx deixou um legado para o Recife, onde viveu nos anos 1930. Muito antes de se falar em sustentabilidade, ele já era defendor da ecologia e defesa do meio ambiente. Um pouco da sua história está no documentário “Filme Paisagem, um olhar sobre Roberto Burle Marx”, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73781" aria-labelledby="figcaption_attachment_73781" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/burle-marx-arquiteto-paisagista-inspira-exposicao-jardim-botanico-de-ny-foto-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-73781" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/burle-marx-arquiteto-paisagista-inspira-exposicao-jardim-botanico-de-ny-foto-divulgacao-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Burle Marx foi precursor da ecologia e defesa do meio ambiente</p></div>
<p>Um dos maiores paisagistas do século XX, Roberto Burle Marx deixou um legado para o Recife, onde viveu nos anos 1930. Muito antes de se falar em sustentabilidade, ele já era defendor da ecologia e defesa do meio ambiente. Um pouco da sua história está no documentário “Filme Paisagem, um olhar sobre Roberto Burle Marx”, dirigido e escrito por João Vargas Penna, que será exibido no Recife, nesta quarta-feira (11), no Teatro Dona Lindu, dentro das comemorações antecipadas do Dia do Arquiteto e Urbanista em Pernambuco &#8211; promovido pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/PE). A sessão começa às 18h30 e é gratuita. Na abertura, haverá também uma apresentação da Orquestra Criança Cidadã.</p>
<p>O evento contará ainda com a exibição do inédito minidoc “Arquitetura do Recife: o começo de tudo”, abordando o pioneirismo da arquitetura pernambucana no período 1950/1970, com nomes como Acácio Gil Borsoi, Heitor Maia Neto, entre outros. Além da exibição dos filmes, está prevista a entrega de prêmios a profissionais e estudantes de arquitetura, e a divulgação de concursos promovido pelo CAU/PE.</p>
<p><strong>Burle Marx – </strong>Realizado com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe),o filme<strong> </strong>é um passeio pela arte e personalidade de Roberto Burle Marx, que também era pintor, cozinheiro e cantor, facetas estas pouco conhecidas do grande público. O documentário foi exibido anteriormente no Recife, numa curtíssima temporada.</p>
<p>Nascido em São Paulo, filho de judeu alemão e católica pernambucana, Burle Marx foi precursor da ecologia e defesa do meio ambiente. O paisagista valorizava as plantas nativas e descobriu muitas espécies novas, em viagens de coleta e pesquisa por todos ecossistemas brasileiros, que fazem parte de uma enorme coleção de plantas vivas localizada no sítio onde morou.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<em>Dia do Arquiteto e Urbanista no Recife – Sessão especial do “Filme Paisage, um olhar sobre Roberto Burle Marx”,</em><br />
Quarta-feira (11), às 18h30<br />
Teatro Luiz Mendonça (Av. Boa Viagem, s/n, Boa Viagem, Recife<br />
Inscrições no site www.caupe.gov.br<br />
Acesso gratuito, limitado à capacidade do espaço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto apresentam &#8220;Valencianas II&#8221;, no Parque Dona Lindu</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/alceu-valenca-e-orquestra-ouro-preto-apresentam-valencianas-ii-no-parque-dona-lindu/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Oct 2019 18:48:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após a bem-sucedida parceria entre Orquestra Ouro Preto, o cantor e compositor pernambucano Alceu Valença estreia, no próximo domingo (27), às 18h, no Parque Dona Lindu (Boa Viagem), o concerto Valencianas II. O acesso é gratuito. Com o desafio de trazer ao público novas músicas, novos arranjos e vai abranger ainda mais sucessos do artista, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após a bem-sucedida parceria entre Orquestra Ouro Preto, o cantor e compositor pernambucano Alceu Valença estreia, no próximo domingo (27), às 18h, no Parque Dona Lindu (Boa Viagem), o concerto Valencianas II. O acesso é gratuito.</p>
<div id="attachment_72400" aria-labelledby="figcaption_attachment_72400" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Naty Torres/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/valencianas4_credito_naty_torres.jpg"><img class="size-medium wp-image-72400" alt="Naty Torres/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/valencianas4_credito_naty_torres-607x331.jpg" width="607" height="331" /></a><p class="wp-caption-text">A estreia da segunda temporada do concerto será no Recife</p></div>
<p>Com o desafio de trazer ao público novas músicas, novos arranjos e vai abranger ainda mais sucessos do artista, o espetáculo, além do Recife, já tem em São Paulo, Belo Horizonte e na cidade do Porto, em Portugal, onde gravam o CD e DVD Valencianas II, na Casa da Música. Em seguida, dia 21, será a vez de Lisboa acompanhar ao vivo o espetáculo, encerrando a passagem por Portugal.</p>
<p><strong>Valencianas II</strong><br />
A Orquestra Ouro Preto, regida pelo Maestro Rodrigo Toffolo, e o cantor e compositor Alceu Valença, lançam a 2ª edição de Valencianas, com novas obras no repertório que pretendem surpreender os fãs da poesia de Alceu, com ainda mais beleza e sonoridades musicais. “Alceu é um ícone da música popular brasileira por sua eterna ousadia e, ao mesmo tempo, contemporaneidade. Por isso acreditamos que depois de cinco anos, estava na hora de, mais uma vez, associar os ritmos do sertão e o folk da guitarra elétrica de Alceu à música de concerto impregnada de versatilidade da Orquestra Ouro Preto”, conta o maestro Toffolo lembrando que a parceria entre a música de concerto e a música popular brasileira surpreendeu até seus produtores que viram nesses cinco anos de projeto teatros sempre com ingressos esgotados dias antes das apresentações e plateias encantadas com a performance dos parceiros.</p>
<p>E o sucesso foi além dos teatros. Com a gravação do CD e DVD Valencianas, Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto tiveram o trabalho elogiado pela crítica levando-os a receber o Prêmio da Música Brasileira, em 2015, como melhor disco de MPB, categoria de maior prestígio da tradicional premiação.</p>
