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	<title>Portal Cultura PE &#187; paulinho filizola</title>
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		<title>Exposição “ORIXAMBÁ” do fotógrafo Paulinho Filizola chega ao Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE)</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 15:06:03 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121021" aria-labelledby="figcaption_attachment_121021" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54586791363_477b92421e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-121021" alt="Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54586791363_477b92421e_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Homenageando os 95 anos de uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE) recebe a exposição “ORIXAMBÁ”, do fotógrafo Paulinho Filizola, com a curadoria do antropólogo Raul Lody e texto crítico do escritor Ronaldo Correia de Brito. Após passar pelo Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), a mostra segue com as celebrações com a abertura gratuita em Olinda marcada para este sábado (1º) e seguirá em cartaz até o dia 01 de dezembro.</p>
<p dir="ltr">Situada no térreo do Museu, a mostra reúne registros capturados ao longo de 23 anos de vivência e respeito ao Terreiro pelas lentes do fotógrafo e filho de santo da casa Paulinho Filizola, revelando não apenas a beleza dos ritos e dos orixás, mas também a humanidade, a devoção e resistência que sustentam essa tradição.</p>
<p dir="ltr">Fundado em 1930, por Maria Oiá, no bairro de Campo Grande, no Recife, o Terreiro de Xambá é símbolo de ancestralidade, fé, resistência e preservação de saberes sagrados de matriz africana. Sua trajetória é marcada por lutas, mas sobretudo por uma profunda dignidade cultural e espiritual, que atravessou gerações até chegar aos dias de hoje, sob a liderança do babalorixá Pai Ivo de Xambá.</p>
<div id="attachment_121024" aria-labelledby="figcaption_attachment_121024" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54585700992_22ccc8d4f2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-121024" alt="Situada no térreo do MASPE, a mostra reúne registros capturados ao longo de 23 anos de vivência e respeito ao Terreiro pelas lentes do fotógrafo e filho de santo da casa Paulinho Filizola I Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54585700992_22ccc8d4f2_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Situada no térreo do MASPE, a mostra reúne registros capturados ao longo de 23 anos de vivência e respeito ao Terreiro pelas lentes do fotógrafo e filho de santo da casa Paulinho Filizola I Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Ao trazer a história do Terreiro de Xambá por meio da ação, o Museu reafirma seu compromisso com a valorização da memória, da diversidade e das heranças africanas que compõem a identidade cultural do nosso povo. “Mais do que uma exposição, é um poderoso ato de diálogo inter-religioso. Um convite para nos conectarmos com nossa herança ancestral e celebrarmos a beleza que existe na diversidade da fé”, destaca Iron Mendes, coordenador do MASPE.</p>
<p dir="ltr">Aos interessados, as visitas a “ORIXAMBÁ” podem ser feitas de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. Exceto na abertura, que terá entrada gratuita, os ingressos custam R$5,00. Crianças até 12 anos e idosos acima de 60 não pagam. Mais informações estão disponíveis no Instagram oficial do MASPE, o<a href="https://www.instagram.com/museuartesacrape/?utm_source=qr&amp;igsh=Njl5cDlibG11emg5#"> @museuartesacrape</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>MASPE</strong></p>
<p dir="ltr">Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) foi inaugurado em 11 de abril de 1977 e ocupa o antigo Palácio dos Bispos de Olinda, uma das primeiras construções da cidade, erguida em 1537 por Duarte Coelho. O edifício, que ao longo dos séculos serviu como sede episcopal, colégio, residência religiosa e até quartel durante a Segunda Guerra Mundial, foi transformado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) em espaço dedicado à exposição e estudo da arte sacra. Seu acervo, formado principalmente por peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, inclui santos, relicários, custódias, pinturas religiosas e uma valiosa coleção de imagens policromadas e douradas dos séculos 16 e 17.</p>
<p dir="ltr"><strong><em>&gt; SERVIÇO</em></strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Exposição “ORIXAMBÁ” do fotógrafo Paulinho Filizola chega ao Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE)</strong> – Fotografias de Paulinho Filizola, com curadoria de Raul Lody e texto crítico de Ronaldo Correia de Brito</p>
<p dir="ltr">&gt; Abertura: 01 de novembro, às 16h</p>
