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	<title>Portal Cultura PE &#187; paulo cunha</title>
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		<title>Live &#8211; Conexão Patrimônio: Audiovisual</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 15:20:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pesquisador e consultor da Cinemateca Pernambucana (Fundaj), Paulo Cunha é o convidado desta terça-feira (17) da live “Conexão Patrimônio: Audiovisual”, que será transmitido ao vivo no canal oficial do YouTube da Secult-PE/Fundarpe, a partir das 18h. A ação integra as atividades da programação da 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, que segue 100% on-line até o dia 24 de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisador e consultor da Cinemateca Pernambucana (Fundaj), Paulo Cunha é o convidado desta terça-feira (17) da <em>live</em> <strong>“Conexão Patrimônio: Audiovisual”</strong>, que será transmitido ao vivo no canal oficial do <strong><a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank">YouTube da Secult-PE/Fundarpe</a></strong>, a partir das 18h. A ação integra as atividades da programação da 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, que segue 100% on-line até o dia 24 de agosto, com o tema “Estações do Patrimônio: Redes, Memórias e Afetos”. Confira todas as ações do evento <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Portal-Programac%CC%A7a%CC%83o-14%C2%AA-Semana-do-Patrimo%CC%82nio.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>18º FestCine anuncia programação completa e homenageia Paulo Cunha e Renata Pinheiro</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2016 14:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cinema São Luiz, palco dos maiores festivais de audiovisual do Estado, abriga, entre os dias 28/11 a 3/12, a 18ª edição do Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine). Realizado pelo Governo de Pernambuco, através da Secult-PE/Fundarpe, em parceria com a Prefeitura do Recife, a mostra, cuja programação é inteiramente gratuita, exibirá neste ano um total [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42101" aria-labelledby="figcaption_attachment_42101" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Djair Freire/Secult-PE/PCR</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/FESTCINE.jpg"><img class="size-medium wp-image-42101" alt="Djair Freire/Secult-PE/PCR" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/FESTCINE-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">FestCine ocupará o São Luiz entre os dias 28/11 a 3/12</p></div>
<p>O Cinema São Luiz, palco dos maiores festivais de audiovisual do Estado, abriga, entre os dias 28/11 a 3/12, a 18ª edição do <strong>Festival de Curtas de Pernambuco</strong> (FestCine). Realizado pelo Governo de Pernambuco, através da Secult-PE/Fundarpe, em parceria com a Prefeitura do Recife, a mostra, cuja programação é inteiramente gratuita, exibirá neste ano um total de 58 filmes de todas as macrorregiões pernambucanas, revelando uma grande diversidade de temas, estéticas, narrativas e processos de realização. Selecionados entre 104 obras inscritas, os curtas concorrem a uma premiação total no valor de R$ 40 mil, além do  Troféu Fernando Spencer, nas categorias técnicas. Confira <b><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/PROGRAMACAO-GERAL-18-FESTCINE.pdf" target="_blank">AQUI</a><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/PROGRAMACAO-GERAL-18-FESTCINE.pdf" target="_blank"> </a></b>a programação completa.</p>
