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	<title>Portal Cultura PE &#187; Paula de Renor</title>
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		<title>Diversidade de projetos aprovados da Lei Aldir Blanc apresentada em live nesta terça (23)</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 16:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Convidados do mercado de cultura discutem, nesta terça (23), a diversidade dos projetos aprovados pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco. O encontro “LAB PE &#8211; Cultura que resiste e cria memórias” vai debater os números da abrangência do programa de incentivo cultural em Pernambuco, mostrando o recorte social, regional e econômico das iniciativas apoiadas pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Convidados do mercado de cultura discutem, nesta terça (23), a diversidade dos projetos aprovados pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco. O encontro “LAB PE &#8211; Cultura que resiste e cria memórias” vai debater os números da abrangência do programa de incentivo cultural em Pernambuco, mostrando o recorte social, regional e econômico das iniciativas apoiadas pela legislação criada para preservar a produção cultural de todo o Brasil durante a pandemia do Covid-19. A transmissão acontece às 19h, no <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>YouTube.com/SecultPE</strong></a>, com a participação de Paula de Renor (Projeto Reside PE), Silvana Marpoara (Programa CineCoisas), Antônio Gutierrez (Animage) e DJ Big (Jornada de MCs).</p>
<p>Os recursos repassados aos profissionais e empresas do setor estão dinamizando o cenário da produção cultural no estado e promovendo mudanças nos saberes e fazeres, pelas adaptações, releituras, rearranjos que a situação de distanciamento social impõe. Os convidados, mediados por Michelle Assumpção, representam um recorte da diversidade que os editais da LAB conseguiram atingir: teatro, cinema, música e animação.</p>
<p>Além de falar sobre seus próprios projetos, os produtores vão tratar do cenário atual da produção artística e cultural, refletindo sobre caminhos, saídas e desafios que parecem ser irreversíveis no campo do fazer cultural. Aperte o <em>play</em> e confira!</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_3hod5dYHig" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
&#8220;LAB PE &#8211; Cultura que resiste e cria memórias&#8221;, com a participação de Antônio Gutierrez, DJ Big, Paula de Renor, Silvana Marpoara e mediação de Michelle Assumpção<br />
Quando: 23 de março de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>YouTube.com/SecultPE</strong></a></p>
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		<title>Teatro Santa Isabel promove debate virtual com Mônica Lira e Paula de Renor</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2020 12:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade às festividades dos seus 170 anos, o Teatro Santa Isabel vai promover, nesta terça-feira (13), um debate virtual sobre sobre dança e teatro, com a bailarina Mônica Lira e a atriz/produtora Paula de Renor. O bate-papo, que será mediado pelo gestor do espaço, Romildo Moreira, está agendado para acontecer às 19h, no perfil [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77008" aria-labelledby="figcaption_attachment_77008" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/teatro-santa-isabel-mônica-lira-paula-de-renor-bate-papo-virtural.jpg"><img class="size-medium wp-image-77008" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/teatro-santa-isabel-mônica-lira-paula-de-renor-bate-papo-virtural-607x424.jpg" width="607" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz/produtora Paula de Renor e a bailarina Mônica Lira são as convidadas da semana para participar das celebrações virtuais para comemorar os 170 anos do teatro centenário</p></div>
<p>Dando continuidade às <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/teatro-santa-isabel-celebra-170-anos-com-programacao-virtual/" target="_blank"><strong>festividades dos seus 170 anos</strong></a>, o Teatro Santa Isabel vai promover, nesta terça-feira (13), um debate virtual sobre sobre dança e teatro, com a bailarina <strong>Mônica Lira</strong> e a atriz/produtora <strong>Paula de Renor</strong>. O bate-papo, que será mediado pelo gestor do espaço, <strong>Romildo Moreira</strong>, está agendado para acontecer às 19h, no perfil do Instagram do equipamento cultural, <strong><a href="https://www.instagram.com/teatrodesantaisabeloficial/" target="_blank">@teatrodesantaisabeloficial</a></strong>, e trará à tona questionamentos sobre o futuro dos mercados da arte pós-pandemia, além claro de memórias e histórias que o Santa Isabel ajudou a contar na vida e na carreira de cada um.</p>
