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	<title>Portal Cultura PE &#187; Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil</title>
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		<title>Nazaré da Mata recebe Roda de Mestres Poesias em Seis</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 14:28:08 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106604" aria-labelledby="figcaption_attachment_106604" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Mestre-de-Maracatu-Rural-João-Paulo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106604" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Mestre-de-Maracatu-Rural-João-Paulo-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre João Paulo</p></div>
<p>O passado, o presente e o futuro encontram-se, neste domingo (26), em frente à sede do Maracatu Leão Misterioso, em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte pernambucana. A partir das 11h tem início a Roda de Mestres Poesias em Seis: Botando a Voz no Brinquedo. A história secular do Maracatu de Baque Solto (MBS) está presente na poesia e no diálogo entre seis mestres, todos de uma mesma raiz familiar, unidos pelo afeto e pelo amor à cultura popular.<br />
São estrelas comprometidas não apenas com a brincadeira de hoje, mas com passar a tradição para as próximas gerações, com as adaptações que a contemporaneidade pede, sem esquecer de todos os que deram origem a essa arte. No sábado (25), a Roda de Mestres é registrada em vídeo para que cada vez mais pessoas possam se encantar e vivenciar o maracatu rural, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil desde 2014. O projeto tem incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
O anfitrião do grande encontro é o mestre João Paulo, do Leão Misterioso de Nazaré da Mata, o Papa do Maracatu, o próprio Leão, que além de emocionar por meio de seu trabalho, sempre fez questão de revelar novos talentos da cultura popular, como fez com o irmão e os primos. Zé Joaquim, do Leão Coroado de Buenos Aires; Barachinha, do Estrela Dourada da mesma cidade; Veronildo do Águia Misteriosa, de Nazaré da Mata; Edmilson João, do Leão Teimoso de Lagoa de Itaenga; e Pedrinho Gabriel, do Leão Formoso, também de Nazaré da Mata, são os mestres que marcam presença na roda.<br />
“Convidamos todo mundo a participar da Roda de Mestres. Um momento de brincadeira e de alegria, mas também de reivindicações, afirmações e defesas dessa cultura. Muitos temas são debatidos entre nós, mestres de uma mesma família, irmão e primos”, convoca mestre João Paulo.<br />
Alexandre Veloso é o coordenador do projeto cultural Sonoras, do Maracatu de Baque Solto Leão Misterioso, do qual a Roda de Mestres faz parte. De acordo com ele, o registro em vídeo é importante para a preservação da memória dessa dança, música e poesia. “Todo o projeto constitui uma grande oportunidade de registro histórico das formas de cantar desses mestres, que são diferentes, apesar de eles virem de uma mesma escola. E o nome Sonoras se refere ao cantar da poesia, nosso foco principal. Nesse contexto o mestre João Paulo é como uma fonte primária. Ele vai deixar um legado junto com sua família. As pessoas vão poder aprender mais, por meio dos próprios mestres, sobre o cantar maracatu”, comenta.<br />
O Papa do Maracatu trouxe seu irmão e primos para cantar marcha, samba, versos e rimas de maracatu. Primeiro introduziu o irmão como contramestre e depois passou a bengala, o apito e o chapéu para que assim surgisse o mestre Zé Joaquim. Com seu estilo marcante, com uma poesia organizada, canta contando histórias, crônicas. Com o mesmo início de contramestre, degrau de aprendizado no meio maracatuzeiro, Mestre Barachinha também foi iniciado e apresentado aos terreiros, sedes e praças, mundo afora, primeiro respondendo e depois cantando, liderando e se tornando um grande mestre.<br />
Veronildo, Edmilson João e Pedrinho Gabriel também são primos do anfitrião que se tornaram mestres pela experiência que adquiriram após anos de dedicação ao maracatu de baque solto.<br />
A Roda de Mestres Poesias em Seis: Botando a Voz no Brinquedo é uma das quatro atividades públicas promovidas pelo projeto cultural Sonoras do Maracatu de Baque Solto Leão Misterioso. Ainda serão realizados dois ensaios e uma sambada de pé de parede. Um dos ensaios já tem data marcada: 13 de janeiro de 2024.</p>
