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	<title>Portal Cultura PE &#187; Patrimônio Imaterial de Pernambuco</title>
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		<title>Fundarpe promove licitação para empresas especializadas no levantamento e catalogação de bens culturais imateriais</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 19:34:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120409" aria-labelledby="figcaption_attachment_120409" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54659897674_658597b3af_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-120409" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54659897674_658597b3af_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) está com um processo de licitação para gestão patrimonial em andamento, focado em empresas – especializadas na área – que oferecem serviços de pesquisa e inventário direcionados ao levantamento e catalogação de bens culturais imateriais. A iniciativa visa identificar e registrar as Bandas Filarmônicas e a Festa de Nossa Senhora do Carmo e tem como meta o avanço na formalização desses bens culturais como Patrimônio Imaterial de Pernambuco. Os interessados têm até o dia 03 de outubro deste ano para cadastro na Plataforma Integrada de Contratações Públicas e Gestão de Bens e Materiais de Pernambuco (PE-Integrado); data em que o pregão licitatório inicia-se às 10h.</p>
<p>O processo é voltado para microempresas (ME), empresas de pequeno porte (EPP), microempreendedores individuais (MEI) e sociedades cooperativas, conforme especificado no Edital nº 1.402/2024. O levantamento e a catalogação farão parte do procedimento administrativo para a validação oficial dessas manifestações culturais, que incluirá a coleta de dados históricos, culturais e sociais, além de recuperar as tradições e práticas que evidenciam a relevância das Bandas Filarmônicas e da Festa de Nossa Senhora do Carmo na cultura de Pernambuco.</p>
<p>As Bandas Filarmônicas, com suas raízes no Brasil desde o século XIX, são elementos vitais da cultura popular, especialmente nas cidades interioranas, onde continuam sendo a principal fonte de formação musical e de socialização para diversas gerações. Em Pernambuco, totalizam-se cerca de 150 conjuntos em atividade – sendo seis Patrimônio Vivo do Estado. Já a Festa de Nossa Senhora do Carmo transcende sua celebração religiosa, funcionando como um marco de união e preservação de saberes e valores entre as comunidades. Com isso, os dois bens culturais essenciais para a diversidade e identidade cultural de Pernambuco contarão com pesquisa e inventário a fim de documentar suas origens, evolução e significados.</p>
<div id="attachment_120410" aria-labelledby="figcaption_attachment_120410" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/29158645977_5a289186ac_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-120410" alt="Os interessados têm até o dia 03 de outubro deste ano para cadastro na Plataforma Integrada de Contratações Públicas e Gestão de Bens e Materiais de Pernambuco (PE-Integrado); data em que o pregão licitatório inicia-se às 10h I Foto: Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/29158645977_5a289186ac_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Os interessados têm até o dia 03 de outubro deste ano para cadastro na Plataforma Integrada de Contratações Públicas e Gestão de Bens e Materiais de Pernambuco (PE-Integrado); data em que o pregão licitatório inicia-se às 10h I Foto: Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>“Contemplando a abertura do registro de Bandas Filarmônicas e da Festa de Nossa Senhora do Carmo, a disponibilidade dos recursos atuais permitirá a execução de pesquisas para aprofundar o conhecimento sobre os bens. São duas manifestações culturais de grande importância para a memória e identidade do povo pernambucano, que, ao serem devidamente reconhecidas e preservadas, garantirão que as futuras gerações possam vivenciar e celebrar essas tradições”, ressalta a gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Maria Lana Monteiro.</p>
<p>O processo de participação na licitação exige que as empresas interessadas estejam cadastradas no sistema PE-Integrado. Para isso, é necessário se registrar no portal www.peintegrado.pe.gov.br e, após a inscrição, providenciar a documentação exigida para o credenciamento, enviando eletronicamente os documentos comprobatórios solicitados no edital. Em caso de dúvidas durante o processo, o suporte é oferecido pela Gerência de Sistemas Integrados de Gestão &#8211; GESIG, e os canais de contato podem ser acessados por meio do e-mail suporte.peintegrado@sad.pe.gov.br ou pelo telefone (81) 3183-7721.</p>
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		<title>Do caderno de receitas à tradição, o bolo de noiva foi o protagonista no País da Cultura Alimentar nesta sexta (5)</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 20:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120104" aria-labelledby="figcaption_attachment_120104" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/cris-barros.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120104" alt="A confeiteira Cristianne Barros ministrou oficina no PEMP Caruaru" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/cris-barros-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A confeiteira Cristianne Barros ministrou oficina no PEMP Caruaru</p></div>
<p dir="ltr"><em>Texto: Valentine Herold</em></p>