<p>Os debates terão duração de 30 minutos cada e ficarão disponíveis por 24h após a transmissão ao vivo no perfil do teatro. Nos próximos dias 20 e 27 de maio, os convidados para o bate-papo virtual serão<strong> André Brasileiro</strong> e o maestro <strong>José Renato Accioly</strong>.</p>
<p>Mas a celebração não será toda de retórica. No dia 18 de maio, data exata em que a casa fez sua estreia, no ano de 1850, apresentando seu primeiro espetáculo, <em>O Pajem de Aljubarrota</em>, do escritor português Mendes Leal, para uma plateia de ilustres, a programação será música para ouvidos isolados.</p>
<p>Exatos 170 anos depois, o Santa Isabel pede a seu público cativo que fique em casa e participe da celebração do sofá, a partir das 19h, curtindo a live-celebração protagonizada pelas atrações musicais: SH (Surama Santos e Henrique Albino), Publius Lentulus, Grupo Instrumental Brasil e Chorinho da Roça, todos selecionados pelo edital do projeto Santa Isabel em Cena, que teve sua programação adiada por tempo indeterminado, em função do avanço da pandemia.</p>
<p><strong>Equipamento cultural<br />
</strong>O Teatro Santa Isabel, cujo nome é uma homenagem à Princesa Isabel, foi inaugurado em 18 de maio de 1850, inserindo a então província de Pernambuco numa nova fase cultural. Idealizado pelo Barão da Boa Vista, teve o projeto dirigido pelo engenheiro francês Louis Léger Vauthier, que inovou na época, optando por não utilizar trabalho escravo na construção de arquitetura neoclássica. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 31 de outubro de 1949, o equipamento foi mais tarde eleito um dos 14 teatros-monumentos do país.</p>
<p>Durante toda a sua história, a casa sempre esteve no centro da vida política da cidade, tendo assistido à Revolução Praieira e abrigado a campanha abolicionista e pelo advento da República. Frequentado, desde sempre, por notórias personalidades da cultura nacional, o Teatro de Santa Isabel foi cenário dos debates literários de Tobias Barreto e Castro Alves. Foi de lá que ecoou para todo o Brasil a histórica frase do abolicionista Joaquim Nabuco: “Aqui vencemos a causa da abolição”, imortalizada numa placa exibida numa das paredes do teatro até hoje.</p>
<p>Uma curiosidade sobre o teatro é que ele chegou a ser destruído por um incêndio ocorrido em 19 de setembro de 1869, tendo sido totalmente recuperado, redimensionado e entregue outra vez ao povo pernambucano em 16 de dezembro de 1876, para em 2020, quem diria, virar de novo saudade, até que o coronavírus dê à humanidade uma merecida trégua.</p>
<p><strong>Convidadas</strong><br />
<strong>Mônica Lira -</strong> Bailarina, coreógrafa, professora, artista da dança e produtora. Diretora do Grupo Experimental (Recife) desde sua fundação, em 1993, tendo criado mais de 20 obras de dança ao longo da trajetória do grupo, que circulou por todas as regiões do Brasil e apresentou-se ainda no Peru, Equador, Argentina, Chile, Paraguai, Portugal, Itália e Espanha. Realizou durante 10 anos o projeto social &#8220;Núcleo de Formação em Dança&#8221;, com mais de 500 jovens passando pelas aulas de dança promovidas pelo Grupo Experimental através de sua metodologia. Atuante na política cultural local, foi uma das fundadoras do Movimento Dança Recife (uma articulação política com 15 anos de atuação). Já trabalhou como gestora pública na Prefeitura do Recife, no Serviço de Dança, e participou do Conselho de Cultura. Pós graduada em &#8220;Gestão e Produção Cultural&#8221; e “Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança&#8221; pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestranda em dança na UFBA.</p>
<p><strong>Paula de Renor -</strong> Atriz, produtora e diretora da Remo Produções Artísticas desde 1983. Produziu diversos espetáculos de teatro, incluindo duas coproduções internacionais. Também atua na produção de programas para Televisão e projetos sociais ligados ao teatro. Esteve à frente, como curadora e produtora, do Janeiro de Grandes Espetáculos por 17 anos e hoje produz o RESIDE-Festival Internacional de Teatro de PE, que está na sua 2ª edição. Idealizadora, produtora e gestora do Teatro Armazém 14 por 11 anos. Curadora do Festival Internacional de São José do Rio Preto em 2014 e Festival do Teatro Brasileiro XX Edição/2019. Representante de teatro e ópera no Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco.</p>
