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	<title>Portal Cultura PE &#187; patrimônio imaterial</title>
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		<title>Dia dos Povos indígenas: conheça os saberes e sabores do povo Pankará</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:20:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Texto: Igor Gomes O povo pernambucano, como se sabe em todo o Brasil, ostenta sua cultura e seus símbolos de maneira assertiva por onde passa. Mas ainda há muito a se investigar na história do Estado; isso porque tradições inteiras ainda não são registradas para que possam circular de maneira mais ampla para toda a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123573" aria-labelledby="figcaption_attachment_123573" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.png"><img class="size-medium wp-image-123573" alt="Pão de catolé, mandioca e rosário de catolé" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-607x318.png" width="607" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Pão de catolé, mandioca e rosário de catolé</p></div>
<p><em>Texto: Igor Gomes</em></p>
<p>O povo pernambucano, como se sabe em todo o Brasil, ostenta sua cultura e seus símbolos de maneira assertiva por onde passa. Mas ainda há muito a se investigar na história do Estado; isso porque tradições inteiras ainda não são registradas para que possam circular de maneira mais ampla para toda a população. É o caso dos povos indígenas, submetidos a um apagamento sistemático desde o século 16. Uma dessas lacunas relacionadas à cultura indígena na identidade pernambucana vem sendo trabalhada pelo Inventário Participativo do Sistema Alimentar e Culinário do Povo Pankará, de Carnaubeira da Penha, Sertão do São Francisco. O projeto incentivado pela Fundarpe através do Funcultura, que vem documentando e resgatando toda a cadeia cultural desse povo indígena, do plantio dos alimentos até a forma de consumi-los.</p>
<p>O projeto foi aprovado no edital Funcultura Geral 2023/2024, na categoria “Patrimônio Cultural” (hoje desmembrada em edital próprio) pela produtora Gato de Gengibre, da pesquisadora Monica Larangeira Jácome. Está em andamento desde 2025 e pode ser prorrogado até 2027. Depois de validado pelo Funcultura (em processos como o de prestação de contas), ele será avaliado pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural e pode se tornar Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. As chances de isso acontecer são consistentes, pois a Fundação do Patrimônio Histórico Artístico de Pernambuco (Fundarpe) emitiu parecer preliminar (antes da realização da pesquisa) atestando a importância de se registrar essa cultura alimentar e reconhecê-la como Patrimônio.</p>
<p>“O inventário não abrange apenas as receitas do povo Pankará. A realização dele foi dividida em cinco etapas: a forma de produzir alimentos; as receitas e registro sobre a memória gustativa das pessoas em relação às receitas; o artesanato voltado para a alimentação, com utensílios de barro, de fibra de catolé, palha de coqueiro etc.; os lugares da comida, como casa de farinha, engenho de rapadura, horta e outros; e as celebrações em torno da comida”, resume Monica Jácome. Por demanda do Funcultura, serão produzidos ainda produtos culturais relacionados a esse trabalho, como um documentário curta-metragem e o cadastro dos mestres e mestras relacionados à cultura alimentar Pankará.</p>
<p>Práticas alimentares são parte da cultura humana por envolverem memórias e discursos relacionados à convivência entre as pessoas e aos usos e saberes relacionados à natureza – abrangem, por exemplo, o que pode ou não ser consumido, como se consome um alimento, o que plantar ou criar e como se faz isso em uma determinada localidade. São conhecimentos transmitidos por gerações e que podem sofrer adaptações ao longo do tempo graças a processos históricos; um exemplo são os usos da mandioca, planta nativa da América do Sul largamente usada por povos indígenas e depois pelas demais populações que chegaram ao continente por conta da colonização.</p>
<div id="attachment_123574" aria-labelledby="figcaption_attachment_123574" class="wp-caption img-width-467 alignnone" style="width: 467px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Monica-Larangeira-Jácome_Divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123574" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Monica-Larangeira-Jácome_Divulgação-467x486.jpeg" width="467" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisador Monica Jácome</p></div>
<p>O reconhecimento da importância do sistema alimentar e culinário Pankará contribui para proteger a diversidade cultural de Pernambuco. “A memória social é seletiva. Na área de gastronomia, quando se pensa em patrimônio alimentar o que se fala são as comidas da casa-grande: bolo de rolo, bolo souza leão e outros. A história de Pernambuco é fruto de uma memória fragmentada. Como é possível falar de bens culturais, de referências históricas, se eles se limitam apenas ao grupo social dominante? O resgate que o inventário faz beneficia todo o Estado porque enriquece a história humana que ocorre aqui”, pontua a pesquisadora.</p>
<p>O Inventário Participativo do Sistema Alimentar e Culinário do Povo Pankará é coletivo e envolve a comunidade. Entre os integrantes indígenas estão cinco bolsistas e uma produtora, afora toda a participação da comunidade na finalização de cada etapa. “Houve também uma oficina para que fosse elaborado um protocolo de consulta e consentimento, com normas para regrar as relações do povo Pankará com os não indígenas envolvidos no projeto e com o Estado. Ao final de cada fase, há uma prestação de contas para que se discuta e decida os próximos passos”, afirma a pesquisadora. Os bolsistas farão uma oficina de audiovisual para criar o roteiro do curta-metragem que será entregue com a pesquisa.</p>
<p>“O projeto do inventário veio pra nos fortalecer ainda mais dentro das nossas tradições. E o que não pode faltar, que os nossos antepassados sempre recomendam, os nossos mais velhos, é o respeito, a valorização, a tradição do nosso povo. Para nós, não é simplesmente um inventário alimentar e culinário; é um inventário de saber, de tradição, de cultura, de resistência, mesmo”, afirma a cacica Dorinha, liderança do povo Pankará. Segundo a cacica Dorinha, o projeto trabalha diversos elementos da cultura Pankará, “como cultivar o alimento, como retirar o alimento e como preparar. Esses modos são praticados pelos nossos antepassados, e são levados para nossos jovens, nossas crianças, para que eles possam dar continuidade a esses saberes tradicionais. Também trabalhamos como manejar a terra, também, nós manipulamos ela através dos saberes dos nossos mais velhos, e isso nos fortalece”.</p>
<div id="attachment_123575" aria-labelledby="figcaption_attachment_123575" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Dona-Vanja-prepara-farofa-de-catolé.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123575" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Dona-Vanja-prepara-farofa-de-catolé-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Vanja, do povo Pakará, prepara farofa de catolé</p></div>