<p>No repertório novo, os inúmeros sucessos que ficaram de fora do primeiro espetáculo deixaram margem para que fosse árdua a tarefa de selecionar as canções que fariam parte desta segunda edição. O Maestro Rodrigo Toffolo revela algumas: “Como Dois Animais”, “Dia Branco”, “Solidão” “Tesoura do Desejo”, “Taxi Lunar” e “Pelas Ruas que Andei”. Escolhidas a dedo por Alceu, estas obras prometem emocionar o público, em arranjos especialmente confeccionados por Mateus Freire, que também propõe uma nova Suíte Orquestral para abertura do espetáculo”, revela Rodrigo Toffolo.</p>
<p>“Mais uma vez, o que queremos é proporcionar um encontro inesquecível entre a música de concerto e a música de Alceu Valença, com Valencianas 2. Uma forma não só de homenagear este mestre da MPB, bem como a brasilidade que a obra de Alceu nos remete”, conclui Rodrigo Toffolo.</p>
<p><strong>Histórico</strong><br />
Valencianas, a primeira edição do espetáculo, foi concebida em 2010, para celebrar os 40 anos de carreira de Alceu Valença, fruto do encontro com Paulo Rogério Lage, que há tempos planejava proporcionar contornos orquestrais à sua obra, juntamente com o maestro da Orquestra Ouro Preto e o homenageado. Até então, o trabalho do cantor e compositor pernambucano, não havia recebido tal tratamento, o que representou uma experiência inédita na carreira de Alceu. O sucesso da parceria foi absoluto, levando mais de cem mil pessoas a teatros e praças no Brasil e em Portugal.</p>
<p>Com a gravação do CD e DVD Valencianas: Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto, em 2014, o trabalho, elogiado pela crítica e festejado pelo público, ganhou o Prêmio da Música Brasileira, em 2015, como melhor disco de MPB, categoria de maior prestígio da tradicional premiação. Já nas mídias sociais e em aplicativos de streaming, o sucesso da parceria alcançou números inimagináveis, tanto para artistas da MPB, quanto para Orquestras, registrando, por exemplo, mais de 30 milhões de visualizações e listenings no YouTube e Spotify, respectivamente.</p>
<p><strong>A Orquestra</strong><br />
Uma das mais prestigiadas formações orquestrais do país, a Orquestra Ouro Preto tem como diretor artístico e regente titular o Maestro Rodrigo Toffolo. Premiado nacionalmente, o grupo jovem vem se apresentando nas principais salas de concerto do Brasil e do mundo. A orquestra foi criada em 2000 e seu trabalho é marcado pelo experimentalismo e ineditismo.</p>
<p>A essência da Orquestra Ouro Preto está em tornar a música de concerto acessível e interessante ao público, tirando a música erudita das salas de concerto e levando até o público em um exercício de popularização do estilo. Por isso, maestro e músicos estão sempre atentos ao exercício de desmistificar o estilo, tornando-o atraente aos ouvidos de todos.</p>
<p>A fórmula escolhida pela Orquestra Ouro Preto para isso é a junção entre a excelência e a versatilidade, a mistura entre o clássico e os estilos mais populares, fazendo um encontro milenar da música clássica com o rock, a MPB e até o hip hop, linguagens amplamente difundidas e repletas de contemporaneidade. Parte daí a especial atenção do grupo à efervescência cultural da américa Latina, com foco na música brasileira de concerto e nas demais manifestações musicais de países vizinhos, assim como à pesquisa e difusão do repertório vinculado à Escola Mineira de Compositores do Séc. XVII</p>
<p><strong>Maestro Rodrigo Toffolo</strong><br />
Rodrigo Toffolo é diretor artístico da Orquestra Ouro Preto desde sua fundação, em 2000, e assumiu a regência titular do grupo em 2007, após formação junto ao Maestro Ernani Aguiar, um dos maiores compositores e pesquisadores brasileiros em atividade. Doutorando em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa (Portugal) e Mestre em Musicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo Toffolo imprimi na Orquestra uma visão ampliada de gestão e musicalidade, que ele gosta de conceituar como “excelência e versatilidade”.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></strong><br />
Orquestra Ouro Preto e Alceu Valença estreiam Valencianas 2 em Recife<br />
Quando: 27 de outubro, domingo, 18h<br />
Local: Parque Dona Lindu (Av. Boa Viagem, s/nº, Boa Viagem – Recife/PE)<br />
Entrada Franca</p>
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		<title>Festival São João Sinfônico une popular e erudito no Teatro Luiz Mendonça</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-sao-joao-sinfonico-une-popular-e-erudito-no-teatro-luiz-mendonca/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2019 14:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival São João Sinfônico]]></category>
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		<category><![CDATA[Parque Dona Lindu]]></category>
		<category><![CDATA[Silvério Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[teatro luís mendonça]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nosso desejo é criar um ambiente de interação entre a cultura junina e a cultura sinfônica”, nas palavras do maestro José Renato Accioly, este é o sentimento que resume o Festival São João Sinfônico, que ocupa o palco do Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, na próxima sexta-feira (31) e sábado (1º), às 20h. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68878" aria-labelledby="figcaption_attachment_68878" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Sao-Joao-Dona-Lindu.jpg"><img class="size-medium wp-image-68878" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Sao-Joao-Dona-Lindu-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Festival São João Sinfônico promove uma interação entre a dança, a poesia e os ritmos do ciclo junino</p></div>
<p><em>“Nosso desejo é criar um ambiente de interação entre a cultura junina e a cultura sinfônica”</em>, nas palavras do maestro José Renato Accioly, este é o sentimento que resume o Festival São João Sinfônico, que ocupa o palco do Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, na próxima sexta-feira (31) e sábado (1º), às 20h. Com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, e direção artística do regente da Orquestra de Câmara de Pernambuco (OCPE), o evento reedita o concerto São João Sinfônico, promovido em parceria com o Conservatório Pernambucano de Música em 2017, no Teatro Santa Isabel.</p>