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		<title>Festival Internacional de Teatro de Pernambuco investe em formação</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-internacional-de-teatro-de-pernambuco-investe-na-formacao-de-profissionais-do-setor/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2018 20:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Na próxima terça-feira, Recife ganha mais um festival de teatro para contribuir com a formação de atores, diretores e produtores do Estado. O Cambio – Festival Internacional de Teatro de Pernambuco, que conta com apoio do Programa PE Criativo, tem entre seus objetivos suprir a demanda de intercâmbio entre o cenário local com outros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62668" aria-labelledby="figcaption_attachment_62668" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paula Pietro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/vaca-35_FOTO-1-PAULA-PRIETO_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62668" alt="Paula Pietro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/vaca-35_FOTO-1-PAULA-PRIETO_Easy-Resize.com_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo “Lo único que necesita una gran atriz, es una gran obra y las ganas de triunfar”, do grupo Vaca 35, terá três apresentações.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Na próxima terça-feira, Recife ganha mais um festival de teatro para contribuir com a formação de atores, diretores e produtores do Estado.<strong> O Cambio – Festival Internacional de Teatro de Pernambuco</strong>, que conta com apoio do Programa PE Criativo,<strong> </strong>tem entre seus objetivos suprir a demanda de intercâmbio entre o cenário local com outros países destacando não só espetáculos, como também ações de formação. Não é à toa que o evento será aberto pela palestra “Internacionalização das artes cênicas” que acontecerá na Caixa Cultural do Recife, em <strong>4 de setembro, às 19h, dando início à programação que vai até 21 de setembro. </strong></p>
<p>Na ocasião, a espanhola Iva Horvat falará sobre os aspectos mais importantes a serem considerados na avaliação de possíveis mercados e na participação de peças em festivais e feiras internacionais. Os interessados em participar da abertura e de outras atividades de formação devem se inscrever no site do evento <strong><a href="http://www.cambiofestival.com.br/">(AQUI)</a></strong> <strong>até o dia 30 de agosto</strong>. Dependendo da atividade, a entrada será gratuita ou custará até R$ 130.</p>
<p><strong>O espetáculo mexicano</strong> <strong>“Lo único que necesita una gran atriz, es una gran obra y las ganas de triunfar”</strong>, do grupo Vaca 35, é o único que integra a programação e será encenado nos dias<strong> 7, 8 e 9 de setembro, às 19h, no Casarão das Artes</strong> (Bairro do Recife). A apresentação acontecerá no esquema &#8220;pague quanto puder&#8221; e terá seus ingressos retirados 1h antes de seu início, na bilheteria do espaço. “A peça é baseada em ‘As Criadas’, de Jean Genet, e fala da influência da atuação na vida das personagens e da importância do teatro. É uma montagem muito intimista em que quase não há diferença de cena e plateia, por isso, achamos que o Casarão seria o melhor lugar, mas é também um espaço especial para a Remo Produções, que já foi Ponto de Cultura sediado lá”, explica a idealizadora do festival, Paula de Renor, que também inicia as comemorações de 35 anos da Remo com a realização do evento.</p>
<div id="attachment_62669" aria-labelledby="figcaption_attachment_62669" class="wp-caption img-width-394 alignnone" style="width: 394px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/Iva-Horvat.jpg"><img class="size-medium wp-image-62669" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/Iva-Horvat-394x486.jpg" width="394" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A espanhola Iva Horvat fará a palestra que abre o festival.</p></div>
<p>Realizado de maneira completamente independente, a primeira edição do Cambio montou uma programação que trouxesse o conceito do festival, que tem como objetivos a formação, a reflexão e a fruição. Esses três aspectos serão contemplados através de palestra, seminário, oficina, residência artística, conservatório e apresentação – os quais, neste primeiro ano, contam com apenas um representante, cada um. “O início com a palestra quebra esse paradigma de abrir festival com espetáculos que é para mostrar que estamos voltados para a formação também. Eu não queria fazer um festival com características dos que já existem aqui. Já temos festivais muito bons com características muito próprias”, explica Paula, que também fez a curadoria do evento junto de Celso Curi.</p>
