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	<title>Portal Cultura PE &#187; Paulo Bruscky</title>
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		<title>Cinema São Luiz: confira a programação do último fim de semana de julho</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 19:54:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade ao seu compromisso semanal de exibir o que há de mais instigante na produção cinematográfica pernambucana e brasileira, o Cinema São Luiz reúne neste sábado (26) e domingo (27) títulos que reúnem narrativas urbanas, ambientais e afetivas. No sábado (26), a sessão começa às 14h com O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119183" aria-labelledby="figcaption_attachment_119183" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/BRUSCKYcapa-do-carrossel.jpg"><img class="size-medium wp-image-119183" alt="O filme &quot;Bruscky: Um Autorretrato&quot; vai ganhar a tela do São Luiz" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/BRUSCKYcapa-do-carrossel-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O filme &#8220;Bruscky: Um Autorretrato&#8221; vai ganhar a tela do São Luiz</p></div>
<p data-start="260" data-end="349">Dando continuidade ao seu compromisso semanal de exibir o que há de mais instigante na produção cinematográfica pernambucana e brasileira, o Cinema São Luiz reúne neste sábado (26) e domingo (27) títulos que reúnem narrativas urbanas, ambientais e afetivas.</p>
<p data-start="351" data-end="554">No sábado (26), a sessão começa às 14h com <em data-start="599" data-end="622">O Silêncio das Ostras</em>, de Marcos Pimentel, uma ficção que reflete sobre os impactos das tragédias ambientais em Mariana e Brumadinho, sobre a vida de uma menina que nasceu em uma vila de operários de uma mina. Depois que sua mãe desaparece sem dar explicações, ela tem que aprender a lidar com as sucessivas perdas que a vida lhe reservou. Com o fim da mineração, o local se transforma em uma vila-fantasma. Sem ter para onde ir, ela e seu cachorro são os únicos que não abandonam o lugar, até que o rompimento de uma barragem dizima a vila.</p>
<p data-start="351" data-end="554">Às 16h30, o drama <em data-start="753" data-end="773">Ainda Não É Amanhã</em>, da cineasta pernambucana Milena Thiemis, discute os dilemas enfrentados por uma jovem mulher negra diante de uma gravidez não planejada. Encerrando o dia, às 18h, será exibido <em data-start="929" data-end="955">Bruscky: Um Autorretrato</em>, documentário de Eryk Rocha sobre a trajetória do grande artista Paulo Bruscky. Passando pelas reminiscências da ditadura e seus trabalhos artísticos, o pernambucano caminha pela cidade enquanto exercita seu olhar libertário e experimentador sobre o mundo em um filme que o apresenta com toda sua profundidade, singularidade, riqueza e relevância artística.</p>
<p data-start="1016" data-end="1567">No domingo (27), a programação começa às 11h com a sessão infantil <em data-start="1083" data-end="1120">Thiago &amp; Ísis e os Biomas do Brasil</em>, filme que mistura animação, bonecos e documentário para abordar o meio ambiente de forma lúdica. Às 14h, retorna à tela <em data-start="1242" data-end="1257">Lispectorante</em>, de Renata Pinheiro, que revisita o universo de Clarice Lispector com uma abordagem inventiva e experimental. Às 16h, o destaque é <em data-start="1389" data-end="1409">Criaturas da Mente</em>,  do premiado cineasta Marcelo Gomes, sobre o neurocientista Sidarta Ribeiro, que explora como os sonhos e outras formas de acesso ao inconsciente podem transformar a experiência humana. Em sua investigação, ele propõe unir os saberes ancestrais dos povos originários e de origem africana no Brasil ao conhecimento científico, além de uma reavaliação científica das experiências com alucinógenos.</p>
<p data-start="1016" data-end="1567">Encerrando o fim de semana, às 18h45, será exibida a mostra <em data-start="1629" data-end="1662">Panoramas do Horror no Nordeste</em>, com sete curtas-metragens que trazem diferentes olhares sobre o horror contemporâneo, a partir de estéticas, mitos e inquietações regionais: <em data-start="1805" data-end="1842">Quando a Noite Chegar, Pise Devagar</em> (21’30”), <em data-start="1853" data-end="1874">O Monstro da Várzea</em> (3’), <em data-start="1881" data-end="1891">100 em 1</em> (1’), <em data-start="1898" data-end="1911">Macho Carne</em> (15’), <em data-start="1919" data-end="1953">A Botija, O Beato e A Besta Fera</em> (11’47”), <em data-start="1964" data-end="1973">Cláudio</em> (11’) e <em data-start="1982" data-end="1987">Mãe</em> (22’). A seleção propõe uma imersão em atmosferas de medo, tensão e estranhamento, refletindo sobre corporalidades, violências, crenças e heranças culturais do Nordeste.</p>