<p>Volta maior, em formato de festival, incluindo quatro apresentações – dois concertos e dois concertos-aula –, e ainda mais rico, com programas diferentes em cada uma das noites. Como solistas, participam os forrozeiros Maciel Melo (sexta, 31) e Silvério Pessoa (sábado, 1º). Beto Hortis e Júlio César Mendes assumem o acordeom. Na quarta-feira (29), haverá ainda um encontro com estudantes de música e os participantes, no Conservatório, para detalhar o processo de criação do espetáculo.</p>
<p><em>“Promover essa interação entre a dança, a poesia e os ritmos que compõem essa cultura junina; com o universo da música sinfônica, representada por instrumentos como violino, clarinete e oboé, é um desafio delicioso”</em>, comenta Accioly.<em> “Todas as vezes que a gente consegue construir um caminho de desmistificar a música junina no ritmo, na diversidade, nas melodias, na poesia do nordestino, e trazê-la para o universo da música clássica, isso deixa muita felicidade. Proporcionar ao Recife essa mistura é muito prazeroso”</em>, conclui.</p>
<p>O regente conta com o apoio luxuoso de Sérgio Campelo (SaGrama) nos arranjos de clássicos de Luiz Gonzaga e de Jackson do Pandeiro, homenageado do festival pelo seu centenário em 2019. São sucessos como &#8220;A volta da asa branca&#8221;, &#8220;Assum Preto&#8221;, &#8220;Paraíba Masculina&#8221;, &#8220;Chiclete com Banana&#8221;, &#8220;A ema gemeu&#8221;, &#8220;Cabeça feita&#8221; e &#8220;Cabo Tenório&#8221;. Ao lado dos ícones do forró, composições de um artista que se firma como um dos grandes do atual cenário do forró nordestino: Maciel Melo, que conduz a primeira noite deste casório matuto entre o popular e o erudito.</p>
<p><em>“Maciel é um nome original da nossa música popular. É um criador, tem uma força tremenda na composição. Demos a ele liberdade para escolher o repertório, então ele ficou bem à vontade, e junto com Sérgio, definiu o que vamos tocar. Tem muitos sucessos dele, como Caboclo Sonhador, Tampa de Pedra e Isso Vale um Abraço”</em>, detalha José Renato.</p>
<p>Silvério Pessoa participa pela segunda vez do projeto São João Sinfônico. Antigo parceiro de José Renato no Baile do Menino Deus, onde atuam juntos há 13 anos, ele é hoje o intérprete que mais se debruça sobre a obra de Jackson do Pandeiro<em>. “Quando fizemos o concerto, em 2017, ficamos com este sonho de fazer algo para marcar os 100 anos de Jackson. Foi uma alegria imensa quando conseguimos aprovar o festival no Funcultura. Liguei para Silvério e falei que os 100 anos iam ser com muito forró”</em>, conta a produtora.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>INTEGRAÇÃO</strong></span><br />
O Festival São João Sinfônico aprofunda a sua proposta de mesclar o erudito com o popular ao colocar no mesmo palco, além dos 30 músicos da OCPE e dos forrozeiros – cantores e sanfoneiros – dois outros grupos de música instrumental, o Quarteto de Clarinetes Sopros de PE e o Grupo Instrumental Brasil (GIB). O primeiro toca na noite de estreia, levando para o palco os músicos Isaías Rafael, Jônatas Zacarias, Gabriel Sena e Crisóstomo Santos. O grupo tem um repertório que vai da música de concerto à MPB, com ênfase na música pernambucana.</p>
<p>Já o GIB, atração do sábado, tem como formação principal instrumentos de metais e percussão e é formado por professores do Departamento de Música da UFPE e UFPB e do Conservatório Pernambucano de Música, além de músicos da Orquestra Sinfônica do Recife. São eles Augusto França, Josias Adolfo, Rinaldo Fonseca, Mizael França, Zilmar Medeiros, Íris Vieira e Antônio Barreto.</p>
<p><em>“No imaginário do pernambucano, os metais tocam frevo. E, na verdade, os metais podem tocar tudo, inclusive músicas juninas. O GIB traz trompetes, trompa, trombone, tuba&#8230; A ideia também é chamar a atenção para estes instrumentos mais particulares e que as pessoas não ouvem no dia a dia. Criamos um formato, que vai permitir chamar a atenção para estas peculiaridades. E teremos também o Quarteto de Clarinetes, que é um conjunto eclético, que usa o clarone, um clarinete grave. O público terá acesso à sonoridade desse instrumento que não se ouve sempre”</em>, destaca José Renato Accioly.</p>
<p>Este papel didático do São João Sinfônico, de apresentar instrumentos menos usuais e como eles podem dialogar com os mais populares e conhecidos do público é reforçado pelos concertos-aula, a se realizarem nas tardes de sexta e sábado, sempre às 16h. Voltado a escolas, entidades sociais, mas também ao público em geral, o formato funciona como uma aula de música, com o maestro apresentando os instrumentos, a sonoridade de cada um deles e a expertise dos músicos. A entrada é gratuita, com entrega dos ingressos uma hora antes da abertura do teatro.</p>
<p><em>“É a nossa entrega social e de amor à música. Temos uma preocupação com a formação de plateia, com a perpetuação da cultura pernambucana. Queremos poder levar toda essa nossa riqueza musical, cultural, às novas gerações, às crianças e jovens. Não conhecemos outro festival com esta proposta de trazer o São João para um concerto, de alinhar a cultura junina com o erudito. Temos um produto de grande qualidade e parceiros de peso, que acreditaram no projeto, e isso é muito gratificante”</em>, salienta Carla Navarro, produtora do projeto.</p>
<p>E como todo forrobodó que se preza, o São João Sinfônico também vai ter muita dança. Os irmãos Josy e Tico Caxiado, do Balé Cultural de Pernambuco, são responsáveis pelas coreografias dos ritmos juninos. Tem forró, arrasta-pé, xaxado, coco&#8230;. Tudo para garantir que este São João seja danado de bom.</p>
<p>O Festival São João Sinfônico conta com o incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundarpe. Conta ainda com apoio da Cepe, Secretaria de Educação de Pernambuco, Conservatório Pernambucano de Música, Prefeitura do Recife, Passa Discos e Rede Globo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Festival São João Sinfônico<br />
Bate-papo com estudantes de música: dia 29/5, às 14h30, no Conservatório Pernambucano de Música (Av. João de Barros, 594, Santo Amaro)<br />
Concertos: dias 31 de maio e 1º de junho, às 20h, no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu, Av. Boa Viagem, s/n, Boa Viagem)<br />
Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada), à venda na loja Passa Discos e pelo <a href="https://www.sympla.com.br/festival-sao-joao-sinfonico__527717" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a>.<br />
Concertos-aula: dias 31 de maio e 1º de junho, às 16h, Teatro Luiz Mendonça (ingressos distribuídos uma hora antes na bilheteria do teatro)</p>
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		<title>3º MOV &#8211; Festival de Cinema Universitário movimenta o São Luiz</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2017 15:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[MOV - Festival de Cinema Universitário]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Dona Lindu]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, o MOV chega à sua terceira edição tentando dar conta de uma lacuna: a exibição do cinema universitário. Buscando reconhecer e possibilitar o diálogo entre a produção universitária de diferentes países, o MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco exibirá, entre os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, o MOV chega à sua terceira edição tentando dar conta de uma lacuna: a exibição do cinema universitário. Buscando reconhecer e possibilitar o diálogo entre a produção universitária de diferentes países, o <a href="http://www.movfestival.com/" target="_blank"><strong>MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco</strong></a> exibirá, entre os dias 31 de janeiro (terça-feira) e 5 de fevereiro (domingo), cerca de 60 curtas e longas no Cinema São Luiz e no Parque Dona Lindu. Os ingressos terão o valor único de R$ 3, para as sessões no Cinema São Luiz. No Parque Dona Lindu, as exibições ao ar livre serão gratuitas. Confira <a href="http://www.movfestival.com/2017/pt/programacao/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa.</p>
<div id="attachment_44683" aria-labelledby="figcaption_attachment_44683" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/MOV-Crédito-Tiago-Calazans-Divulgação-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-44683" alt="Tiago Calazans/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/MOV-Crédito-Tiago-Calazans-Divulgação-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O MOV exibirá mais de 60 longas e curtas-metragens</p></div>
<p>Para a presente edição, o MOV recebeu mais de 600 propostas de filmes oriundas de 50 países, como África do Sul, Eslováquia, Israel e Finlândia, se consolidando como importante canal de diálogo entre o público e os filmes realizados no âmbito universitário mundialmente.</p>
<p>As sessões especiais deste ano ajustam o foco na militância estudantil, caso do longa de abertura do festival, “Ressurgentes: um filme de ação direta” (2014), de Dácia Ibiapina, com sessão na terça (31/01), às 19h, no Cinema São Luiz. Concebido a partir de depoimentos de estudantes e vídeos de confrontos com a polícia em manifestações, o documentário dá voz a uma geração de militantes brasilienses que, durante os anos de 2005 e 2013, partiu para a ação direta na luta por diferentes movimentos sociais.</p>
<p>Entre os destaques, ainda está uma sessão especial do documentário “Cabra marcado pra morrer” (1984), de Eduardo Coutinho, no sábado (04/01), às 20h15, no Cinema São Luiz. Originalmente uma produção conjunta entre o Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Movimento de Cultura Popular do Recife (MCP), o filme, que narra a história de um líder camponês assassinado, foi interrompido após o golpe militar de 1964, só podendo ser retomado pelo cineasta 17 anos depois.</p>
<p>O 3º MOV também será marcado por uma parceria vinda d’além-mar. No sábado (04/01), às 19h, no Cinema São Luiz, serão exibidos curtas da conceituada mostra de documentários portuguesa DocLisboa. O recorte selecionado foi a competitiva Verdes Anos, dedicada a curtas do gênero realizados por jovens cineastas portugueses e estudantes universitários. Os grandes vencedores deste ano, “Pulse”, de Robin Petré, e “O Cabo do Mundo”, de Kate Saragaço-Gomes, constarão na sessão, assim como “Orizaba”, de Izabel Cordovil, e “Our skin”, de João Queiroga.</p>
<p><strong>MOV INFANTIL -</strong> Pela primeira vez, o MOV se voltará para o público infantil com sessões ao ar livre no Parque Dona Lindu, no domingo de encerramento (05/02). Serão dois blocos de curtas: “As crianças e o mundo”, às 18h, e “Curtinhas animados”, às 19h. O primeiro destacará filmes como a animação pernambucana “A paz lunática”, dirigida por alunos da Escola Engenho, e o curta “Mbya Mirim”, do projeto Vídeo nas Aldeias, no qual crianças índias do povo Mbya Guarani, do Rio Grande do Sul, narram seu cotidiano. O segundo bloco será dedicado a animações internacionais que se utilizam de técnicas diversas, como stop motion e aquarela.</p>
<p><strong>FORMAÇÃO -</strong> O MOV promoverá uma roda de diálogo sob o tema “O cinema universitário – Do processo ao produto”, no sábado (04/02), às 16h, no primeiro andar do Cinema São Luiz, com entrada franca. O debate focará na produção audiovisual universitária e de baixo orçamento, abarcando os desafios enfrentados pelos filmes da criação à busca por exibição. O festival ainda contará com duas oficinas de especialização, com inscrições já encerradas: “Introdução ao Roteiro Cinematográfico”, com Leo Falcão (de 30/01 a 03/02), e “Fotografia Digital e Câmeras DSRL”, com Annyela Rocha (de 30/01 a 02/02), ambas no Porto Mídia, no Bairro do Recife.</p>
<p><strong>PREMIAÇÃO -</strong> O júri, indicado pela Comissão de Organização do festival, analisará os filmes exibidos segundo critérios de originalidade, desempenho e qualificações técnicas. Serão oferecidos os seguintes prêmios nas competitivas nacional e internacional: Melhor Filme, Melhor Criação de Atmosfera, Prêmio Novo Olhar e Prêmio Jogo de Cena, além do Prêmio Destaque Pernambucano. A grande novidade é que, além dos troféus, este ano os vencedores de cada uma das cinco categorias da competitiva brasileira receberão como prêmio o serviço de finalização em DCP de um filme à escolha das equipes.</p>
<p><strong>ACESSIBILIDADE -</strong> Em sua terceira edição, o MOV aprofunda o compromisso com a acessibilidade. Toda a programação das mostras competitivas do festival será exibida com legenda para surdos e ensurdecidos.</p>