<p>Com a proposta de ampliar o festival nos próximos anos trazendo exclusivamente atrações internacionais, o Cambio busca multiplicar o cenário pernambucano. “Há festivais locais, nacionais e internacionais aqui, mas, como temos tido corte de verba, as atrações internacionais, naturalmente, ficaram em segundo plano, porque temos uma produção local e nacional para dar conta prioritariamente. Agora, o Cambio foca em uma programação internacional e o cenário local também se beneficia com as ações que eu posso trazer, de modo que um profissional de fora irá deixar algo para a nossa cidade”, avalia Paula, que durante 17 anos foi responsável pela parte internacional do Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p>“Eu tenho circulado bastante e percebo que a gente tem teatro e dança bons para levar para fora. Por que a gente não sai? A gente precisa buscar lá fora centros culturais e apoios para abrir um novo mercado. Não podemos pensar que somos coitadinhos e nosso produto não é bom o suficiente. Por isso, quero que a gente se profissionalize através desse evento pra saber vender o nosso produto pra fora, que é isso que a gente não sabe”, observa ela, que acredita que o novo festival também acrescenta novas dramaturgias e novas estéticas ao repertório do público.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<i>1º Cambio – Festival Internacional de Teatro de Pernambuco</i><br />
Quando: de 4 a 21 de setembro<br />
Inscrições: até 30 de agosto<br />
Detalhes sobre a programação: www.cambiofestival.com.br</p>
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		<title>CEPC encerra mandato com encaminhamentos e avaliação deste primeiro ciclo</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jun 2018 13:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias O primeiro mandato do Conselho Estadual de Políticas Culturais (CEPC), iniciado no dia 3 de junho de 2016, está chegando ao fim &#8211; encerrando assim um ciclo de dois anos de avanços na política cultural do estado. Na próxima quarta-feira (13) e quinta-feira (14), respectivamente na Casa dos Conselhos (na Boa Vista), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61259" aria-labelledby="figcaption_attachment_61259" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41278901854_77464f37ae_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61259 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41278901854_77464f37ae_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Tínhamos uma demanda histórica para a renovação desta instância de cogestão e o Governo do Estado deu, nesta gestão, a resposta positiva&#8221;, reflete o secretário de Cultura Marcelino Granja</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>O primeiro mandato do Conselho Estadual de Políticas Culturais (CEPC), iniciado no dia 3 de junho de 2016, está chegando ao fim &#8211; encerrando assim um ciclo de dois anos de avanços na política cultural do estado. Na próxima quarta-feira (13) e quinta-feira (14), respectivamente na Casa dos Conselhos (na Boa Vista), e no auditório do Museu do Estado de Pernambuco, o CEPC realizará dois encontros que vão servir para avaliar o legado deixado pelos atuais conselheiros e conselheiras, além de propor encaminhamentos para quem for assumir o Conselho após o processo eleitoral.</p>
<p>De forma paritária, o CEPC é composto por 40 representantes, sendo 20 eleitos da Sociedade Civil, e outros 20 designados pelo Governo. Para Paula de Renor, atual Presidente do CEPC e conselheira eleita para o segmento Teatro e Ópera neste primeiro mandato, em 2016 a sociedade civil conquistou uma luta de anos ao conseguir um Conselho paritário, escolhidos num processo democrático.</p>
<div id="attachment_61257" aria-labelledby="figcaption_attachment_61257" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27132967087_5b7d0749b4_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61257 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27132967087_5b7d0749b4_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Depois de dois anos de trabalho árduo, estamos chegando ao fim do primeiro mandato do CEPC, deixando um legado para os próximos conselheiros: O Plano Estadual de Cultura de Pernambuco&#8221;, opina Paula de Renor, atual Presidente do CEPC</p></div>