<p><strong>HERANÇAS GASTRONÔMICAS E CULTURAIS</strong> – O complexo sistema dos alimentos na cultura Pankará abrange uma série de saberes que alcançam, inclusive, os não indígenas. Monica Jácome lembra que o coco catolé, por exemplo, é usado por não indígenas de diversas formas, entre elas como petisco para se tomar com cerveja. “Os indígenas fazem um rosário, em que os coquinhos são unidos por um fio e vendidos para serem consumidos”, cita. A lista de elementos envolvidos no cadeia gastronômica Pankará é grande. Eis alguns exemplos:</p>
<p>Catolé, mandioca, milho, feijão andu, fava, feijão de arranca, inhame, mucunã, batata-doce, jerimum; acerola, banana, abacate, jaca, manga, goiaba, cana-de-açúcar, mel de abelha, café, mamão, caju, murici, pinha, maracujá, favela, gergelim, batata de macambira, imbu, jaca, colorau; as carnes de caça como preá, mocó, punaré, tatu, peba, veado, gato do mato, cambamba, tamanduá, juriti, codorniz, jacu, teiú, camaleão; as carnes de criação como galinha, porco, vaca, cabra; pão de catolé, catolé cozido, bró de catolé, farofa de catolé, massa, goma e farinha de mandioca, beiju na pedra, bolo de macaxeira, licores, doces e geleias de frutas, imbuzada, doce de cafofa de imbu, doce de facheiro, doce de coroa de frade, xeléu cozido, café morto no pau, queijo de coalho, rapadura, mel de cana, fubá e farinha de milho, milho assado e cozido, bolo de milho, feijão cozinhado, baião de dois, munguzá de feijão, angu da agonia (angu de feijão), café de feijão andu, Rubacão de fava, mingau de mucunã, farofa de murici, fubá da castanha de caju, fubá doce de favela, fubá de gergelim, lambedores, chás de ervas, xaropes e garrafadas; engenhos de farinha, engenho de cana-de-açúcar, fogões à lenha, moendas de milho, pilões de madeira; artesanato culinário barro (o caco, a cuscuzeira|), madeira e fibras naturais (os abanadores do fago, as cestas); a dança do toré nas celebrações da Semana dos Povos Indígenas; a Feira de Cultura Pankará, todo mês de maio; os festejos em comemoração a São Gonçalo; a Novena de Nossa Senhora nas aldeias Jardim e Ladeira.</p>
<p>Em Pernambuco, as manifestações de influência indígena vão além da gastronomia. Entre as manifestações culturais que tem direta herança dos povos originários temos o caboclinho, maracatu rural, coco, ciranda, além do artesanato com os usos da macaxeira, do barro e de fibras vegetais, por exemplo. É uma matriz existencial fundamental para o povo pernambucano, cuja cultura vem sendo reconhecida pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe, que dispõe dos títulos de Patrimônio Vivo e da abertura de linhas de fomento que sejam abrangentes a ponto de abarcar projetos. No primeiro caso, já foram reconhecidas agremiações como os caboclinhos Sete Flexas (Recife), União Sete Flexas (Goiana), os dois Canindé (Recife e Goiana), Caheté (Goiana) e Tribo Indígena Carijó (Goiana). Também as Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu detêm o título. O título abrange pessoas (mestres) e grupos, e o concurso para eleger os novos Patrimônios Vivos do Estado segue aberto até o dia 30 de abril.</p>
<p>No segundo caso, os editais do Funcultura abarcam diversas linguagens artísticas em iniciativas diversas (apresentação, pesquisa, oficina, produção de conteúdos, entre outros). Dos editais abertos, o Funcultura Música é destinado a toda cadeia sonora (produção, pesquisa e afins), e segue aberto até 30 de abril. Já o Funcultura Geral abrange manifestações de dança, literatura, artes visuais, teatro, circo e outras linguagens. O Funcultura Patrimônio Cultural, por sua vez, possui linhas específicas para pesquisas, produção de conteúdo e ações de salvaguarda em gastronomia em outras manifestações culturais. As inscrições para os Funculturas Geral e Patrimônio Cultural seguem abertas até o dia 13 de maio.</p>
<div id="attachment_123576" aria-labelledby="figcaption_attachment_123576" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto/ Acervo Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Caboclinho-Sete-Flechas-do-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-123576" alt="Foto: Costa Neto/ Acervo Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Caboclinho-Sete-Flechas-do-Recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caboclinho Sete Flechas do Recife, Patrimônio Vivo</p></div>
<p><strong>O POVO PANKARÁ</strong> – Segundo dados estatísticos do site Terras Indígenas do Brasil (terrasindigenas.org.br), a Terra Indígena Pankará da Serra do Arapuá, demarcada em 2025 e localizada no município de Carnaubeira da Penha (Sertão do São Francisco), tem população de quase 3 mil pessoas. São 52 aldeias em cerca de 15 mil hectares. A agricultura de subsistência é a base da economia alimentar desse povo, em especial os cultivos de milho, macaxeira e feijão. As origens remontam ao povo Atikum e a remanescentes quilombolas na região, e o nome “Pankará” só passa a ser usado como autodenominação no começo dos anos 2000. “O nome ‘Pankará’ veio do costume de usarmos pakaiá, que é o fumo, e também de urá, que vem do mangará da bananeira. A gente era conhecido como ‘os índios da Serra do Arapuá’, os ‘caboclos da Serra do Arapuá’. Em 2003, fomos reconhecidos como povo Pankará. O nome veio através dos saberes das Forças Encantadas, que me apresentaram esse nome de ‘Pankará’”, explica a cacica Dorinha.</p>
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		<title>Começam nesta terça (14) inscrições para os editais do Funcultura Geral e de Patrimônio Cultural</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 10:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123539" aria-labelledby="figcaption_attachment_123539" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Fachada-Fundarpe_Divulgacao.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123539" alt="Geridos pela Fundarpe e pela Secult-PE, os dois editais movimentam as cadeias das linguagens artísicas e dos patrimônios " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Fachada-Fundarpe_Divulgacao-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Geridos pela Fundarpe e pela Secult-PE, os editais movimentam as cadeias das linguagens artísticas e dos patrimônios</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Começam nesta terça-feira (14) as inscrições para dois editais do Funcultura: o Funcultura Geral, destinado a incentivar ações em diversas linguagens artísticas, e o Funcultura Patrimônio Cultural, que está em sua 2ª edição e contribui para desenvolver e fortalecer a cadeia produtiva de Patrimônio em Pernambuco. Com valores totais de R$ 15,99 milhões e R$ 3,51 milhões, respectivamente, os dois editais são geridos pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p>As inscrições para ambos seguem até 13 de maio (até 16h59) e devem ser feitas exclusivamente pelo Mapa Cultural (mapacultural.pe.gov.br). Os editais estão disponíveis <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-edital-geral-20252026/">aqui </a>(Geral) e <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-patrimonio-cultural-20252026/">aqui</a> (Patrimônio Cultural). Podem concorrer pessoas físicas e jurídicas com inscrição regular no Cadastro de Produtores Culturais (CPC) e residentes no Estado há, no mínimo, 1 ano.</p>
<p>“A opção por fazer as inscrições dos dois editais no mesmo período se deve a um fator prático: o incentivo à área do Patrimônio Cultural originalmente era tratado dentro do edital Funcultura Geral. Então, para possibilitar uma melhor concorrência, uma maior adesão ao edital, optamos por manter as datas idênticas”, explica Clarice Andrade, Diretora de Fomento da Fundarpe e Presidente da Comissão Especial dos Editais do Funcultura.</p>
