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	<title>Portal Cultura PE &#187; patrimônio histórico</title>
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		<title>Fundarpe inicia processo de tombamento da Igreja Submersa de Petrolândia</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2021 14:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[patrimônio histórico]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Petrolândia-Foto-Guga-Matos-Setur-PE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-81321" alt="Guga Matos - Setur-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Petrolândia-Foto-Guga-Matos-Setur-PE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A Fundarpe acatou o pedido de tombamento da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, localizada em Petrolândia, no Sertão pernambucano. As ruínas da edificação, que foi inundada em 1987 em razão da construção da Usina Hidrelétrica Luiz Gonzaga, tornaram-se ponto turístico de Pernambuco e um marco da história local de grande interesse para estudiosos. Com o início do andamento para transformação da igreja em patrimônio histórico, o local já passa a ser parte da lista de espaços preservados e não pode mais sofrer alterações ou destruição em sua estrutura. O próximo passo do processo de tombamento será a realização de um levantamento detalhado, realizado pela Gerência de Patrimônio Cultural da Fundarpe, que irá buscar informações da edificação (fotos, plantas, publicações, documentos, entre outros registros) para fundamentar o parecer técnico a ser apresentado ao Conselho Estadual de Preservação Cultural. Não há prazo determinado para a finalização da avaliação.</p>
<p>A decisão de acatar o pedido de tombamento da estrutura está no Diário Oficial do Estado do dia 12 de janeiro. O protocolo registrado em novembro foi motivado ainda por conta de uma apresentação musical realizada no local em setembro. O som alto, o uso de fogos de artifício e a estrutura montada para a realização do evento revoltaram moradores de Petrolândia, que participaram de abaixo-assinado incluído na solicitação de tombamento apresentada pelo Instituto Geográfico e Histórico de Petrolândia (IGH).</p>
<p>“Já havíamos recebido pedidos anteriores de tombamento da igreja, mas este foi muito bem documentado, embasado, e atendeu aos requisitos”, explicou Neide Fernandes, gestora de Patrimônio Histórico da Fundarpe.</p>
<p>Também faz parte do processo a notificação do proprietário da igreja, que é a Chesf. “A notificação será feita por cartório e o proprietário terá 30 dias para recorrer, se achar pertinente”, explicou Neide Fernandes.</p>
<p><b>Inundação</b></p>
<p>A igreja foi inundada juntamente com toda a cidade de Petrolândia para a construção do reservatório de Itaparica, dentro do sistema da Hidrelétrica Luiz Gonzaga. Apenas a cúpula ficou visível e hoje é visitada por dezenas de pessoas, todos os dias, a bordo de embarcações turísticas. A construção, iniciada em 1940, jamais chegou a ser concluída e o que pode ser visto hoje são as ruínas de sua obra. Toda a população do município foi transferida para uma outra área, onde foi construída uma cidade planejada, chamada oficialmente de Nova Petrolândia.</p>
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		<title>Grafitagem no Sítio Histórico de Olinda foi tema de debate na VII Semana do Patrimônio</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2014 23:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[A VII Semana do Patrimônio, realizada pelo Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, promoveu na tarde de segunda-feira (18/8) um interessante debate sobre a relação entre Patrimônio Histórico e arte de rua, mais especificamente o grafite. O seminário Arte Urbana e Patrimônio aconteceu no Palácio dos Governadores, sede da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/arte-urbana2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12529" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/arte-urbana2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
A VII Semana do Patrimônio, realizada pelo Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, promoveu na tarde de segunda-feira (18/8) um interessante debate sobre a relação entre Patrimônio Histórico e arte de rua, mais especificamente o grafite.</p>
<p>O seminário Arte Urbana e Patrimônio aconteceu no Palácio dos Governadores, sede da Prefeitura de Olinda. A pertinência do tema dava-se por conta de uma recente discussão, ainda sem conclusões, sobre a permissão da grafitagem em monumentos históricos, sejam eles tombados ou não. A questão, que em Olinda já vinha sendo levantada há algum tempo, ganhou maior repercussão após solicitação do grupo Ácidum, uma dupla de artistas grafiteiros, formada por Tereza de Quinta e Robízio Marques, ambos de Fortaleza, atualmente morando no Rio de Janeiro.</p>
<p>O casal passou um período morando no Sítio Histórico e solicitou à Prefeitura de Olinda autorização para grafitar as paredes do prédio da Caixa D’água. Construído em 1934 pelo arquiteto Luis Nunes, a Caixa D’Água, no Alto da Sé, é um marco da arquitetura moderna brasileira. A discussão em torno do tema provocou, dentro da Semana do Patrimônio, o encontro entre acadêmicos, artistas, gestores públicos e sociedade em geral. “Uma cidade colorida é mais feliz e dialoga melhor com a população. O que queremos hoje é uma comunicação com a Prefeitura de Olinda e Iphan para dialogarmos melhor”, colocou o arte-educador e grafiteiro Caju, que participou da mesa “Os artistas, pensamentos e estratégias de quem vive, produz e visita a cidade”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/arte-urbana.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12528" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/arte-urbana-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A discussão pede um debate maior quando o grafite quer ocupar e ter como suporte outras formas de arte, como são algumas edificações arquitetônicas de Cidades Patrimônio, a exemplo do Sítio Histórico de Olinda. “É um assunto do qual a lei não trata, então são vários os posicionamentos. Em várias capitais do mundo, a grafitagem é considerada uma obra de arte, então a ideia aqui é ouvir as pessoas, se debruçar sobre o assunto e amadurecê-lo”, diz a secretária executiva de Patrimônio e Cultura de Olinda Cláudia Rodrigues.</p>
<p>O artista plástico Fernando Augusto, chefe do escritório do Iphan em Olinda, também tem seu posicionamento, mas diz que ainda é necessário ouvir mais os atores envolvidos, até saber como tratar o caso. Ele lembra que, em várias capitais do mundo, o grafite tem um circuito próprio, sendo bastante valorizado, reconhecido e institucionalizado. “Em Nova Iorque tem curador que propõe circuitos para visitantes, que incluem museus, galerias, e muros grafitados. Ele (o grafite) é cartão postal de um monte de coisa no mundo. O Muro de Berlim, que está em processo de tombamento pela Unesco como Patrimônio Imaterial da Humanidade, será preservado com seus grafites”, coloca Augusto.</p>
<p>Espelhando-se em experiências vivenciadas em outras capitais do mundo, a inserção do grafite na paisagem da cidade, seja em construções tombadas ou não, tende a receber orientações específicas para sua aplicação. “Entendemos que da forma como está é que não pode ficar. Temos que fazer esforço grande e criar um consenso na cidade do que ela entende como Patrimônio Cultural. Fazer uma nova significância disso”, avalia Fernando Augusto.<br />
A VII Semana do Patrimônio Cultural continua até 22 de agosto, com diversos seminários, palestras e exposições pertinentes ao tema. Confira a programação completa no portal www.cultura.pe.gov.br/patrimonio</p>
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