<p><em>“Depois de dois anos de trabalho árduo, estamos chegando ao fim do primeiro mandato do CEPC, deixando um legado para os próximos conselheiros: O Plano Estadual de Cultura de Pernambuco. Caberá a eles a fiscalização e execução deste Plano. Estamos num momento político em que uma sociedade organizada ganha amplitude em sua voz”,</em> reforça a presidente do Conselho.</p>
<p>Segundo o Secretário de Cultura Marcelino Granja, que atualmente é Vice-Presidente do CEPC, mas ocupou o cargo de Presidente do Conselho até meados do ano passado, a posse do Conselho representa uma grande conquista do setor cultural de Pernambuco.</p>
<p><em>“Tínhamos uma demanda histórica para a renovação desta instância de participação e o Governo do Estado deu, nesta gestão, a resposta positiva. Além de todo o processo da Conferência e a elaboração do primeiro Plano Estadual, a participação da sociedade civil tem sido de extrema importância ainda para a consolidação de instrumentos democráticos e transparentes de acesso ao incentivo estadual, como os editais do Funcultura, do Carnaval, do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), das Paixões, entre outros”,</em> destaca o secretário.</p>
<div id="attachment_61258" aria-labelledby="figcaption_attachment_61258" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27132972987_d6559e5733_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61258 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27132972987_d6559e5733_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">“Lembramos também que, na quinta-feira (14/06), às 19 horas, ainda no Museu do Estado, está confirmada a realização da plenária final das eleições para renovação dos membros do Conselho de Política Cultural de Pernambuco”, ressalta Silvana Meirelles, Secretária do Conselho</p></div>
<p>Na próxima quarta-feira (13), a partir das 14h30, o encontro terá como pautas a avaliação da IV Conferência Estadual de Cultura de Pernambuco; a participação dos conselheiros e conselheiras no FIG 2018; e a apresentação de um relatório de fechamento deste mandato. Já no dia seguinte, 14 de junho, também a partir das 14h30, será feita uma avaliação e um processo de fechamento para a transição ao novo ciclo do Conselho. Vale salientar que, também na quinta-feira (14/06), às 19 horas, ainda no Museu do Estado, está confirmada a realização da plenária final das eleições para renovação dos membros do Conselho de Políticas Culturais de Pernambuco.</p>
<p><strong>Processo eleitoral do CEPC: <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/processo-eletivo-conselho-de-politica-cultural/" target="_blank">Como previsto no calendário e nas resoluções</a></strong>, os próximos encontros a serem realizados são os de Cultura Popular de Matriz Indígena, na quinta-feira (7/06), às 15h. Também na quinta-feira (7/06), Teatro e Ópera, às 19h; Na sexta-feira (8/06), às 15h, o da Zona da Mata, e às 20h, o de Design e Moda; e, por fim, o de Arquitetura e Urbanismo, no dia 11 de junho, às 19h, Com exceção de Cultura Popular de Matriz Indígena, cujo encontro acontecerá em Águas Belas, todos os outros Fóruns serão realizados na Sede da Secult/Fundarpe (Rua da Aurora, 463 – Boa Vista, Recife).</p>
<p><strong>Confira a programação e agenda das próximas reuniões do CEPC:</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira (13) | 14h30</strong><br />
Casa dos Conselhos (Av. Oliveira Lima, 813 – Boa Vista, Recife)<br />
Pautas:<br />
1- Avaliação da Conferência;<br />
2- Participação dos Conselheiros no FIG;<br />
3- Relatório e fechamento do mandato;.</p>
<p><strong>Quinta-feira (14) | 14h30</strong><br />
Auditório do Museu do Estado-MEPE (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife)<br />
Pautas:<br />
1- Avaliação do mandato;<br />
2- Fechamento;<br />
3- Transição para o novo ciclo do Conselho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Reunião do CEPC faz balanço da gestão em 2017</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/reuniao-do-cepc-faz-balanco-da-gestao-em-2017/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Dec 2017 18:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[CEPC/PE]]></category>
		<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[CEPC]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Política Cultural de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelino Granja]]></category>
