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	<title>Portal Cultura PE &#187; parteiras</title>
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		<title>Exposição itinerante sobre ofício das parteiras está em Pesqueira</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2015 21:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A rotina de trabalho e histórias de vida das parteiras estão em uma exposição fotográfica montada na Praça Comendador José Didier, no centro de Pesqueira. São 30 fotos impressas em tecido, penduradas em um grande varal e que permanecerão em exibição gratuita até a sexta-feira, 27 de novembro. “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos” é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A rotina de trabalho e histórias de vida das parteiras estão em uma exposição fotográfica montada na Praça Comendador José Didier, no centro de Pesqueira. São 30 fotos impressas em tecido, penduradas em um grande varal e que permanecerão em exibição gratuita até a sexta-feira, 27 de novembro.</p>
<p><strong>“Parteiras – Um Mundo pelas Mãos”</strong> é o nome da exposição e projeto do Instituto Nômades com fotos de Eduardo Queiroga. A mostra é itinerante e este ano já passou por Trindade, no Sertão, e ainda visitará o município de Goiana no início do ano que vem. O projeto tem incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, e conta com apoio da Prefeitura de Pesqueira e da Cáritas Diocesana de Pesqueira.</p>
<div id="attachment_30976" aria-labelledby="figcaption_attachment_30976" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/eduardo-queiroga-parteiras.jpg"><img class="size-medium wp-image-30976" alt="Eduardo Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/eduardo-queiroga-parteiras-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos de Eduardo Queiroga revelam as personagens que mantêm viva a tradição</p></div>
<p>A ideia de fotografar e reunir material sobre as parteiras surgiu em 2008, quando o fotógrafo e jornalista Eduardo Queiroga acompanhou os projetos do Instituto Nômades – o “Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais de Pernambuco” e o “Saberes e Práticas das Parteiras Indígenas de Pernambuco” – para complementar os registros orais e textuais dos inventários. Assim, captou milhares de imagens de lá para cá.</p>
<p>A exposição é composta por fotografias impressas em tecido no formato 100 x 150 cm exibidas em um grande varal sempre montado em local público, de preferência um que sirva de referência para as parteiras. “O conceito da exposição passa por algo muito presente no cotidiano das parteiras: o pano. Ele, que costuma estar nos varais, nos quartos, faz, muitas vezes, papel de porta ou de divisórias nas casas, também acolhe o recém-nascido e abriga as mães”, explica Eduardo Queiroga. Ainda segundo ele, as fotografias foram estimuladas pela vontade de aprender sobre quem são as parteiras tradicionais. A ideia era buscar respostas sobre quem são essas mulheres, como e onde elas vivem.</p>
<p>Além de promover a exposição, o projeto também pretende incentivar a multiplicação e a continuidade do trabalho por meio de um acervo de imagens que será doado para cada município visitado. “A ideia é que, com essas fotos que ficam em cada cidade, o projeto possa seguir uma itinerância própria, multiplicando o alcance e a disseminação da documentação, circulando por escolas, bibliotecas e outros espaços culturais”, afirma Júlia Morim, coordenadora do Instituto Nômades. Assim, logo após finalização da exposição de tecido, a mostra em papel fotográfico ficará em exibição na escola pública Monsenhor Olímpio Torres, localizada no território indígena Xucuru.</p>
<div id="attachment_30974" aria-labelledby="figcaption_attachment_30974" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/Eduardo Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/parteiras-eduardo-queiroga.jpg"><img class="size-medium wp-image-30974" alt="Divulgação/Eduardo Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/parteiras-eduardo-queiroga-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição segue em cartaz na cidade até 27 de novembro</p></div>
<p>Dan Gayoso, também coordenadora do Instituto Nômades, explica que, além da exposição e doação de fotos, o projeto prevê ainda uma oficina de troca de saberes com a participação de parteiras tradicionais, estudantes e profissionais das áreas de saúde, educação e cultura, proporcionando o diálogo entre os saberes tradicionais e os técnico-científicos. “Muitas pessoas acreditam que o ofício das parteiras está em extinção. O que não corresponde à realidade. Os inventários mostram que ainda existem muitas parteiras em atividade, inclusive em grandes metrópoles&#8230; Em muitos lugares está havendo o retorno do parto domiciliar”, explica Dan.</p>
