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	<title>Portal Cultura PE &#187; Pátio do Carmo</title>
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		<title>No Pátio do Carmo, governadora Raquel Lyra participa da abertura do Carnaval de Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 14:28:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A governadora Raquel Lyra participou da abertura oficial do Carnaval de Olinda na noite desta quinta-feira (8). A chefe do Executivo Estadual esteve acompanhada de todo secretariado e foi recepcionada pelo prefeito da cidade, Professor Lupércio. Na Marim dos Caetés, acompanhou o desfile do Cortejo Brincantes de Pernambuco do Governo do Estado e os shows [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108256" aria-labelledby="figcaption_attachment_108256" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Miva Filho/Secom</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Miva-Filho_SECOM.2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-108256" alt="Miva Filho/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Miva-Filho_SECOM.2-607x461.jpeg" width="607" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">Governadora Raquel Lyra participou da abertura do Carnaval de Olinda 2024</p></div>
<p>A governadora Raquel Lyra participou da abertura oficial do Carnaval de Olinda na noite desta quinta-feira (8). A chefe do Executivo Estadual esteve acompanhada de todo secretariado e foi recepcionada pelo prefeito da cidade, Professor Lupércio. Na Marim dos Caetés, acompanhou o desfile do Cortejo Brincantes de Pernambuco do Governo do Estado e os shows no palco Erasto Vasconcelos, na Praça do Carmo.</p>
<p>Ao todo, o Governo de Pernambuco está investindo R$ 20 milhões na realização do Carnaval em todo o Estado, sendo o valor o dobro do que foi investido no ano passado. A gestão também está investindo outros R$ 12,2 milhões em segurança, assegurando o aumento de 10,2% no efetivo de agentes. Durante a festa serão empregadas 67.842 jornadas extras de trabalho para garantir a tranquilidade dos foliões.</p>
<p>“Não tenho dúvida de que será o maior e melhor carnaval que Pernambuco já viu, além do mais seguro. Já fizemos mais de mil contratações voltadas para artistas pernambucanos, respeitando a cena cultural do nosso Estado. Estamos investindo muito mais na segurança nesse ano, garantindo a integração das operativas por meio da tecnologia. Todos nós estamos trabalhando para garantir o maior e melhor carnaval do Brasil”, disse a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>O secretário de Turismo e Lazer, Daniel Coelho, destaca que o período de carnaval vai movimentar a economia do Estado. “Serão R$ 3 bilhões injetados. Temos mais de mil artistas pernambucanos contratados. O Governo do Estado, sob orientação da governadora Raquel Lyra, só contrata artista pernambucano e, na sua maioria, provenientes da nossa cultura popular. Então é um carnaval que tem muita cultura, que tem muita tradição e, por toda a sua diversidade, é único”, disse.</p>
<p>A secretária de Cultura, Cacau de Paula, declarou que o carnaval do Estado neste ano será marcado pela diversidade. “Agora Pernambuco não para. Vai até a Quarta Feira de Cinzas, mostrando o que a gente tem de melhor, que é essa diversidade cultural e essa riqueza das manifestações. Agora está oficialmente aberto o melhor carnaval do Brasil, o carnaval do Pernambuco”, declarou.</p>
<p>Dos R$ 20 milhões investidos na cultura para o carnaval, R$ 1,1 milhão está sendo direcionado para o Cortejo Brincantes de Pernambuco, projeto idealizado e executado pela Secretaria de Cultura e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a participação de manifestações culturais carnavalescas.</p>
<p>“O apoio do governo do Estado é fundamental. Eu agradeço principalmente a questão da segurança e também a cultura, que nos ajudam a fazem o carnaval de Olinda ainda maior”, contou o prefeito de Olinda, Professor Lupércio.</p>
<p>Para a cidade de Olinda, o Governo de Pernambuco fez um aporte total de R$ 2 milhões, por meio da Secretaria de Cultura e Fundarpe e Secretaria de Turismo e Empetur. Em 2024, a gestão estadual voltou a apoiar o bloco Homem da Meia-Noite, um patrimônio vivo de Pernambuco. O incentivo é na ordem de R$ 100 mil. No desfile do Calunga, duas aeronaves do GTA vão sobrevoar a área, enquanto o Corpo de Bombeiros também vai atuar com um Posto de Comando.</p>
