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	<title>Portal Cultura PE &#187; patrimônios</title>
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		<title>Projeto itinerante Patrimônios de Pernambuco inicia no município de Jaqueira</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 17:22:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 2ª edição do projeto itinerante Patrimônios de Pernambuco terá o primeiro ponto de parada no município de Jaqueira, Zona da Mata Sul de Pernambuco, com instalações na antiga Estação Ferroviária da cidade. A ação, que é composta por uma exposição e atividades formativas, faz parte do conjunto de iniciativas que consolidam o decreto do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117665" aria-labelledby="figcaption_attachment_117665" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Ascom-da-Prefeitura-de-Bodocó-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-117665" alt="Foto: divulgação/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Ascom-da-Prefeitura-de-Bodocó-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O evento de abertura da exposição acontecerá na próxima terça-feira (06/05), às 19h, com a presença dos técnicos André Cardoso e Rivaldo Casado da Fundarpe</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">A 2ª edição do projeto itinerante Patrimônios de Pernambuco terá o primeiro ponto de parada no município de Jaqueira, Zona da Mata Sul de Pernambuco, com instalações na antiga Estação Ferroviária da cidade. A ação, que é composta por uma exposição e atividades formativas, faz parte do conjunto de iniciativas que consolidam o decreto do Governo do Estado que instituiu o Programa de Educação Patrimonial da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), por meio da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural. O evento de abertura da exposição acontecerá na próxima terça-feira (06/05), às 19h, com a presença dos técnicos André Cardoso e Rivaldo Casado da Fundarpe. A exposição tem o objetivo de ampliar o alcance das ações de identificação e proteção de referências culturais nas cidades, através da interiorização das políticas de preservação cultural do Estado.</p>
<p style="text-align: left;">Após a inauguração em Jaqueira, a exposição segue a itinerância nos municípios de Nazaré da Mata, na Zona da Marta Norte, entre os dias 19 de maio e 09 de junho; Arcoverde, no Sertão de Moxotó, entre os dias 10 e 30 de junho; em São José do Belmonte, no Sertão Central, entre os dias 16 de julho e 04 de agosto; em Santa Maria da Boa Vista, no Sertão do São Francisco, entre os dias 05 e 25 de agosto; Petrolândia, no Sertão de Itaparica, entre os dias 27 de agosto e 15 de setembro; em Belo Jardim, no Agreste Central, entre os dias 17 de setembro e 06 de outubro; São José do Egito, no Sertão do Pajeú, entre os dias 08 de outubro e 03 de novembro; Jaboatão dos Guararapes, entre os dias 05 e 24 de novembro, e com encerramento em Olinda, entre os dias 24 de novembro e 05 de janeiro, na Região Metropolitana do Recife.</p>
<p style="text-align: left;">A exposição foi construída a partir da publicação digital da cartilha “Patrimônios de Pernambuco: Materiais e Imateriais” <a href="https://online.fliphtml5.com/balro/wvzo/#p=1">(acesse aqui)</a>, em comemoração aos 50 anos da Fundarpe,  com lançamento no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em 2023. A mostra é composta por painéis com textos e imagens, vídeos e quebra-cabeças dos Patrimônios de Pernambuco, que geram interatividade com os visitantes. O espaço tem caráter educativo e visa difundir a diversidade dos bens culturais reconhecidos, além de estimular ações de preservação e salvaguarda de outros bens ainda não identificados.</p>
<div id="attachment_117667" aria-labelledby="figcaption_attachment_117667" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Ronny Colors/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Ronny-Colors-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-117667" alt="Foto: Ronny Colors/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Ronny-Colors-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O acesso ao projeto é gratuito e para todos os públicos</p></div>
<p style="text-align: left;"><b>MÓDULOS DA EXPOSIÇÃO</b> &#8211; A Exposição é composta por painéis com textos, imagens e vídeos referentes às categorias de Patrimônio Cultural de Pernambuco: Material, Imaterial, Vivo e Ferroviário. A interatividade na exposição é garantida pelos quebra-cabeças do Patrimônio Cultural, pelo vocabulário da preservação, pelos QR-Codes que direcionam o visitante a mais informações e pelo painel interativo onde os visitantes poderão compartilhar suas impressões e suas outras referências culturais. A mostra conta com recursos de acessibilidade, incluindo tradução em Libras, braille e audiodescrição dos conteúdos e legenda nos vídeos.</p>
