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	<title>Portal Cultura PE &#187; Patrimônio Cultural Imaterial</title>
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		<title>São Lourenço de Tejucupapo aprofunda busca de saberes sobre manifestação quadricentenária</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 15:40:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O local do encontro era a Biblioteca Paraíso do Saber, na Escola Municipal Adélia Carneiro Pedrosa, localizada no povoado de São Lourenço, Distrito de Tejucupapo, município de Goiana, na Zona da Mata Norte pernambucana. Nada é por acaso. Lá ocorrem as oficinas do Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de São Lourenço de Tejucupapo. As ações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O local do encontro era a Biblioteca Paraíso do Saber, na Escola Municipal Adélia Carneiro Pedrosa, localizada no povoado de São Lourenço, Distrito de Tejucupapo, município de Goiana, na Zona da Mata Norte pernambucana. Nada é por acaso. Lá ocorrem as oficinas do Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de São Lourenço de Tejucupapo. As ações fazem parte do pedido de Registro da Procissão do Carrego da Lenha, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. A reunião, que aconteceu nesta quarta-feira (28), com a participação de assessores técnicos da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e representantes da comunidade, afunilou ainda mais a pesquisa sobre essa importante manifestação sociocultural quadricentenária.</p>
<p>&#8220;O Carrego da Lenha é uma tradição feita pela comunidade. A Fundarpe é mediadora nesse processo, que deve ser protagonizado pela comunidade&#8221;, explica Aline Bonfim, assessora técnica da Gerência de Patrimônio Imaterial (GPI) da Fundarpe. &#8220;É a forma dela (a comunidade) homenagear o santo padroeiro, São Lourenço, fazendo o percurso carregando a lenha e, no final, queimando-a em uma grande fogueira. Participam pessoas de todas as idades, gêneros e lugares, não apenas daqui da comunidade.&#8221;</p>
<p>Fernando Montenegro, assessor técnico da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC), na área de Educação Patrimonial da Fundação, lembra que o registro pode ser solicitado por qualquer pessoa física ou jurídica. &#8220;No caso, foi um pedido do Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (Ihaggo), que fez o pedido do registro dessa atividade tão importante para essa comunidade quilombola que já existe há tanto tempo.&#8221;</p>
<p>A ideia de se fazer o inventário, de acordo com o também assessor técnico da DPPC André Cardoso, deve-se ao fato de o Carrego da Lenha estar relacionado à história da comunidade em seus mais diversos aspectos. &#8220;Optou-se por fazer um levantamento das referências culturais de toda a comunidade que estão relacionadas com o Carrego para se ter uma compreensão ainda mais densa, mais completa do que significa a manifestação para a comunidade e sua importância para a história do povoado&#8221;, conta.</p>
<p>Fernando frisa ainda que, agregando valor ao processo do registro, no povoado de São Lourenço já há um bem tombado, na esfera estadual, a Igreja de São Lourenço, que, segundo a tradição oral, foi construída ainda no século 16, podendo ser uma das primeiras igrejas construídas no País. &#8220;Temos ainda as ruínas da antiga Igreja do Rosário dos Pretos, possivelmente do século 18 ou 19, que foi construída já talvez até pelos membros dos quilombos que fugiam das fazendas. Segundo algumas conversas que tivemos, alguns informes preliminares, eles fugiam pelo rio, vinham para cá e se escondiam nas matas&#8221;, relata.</p>
<p>Para agregar valor a esse processo, Fernando e André foram convidados para promover atividades de Educação Patrimonial e identificar as demais referências culturais existentes na localidade, atividades, crenças e celebrações podem ser agregadas, completam-se e se misturam, com o objetivo maior, que é o registro do Carrego da Lenha, e que, atualmente, encontra-se na fase da elaboração do inventário participativo.</p>
<p>A primeira oficina do Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de São Lourenço de Tejucupapo ocorreu em dezembro de 2023. Houve uma introdução do processo, uma conversa com a comunidade na Escola Municipal Adélia Carneiro Pedrosa, apresentando o que se pretendia fazer, entendendo o que a comunidade também esperava e o que ela também pretendia fazer. Em janeiro houve a segunda oficina para começar, de fato, esse processo de identificação das referências. &#8220;É um processo em que nós, técnicos, trazemos as orientações, os meios de como fazer, mas a pesquisa, a reunião desse conteúdo é totalmente executada pela comunidade&#8221;, reforça André. &#8220;Eles tiveram esse momento conosco para fazer essa identificação inicial das referências culturais aqui da comunidade.&#8221;</p>
<p>Após a segunda oficina foi definido um período para que os representantes da comunidade continuassem fazendo a coleta de informações e a identificação junto a outras pessoas. &#8220;Agora voltamos para cá para, a partir dessas referências identificadas, para selecionar, juntos com eles, as que mais se relacionam com o Carrego da Lenha. São eles que fazem essa identificação. E orientá-los como vai ser feita essa pesquisa &#8211; como podem pesquisá-las, uma a uma, por meio de, principalmente, entrevistas, porque é por meio do saber dessas pessoas que vivenciam essas referências que vamos conseguir chegar a mais detalhes sobre cada uma delas&#8221;, diz André. &#8220;E consulta a livros, quaisquer outros arquivos e fontes que eles possam pesquisar, que eles sabem onde estão e como podem buscá-las, para que possamos alcançar um bom conteúdo que sirva para o grande objetivo, que é o processo de Registro do Carrego da Lenha.&#8221;</p>
