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	<title>Portal Cultura PE &#187; Pastoril Estrela de Belém</title>
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		<title>Mestra Ana Lúcia comanda festa de Reis em Olinda com seu Pastoril Estrela de Belém</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 19:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/16059522746_378744b488_c.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115316" alt="Costa Neto/Acervo Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/16059522746_378744b488_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Se o dito popular é que o ano começa depois do Carnaval, para muitos fazedores e apreciadores da cultura popular pernambucana os novos tempos se iniciam verdadeiramente no Dia de Reis. Data em que se encerra oficialmente o ciclo natalino, o 6 de janeiro é marcado pelos tradicionais desfiles de pastoris e queimas de lapinhas, com uma forte simbologia de renovação.</p>
<p dir="ltr">Um dos grupos de pastoril mais tradicional é o Estrela de Belém, comandado por Mestra Ana Lúcia, em Olinda. E como todo ano, o grupo irá se apresentar no próximo dia 6, a partir das 20h, num cortejo que se inicia na praça de Amaro Branco e segue até a Praça do Carmo. Patrimônio Vivo de Pernambuco, a mestra segue aos 80 anos guiando o grupo de 30 crianças e adolescentes e mantendo viva a tradição secular iniciada pelo seu avô.</p>
<p dir="ltr">“Estamos na quinta geração já da família que participa do pastoril de minha mãe. Ela começou criança e já faz uns 50 anos que está à frente do grupo. Esse folguedo é muito importante para nós porque é uma cultura que move a comunidade. Sabemos da importância dessa tradição e minha mãe faz de tudo para continuar todo ano. São cerca de 30 meninas pra quem garantimos as idas e vindas aos ensaios, lanche, figurino, tudo”, conta a filha de Ana Lúcia e brincante, Totoca.</p>
<p dir="ltr">A preparação é longa e exige dedicação, mas é feita com muito afeto e estímulo. Os ensaios costumam começar em setembro e acontecem ao longo da semana toda. “Esse pastoril é tudo pra gente, é uma tradição que fala de Jesus, da presença divina, só de coisas boas. Quando a lapinha está queimando é muito emocionante, a gente sente uma saudade já”, ressalta Totoca.</p>
<div id="attachment_115317" aria-labelledby="figcaption_attachment_115317" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/ Acervo Fundarpe/ Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/4601570595_da14c59825_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-115317" alt="Priscilla Buhr/ Acervo Fundarpe/ Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/4601570595_da14c59825_c-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Queima da lapinha</p></div>
<p dir="ltr"><strong>O Pastoril</strong></p>
<p dir="ltr">O Estrela de Belém integra a tradição cristã do pastoril religioso com origem na Idade Média e trazida para o Nordeste durante a colonização. A apresentação encena o nascimento do menino Jesus com muita música, performances teatrais e aguardada queima da lapinha.</p>
<p dir="ltr">O cordão azul, o cordão encarnado e a figura de Diana são elementos imprescindíveis em qualquer pastoril. As cores azul e vermelho do pastoril representam a disputa entre cristãos e mouros, que se referem às lutas travadas na Península Ibérica. E Diana, vestida com as duas cores, traz a harmonia.</p>
<p dir="ltr">Já a queima da lapinha faz alusão à manjedoura onde Jesus nasceu e ao dia em que ele foi visitado pelos três reis magos, Dia de Reis. Feita de folhagens secas e incensos, a Lapinha é queimada para consagrar ao fogo esperanças e desejos. Por isso que as pessoas que estão assistindo à apresentação são convidadas a escrever pedidos em pedaços de papel. Os mesmos são queimados no fogo para espalhar aos ventos os desejos para o ano que acaba de se iniciar.</p>
<p><strong>Mestra Ana Lúcia</strong></p>
<p>Rodeada de mestres e mestras da cultura popular do Amaro Branco, Ana Lúcia Nunes da Silva nasceu em 29 de março de 1944.Coquista de roda, líder do pastoril Estrela de Belém e do Acorda Povo, tradicional procissão dançante que antecede os festejos juninos e recria o batismo de Jesus Cristo por São João Batista, de quem a mestra é devota.</p>