<p style="text-align: left;">São cinco painéis: o primeiro, de abertura, traz informações sobre a exposição e a atuação da Fundarpe. O segundo faz referência ao Patrimônio Cultural Material, com informações sobre os bens materiais protegidos em Pernambuco e as formas de preservação. O terceiro apresenta um conteúdo sobre o Patrimônio Cultural Imaterial e a Política de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco, ressaltando sua importância para a salvaguarda dos bens imateriais em Pernambuco. O quarto painel é voltado a apresentar informações sobre o Patrimônio Ferroviário de Pernambuco, mostrando a distribuição geográfica da rede e seus elementos.</p>
<p style="text-align: left;">O último painel apresenta um mapa onde estão localizados os bens culturais protegidos em Pernambuco, com todas as 12 regiões de desenvolvimento e seus respectivos municípios. No outro lado do painel, os visitantes são convidados a compartilhar suas próprias referências culturais, uma vez que o objetivo da exposição é, não apenas apresentar o que já é oficialmente reconhecido como Patrimônio Cultural, mas incentivar o público para que reconheça e valorize os bens culturais de suas próprias cidades.</p>
<p style="text-align: left;">O vocabulário da preservação complementa a exposição. São placas, afixadas no alto, entre os painéis, que trazem informações sobre termos e conceitos relacionados ao universo do Patrimônio Cultural, tais como preservação, salvaguarda, educação patrimonial, dentre outros. A interatividade na exposição é reforçada com os quebra-cabeças do Patrimônio Cultural, que são divididos nas categorias de Patrimônio Material, Imaterial, Ferroviário e Patrimônios Vivos, e contam com peças que remetem aos bens e detentores de saberes populares, com informações sobre sua história e valor cultural.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Divulgação-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117669" alt="Foto: divulgação/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Divulgação-2-607x273.jpeg" width="607" height="273" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><b>FORMAÇÃO</b> – Além da exposição, a ação itinerante promove a formação “Metodologias participativas de identificação, estudos e difusão de referências culturais” em cada cidade por onde passa, voltada para o público de professores, gestores e interessados no tema, buscando compartilhar orientações e promover metodologias participativas para identificar, pesquisar e proteger referências culturais. Essa ação atende à necessidade de expandir as iniciativas formativas, multiplicar parcerias e fortalecer os processos de identificação e proteção cultural, conectando a Fundarpe a experiências de Educação Patrimonial já existentes.</p>
<p style="text-align: left;">A facilitação da formação será dos técnicos André Cardoso e Rivaldo Casado, do Núcleo de Educação Patrimonial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe. O encontro terá início com a acolhida dos participantes, momento em que serão apresentados os objetivos da formação e promovida a integração entre todos os presentes. Em seguida, será realizada uma sensibilização para a percepção de referências culturais, utilizando dinâmicas de grupo para estimular o olhar atento e reflexivo dos participantes.</p>
<p style="text-align: left;">Após essa introdução, serão discutidos conceitos relacionados ao Patrimônio Cultural, abrindo espaço para que os participantes pratiquem a identificação e a seleção de referências culturais em seus contextos. Serão também sugeridas maneiras de divulgar os resultados da pesquisa participativa, como publicações, exposições e outras formas de compartilhamento.</p>
<p style="text-align: left;">Na sequência, o grupo será incentivado a desenvolver experiências de identificação e difusão de referências culturais em suas próprias comunidades, com o compromisso de posteriormente compartilhar os trabalhos realizados e as vivências adquiridas com a Fundarpe. A formação será concluída com uma visita mediada à Exposição Patrimônios de Pernambuco, oportunidade em que os participantes serão convidados a multiplicar o conhecimento adquirido, mobilizando outros grupos para também conhecerem a mostra.</p>