<p data-start="1016" data-end="1567">Os ingressos custam R$10 e R$5 (meia) e podem ser adquiridos na<a href="https://linktr.ee/cinemasaoluiz?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAafh3NwTgXrXx11wjD6XaIsk3mNpkYwVMU63t0JYLFpePDeeI1l3YkTrtF7Acg_aem_76rTu-1cT_A9xH388EO89w" target="_blank"> bilheteria digital </a>ou no cinema meia hora antes das sessões.</p>
<p data-start="2159" data-end="2321"><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p>SÁBADO (06/07)</p>
<p>14h — O silêncio das ostras (12 anos)<br />
16h30 — Ainda não é amanhã (14 anos)<br />
18h — Bruscky: Um Autorretrato (Livre) &#8211; Sessão gratuita com debate<br />
DOMINGO (27/07)</p>
<p>11h &#8211; Thiago &amp; Ísis e os Biomas do Brasil (Livre) &#8211; R$5 (meia para todos)<br />
14h &#8211; Lispectorante (14 anos)<br />
16h &#8211; Criaturas da Mente (12 anos) &#8211; Sessão debate<br />
18h45 &#8211; Panoramas do Horror no Nordeste (16 anos) &#8211; Sessão gratuita com debate</p>
<p data-start="2159" data-end="2321">
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		<title>Com live sobre a Semana de Arte Moderna, Secult-PE retoma programação no YouTube</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-live-sobre-a-semana-de-arte-moderna-secult-pe-retoma-programacao-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 18:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[bruno albertim]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Moderno: um outro olhar para o centenário da Semana de 22]]></category>
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		<description><![CDATA[A Semana de Arte Moderna de 1922, realizada entre os dias 13 e 17 de fevereiro, no Teatro Municipal de São Paulo, permanece no imaginário coletivo sociocultural como um dos maiores marcos da cultura brasileira e o mais importante para o modernismo instaurado no país. Um século depois &#8211; no conjunto de celebrações que lançam [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Semana de Arte Moderna de 1922, realizada entre os dias 13 e 17 de fevereiro, no Teatro Municipal de São Paulo, permanece no imaginário coletivo sociocultural como um dos maiores marcos da cultura brasileira e o mais importante para o modernismo instaurado no país. Um século depois &#8211; no conjunto de celebrações que lançam holofotes para a exposição organizada pelos escritores Oswald de Andrade, Mário de Andrade e pelo artista plástico Di Calvacanti &#8211; destacam-se eventos e lançamentos que propõem uma revisão da historiografia do movimento. Dentro dessa nova abordagem, críticos de arte que estudam o período não hesitam em afirmar que, em Pernambuco, o modernismo já existia de forma bastante expressiva, a partir da circulação e trocas artísticas dos irmãos Fedora, Joaquim e Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias, continuando com o movimento regionalista inaugurado pelo sociólogo Gilberto Freyre.</p>
<p>Para inaugurar a temporada de lives de 2022, o programa Cultura em Rede, da Secretaria de Cultura de Pernambuco, também contribuirá para essa provocação, que pretende rever o modernismo no Brasil. A<em> live</em> &#8220;Pernambuco Moderno: um outro olhar para o centenário da Semana de 22&#8243; será transmitida na próxima terça-feira (1º), às 19h, no canal do Youtube da Secult-PE (<strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong>) e também no Facebook (<a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a>). Foram convidados dois jornalistas e um artista pernambucanos.</p>
<p><strong>CONVIDADOS -</strong> <strong>Bruno Albertim</strong> é jornalista, escritor e antropólogo. Autor, dentre outros, de “Tereza Costa Rêgo &#8211; Uma mulher em três tempos” (Cepe 2018) , e “Nordeste &#8211; Identidade Comestível&#8221; (Massangana 2021), Bruno está prestes a lançar, pela Cepe Editora, o livro “Modernismo Pernambucano”. <strong>Luciana Veras</strong> é jornalista da revista Continente, que trará uma reportagem especial de capa sobre os outros modernismos no Brasil. <strong>Paulo Bruscky é</strong> artista e poeta, traz também seu olhar sobre a produção modernista pernambucana, sobretudo a partir da obra de Vicente do Rego Monteiro.</p>