<p>Outra ação estadual no carnaval da Marim dos Caetés neste ano é a ativação do plantão da Delegacia Especializada da Mulher, nas proximidades da Praça do Carmo. Essa será uma atuação conjunta da SDS e da Secretaria da Mulher de Olinda. O Sítio Histórico contará também com uma Delegacia Móvel e uma Plataforma de Observação Elevada (POE).</p>
<p>Estiveram presentes na abertura, o ministro da Pesca e da Agricultura, André de Paula; os secretários estaduais Alessandro Carvalho (Defesa Social); Cacau de Paula (Cultura); Daniel Coelho (Turismo e Lazer); Zilda Cavalcanti (Saúde); Ivaneide Dantas (Educação); Mariana Melo (Mulher); Almir Cirilo (Recursos Hídricos e Saneamento); Fabrício Marques (Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional); Túlio Vilaça (Casa Civil); Ellen Viégas (Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca); Ana Luiza Ferreira (Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha); Fernando Holanda (Assessoria Especial e Relações Internacionais); Carlos Braga (Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobres Drogas) e Rodolfo Costa Pinto (Comunicação); além de vereadores e lideranças locais.</p>
<p>Também prestigiaram o evento o presidente da Empresa Pernambucana de Turismo, Eduardo Loyo e o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira.</p>
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		<title>Coletivo Lugar Comum estreia espetáculo &#8220;Motim&#8221; no Pátio do Carmo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2015 12:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Fazer do riso uma ação política, um ato de protesto, de rebeldia&#8221;. Esse é o principal viés de Motim, espetáculo/performance do Coletivo Lugar Comum que estréia nesta terça-feira (3), às 17h, em sessão gratuita e ao ar livre no Pátio do Carmo, centro do Recife, e segue com apresentações nos dias 4, 5 e 6 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Fazer do riso uma ação política, um ato de protesto, de rebeldia&#8221;. Esse é o principal viés de <em>Motim</em>, espetáculo/performance do Coletivo Lugar Comum que estréia nesta terça-feira (3), às 17h, em sessão gratuita e ao ar livre no Pátio do Carmo, centro do Recife, e segue com apresentações nos dias 4, 5 e 6 de março, na rua do Hospício, na Boa Vista; na Praça da Várzea; e na estação do Metrô, em Afogados, respectivamente.</p>
<p>O projeto, incentivado pelo Funcultura, é uma pesquisa criativa que traz à tona uma política de valorização da importância do riso, sobretudo, pela sua capacidade de estabelecer laços sociais baseados no compartilhamento afetivo, na predisposição aos atos criativos, na dimensão lúdica das relações e nas experiências de prazer e de alegria que põem em evidência, acima de tudo, a legitimidade do próprio corpo. A escolha do título, <em>Motim</em>, conserva a polissemia dessa palavra, porém ele, não é exatamente índice do que ocorrerá na dramaturgia da performance, mas sim uma metáfora do poder que os bailarinos almejam conferir ao ato de rir, bem como da legitimidade de ação que a ele desejam restituir.</p>
<div id="attachment_21790" aria-labelledby="figcaption_attachment_21790" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paloma Granjeiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Motim-Ensaio-Varzea_Foto-de-Paloma-Granjeiro-9.jpg"><img class="size-medium wp-image-21790" alt="Paloma Granjeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Motim-Ensaio-Varzea_Foto-de-Paloma-Granjeiro-9-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo trabalha o riso como forma de protesto</p></div>