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		<title>“Cartões Postais do Século XIX” resgatam histórias dos patrimônios pernambucanos</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 20:48:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ganha as ruas um importante registro de postais da segunda metade do século 19 e início do século 20, que integram o acervo do Museu Histórico do Brejo da Madre de Deus. Realizado pelas curadoras Ana Maria Silva e Dora Dimenstein, o projeto “Cartões Postais do Século XIX”, que conta com os recursos da Lei [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/IMG_9312.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-86288" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/IMG_9312-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Ganha as ruas um importante registro de postais da segunda metade do século 19 e início do século 20, que integram o acervo do Museu Histórico do Brejo da Madre de Deus. Realizado pelas curadoras Ana Maria Silva e Dora Dimenstein, o projeto “Cartões Postais do Século XIX”, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, registra a beleza e histórias únicas registradas nos postais, que vão além de portais de turismo e trazem reproduções impressas por grandes editoras da época como a recifense Casa Ramiro, francesas e italianas. <em>&#8220;Coletamos registos incríveis de muita beleza e que trazem uma nova perspectiva da comunicação na forma de postais, em um catálogo virtual que integra o nosso projeto, realizado através do apoio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco&#8221;</em>, destaca a pesquisadora e produtora cultural Dora Dimenstein. O material pode ser conferido no site Mirada da Janela: <strong><a href="https://mailtrack.io/trace/link/7923cf6a5565d615378522d5194178b58f2908fd?url=https%3A%2F%2Fwww.miradajanela.com%2F&amp;userId=3168466&amp;signature=968176a78a6c2fc0" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://mailtrack.io/trace/link/7923cf6a5565d615378522d5194178b58f2908fd?url%3Dhttps%253A%252F%252Fwww.miradajanela.com%252F%26userId%3D3168466%26signature%3D968176a78a6c2fc0&amp;source=gmail&amp;ust=1626465283363000&amp;usg=AFQjCNGY72h2Wbtv7Pv23dbkCOkD7UI3aQ">www.miradajanela.com</a></strong>.</p>
<p>O projeto resgata moda europeia dos postais artísticos que alcançou o Brasil nesse período, preservaram acontecimentos do cotidiano como casamentos, batizados, entre outros em reproduções de fotos (tradicionais ou aquareladas artisticamente) com pinturas à mão, e outros com papel reciclado, que se transformaram em verdadeiras obras de arte da história e vida pernambucana.<em> “O levantamento traz muitos momentos que atestam a vida cotidiana daquela sociedade, que foi compilado neste belo catálogo que desenvolvemos e publicamos em um portal para conhecimento de todo público na parceria com o portal de editoria cultural Mirada”</em>, completa Dora.</p>
<p>Confeccionado com imagens captadas pelo fotógrafo Genilson Araújo Almeida, em parceria com a Prefeitura do Brejo da Madre de Deus, o catálogo conta com diagramação do design Raul Kawamura, que em 2012 realizou o trabalho de exposição “RECIFE EM RETRATOS” no Centro Cultural Brasil-Alemanha (CCBA).<em> “O processo de trabalho foi meticuloso e o mais importante é que envolveu o apoio fundamental do Museu e da Prefeitura do Brejo da Madre de Deus para registrar pontos de vista que as novas gerações não conhecem. E o resultado é este catálogo virtual, que envolveu profissionais que abraçaram a visão desse projeto proporcionando um novo olhar para o passado para construir um novo futuro”</em>, reforçam as idealizadoras da iniciativa.</p>
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		<title>Processos de reconhecimento para patrimônios imateriais são discutidos na Caixa Cultural</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2015 14:49:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O seminário “O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho”, realizado nesta quarta-feira (27), na Caixa Cultural Recife, reuniu representantes dos três bens culturais, a fim de promover o diálogo sobre as conquistas e o novo cenário que se apresenta diante da patrimonialização desses [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25462" aria-labelledby="figcaption_attachment_25462" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_1548.jpg"><img class="size-medium wp-image-25462" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_1548-607x361.jpg" width="607" height="361" /></a><p class="wp-caption-text">Seminário reuniu representantes de várias entidades patrimoniais e grupos populares</p></div>
<p style="text-align: justify;">O seminário “O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho”, realizado nesta quarta-feira (27), na Caixa Cultural Recife, reuniu representantes dos três bens culturais, a fim de promover o diálogo sobre as conquistas e o novo cenário que se apresenta diante da patrimonialização desses bens. O encontro foi promovido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e contemplou o processo de reconhecimento desses bens culturais como parte do conjunto de políticas públicas de preservação do patrimônio cultural imaterial pelo Estado e pelo Iphan.</p>