<p dir="ltr">&gt; Visitação: De 01 de novembro a 01 de dezembro</p>
<p dir="ltr">&gt; Horários: Terça a sexta-feira, 10h &#8211; 17h e sábados e domingos de 14h &#8211; 17h</p>
<p dir="ltr">&gt; Endereço: Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE) I R. Bpo. Coutinho, 726 &#8211; Carmo, Olinda &#8211; PE, 53120-130</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco recebe a exposição “ORIXAMBÁ” do fotógrafo Paulinho Filizola</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp_Image_2025-05-31_at_08.39.57.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118211" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp_Image_2025-05-31_at_08.39.57-607x466.jpeg" width="607" height="466" /></a></p>
<p dir="ltr">No ano em que o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) celebra seus 95 anos, homenageia uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso Estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que neste 7 de junho de 2025 também completa 95 anos de existência. Para comemorar a data, o MEPE realiza a exposição “ORIXAMBÁ” – de 05 a 29 de junho –, do fotógrafo Paulinho Filizola, com a curadoria do antropólogo Raul Lody e texto crítico do escritor Ronaldo Correia de Brito.</p>
<p dir="ltr">Instalada no Espaço Cícero Dias, a mostra apresenta registros sensíveis e potentes da vida religiosa e cotidiana no Terreiro, revelando não apenas a beleza dos ritos e dos orixás, mas também a humanidade, a devoção e resistência que sustentam essa tradição. Além da exposição, uma série de comemorações estão sendo programadas, como palestras e atividades educativas.</p>
<p dir="ltr">Fundado em 1930, por Maria Oiá na época, à rua da Mangueira, no bairro de Campo Grande, no Recife, o Terreiro de Xambá é símbolo de ancestralidade, fé, resistência e preservação de saberes sagrados de matriz africana. Sua trajetória é marcada por lutas, mas sobretudo por uma profunda dignidade cultural e espiritual, que atravessou gerações até chegar aos dias de hoje, sob a liderança firme e acolhedora do babalorixá Pai Ivo de Xambá.</p>
<p dir="ltr">Ao homenagear o Terreiro de Xambá, o Museu reafirma seu compromisso com a valorização da memória, da diversidade e das heranças africanas que compõem a identidade cultural do nosso povo. Com isso, “ORIXAMBÁ” é mais que uma exposição, é um gesto de reconhecimento e gratidão a uma casa sagrada que, há 95 anos, planta raízes profundas no solo da história pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Para o diretor do MEPE, Rinaldo Carvalho, “essa celebração conjunta, do Museu e do Terreiro, fortalece os laços entre cultura, fé e memória, e inspira o respeito às tradições que nos formam”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Palestra e apresentação cultural</strong></p>
<p dir="ltr">Seguindo as atividades comemorativas, no próximo sábado (7), das 14h às 16h, a mostra traz a palestra “Preservando a História – Manutenção dos acervos de Terreiro”. A atividade contará com a participação do Dr. Hildo Leal, Pai Ivo de Xambá e o fotógrafo Paulinho Filizola. Uma apresentação das Yabás, com os Tambores Sagrados do Terreiro de Xambá, encerra a programação especial.</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; SERVIÇO</em></p>
<p dir="ltr"><strong>Exposição &#8220;ORIXAMBÁ&#8221;</strong> – Fotografias de Paulinho Filizola, com curadoria de Raul Lody e texto crítico de Ronaldo Correia de Brito</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Abertura: 05 de junho, às 19h</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Visitação: De 05 a 29 de junho de 2025</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Palestra e apresentação cultural: 07 de junho, a partir das 14h</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Endereço: Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) – Espaço Cícero Dias I Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife &#8211; PE</p>
<p dir="ltr"><strong> </strong></p>
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		<title>Encontro Fotográfico reflete sobre trabalhos de Beto Figueiroa e Paulinho Filizola</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-fotografico-reflete-sobre-trabalhos-de-beto-figueiroa-e-paulinho-filizola/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 21:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[A Associação de Fotógrafos e Cinegrafistas Fototech Filial Pernambuco realiza neste sábado (28), no Recife, seu 17º Encontro Fotográfico. Os convidados desta edição são os fotógrafos Paulinho Filizola e Beto Figueiroa, que conversarão com o público sobre seus respectivos trabalhos:  &#8220;Ilê Axé Oyá Meguê &#8211; Terreiro Xambá, Nação Xambá de Mãe Biu, a yalorixá de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação de Fotógrafos e Cinegrafistas Fototech Filial Pernambuco realiza neste sábado (28), no Recife, seu 17º Encontro Fotográfico. Os convidados desta edição são os fotógrafos Paulinho Filizola e Beto Figueiroa, que conversarão com o público sobre seus respectivos trabalhos:  &#8220;Ilê Axé Oyá Meguê &#8211; Terreiro Xambá, Nação Xambá de Mãe Biu, a yalorixá de axé do Quilombo do Portão do Gelo&#8221; e &#8220;Morro de Fé&#8221;.</p>
