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	<title>Portal Cultura PE &#187; Passadisco</title>
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		<title>Josildo Sá celebra 20 anos de carreira com CD e DVD &#8216;Sons da Latada&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 18:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Josildo Sá]]></category>
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		<description><![CDATA[Para celebrar seus vinte anos de carreira artística, o cantor e compositor Josildo Sá lança o box com CD e DVD Sons da Latada, um trabalho que contém um apanhado de sua trajetória na música. Nesta quarta-feira (21), a partir das 19h, o artista pernambucano estará na Passadisco para realizar um pocket show antes de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39044" aria-labelledby="figcaption_attachment_39044" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/27913400594_2fd508b9a1_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-39044" alt="Laís Domingues/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/27913400594_2fd508b9a1_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O DVD &#8216;Sons da Latada&#8217; foi gravado ao vivo no ZRG Studio, no Recife, e mixado por José Roberto, Herbert Lucena e Pablo Ferraz</p></div>
<p>Para celebrar seus vinte anos de carreira artística, o cantor e compositor Josildo Sá lança o box com CD e DVD <strong>Sons da Latada</strong>, um trabalho que contém um apanhado de sua trajetória na música. Nesta quarta-feira (21), a partir das 19h, o artista pernambucano estará na Passadisco para realizar um pocket show antes de seguir viagem em divulgação deste novo trabalho.</p>
<p>Todo o conteúdo do CD/DVD <strong>Sons da Latada</strong> será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais do artista também nesta quarta (21). Gravado ao vivo no ZRG Studio, no Recife, as 15 faixas foram mixadas por José Roberto, Herbert Lucena e Pablo Ferraz.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2f96qHnbdas" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O DVD traz, além das imagens de estúdio, conteúdo adicional com gravações feitas em Tacaratu, terra onde Josildo Sá foi criado, intercalando as músicas com depoimentos de amigos, familiares e do próprio cantor. A direção do vídeo é de Izabel Carvalho e o projeto completo tem patrocínio do Governo de Pernambuco, através da Empetur e da Copergás.</p>
<p>Gravado em 2006, ao lado do maestro Paulo Moura, <strong>Sons da Latada</strong> é um disco de várias participações, como na faixa <em>Açoite do vento</em>, com o gaitista Jefferson Gonçalves, e no frevo <em>Recifolinda</em>, regido pelo maestro Ademir Araújo, o Formiga. Outras participações que integram o CD são as de músicos como Gennaro, Beto Hortis e Cezzinha, no acordeon; maestro Israel França, no violino elétrico; percussionista Sérgio Cassiano; e o jovem Cesar Michiles, na flauta.</p>
<p>O trabalho teve a direção musical de Herbert Lucena e a banda foi formada por Fabio Pedrosa (contrabaixo), Gustavo Pedrosa (Dobro), Joaquim Pessoa (violão seis cordas), João Neto (violão 12 cordas) e Renato Bandeira (violão 10 cordas).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<em>Lançamento CD/DVD Sons da Latada (Comemorando 20 anos de carreira de Josildo Sá)</em><br />
Quarta (21) | 19h<br />
R. da Hora, 345 &#8211; Espinheiro, Recife &#8211; PE, 52020-010<br />
Ingressos: R$ 30<br />
Informações: (81) 3268 0888</p>
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		<title>Academia da Berlinda lança &#8216;Nada sem ela&#8217; na Loja Passa Disco</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2016 16:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[feira do vinil da passa disco]]></category>