<p dir="ltr">Uma receita de bolo é bem clara nos ingredientes e na proporção de cada elemento. Duas xícaras de farinha, 200g de manteiga, 3 ovos e por aí vai. Mas se dentro da batedeira e do forno não pode faltar precisão matemática para que a química gastronômica aconteça da forma correta, já não se pode dizer o mesmo com os sentimentos envolvidos em uma receita de família. Quanto de amor, de cuidado, querer bem e de memória afetiva cabem em um bolo feito para os seus? Não há como mensurar em gramas, colheres ou xícaras. Cozinhar é um ato de carinho, uma linguagem de amor universal e que é passada de geração em geração. É assim que Cristianne Barros, confeiteira e professora do curso de Gastronomia do Senac, transmite seus saberes.</p>
<p dir="ltr">A preservação da memória familiar através dos cadernos de receitas foi o foco na ação do País da Cultura Alimentar da tarde desta sexta-feira no Festival Pernambuco Meu País em Caruaru. A atividade aconteceu na Feira de Caruaru, importante polo gastronômico e cultural da cidade, unindo tradição e salvaguarda. Enquanto preparava um bolo de noiva, Cristianne deu uma aula sobre as origens dessa receita genuinamente pernambucana, registrada inclusive Patrimônio Imaterial do Estado desde 2023, junto às suas práticas socioculturais associadas.</p>
<p dir="ltr">“Somos um povo doce e carregamos a tradição da cana-de-açúcar no sangue. Por isso gostamos tanto de receber bem as pessoas em nossas casas, servir um bolinho com café. Essa tradição faz parte da nossa herança e é muito importante preservarmos essa memória dentro dos seios familiares. Os cadernos de receitas cumprem esse papel de manter o elo com o passado, pensando no futuro. As tradições de cada família não podem morrer”, ressaltou a chef.</p>
<p dir="ltr">Com mais de 20 anos de experiência no setor gastronômico  em Pernambuco com foco em Confeitaria e panificação. Formada em gastronomia, Mestra em Ciência da Educação e pesquisadora cultural, Cristianne dividiu com o público do Festival Pernambuco Meu País a receita de sua avó do bolo de noiva. Desde o descanso das ameixas em vinho Moscatel por semanas até o uso de cacau, cada etapa do processo é feita com amor e atenção ao sabor.</p>
<p dir="ltr">Sobremesa com raízes inglesas, o bolo de noiva pernambucano nasceu ainda no período colonial e foi se adaptando às influências culturais e econômicas ao longo dos anos. Alguns ingredientes são obrigatórios e outros, como o acréscimo de nozes ou outras frutas cristalizadas, vão do gosto e do costume de cada família. Para a coordenadora de Gastronomia da Secult-PE, Dianne Sousa, que articulou a atividade desta sexta (5), ações como essas são complementares ao mapeamento de boleiras de Pernambuco que vem sendo feito pela Secretaria de Cultura dentro do Mapa da Cultura Alimentar.</p>
<p dir="ltr">“Cristianne desenvolveu uma pesquisa sobre bolo de noiva desde 2008. Então há anos ela vem nesse processo de auxílio e mapeamento também em relação às boleiras, principalmente boleiras de confeiteira, que foi muito importante durante o processo de patrimonialização do bolo de noiva. E falar de cadernos de receitas é outro tema central dentro da confeitaria pernambucana. Durante sua pesquisa, Cristianne encontrou muitas receitas que foram passadas de avó, de mãe pra filha, através de cadernos. Então trazermos esse assunto para o festival é falar de salvaguarda da memória alimentar do nosso Estado e exercer ela na prática”, destacou Dianne.</p>
<p dir="ltr">A programação da Cultura do País Alimentar continua neste sábado (6) com Dona Carmem Virginia às 10h, na palestra “Sua Vida Sua História &#8211; Entre Caranguejos e Acarajés”. Em seguida, às 14h, é a vez da intervenção “Cardápio Doce Poético”, com o chef Aleff Souza e a poeta Odailta Alves. Sempre no mesmo local, na Feira de Caruaru, na entrada do polo gastronômico.</p>
<p> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/caderno-receitas.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120106" alt="caderno receitas" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/caderno-receitas-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
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		<title>Festa do Morro da Conceição descerra placa alusiva ao título recebido de Patrimônio Imaterial</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 12:59:35 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/festa-do-morro-andrea-rego-barro-pcr.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97582" alt="Andrea Rêgo Barros/PCR" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/festa-do-morro-andrea-rego-barro-pcr-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>O secretário estadual de Cultura, Oscar Barreto, e o reitor do Santuário do Morro da Conceição, padre Pedro Luis dos Santos, comandam nesta quinta-feira (29), às 9h, a apresentação da placa comemorativa referente ao título concedido à Festa do Morro da Conceição, como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. O evento será realizado em frente ao santuário, na Praça do Morro da Conceição, Zona Norte do Recife, e contará com a presença de uma das relatoras responsáveis pelo processo, Margarida Cantarelli, além de autoridades da Igreja e da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