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		<title>Forró é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2021 16:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63442" aria-labelledby="figcaption_attachment_63442" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Forró-Pesado-de-Garanhuns_Jorge-Farias.jpg"><img class="size-medium wp-image-63442" alt="Jorge Farias Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Forró-Pesado-de-Garanhuns_Jorge-Farias-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Forró (ou Forrobodó) é um complexo cultural que expressa a filosofia de vida de um povo, originário do sertão nordestino brasileiro</p></div>
<p align="justify">O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) decidiu, nesta quinta-feira (9), reconhecer o Forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A decisão se deu por unanimidade, em reunião extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Iphan nacional, o qual também considerou a expressão musical como supergênero. De acordo com o instituto, o forró é considerado um supergênero por agrupar ritmos e expressões musicais como o baião, o xote, o xaxado, o chamego, o miudinho, a quadrilha e o arrasta-pé.</p>
<p align="justify">O reconhecimento do Forró como patrimônio imaterial do Brasil ocorre a apenas quatro dias do Dia do Forró, celebrado anualmente no dia 13 de dezembro. A data foi escolhida em razão do nascimento de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, em 13 de dezembro de 1912, maior expoente do supergênero brasileiro.</p>
<p align="justify">“Estamos muito felizes com a decisão do Iphan porque o Forró é um patrimônio imenso e que agrega práticas culturais sobre sua forma de comunicar, vestir, alimentar, festejar, tocar, dançar e se relacionar, num conjunto de saberes e fazeres culturais”, destaca Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe. Vale destacar que a Assembleia Legislativa de Pernambuco também solicitou o registro do Forró no âmbito estadual Com o registro nacional, o Forró será automaticamente reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco.</p>
<p align="justify">Em 2019, o Iphan iniciou uma pesquisa nos nove estados do Nordeste, além do Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo para entender e identificar como se expressa o supergênero musical. Em seguida, também houve pesquisa nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, com a identificação de festivais sobre a expressão musical.</p>
<p align="justify">De acordo com a relatora do processo no conselho do Iphan, Maria Cecília Londres Fonseca, &#8220;a pesquisa aponta que a primeira menção à palavra forró foi localizada em um jornal amazonense de 1914, referiu-se a seringueiros cearenses possivelmente em suas atividades festivas&#8221;. Ainda segundo a relatora, a pesquisa também identificou que o mais provável é que a palavra forró venha do termo forrobodó. O termo já era utilizado em dicionários desde o fim do século XIX como atendendo a práticas pejorativas.</p>
<p align="justify"><strong>PROCESSO -</strong> O pedido de consideração de registro das matrizes tradicionais do forró foi encaminhado ao Iphan pela Associação Cultural Balaio Nordeste, de João Pessoa, na Paraíba. Após a solicitação, o processo foi aberto em 2011.</p>
<p align="justify">O Forró (ou Forrobodó) é um complexo cultural que expressa a filosofia de vida de um povo, originário do sertão nordestino brasileiro, que devido a correntes migratórias desses habitantes para as diversas regiões do Brasil, sua cultura foi disseminada tornando-se uma expressão cultural reconhecidamente brasileira.</p>
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		<title>Repente é registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 22:16:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com o reconhecimento do Conselho Consultivo do Iphan, o Repente foi inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão, e soma-see a outros 12 bens imateriais de Pernambuco registrados: Baianas de Acarajé, Feira de Caruaru, Frevo, Roda de Capoeira, Mestres de Capoeira, Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Teatro de Bonecos Popular [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o reconhecimento do Conselho Consultivo do Iphan, o Repente foi inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão, e soma-see a outros 12 bens imateriais de Pernambuco registrados: Baianas de Acarajé, Feira de Caruaru, Frevo, Roda de Capoeira, Mestres de Capoeira, Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Teatro de Bonecos Popular do Nordeste – Mamulengos, Caboclinho, Literatura de Cordel e Ciranda do Nordeste. Confira a matéria da TV Pernambuco e fique por dentro do novo título que a cultura pernambucana conquistou.</p>