<p><em>“Na verdade, não só o Brasil, mas o mundo todo vive um momento muito forte de revisionismo dessas historiografias oficiais, lembrando que essas narrativas são fruto de articulações de autores com capacidades de produzir essas hegemonias. O que aconteceu nos anos 20, 30 e 40, foi que esse grupos de intelectuais e artistas paulistanos conseguiram forjar um discurso muito eficiente para o estabelecimento dessa narrativa hegemônica. Mas o fato é que além desse modernismo, que é extremamente importante, que tem sim seu poder de síntese em São Paulo, houve e há vários modernismos no Brasil. O Pernambucano é um dos mais contundentes dele, que é um modernismo de longa duração”</em>, explica Albertim.</p>
<p>O artista multimídia e poeta Paulo Bruscky &#8211; premiado com a Guggenheim Fellowship em 1981 &#8211; viveu em Nova York por um ano, desenvolvendo sua pesquisa em multimeios e a reeducação da percepção sensorial. Em 2017, por ocasião da entrada de suas obras nas coleções do MNAM/Centre Georges Pompidou, apresentou uma seleção de trabalhos no museu. O Arquivo Paulo Bruscky tem cerca de 70 mil itens das vanguardas artísticas do pós-guerra. Bruscky tem obras nos acervos de vários museus do mundo. Em 2009, recebeu a Ordem do Mérito Cultural. Ele é coautor do livro &#8220;Vicente do Rego Monteiro: Poeta, Tipógrafo, Pintor&#8221;, lançado pela Cepe, em 2004.</p>
<p>A mediação do bate-papo será da jornalista Luciana Veras, que assina a reportagem especial “Moderno em Outros Cantos”, da edição de fevereiro da revista Continente. A matéria traz autores, pesquisadores e críticos de arte que também debruçaram seus olhares e percepções para reconstruir a trajetória do modernismo no Brasil, reivindicando o lugar de Pernambuco como sendo de vanguarda para o movimento.</p>
<p><em>“É importante a gente observar o efeito da Semana de 22 como um evento importante, mas não determinante. Essa construção outorgou a São Paulo a condição de bússola do movimento, quando a verdade é que já havia movimentos modernistas sendo produzidos em outros estados do país, como Pernambuco, Pará, Minas e Rio de Janeiro. A reportagem traz esse olhar mais crítico, de revisão, de recontextualizar a Semana de Arte Moderna, como mostram iniciativas que estão surgindo no bojo desse centenário para reavaliar o evento”</em>, coloca Luciana Veras. A reportagem assinada por ela coloca em cena ainda exposições e publicações que estão sendo lançadas neste ano &#8211; a exemplo do livro de Bruno Albertim &#8211; e que irão ampliar ainda mais o debate.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Pernambuco Moderno: um outro olhar para o centenário da Semana de 22&#8243;, com as participações de Bruno Albertim, Paulo Bruscky e Luciana Veras<br />
Quando: 1º de fevereiro de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong> | <a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Mostra “Completely Knocked Down” será inaugurada no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 18:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Mamam (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães) inaugura, nesta quinta-feira (23), a exposição “Completely Knocked Down”, que conta com obras de cinco artistas recifenses e quatro artistas alemães em uma realização colaborativa. Entre os participantes, estão: Paulo Bruscky, Marcio Almeida, Maria do Carmo Nino, Christian Haake, Wolfgang Hainke, Silvio Hansen, Tobias Heine, e os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_87924" aria-labelledby="figcaption_attachment_87924" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/CKD_Foto_Roberta_Guimaraes_6C5A9562.jpg"><img class="size-medium wp-image-87924" alt="Roberta Guimarães/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/CKD_Foto_Roberta_Guimaraes_6C5A9562-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">“Completely Knocked Down” reúne obras de artistas do Recife e de Bremen (Alemanha)</p></div>
<p>O Mamam (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães) inaugura, nesta quinta-feira (23), a exposição “Completely Knocked Down”, que conta com obras de cinco artistas recifenses e quatro artistas alemães em uma realização colaborativa. Entre os participantes, estão: Paulo Bruscky, Marcio Almeida, Maria do Carmo Nino, Christian Haake, Wolfgang Hainke, Silvio Hansen, Tobias Heine, e os idealizadores do projeto Francisco Valença Vaz e Rebekka Kronsteiner.</p>