<p><strong>ENTREGA DO TÍTULO -</strong> O evento encerra o ciclo que teve início em 2016, com a chegada dos missionários redentoristas ao Santuário do Morro da Conceição. O primeiro reitor do templo, padre José Ulysses da Silva, fez as primeiras pesquisas, e em 2017, o projeto de Lei nº 1715, de autoria do deputado estadual, Isaltino Nascimento (PSB), contou à época com parecer favorável da Gerência de Preservação da Fundarpe e do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), colegiado ligado à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>Com a publicação da Lei Estadual de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco,  Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, e do Decreto nº 47.129, de 14 de fevereiro de 2019, o processo de reconhecimento precisou ser adequado aos novos procedimentos instituídos na lei, voltando a ser requerido pela Alepe, em 2020 (Resolução nº 1.674/2020), sendo concluído pela Fundarpe, em outubro de 2022.</p>
<p>No último dia 1º de dezembro, foi deliberado o parecer conclusivo para o registro da festividade. O projeto foi elaborado pelas conselheiras relatoras do CEPPC/PE, Margarida Cantarelli e Cecília Canuto. A assinatura do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, em reunião realizada em 7 de dezembro passado, finalizou a inscrição da Festa do Morro da Conceição nos livros físicos das Celebrações e dos Lugares sob a guarda do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC/PE).</p>
<p>A partir de agora, a Festa do Morro da Conceição poderá participar de políticas públicas de cultura, com forma de fortalecer e ampliar a festividade, sendo inclusa no calendário fixo dos bens material e imaterial do Estado. Além disso, o título confere a festa o amplo acesso em editais culturais, acordos e convênios da esfera governamental.</p>
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		<title>Reisado recebe título de Patrimônio Imaterial de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 16:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98022" aria-labelledby="figcaption_attachment_98022" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52579890469_b77e784b99_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-98022" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52579890469_b77e784b99_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Reisados de várias partes do Estado acompanharam de perto a reunião do Conselho de Preservação, presidida pelo secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto, na APL</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), vinculado à Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em reunião ordinária realizada nesta quinta-feira (22), na Academia Pernambucana de Letras (APL), deu parecer favorável ao Registro do Reisado de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. A solicitação para a abertura do processo de reconhecimento do bem cultural teve início em 10 de setembro de 2022, formulada pelo coletivo Movimento Viva Reis. O CEPPC/PE designou a conselheira Mônica Siqueira da Silva como relatora do processo, que foi lido e analisado em conjunto pelos membros do órgão.</p>
<p>Após a votação do CEPPC/PE e da publicação da resolução a respeito da decisão, será publicado o decreto do Governo de Pernambuco, que oficializa o registro do bem nos livros de registro do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. A partir de então, haverá a elaboração do plano de salvaguarda, com a participação da comunidade.</p>
<div id="attachment_98018" aria-labelledby="figcaption_attachment_98018" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52580063305_f75f8f005d_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-98018" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52580063305_f75f8f005d_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A conselheira Mônica Siqueira (centro) foi a  relatora do processo que concedeu o título aos Reisados</p></div>
<p><em>&#8220;O foco é fortalecer o Patrimônio Imaterial em todos os sentidos, e uma dos pilares do CEPPC/PE é ampliar o quadro de registro dos Patrimônios Imateriais no Estado. Esse é o segundo relatório que faço e a ideia é aqui, em nossos pareceres, é que esses bens sejam mais valorados. O Reisado é um bem cultural muito importante, mas não tem a mesma visibilidade que outros tem. Por isso, o reconhecimento do título é muito importante. Os grupos são bons, têm muita dedicação e força para manter a tradição. O movimento Viva Réis, que solicitou o título, vem dizer isso, que os Reisados estão vivos&#8221;</em>, disse Mônica Siqueira, relatora do processo.</p>
<p><strong>SOBRE O BEM CULTURAL - </strong>Os Reisados apresentam importância sócio-histórica e cultural e se configuram como forma de expressão enraizada em tradições votivas do catolicismo popular, bem como em festividades cíclicas, ligada especialmente ao Ciclo Natalino e às festas dos Santos Reis. Essa manifestação integra música, dança, personagens, encenação de entremeios, louvação e cortejo.</p>
<p>O enredo dos autos encenados no Reisado em Pernambuco dá-se comumente com os seguintes elementos: Marchas de Rua, Pedido de Abrição de Porta, Marchas de Entrada de Sala, Louvação aos donos da casa, Louvação ao Divino, Guerra e Retirada. Os autos são entremeados com danças dramáticas, como as Guerras Totêmicas e a Farsa do Boi; com peças cantadas de motivos românticos ou circunstanciais; e com as Embaixadas, que são partes declamadas.</p>
<p>Os entremeios são as apresentações, com ou sem falas e diálogos, de personagens humanos ou animais com roupas, nomes e gestos próprios. Costumam ocorrer nos momentos em que os músicos param de tocar, mas também podem ser realizadas com a música caraterística do personagem. Os entremeios mais comuns são: Zabelê (Jaraguá), Cavalo-marinho, Sapateiro, Boi, Urso e Anastásia.</p>
