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	<title>Portal Cultura PE &#187; Passageiros da tempestade: fascistas e negacionistas no tempo presente</title>
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		<title>Livro da Cepe Editora aborda o facismo e o negacionismo no tempo presente</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 13:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Passageiros da tempestade: fascistas e negacionistas no tempo presente]]></category>

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		<description><![CDATA[O avanço da ultradireita em diversos países, da Itália ao Brasil, tem levantado um debate frequente sobre o assunto. Estaríamos novamente diante do fascismo? Os historiadores e professores Francisco Carlos Teixeira da Silva e Karl Schurster apontam que sim em &#8220;Passageiros da tempestade: fascistas e negacionistas no tempo presente&#8221;. Com selo da Cepe Editora, o livro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Passageiros-da-tempestade.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96479" alt="Reprodução/Capa do livro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Passageiros-da-tempestade-354x486.jpg" width="354" height="486" /></a></p>
<p align="justify">O avanço da ultradireita em diversos países, da Itália ao Brasil, tem levantado um debate frequente sobre o assunto. Estaríamos novamente diante do fascismo? Os historiadores e professores Francisco Carlos Teixeira da Silva e Karl Schurster apontam que sim em &#8220;Passageiros da tempestade: fascistas e negacionistas no tempo presente&#8221;. Com selo da Cepe Editora, o livro será lançado na terça-feira (06/09), às 19h, em uma live pelo canal da editora no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=cILMYvmk1JI" target="_blank"><strong>YouTube</strong></a>.</p>
<p align="justify">A obra é prefaciada por Stefan Rinke, professor no Instituto de Estudos Latinoamericanos e no Instituto Friedrich Meinecke da Universidade Livre de Berlim (Alemanha), e com apresentação de Xoán Manuel Garrido Vilariño, professor da Universidade de Vigo (Espanha).</p>
<p align="justify">“Este não é um livro a mais sobre o fascismo, a Segunda Guerra Mundial ou o Holocausto, mas uma análise completa sobre a recepção memorialística destes acontecimentos nos espaços dos cinco continentes que discute os debates gerados e coloca em cima da mesa os debates ocultados, porque, nas palavras dos autores, ‘não dizer o sabido e perpetuar o não dito possui uma função social’”, afirma Xóan Manuel.</p>
<p align="justify">Na obra, os autores analisam o ressurgimento da experiência dos fascismos. Sim, no plural. “Tal qual no passado, os fascismos são múltiplos, possuem seu próprio discurso e espaço de legitimação, mas se encontram dentro de alguns aspectos generalizantes”, pontuam.</p>
<p align="justify">Os pesquisadores partem dos fascismos históricos da Itália, Alemanha e Japão para chegar ao presente. Apontam o militarismo, o imperialismo, o racismo e a supressão de direitos como características básicas daqueles regimes e destacam a importância da linguagem para o fortalecimento dos partidos, movimentos e regimes fascistas.  “O fascista não nasce fascista, ele se constrói a partir da linguagem”, frisam, acrescentando que a linguagem é peça central na batalha que ele trava no espaço público em “busca normalizar o mal para estabelecer a ubiquidade fascista”.</p>
<p align="justify">Ao fazerem o elo entre as experiências do presente e do passado, Francisco Teixeira e Karl Schurster destacam o racismo como traço marcante dos fascismos, tanto na Alemanha de Hitler e na Itália de Mussolini quanto nos atuais movimentos Tea Party (EUA) e M5S (Itália) e nos partidos políticos Vox (Espanha), Fidesz (Hungria) e AfD (Alemanha).</p>
<p align="justify">Se para o regime de Hitler, o racismo se deu em relação aos judeus, os autores entendem que “o outro”  muda segundo os movimentos, partidos e regimes. “No fascismo ou no fundamentalismo, não há espaço para o Outro mesmo o Outro hierarquizado e subordinado, tampouco para sua educação e conversão num homem novo”, afirmam os autores. Daí, a inexistência do espaço para a compaixão e o emprego da violência extrema contra judeus e ciganos no passado e agora, no caso do Brasil, contra as mulheres, negros, índios e homossexuais.</p>
<p align="justify">Com 11 capítulos, Passageiros da tempestade faz uma análise não apenas histórica e política dos fascismos, mas também sob a ótica de elementos da filosofia e da psicanálise. “Muitas vezes acreditamos que o mal enterrado em 1945 não teria condições de ressurgir como um fantasma para assombrar o nosso mundo e temeu-se chamar o fantasma do passado pelo seu exato nome: fascismo”, afirma Francisco Teixeira.</p>
<p align="justify"><strong>Sobre os autores -</strong> Francisco Carlos Teixeira da Silva é professor titular de História Moderna e Contemporânea da UFRJ, professor visitante na Universidade Livre de Berlim e na Universidade Técnica de Berlim. Karl Schurster Sousa Leão é professor livre-docente da UPE, professor na Universidade de Vigo/Beca Maria Zambrano e membro do Grupo de Investigação em Tradução &amp; Paratradução. Os dois também organizaram o livro Por que a Guerra? Das batalhas gregas à ciberguerra (2018).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Live de lançamento do livro Passageiros da tempestade: fascistas e negacionistas no tempo presente<br />
Terça-feira (6), 19h<br />
Canal da Cepe Editora no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=cILMYvmk1JI" target="_blank"><strong>Youtube<br />
</strong></a>Preço do livro: R$ 55,00 (impresso) e R$ 20,00 (E-book)</p>
<p>&nbsp;</p>
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