		<category><![CDATA[Paula de Renor]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Uma reunião extraordinária do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC), realizada nesta quarta-feira (27), marcou o final de um 2017 de conquistas e avanços do colegiado, que segue rumo ao final de seu primeiro mandato – previsto para daqui a seis meses – e que pela primeira vez conta com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56775" aria-labelledby="figcaption_attachment_56775" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39350507621_aa7297acd8_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-56775 " alt="39350507621_aa7297acd8_k (1)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39350507621_aa7297acd8_k-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro teve a presença de vários conselheiros e suplentes do Poder Público e Sociedade Civil</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>Uma reunião extraordinária do <strong>Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC)</strong>, realizada nesta quarta-feira (27), marcou o final de um 2017 de conquistas e avanços do colegiado, que segue rumo ao final de seu primeiro mandato – previsto para daqui a seis meses – e que pela primeira vez conta com participação paritária entre o Poder Público e a Sociedade Civil. O encontro foi realizado na sede do CEPC, no Centro do Recife, e serviu também para fazer um balanço da gestão deste ano, com a presença de diversos conselheiros e do secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja.</p>
<div id="attachment_56773" aria-labelledby="figcaption_attachment_56773" class="wp-caption img-width-345 alignleft" style="width: 345px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39321505332_ffa6b41500_k.jpg"><img class="wp-image-56773  " alt="39321505332_ffa6b41500_k" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39321505332_ffa6b41500_k-607x470.jpg" width="345" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Sena representa a Dança no Conselho</p></div>
<p>Na opinião do conselheiro Marcelo Sena, representante do segmento Dança, <em>“o balanço deste ano é que foi muito importante a gente ter encontrando as metodologias de funcionamento do Conselho. E será um desafio sugerir aos próximos mandatos que virão adaptações de como lidar com tantas pautas e ao mesmo tempo como otimizar o tempo dos GTs e das reuniões de plenário”,</em> concluiu o conselheiro representante de Dança.</p>
<p>Ainda sobre a metodologia, Marcelo comentou que &#8220;t<em>ivemos algumas dificuldades, devido à quantidade de pautas e o tempo que temos de reuniões, apesar deste ano termos tido muitos encontros”. </em>No formato atual, cada pauta gera um Grupo de Trabalho, (GT) que começa a atuar antes da reunião geral, para no dia do pleno, os encaminhamentos serem expostos e os conselheiros, juntos, tomarem alguma decisão. <em>“Muitas pautas funcionaram desse jeito, mas há outras mais complexas. Talvez a mais explícita seja o Funcultura, que a gente sabe do quanto de questões há dentro do Fundo a serem discutidas. Mas estamos chegando ao final do ano e não conseguimos de fato ter uma discussão no nível que a gente queria, que era tanto discutir isso dentro do Conselho como levar pras categorias, e depois retornar e debater novamente”,</em> opina Marcelo Sena.</p>
<div id="attachment_56783" aria-labelledby="figcaption_attachment_56783" class="wp-caption img-width-338 alignright" style="width: 338px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39321393932_01d4d110b7_k.jpg"><img class="wp-image-56783  " alt="39321393932_01d4d110b7_k" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39321393932_01d4d110b7_k-596x486.jpg" width="338" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Jocimar Gonçalves representa os movimentos sociais</p></div>
<p>Para Jocimar Gonçalves, suplente representante dos Movimentos Sociais, este Conselho<em> “tem a marca de ter olhar voltado para que a cultura pernambucana permaneça viva, seja a cultura afro-brasileira, indígena, toda ela, na música, na dança, e nas outras linguagens, para que possa ser vista pelo mundo como ela deve ser olhada: Uma cultura rica de personagens e histórias”.</em></p>
<p><em>“E neste ano o Conselho deu uma grande contribuição para as políticas públicas do nosso estado. Aqui foi discutido do Funcultura ao Mecenato, do edital do Carnaval de 2017 ao São João deste ano. Apesar disso, a gente considera que precisamos avançar mais, e que ficamos abaixo do que poderíamos avançar, tendo em vista que o Governo Federal cortou as verbas para a cultura de uma forma generalizada, e isso afetou toda a cadeia produtiva nacional, mesmo entendendo que o Governo de Pernambuco tenha feito o possível para evitar que isso chegasse ao estado”,</em> avaliou Jocimar Gonçalves, que acredita que o ano de 2018 promete novos e importantes desafios.</p>