<p>O riso que motiva essa pesquisa é o riso bom, contagiante, uma disposição do espírito de perceber e criar o cômico, que nasce de uma inclinação a um movimento criador e benevolente. “Não é uma atitude resignada, mas sim rebelde, frente à vida. É um rumor alto provocado não só por vozes, mas por grandes gargalhadas, o prazer do corpo em estado de riso. No entanto, a arma dessa rebeldia é a capacidade de reconhecer ou instaurar situações de humor em circunstâncias em que o que se espera é uma atitude, ritualizadamente, séria e cerimoniosa, de pesar, de extremas deferências ou reverências”, aponta a dramaturga e artista performer, Roberta Ramos, responsável pela concepção do espetáculo e que é também professora do curso de dança da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>Para Roberta, a relevância do ato de rir para várias dimensões dos indivíduos e das coletividades &#8211; estética, cognitiva, política, corporal, etc. &#8211; origina essa pesquisa criativa. Porém, diz ela, que &#8220;isso não implica necessariamente um foco em produzir o riso ou abordar o cômico na arte; mas, sobretudo, produzir uma discursividade artística acerca do ato de rir que compreende e reforça sua relevância e o redime dos rótulos de imoralidade e banalidade aos quais é associado como estratégia ideológica ao longo da história da humanidade. Motim é contra séculos de valorização do riso. Mas, não é o riso pelo riso, o besteirol, mas sim o riso como uma forma de compartilhamento do pensar do outro de forma inteligente&#8221;, revelou.</p>
<p>De acordo com a dramaturga, um aspecto importante a destacar neste projeto é o profundo envolvimento e interesse dos participantes para com o tema motivador. “Essa afinidade e interesse se dão não só porque temos um ponto em comum que é o gostar de rir. Essa relação de compartilhamento do riso já existia entre todos antes do espetáculo”. Paralelamente a isso, acrescenta Ramos, os bailarinos reconhecem a potência criativa e política de um projeto artístico em que o riso e o humor não são abordados apenas para dar ênfase a uma “descontração generalizada”. Isso seria reforçar um humor acrítico e gratuito, e “proporcional à falência de projetos comuns e ao desinvestimento das possibilidades de transformação social”.</p>
<div id="attachment_21789" aria-labelledby="figcaption_attachment_21789" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paloma Granjeiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Motim-Ensaio-Varzea_Foto-de-Paloma-Granjeiro-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-21789" alt="Paloma Granjeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Motim-Ensaio-Varzea_Foto-de-Paloma-Granjeiro-4-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">O Coletivo Lugar Comum é formado por 10 performers</p></div>
<p>No espetáculo, os 10 performers criadores do Coletivo, Roberta Ramos, Silvia Góes, Liana Gesteira, Maria Agrelli, Conrado Falbo e Cyro Morais, além das convidadas Drica Ayub, Gabriela Santana, Iara Sales e Letícia Damasceno, riem sem parar diante dos transeuntes que caminham pelas vias onde estarão encenando. Segundo a dramaturga, a variedade de espaços públicos escolhidos para a encenação da performance tem, igualmente, um duplo viés político. Por um lado, estabelece coerência com o caráter potencial de Motim, com sua valorização pública do riso, como uma Zona Autônoma Temporária, a partir de “fissuras do poder, momentos de suspensão que, ao serem deflagrados, devem desaparecer para reaparecer sob nova forma, em outra área”. E, por outro, aponta o desejo de maior alcance do projeto, tornando-se acessível a variados públicos, pertencentes a diferentes contextos geográficos e sociais, além de intervir diretamente sobre a rotina dos transeuntes, com a compreensão de que um trabalho artístico apresentado na rua pode fazer “vibrar a paisagem circundante” ou criar “um parêntese de tempo suspenso no tumulto urbano”.</p>
<p>“Era um desejo coletivo essa possibilidade de dar acesso às pessoas, que por inúmeros motivos, não conseguem ir até um determinado espaço para assistir a um espetáculo. Com essa intervenção nas vias públicas conseguimos dar alternativas para essas pessoas de experimentar novas sensações e extrair do riso a potência para lidar subversivamente com as pressões do dia a dia”, considera Ramos. Atrelado às variações de formas com que o Motim se configura como uma ação de suspensão, desaparecendo para reaparecer sob nova forma, estão as escolhas pela linguagem da performance e seu caráter provisório e por uma estrutura dramatúrgica relativamente móvel, que contará com cenas que se alternarão de um lugar a outro, o que terá relação com a alternância das nuances dos estados corporais a serem desenvolvidos ao longo dos laboratórios.</p>