<p>Na primeira temporada, a exposição passou pelo território indígena Pankararu e pelas cidades de Palmares, Caruaru e Garanhuns (FIG).</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Exposição &#8211; “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos” &#8211; (Varal em tecido)</strong><br />
Abertura: 21 de novembro de 2015, sábado<br />
Horário: 17h<br />
Onde: Praça Comendador José Didier, Centro, Pesqueira<br />
Visitação: De 21 a 27 de novembro, das 9h às 17h</p>
<p>Exposição &#8211; “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos” (Acervo Papel Fotográfico)<br />
Local: Escola Monsenhor Olímpio Torres, Aldeia de Cimbres (Território Indígena Xucuru)<br />
Visitação: De 25 de novembro a 11 de dezembro, das 9h às 17h</p>
<p><strong>Mais informações</strong></p>
<p>O projeto &#8211; A exposição “Parteiras &#8211; Um Mundo pelas Mãos” foi concebida como um desdobramento de um projeto maior, que inclui os inventários “Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais de Pernambuco” e “Saberes e Práticas das Parteiras Indígenas de Pernambuco”. Os projetos, desenvolvidos entre os anos de 2008 e 2011, utilizaram a metodologia do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), criada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para identificar e registrar os saberes e as práticas de 225 parteiras de seis municípios e três etnias indígenas de Pernambuco como parte integrante do patrimônio cultural do Brasil. Esta e outras ações integram o Museu da Parteira, uma série de iniciativas de registro e promoção do ofício e de suas detentoras &#8211; um museu em processo.</p>
<p>Além de “devolver” os resultados às parteiras e aos municípios que participaram da pesquisa, a equipe do Instituto Nômades pretende que a ação contribua com a valorização e o reconhecimento dos saberes e práticas das parteiras tradicionais, bem como para a promoção da diversidade cultural brasileira. “Muitas pessoas acreditam que o ofício das parteiras está em extinção. O que não corresponde à realidade. Os inventários mostram que ainda existem muitas parteiras em atividade, inclusive em grandes metrópoles&#8230; Em muitos lugares está havendo o retorno do parto domiciliar”, explica Dan.</p>
<p>De acordo com Paula Viana, enfermeira obstétrica e parteira, a assistência ao parto e ao nascimento no Brasil não é homogênea. “Embora a maioria ocorra em ambiente hospitalar, partos domiciliares assistidos por parteiras tradicionais ocorrem no país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste”, diz.</p>
<p>Mas engana-se quem pensa que apenas dificuldades financeiras ou de locomoção fazem com que parteiras sejam solicitadas. Mulheres em busca de uma vivência de parto mais respeitosa também têm buscado o serviço das parteiras tradicionais.</p>
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		<item>
		<title>Mostra fotográfica &#8220;Parteiras &#8211; Um Mundo pelas Mãos&#8221; circula pelo estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-fotografica-parteiras-um-mundo-pelas-maos-circula-pelo-estado/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-fotografica-parteiras-um-mundo-pelas-maos-circula-pelo-estado/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2015 18:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Araripina]]></category>
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		<category><![CDATA[Trindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria A exposição fotográfica itinerante “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos”, que retrata e homenageia uma ocupação considerada por muitos a mais antiga do mundo: o de parteira tradicional, acaba de entrar em sua segunda fase. O projeto, concebido pelo Instituto Nômades e pelo fotógrafo Eduardo Queiroga, abriu nova mostra no sábado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p>A exposição fotográfica itinerante “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos”, que retrata e homenageia uma ocupação considerada por muitos a mais antiga do mundo: o de parteira tradicional, acaba de entrar em sua segunda fase. O projeto, concebido pelo Instituto Nômades e pelo fotógrafo Eduardo Queiroga, abriu nova mostra no sábado (17), em Trindade, no Sertão pernambucano, com a inclusão de fotos mais recentes. A mostra fica em cartaz no município até 23 de outubro. De lá, seguirá para Pesqueira (Agreste) e Goiana (Zona da Mata). Já a partir do dia 20, no entanto, um formato diferenciado da exposição poderá ser conferida também pelos moradores de Araripina.</p>
<div id="attachment_30974" aria-labelledby="figcaption_attachment_30974" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/Eduardo Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/parteiras-eduardo-queiroga.jpg"><img class="size-medium wp-image-30974" alt="Divulgação/Eduardo Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/parteiras-eduardo-queiroga-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografias impressas em tecidos estão &#8220;voltando&#8221; aos municípios em que foram captadas</p></div>