<p><strong>EDITAL GERAL</strong> – O valor de R$ 15,99 milhões é distribuído em 12 categorias, que abrangem diversas linguagens artísticas, além de ações de formação, capacitação e pesquisa cultural. São elas:</p>
<p>• Artes integradas (fomento total de R$ 490 mil)<br />
• Artes plásticas, Artes gráficas e congêneres (R$ 1,960 milhão)<br />
• Artesanato (R$ 930 mil)<br />
• Circo (R$ 1,330 milhão)<br />
• Cultura popular e tradicional (R$ 2,610 milhões)<br />
• Dança (R$ 2,08 milhões)<br />
• Design e moda (R$ 460 mil)<br />
• Fotografia (R$ 1,450 milhão)<br />
• Gastronomia (R$ 530 mil)<br />
• Literatura (R$ 1,340 milhão)<br />
• Ópera (R$ 480 mil)<br />
• Teatro (R$ 2,330 milhões)</p>
<p>Cada concorrente pode inscrever até 4 projetos nesse edital e pode aprovar até 2 projetos, desde que a soma deles não ultrapasse o valor de R$ 250 mil.</p>
<p><strong>EDITAL PATRIMÔNIO CULTURAL</strong> – Em sua segunda edição, o edital de Patrimônio Cultural, assim como as demais iniciativas ligadas ao Funcultura, é fruto do diálogo entre a atual gestão e a classe artística. É voltado à preservação, salvaguarda, pesquisa, formação e difusão dos patrimônios material e imaterial de Pernambuco.</p>
<p>Com valor total de R$ 3,510 milhões, o Funcultura Patrimônio Cultural abrange 10 categorias:</p>
<p>• Intervenção no patrimônio edificado com tombamento federal e/ou estadual (fomento total de R$ 1 milhão)<br />
• Intervenção no patrimônio edificado de reconhecido valor cultural e uso na área da cultura (R$ 400 mil)<br />
• Elaboração de projetos de intervenção para bens edificados com tombamento federal e/ou estadual (R$ 240 mil)<br />
• Restauração e/ou conservação de acervos, bens integrados e acervos museológicos e documentais (R$ 340 mil)<br />
• Ações de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco (R$ 290 mil)<br />
• Produtos e conteúdos (R$ 410 mil)<br />
• Formação e capacitação (R$ 170 mil)<br />
• Pesquisa cultural (Inventários, Pesquisas ou Planos para o Patrimônio Cultural Material) (R$ 310 mil)<br />
• Pesquisa cultural (Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco) (R$ 250 mil)<br />
• Elaboração de projetos de plano museológico e projeto museográfico (R$ 100 mil)</p>
<p>Cada concorrente pode inscrever até 4 projetos nesse edital. Quem for pessoa física pode aprovar até 2 projetos, desde que a soma deles não ultrapasse o valor de R$ 250 mil.</p>
<p>Para as categorias “Intervenção no patrimônio edificado com tombamento federal e/ou estadual” e “Intervenção no patrimônio edificado de reconhecido valor cultural e uso na área da cultura”, o concorrente pessoa física pode aprovar até 2 projetos, e a a soma deles não seja maior que R$ 250 mil. O proponente pessoa jurídica (exceto microempreendedor individual – MEI) também poderá aprovar até 2 projetos, mas a soma dos incentivos recebidos não pode superar R$ 1 milhão.</p>
<p>“Na primeira edição, em 2025, o Funcultura Patrimônio Cultural teve 118 inscritos, com 25 projetos aprovados. O projeto aprovado de maior valor foi de R$ 999 mil, na categoria Intervenção no patrimônio edificado com tombamento federal e/ou estadual”, cita Clarice Andrade.</p>
<p><strong>O FUNCULTURA –</strong> Com um total de R$ 39 milhões em investimentos neste ano, o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE) é o principal mecanismo de fomento e difusão da produção cultural no Estado. Além dos editais Geral e Patrimônio Cultural, ele também abrange os editais Funcultura Audiovisual, Funcultura Música (com inscrições abertas até 30/4), e Microprojeto Cultural (cujas inscrições abrirão em breve).</p>
<p>Implantado pelo Governo de Pernambuco, a partir do diálogo com a sociedade civil, o Funcultura PE está inserido no Sistema de Incentivo à Cultura (SIC-PE) e permitiu um grande avanço na política cultural pernambucana, tornando-a mais democrática e plural.</p>
<p>O fundo tem um modelo de gestão compartilhada, que envolve a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Fundarpe, instituições culturais e entidades da sociedade civil representativas da classe artística.</p>
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		<title>Fundarpe e IPHAN lançam Consulta Pública online para a Salvaguarda da Capoeira em PE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 15:12:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Presente em todo o Brasil e em mais de 150 países, a capoeira é uma expressão cultural diversa fundamental para a compreensão da arte e da resistência histórica afro-brasileiras. Estudos reconhecem Pernambuco como um dos principais eixos da história da capoeira no país, com influência decisiva em outras manifestações culturais. Alinhado a essa importância, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/31157633345_59f403af11_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123475" alt="Foto: Jan Ribeiro/ Secult PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/31157633345_59f403af11_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">Presente em todo o Brasil e em mais de 150 países, a capoeira é uma expressão cultural diversa fundamental para a compreensão da arte e da resistência histórica afro-brasileiras. Estudos reconhecem Pernambuco como um dos principais eixos da história da capoeira no país, com influência decisiva em outras manifestações culturais.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">Alinhado a essa importância, o Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Pernambuco (IPHAN-PE), lança nesta semana uma Consulta Pública online para receber sugestões e outras considerações para a construção do Plano de Salvaguarda da Capoeira. O Plano, que já existe para outras manifestações culturais (como o frevo), é um instrumento que reunirá diretrizes diversas para proteção e visibilidade das práticas e dos saberes envolvidos na capoeira no Estado.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">Para participar da Consulta, disponível desde terça (7), basta clicar <a href="http://bit.ly/4skmWdC" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/4skmWdC&amp;source=gmail&amp;ust=1775743381841000&amp;usg=AOvVaw3NyyR1zHKZjhcqUm8R78Fv">aqui</a> ou acessar este link: <b><a href="http://bit.ly/4skmWdC" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/4skmWdC&amp;source=gmail&amp;ust=1775743381841000&amp;usg=AOvVaw3NyyR1zHKZjhcqUm8R78Fv">bit.ly/4skmWdC</a></b>. Ela é destinada a todas as pessoas que praticam capoeira no Estado e demais interessados nessa manifestação cultural. Ela segue aberta até 5 de maio.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">“Em maio, durante a Semana Estadual da Capoeira, esperamos ter os resultados a partir dos Fóruns e da Consulta Pública para podermos apresentar o Plano de Salvaguarda para a comunidade e validá-lo com eles”, afirma Flávio Barbosa, gerente interino de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;"><b>OS FÓRUNS –</b> A Consulta Pública é mais uma etapa da construção do Plano de Salvaguarda da Capoeira em Pernambuco. Seus resultados serão agregados aos dos Fóruns para a Salvaguarda da Capoeira, eventos presenciais realizados de dezembro de 2025 a março deste ano com mestres, contramestres, demais capoeiristas e interessados, para discussão e coleta de informações sobre as necessidades do setor para manutenção de sua memória, de suas práticas e para criação de iniciativas para sua continuidade.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">Os Fóruns foram realizados nas cidades de Salgueiro, Arcoverde, Caruaru, Palmares, Igarassu e Recife, selecionadas a partir de pesquisa sobre quais os centros com maior expressividade na prática da capoeira, seja pela maior presença de praticantes ou pelo potencial de atrair interessados de cidades próximas. A exemplo do que ocorre em outros Estados, o Plano de Salvaguarda da Capoeira em Pernambuco vem sendo construído coletivamente por quem vive e faz essa manifestação cultural.</span></p>