<p>Os principais personagens do Reisado são o rei, a rainha, o mestre, o contramestre, os embaixadores, os figurantes e um Mateus, sendo acompanhados ao menos por um violeiro, mas é comum terem mais músicos. O rei, o mestre e contramestre começam a história, seguidos dos dançadores de entremeios. Cada personagem do Reisado possui uma indumentária ricamente elaborada que o distingue e o saber-fazer e a estética dessas indumentárias são importantes para essa expressão cultural. A presença de guerreiros e batalhas, em alusão à luta entre cristãos e mouros, mas sobretudo a presença de animais nos entremeios distingue o Reisado no Nordeste.</p>
<p>Enquanto celebração para o Dia de Reis, o Reisado possui uma série de referências da religião cristã e, como em outras celebrações do catolicismo e religiosidade popular, também possui um lado profano. O Reisado é tradicionalmente organizado por devoção ou pagamento de promessas. O devoto de Reis busca alcançar alguma graça e se compromete a participar da manifestação por um período de sete anos, muitas vezes estendido. Em razão do pagamento de promessas, não é raro que o Reisado seja realizado em outras datas em devoção a santos padroeiros, em especial no período junino. Portanto, essa expressão cultural não ocorre somente no Ciclo Natalino, podendo ser brincada em vários momentos do ano.</p>
<div id="attachment_98017" aria-labelledby="figcaption_attachment_98017" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52579159842_702dd3c5d1_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-98017" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52579159842_702dd3c5d1_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os Reisados caracterizam-se como manifestações típicas do Ciclo Natalino e das Festas de Reis</p></div>
<p><strong>HISTÓRICO DO PROCESSO -</strong> Entre os anos de 2012 e 2014, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe e a Secretaria de Cultura do Estado realizaram o Inventário Nacional de Referências Culturais do Reisado em Pernambuco, promovendo a pesquisa para identificação desta expressão cultural, destacando as singularidades de sua presença nas diferentes regiões do Estado. A investigação encontrou grupos de Reisado tanto em Recife, quanto em Garanhuns, Capoeiras (povoado da Maniçoba), Paranatama, Águas Belas, Arcoverde, Sertânia, Pedra, Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande e Tacaratu.</p>
<p>Como resultado do mapeamento dos Reisados de Pernambuco, observou-se a organização dos detentores, em duas diferentes regiões onde os grupos estão mais concentrados: Agreste Central, especialmente no município de Garanhuns, e Sertão de Itaparica e São Francisco. Nessas duas regiões, formaram-se movimentos espontâneos entre os detentores para a valorização das tradições do Reisado por meio de apresentações, eventos culturais, seminários e atualização de pesquisas. Dessa articulação, em julho de 2019 realizou-se, durante o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), o 1º Seminário Reisados do Agreste, em Garanhuns, e em dezembro do mesmo ano o Encontro de Reisados em Santa Maria da Boa Vista, articulado pelo Movimento Viva Reis, apoiado pelo projeto Natal das Tradições da Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vídeo do INRC do Reisado &#8211; Parte 1</strong></span></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/jZYJ2lw6QSA" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vídeo do INRC do Reisado &#8211; Parte 2</strong></span></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/K6GyNtt3rdk" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>PATRIMÔNIOS VIVOS -</strong> Além do Registro como Patrimônio Imaterial de Pernambuco, vale salientar a titulação e registro como Patrimônios Vivo do Estado de Pernambuco para o Mestre Gonzaga de Garanhuns, do município de Garanhuns, do Reisado da Comunidade Quilombola do Inhanhum e mais recentemente da Mestra Maria Jacinta, esses dois últimos, do município de Santa Maria da Boa Vista, representantes dos Reisados do Agreste e Sertão do Estado.</p>
<p><strong>ÂMBITO NACIONAL -</strong> Em 12 de dezembro de 2014, a Secretaria de Pernambuco formalizou junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional &#8211; Iphan, o pedido para o registro do Reisado de Pernambuco como Patrimônio Cultural do Brasil. Na ocasião, que contou com a presença de grupos de Reisado do Agreste e da Região Metropolitana, foi entregue ao Iphan os resultados no o Inventário Nacional de Referências Culturais &#8211; INRC do Reisado, produzido entre os anos de 2012 e 2014 pelo Governo do Estado.</p>
<p>A partir do requerimento de registro do Reisado de Pernambuco o Iphan pronunciou-se a favor da ampliação da abrangência da pesquisa para a região Nordeste, no sentido de verificar aspectos semelhantes e singularidades do Reisado, Folias de Reis e Ternos de Reis em outros estados, alterando a nomenclatura do processo para Registro dos Reisados do Nordeste. O processo segue aguardando complementação da pesquisa e está disponível para consulta no link: <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1564" target="_blank"><strong>portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1564</strong></a> (Processo SEI-IPHAN: 01450.000868/2015-69).</p>