<p>O trabalho de reunir fotografias sobre as parteiras, também popularmente conhecidas como assistentes, curiosas, cachimbeiras, fazedoras de emergência, surgiu ainda em 2008, com o fotógrafo e jornalista Eduardo Queiroga. Ele, que acompanhou os projetos do Instituto Nômades, o “Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais de Pernambuco” e o “Saberes e Práticas das Parteiras Indígenas de Pernambuco”, captou milhares de imagens de lá para cá. Dessas, foram selecionadas 200 fotos que compõem exposição, catálogo com distribuição gratuita e projeção de imagens que retratam a tradição das parteiras de Pernambuco.</p>
<p>O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura e apoio do Grupo de Pesquisa Narrativas do Nascer/UFPE, do Grupo Curumim e das Prefeituras de Trindade e de Pesqueira. A ideia de retornar às localidades onde o inventário ocorreu é uma tentativa de &#8220;devolver&#8221; as imagens aos seus portadores e ao público em geral. “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos” é composta por fotografias impressas em tecido no formato 100 x 150 cm sempre montada em local público, de preferência um que sirva de referência para as parteiras, na forma de um<br />
grande varal. “O conceito da exposição passa por algo muito presente no cotidiano das parteiras: o pano. Ele, que costuma estar nos varais, nos quartos, faz, muitas vezes, papel de porta ou de divisórias nas casas, também acolhe o recém-nascido e abriga as mães”, explica Eduardo<br />
Queiroga.</p>
<p>Segundo Eduardo, as fotografias foram estimuladas pela vontade de aprender sobre quem são as parteiras tradicionais. A ideia era buscar respostas sobre quem são essas mulheres, como e onde elas vivem. Mas não respostas definitivas. “Apesar dessa liberdade no olhar, trabalhei com alguns limites. Eu não poderia pensar na propriedade documental, no sentido de retratar fielmente ‘uma realidade’. Acredito na fotografia como uma linguagem encharcada de subjetividade. Poderia contar essa história de muitas maneiras, mas o fato de existirem tantas possibilidades e subjetividades não impede que a fotografia traga informações importantes para o registro dessa cultura”, afirma.</p>
<p>Além de promover a exposição, o projeto também pretende possibilitar a multiplicação e a continuidade por meio um de acervo que será doado para cada município visitado, composto pelas fotos expostas impressas em papel fotográfico com suporte em PVC. “Uma mostra com cópias ampliadas em papel fotográfico permanece em cada localidade sob os cuidados de associações e outras entidades locais, de modo a seguir uma itinerância própria, multiplicando o alcance e a disseminação da documentação, fazendo-a circular por escolas, bibliotecas e outros espaços culturais”, afirma Júlia Morim, coordenadora do Instituto Nômades.</p>
<p>“Cada imagem, cada texto que integra a exposição e o catálogo carregam elementos das outras imagens e textos, mas trazem também uma perspectiva singular que modifica a visão do todo, como um caleidoscópio, que a cada volta vai formando uma figura diferente a partir de elementos da anterior”, diz Dan Gayoso, também coordenadora do Instituto.</p>
<p>A exposição, que terá duração de sete dias em cada uma das localidades, ainda promove uma oficina de troca de saberes com a participação de parteiras tradicionais, estudantes e profissionais das áreas de saúde, educação e cultura, proporcionando o diálogo entre os saberes tradicionais e os técnico-científicos. “A ideia é tornar mais ativa a participação das parteiras tanto na montagem e envolvimento com as exposições, como também por meio de oficinas de trocas de saberes, fomentando o empoderamento e o reconhecimento das parteiras como representantes de um importante bem do nosso patrimônio imaterial”, explica Júlia Morim.</p>
<div id="attachment_30976" aria-labelledby="figcaption_attachment_30976" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/eduardo-queiroga-parteiras.jpg"><img class="size-medium wp-image-30976" alt="Eduardo Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/eduardo-queiroga-parteiras-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Parteiras retratadas na exposição conferem resultado do trabalho</p></div>
<p>Na primeira temporada, a exposição passou pelo território indígena Pankararu e pelas cidades de Palmares e Caruaru. A exposição “Parteiras &#8211; Um Mundo pelas Mãos” foi concebida como um desdobramento de um projeto maior, que inclui os inventários “Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais de Pernambuco” e “Saberes e Práticas das Parteiras Indígenas de Pernambuco”.</p>
<p>Os projetos, desenvolvidos entre os anos de 2008 e 2011, utilizaram a metodologia do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), criada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para identificar e registrar os saberes e as práticas de 225 parteiras de seis municípios e três etnias indígenas de Pernambuco como parte integrante do patrimônio cultural do Brasil. Esta e outras ações integram o Museu da Parteira, uma série de iniciativas de registro e promoção do ofício e de suas detentoras &#8211; um museu em processo.</p>