<div id="attachment_123476" aria-labelledby="figcaption_attachment_123476" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Silla Cadengue | Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/55152015072_38b42804fa_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-123476" alt="Foto: Silla Cadengue | Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/55152015072_38b42804fa_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe da Fundarpe e do Iphan durante Fórum para a Salvaguarda da Capoeira de Pernambuco<br />em março de 2026</p></div>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;"><b>O QUE É A SALVAGUARDA?</b> – “A salvaguarda é um instrumento de gestão elaborado pelo poder público, junto com a comunidade, feito para mapear a continuidade desse bem imaterial”, explica a historiadora Thamires Neves, da coordenação técnica do IPHAN no Estado. As formas de salvaguardar um bem imaterial podem ir desde a ajuda financeira a detentores (mantenedores) de saberes específicos com vistas à sua transmissão, até, por exemplo, a organização comunitária ou a facilitação de acesso a matérias-primas. Em Pernambuco, a capoeira é patrimônio imaterial desde 2018.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;"> </span><span style="font-family: arial, sans-serif;">Um exemplo dos benefícios que um Plano de Salvaguarda pode trazer ao setor é dado pelo frevo, que conta com o seu desde 2012. Segundo Flávio Barbosa, o frevo hoje tem políticas que favorecem sua continuidade histórica, o que muitas vezes cria vantagens sociais e econômicas importantes – no caso desse ritmo, forma-se uma cadeia de trabalho que vai além do Carnaval, além de um centro de referência de documentação e memória (o Paço do Frevo).</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">O desenvolvimento do Plano de Salvaguarda não significa um fim para as discussões em torno da capoeira. “A entrega do Plano é um fato importante, mas é preciso que a comunidade da capoeira continue esse processo por meio da fiscalização do que está sendo desenvolvido, avaliando o que é função do poder público e o que é da própria comunidade. Além disso, é preciso fazer uma revisão do Plano depois de um tempo – alguns são revisados a cada 5 anos, outros a cada 10 anos, há aqueles com intervalos menores. O importante é que a comunidade se aproprie do Plano, das diretrizes que estão lá, para que sejam realmente aplicadas”, explica Flávio Barbosa. Ele ainda ressalta que o processo de discussão e fiscalização pode colaborar para o fortalecimento do senso de coletividade entre as pessoas envolvidas.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">No Brasil, já possuem Planos de Salvaguarda da Capoeira os estados do Acre (lançado em 2018), Bahia (2018), Maranhão (2018), Pará (2020), Paraná (2019), Santa Catarina (2020), Rondônia (2023), Roraima (2024) e Rio Grande do Norte (2025).</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;"><b>DEMANDAS –</b> No Fórum para a Salvaguarda da Capoeira realizado em Recife, ocorrido no Museu do Estado em 21 de março, os participantes elencaram várias demandas para o setor. Boa parte delas girou em torno da necessidade de políticas de memória, como o fomento a pesquisas históricas e a organização de um centro de referência que guarde documentos, exponha a trajetória da capoeira e discuta a singularidade dessa manifestação cultural em Pernambuco; da necessidade de mapear os grupos e ações da capoeira no Estado, com destaque para os coletivos mais antigos; da possibilidade de regulamentar o ofício de mestre de capoeira como profissão; do fortalecimento do Conselho de Mestres e Mestras como órgão de referência; de reconhecer e demarcar espaços públicos (ruas e feiras, por exemplo) para a prática da capoeira, a fim de ampliar o acesso da população; da criação de eventos específicos de capoeira para agregar os grupos e dar visibilidade social (e apoio aos eventos que já existem).</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">Também foi reivindicado o estímulo à presença da capoeira nas escolas, por meios de iniciativas específicas que abram espaço para ela, e não para artes marciais como judô, caratê e afins. “O artigo 22 do Estatuto da Igualdade Racial reconhece a importância do capoeirista e diz que é uma arte possível de ser ensinada nas escolas. A gente pode se apoiar nisso para legitimar essa demanda e atuar junto da juventude”, explicou Oberes José da Silva, o Mestre Bero.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;"><b>SERVIÇO</b><b></b></span></p>
<p><b><span style="font-family: arial, sans-serif;">Consulta Pública para o Plano da Salvaguarda da Capoeira em PE</span></b></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">Quando: 7 de abril a 5 de maio</span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">Onde: Online, neste link: <a href="http://bit.ly/4skmWdC" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/4skmWdC&amp;source=gmail&amp;ust=1775743381841000&amp;usg=AOvVaw3NyyR1zHKZjhcqUm8R78Fv">bit.ly/4skmWdC</a></span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">Público-alvo: todos os interessados</span></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/52517417118_d577e7d8f0_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123477" alt="Fotos: Felipe Souto Maior - Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/52517417118_d577e7d8f0_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial &#8211; Capoeira é divulgado</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 20:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta sexta-feira (12), o resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira. O resultado completo pode ser conferido na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco. &#62;&#62; Confira o resultado Sobre o Prêmio: O prêmio tem como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anunciou, nesta sexta-feira (12), o resultado do julgamento de recursos do 2º Prêmio de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial de Pernambuco &#8211; Edição Capoeira. O resultado completo pode ser conferido na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2683/#info">&gt;&gt; Confira o resultado</a></p>
<p dir="ltr">Sobre o Prêmio:</p>
<p>O prêmio tem como objetivo valorizar, preservar e garantir a transmissão dos saberes e práticas da capoeira em Pernambuco. A iniciativa reconhece tanto Mestres e Mestras que mantêm viva essa tradição quanto grupos culturais que desenvolvem ações de salvaguarda, ensino e difusão da capoeira.</p>