<p>A temporada segue nas duas semanas seguintes, de 10 a 13 e de 17 a 20 de março, com apresentações sempre nas terças, quartas, quintas e sextas-feiras, seguindo a mesma ordem dos locais. Todas as exibições acontecem a partir das 17h e a idéia é desenvolver as ações localizadas a partir dos pontos definidos e percorrer algumas vias públicas fazendo a transição para outros lugares a fim de fazer a performance ser explorada por diversos públicos.</p>
<p><strong>Estudo</strong><br />
O trabalho de pesquisa de Motim teve início há cerca de um ano, período em que foram realizadas oficinas, laboratórios e treinamentos com a finalidade de instrumentalizar os performers-criadores com diferentes ferramentas e linguagens artísticas pertinentes ao resultado poético almejado. Entre as oficinas um destaque para o trabalho desenvolvido pelo ator e palhaço pernambucano, Arilson Lopes, na oficina Corpo Cômico e a oficina “Riso/Cômico/Humor”, com Joice Aglae, fundadora da Cia. Buffa de Teatro (Bahia) e cofundadora da companhia de teatro Bottega Buffa CircoVacanti, em Trento (Itália). Joice Aglae traz em sua formação relações múltiplas com o teatro, mímica, balé, dança folclórica, artes brasileiras de circo, figurino, maquiagem, arte da palhaçada, a arte do palhaço e commedia dell&#8217;arte.</p>
<p>Um conjunto de leituras sobre o ato de rir também norteou a pesquisa, através da distribuição de textos que foram discutidos e compartilhados através de formas diversas de organizar criativamente as informações acessadas através da leitura. Os resultados dessas formas de organização, bem como uma série de outros elementos, associados à predisposição a criar situações de riso, de humor, objetivaram a condução, ao longo dos processos criativos, os performers a um estado de corpo a partir do qual se deram as investigações criativas a produzirem os resultados que compõem a cena. Esse estado de corpo, de euforia, alegria, predisposição a mais riso, conferiu o foco corporal dessa pesquisa, deixando claro que o ato de rir põe, antes de tudo, o corpo e seus prazeres em primeiro plano. Nisso consiste boa parcela do que motivou a associação do riso à banalidade e à imoralidade. As estratégias ideológicas de condenação ou diminuição da importância do riso não estão desatreladas da história de desprivilégio do próprio corpo. Assim, é, sobretudo, através da afirmação incessante do estado de corpo provocado pelo riso que ganha consistência a dimensão política e performativa do ato de rir. Os laboratórios corporais, portanto, foram importantes para produzir esse estado de corpo nos performers através das mais diversas estratégias ligadas à busca de referências, novas ou pertencentes à memória. Ou seja, o estado de corpo foi o ponto de partida para a construção dramatúrgica do corpo e da cena.</p>
<p>A pesquisa também conta com um caderno de criação coletivo servindo com uma espécie de memória de todo o processo de estudo que deverá ser transformado em uma publicação a ser viabilizada posteriormente, visando convergir com os interesses do grupo de compartilhar com a comunidade artística em nível nacional, especialmente com atuantes no campo da dança, entendimentos, possibilidades de criação e caminhos de transformação através do ato criativo.</p>
<p><strong>Coletivo Lugar Comum</strong><br />
O grupo recifense atua desde agosto de 2007, reunindo artistas de diferentes linguagens (dança, teatro, música, artes visuais, literatura). É um espaço para troca de saberes diversos na busca de propostas que tenham a potência de transformar (nos), esteticamente, politicamente, culturalmente e artisticamente. Hoje agrega 14 artistas, que se revezam, dando aulas uns para os outros, colaborando nas criações, na produção de projetos, na discussão de textos e idéias, entre outras atividades artístico-culturais. Lugar Comum, segundo o escritor Edouard Glissant, é quando um “pensamento do mundo” encontra outro “pensamento do mundo”, criando um espaço de reforço a uma compreensão que é assim ratificada. Para ele, é através da identificação dos novos “lugares comuns”, daqueles que emergem conectados a uma realidade multiétnica, plurivocal, não etnocêntrica, que é possível construir novos parâmetros para a arte e para a vida na contemporaneidade.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Espetáculo Motim (terças às sextas-feiras)<br />