<p style="text-align: justify;">Abrindo o evento, Marcelo Renan, integrante da Gerência de Preservação Cultural da Fundarpe, apresentou a trajetória de alguns dos processos já favorecidos ou em fase de análise. &#8220;O registro é um importante reconhecimento destinado aos mestres da cultura popular, especialmente por envolver a transmissão de saberes. É um processo demorado, desde a intenção pretendida, até a sua resolução. Mas é válido para que obtenhamos conquistas como no último domingo (24 de maio), com a entrega dos certificados de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil para Maracatus de Baque Solto e grupos de Cavalo-Marinho&#8221;, ressaltou Marcelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, o antropólogo do Iphan Pernambuco, Giorge Bessone, falou sobre o Inventário Nacional de Referências Culturais, elencando as salvaguardas já existentes de 37 bens culturais. &#8220;O inventário se trata, sobretudo, de um resultado adquirido através do diálogo entre dententores, mestres e brincantes. Não se trata de um tombamento, mas sim, de um registro destas identidades, visando especialmente a documentação&#8221;, explicou Bessone. &#8220;Um destes exemplos são os mamulengos, que tiveram o processo iniciado em 2004 e somente 10 anos depois puderam ser reconhecidos&#8221;, comentou.</p>
<div id="attachment_25463" aria-labelledby="figcaption_attachment_25463" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_1550.jpg"><img class="size-medium wp-image-25463" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_1550-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisadora Maria Alice Amorim falou da sua experiência com os grupos da Mata Norte</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para tratar dos &#8220;Inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho&#8221;, a pesquisadora Maria Alice Amorim fez um apanhado do seu projeto de pesquisa com os grupos da cidade de Nazaré da Mata. &#8220;Com a realização do dossiê &#8216;Poéticas da Tradição &#8211; Festas do Improviso&#8217;, publicado em 2011, procurei perceber o que existia de espiritualidade no fluxo de encontros como sambadas e ensaios nos terreiros de maracatus. Conclui que a poética dos mestres está fortemente atuante para que aquele fluxo se torne uma aglutinação composta por vários elementos de cunho espiritual&#8221;, relatou.</p>
<p style="text-align: justify;">Manoel Salustiano, presidente da Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS-PE), falou sobre a importância do título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. &#8220;Vejo a titulação como um complemento para a luta tanto dos que fazem os terreiros de maracatus, quanto para aqueles que admiram nossas tradições. Para conhecer a cultura popular é preciso viver essa cultura. As pessoas que se aproximam pensando que vão aprender alguma coisa, não aprendem nada. Só vão aprender se passarem a viver a realidade da cultura popular&#8221;, disse. &#8221;Atualmente somos 119 maracatus de baque solto. A maioria das pessoas pensa que somos apenas aquilo que elas veem durante o Carnaval. Elas não sabem do esforço que é feito para podermos ensaiar tudo aquilo durante o ano inteiro. Por isso, vejo essa questão da titulação apenas como um complemento para a continuidade de nossa luta&#8221;, afirmou Salustiano.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratando sobre o Inventário para grupos de Cavalo-Marinho, a pesquisadora paulista Beatriz Brusantin (UNICAP), comentou sobre as descobertas deste universo ao longo de sua pesquisa. &#8220;Foram 81 figuras de Cavalo-Marinho que conseguimos catalogar. E através de registros em áudio, nosso material para compor o inventário se tornou bastante rico, reunindo detalhes de um ano e meio de pesquisa. Não foi fácil, especialmente por conter histórias que vão desde a sua real origem no tempo da escravidão, quando a brincadeira era praticada de forma escondida na região da Mata Norte de Pernambuco&#8221;, disse Beatriz.</p>
<p style="text-align: justify;">Representando grupos de Cavalo-Marinho, o Mestre Grimário também deu seu depoimento. &#8220;Comecei aos 8 anos. Essa foi minha escola e minha faculdade. Fui aprendiz do Mestre Batista, com quem aprendi o universo do Cavalo-Marinho em um chão batido. Hoje, graças ao título, posso me considerar um doutor do terreiro. Daquele tempo de minha aprendizagem eu sinto saudade sim, porque a brincadeira era para ser a noite inteira, e não em apenas 50 minutos, como geralmente são nossas apresentações&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, a professora universitária Isabel Guillen, coordenadora do Inventário Nacional de Referências Culturais do Maracatu Nação, juntamente com Fábio de Souza Sotero, presidente da Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (AMANPE), falaram sobre o procedimento para concluir o inventário, tendo em vista as dificuldades relacionadas a alguns grupos de Maracatu Nação. &#8220;Foi um trabalho que ainda não terminou. Iremos complementar a pesquisa com os grupos percussivos. Eles, na maioria das vezes, não gostam de ser classificados dessa forma, mas é quando o Maracatu Nação atinge uma batucada diferenciada da de sua origem&#8221;, informou Guillen.</p>
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