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	<title>Portal Cultura PE &#187; Patrick Tor4</title>
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		<title>Palco Pop reúne a vanguarda musical do Festival de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2013 21:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4188" aria-labelledby="figcaption_attachment_4188" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-57.jpg"><img class="size-medium wp-image-4188" alt="Projeto CCOMA, do Rio Grande do Sul (Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-57-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto CCOMA, do Rio Grande do Sul (Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p dir="ltr">“É muito significativo pra gente, que trabalha com música eletrônica, tocar num palco escrito pop e forró aqui atrás”. O comentário, feito pelo percussionista Swami Sagara, do Projeto CCOMA, uma das atrações que abriu a primeira noite do Palco Pop, refere-se aos experimentalismos da dupla de Caxias do Sul, que mistura batidas eletrônicas, escaleta, baião, trompete e teremim com samples de artistas como Di Melo, cumbias e outros ritmos latinos. Com tantas referências, o Projeto CCOMA é uma colagem rica e complexa, difícil de definir em palavras.</p>
<p dir="ltr">O espaço montado no parque Euclides Dourado já tradicionalmente abriga, no começo da noite, as atrações do Palco Pop, e, depois de uma virada técnica, artistas e grupos de forró madrugada a dentro. No caso específico dos shows do primeiro turno, 45 atrações vão compor um mosaico de vertentes musicais, mas que pode ser sintetizada em uma única palavra: Pop.</p>
<p dir="ltr">O termo pode parecer simplório, por sugerir de forma mais imediata o popular no sentido de fama fácil,  música descartável, feita para tornar-se sucesso comercial. No entanto, o termo Pop também pode remeter-se à cultura pop, um conceito mais amplo, que abriga tanto o pop dito “descartável” como os experimentalismos da guitarra de Juliano Holanda, os trompetes distorcidos do CCOMA, o balanço olindense do Bonsucesso Samba Clube, as batidas do DJ 440.</p>
<p dir="ltr">Se o Pop pode ser entendido como uma expressão que lida com elementos estéticos cotidianos e midiáticos, transformando-os em obras artísticas que falam e simbolizam o nosso tempo, o termo é o mais apropriado este palco do FIG. É lá que pode-se ver e ouvir a música pop em sua melhor forma.</p>
<p dir="ltr">DJ</p>
<p dir="ltr">Uma das novidades do Palco Pop deste ano é a figura do DJ. Diversos profissionais de cena noturna recifense compõem, ao longo de todo o festival, uma amostra do que pode ser ouvido nos ambientes festivos da capital pernambucana. Coube ao DJ 440 abrir a primeira noite, enchendo de música os intervalos entre as atrações. No sábado (20), é a vez de Patrick Tor4 assumir a programação musical. Já no domingo (21), é a vez de Ravi Moreno.</p>
<p>20/07/2013 | Compartilhe: <a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=http://www.fig2013.com/para-um-grande-publico-de-tudo-um-pouco/">Facebook</a> <a href="https://twitter.com/share?url=http://www.fig2013.com/para-um-grande-publico-de-tudo-um-pouco/">Twitter</a></p>
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