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		<title>Vídeo-documentário ‘Caboclinho’</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 13:55:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Realizado entre 2011 e 2013, durante pesquisas de campo para a composição do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), o vídeo-documentário ‘Caboclinho’ retrata o universo dessa manifestação cultural que representa através da dança, música e religiosidade, a cultura indígena do Brasil. O registro audiovisual é uma realização do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, contando com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Realizado entre 2011 e 2013, durante pesquisas de campo para a composição do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), o vídeo-documentário ‘Caboclinho’ retrata o universo dessa manifestação cultural que representa através da dança, música e religiosidade, a cultura indígena do Brasil. O registro audiovisual é uma realização do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, contando com a parceria da Associação Respeita Januário e apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan.</p>
<p style="text-align: justify;">Originados a partir de reminiscências do Toré e da Jurema Sagrada, que foram reelaboradas juntamente com outras influências culturais, os Caboclinhos possuem variantes em localidades da Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Minas Gerais, ocorrendo em maior número na Zona da Mata Norte e na Região Metropolitana de Pernambuco. No Estado, destacam-se por sua relação com elementos religiosos ligados às tradições da Jurema Sagrada, sobretudo no culto às entidades espirituais chamadas de caboclos e encantados. Durante o período carnavalesco as tribos de caboclinhos realizam seus rituais de proteção e saem às ruas com suas danças ao som de ritmos característicos (guerra, perré, baião e macumba de caboclo), no seu bailado repleto de significados e resistência, e que abrilhantam o carnaval do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando a participação de mestres da manifestação, que no dia 24 de novembro de 2016 foi reconhecida com o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o documentário revela curiosidades envolvendo as origens de alguns dos grupos, através de depoimentos de Severino Amaro Gomes (presidente da Tribo Tupi Guarani), José Alfaiate (presidente do Caboclinhos 7 Flexas do Recife), Zuleide Alves da Silva (presidente do Caboclinhos Oxossi Pena Branca), Hilton Souza Falcão (vice-presidente do Caboclinhos Kapinawá) e Nelson Cândido Ferreira (presidente do Caboclinhos 7 Flexas de Goiana).</p>
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		<title>Exposição de fotos do Projeto Movimento Mergulhão aporta no Espaço Pasárgada</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2015 14:28:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma exposição fotográfica do cortejo cultural do Movimento Mergulhão, projeto cujo objetivo é fortalecer o cavalo marinho, atualmente Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, estará no Espaço Pasárgada a partir desta quinta-feira (1º/10). A abertura do evento será às 16h com a presença do cavalo marinho do Movimento Mergulhão, que seguirá num cortejo pela Rua da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30624" aria-labelledby="figcaption_attachment_30624" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/DSC0418-copy.jpg"><img class="size-medium wp-image-30624" alt="Reprodução/internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/DSC0418-copy-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição do Projeto Movimento Mergulhão chega ao Recife, no Espaço Pasárgada</p></div>
<p>Uma exposição fotográfica do cortejo cultural do Movimento Mergulhão, projeto cujo objetivo é fortalecer o cavalo marinho, atualmente Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, estará no Espaço Pasárgada a partir desta quinta-feira (1º/10). A abertura do evento será às 16h com a presença do cavalo marinho do Movimento Mergulhão, que seguirá num cortejo pela Rua da Aurora e Rua da União, até chegar ao Espaço Pasárgada. A entrada é gratuita.</p>