<p><strong>HISTÓRICO -</strong> Concebido em 2014 pelos então estudantes Vinicius Gouveia, Txai Ferraz, Thais Vidal e Amanda Beça, o MOV nasceu do desejo de abrir e espaço e dar visibilidade à produção cinematográfica de universitários de diversas partes do mundo. Buscando reconhecer e possibilitar o diálogo entre a produção universitária de diferentes países, o festival promove junto ao público pernambucano o aspecto formador da atividade cinematográfica, seja para quem a realiza ou para quem a assiste. A realização é assinada pela Ponte Produções e Vini-V Produções e conta com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco. Confira o <em>teaser</em> do evento abaixo:</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FMOVuniversitario%2Fvideos%2F690573857788251%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" height="315" width="560" allowfullscreen="true" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
3ª MOV – Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco<br />
Quando: de 31 de janeiro a 5 de fevereiro<br />
Onde: Cinema São Luiz (31/01 a 04/01) e Parque Dona Lindu (05/02)<br />
Ingressos: R$ 3 (preço único) no Cinema São Luiz e grátis no Parque Dona Lindu<br />
Informações: (81) 3184-3157</p>
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		<title>Mostra revela legado desconhecido do artista pernambucano Hugo de Paula</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-revela-legado-desconhecido-do-artista-pernambucano-hugo-de-paula/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2016 19:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cleide rocha de paula]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria Janete Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[hugo de paula]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo de Paula: Visões do Povo Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Dona Lindu]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Córdula]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 200 peças do artista pernambucano Hugo de Paula, nascido no município de Bom Jardim, ocupam a Galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, no Recife. A mostra ‘Hugo de Paula: Visões do Povo Brasileiro’, que resgata a obra do artista pernambucano e apresenta de maneira inédita no estado seus desenhos e pinturas, segue [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41202" aria-labelledby="figcaption_attachment_41202" class="wp-caption img-width-597 aligncenter" style="width: 597px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/hugo-de-paula-desenho-2.jpg"><img class="size-full wp-image-41202 " alt="hugo de paula - desenho 2" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/hugo-de-paula-desenho-2.jpg" width="597" height="485" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra ‘Hugo de Paula: Visões do Povo Brasileiro’ apresenta mais de 200 peças do artista pernambucano, entre desenhos e telas</p></div>
<p>Mais de 200 peças do artista pernambucano Hugo de Paula, nascido no município de Bom Jardim, ocupam a Galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, no Recife. A mostra <a href="http://hugodepauladesenho.wixsite.com/arte" target="_blank">‘Hugo de Paula: Visões do Povo Brasileiro</a>’, que resgata a obra do artista pernambucano e apresenta de maneira inédita no estado seus desenhos e pinturas, segue aberta ao público até o dia 20 de novembro deste ano. A entrada é gratuita.</p>
<p>A exposição é uma parceria entre Lia Miceli López Lecube e Cleide Rocha de Paula (viúva de Hugo de Paula), o ICEI Brasil e o Instituto Cultural Raul Córdula, e conta com incentivo do Governo  de Pernambuco, por meio do Funcultura. Além da exposição, o projeto tem uma agenda de atividades de arte educação apta para todo tipo de público, inclusive para pessoas com alguma deficiência visual ou auditiva.</p>
<div id="attachment_41203" aria-labelledby="figcaption_attachment_41203" class="wp-caption img-width-577 aligncenter" style="width: 577px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/hugo-de-paula-desenho.jpg"><img class="size-full wp-image-41203 " alt="hugo de paula - desenho" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/hugo-de-paula-desenho.jpg" width="577" height="460" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra resgata a obra do artista pernambucano e apresenta de maneira inédita no estado seus desenhos e pinturas</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;O resgate da obra de Hugo de Paula tem muito a ver com nossa história recente, com o que a arte sofreu e supera durante décadas de luta, criação, silêncio, censura e perseguição. Este artista traz em suas composições essas leituras e vivências, de forma a enriquecer nossa cultura, e nosso conhecimento histórico, político e artístico”</em>, diz Lia Miceli, que realizou a curadoria da exposição ao lado de Raul Córdula, com o acompanhamento de Cleide Rocha de Paula.</p>
<p>Seu legado artístico foi construído a partir da metade da década de 1930 até a primeira década do século XXI, preferindo a princípio o desenho como primeiro esboço da obra, para depois, entre os anos 1974 e 2005, passar para a tela. De acordo com Cleide Rocha de Paula, o desejo de montar essa exposição na capital pernambucana era um sonho antigo. <em>“Eu falava que quando ele não estivesse mais nessa vida, eu saberia o que fazer com as obras. Sempre falei que começaria a mostrar no Recife, pois já tive oportunidade e fiz exposições das obras no  Rio de Janeiro. Ele tinha grande necessidade de expressar o que ele nunca esqueceu: suas raízes, os costumes, o folclore pernambucano, lembranças inesquecíveis como ele mesmo mostrou nos seus desenhos e pinturas&#8221;, revela.</em></p>
<div id="attachment_41204" aria-labelledby="figcaption_attachment_41204" class="wp-caption img-width-602 aligncenter" style="width: 602px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Sem-título.jpg"><img class="size-medium wp-image-41204 " title="hugo de paula" alt="Sem título" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Sem-título-602x486.jpg" width="602" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A concepção das obras de Hugo seguiu os traços do artista pernambucano, que era reservado, introvertido e discreto</p></div>