<p>&#8220;Ao longo desses 18 anos, o FestCine se orgulha de ter exibido, ao longo de sua trajetória, os primeiros trabalhos de muitos diretores que, atualmente, são consagrados e que tão bem têm representado o cinema nacional pelo mundo. Criado inicialmente como Festival de Vídeo &#8211; em uma época onde eram raras as alternativas para exibição de conteúdos audiovisuais independentes, o festival cresce a cada edição com a missão de preservar o olhar para a produção local e promover interações entre jovens e experientes realizadores do segmento&#8221;, conta Milena Evangelista, coordenadora-geral do evento.</p>
<p>O secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja, destaca que &#8220;em um complexo e desafiador cenário político e sociocultural, é mesmo de comemorarmos a permanência e o alcance da &#8216;maioridade&#8217; desta importante ação da política pública que, há 18 edições,vem contribuindo para a difusão do audiovisual pernambucano e para a formação cultural de diversos de realizadores&#8221;.</p>
<p><strong>Homenageados -</strong> A 18ª edição do FestCine reverencia a imensa contribuição de dois pernambucanos ao cinema brasileiro: o professor e cineasta Paulo Cunha, que tem se dedicado atualmente a qualificar a pesquisa sobre o cinema feito em Pernambuco; e a diretora Renata Pinheiro que tem acumulado prêmios e exibições nacionais e internacionais de suas obras, como o longa-metragem <em>Amor, Plástico e Barulho</em>.</p>
<p><strong>Etapa formativa -</strong> Neste ano, as atividades de formação ganham ainda mais relevância, em diálogo com questões urgentes para o audiovisual brasileiro e a própria política pública para o setor. Com a proposta de gerar reflexões sobre a cinematografia de diretoras e questionar padrões como o da mulher-musa e da mulher-coadjuvante no audiovisual, a jornalista e pesquisadora Carol Almeida vai facilitar a oficina <strong>Para além do teste Bechdel: representação da mulher no cinema</strong>. Já a cineasta e educadora Lia Letícia vai orientar o minicurso<strong> Videoarte em Ação</strong>, exibindo e discutindo obras de diversos artistas do gênero, contemplando vertentes como performance, intervenção urbana, videopoesia e videoinstalação. Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/festcine-anuncia-resultado-da-selecao-para-as-oficinas/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> os participantes selecionados das oficinas.</p>
<p><strong>Atividades paralelas -</strong> Em parceria com a Federação dos Cineclubes de Pernambuco (FEPEC), o FestCine também abre espaço para ricos debates sobre Difusão, Cinemas de Rua, Acessibilidade Comunicacional, Direito Humano à Comunicação, entre outros temas que integram a programação do 4º Encontro de Cineclubes de Pernambuco, que acontecerá entre os dias 2 e 3 de dezembro, no auditório do Hotel Barramares (Piedade &#8211; Jaboatão dos Guararapes).</p>
<p>O FestCine mantém as iniciativas de inclusão, através da Sessão Especial <strong>Festival VerOuvindo</strong> + <strong>Projeto Toda Palavra</strong>, que contemplará a exibição de cinco curtas  pernambucanos (&#8220;Minha geladeira pensa que é um freezer&#8221;, &#8220;Olhos de Botão&#8221;, &#8220;Soledad&#8221;, &#8220;João Heleno dos Brito&#8221; e &#8221;Au Revoir&#8221;) com acessibilidade comunicacional. Além disso, esse é o terceiro ano que o VerOuvindo participa do evento, concedendo o Prêmio Serviço de Acessibilidade a três filmes que concorrem nas mostras competitivas. Essas produções serão exibidas na próxima edição do VerOuvindo, marcada para abril de 2017. O projeto Toda Palavra é uma coletânea em DVD de dez curtas-metragens pernambucanos com acessibilidade comunicacional (AD, Libras e LSE). São filmes de diferentes momentos da safra pernambucana, de diferentes realizadores.</p>