<p>A mostra que apresenta várias fotografias do folguedo do Movimento Mergulhão e do projeto em si já percorreu outras cidades de Pernambuco, como Carpina, Limoeiro e Timbaúba, e ficará no Recife até o dia 16 de outubro.</p>
<p>O projeto foi realizado pela Prefeitura de Ferreiros, com recursos do Governo Federal, através do Ministério da Justiça, com o intuito de revitalizar o cavalo-marinho na comunidade, que se encontrava extinto e existia apenas na memória de alguns mestres e fazedores da cultura popular.</p>
<p>O projeto contou com oficinas de dança, teatro, música, canto e figurino. Mesmo após encerrar o convênio com o Governo Federal a Prefeitura Municipal de Ferreiros, através da Secretária de Educação e Cultura, deu continuidade ao movimento com recursos próprios. Hoje o município oferece aos jovens e crianças oficinas de percussão, dança e rabeca.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252781538_aac399da61_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13430" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252781538_aac399da61_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Sobre o Espaço Pasárgada</strong></p>
<p>No sobrado nº 263 da Rua da União, hoje conhecido como Espaço Pasárgada, Manuel Bandeira viveu parte da sua infância, dos seis aos dez anos. O espaço gerido pela Fundarpe atualmente abriga a Biblioteca Waldemar Lopes, especializada em literatura pernambucana, com destaque para a poesia, alegra os amantes das letras. Além disso, no térreo do Espaço Pasárgada o público pode participar da ação Escambo de Livros, que consiste na disponibilização ao público em geral de um acervo de livros que podem ser trocados. Atualmente, são 800 títulos disponíveis.</p>
<p>Serviço<br />
Exposição do Projeto Movimento Mergulhão<br />
Espaço Pasárgada (Rua da União, 263 &#8211; Boa Vista, Recife-PE)<br />
Visitação: 1º a 16 de outubro de 2015<br />
Segunda a sexta, das 9h às 17h<br />
Gratuito<br />
Mais informações: (81) 3184 3165</p>
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		<title>Maracatus de Baque Solto e Cavalo Marinho recebem título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2015 16:07:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O terreiro do Maracatu Cambida Brasileira (fundado em 1918), o mais antigo em atividade em Pernambuco, com sede na zona rural de Nazaré da Mata, recebeu na tarde deste domingo (25) uma multidão durante a celebração que oficializou os maracatus de Baque Solto e Cavalos Marinhos como Patrimônios Cultural Imaterial do Brasil . A solenidade teve a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25275" aria-labelledby="figcaption_attachment_25275" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_4024.jpg"><img class="size-medium wp-image-25275" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_4024-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">Manoelzinho Salustiano, em nome dos maracatus de baque solto, recebe o título das mãos do governador Paulo Câmara e do secretário de Cultura, Marcelino Granja</p></div>
<p>O terreiro do Maracatu Cambida Brasileira (fundado em 1918), o mais antigo em atividade em Pernambuco, com sede na zona rural de Nazaré da Mata, recebeu na tarde deste domingo (25) uma multidão durante a celebração que oficializou os maracatus de Baque Solto e Cavalos Marinhos como Patrimônios Cultural Imaterial do Brasil . A solenidade teve a participação do governador Paulo Câmara, do secretário de Cultura Marcelino Granja, da presidente da Fundarpe, Márcia Souto, e do superintendente do IPHAN, Frederico Almeida, entre outros representantes do poder público.</p>
<p>A atividade marcou o encerramento da programação do 5º Encontro de Cultura Popular da Mata Norte, uma realização do programa Pernambuco Nação Cultural em 11 cidades da região. Ícones da cultura pernambucana, o Maracatu e o Cavalo Marinho foram reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil em dezembro de 2014 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), após a apresentação de inventários das manifestações realizados pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_9538.jpg"><img class="size-medium wp-image-25276 aligncenter" alt="Costa Neto / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_9538-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>&#8220;É um passo importante a imaterialidade de expressões culturais tão antigas, mas tão atuais, onde as pessoas se divertem e repassam para as gerações. Os maracatus de Baque Solto e os Cavalos Marinho representam a cultura de Pernambuco há muito tempo; eles precisavam desse fortalecimento&#8221;, destacou Paulo Câmara.</p>