<p style="text-align: left;">A concepção das obras de Hugo seguiu os traços do artista pernambucano, que era reservado, introvertido e discreto. Tanto que a obra dele era inédita em Pernambuco e no Brasil, tendo sido exposta apenas três vezes no Rio de Janeiro na década de noventa. Apesar de ser um apreciador de artistas contemporâneos da sua época, como Manuel Bandeira, Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Goeldi e Santa Rosa, Hugo de Paula permaneceu dentro de seu próprio estilo, assinando cada obra com seu traço e cunho.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Hugo de Paula: Visões do Povo Brasileiro</em><br />
Galeria Janete Costa (Parque Dona Lindu, Boa Viagem)<br />
Visitação até 20 de novembro de 2016 (Quarta a sexta, das 12h às 20h; Sábado e domingo, das 14h às 20h)<br />
Gratuito</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Espetáculo musical ‘Mística Popular Brasileira’ estreia no Dona Lindu</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-musical-mistica-popular-brasileira-estreia-no-dona-lindu/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2016 20:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mística Popular Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[MPB Unicap]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Dona Lindu]]></category>
		<category><![CDATA[teatro luiz mendonça filho]]></category>

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		<description><![CDATA[O Teatro Luiz Mendonça, que fica localizado no Parque Dona Lindu, será palco da apresentação de estreia do novo espetáculo do grupo MPB Unicap, intitulado Mística Popular Brasileira. O show, que terá início às 20h, traz clássicos da MPB que fazem referência à religiosidade plural existente no Brasil. A entrada é gratuita e os ingressos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40416" aria-labelledby="figcaption_attachment_40416" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/mpb5.jpg"><img class="size-medium wp-image-40416" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/mpb5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As canções escolhidas para o espetáculo Mística Popular Brasileira fazem referência a elementos das mais variadas religiões presentes no país</p></div>
<p>O Teatro Luiz Mendonça, que fica localizado no Parque Dona Lindu, será palco da apresentação de estreia do novo espetáculo do grupo MPB Unicap, intitulado Mística Popular Brasileira. O show, que terá início às 20h, traz clássicos da MPB que fazem referência à religiosidade plural existente no Brasil. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados antecipadamente na Assessoria de Cultura da Universidade Católica de Pernambuco, ou no dia do show, na bilheteria do teatro, das 14h às 19h.</p>
<p>As canções escolhidas para o espetáculo Mística Popular Brasileira fazem referência a elementos das mais variadas religiões presentes no país. O espetáculo-aula tem também a proposta de mostrar que o divino, independente de qual seja a religião ou a crença, passeia pela cultura popular.</p>
<p>O MPB Unicap foi fundado há 33 anos, pelo então professor do curso de Direito da universidade, Armando Costa Carvalho. Seus integrantes são alunos, ex-alunos e funcionários da casa, e a banda se apresenta sempre com espetáculos temáticos, com o intuito de relembrar, através da música, momentos marcantes do Brasil.</p>
<div id="attachment_40415" aria-labelledby="figcaption_attachment_40415" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Maia/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Foto-Paulo-Maia-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-40415" alt="Paulo Maia/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Foto-Paulo-Maia-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O MPB Unicap foi fundado há 33 anos, pelo então professor do curso de Direito da Unicap, Armando Costa Carvalho</p></div>
<p>Hoje o grupo conta com 14 integrantes: Alexandre D’Lamare (saxofone), Carlos Lima (bateria), Emmanuelle Barros (voz), Gabriel Gouveia (voz), Jefferson Lopes (percussão), Jéssica Aragão (voz), João Paulo Bastos (contrabaixo), Laís Xavier (voz), Maiara Lima (voz), Matheus Cavalcanti (guitarra), Natércia Dantas (voz), Newton Cabral (voz), Percy Marques (violões, arranjos e direção) e Surama Reis (voz). Para o espetáculo atual, a banda conta com o tecladista Alex Cumaru como músico convidado.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Espetáculo Mística Popular Brasileira</em><br />
Terça-feira (27) | 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça do Parque Dona Lindu (Av. Boa Viagem, S/N, Boa Viagem)<br />
Gratuito (ingressos antecipados na Assessoria de Cultura da Unicap e, no dia do evento, na bilheteria do teatro, das 14h às 19h)<br />
Mais informações: (81) 2119 4016</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mostra de dança promove a inclusão de pessoas com deficiência</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-de-danca-promove-a-inclusao-de-pessoas-com-deficiencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2016 17:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Mostra Inclusiva do Dançabilita]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[audiodescrição]]></category>
		<category><![CDATA[Boa Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Libras]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Dona Lindu]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Luiz Mendonça]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Tendo por base promover a inclusão da arte e também a igualdade social, a 3ª edição da Mostra Inclusiva do Dançabilita acontece neste domingo (29), a partir das 17h, no Teatro Luiz Mendonça, localizado no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem. O evento, que terá apresentações de diversos grupos locais, formados [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_36585" aria-labelledby="figcaption_attachment_36585" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Renata-Tarub-e-Nina-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-36585" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Renata-Tarub-e-Nina-divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Renata Tarub, idealizadora do projeto de inclusão artística, com a dançarina Nina, que estará na programação interpretando a dança do ventre.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Tendo por base promover a inclusão da arte e também a igualdade social, a 3ª edição da Mostra Inclusiva do Dançabilita acontece neste domingo (29), a partir das 17h, no Teatro Luiz Mendonça, localizado no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem. O evento, que terá apresentações de diversos grupos locais, formados por artistas com deficiências física ou intelectual, além de participações especiais, contará com intérprete de libras e audiodescrição, além da infraestrutura já disponível no local, voltada à acessibilidade, com rampa, elevador, cadeiras para pessoas obesas e espaço destinado aos cadeirantes.</p>