<p>A terceira oficina, realizada na quarta-feira (28), explica como fazer a pesquisa aprofundada. &#8220;Voltaremos mais vezes aqui para acompanhar esse aprofundamento, recolher o material que eles coletaram ao longo dessa pesquisa, e começarmos a sistematizar tudo isso em um grande texto, trazer para eles essa devolutiva e pensar junto com eles os possíveis desdobramentos para além do que vai servir para o processo do Registro do Carrego, como publicação, exposição ou outras ideias que eles tenham e como querem expor e registrar esses resultados&#8221;, acrescenta o assessor técnico.</p>
<p>O prazo para a conclusão da pesquisa é até o próximo mês de maio, tempo necessário para organizar o material e encaminhá-lo com o Processo de Registro, como detalha Aline: &#8220;É feito um parecer técnico, pela equipe técnica, composta por mim, Júlia Bernardes e Luciana Gama, junto com Marcelo Renan, Gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, que será encaminhado para Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE), que vai deliberar sobre o Registro do Carrego da Lenha como patrimônio imaterial de Pernambuco&#8221;.</p>
<p>Para o professor da rede estadual de ensino Bartolomeu Júnior, que também é membro do Ihaggo, e integra o grupo com cerca de 20 representantes da comunidade, a troca e o levantamento de saberes, de informações, o quê e como pesquisar têm constituído encontros muito interessantes e edificantes. &#8220;Essa terceira oficina veio afunilar, pois estamos vindo de uma dimensão macro para micro e estão acontecendo os encaminhamentos para podermos dar melhor preferência ao Carrego da Lenha, às pessoas que contribuíram e contribuem, quais saberes elas estão enquadradas, quais pessoas deram sua maior participação para essa construção. Está afunilando para que possamos direcionar melhor a pesquisa&#8221;, avalia.</p>
<p>Ainda de acordo com o professor Bartolomeu, a pesquisa possui um valor que ultrapassa fronteiras e, ao mesmo tempo, apresenta um significado muito pessoal. &#8220;O registro é importante para a salvaguarda, para a própria comunidade e, de uma forma geral a própria região, já que o Carrego da Lenha não é só nosso. Pessoas de outros municípios e até do vizinho Estado da Paraíba vêm participar. É essa importância, esse reconhecimento regional para que o Estado, outras pessoas possam saber como e por que é feito o Carrego da Lenha&#8221;, dimensiona. &#8220;E, para mim, a importância é histórica, por conta do pertencimento das negritudes. Aqui existiam a Irmandade e a Igreja dos Homens Pretos e a Igreja de São Loureço, que é a atual matriz dos homens brancos. Foi nessa interação cultural, híbrida, que nosso povo foi gerado&#8221;, sintetiza.</p>
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		<title>CEPPC-PE apresenta parecer técnico sobre registro do bolo de noiva como Patrimônio Cultural Imaterial</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 22:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<div id="attachment_106944" aria-labelledby="figcaption_attachment_106944" class="wp-caption img-width-400 alignnone" style="width: 400px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/52305316506_ccab2eba7d_w.jpg"><img class="size-full wp-image-106944" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/52305316506_ccab2eba7d_w.jpg" width="400" height="265" /></a><p class="wp-caption-text">Bolo de noiva</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) apresenta na próxima quinta-feira (14), às 10h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), o parecer técnico conclusivo do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.<br />
Após a deliberação, o CEPPC-PE irá elaborar a resolução que deverá ser remetida à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), à qual o Conselho está vinculado, para conhecimento e demais procedimentos listados nos artigos 9º e 10º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial no âmbito do Estado de Pernambuco.<br />
O CEPPC-PE comunica à toda a comunidade detentora do bem cultural e demais entes da sociedade que no dia 14 de Dezembro de 2023 o Conselho de Preservação irá deliberar sobre a pertinência da inscrição do bem no respectivo Livro de Registro em âmbito Estadual.</p></blockquote>
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		<title>Secult-PE defere a abertura do Registro das Bandas de Pífano e Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 12:32:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) finalizou, neste mês de fevereiro, a análise técnica preliminar que fundamentou a decisão da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) pelo deferimento e abertura dos Processos de Registro de dois bens como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco: as Bandas de Pífano e a Renda Renascença. Os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81810" aria-labelledby="figcaption_attachment_81810" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14732411991_e26d33ad79_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-81810" alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14732411991_e26d33ad79_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Em Pernambuco, existem mais de 80 Bandas de Pífano espalhadas em várias regiões do estado</p></div>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) finalizou, neste mês de fevereiro, a análise técnica preliminar que fundamentou a decisão da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) pelo deferimento e abertura dos Processos de Registro de dois bens como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco: as Bandas de Pífano e a Renda Renascença.</p>