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		<title>Bandas de Pífano de Pernambuco são registradas como Patrimônio Cultural Imaterial</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 22:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Bandas de Pífanos]]></category>
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		<description><![CDATA[As Bandas de Pífano foram reconhecidas, nesta sexta-feira (26), como Patrimônio Imaterial Cultural de Pernambuco. A decisão do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE) foi tomada durante reunião ordinária do Conselho realizada em Caruaru, cidade onde se encontra grande parte das bandas de pífano no agreste pernambucano. A resolução com a decisão agora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96318" aria-labelledby="figcaption_attachment_96318" class="wp-caption img-width-589 alignnone" style="width: 589px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amaro Filho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.03-1.jpeg"><img class="size-full wp-image-96318" alt="Amaro Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.03-1.jpeg" width="589" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">O pedido de Registros das Bandas de Pífano de Pernambuco foi iniciado em 2019</p></div>
<p>As Bandas de Pífano foram reconhecidas, nesta sexta-feira (26), como Patrimônio Imaterial Cultural de Pernambuco. A decisão do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE) foi tomada durante reunião ordinária do Conselho realizada em Caruaru, cidade onde se encontra grande parte das bandas de pífano no agreste pernambucano. A resolução com a decisão agora segue para publicação no Diário Oficial do Estado e homologação do governador. Em seguida, o bem cultural será inscrito no Livro de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Este é o segundo registro em âmbito estadual totalmente tramitado sob o fluxo da <a href="https://legis.alepe.pe.gov.br/texto.aspx?tiponorma=1&amp;numero=16426&amp;complemento=0&amp;ano=2018&amp;tipo=&amp;url=" target="_blank"><strong>Lei Estadual de Registro de Bens Imateriais</strong></a>, que também registrou recentemente a festa de São Lourenço do Mártir como Patrimônio Imaterial Cultural do Estado.</p>
<p>“O reconhecimento das bandas de pífanos faz parte da política do Governo do Estado de Pernambuco, regulamentada pela Lei estadual nº 16.426/2018, que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, em 2018, tem o objetivo de proteger e preservar nossos bens culturais por meio do Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial”, destaca Oscar Barreto, secretário Estadual de Cultura e presidente do CEPPC/PE.</p>
<p>A legislação é bastante parecida com a estabelecida por meio do Iphan, a nível federal – onde também corre um processo de registro das bandas de pífano, desta vez como Patrimônio Imaterial do Brasil.</p>
<div id="attachment_96315" aria-labelledby="figcaption_attachment_96315" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amaro Filho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.02-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-96315" alt="Amaro Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.02-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A instrução do processo contou com a colaboração do projeto &#8220;Pífanos de Pernambuco – Do Mapeamento à Salvaguarda&#8221; (www.tocandopifanos.com), produzido com recursos do Funcultura e premiado, em 2022, com o primeiro lugar na categoria Promoção e Difusão do Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural</p></div>
<p>“Embora esteja em andamento o processo de registro das Bandas de Pífano em âmbito nacional, partimos primeiro no reconhecimento da manifestação artística em âmbito estadual. Isso demonstra o compromisso do CEPPC/PE com a salvaguarda do Patrimônio Imaterial. Destaco que, neste ano, o Conselho de Preservação elegeu como Patrimônio Vivo a Banda de Pífano Folclore Verde de Castainho, de Garanhuns. Permanecemos com o compromisso junto ao governo e a sociedade civil em prol do patrimônio cultural pernambucano”, ressalta Cássio Raniere, vice-presidente do CEPPC/PE.</p>
<p><b>HISTÓRICO -</b> O pedido de Registros das Bandas de Pífano de Pernambuco foi iniciado em 2019, por José Amaro Filho, Claudia Moraes Lisboa e Eduardo Monteiro, representantes de uma comissão formada por pesquisadores, produtores, músicos e apoiadores das Bandas de Pífano.</p>
<p>Além da documentação, que mapeou 82 bandas de pífanos, especialmente no Agreste e Sertão de Pernambuco, foram realizados encontros virtuais com detentores para explicar sobre o processo e sistematizar informações de base para as diretrizes de salvaguarda das Bandas de Pífano no Estado.</p>
<p>A instrução do processo contou com a colaboração do projeto &#8220;Pífanos de Pernambuco – Do Mapeamento à Salvaguarda&#8221; (<a href="http://www.tocandopifanos.com/"><b>www.tocandopifanos.com</b></a>), produzido com recursos do Funcultura e premiado, em 2022, com o primeiro lugar na categoria Promoção e Difusão do Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural.</p>
<p>A análise técnica preliminar e a elaboração do inventário que fundamentou a decisão foram realizadas e entregues ao CEPPC/PE pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) no ano passado.</p>
<div id="attachment_96317" aria-labelledby="figcaption_attachment_96317" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amaro Filho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.03-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-96317" alt="Amaro Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.03-2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A Secult-PE/Fundarpe e o CEPPC realizaram encontros virtuais com detentores para explicar sobre o processo e sistematizar informações de base para as diretrizes de salvaguarda das Bandas de Pífano no Estado</p></div>