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		<description><![CDATA[Realizada a cada três meses, a tradicional Feira de Vinil da Passa Disco retorna mais uma vez neste próximo sábado (3) com um show acústico da banda Academia da Berlinda. O grupo olindense vai aproveitar a ocasião para lançar o seu mais recente disco, intitulado Nada sem ela, e serão acompanhados na festa da discotecagem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32103" aria-labelledby="figcaption_attachment_32103" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Academia-da-Berlinda-2015-divulgacao-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-32103" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Academia-da-Berlinda-2015-divulgacao-01-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Na ocasião, a banda Academia da Berlinda fará um show dando continuidade aos shows de lançamento do terceiro da banda</p></div>
<p>Realizada a cada três meses, a tradicional Feira de Vinil da Passa Disco retorna mais uma vez neste próximo sábado (3) com um show acústico da banda Academia da Berlinda. O grupo olindense vai aproveitar a ocasião para lançar o seu mais recente disco, intitulado <strong>Nada sem ela</strong>, e serão acompanhados na festa da discotecagem do DJs Nego Nu e Patrick Tor4. A entrada é gratuita e o evento começa às 15h.</p>
<p>Esta edição da Feira de Vinil da Passa Disco conta com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura. <em>“A nossa proposta é estar sempre lançando um disco ou algum produto novo da música pernambucana, convidando também alguns DJs para divertir o público. As coisas neste sentido acontecem naturalmente, não existe uma curadoria. Na verdade eu acompanho de perto as novidades e faço os convites quando a edição fica mais perto de ser realizada”</em>, explica Fábio Passadisco, responsável pelo evento.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9lh05h-aaG0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Na ocasião, a banda Academia da Berlinda fará um show dando continuidade aos shows de lançamento do terceiro da banda. O grupo é formado por Alexandre Urêa (voz e timbales), Tiné (voz, pandeiro e maracá), Gabriel Melo (guitarra), Irandê César (Bateria e percussão), Tom Rocha (bateria e percussão), Yuri Rabid (voz e baixo) e Hugo Gila (teclados).</p>
<div id="attachment_39950" aria-labelledby="figcaption_attachment_39950" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Capa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Academia-da-Berlinda-CD.jpg"><img class="size-medium wp-image-39950" alt="Reprodução/Capa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Academia-da-Berlinda-CD-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Nada sem ela&#8217; é o terceiro disco da Academia da Berlinda</p></div>
<p>O novo álbum conta com participações especiais de Otto, Lia de Itamaracá, Fábio Trummer, Lula Lira e Rapha B e teve mais de 20 mil downloads na primeira semana de lançamento.  Já foi apresentado em vários palcos, como no SESC Pompéia, em São Paulo, e no Festival de Inverno de Garanhuns, no Palco Dominguinhos.  Na ocasião será vendido o disco físico <strong>Nada sem ela</strong> autografado pelo grupo. A Loja Passa Disco fica localizada na Estrada do Encantamento 480, Parnamirim, Recife.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Feira do Vinil da Passa Disco</em><br />
Sábado (3) | 15h<br />
Loja Passa Disco (Estrada do Encantamento 480, Parnamirim, Recife)<br />
(81) 3268.0888<br />
Gratuito</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, Passa Disco promove lançamento de dois discos nesta quinta-feira (29)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-incentivo-do-funcultura-passa-disco-promove-lancamento-de-dois-discos-nesta-quinta-feira-29/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2015 16:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31251" aria-labelledby="figcaption_attachment_31251" class="wp-caption img-width-558 aligncenter" style="width: 558px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/passadisco.jpg"><img class="size-medium wp-image-31251" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/passadisco-558x486.jpg" width="558" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Jerimum de Olinda e Marcos Lessa são os convidados dessa primeira edição do projeto</p></div>