<p>Organizada pelo Relicário Produções Culturais, “Completely Knocked Down” tinha planos de ser iniciada em março de 2020, quando todos os artistas estiveram juntos na cidade para a concepção da exposição no MAMAM. Com a chegada da pandemia no Brasil e o início das medidas restritivas, todos os planos foram afetados e não só o cronograma mudou, mas também a forma de realização do projeto.</p>
<p><em>&#8220;Tivemos que mudar muita coisa já que o tempo de 21 dias para montar a exposição e ter essa colaboração entre artistas internacionais foi encurtado para uma semana, quando tivemos que voltar às pressas no último voo do Recife para a Europa&#8221;</em>, conta Francisco Vaz, artista e idealizador do projeto que atualmente mora na Alemanha. Na ocasião, os artistas ficaram sete dias confinados no museu trabalhando conceitos, discutindo as obras e montando toda exposição sem entender o que iria acontecer dali adiante.</p>
<p>O conceito da “Completely Knocked Down” (CKD) consistia em uma realização bilateral, sendo programada para acontecer de 23 de setembro a 11 de dezembro de 2021 no Recife e em setembro de 2022 em Bremen (Alemanha). O título se refere a um termo técnico que define um conjunto de partes completamente desmontadas de um único produto. <em>“A ideia é a de juntar gerações diferentes. Como todos os artistas também são curadores, vamos desconstruir um pouco a estrutura de uma exposição”</em>, explica Francisco Vaz. <em>&#8220;A exposição é uma construção coletiva com obras dos artistas locais e fragmentos de obras dos artistas alemães que vieram em um container da Alemanha&#8221;</em>, complementa ele.</p>
<p>A exposição que vai entrar em cartaz no MAMAM é fruto da colaboração de todos os artistas envolvidos. <em>&#8220;Assumindo a exaustão, começamos a trabalhar pensando em formas de refletir essa situação e construímos um paredão de frases com a estrutura de conversas repartidas de SMS e que não propõem uma narrativa ou leitura dinâmica. Procuramos expor a descomunicação e a quebra de negociações ocasionadas pelo momento que estávamos vivendo&#8221;</em>, revela.</p>
<p>Seguindo o protocolo CKD, as obras foram desmontadas e acondicionadas em caixas que correspondem a um décimo de um contêiner de vinte pés. Nesta curadoria compartilhada, até os objetos que transportaram as obras também fazem parte da exposição. As caixas utilizadas para o deslocamento dentro do contêiner são apresentadas para amplificar ou refutar as nove diferentes posições dos/das artistas, buscando assim, tecer um leque aberto de proposições.</p>
<p>O processo de transporte entre Bremen e Recife tornou-se assim, uma metáfora para a estreita colaboração entre artistas de ambas as cidades, misturando suas propostas individuais em um trabalho de exposição conjunta. Além disso, “Completely Knocked Down” se refere diretamente ao impacto físico de um mundo globalizado e que dentro de processos cada vez mais virtuais, uma coexistência política e artística, acaba por se tornar mais fragmentada.</p>
<p>Nesse intervalo de um ano de pandemia e de reformulação da CKD, o projeto sofreu uma grande perda. O artista plástico e poeta visual Silvio Hansen faleceu depois de lutar contra um câncer. Silvio foi uma das lideranças ativas da Mail Art (Arte Postal), uma prática artística corrente e intensa nas décadas de 70 e 80, antes da propagação da internet como meio de comunicação. <em>“Silvio foi o fio condutor para o projeto no Recife, iniciando nossas primeiras comunicações com o MAMAM e com a nossa produção. Ele oferece aqui uma interpretação onde a troca de postais e seu conteúdo artístico se transformou em uma das bases desta exposição”</em>, lembra Vaz.</p>
<p><strong>Catálogo -</strong> Ao final do período de exposição, será lançado um livro como resultado adicional da colaboração entre os artistas brasileiros e alemães, contendo textos de teóricos da arte de ambos os países. Este nível analítico-artístico é importante para dissecar em detalhe as semelhanças e diferenças das posições dos artistas. Além disso, o livro proporcionará a oportunidade de criação de um conteúdo independente do material exposto.</p>
<p>Além destes textos, o catálogo apresentará fotografias da exposição junto com fotografias do processo de montagem tiradas pela brasileira Roberta Guimarães e da Alemanha, Hannah Wolf. Na Alemanha, a fotógrafa Hannah Wolf registrou a entrada do container no porto e o empacotamento das caixas com as obras. Em Recife, a fotógrafa Roberta Guimarães registrou a chegada das caixas no MAMAM. Esse material será usado também com a documentação do conteúdo apresentado na exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
EXPOSIÇÃO “CKD &#8211; COMPLETELY KNOCKED DOWN”<br />