<p>Serão premiados oito Mestres ou Mestras de Capoeira, cada um com o valor de R$ 6.500,00, e oito Grupos ou Ações Exemplares de Salvaguarda, no valor de R$ 10.000,00 cada. Ao todo, o edital destina R$ 132.000,00 para fortalecer as práticas culturais associadas à Capoeira no Estado. O edital está disponível no Mapa Cultural de Pernambuco, plataforma por onde também serão realizadas exclusivamente as inscrições.</p>
<p>O prêmio está alinhado às diretrizes do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco, especialmente nos eixos que tratam da preservação do patrimônio cultural e da promoção da diversidade, além de dialogar diretamente com as políticas do Sistema Nacional de Cultura (SNC). Ao premiar os guardiões da Capoeira, o Estado de Pernambuco reafirma seu compromisso com a memória, a cultura e a resistência dos povos tradicionais, assegurando que seus saberes sigam sendo transmitidos às novas gerações.</p>
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		<title>Jornada de Patrimônio Alimentar promove vivência em Casa de Farinha na Zona da Mata</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 20:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto: Valentine Herold É na zona rural de Lagoa do Itaenga, município da Zona da Mata pernambucana, que Seu Machado, de 83 anos, passa os dias entre as plantações agroecológicas do sítio que leva seu nome. Foi lá que ele criou seus filhos, que hoje dão continuidade ao trabalho no plantio, na colheita e no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119983" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-10-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr"><em>Texto: Valentine Herold</em></p>
<p dir="ltr">É na zona rural de Lagoa do Itaenga, município da Zona da Mata pernambucana, que Seu Machado, de 83 anos, passa os dias entre as plantações agroecológicas do sítio que leva seu nome. Foi lá que ele criou seus filhos, que hoje dão continuidade ao trabalho no plantio, na colheita e no preparo dos alimentos a base de mandioca, principal insumo do local, com foco na produção inclusiva, em harmonia com os ciclos da terra e visando o consumo consciente. A rotina da família Machado é indissociável de seu território. Com resistência e luta pela manutenção e aprimoração dos saberes, eles vivem e trabalham num local onde o tempo parece passar de outra forma, sem obedecer às normas dos minutos e das horas.</p>
<p dir="ltr">A sensação para quem tem a sorte de passar pelo Sítio Machados é a de que o patriarca sempre esteve ali, com sua enxada e seu facão em mãos, colhendo e descascando a mandioca. Ao seu redor, na Casa de Farinha, sua esposa e filhas se movimentam entre as muitas etapas da feitura da farinha e produtos derivados, como beiju, bolos, goma de tapioca e afins. Tudo ali parece cíclico, convidativo e acolhedor. Foi justamente neste cenário único, repleto de plantas, flores e árvores frutíferas, que aconteceu uma das imersões da 4° Jornada de Patrimônio Alimentar, promovido pela Fundarpe e Secult-PE em continuidade à 18ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Este ano o tema da Jornada gira em torno dos saberes e das práticas socioculturais relacionadas à mandioca e à cachaça no Estado. Dentre as ações da programação, ocorreu durante a quarta-feira (27) a vivência imersiva na Casa de Farinha do Sítio Machados. Além de representantes da Secult-PE e da Fundarpe, participaram professores e estudantes de Gastronomia da faculdade Senac, do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Ao longo de todo o dia, o grupo pode participar do dia a dia da família de agricultores, indo à roça para realizar a colheita de mandioca e retornando à Casa de Farinha para acompanhar todos os processos, desde a trituração da raiz até a feitura de alimentos.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-4.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119979" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">“Um dos motivos para a gente ter escolhido a mandioca como parte da temática da Jornada do Patrimônio Alimentar deste ano é pelo fato de muitos pratos, muito da cultura alimentar de Pernambuco é formada por esse alimento. Um dos patrimônios registrados que nós temos no Estado de Pernambuco com Patrimônio Imaterial é, por exemplo, o Bolo Souza Leão, feito a partir da mandioca. Então não só ele, mas muitos outros pratos precisam ser salvaguardados, muitos saberes e muitas práticas associadas à essa plantação, a esse alimento, esses saberes e ofícios que estão associados à mandioca”, ressalta Aline Oliveira, antropóloga e assessora técnica da Gerência de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">&#8220;A mandioca é a base de diversos outros produtos da nossa alimentação, como a tapioca, o bolo Souza Leão, o beiju, a farofa. Comidas que fazem parte do nosso cotidiano e por isso nós estamos aqui hoje para ver todo o processo do plantio, a colheita e do processamento da mandioca transformando nesses produtos. Ter um entendimento completo desse ciclo faz parte do nosso papel de salvaguardar esse bem&#8221;, complementou a coordenadora de Gastroomia da Secult-PE, Dianne Souza.</p>
<div id="attachment_119974" aria-labelledby="figcaption_attachment_119974" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119974" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Aline Oliveira e Dianne Souza</p></div>
<p dir="ltr"><strong>Sítio de luta e agricultura familiar</strong> &#8211; Território de resistência e afirmação de ancestralidade, o Sítio Machados integra a Rota Agroecológica de Pernambuco com outras propriedades rurais da Comunidade de Marreco, em Lagoa do Itaenga. Ali também atua a Associação ASSIM, que tem como objetivo fortalecer a organização coletiva e cidadã das famílias de agricultores da região, promovendo vivências turísticas e gastronômicas e articulando a comercialização dos produtos em outras localidades.</p>
<p dir="ltr">Para Maria José, uma das filhas de Seu Machado,  a permanência das pessoas no campo passa primeiro pela garantia de um trabalho mais justo e autônomo. Caçula entre mais de dez irmãos, ela nasceu e foi criada no sítio, mas foi morar no Recife na época da faculdade para estudar técnica agrícola. Depois retornou para perto da família e passou a aplicar o conhecimento técnico adquirido, aprimorando assim a produção. Uma de suas irmãs que atuava como professora também fez esse movimento de retorno à terra em 2015, adquiriu a Casa de Farinha e assim introduziu uma nova vivência e forma de renda.</p>
<p dir="ltr">“Foi com alegria que a gente recebeu hoje diferentes estudantes do curso de gastronomia no dia de hoje aqui para a imersão sobre a cultura da mandioca, que é um patrimônio histórico dos povos originários do Brasil. Então hoje, junto com a minha família aqui no sítio Machado, eles puderam conhecer todo o ciclo de produção da mandioca, desde o plantio a todo o processo junto na Casa de Farinha. É muito importante podermos dividir sempre que possível essa experiência sobre permanecer no campo, nosso trabalho de luta e persistência e o entendimento que temos da terra e do alimento”, finalizou Maria José.</p>