<p>A Loja Passa Disco, localizada em Casa Forte, se transformará, a partir desta quinta-feira (29), numa plataforma de divulgação para artistas e grupos pernambucanos que forem lançar discos nos próximos meses em nosso Estado. Com incentivo do Funcultura, e curadoria de Fábio Cabral, conhecido também como Fábio Passa Disco, o projeto pretende dar visibilidade à produção fonográfica local, bem como ser um ponto de encontro entre músicos e compositores da região. &#8220;A Passa Disco irá disponibilizar estrutura de toldo, palco, som, iluminação, além da divulgação do trabalho do artista convidado&#8221;, disse Fábio a respeito da iniciativa. As apresentações, que têm entrada gratuita, começarão às 19h.</p>
<p>Os convidados dessa primeira edição do projeto serão os músicos Jerimum de Olinda, que lançará o CD &#8220;Entre Amigos&#8221;, e Marcos Lessa, que mostrará as releituras que fez das canções de Gonzaguinha, no seu novo álbum &#8220;Estradas &#8211; um tributo a Gonzaguinha&#8221;.</p>
<p><strong>Entre Amigos</strong><br />
Artista pernambucano, com 23 anos de carreira, Jerimum de Olinda desde criança escutava música com o pai e era costume ser colocado pra dormir ouvindo Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Após mais de duas décadas de experiência, Jerimum grava seu primeiro disco autoral. A música, que dá título ao disco, é uma mostra do potencial sonoro do músico. “Entre Amigos”, de Charles Brown, baixista e produtor do disco, é ciranda, maracatu, samba e jazz numa só faixa. A música também traduz a atmosfera da gravação do disco, um trabalho feito por amigos que vêm se encontrando em trabalhos diversos e que tem um respeito e admiração mútuos.</p>
<p>O disco também traz ritmos afro brasileiros, uma ciranda intitulada “Lia”, em homenagem à sua irmã, cantada por Geraldo Azevedo; traz o samba “Luciana”, de Jerimum em homenagem a sua esposa; “Baiãozinho pra Sivuca”, música de Claudio Almeida, com participação de Beto Hortis, na sanfona; “Coco Moderno”, um coco que junta flauta doce à batida da pedaleira em <em>loop</em>; e &#8220;Esse é o tom&#8221;, frevo composto em parceria com César Michiles, que no disco se transformou num duelo de flauta e pandeiros.</p>
<p><strong>Estradas &#8211; um tributo a Gonzaguinha<br />
</strong>Produzido por Daniel Gonzaga, filho de Gonzaguinha, o CD &#8220;Estradas&#8221; apresenta 14 canções do poeta-compositor. A produção conta ainda com a participação dos geniais violonistas Cainã Cavalcante e Eduardo Holanda em canções como “É”, &#8220;Moleque&#8221; e &#8220;Com a perna no mundo&#8221;. Marcos Lessa é cearense e tem 24 anos.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento dos CD&#8217;s &#8220;Entre Amigos&#8221;, de Jerimum de Olinda, e &#8220;Estradas&#8221;, de Marcos Lessa<br />
Quando: quinta-feira (29/10), às 19h<br />
Onde: Loja Passa Disco (Shopping Sítio Trindade, Estrada do Encanamento 480, Casa Forte, Recife).<br />
Informações: 81-3268.0888.<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Esse é pra tocar no rádio?</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/esse-e-pra-tocar-no-radio/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 18:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[César Michiles]]></category>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Que o frevo é um ritmo popular, todo mundo já sabe. Mas em que medida o termo “popular” pode ser utilizado? Para ser popular é preciso tocar nas rádios? É preciso viralizar na internet? Fazer o folião enlouquecer durante quatro dias de festa basta para ser popular? Pois bem, o que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Que o frevo é um ritmo popular, todo mundo já sabe. Mas em que medida o termo “popular” pode ser utilizado? Para ser popular é preciso tocar nas rádios? É preciso viralizar na internet? Fazer o folião enlouquecer durante quatro dias de festa basta para ser popular? Pois bem, o que parece ocorrer é que o frevo sempre teve seus altos e baixos no quesito divulgação/difusão, e que toda a explosão que ele irrompe durante quatro dias parece arrefecer durante os outros 361 do ano. Além disso, o frevo também parece não se sustentar nacionalmente como outro gênero tão popular, o samba, apesar de ser reverenciado por milhões e de ostentar o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, desde 2012. Momentos de glória e de ocaso, desafio e novas alternativas para difundir o nosso mais autêntico ritmo é o mote na fala dos entrevistados nesta última matéria da série em homenagem ao Dia do Frevo.</p>