<p>Além de “devolver” os resultados às parteiras e aos municípios que participaram da pesquisa, a equipe do Instituto Nômades pretende que a ação contribua com a valorização e o reconhecimento dos saberes e práticas das parteiras tradicionais, bem como para a promoção da diversidade cultural brasileira. “Muitas pessoas acreditam que o ofício das parteiras está em extinção. O que não corresponde à realidade. Os inventários mostram que ainda existem muitas parteiras em atividade, inclusive em grandes metrópoles&#8230; Em muitos lugares está havendo o retorno do parto domiciliar”, explica Dan.</p>
<p>De acordo com Paula Viana, enfermeira obstétrica e parteira, a assistência ao parto e ao nascimento no Brasil não é homogênea. “Embora a maioria ocorra em ambiente hospitalar, partos domiciliares assistidos por parteiras tradicionais ocorrem no país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste”, diz. Mas engana-se quem pensa que apenas dificuldades financeiras ou de locomoção fazem com que parteiras sejam solicitadas. Mulheres em busca de uma vivência de parto mais respeitosa também têm buscado o serviço das parteiras tradicionais.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Exposição &#8211; “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos” &#8211; (Varal em tecido)</strong><br />
Abertura: 17 de outubro de 2015, sábado<br />
Onde: Praça da Igreja Matriz, Centro, Trindade<br />
Horário: 17h<br />
Visitação: De 18 a 23 de outubro, das 08 às 18h</p>
<p><strong>Exposição &#8211; “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos” (Acervo Papel Fotográfico)</strong><br />
Local: Biblioteca da Autarquia Educacional do Araripe &#8211; AEDA<br />
Av. Florentino Alves Batista, S/N, Araripina<br />
Visitação: De 20 de outubro a 06 de novembro de 2015<br />
De segunda a sexta, das 08 às 12h e das 18 às 22h</p>
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		<title>Mulheres de fé da Mata Norte em nome da tradição</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2015 16:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[O município de Lagoa de Itaenga, na Mata Norte de Pernambuco, viveu uma noite de fé e tradição cultural na noite desta sexta-feira (22). Nove rezadeiras, benzedeiras e parteiras da região, e de várias religiões diferentes, tiveram um encontro no qual compartilharam suas vivências entre si e diante de um público repleto de crianças. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25246" aria-labelledby="figcaption_attachment_25246" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_3723.jpg"><img class=" wp-image-25246 " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_3723-607x404.jpg" width="486" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">Costa Neto/Secult-PE</p></div>
<p>O município de Lagoa de Itaenga, na Mata Norte de Pernambuco, viveu uma noite de fé e tradição cultural na noite desta sexta-feira (22). Nove rezadeiras, benzedeiras e parteiras da região, e de várias religiões diferentes, tiveram um encontro no qual compartilharam suas vivências entre si e diante de um público repleto de crianças.</p>
<p>A ação faz parte da programação do Pernambuco Nação Cultural na Mata Norte, promovido pela Secult-PE e FUNDARPE, mas tais ofícios da fé remontam séculos de construção cultural. O padre José Ribeiro, respeitadíssimo entre os brincantes e devotos de Lagoa de Itaenga, revelou que um livro antigo com cantigas destas senhoras rezadeiras de Pernambuco foi encontrado em Roma durante pesquisas recentes. &#8220;Como isso chegou lá, é um grande mistério&#8221;, indaga ele.</p>
<p>Padre João Ribeiro, inclusive, fez o discurso de abertura do encontro. *Essa cultura é muito forte. Eu, por exemplo, nasci em casa. Aqui temos doutores e doutoras que nunca sentaram numa faculdade, mas se formaram na escola da vida&#8221;, ressalta, cheio de orgulho.</p>
<p>Maria Josefa da Silva, mulher da fé de 65 anos, 57 dedicados aos rezos, bençãos e partos em todo o estado, conta que aprendeu esta arte divina com sua avó, e que viaja sempre a pedido daqueles que acreditam na sua força curadora. &#8221; Vou morrer fazendo isso sempre com a mesma energia que meu Padre Cícero me deu&#8221;, afirma com um olhar de certeza.</p>
<p>Manoelzinho Salustiano, presidente da associação dos Maracatus de Baque Solto da Mata Norte e responsável pela articulação do evento, não escondia a satisfação com o resultado final. &#8220;Termos aqui várias crianças bastante interessadas nesse caminho e isso é muito importante para a manutenção da cultura dessas rezadeiras. A ideia aqui é puramente resgatar nossas tradições&#8221;, defende Manoelzinho.</p>
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