<p>Foram responsáveis pela relatoria do processo de registro as conselheiras Mônica Siqueira, representante do segmento de Expressões Culturais de Pernambuco registradas como Patrimônio Cultural Imaterial; e Cláudia Pinto, suplente do segmento de Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia.</p>
<p>O registro das Bandas de Pífano resultou também no livro Pífanos do Sertão, produzido pela Página 21 com recursos do Funcultura. Em 144 páginas, Pífanos do Sertão revela aspectos sociais, econômicos e culturais que envolvem as bandas de pífanos sertanejas, detalhando a importância da religiosidade em suas funções e as peculiaridades sonoras de cada uma.</p>
<p>Amplamente ilustrada, a obra traz ainda um apêndice com partituras de benditos, marchas e baiões de grande difusão entre os grupos sertanejos. O livro teve organização de Rafael Coelho, textos de Eduardo Monteiro, artigos de Amaro Filho, Caca Malaquias e José Cláudio Lino, fotos de Claudia Moraes, transcrição de partituras por Caca Malaquias e diagramação de Vladimir Barros.</p>
<div id="attachment_96314" aria-labelledby="figcaption_attachment_96314" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amaro Filho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.02-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-96314" alt="Amaro Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.02-2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Análise técnica preliminar e elaboração do inventário que fundamentou a decisão foram realizadas e entregues ao CEPPC/PE pela Secult-PE/Fundarpe no ano passado</p></div>
<p><b>Sobre as Bandas de Pífano – </b>Os grupos têm suas origens remotas nos grupos musicais que aportaram na América Portuguesa e Espanhola durante os diferentes ciclos de povoamento a partir do século XVI. O formato recria os conjuntos de flautas e bombos que acompanhavam festas, procissões, celebrações litúrgicas ou profanas e também grupamentos militares.</p>
<p>O pífano, ou pife, pela sua produção artesanal e fácil transporte, logo passou a ser utilizado por diferentes perfis de músicos e também para facilitação de processos de catequese de povos indígena. Instrumentos de sopro semelhantes a esse já eram conhecidos e mesmo utilizados por povos originários brasileiros antes mesmo do processo de colonização e aculturação.</p>
<p>Outros instrumentos fazem parte da banda de pífanos: zabumba, contra surdo, tarol e o conjunto de pratos compõem o conjunto, e toda a lógica de produção artesanal dos instrumentos de percussão também faz parte do conjunto de saberes que orbitam este bem cultural.</p>
<p>A formação apontada como tradicional é de quarteto, sendo dois pifeiros, um principal e outro secundário, um zabumbeiro e um tocador de caixa. É comum também encontrar a variação que inclui o contra surdo e os pratos formando o sexteto, sendo esta a forma mais encontrada especialmente em grupos formalizados. Grande parte das bandas possuem nomes ligados à localidade onde estão inseridas, aos seus formadores ou aos santos de devoção da comunidade.</p>
<p>As vestimentas semelhantes às vestes de cangaceiros começaram a ser adotadas por volta da década de 1960 por influência da Banda de Pífano de Caruaru, em cuja justificativa figura o relato do seu líder Sebastião Biano, de ter tocado para o bando de Lampião. É comum também encontrar paramentos mais discretos com calças e camisas padronizadas, por vezes lisas ou xadrez, além de chapéus de couro e quepes no figurino.</p>
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		<title>Registro das bandas de pífano como patrimônio imaterial avança com reunião on-line</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 01:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bandas de Pífano]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Imaterial de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[O andamento para registro das bandas de pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco deu mais um passo ontem. Em reunião on-line com os representantes dos grupos musicais, a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Secult-PE/Fundarpe explicou músicos, artesãos e pesquisadores envolvidos os detalhes do processo em âmbito estadual, aberto em fevereiro deste ano. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81811" aria-labelledby="figcaption_attachment_81811" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14735527515_0f14632793_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-81811" alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14735527515_0f14632793_k-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Na foto, a Banda de Pífanos Raça Negra Boavistana do Ponto de Cultura Nação Caripó</p></div>
<p>O andamento para registro das bandas de pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco deu mais um passo ontem. Em reunião on-line com os representantes dos grupos musicais, a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Secult-PE/Fundarpe explicou músicos, artesãos e pesquisadores envolvidos os detalhes do processo em âmbito estadual, aberto em <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/secult-pe-defere-a-abertura-do-registro-das-bandas-de-pifano-e-renda-renascenca-como-patrimonio-cultural-imaterial/" target="_blank">fevereiro deste ano</a></strong>. O objetivo é a proteção e preservação do patrimônio cultural de natureza imaterial por meio da identificação e do reconhecimento de bens culturais, do apoio e do fomento às condições de sustentabilidade e transmissão do bem cultural às novas gerações.</p>