<p>Em sua trajetória como coquista mulher, a Mestra enfrentou machismo por liderar um grupo de coco, função a qual, historicamente, era ocupada por homens. Mas, Ana Lúcia se impôs contra essas barreiras e, com amor e dedicação, insistiu na sua vocação. Por anos, assumiu o Coco do Amaro Branco, e posteriormente fundou o Raízes do Coco. Sua métrica e energia vocal nos embalam ao som da zabumba, do ganzá e do pandeiro.</p>
<p>Por meio de sua música, participou de vários eventos culturais de relevância, como o Festival Brasília de Cultura Popular, Encontro de Coco Pernambucano, São Sambas, na Concha Acústica da UFPE, e o Encontro de Mestres das Culturas Populares – Folclorata, em Minas Gerais. Também está no filme “O Coco, A Roda, O Pneu e o Farol”, dirigido por Mariana Brennand Fortez, realizado no ano de 2007.</p>
<div id="attachment_115321" aria-labelledby="figcaption_attachment_115321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux / Acervo Secult-PE e Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/51603531941_b4733ec7e2_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-115321" alt="PH Reinaux / Acervo Secult-PE e Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/51603531941_b4733ec7e2_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Ana Lúcia</p></div>
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		<title>Pastoril Estrela de Belém promove tradição da Queima da Lapinha</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 18:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32875" aria-labelledby="figcaption_attachment_32875" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Pastoril-Estrela-de-Belem-Casa-da-Cultura-2014-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-32875" alt="Foto: Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Pastoril-Estrela-de-Belem-Casa-da-Cultura-2014-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Pastoril Estrela de Belém foi originado na comunidade do Amaro Branco, em Olinda, onde atua com ações culturais dedicadas ao ciclo natalino.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Fazendo parte das manifestações do bairro do Amaro Branco, em Olinda, que desde 2011 passou a ser exercida nas atividades culturais do Pastoril Estrela de Belém, a tradição da Queima da Lapinha na Praça do Carmo acontece nesta quarta-feira (6). Nesta edição, o cortejo contará além do pastoril, com a participação de seresteiros, passistas de frevo e bonecos gigantes, iniciando o período pré-carnavalesco da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Na tradição, que encerra o ciclo natalino e possibilita a abertura das manifestações que antecedem o Carnaval, optamos por também incorporar no cortejo o clima de alegria, possibilitando que outros grupos de cultura popular, sob comando do coreógrafo Alexandre Spain, também possam participar das celebrações do nosso Dia de Reis”</em>, explicou Elaine Gomes, produtora cultural e coordenadora do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">A concentração acontece a partir das 16h, em frente à casa da mestra coquista Ana Lúcia, no Amaro Branco, de onde o cortejo sairá às 18h, pelas ruas do bairro em direção à Praça do Carmo. <em>“Ao chegar na praça, o público irá acompanhar a apresentação do pastoril e também pode participar dos preparativos para a Queima da Lapinha,  inscrevendo seus pedidos para o ano novo. Os pedidos, conforme a tradição, serão incinerados junto com as palhas que compõem o cenário montando especialmente para o ciclo natalino da nossa comunidade”</em>, comentou Elaine.</p>
<p style="text-align: justify;">Criado há mais de 70 anos, o Pastoril Estrela de Belém é liderado pela Mestra Ana Lúcia, sendo composto atualmente por 25 crianças do Amaro Branco. O evento da Queima da Lapinha, do qual o grupo passou a exercer nas suas ações culturais voltadas para o ciclo natalino da cidade, conta com o apoio cultural da Prefeitura de Olinda.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Dia de Reis com Queima da Lapinha em Olinda</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> quarta-feira, 6 de dezembro<br />
<strong>Cortejo:</strong> concentração às 16h, em frente à casa da Mestra Ana Lúcia (Rua Alto Serapião, nº 195, bairro do Amaro Branco). Saída às 18h, seguindo pela Rua do Meio, Praça Dantas Barreto, Rua do Sol, até chegar a Praça do Carmo, onde acontece a apresentação do Pastoril Estrela de Belém e a tradição da Queima da Lapinha.<br />
<strong><em>Evento aberto ao público</em></strong></p>
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