<p>Os pedidos de Registros foram feitos em 2019, por José Amaro Filho (representante de uma comissão de Bandas de Pífano), e por Lindenberg Nóbrega (representante da Prefeitura de Poção). A deliberação final pelo Registro ficará a cargo do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), após a conclusão das pesquisas para elaboração do inventário e do parecer técnico a ser encaminhado pela Fundarpe.</p>
<div id="attachment_35116" aria-labelledby="figcaption_attachment_35116" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andrea Franco/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Catalogo-Renascença-Foto-Andrea-Franco-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-35116" alt="Andrea Franco/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Catalogo-Renascença-Foto-Andrea-Franco-divulgacao-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A Renda Renascença é uma prática cultural bastante forte nos municípios de Poção e Pesqueira, no Agreste de Pernambuco</p></div>
<p><em>“Este reconhecimento das bandas de pífanos e da renda renascença, duas das maiores expressões culturais pernambucanas, faz parte da política do Governo do Estado de Pernambuco, regulamentada por Lei, em 2018, com o objetivo de proteger e preservar nossos bens culturais por meio do Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, uma legislação bastante parecida com a estabelecida por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), a nível federal”,</em> reforça Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p><em>“Uma vez iniciado o processo, o pedido aprovado retorna à Fundarpe para estudos e pesquisas mais aprofundadas sobre os dois bens, respeitando as necessidades específicas de cada um, tendo como princípios a participação da comunidade de detentores e o delineamento de estratégias que visem a salvaguarda desses bens culturais”,</em> detalha Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>Pela complexidade desses estudos e do necessário envolvimento de diferentes segmentos da sociedade neste processo, a previsão é que cada pesquisa leve um tempo médio de um a dois anos para ser concluída. Finalizados os estudos, o dossiê técnico e parecer conclusivo serão encaminhados ao CEPPC para deliberação e, em caso positivo, inscrição do bem nos Livros de Registros dos Bens Imateriais de Pernambuco.</p>
<p><strong>REGISTRO E SALVAGUARDA NO ESTADO -</strong> Em setembro de 2018, o Governo de Pernambuco sancionou a Lei Nº 16.426/2018, que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, com o objetivo de proteger e preservar o seu patrimônio cultural de natureza imaterial. A legislação é bastante parecida com a estabelecida por meio do Iphan, a nível federal.</p>
<div id="attachment_81811" aria-labelledby="figcaption_attachment_81811" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14735527515_0f14632793_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-81811" alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14735527515_0f14632793_k-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Na foto, a Banda de Pífanos Raça Negra Boavistana do Ponto de Cultura Nação Caripó, um dos grupos atuantes em Pernambuco</p></div>
<p>De acordo com a Lei, Patrimônio Cultural Imaterial são as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas &#8211; junto aos instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados &#8211; que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos, reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural, transmitido de geração em geração.</p>
<p>A legislação estadual também incorporou aos seus Livros de Registro todos os bens culturais já registrados pela União e situados no seu território. Assim, Pernambuco conta com 11 bens registrados: Ofício das Baianas de Acarajé; Feira de Caruaru; Frevo; Roda de Capoeira; Ofício do Mestre de Capoeira; Maracatu de Baque Solto; Maracatu Nação; Cavalo Marinho; Teatro de Bonecos Popular do Nordeste (TBPN) – Mamulengos; Caboclinhos; Literatura de Cordel. Além disso, vale destacar que o Frevo e a Roda de Capoeira são considerados Patrimônios Culturais Imateriais da Humanidade, segundo a Unesco.</p>
<div id="attachment_43864" aria-labelledby="figcaption_attachment_43864" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/mestre-joao-elias.jpg"><img class="size-medium wp-image-43864" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/mestre-joao-elias-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre João Elias, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é uma das principais referências no estado quando o assunto é Renda Renascença</p></div>
<p>Marcelo Renan, coordenador de Patrimônio Imaterial da Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural, explica que um exemplo recente da política de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial em Pernambuco é o processo de Registro da Benção de São Félix, aberto em 2019. <em>“Estamos em diálogo com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), que já demonstrou, por meio de seus pesquisadores, interesse em participar deste processo de pesquisa e estudo a respeito do bem”,</em> explica o gestor. A solicitação foi apresentada formalmente pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, ainda em 2019.</p>