<div id="attachment_36587" aria-labelledby="figcaption_attachment_36587" class="wp-caption img-width-326 alignright" style="width: 326px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Caio-Rocha-Frevo-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-36587" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Caio-Rocha-Frevo-divulgacao-326x486.jpg" width="326" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Caio Rocha é um dos destaques da monstra, interpretando o frevo, uma de suas paixões.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O projeto da mostra, que foi iniciada no Recife em 2014, através da terapeuta ocupacional e professora de dança do ventre Renata Tarub, é destinado a ajudar quem enfrenta obstáculos ou barreiras para iniciar ou praticar a arte. <em>“Os trabalhos inclusivos no âmbito da dança são utilizados como recurso terapêutico para tratar, reabilitar e promover qualidade de vida ao contribuir com as múltiplas deficiências, estimulando os aspectos corporais e mentais do corpo”</em>, explica Renata.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente, por R$ 20 (inteira), e R$ 10 (meia), nas lojas Mundo Verde dos shoppings Rio Mar, Plaza e Tacaruna. Na bilheteria do Teatro Luiz Mendonça, a venda estará disponível a partir das 16h.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>II Mostra Inclusiva do Dançabilita</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> domingo, 29 de maio<br />
<strong>Horário:</strong> às 17h.<br />
<strong>Local:</strong> Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu (Av. Boa Viagem, s/nº, bairro de Boa Viagem, no Recife)<br />
<strong>Ingressos:</strong> inteira R$ 20 | meia R$ 10 &#8211; disponíveis nas lojas Mundo Verde (Shopping Plaza, Tacaruna e RioMar) e na bilheteria do local, a partir das 16h.</p>
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		<title>SpokFrevo Orquestra apresenta alquimia do &#8216;Frevo Sanfonado&#8217; no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2016 15:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já são onze anos de estrada voltados para a experimentação do universo da música popular. Agora em nova fase artística, a SpokFrevo Orquestra se prepara para apresentar ao público recifense seu terceiro disco de carreira, o álbum Frevo Sanfonado, uma ode ao frevo e aos instrumentos de fole tão marcantes na cultura popular nordestina. Serão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34769" aria-labelledby="figcaption_attachment_34769" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bulla Jr.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/21947340328_1fc7722f5b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34769" alt="21947340328_1fc7722f5b_z" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/21947340328_1fc7722f5b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em &#8216;Frevo Sanfonado&#8217;, o grupo liderado pelo maestro Spok faz um diálogo harmônico entre a orquestra de metais e os instrumentos de fole</p></div>
<p>Já são onze anos de estrada voltados para a experimentação do universo da música popular. Agora em nova fase artística, a<a href="http://www.spokfrevo.com.br/" target="_blank"> SpokFrevo Orquestra </a>se prepara para apresentar ao público recifense seu terceiro disco de carreira, o álbum <strong>Frevo Sanfonado</strong>, uma ode ao frevo e aos instrumentos de fole tão marcantes na cultura popular nordestina.</p>
<p>Serão duas apresentações, nesta sexta-feira (18), às 21h, e neste sábado (19), às 20h, no Teatro Luiz Mendonça do Parque Dona Lindu. Os ingressos antecipados custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), <a href="http://eventick.com.br/spokfrevo-orquestra" target="_blank">através do Eventick</a>, e na ocasião os discos serão comercializados para o público. No palco, os 17 integrantes da SpokFrevo Orquestra serão acompanhados dos sanfoneiros Dudu do Acordeon, Johnanthan Malaquias, Julio Cesar (Som de Madeira) e Gennaro, com a missão de imprimir nos palcos a proposta deste novo trabalho.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/z8yC81_NzOY?list=PL9Oai3WFYkYSmTgv-JVQRfMUlnOEFnjXE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em <strong>Frevo Sanfonado</strong>, o grupo liderado pelo maestro Spok faz um diálogo harmônico entre a orquestra de metais, percussão, baixo e violão com os tradicionais instrumentos de fole, como acordeão, a sanfona ou a gaita-ponto.<em> “O disco confere uma nova roupagem à sonoridade da SpokFrevo e ao frevo ao utilizar um instrumento profundamente nordestino e fortemente pernambucano, que é a sanfona”</em>, explica o maestro Spok.</p>
<div id="attachment_34770" aria-labelledby="figcaption_attachment_34770" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renan Perobelli</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/22959163243_67bf045d75_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34770" alt="Beto Hortiz é um dos músicos pernambucanos que participou das gravações de Frevo Sanfonado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/22959163243_67bf045d75_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Beto Hortiz é um dos músicos pernambucanos que participou das gravações de Frevo Sanfonado</p></div>