Dia 3/3: Pátio do Carmo, bairro de Santo Antônio.<br />
Dia 4/3: na rua do Hospício, bairro da Boa Vista.<br />
Dia 5/3: Praça da Várzea, bairro da Várzea.<br />
Dia 6/3: estação do metrô de Afogados, em Afogados.</p>
<p>Dia 10/3: Pátio do Carmo, bairro de Santo Antônio.<br />
Dia 11/3: rua do Hospício, bairro da Boa Vista.<br />
Dia 12/3: Praça da Várzea, bairro da Várzea.<br />
Dia 13/3: estação do metrô de Afogados, em Afogados.</p>
<p>Dia 17/3: Pátio do Carmo, bairro de Santo Antônio.<br />
Dia 18/3: rua do Hospício, bairro da Boa Vista.<br />
Dia 19/3: Praça da Várzea, bairro da Várzea.<br />
Dia 20/3: estação do metrô de Afogados, em Afogados.</p>
<p><strong>Horário:</strong> sempre às 17h</p>
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		<title>Caminhada inicia celebrações da consciência negra em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2014 20:20:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de promover as manifestações contra a discriminação religiosa em culturas de matrizes africana e afro-brasileira, a 8ª edição da Caminhada dos Terreiros de Pernambuco acontece nesta terça-feira (4), no Recife, dando início às festividades que irão acontecer ao longo do mês de novembro, período que marca a luta pela consciência negra. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16332" aria-labelledby="figcaption_attachment_16332" class="wp-caption img-width-340 alignright" style="width: 340px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Caminhada-dos-Terreiros-de-Pernambuco.jpg"><img class=" wp-image-16332  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Caminhada-dos-Terreiros-de-Pernambuco-607x342.jpg" width="340" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Registro da 6ª edição do evento, em novembro de 2012.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Com o objetivo de promover as manifestações contra a discriminação religiosa em culturas de matrizes africana e afro-brasileira, a 8ª edição da Caminhada dos Terreiros de Pernambuco acontece nesta terça-feira (4), no Recife, dando início às festividades que irão acontecer ao longo do mês de novembro, período que marca a luta pela consciência negra. A concentração acontece a partir das 14h, na Praça do Marco Zero, Bairro do Recife, e pretende reunir representantes de aproximadamente 3.500 terreiros existentes no Estado, como casas de Candomblé, Umbanda e Jurema.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Para a ialorixá Mãe Elza de Yemojá, uma das organizadoras do evento, a caminhada visa promover aos participantes um grande tapete religioso e cultural dos segmentos de terreiros no Estado. “Apesar das raízes serem africanas, nossa religião é legitimamente brasileira. É importante que Pernambuco reconheça e respalde seus valores culturais oriundos dos terreiros, pois outros estados assim o fizeram, a exemplo dos nossos coirmãos da Bahia”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">A luta em prol pela consciência negra também se refere à questão das tradições culturais dessas matrizes, que passaram a ser inseridas em festividades e costumes brasileiros. “Nosso Estado possui uma cultura ainda mais abrangente, pois, devido aos cultos à Jurema, foi possível conceber ritmos como o Coco e Tores (Caboclinhos), sons que retratam uma grande brincadeira, uma grande conquista, inspirados neste segmento religioso. Junto a essa diversidade, temos também o afoxé, o maracatu e a sambada”, ressaltou a ialorixá, líder do Terreiro Ilé Asé Egbé Awo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta edição, a Caminhada dos Terreiros de Pernambuco prestará uma homenagem ao ex-governador do Estado, Eduardo Campos, falecido em agosto desse ano. Representando os terreiros pernambucanos, o músico e balalorixá Pai Raminho de Oxossi também será homenageado durante o evento, que contará com a participação de caboclos e grupos culturais entoando cânticos sagrados dedicados a entidades espirituais, durante o percurso que seguirá até o Memorial Zumbi dos Palmares, no Pátio do Carmo, Bairro de Santo Antônio, no Recife.</p>
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