Artistas participantes: Márcio Almeida, Paulo Bruscky, Christian Haake, Wolfgang Hainke, Sílvio Hansen (in memorian), Tobias Heine, Rebekka Kronsteiner, Maria do Carmo Nino e Francisco Valença Vaz<br />
Fotógrafas: Hannah Wolf e Roberta Guimarães<br />
Local: MAMAM – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – Rua da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista – Recife – PE<br />
Início da exposição: de 23 de setembro a 11 de dezembro de 2021<br />
Visitação: terça&#8211;feira a sábado, das 12h às 17h</p>
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		<title>MAMAM vira ateliê aberto da exposição &#8220;Completely Knocked Down&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 15:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos próximos cinco dias, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) está com as portas abertas para o público enveredar pelos bastidores da arte e conhecer de perto os processos por trás dos conceitos, participando desde a concepção das obras à montagem de uma exposição de arte. Até domingo (8), o museu funcionará como um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75893" aria-labelledby="figcaption_attachment_75893" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Completely-Knocked-Down.jpg"><img class="size-medium wp-image-75893" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Completely-Knocked-Down-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Numa espécie de work in progres, a mostra &#8220;Completely Knocked Down &#8211; Recife Bremen&#8221; será construída de maneira coletiva por artistas recifenses e alemães, a partir de peças de artistas locais e fragmentos de objetos trazidos num container</p></div>
<p>Nos próximos cinco dias, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) está com as portas abertas para o público enveredar pelos bastidores da arte e conhecer de perto os processos por trás dos conceitos, participando desde a concepção das obras à montagem de uma exposição de arte. Até domingo (8), o museu funcionará como um atelier aberto para o projeto <em>Completely Knocked Down &#8211; Recife Bremen Connection</em>, que congrega artistas, de Bremen, na Alemanha, e do Recife. Juntos, eles irão construir coletivamente obras de arte a partir de peças de artistas locais e fragmentos de objetos trazidos num <em>container</em>.</p>
<div id="attachment_75894" aria-labelledby="figcaption_attachment_75894" class="wp-caption img-width-592 alignnone" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/artistas-mamam-Rebekka-Kronsteiner-Francisco-Valenca-Vaz-Márcio-Almeida-Paulo-Bruscky.jpg"><img class="size-medium wp-image-75894" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/artistas-mamam-Rebekka-Kronsteiner-Francisco-Valenca-Vaz-Márcio-Almeida-Paulo-Bruscky-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Rebekka Kronsteiner, Francisco Valenca Vaz, Márcio Almeida e Paulo Bruscky são alguns dos artistas que integram a exposição</p></div>
<p>Participarão da mostra ensejada no gerúndio da arte nove grandes nomes da cidade e de outros horizontes artísticos, como Paulo Bruscky, Sílvio Hansen, Márcio Almeida (coordenador de Artes Visuais da Secult-PE/Fundarpe), Christian Haake, Wolfgang Hainke, Tobias Heine, Maria do Carmo Nino e os idealizadores do projeto, Francisco Valença Vaz e Rebekka Kronsteiner.</p>
<p>A visitação é gratuita e está aberta das 14h às 17h. A abertura oficial da exposição será no dia 18 de março. O MAMAM fica na Rua da Aurora, nº 265, Boa Vista &#8211; Recife/PE. Mais informações: (81) 3355-6870.</p>
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		<title>Exposição no Mamam traça histórico da Poesia Visual Brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2016 20:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam), localizado no Recife, abre para visitação a partir desta quarta-feira (1º/06), às 19h, a exposição coletiva História da Poesia Visual Brasileira. A mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, traça um panorama sobre uma das principais formas de expressão utilizada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/13247959_995515837193291_6497922334838805663_o.png"><img class="size-medium wp-image-36650 aligncenter" alt="13247959_995515837193291_6497922334838805663_o" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/13247959_995515837193291_6497922334838805663_o-607x224.png" width="607" height="224" /></a></p>