<p>Conduziram o encontro, realizado na última segunda-feira (19), o coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan, e a assessora da coordenadoria, Luciana Gama. Os dois apresentaram as etapas do processo de reconhecimento para os requerentes do registro das Bandas de Pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco, Amaro Filho, Claudia Moraes e Eduardo Monteiro, que também organizaram a reunião.</p>
<p><em>“O encontro faz parte da escuta aos detentores, condição fundamental para qualquer processo de identificação e registro de bens de natureza imaterial. Ao mesmo tempo, foi uma oportunidade de explicar os detalhes do processo que corre em âmbito estadual, no qual a decisão sobre o registro é de atribuição do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural &#8211; CEPPC. Por conta da quantidade e qualidade das informações referentes ao mapeamento estadual das bandas de pífano, e que constam no processo de Registro, a Fundarpe partirá para a elaboração da Instrução Técnica de Registro, que deverá ser encaminhada ainda esse ano para o <em>CEPPC</em>”</em>, detalhou Marcelo Renan.</p>
<div id="attachment_86455" aria-labelledby="figcaption_attachment_86455" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/reunião-pifanos.jpeg"><img class="size-medium wp-image-86455" alt="Representntes da Secult-PE/Fundarpe e dos requerentes do processo de registro se reuniram por videochamada" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/reunião-pifanos-607x262.jpeg" width="607" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Representntes da Secult-PE/Fundarpe e dos requerentes do processo de registro se reuniram por videochamada</p></div>
<p>O processo conta com as contribuições e resultados da pesquisa <i>Pífanos: do mapeamento à salvaguarda</i>, que contou com recursos do Funcultura, realizada pela produtora cultural Página 21, em parceria com detentores, músicos e artesão pifeiros. O estudo vem sendo realizando há cerca de 10 anos, trabalho que inclui o mapeamento de práticas culturais tradicionais ligadas ao pífano nas regiões do Agreste Central, Sertões do Pajeú, Moxotó, Central, São Francisco, Araripe e Itaparica.</p>
<p>Atualmente, a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial – Fundarpe, está em fase de elaboração do parecer técnico de instrução do processo de registro a ser encaminhado para o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, que deliberará sobre o reconhecimento e registro das bandas de pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<p><strong>REGISTRO E SALVAGUARDA NO ESTADO -</strong> Em setembro de 2018, o Governo de Pernambuco sancionou a Lei Nº 16.426/2018, que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, com o objetivo de proteger e preservar o seu patrimônio cultural de natureza imaterial. A legislação é bastante parecida com a estabelecida por meio do Iphan, a nível federal.</p>
<p>De acordo com a Lei, Patrimônio Cultural Imaterial são as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas – junto aos instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados – que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos, reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural, transmitido de geração em geração.</p>
<p>A legislação estadual também incorporou aos seus Livros de Registro todos os bens culturais já registrados pela União e situados no seu território. Assim, Pernambuco conta com 11 bens registrados: Ofício das Baianas de Acarajé; Feira de Caruaru; Frevo; Roda de Capoeira; Ofício do Mestre de Capoeira; Maracatu de Baque Solto; Maracatu Nação; Cavalo Marinho; Teatro de Bonecos Popular do Nordeste (TBPN) – Mamulengos; Caboclinhos; Literatura de Cordel. Além disso, vale destacar que o Frevo e a Roda de Capoeira são considerados Patrimônios Culturais Imateriais da Humanidade, segundo a Unesco.</p>
<p><strong>NACIONAL -</strong> Em maio, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) também oficializou a abertura do processo de registro das bandas de pífano, considerando a expressão artística em estados como Paraíba, Alagoas e Ceará. O processo de Registro em âmbito nacional, iniciado em 2016, conta com o apoio da Secult-PE/Fundarpe, que junto aos detentores e a Superintendência do Iphan em Pernambuco, <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/secult-pe-fundarpe-e-iphan-oficializam-o-pedido-de-registro-das-bandas-de-pifano-como-patrimonio-cultural-imaterial-do-brasil/" target="_blank">assinam a solicitação pelo registro</a></strong> do bem cultural como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.</p>