<div id="attachment_56772" aria-labelledby="figcaption_attachment_56772" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24486918157_304ead7efd_k.jpg"><img class="wp-image-56772  " alt="24486918157_304ead7efd_k" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24486918157_304ead7efd_k-529x486.jpg" width="300" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Todos temos tido muito trabalho com as bases, formulado uma agenda com acompanhamento e presença”, destaca Paula de Renor</p></div>
<p><em> </em></p>
<p>A vice-presidente do Conselho, Paula de Renor, considera que <em>“cada vez mais nós conselheiros estamos tendo a consciência da importância do CEPC. E isso se reflete na sociedade, que não está acostumada em ver um Conselho tão atuante, porque essa não é a realidade dos conselhos de uma forma geral. Todos temos tido muito trabalho com as bases E formulado uma agenda com acompanhamento e presença”.</em></p>
<p>Segundo ela, este trabalho se reflete, por exemplo, na realização da IV Conferência Estadual de Cultura. <em>“Pernambuco foi o único estado do Brasil que convocou uma conferência do tipo, com apoio do CEPC, e isso mostra que estamos sim construindo uma política cultural enquanto o país inteiro está afundando neste sentido. Estamos trabalhando em conjunto, Secretaria de Cultura, Fundarpe, Conselho Estadual de Cultura, para que consigamos realmente chegar a algum lugar”.</em></p>
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		<item>
		<title>CEPC convida envolvidos com Teatro e Ópera para encontro sobre as linguagens</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jul 2017 20:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CEPC]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Estadual de Política Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[José Neto Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Paula de Renor]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro e Ópera]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Política Cultural, através da conselheira de Teatro e Ópera, Paula de Renor, convoca todos os envolvidos nas linguagens cênicas para um encontro nesta próxima segunda-feira (10), a partir das 18h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. A entrada é aberta ao público. Na ocasião, serão discutidas sugestões de reformulação do Funcultura-Teatro, bem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19286" aria-labelledby="figcaption_attachment_19286" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_8851.jpg"><img class="size-medium wp-image-19286" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_8851-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro será realizado nesta segunda (10), no Teatro Arraial Ariano Suassuna</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Política Cultural, através da conselheira de Teatro e Ópera, Paula de Renor, convoca todos os envolvidos nas linguagens cênicas para um encontro nesta próxima segunda-feira (10), a partir das 18h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. A entrada é aberta ao público.</p>
<p>Na ocasião, serão discutidas sugestões de reformulação do Funcultura-Teatro, bem como haverá repasse de informações a respeito da Conferencia Estadual de Cultura, na qual será avaliada a reativação da comissão setorial de Teatro e Ópera de Pernambuco.</p>
<p>Durante o encontro haverá ainda uma explanação sobre o trabalho desenvolvido pelo Conselho Estadual de Política Cultural e a participação de Paula de Renor como conselheira. Por fim, José Neto Barbosa, assessor de Teatro e Ópera da Secretaria de Cultura de Pernambuco, fará uma apresentação sobre o plano de trabalho de sua gestão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Encontro sobre a linguagem Teatro e Ópera</em><br />
Segunda (10) | 18h<br />
Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista, Recife)<br />
Aberto ao público<br />
Informações: (81) 9 9252 5911</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Atrizes pernambucanas encarnam clássico de Shakespeare</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 19:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bruna Castiel]]></category>
		<category><![CDATA[Moacir Chaves]]></category>
		<category><![CDATA[Paula de Renor]]></category>
		<category><![CDATA[rei lear]]></category>
		<category><![CDATA[Remo Produções]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Possani]]></category>