<div id="attachment_35271" aria-labelledby="figcaption_attachment_35271" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueiroa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/20160407110037961530a.jpg"><img class="size-medium wp-image-35271" alt="Beto Figueiroa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/20160407110037961530a-607x276.jpg" width="607" height="276" /></a><p class="wp-caption-text">Primeira edição de 2016 do projeto Tertulia Fotodocumental vai se debruçar sobre o trabalho de Beto Figueiroa no Terreiro de Xambá</p></div>
<div id="attachment_54619" aria-labelledby="figcaption_attachment_54619" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulinho Filizola</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/PAULINHO.jpg"><img class="size-medium wp-image-54619" alt="Paulinho Filizola" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/PAULINHO-607x483.jpg" width="607" height="483" /></a><p class="wp-caption-text">Toques religiosos do Terreiro Xambá  </p></div>
<p>Paulinho Filizola começou a fotografar aos 17 anos, quando iniciou o curso de fotografia na CIFIRNE, empresa do fotógrafo e cineasta Firmo Neto, que introduziu o cinema sonoro em Pernambuco. Amante da cultura popular, Paulinho adentrou neste universo e vem registrando, desde 2005, Afoxés, Cocos, Maracatus, Caboclinhos, terreiros de Candomblé e de Jurema e outras manifestações artísticas. É fotógrafo do Terreiro Xambá, onde fez sua iniciação religiosa no Candomblé e da Comunidade, realizando trabalhos também com o Grupo Bongar e o Centro Cultural Grupo Bongar.</p>
<p>Em suas fotos, Paulinho imprime sua sensibilidade e transmite a emoção e a vibração dos personagens fotografados em dias de toques religiosos no Terreiro Xambá do Quilombo do Portão do Gelo. O cotidiano da comunidade dentro do terreiro é retratado de forma simples, colorida e viva. Desde 2006, Paulinho cria painéis fotográficos de cada toque religioso da Xambá.</p>
<p>Já Beto Figueiroa passou parte da infância em Goiana, Mata Norte de Pernambuco. Foi criado por uma mulher cega. Mãe Ná, sua avó, morreu em 2009, aos 106 anos, e sempre foi uma referência na conduta de vida e na arte de enxergar. Desde criança, Beto aprendeu que o sentido da visão jamais foi parte essencial para a alegria. O jeito de ver as coisas se construiu de maneira diferenciada – em função dos ensinamentos de Mãe Ná, que jamais o viu, mas o acompanhou de perto, desde o início de sua carreira como fotógrafo. A afetiva história sobre o olhar de Beto Figueiroa, impressa em suas fotos, é a primeira explicação para o reconhecimento do seu trabalho.</p>
<div id="attachment_31851" aria-labelledby="figcaption_attachment_31851" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueiroa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Morro_De_Fe_exposicao1_Credito_Beto_Figueiroa.jpeg"><img class="size-medium wp-image-31851" alt="Beto Figueiroa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Morro_De_Fe_exposicao1_Credito_Beto_Figueiroa-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Beto Figueiroa fala sobre o trabalho &#8220;Morro de Fé&#8221;</p></div>
<p>Com uma passagem de oito anos pela editorial de fotografia do Jornal do Commercio, teve o talento reconhecido pelas principais premiações do fotojornalismo nacional, como Vladimir Herzog, Caixa e Ayrton Senna. Beto também participou de exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior, além de inúmeras publicações em livros e revistas. Em 2007, esteve entre os dez brasileiros escolhidos pela Fototeca de Cuba e pelo Instituto de Mídia e Arte – Imea (SP) para representar a fotografia brasileira, sendo o mais jovem da seleção na mostra “Mirame – uma ventana da fotografia brasileña”, em Havana.</p>
<p>Em dezembro de 2014 realizou a exposição “Morro de Fé”, sob o formato de intervenção urbano-artística no Morro da Conceição, comunidade na Zona Norte do Recife. Em 2015 o trabalho se transformou em livro e faz parte da coleção de Fotolivros da UFMG e do TURMA, importante núcleo de Fotografia da Argentina. Em 2016 lançou o BANZO, seu segundo livro.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>17º Encontro Fotográfico &#8211; FOTOTECH</strong><br />
Data: 28 de outubro de 2017<br />
Horário: das 15h às 18h<br />
Local: Museu da Cidade do Recife<br />
Endereço: Praça das Cinco Pontas, S/N, Bairro de São José<br />
Entrada Franca</p>
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