<p>De acordo com o governador, os títulos concedidos pelo Iphan mostram que a cultura pernambucana é forte. &#8220;Nossos artistas são generosos e lutadores. O Governo continuará apoiando, para que esse legado fique para as próximas gerações. A riqueza de um Estado e a riqueza de uma nação vêm da cultura&#8221;, argumentou Paulo.</p>
<p>De acordo com o secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja, a entrega deste título registra duas coisas muito importantes. “Primeiro, que a identidade é um valor cultural que usamos pra fazer boas trocas. Quando fortalecemos nossa identidade como agora, temos condições de beneficiar a humanidade na troca de conhecimentos. Segundo, que este título trata-se de uma questão de escolha, teve a escolha de Eduardo Campos e tem a escolha do governador Paulo Câmara, que é a valorização da cultura popular como eixo central da nossa política de cultura”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_9747.jpg"><img class="size-medium wp-image-25278 aligncenter" alt="Costa Neto / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_9747-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><b>Entrega dos títulos – </b>Manoelzinho Salustiano, presidente da Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco, e o mestre Grimário, no comando do Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança, receberam os títulos em nome das manifestações culturais. Além disso, foi entregue um diploma para todas as agremiações mapeadas no inventário produzido pela Fundarpe, e para o Governo do Estado de Pernambuco, que deu entrada na candidatura.</p>
<p>Para Manoel Salustiano, a titulação é mais uma vitória da cultura popular. &#8220;A gente se emociona porque é mais uma vitória que a gente tem, de um povo negro e pobre, mas que é rico na cultura, doutor na sua arte. É um momento importante você ver um governador dentro de um terreiro, dentro do mato, do engenho. Então, é mais um degrau que a gente subiu&#8221;, afirmou.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-25277 aligncenter" alt="Costa Neto / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_9626-607x404.jpg" width="607" height="404" /></p>
<p>Já o mestre Dinaro também reconheceu a importância do momento. “Hoje a gente está no meio do canavial e é uma alegria muito grande estarmos recebendo esse título de patrimônio. É importante para o Cavalo Marinho e para o Maracatu. É um reconhecimento muito grande&#8221;, comemorou.</p>
<p>Com as titulações dos maracatus de Baque Solto e do Cavalo Marinho, Pernambuco se consolida como o Estado com o maior número de manifestações culturais com título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil; são sete no total: Feira de Caruaru, Frevo, Maracatu Nação, Maracatu Baque Solto, Cavalo Marinho, Capoeira, Teatro de Mamulengos. Há ainda a candidatura dos Caboclinhos, que está em análise. Hoje, 36 manifestações possuem o título no País.</p>
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		<title>Maracatus e Cavalo Marinho vão festejar títulos de Patrimônios Imateriais do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2014 18:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último dia 3 de dezembro, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe anunciaram que o Maracatu de Baque Solto, Maracatu Nação e Cavalo Marinho foram reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Pois chegou a hora de celebrar, com uma grande festa, o relevante título, que é concedido pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18438" aria-labelledby="figcaption_attachment_18438" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Maracatu-Cambindinha-de-Aracoiaba-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-18438" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Maracatu-Cambindinha-de-Aracoiaba-divulgacao-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu Cambindinha de Araçoiaba, que é o grupo de baque solto mais antigo de Pernambuco, também estará comemorando o seu centenário.</p></div>