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		<title>Fundarpe valoriza patrimônios pernambucanos com estande na 18ª Fenearte</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 19:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[18ª Fenearte]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Imaterial de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Material de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Vivo de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a proposta de apresentar um recorte dos Patrimônios Materiais, Imateriais e Vivos de Pernambuco, a Fundarpe apresenta durante a 18ª edição da Fenearte um estande com várias atividades, que vão desde exposições fotográficas a jogos de computador que tratam da cultura do estado. Produzido pela Gerência de Preservação Cultural da Fundarpe, o espaço fica [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50837" aria-labelledby="figcaption_attachment_50837" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35514550310_7ab628b4c3_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50837" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35514550310_7ab628b4c3_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Espaço fica localizado na Rua 1, números 14 e 15, e segue aberto ao público até o último dia da feira &#8211; que encerra no próximo domingo (16).</p></div>
<p>Com a proposta de apresentar um recorte dos Patrimônios Materiais, Imateriais e Vivos de Pernambuco, a Fundarpe apresenta durante a 18ª edição da Fenearte um estande com várias atividades, que vão desde exposições fotográficas a jogos de computador que tratam da cultura do estado. Produzido pela Gerência de Preservação Cultural da Fundarpe, o espaço fica localizado na Rua 1, estandes 14 e 15, e segue aberto ao público até o último dia da feira &#8211; que encerra no próximo domingo (16).</p>
<p>De acordo com Raphaela Rezende, uma das arquitetas idealizadoras do estande da Fundarpe na Fenearte, a concepção do espaço procura falar sobre todos os patrimônios culturais de Pernambuco. <em>&#8220;Partimos da ideia da representação do mapa do Estado dividido pelas 12 regiões de desenvolvimento, do Sertão à Região Metropolitana do Recife, o ambiente mostra através de textos, imagens e atividades interativas as diversas manifestações culturais de cada região”,</em> explica.</p>
<div id="attachment_50834" aria-labelledby="figcaption_attachment_50834" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35062657424_d20515a442_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50834" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35062657424_d20515a442_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">No local há uma parede com quatro linhas de imagem, e cada linha representa uma região do estado (sertão, agreste, zona da mata e RMR)</p></div>
<p>No local há também um espaço com exposição de fotos que representam as macrorregiões do estado (Sertão, Agreste, Zona da Mata e RMR), com os Patrimônios Vivos, os bens registrados e os últimos bens tombados do Estado de Pernambuco. O estande ainda abriga iniciativas que buscam gerar interação direta com o público: foram dispostos 60 monóculos com imagens de todos os Patrimônios Vivos e registrados, além de alguns bens tombados. Ainda dentro da proposta de diálogo com o público foram disponibilizados dois computadores com o jogo <strong>A Saga do Caboclo de Lança</strong>, produzido pela Cabra Quente Filmes com o incentivo do Funcultura, o game é inspirado nas manifestações da cultura popular pernambucana.</p>
<p>Os visitantes também podem assistir a vídeos sobre os Patrimônios Culturais de Pernambuco, além de conferir produtos incentivados pelo Funcultura como livros, DVDs e CDs. Alguns exemplares estão disponíveis para doação aos interessados.</p>
<div id="attachment_50839" aria-labelledby="figcaption_attachment_50839" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35771174171_30996e8762_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50839" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35771174171_30996e8762_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Foram dispostos no estande da Fundarpe 60 monóculos com imagens de todos os Patrimônios Vivos e registrados, além de alguns Materiais.</p></div>
<p><em>“As pessoas se impressionam bastante com os bens tombados do Estado, e admitem desconhecer muito dessa área. Elas conhecem mais os Patrimônios Vivos, talvez pela relação direta deles com apresentações e aproximação com a população. O trabalho que a gente desenvolveu aqui foi o de tentar exatamente aproximar este público do patrimônio pernambucano como um todo”,</em> revela a arquiteta Eva Passavante, que também participou da realização desse estande. Completam a equipe os colaboradores Flávio Barbosa e Jacira França, designer e socióloga que integram a Gerência de Preservação Cultural da Fundarpe.</p>
<p><strong>Palco de cultura popular na Fenearte -</strong> Outra atividade organizada pela Fundarpe é a realização de uma programação artística com apresentações de Patrimônios Vivos de Pernambuco e grupos de várias regiões do estado. Entre as atrações, o Maracatu Leão Coroado, o Bloco de Máscaras Trovadores em Folia, Aurinha do Coco, as Filhas de Baracho, Lia de Itamaracá e o Homem da Meia Noite, que finaliza a programação neste domingo (16).</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação de Cultura Popular da 18º Fenearte:</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira, 14/07</strong><br />
18h – Caboclinho Oxossi Pena Branca<br />
18h – Suzana Morais – Clássicos em Cordel para crianças (mezanino infantil)<br />
20h – Afoxé Oxum Pandá</p>
<p><strong>Sábado, 15/07</strong><br />
16h – Coro Infantil do CPM com o espetáculo Arrasta Pé<br />
17h – Jardim da Flor (mezanino infantil)<br />
18h – Maracambuco<br />
20h – Lia de Itamaracá | Patrimônio Vivo</p>
<p><strong>Domingo, 16/07</strong><br />
18h – Orquestra de Pau e Cordas Evocação<br />
20h – O Homem da Meia Noite | Patrimônio Vivo</p>
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