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	<title>Portal Cultura PE &#187; passeio analógico</title>
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		<title>O resgate da fotografia analógica</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2014 20:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[Embora tenham caído em desuso, as antigas máquinas fotográficas em filme mantêm viva na memória um modo antigo de fotografar, menos amparado nos recursos tecnológicos, e mais ligado à sensibilidade. Registrar cor e movimento sem necessidade de flash ou programas corretivos adicionais é o desafio assumido pelo coletivo Pernambuco Analógico, que vê na técnica uma forma de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13718" aria-labelledby="figcaption_attachment_13718" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/nehga1.jpg"><img class="size-medium wp-image-13718 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/nehga1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Em plena era digital, há fãs incondicionais da fotografia analógica</p></div>
<p>Embora tenham caído em desuso, as antigas máquinas fotográficas em filme mantêm viva na memória um modo antigo de fotografar, menos amparado nos recursos tecnológicos, e mais ligado à sensibilidade. Registrar cor e movimento sem necessidade de flash ou programas corretivos adicionais é o desafio assumido pelo coletivo Pernambuco Analógico, que vê na técnica uma forma de exercitar a criatividade e estreitar relações.</p>
<p>Criado há um ano pelo estudante Igor Marques, o grupo reúne 506 membros que compartilham e trocam experiências diariamente pelo <strong><a href="https://www.facebook.com/groups/peanalogico/" target="_blank">Facebook</a></strong> e em encontros regulares. &#8220;Nem todos os integrantes são fotógrafos profissionais. A nossa turma é bem heterogênea. Temos massoterapeuta, jornalista, produtor fonográfico, estudantes de artes visuais, gastronomia e medicina. A maioria fotografa por hobby mesmo&#8221;, conta o idealizador.</p>
<p>A ideia de formar o coletivo surgiu de maneira despretensiosa, através do contato do próprio Igor com uma câmera analógica. &#8220;Peguei emprestado uma máquina olho-de-peixe, da Lomography, com uma amiga minha para uma viagem e, logo após o retorno e a revelação do meu primeiro negativo, decidi convidá-la para formamos um grupo, aonde pudéssemos trocar figurinhas e conhecer o trabalho das pessoas que se interessam por esse universo&#8221;, disse Marques.</p>
<div id="attachment_13900" aria-labelledby="figcaption_attachment_13900" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/igor-marques.jpg"><img class="size-medium wp-image-13900" alt="Igor Marques, o criador do Pernambuco Analógico" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/igor-marques-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Igor Marques, o criador do Pernambuco Analógico</p></div>
<p><strong>Custos</strong><br />
O hobby da fotografia analógica tem um valor elevado. A revelação de um álbum custa em média de R$ 5 por bobina; já um filme varia de R$ 7 à R$ 38, dependendo da qualidade, pode chegar a R$ 50. Porém, nem o preço baixo e, tampouco, as vantagens da versão digital parecem atrair os amantes da fotografia analógica. Muito pelo contrário, &#8220;as fotos digitais acabam sendo mais fáceis de serem feitas e se tornam repetidas. As analógicas resgatam o processo de toda uma história e cultura fotográficas. Ver os retratos nas mãos também ajuda a apreciar mais o valor do seu conhecimento na hora dos cliques&#8221;, comenta Igor.</p>
<p>Uma das propostas do PE Analógico é mapear locais que vendem equipamentos, como máquinas e alguns modelos de filmes específicos, além de laboratórios para revelar as fotos dos integrantes do coletivo. &#8220;O famoso Beco do Fotógrafo (por trás do Cinema São Luís, na Boa Vista) é um desses redutos remanescentes em que se pode encontrar materiais e os mini-labs. O mais bacana disso é que, com o acesso as nossas informações, tem uma galera criando seus próprios labs e compartilhando isso com quem não tinha condições de acesso a esses materiais. E era isso que a gente queria: uma rede com escambo de experiências e atividades&#8221;, afirma o criador.</p>
<div id="attachment_13943" aria-labelledby="figcaption_attachment_13943" class="wp-caption img-width-418 aligncenter" style="width: 418px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Poster.jpg"><img class="size-medium wp-image-13943" alt="Evento marca o primeiro ano do grupo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Poster-418x486.jpg" width="418" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Evento marca o primeiro ano do grupo</p></div>
<p><strong>Passeio Analógico</strong><br />
Para celebrar o primeiro ano de existência, o coletivo vai promover sábado (20) o terceiro Passeio Analógico, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães &#8211; Mamam. Com exposições de Daaniel Araújo, Lizandra Santos e Varal Analógico, shows de Aninha Martins, Três Sem Nó, Paes e Graxa, além de um debate com o fotógrafo Costa Neto, que discutirá &#8220;A relação da película com a fotografia documental&#8221;, o evento terá início às 10h, com acesso gratuito. &#8220;Vai ser um dia de celebração à fotografia. Mais de 400 pessoas já confirmaram a participação no evento, através do FB. Fora a programação oficial, teremos ainda muitas coisas: cabeleireira, venda de câmeras e filmes no precinho camarada, e barracas de comidas vegetarianas&#8221;, disse entusiasmado Igor Marques.</p>
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