<p style="text-align: justify;">No último dia 3 de dezembro, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe anunciaram que o Maracatu de Baque Solto, Maracatu Nação e Cavalo Marinho foram reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Pois chegou a hora de celebrar, com uma grande festa, o relevante título, que é concedido pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. “É Festa de Terreiro! É Festa no Terreiro!” acontece próximo sábado (20), aberta ao público, na sede do Maracatu Cambindinha de Araçoiaba, localizada na Rua Presidente Vargas, nº 20, centro de Araçoiaba. O grupo, que é o mais antigo no Estado de Pernambuco, também está comemorando 100 anos de atividades. A festa não tem hora para terminar.</p>
<p style="text-align: justify;">Manoelzinho Salustiano, presidente da Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS-PE), reforça que será um momento de festa mas também de união para os mestres e brincantes da Cultura Popular. “A importância desta celebração se deve especialmente ao fortalecimento desta cultura na Região Metropolitana e na Mata Norte. Todos os mestres e grupos que irão se apresentar, estarão homenageando não apenas o centenário do Cambindinha, mas sim, a continuidade desta tradição popular em Pernambuco”, explicou Manoelzinho. E frisou: “Os 100 anos do Cambindinha de Araçoiaba significam 100 anos de cultura para todos os grupos de maracatu de baque solto em nosso Estado”.</p>
<p style="text-align: justify;">A história do grupo começou em 15 de dezembro de 1914, precisamente no Sítio Chá da Jaqueira, que na época era pertente ao território rural da cidade de Nazaré da Mata. Surgido da brincadeira de crianças, aquele pequeno grupo liderado pelo comerciante Manoel Maximiano do Nascimento, o popular Mané Tapiré, passou a ser chamado de “Cambindinha”, em virtude de ser o diminutivo de “Cambinda”, como era tratado antigamente o folguedo em comunidades rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Fábio Sotero, presidente da Associação dos Maracatus de Baque Virado (AMANPE), que está proporcionando a participação de cinco grupos de baque virado no evento, a celebração será de extrema relevância para todos os grupos de maracatus em Pernambuco. “O festejo relacionado às outorgas de Patrimônio Imaterial, serve para que a sociedade possa ter um olhar mais positivo sobre os diversos segmentos da cultura popular pernambucana. As outorgas representam especialmente o respeito e o reconhecimento por tudo o que nossas tradições são capazes de produzir”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Abrindo a programação do evento, o grupo Lua de São Jorge, da cidade de Olinda, fará uma roda de capoeira. Em seguida, o público contará com as apresentações de grupos de cavalo marinho, além de um grande cortejo composto por maracatus de baque virado e de baque solto.</p>
<p><strong>Confira as atrações que irão se apresentar:</strong></p>
<p>- Grupo de Capoeira Lua de São Jorge, da Cidade Tabajara – Olinda<br />
- Cavalo Marinho Boi Pintado de Mestre Grimário<br />
- Cavalo Marinho Boi Matuto da Família Salustiano<br />
- Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Mestre Biu Alexandre de Condado<br />
- Cavalo Marinho Estrela Brilhante de Condado<br />
- Cavalo Marinho Infantil Sementes Mestre João e Boi de Mestra Tina do bairro dos Novais em João Pessoa/PB<br />
- Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife<br />
- Maracatu Nação Porto Rico<br />
- Maracatu Nação Cambinda Africana<br />
- Maracatu Nação Raízes de Pai Adão<br />
- Maracatu Nação Aurora Africana<br />
- Maracatu de Baque Solto Cambindinha de Araçoiaba<br />
- Maracatu de Baque Solto Leão Coroado<br />
- Maracatu de Baque Solto Águia Misteriosa de Araçoiaba<br />
- Maracatu de Baque Solto Leão de Ouro de Canaã<br />
- Maracatu de Baque Solto Leão Faceiro<br />
- Maracatu de Baque Solto Pinguim<br />
- Maracatu de Baque Solto Leão das Cordilheiras<br />
- Maracatu de Baque Solto Pantera Nova<br />
- Maracatu de Baque Solto Onça Dourada<br />
- Maracatu de Baque Solto Leão Vencedor</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<em><strong>É Festa de Terreiro! É Festa no Terreiro!!!</strong><br />
</em><strong>Quando:</strong> sábado, 20 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 18h<br />
<strong>Local:</strong> Terreiro do Maracatu de Baque Solto Cambindinha de Araçoiaba (Rua Presidente Vargas, nº 20, Centro de Araçoiaba)<em><br />
<strong>Acesso gratuito</strong></em></p>
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