		<category><![CDATA[Shakespeare]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Apolo]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerada como uma das principais obras de William Shakespeare, a peça Rei Lear ganha sotaque nordestino pelas mãos das atrizes pernambucanas Paula de Renor, Sandra Possani e Bruna Castiel, que encenam em curta-temporada, a partir de sábado (22), o clássico da dramaturgia inglesa, no Teatro Apolo. Com direção do premiado diretor carioca Moacir Chaves e produção da Remo Produções, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Considerada como uma das principais obras de William Shakespeare, a peça <em>Rei Lear </em>ganha sotaque nordestino pelas mãos das atrizes pernambucanas Paula de Renor, Sandra Possani e Bruna Castiel, que encenam em curta-temporada, a partir de sábado (22), o clássico da dramaturgia inglesa, no Teatro Apolo.</p>
<p>Com direção do premiado diretor carioca Moacir Chaves e produção da Remo Produções, o espetáculo, embora apresente dezenas de personagens, não foi adaptado, apenas recebeu cortes. <em id="__mceDel">“</em>Encenar <em>Rei Lear</em> significa refletir sobre o mundo moderno e contemporâneo. Conhecemos mais de nós mesmos quando mergulhamos em um material desse alcance e envergadura”, analisa Chaves. Na montagem, o monarca da Bretanha, ao chegar à velhice, se vê obrigado a dividir o seu reino entre as três filhas para garantir a sua sucessão. Segundo o teórico Jan Kott, o tema de Rei Lear é a decomposição e o declínio do mundo. “Dos doze principais personagens, metade é justa, a outra injusta. Uma metade de bons, uma metade de maus. A divisão é tão lógica e abstrata quanto numa peça de moralidade. Mas é uma peça de moralidade em que todos serão aniquilados: os nobres e os vis, os perseguidos e os perseguidores, os torturadores e os torturados”, escreve Kott no livro <em>Shakespeare, nosso contemporâneo</em>. “O texto foi escrito em 1606, mas trata de questões pertinentes aos dias de hoje: como se constroem as estruturas de poder, injustiças sociais, tratamento ao idoso e à mulher”, complementa Chaves.</p>
<div id="attachment_17327" aria-labelledby="figcaption_attachment_17327" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/foto-Guga-Melgar-2-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-17327 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/foto-Guga-Melgar-2-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o espetáculo, os músicos Samuel Nóbrega e Tomás Brandão executam a trilha sonora ao vivo (Foto: Guga Melgar/Divulgação)</p></div>
<p>Além das atrizes, estão no palco os músicos Samuel Nóbrega e Tomás Brandão. Os dois executam ao vivo a trilha sonora criada especialmente para o espetáculo por Brandão e Miguel Mendes. Há uma tentativa de encontro entre a música eletrônica e a música popular, refletida, por exemplo, nas escolhas dos instrumentos: um sintetizador polifônico analógico e uma guitarra preparada. Os músicos adotam técnicas não convencionais que envolvem o uso de utensílios diversos nas cordas, interferências sonoras nos captadores e processamento digital e analógico do sinal produzido. Durante a encenação, Nóbrega e Brandão usam um aplicativo de smartphone chamado <em>Garage Band</em>, que permite a execução de ritmos em pads na tela, assim como a reprodução de faixas e o processamento do resultado geral com efeitos como reverb, eco e filtros.</p>
<p>Tanto a iluminação quanto o cenário são assinados por parceiros antigos de Moacir Chaves: Aurélio de Simoni e Fernando Mello da Costa, respectivamente. Já o figurino foi idealizado por Chris Garrido, que recentemente foi premiada pelo figurino do filme <em>Tatuagem</em>. O cenário é coberto por terra, onde placas com os nomes dos personagens são cravadas; ao fundo, colunas grandes de sustentação de biombos dão a ideia de torres gigantes de castelo. Nos biombos são colocados diversos figurinos de maracatu, cedidos pelo acervo do Maracatu Nação Pernambuco. O maracatu, associado às cerimônias de coração dos reis e rainhas do Congo, também tem rei e rainha, duque e duquesa, príncipe e princesa, assim como no universo europeu da Idade Média da história de Shakespeare.</p>
<p>A montagem, que estreou no Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro, onde também cumpriu curta temporada, foi viabilizada graças ao Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2013, e fica em cartaz até o dia 30/11, no Recife.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Rei Lear<br />
Estreia: 22/11 (sábado), às 20h<br />
Temporada: Quintas e sextas-feiras, às 19h; sábados e domingos, às 20h. Até 30/11<br />
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife)<br />
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)<br />
Informações: (81) 3355-3320</p>
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