<p><strong>Brechó</strong> &#8211; Durante o FestCine, o Cinema São Luiz irá receber o acervoBOUTIQUE, brechó formado por Carol Monteiro &#8211; figurinista,<em> stylist</em>, <em>vintager</em>, produtora de moda, cenógrafa, consultora e produtora cultural &#8211; e Maria Rosa Pereira &#8211; diretora e produtora de arte, colecionadora, artesã, cenógrafa, produtora de objetos e produtora cultural. Especialistas  em garimpar tesouros em roupas, objetos e acessórios espalhados pelo mundo, fazemos uma proposta de moda mais sustentável, personalizada e humana. &#8220;Para o FestCine, fizemos uma cuidadosa curadoria no nosso acervo especialmente para trazer peças que tenham a cara do festival e de seu público&#8221;, conta Carol Monteiro.</p>
<p>Conheça melhor os homenageados do <strong>18º FestCine</strong>:</p>
<p><strong>Paulo Cunha</strong><br />
Nasceu no Recife, em 1956. Ainda estudante secundarista, participou, a partir de 1973, do ciclo de cinema super-8 do Recife, realizando curtas experimentais. Em 1978, ganhou o prêmio de Melhor Filme do Festival de Cinema do Recife, com “Esses Onze Aí”, realizado em parceria com Geneton Moraes Neto. Com o fim do movimento do super-8, passou a produzir, no início dos anos 1980, filmes em 16mm, sobretudo “Tambor Brasil” – sobre a mitologia em torno de Miguel Arraes – e “O Coração do Cinema” – baseado num roteiro nunca filmado do poeta russo Vladimir Maiakovski e também co-dirigido por Geneton Moraes Neto. Paulo Cunha é graduado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco e foi repórter, crítico de cinema e editor em diversos veículos, como Jornal da Cidade, Jornal da Tarde [SP], O Estado de S. Paulo e Jornal do Commercio. Também foi editor de criação na Rede Globo de Televisão.</p>
<div id="attachment_42079" aria-labelledby="figcaption_attachment_42079" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Farache/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/PAULO-CUNHA_FOTO-DE-ANA-FARACHE.jpg"><img class="size-medium wp-image-42079" alt="Ana Farache/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/PAULO-CUNHA_FOTO-DE-ANA-FARACHE-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Cunha é atualmente professor da UFPE</p></div>
<p>Entre 1984 e 1990 morou na França onde foi membro do seminário fechado de Teoria do Cinema do semiólogo Christian Metz e fez diversos cursos: Diploma de Estudos Aprofundados em Teatro e Cinema na Universidade de Paris X – Nanterre, o Diploma em História e Cinema da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e o Doutorado em Artes na Universidade de Paris I – Panthéon- Sorbonne. De volta ao Brasil, tornou-se professor na Universidade Federal de Pernambuco, onde participou, desde 1993, de diversos projetos como a criação do Bacharelado em Cinema e Audiovisual, do Mestrado e Doutorado em Comunicação e do Mestrado e Doutorado em Design. Tem participado também de dezenas de cursos abertos de cinema, como a Especialização em Estudos Cinematográficos da Universidade Católica de Pernambuco. Nessas atividades acadêmicas, Paulo Cunha tem se dedicado a qualificar a pesquisa sobre o cinema feito em Pernambuco, tendo orientado dezenas de especializações, vinte mestrados e uma dúzia de doutorados e pós-doutorados. Parte dos resultados dessas pesquisas têm gerado a publicação de artigos e livros, entre os quais os mais recentes são “A Invenção de Tatuagem: o processo criativo de Hilton Lacerda” (2017, no prelo), “A Aventura do Baile Perfumado: vinte anos depois” (2016, com Amanda Mansur), “A Imagem e seus Labirintos: o cinema clandestino do Recife, 1930-1964” (2014) e “A Utopia Provinciana: Recife, Cinema, Melancolia” (2010). Paulo Cunha foi em diversas ocasiões membro de comissões de seleção de editais para a produção audiovisual, como o do Prêmio Ary Severo e o concurso de roteiros de longas da Eletrobrás. Coordena, atualmente, a implantação do Cinema da UFPE, uma sala de exibição com 200 lugares e projeção 4K, com previsão de inauguração para o primeiro semestre de 2017.</p>