<p>O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam), localizado no Recife, abre para visitação a partir desta quarta-feira (1º/06), às 19h, a exposição coletiva <strong>História da Poesia Visual Brasileira</strong>. A mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, traça um panorama sobre uma das principais formas de expressão utilizada pelos artistas de vanguarda a partir da segunda metade dos anos 1950.</p>
<p>Durante a abertura da exposição, que conta com curadoria do consagrado artista plástico pernambucano Paulo Bruscky, haverá um debate entre ele e o escritor e crítico de arte espanhol Adolfo Montejo Navas. A entrada é gratuita e contará com a mediação de Yuri Bruscky, que também assina a curadoria da mostra.</p>
<p><em>“A iniciativa é inédita no país, já que até hoje as poucas exposições realizadas abrangeram vertentes isoladas e esta traça um panorama da diversificada produção da poesia visual brasileira de 1950 até os dias atuais”</em>, comenta Paulo Bruscky. Apesar de ter sido bastante utilizado em meados do século passado, a Poesia Visual Brasileira ainda é pouco conhecida e discutida pelo grande público no país, inclusive em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, onde há uma oferta bem maior de exposições de arte.</p>
<div id="attachment_36651" aria-labelledby="figcaption_attachment_36651" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rafael Roncato/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/10Paulo-Bruscky_Foto-Rafael-Roncato.jpg"><img class="size-medium wp-image-36651" alt="Rafael Roncato/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/10Paulo-Bruscky_Foto-Rafael-Roncato-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição contou com a curadoria do consagrado artista plástico pernambucano Paulo Bruscky</p></div>
<p>Bruscky escolheu a partir do seu acervo – que tem mais de 70 mil obras &#8211; cerca de 600 trabalhos de grandes nomes como Vicente do Rêgo Monteiro, Joaquim Cardoso, Jorge de Lima, Manuel Bandeira, Jorge Fernandes e Da Costa e Silva, entre outros. Movimentos artísticos como a Arte Correio, Poesia Concreta, Poesia Práxis, Poema/Processo, Poesia visual/experimental e Poesia sonora estão representados nesta mostra.</p>
<p><em>“O público vai poder conhecer a história e evolução da poesia visual de forma otimizada e didática”</em>, completa o curador, ao lembrar que além das obras será exposto um farto material documental, composto por fotografias, cartazes, catálogos, livros, jornais, revistas, cartas e filmes coletados por ele ao longo de mais de quatro décadas e que fazem parte do Arquivo Paulo Bruscky, atualmente o maior acervo particular de arte contemporânea/multimeios da América Latina.</p>
<p><strong>História da Poesia Visual Brasileira</strong> oferece ainda serviços de audiodescrição e braile durante a visita guiada.<em> “Tornar esta exposição acessível às pessoas com deficiência visual é uma tarefa instigante e quase irônica”</em>, explica Liliana Tavares, da COM Acessibilidade Comunicacional, consultoria responsável pelo desafio de a exposição acessível às pessoas com deficiência visual.</p>
<p>Dentro da programação estão ainda ações educativas &#8211; oficinas de poesia visual para alunos da rede pública &#8211; e a edição de um livro-catálogo bilíngue de 300 páginas que, além de fotos e textos sobre a mostra, trará também um completo glossário que permitirá ao leitor conhecer e identificar os vários movimentos e termos que caracterizam a poesia visual. A exposição é uma realização da Tangram Cultural, produzida por Germana Pereira e Ludmila Portela, e estará aberta à visitação até o dia 25 de julho deste ano.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Abertura da exposição História da Poesia Visual Brasileira</em><br />
Quarta (1°/06) | 19h<br />
Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Rua da Aurora, 265, Boa Vista)<br />
Visitação até o dia 25 de julho<br />
Gratuito</p>
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		<title>Catálogo &#8220;Pernambuco Experimental&#8221; tem duplo lançamento no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 14:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-30520" alt="Pe_experimental" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental-607x224.png" width="607" height="224" /></a></p>