<div id="attachment_21123" aria-labelledby="figcaption_attachment_21123" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/pernambuco-frevando-para-o-mundo.jpg"><img class="size-medium wp-image-21123" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/pernambuco-frevando-para-o-mundo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A coletânea &#8220;Pernambuco Frevando para o mundo&#8221; chega à sua edição e é material farto em composições</p></div>
<p>O frevo nasceu nas ruas, no meio do povo, assim como o samba, como o funk. Esses têm espaço garantido o ano inteiro nas rádios e TVs, além de shows Brasil afora. O frevo, não. Na verdade, o frevo passou por momentos de grande prestígio, mas que foram eternos apenas enquanto duraram. Os dois principais auges – em termo de massificação e generoso espaço midiático – se deram quando do advento da Rozenblit e durante o projeto Asas da América, de Carlos Fernando. Em ambos, o frevo teve espaço robusto no mercado fonográfico e em execução nas rádios. Após isso, o cenário mudou um pouco e o frevo passou a contentar-se com sua sazonalidade. “<em>Boa parte do que se ouvia nas rádios daqui era o frevo. Infelizmente, ele não tem mais o mesmo respaldo midiático que tinha antes. As rádios continuam sendo sazonais e o frevo continua encapsulado, preso no período carnavalesco</em>”, atesta Silvério Pessoa.</p>
<p>Além das rádios, outro ambiente importante para popularização do frevo foram os festivais de música carnavalesca, a exemplo do Frevança e o do Recifrevo, que tiveram seu auge na década de 1980. Eram espaço para que o público se familiarizasse com as novas músicas que surgiam anualmente, e, por consequência, um estímulo para os compositores. “<em>Esses festivais eram transmitidos pelas TVs daqui. A Rede Globo transmitiu (Frevança), a TV Jornal transmitiu (Recifrevo). E eram transmitidos ao vivo, depois da novela das oito, em horário nobre&#8230; Tinha plateia torcendo. Ou seja, era algo que ajudava a massificar o frevo</em>”, lembra Fábio Cabral, da Passadisco. Posteriormente, o Festival de Músicas Carnavalescas, realizado pela Prefeitura do Recife – rebatizado, há cerca de dois anos, de “Frevo da Humanidade”, continuou acontecendo (com interrupções de dois anos não consecutivos), mas, mesmo assim, parece não mais contar com o interesse da mídia e dos veículos de comunicação para sua repercussão.</p>
<p>Então, além do espaço que há durante o período carnavalesco, como manter o frevo em evidência ao longo do ano? Do campo de vista da oferta de novos trabalhos, algumas iniciativas podem servir como alternativa para que o gênero ultrapasse fronteiras estabelecidas equivocadamente, uma vez que música boa não carece de época do ano para ser tocada. Fábio Cabral, da Passadisco, não se furtou em colaborar e, além da loja Passadisco, fez da marca uma chancela para lançar as coletâneas <em>Pernambuco cantando para o mundo</em>, <em>Pernambuco forrozando para o mundo </em>e, nessa mesma linha, <em>Pernambuco frevando para o mundo</em>, que, no ano passado, teve prensada sua segunda edição, que saiu com uma tiragem de mil cópias.</p>