<p>O disco traz colaborações excepcionais, nomes como o acordeonista, compositor e arranjador carioca Vitor Gonçalves, que compôs <strong>De Cazadeiro ao Recife</strong>. Outro acordeonista que participou das gravações foi o gaúcho Renato Borghetti, um dos proeminentes compositores da música instrumental brasileira, na faixa <strong>Frevaricação</strong>. <em>“Muitos sanfoneiros, a exemplo de Dominguinhos, Sivuca e muitos outros, já improvisavam há muito tempo. Trata-se de um disco de frevo executado e improvisado por instrumentos, entre eles a sanfona, um elemento novo para o frevo”</em>, comenta Spok.</p>
<p>Talentos pernambucanos e nordestinos também marcam participação no álbum. O mestre Camarão, falecido em abril deste ano, participa com uma contribuição póstuma na música <strong>Sandro no Frevo</strong>. O mestre veio a óbito dias antes da produção desse frevo inédito, e foi substituído pelo carioca Rafael Meninão, atual sanfoneiro de Elba Ramalho, e o potiguar Lulinha Alencar.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/20336691594_4d3e3c74f4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34768 aligncenter" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/20336691594_4d3e3c74f4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Sax Sanfona</strong> conta com o experiente sanfoneiro Gennaro que participa em solo junto ao Spokm, enquanto<strong> Saudade do Seu Domingo</strong>, composto por Beto Hortis, e <strong>Frevo Pra Ela</strong>, do jovem cearense Nonato Lima, fecham algumas faixas do disco, quase completamente inédito. Uma das exceções é<strong> Gostosão</strong>, do maestro Nelson Ferreira (1902-1976), que ganhou arranjos de Spok e solo de Waldonys, famoso sanfoneiro, e de Niraldo, trompetista da SpokFrevo Orquestra.</p>
<p>Os shows contam com patrocínio da Petrobras, que tem garantido a circulação do grupo e o lançamento do CD. A turnê de <strong>Frevo Sanfonado</strong> já esteve em cinco apresentações no estado de São Paulo, além de passar por cidades como Maringá (PR), Porto Alegre (RS), Barbacena (MG) e Belo Horizonte (MG). Do Recife, a big band viaja para Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Aracaju (SE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e João Pessoa (PB). Além do <strong>Frevo Sanfonado</strong>, a SpokFrevo Orquestra já lançou os discos <strong>Ninho de Vespa</strong> e <strong>Passos de Anjo</strong>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Show de lançamento do álbum Frevo Sanfonado</em><br />
Sexta (18) | 21h ; Sábado (19) | 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu, Boa Viagem)<br />
R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)<br />
(81) 3355 9821</p>
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		<title>Galeria Janete Costa promove feira artística no domingo (25)</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2015 15:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[trabalhos artísticos autorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Com o objetivo de reunir produtores de trabalhos artísticos autorais e manualidades contemporâneas envolvendo a cultura pernambucana, a Galeria Janete Costa, no Recife, estará realizando no próximo domingo (25), a primeira edição do projeto ENCosta. No evento, que acontece das 14h às 20h, coletivos de criações, artesãos e músicos, estarão demonstrando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31116" aria-labelledby="figcaption_attachment_31116" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Coletivo-Eu-Passarinho-divulgacao-.jpg"><img class="size-medium wp-image-31116" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Coletivo-Eu-Passarinho-divulgacao--607x441.jpg" width="607" height="441" /></a><p class="wp-caption-text">Tela produzida por Amanda de Souza, integrante do Coletivo Eu Passarinho, que estará particiando da primeira edição do projeto ENCosta.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de reunir produtores de trabalhos artísticos autorais e manualidades contemporâneas envolvendo a cultura pernambucana, a Galeria Janete Costa, no Recife, estará realizando no próximo domingo (25), a primeira edição do projeto ENCosta. No evento, que acontece das 14h às 20h, coletivos de criações, artesãos e músicos, estarão demonstrando suas produções de forma gratuita ao público interessado, que também contará com mostras de vídeo arte.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as utilidades e também dicas de presentes para o final do ano, que estão disponíveis para comercialização, produções urbanas como imãs decorativos, cartões, cartazes, marcadores de páginas e camisas, são algumas das produções que estarão disponíveis a preços populares. Na programação do evento, irão acontecer performances com Rafael Vascon e Cecília Gallaci, Ariana Nuala e o grupo Tapete Mágico, além de declamações de poesias com Rafaela Souza. Também estarão disponíveis ao público, expositores de gastronomia e bebidas típicas.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto ENCosta acontece no andar térreo da galeria é uma iniciativa da equipe de educadores do espaço cultural, sob a coordenação de Carlito Person e produção de Carol Chaves Madureira. A Galeria Janete Costa fica localizada no Parque Dona Lindu, (Av. Boa Viagem, s/nº, bairro de Boa Viagem, no Recife).</p>
<p><strong>Confira a lista de participantes confirmados:</strong></p>
<p>- <strong>Artistas expositivos</strong><br />
Barbara Melo<br />
Coletivo EU PASSARINHO<br />
Coletivo Kontra Bãda<br />
Dajeneladoônibus<br />
Dante<br />
Digão<br />
Felipe Correia<br />
Galeria Arte Ruim<br />
Gustavo Floring<br />
Ianah Maia<br />
Igor de Holanda<br />
Joana Liberal<br />
Jones Nideck<br />
Katia Fugita<br />
Luan Nascimento<br />
Michael Henrique<br />
Oluyiá França<br />
Robot Rock<br />
Sanggaeo</p>
<p>- <strong>Performances</strong><br />
Rafael Vascon e Cecília Gallaci<br />
Rafaela Souza (poesias)<br />
Ariana Nuala<br />
Tapete Mágico</p>
<p>- <strong>Bares/Comidas</strong><br />
Ana Glacê<br />
Bike, um lugar<br />
Bro lo lô<br />
Oficina palha<br />
Priscila e Raquel<br />
Contação e Video-arte<br />
Adélia Contação de historias<br />
Aninha Pinheiro<br />
Arki Vintetrescrew<br />
Barbarizá Atelier de Ideias<br />
Centurion da Mata<br />
Daniel Carbal<br />
David nascimento<br />
Liana Keller Ana cândida<br />
Mariana Nascimento</p>
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