<p> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119980" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119981" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119982" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-5.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119978" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119977" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-7.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119976" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-7-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-9.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119975" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-9-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Fundarpe acompanha oficinas de validação do Inventário da Renda Renascença no Agreste de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 13:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado e Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), avançou mais uma importante etapa do Processo de Registro da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco. Nessa última segunda (16) e terça-feira (17), representantes da Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118476" aria-labelledby="figcaption_attachment_118476" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Simon-Filmes.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118476" alt="Foto: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Simon-Filmes-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A atividade contou com a participação de rendeiras, representantes locais e pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê</p></div>
<p>O Governo do Estado e Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), avançou mais uma importante etapa do Processo de Registro da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco. Nessa última segunda (16) e terça-feira (17), representantes da Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe promoveram oficinas de validação do Inventário da Renda Renascença nos municípios de Poção e de Jataúba, ambas cidades do Agreste de Pernambuco.</p>
<p>As oficinas presenciais aconteceram na Câmara dos Vereadores das cidades e fazem parte da fase final da pesquisa coordenada pela Assum Preto Produções Culturais e Consultoria, empresa vencedora da licitação conduzida pela Fundarpe para a produção do Inventário de Referências Culturais da Renda Renascença. A atividade contou com a participação de rendeiras, representantes locais e pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê.</p>
<p>De forma multidisciplinar, desde o início a pesquisa conta com a participação de antropólogos, historiadores, economistas, entre outros profissionais, e resultará no importante dossiê que ficará disponível à população, além de servir ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) na análise da candidatura da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_118477" aria-labelledby="figcaption_attachment_118477" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Dani-Pedrosa.jpg"><img class="size-medium wp-image-118477" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Dani-Pedrosa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desde o início a pesquisa conta com a participação de antropólogos, historiadores, economistas, entre outros profissionais</p></div>
<p>“A Renda Renascença é uma tradição artesanal centenária profundamente enraizada no Agreste de Pernambuco, especialmente nos municípios de Poção, Pesqueira e Jataúba. Com a realização do inventário, a Fundarpe busca registrar documentalmente os sistemas de produção, circulação e salvaguarda do saber-fazer da renda, valorizando a importância cultural, social e econômica da prática e seus agentes, especialmente as mulheres rendeiras”, reforça a gerente de Patrimônio Cultural Imaterial da Fundarpe, Lana Monteiro.</p>
<p>A instrução do processo de registro da Renda Renascença teve início em 2021 e contou com etapas de análise da documentação inicial, de aplicação de metodologias participativas de mapeamento, catalogação de fontes sobre a temática, visitas técnicas e articulação com outros órgãos como a ADEPE e Sebrae, para o estudo de melhorias das potencialidades da cadeia produtiva da Renda Renascença no Estado.</p>
<p>Com a culminância do trabalho de campo, o material final será encaminhado ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) para análise e deliberação quanto ao reconhecimento da Renda Renascença como Patrimônio Imaterial de Pernambuco.</p>
<p>“A realização do inventário da Renda Renascença permitirá conhecermos e registrarmos documentalmente os sistemas de produção e comercialização deste bem no núcleo das cidades, em zonas rurais e em territórios indígenas situadas nos municípios de Poção, Pesqueira e Jataúba, onde essa produção é mais significativa, valorizando o importante papel de rendeiros e rendeiras na preservação desse saber fazer”, ressalta a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><b>Conheça as etapas para o Registro de Patrimônios Culturais Imateriais do Estado de Pernambuco:</b></p>
<p><b>1. Requerente</b></p>
<p>Apresenta solicitação à Secretaria de Cultura acompanhado da documentação técnica exigida pela lei.</p>
<p><b>2. Secretaria de Cultura</b></p>
<p>Tem o prazo de 30 dias para manifestação após o requerimento deferindo ou indeferindo a abertura do Processo de Registro.</p>
<p><b>3. Requerente</b></p>
<p>Em caso de não deferimento, cabe recurso ao CEPPC até dez dias.</p>
<p><b>4. Fundarpe</b></p>
<p>Em caso de deferimento, inicia o processo administrativo de registro, elaborando o Termo de Referência para a execução do inventário. Executa o inventário e elabora Parecer Técnico final.</p>
<p><b>5. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Recebe da Fundarpe o Parecer Técnico final após a conclusão do inventário; designa um conselheiro relator do processo antes da reunião para deliberação do registro.</p>
<p><b>6.Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Comunicação à comunidade de detentores do bem cultural sobre a reunião ordinária do CEPPC, na qual se deliberará a candidatura ao registro.</p>
<p><b>7. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Elabora a resolução contendo a decisão do colegiado sobre o registro do bem cultural, se deferido ou não, e a encaminha à Secretaria de Cultura do Estado.</p>
<p><b>8. Secretaria de Cultura</b></p>
<p>Encaminha a resolução do CEPPC ao conhecimento da Governadora do Estado para publicações da decisão mediante decreto próprio.</p>
<p><b>9. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Após publicação do referido decreto inscreve o bem cultural registrado no respectivo livro de registro, que ficará de posse e guarda do CEPPC.</p>
<p><b>10. Fundarpe</b></p>
<p>Inicia as articulações para a elaboração do Plano de Salvaguarda do bem cultural registrado.</p>
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		<title>Fundarpe promove roda de conversa na Semana Estadual da Capoeira</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2025 16:58:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/capoeira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118077" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/capoeira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Já é tradição em Pernambuco: a terceira semana de maio tem ginga, armada, meia-lua e o som do berimbau. A cada ano acontece nesta data a Semana Estadual da Capoeira, com ações de debates e de celebração desta tradição secular. Este ano, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, a Fundarpe, comemora a capoeira com dois dias de rodas de conversa, nesta sexta (23) e sábado (24), respectivamente no Mercado Eufrásio Barbosa (Olinda) e no Museu da Abolição (Recife).</p>