<p>Um disco duplo, totalizando 36 faixas, que traz de nomes mais clássicos, como Alceu Valença, Antonio Nóbrega, Coral Edgard Moraes, Geraldo Azavedo, Elba Ramalho, Moraes Moreira, até gerações mais recentes, a exemplo de China, Siba, DJ Dolores, Mundo Livre S/A, Herbert Lucena, esses, artistas que, de certa forma, não têm ligação direta com o frevo, mas que, em um dado momento, flertaram com esse caminho musical, o que também é o caso de Genival Lacerda, Maria Alcina, Arlindo dos Oito Baixos, entre outros que estão lá. “<em>Quando eu fiz essa coletânea, me preocupei em trazer também gente nova, que tivesse uma identificação com o público jovem. Pois é através do jovem que a música pode se renovar. São esses artistas que podem alcançar essa juventude. São poucos, na música contemporânea, que utilizam o frevo com freqüência. Imagina só se Lenine lançasse um frevo em seus discos, se a Nação Zumbi lançasse</em>”, destaca Fábio, ao lembrar que boa parte das músicas desse repertório veio de discos não necessariamente voltados para o frevo. Ou seja, não são discos sazonais, e podem muito bem ser rodados em qualquer época do ano.</p>
<p><strong>Na rede</strong></p>
<div id="attachment_21124" aria-labelledby="figcaption_attachment_21124" class="wp-caption img-width-330 alignright" style="width: 330px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/c-michilles-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-21124 " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/c-michilles-2-330x486.jpg" width="330" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">César Michiles utiliza o facebook até para publicar partituras de frevo</p></div>
<p>Outra ferramenta que pode ser utilizada a favor é, sem dúvida, a internet. Conscientes do alcance que a rede tem, os artistas se utilizam dela para divulgar seus trabalhos, formar redes de contatos e difundir o frevo. O instrumentista, compositor, produtor e arranjador César Michiles deu o pontapé a uma iniciativa no seu facebook. Há cerca de três semanas, ele lançou o “Desafio do frevo de rua”, uma brincadeira em que ele escolhe o frevo de um compositor e desafia esse compositor a tocar um frevo dele e passar a brincadeira pra frente, desafiando outro. O alcance disso, segundo Michiles, tem sido grande, tendo receptividade até mesmo fora do país. “<em>O mundo inteiro se comunica pele facebook. Então, nada mais natural que eu, querendo divulgar o meu trabalho e o frevo, também utilize a internet pra isso. Já recebi mensagens dos E.U.A., França, Portugal, de pessoas querendo conhecer melhor meu trabalho. Além disso, eu também tenho disponibilizado partituras das minhas músicas, incluindo os frevos, pra que gente do outro lado do mundo possa tocar. E há um interesse muito grande do público do exterior com relação ao frevo. E a internet tem ajudado nesse sentido, aproximado ainda mais esse público do que a gente faz aqui</em>”, considera.</p>
<p>O guitarrista e produtor Luciano Magno também faz usufruto do alcance das redes para difundir sua música, carregada também de frevos. Seu novo disco, “Estrada do tempo” está à venda online. “<em>Eu procurei priorizar o álbum digital, dei carga total na distribuição, em plataformas como iTunes Store, além das de streaming, como Spotify e Deezer. Ou seja, as pessoas baixam e ouvem muito mais coisas na rede, é natural que o caminho para divulgação desse trabalho seja pela internet</em>”, explica. Mas, para ele, ainda há ressalvas, que exigem tempo. “<em>É um novo caminho que a gente tá aprendendo a utilizar. Com a internet, você tem um alcance gigantesco de um determinado conteúdo, mas é muita coisa ao mesmo tempo em circulação, as coisas vão se diluindo no meio desse mar de informações. O interessante, agora, o próximo passo é saber como prender, como focar a atenção para conteúdos de forma mais profunda. Esse é o nosso dilema daqui pra frente</em>”, conclui.</p>
<p>No passo marcado de ponta de pé e calcanhar, o frevo vira e se revira como pode: na TV, na rádio, na internet, mas o seu lugar mais adequado, sem dúvida, é nas ruas do Recife, ou subindo e descendo as ladeiras de Olinda, e no coração de todo o folião que não se cansa quando chega a Quarta-feira, e já vislumbra o Carnaval do ano seguinte, levando o frevo dentro de si pra onde quer que vá!</p>
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