<p>Com isso, a Bênção de São Félix, que leva milhares de fiéis todos os anos à Basílica da Penha, no Centro do Recife, poderá ser a primeira manifestação cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, segundo a Lei Nº 16.426/2018.</p>
<p>Ainda segundo Marcelo Renan, há outras 15 solicitações de Registro de bens culturais imateriais de diferentes regiões de Pernambuco, em fase de estudo para Instrução Técnica, para embasamento da decisão do secretário Estadual de Cultura pela abertura destes novos processos. <em>“A expectativa é que, ao longo de 2021, outros processos sejam iniciados”,</em> pontua.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe oficializam o pedido de registro das Bandas de Pífano como Patrimônio Cultural</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 19:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) oficializaram em Caruaru, no último sábado (17), o pedido de registro das bandas de Pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, junto à Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Pernambuco, que em julho deste ano encaminhou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40383" aria-labelledby="figcaption_attachment_40383" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lauro Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/oficializacao-do-pedido-das-bandas-de-pifanos-caruaru-fotos-Lauro-Lima-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-40383" alt="Lauro Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/oficializacao-do-pedido-das-bandas-de-pifanos-caruaru-fotos-Lauro-Lima-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Severino Pessoa representou a Secult-PE/Fundarpe na solenidade</p></div>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) oficializaram em Caruaru, no último sábado (17), o pedido de registro das bandas de Pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, junto à Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Pernambuco, que em julho deste ano encaminhou a solicitação à sede do órgão, em Brasília.</p>
<p>O processo &#8211; resultado da mobilização dos representantes desse segmento e das pesquisas da produtora cultural Página 21 (responsável por uma série de inventários sobre as Bandas de Pífano do Agreste e do Sertão do Estado) e da realização do Festival Tocando Pífano, ações que contam com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) &#8211; segue agora para a análise do Iphan, que deverá emitir parecer sobre o assunto nos próximos dezoito meses.</p>
<p>Na solenidade de oficialização do registro, realizada no Pátio da Estação Ferroviária de Caruaru, esteve presente o Secretário de Cultura em Exercício, Severino Pessoa, que assinou o documento endereçado à presidente do Iphan, Katia Bogéa, cuja cópia foi entregue ao mestre Sebastião Biano (97 anos), líder da banda de Pífanos de Caruaru, e a Anderson do Pife, da Banda de Pífanos Zé do Estado e coordenador-geral da Casa do Pífano de Caruaru, que foi uma das iniciativas agraciadas recentemente na <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/primeira-edicao-do-premio-ariano-suassuna-bonifica-13-vencedores/" target="_blank"><strong>primeira edição do Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia</strong></a>.</p>
<p>O evento antecedeu o 1º Dia dos Mestres, promovido pela Casa do Pífano de Caruaru. Entre as atrações, estavam a Banda de Pífanos Zé do Estado, Banda de Pífano de Caruaru e o grupo Fim de Feira, que deu início à turnê do show “Bomba Cordão”, que conta também com incentivo do Funcultura.</p>
<p>“A nossa participação no processo de registro das Bandas de Pífano busca ampliar a valorização, difusão e preservação dessa tradição cultual, considerando as especificidades de cada região e dos grupos já identificados no Estado”, disse a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p><strong>Histórico</strong><br />
Durante a quinta edição do Festival Tocando Pífanos, em outubro de 2015, a Página 21 entregou ao Iphan o ofício e um abaixo-assinado, com a anuência das bandas de pífano do Estado, solicitando a abertura do processo de Registro das Bandas de Pífano, que tramita atualmente na Diretoria de Patrimônio Imaterial em Brasília. Para cumprir com os ajustes referentes às entidades que podem instruir o dito processo de registros, nos termos do Decreto Federal mº 3.551/2000, foram mobilizadas a Superintendência do Iphan em Pernambuco, a Secult-PE e a Fundarpe para figurarem também como protagonistas no processo. Assim, as instituições assumem conjuntamente o papel de proponentes nesta ação, fortalecendo as intenções da sociedade em preservar esta tradição cultural que marca presença em diferentes regiões do Estado.</p>
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		<title>Encontro de Maracatus em Nazaré da Mata</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2015 13:37:50 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte do Estado, recebeu nesta segunda-feira (16) o tradicional Encontro de Maracatus, manifestação cultural que agora é Patrimônio Cultural Imaterial (IPHAN) . O grande encontro de maracatus de baque solto reuniu mais de 30 grupos, tais como o Cambinda Brasileira, o Estrela de Ouro de Aliança, o Coração Nazareno (composto só por mulheres) e o Leão Misterioso. Confira os registros do fotógrafos Bernardo Soares, da equipe da Secult PE / Fundarpe.</p>
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