<p>A diversidade da arte produzida no estado no período entre 1920 e 1980 é explorada no catálogo “Pernambuco Experimental”, que será lançado nesta sexta-feira (25/09) no Recife, com bate-papo com os autores. O lançamento acontece com dois momentos: às 15h, na Galeria Capibaribe, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Nos dois lugares, os livros serão distribuídos gratuitamente. A publicação é relativa à exposição realizada homônima realizada de dezembro de 2013 a março de 2014, no Museu de Arte do Rio (MAR), no Rio de Janeiro, com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O catálogo reúne ilustrações, ensaio inédito da curadora da exposição Clarissa Diniz e textos de críticos convidados, Zanna Gilbert, Adolfo Montejo Navas, Jomard Muniz de Brito e José Claudio. A edição é bilíngue, com textos em português e inglês. Com projeto gráfico do pernambucano Raul Luna, o livro é uma evidência do caráter experimental das artes gráficas do estado, que se estende à contemporaneidade por meio de um design arrojado e de notável consciência espacial.</p>
<p>O livro se constitui um documento fundamental acerca da história da arte de Pernambuco. Com a atuação de artistas como Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias, Joaquim Cardozo, João Cabral de Melo Neto, Aloísio Magalhães, O Gráfico Amador, José Cláudio, Jomard Muniz de Britto, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Montez Magno, grupo Vivencial Diversiones, grupo Ave Sangria, Lula Cortes, dentre tantos outros, é possível vislumbrar a riqueza experimental dessa história que, sobretudo nas décadas de 50, 60 e 70 encontra um momento de profícua radicalidade.</p>
<p>Foi durante essas décadas que novos meios são experimentados (impressões, vídeo, fotografia, intervenção) e o corpo surge como protagonista, levando a criticidade da arte a consequências políticas significativas por meio da experimentação. A exposição, que ocupou 900m2 do MAR, apresentou trabalhos e documentos desse período, reunindo diversas obras (pinturas, desenhos, fotografias, vídeos, performances), uma programação de filmes e um ciclo de debates.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Lançamento do livro “Pernambuco Experimental”</strong><br />
Dia 25 de Setembro de 2015<br />
Bate-papo com os autores. Os livros serão distribuídos gratuitamente.<strong><br />
</strong>15h &#8211; Universidade Federal de Pernambuco &#8211; Hall do Centro de Artes e Comunicação:<br />
Av. Prof. Moraes,1235, Cidade Universitária<br />
19H &#8211; Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista.</p>
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		<title>Triunfo recebe hoje (25/7) o segundo dia da Mostra de Videoarte</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jul 2012 16:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão Central 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de Videoarte]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Bruscky]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6031" aria-labelledby="figcaption_attachment_6031" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/DSC09865-e1343228798859.jpg"><img class="size-full wp-image-6031" alt="Produção audiovisual de Paulo Bruscky será exibida na Fábrica de Criação Popular (Foto: Coordenadoria de Artes Plásticas)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/DSC09865-e1343228798859.jpg" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Produção audiovisual de Paulo Bruscky será exibida na Fábrica de Criação Popular (Foto: Coordenadoria de Artes Plásticas)</p></div>
<p>A produção fílmica de maior destaque do artista multimídia Paulo Bruscky, realizada entre as décadas de 70 e 80, será exibida a partir das 18h na Fábrica de Criação Popular, antiga cadeia, e novo espaço do Sesc em Triunfo. A Coordenadoria de Artes Visuais teve acesso a esse material através de uma parceria com o acervo MAMAM, que o disponibilizou especialmente para esta mostra que acontece no FPNC Sertão do Pajeú.</p>
<p>O material que será exibido compõe a coletânea “Circuitos Compartilhados”, que é o resultado de um grande mapeamento da produção de videoarte no Brasil realizado em 2008.</p>
<p><strong>Mais ações de artes visuais no FPNC Pajeú<br />
</strong>A cidade de Serra Talhada recebe, até o dia 27/7 (sexta-feira), uma oficina sobre história da arte, voltada para arte-educadores da região do Pajeú. O objetivo é problematizar os métodos de ensino da história da arte aplicados nas escolas.</p>
<p><em>Oficina: História da Arte – percursos criativos para o ensino<br />
</em>Facilitador: Rafael Angelo<br />
Data: 24 a 27 de Julho<br />
Horário: das 13h às 18h<br />
Local: Estação do Forró (Museu do Cangaço)</p>
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