<p dir="ltr">Dois dias inteiramente dedicados ao diálogo entre mestres, contramestres, capoeiristas e pesquisadores com a Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe. O objetivo desse grande encontro é trabalhar na debater pautas relacionadas à salvaguarda da capoeira, bem como realizar devolutivas, desenvolver a agenda de ações e fortalecer e divulgar a programação itinerante que os próprios fazedores realizam também nos seus territórios.</p>
<p dir="ltr">A sexta será marcada pela roda de conversa &#8220;Frevo, Capoeira e Passo&#8221;. “Queremos promover o diálogo entre fazedores da Capoeira e o Frevo, por meio do relato da experiência na elaboração do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo. A apresentação do percurso de mobilização social, das estratégias participativas adotadas e das etapas de construção desse plano contribuirá para a formação e articulação dos detentores da Capoeira — mestres, mestras, grupos e coletivos — que estão na construção de seu próprio plano de salvaguarda”, pontua a gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Lana Monteiro.</p>
<p dir="ltr">E no sábado, no Museu da Abolição, a roda de conversa será a partir do tema  &#8220;A Capoeira chama e a gente responde com corpo, canto e memória&#8221;, às 13h00. O objetivo deste segundo dia é realizar devolutivas solicitadas em reuniões públicas; reativação do cronograma de atividades da Comissão Estadual para Salvaguarda da Capoeira (Portaria Conjunta SECULT e Fundarpe nº 002/2022) visando a elaboração do Plano de Salvaguarda da Capoeira no Estado de Pernambuco; e formação da comissão de organização da Semana Estadual da Capoeira – edição de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Maracatu Nação pode se tornar Patrimônio Cultural da Humanidade</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 17:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Símbolo de resistência, ancestralidade, saber tradicional e pertencimento, o Maracatu Nação é identidade pernambucana há mais de 200 anos. E agora pode se tornar também Patrimônio Cultural da Humanidade já que sua candidatura foi submetida à Unesco pelo Governo Federal através do Ministério da Cultura (MinC) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O documento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72801" aria-labelledby="figcaption_attachment_72801" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/5958345841_430fd78edc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-72801" alt="Eduardo Queiroga/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/5958345841_430fd78edc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu Nação, conhecido também como Maracatu de Baque Virado, é considerado Patrimônio Imaterial do Brasil, segundo o Iphan</p></div>
<p>Símbolo de resistência, ancestralidade, saber tradicional e pertencimento, o Maracatu Nação é identidade pernambucana há mais de 200 anos. E agora pode se tornar também Patrimônio Cultural da Humanidade já que sua candidatura foi submetida à Unesco pelo Governo Federal através do Ministério da Cultura (MinC) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O documento foi construído pela equipe de Patrimônio Imaterial da Fundarpe junto às comunidades detentoras do saber do Maracatu Nação e ao Iphan. Um processo coletivo e que ressalta o aspecto comunitário e agregador da tradição cultural popular. Com a candidatura, o Maracatu Nação entra para a seleta lista de oitos bens imateriais do Brasil a serem reconhecidos internacionalmente.</p>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, o Maracatu Nação é principais bens culturais que preserva as histórias das populações negras do Brasil. &#8220;De grande repercussão nacional, é em Pernambuco que essa tradição encontra sua essência, territorialidade e singularidades. Os grupos de Maracatu Nação desempenham um papel significativo na prevenção social e na perpetuação de uma tradição secular, além do imensurável valor artístico de suas práticas. O título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade permitiria a ampliação do alcance do trabalho desses coletivos”, ressalta a gestora.</p>
<p>A importância da busca pelo reconhecimento internacional do Maracatu Nação é destacada pela secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula. &#8220;Esse saber tradicional tão central para nosso povo pernambucano já recebeu o alcance nacional de forma institucionalizada em 2014, quando foi reconhecido Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan. O Maracatu Nação é uma das manifestações culturais mais antigas do nosso Estado. Através de sua sonoridade, de suas cores e danças a história de Pernambuco é contada a partir do protagonismo do povo negro. Ter o título da Unesco vai permitir com que mais ações de salvaguarda possam ser realizadas, trazendo visibilidade internacional para o Maracatu Nação&#8221;, afirma Cacau de Paula.</p>
<p><strong>Processo de candidatura</strong></p>
<p>A documentação entregue à Unesco tem como principal objetivo garantir o reconhecimento internacional do Maracatu Nação, assegurando que a comunidade de detentores possam ter acesso a oportunidades além dos limites de seus territórios. A formalização da entrega do dossiê ao Iphan e à Unesco atende a uma demanda antiga dos detentores, que foi sinalizada desde a elaboração do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) do Maracatu Nação.</p>
<p>Em 2021, mestres detentores da forma de expressão representados pela Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe) e pela Associação dos Maracatus de Olinda (AMO) solicitaram apoio do Governo do Estado de Pernambuco para a formalização do pedido ao Iphan. Para entrar na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco, a candidatura deve seguir alguns critérios, como o bem cultural ser registrado como patrimônio imaterial pelo Iphan; ter um plano de salvaguarda elaborado; e garantir o envolvimento dos detentores do bem cultural no processo.</p>
<p>O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, órgão colegiado de decisão máxima do Iphan para registros e tombamentos de bens culturais, no segundo semestre de 2024, aprovou a indicação da candidatura do Maracatu Nação à Lista Representativa da Unesco. Agora, com a documentação entregue, a expectativa é que a organização aprecie a candidatura do bem cultural até o final de 2026.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/16328782389_61970af2ff_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-23446" alt="Costa Neto" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/16328782389_61970af2ff_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Para a Fundarpe e a Secult-PE, este é um importante reconhecimento da relevância cultural e social dos maracatus,sobretudo considerando que há grupos com mais de 200 anos de história. Dentro desses Maracatus há uma transmissão constante de saberes culturais, religiosos e artísticos, com destaque para a formação de percussionistas, aderecistas, dançarinos e produtores culturais.</p>
<p>Além disso, as Nações desempenham um papel significativo na prevenção social, retirando jovens da vulnerabilidade e acolhendo a diversidade, formando e encaminhando pessoas em todas as áreas da vida. Assim, a inscrição do Maracatu Nação na Lista Representativa do Patrimônio Cultural da Humanidade é fundamental para ampliar o alcance do trabalho dessas comunidades e garantir os recursos necessários para a salvaguarda dessa importante expressão cultural.</p>
<p><strong>Sobre o Maracatu Nação</strong> &#8211; Também conhecido como maracatu de baque virado, é uma manifestação artística da cultura popular e carnavalesca em que um cortejo real desfila pelas ruas, acompanhado de um conjunto musical percussivo. Os maracatus nação podem ser remontados às antigas coroações de reis e rainhas congo. Passaram por transformações e mudanças ao longo do século XX, demonstrando sua capacidade de adaptação e permanência.</p>
<p>Trata-se, portanto, de uma forma de expressão da cultura negra, que tem sido considerada primordial na definição das identidades culturais pernambucanas, herança e resistência de negros e negras do passado. É uma manifestação performática que engloba dança e música, considerada como uma forma de expressão, assim compreendida pelo fato de cortejo e percussão serem indissociáveis.</p>
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		<item>
		<title>Governadora Raquel Lyra reafirma compromisso com conclusão da restauração do Santuário do Morro</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 14:21:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115020" aria-labelledby="figcaption_attachment_115020" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hesíodo Góes/Secom</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/HG2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115020" alt="Hesíodo Góes/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/HG2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Governadora Raquel Lyra e a vice Priscila Krause prestigiaram a 120ª Festa do Morro</p></div>
<p>Neste domingo (8), durante a Missa Solene de Encerramento da 120ª edição da Festa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, no Morro da Conceição, Zona Norte do Recife, a governadora Raquel Lyra reafirmou o compromisso do Governo de Pernambuco em dar continuidade à requalificação do Santuário do Morro a partir da próxima sexta-feira (13). No dia 30 de agosto, o teto do templo desabou deixando duas vítimas. Aproximadamente 60 dias depois, com o aporte de R$ 1,5 milhão do Estado para os serviços, a cobertura do espaço foi entregue à população totalmente restaurada para a Festa do Morro. A vice-governadora Priscila Krause também participou da cerimônia.</p>
<p>“É sempre um momento de muita felicidade participar das festividades de Nossa Senhora da Conceição. E este ano, devido ao desabamento do teto do Santuário, que acabou ocasionando as mortes de Seu Antônio e de Dona Maria, esta data é ainda mais marcante. O Governo de Pernambuco esteve ao lado da população do Morro nesse momento de dor, cuidando, inclusive, da reconstrução do templo. Agora, com o fim da festa, vamos assinar um segundo termo de fomento para recuperar altar, piso e ar-condicionado, devolvendo o Santuário totalmente requalificado aos recifenses e todos os pernambucanos”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A segunda etapa das obras do Santuário do Morro contempla a substituição de esquadrias de vidro, recuperação de acabamentos internos, instalação de um novo forro acústico em gesso, melhorias na iluminação e reorganização da área externa. O investimento total do Governo do Estado é de R$ 3 milhões, considerando as assinaturas dos dois termos de fomento.</p>
<p>O tema da festividade deste ano, 120 Anos de Peregrinação e Esperança com a Imaculada Conceição do Morro, fez uma homenagem à história da comunidade local e antecipou o Jubileu Ordinário da Igreja Católica, que é comemorado em 2025. A chefe do Executivo estadual acompanhou a missa solene na área externa do Santuário do Morro da Conceição, que foi celebrada pelo arcebispo de Olinda e Recife, dom Paulo Jackson, e contou com a presença do reitor do Santuário, padre Emerson Borges.</p>
<p>Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado, em 2024 a Festa do Morro recebeu R$ 360 mil via Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), além de contar com reforço de 200 policiais militares por dia para garantir a segurança dos fiéis, moradores e comerciantes. O Corpo de Bombeiros, por sua vez, contou com um efetivo de 13 militares por dia.</p>
<p>Acompanharam a governadora na solenidade os secretários Carlos Braga (Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas), Alessandro Carvalho (Defesa Social), Túlio Vilaça (Casa Civil), Yanne Teles (Criança e Juventude), Fernando Holanda (Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais), Rodrigo Ribeiro (Projetos Estratégicos), Joana Figueiredo (Direitos Humanos e Prevenção à Violência) e Eduardo Vieira (Chefia de Gabinete), além do diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira Filho; do diretor-presidente da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), José Anchieta, e dos vereadores do Recife Davi Muniz e Doduel Varela. Também participaram da missa de encerramento o prefeito do Recife, João Campos, e o vereador Hélio Guabiraba.</p>
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		<title>Ciclo natalino resgata as tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ciclo-natalino-resgata-as-tradicionais-terreiradas-de-cavalo-marinho/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:58:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco ocorrem, este ano, de 7 a 31 de dezembro, em Olinda (Região Metropolitava do Recife) e em cinco municípios da Zona da Mata Norte do Estado (Aliança, Camutanga, Condado, Glória do Goitá e Itambé), cidades que reúnem a maior parte dos grupos dessa manifestação popular, entre eles [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114770" aria-labelledby="figcaption_attachment_114770" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado.jpg"><img class="size-medium wp-image-114770" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (PE)</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco ocorrem, este ano, de 7 a 31 de dezembro, em Olinda (Região Metropolitava do Recife) e em cinco municípios da Zona da Mata Norte do Estado (Aliança, Camutanga, Condado, Glória do Goitá e Itambé), cidades que reúnem a maior parte dos grupos dessa manifestação popular, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos estaduais. O evento conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de cavalo marinho, que durante toda a noite realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Dia 7</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Brasileiro (Condado)</p>
<p><strong>Dia 14</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)<br />
Cavalo Marinho Estrela do Oriente (Camutanga)<br />
Cavalo Marinho Boi Maneiro (Itambé)</p>
<p><strong>Dia 21</strong></p>
<p>Cavalo Marinho de Mestre Batista (Aliança)</p>
<p><strong>Dia 22</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança)<br />
Cavalo Marinho Boi Tira-Teima (Glória do Goitá)</p>
<p><strong>Dia 25</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Matuto (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Boi da Luz (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Flor de Manjerona (Olinda)</p>
<p><strong>Dia 31</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</p>
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