<p><strong>Renata Pinheiro</strong><br />
Formada em Artes Plásticas, teve seu primeiro curta-metragem, &#8220;Superbarroco&#8221;, com estreia internacional na Quinzena dos Realizadores, Festival de Cannes 2009. Foi contemplado com diversos prêmios, incluindo Melhor Filme no Festival de Brasília 2008 e Melhor Filme na Academia Brasileira de Cinema 2010. Co-dirigiu com Sérgio Oliveira em 2011 os premiados filmes &#8220;Praça Walt Disney&#8221; (documentário de curta-metragem), com estreia internacional no Festival de Locarno (2011) e &#8220;Estradeiros&#8221; (documentário de longa-metragem) filme vencedor do Festival Semana dos Realizadores (Rio 2011).</p>
<div id="attachment_42080" aria-labelledby="figcaption_attachment_42080" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/renata-pinheiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-42080" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/renata-pinheiro-607x476.jpg" width="607" height="476" /></a><p class="wp-caption-text">Renata Pinheiro é uma das cineastas mais promissoras do Estado</p></div>
<p>Em 2013 lançou seu primeiro longa metragem de ficção &#8220;Amor, Plástico e Barulho&#8221; no Festival de Brasília, arrecadando três prêmios e acumulando vários prêmios e exibições nacionais e internacionais como Festival Indie Lisboa, Festival de Cinema Brasileiro de Toronto, entre outros. &#8220;Amor, Plástico e Barulho&#8221; está em circuito de exibição comercial no Brasil desde janeiro de 2015 e em exibição no Canal Brasil. No momento, está finalizando o seu segundo filme de ficção &#8220;Açúcar&#8221; e a série de ficção &#8220;África da Sorte&#8221;, ambos co-dirigidos com Sérgio Oliveira, além da pré-produção do filme &#8220;Carro Rei&#8221;.</p>
<p>Confira a composição do Júri Oficial da Mostra Competitiva:</p>
<p><strong>Cláudio Bezerra - </strong>É doutor em Multimeios pela UNICAMP e professor de cinema e televisão da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), onde coordena a Pós-Graduação em Estudos Cinematográficos. É também documentarista, realizou Onildo Almeida, groove man (2016); Alexina –memórias de um exílio (2012) e Tejucupapo – um filme sobre mulheres guerreiras (2002), e foi colaborador de Eduardo Coutinho em Sobreviventes de Galiléia (2014) e A Família de Elizabeth Teixeira (2014). Desenvolve pesquisas no campo do audiovisual com ênfase na história e na estética do documentário. Publicou: A personagem no documentário de Eduardo Coutinho; Tejucupapo: história, teatro, cinema (Bagaço, 2004) e, em coautoria, O documentário em Pernambuco no século XX; e Transgressão em 3 Atos: nos abismos do Vivencial.</p>
<p><strong>Maeve Jinkings</strong> &#8211; Nasceu em Brasília e aos cinco anos de idade mudou-se para Belém do Pará, onde se formou em Comunicação Social, seguindo posteriormente para São Paulo para estudar artes dramáticas. Em 2009 filmou um curta-metragem em Recife, sendo este o primeiro de uma série de trabalhos no Estado. Sua parceria com a produção de cinema pernambucano resultou até hoje em mais de dez longas, entre eles Aquarius (2016), Açúcar (em finalização), Boi Neon (2016), Seu Cavalcanti (em edição), Amor Plástico e Barulho, Boa Sorte Meu Amor (2013), Era Uma Vez Verônica (2013) e O Som ao Redor (2013). Pela atuação em Amor Plástico e Barulho, recebeu diversos prêmios de melhor intérprete, entre eles o de Melhor Atriz no 46º Festival de Brasília e o premio de Melhor Atriz no BRAFFT 2014, Festival Brasileiro de Cinema em Toronto. Sua estreia em teledramaturgia ocorreu em 2015 na novela A Regra do Jogo. Maeve também tem atuado como preparadora de elenco, atividade que desempenhou nos filmes Sem Coração e Big Jato.</p>
<p><strong>Mannu Costa -</strong> Produtora, sócia da Plano 9 Produções. É professora no curso de Cinema e Audiovisual da UFPE e doutoranda na UFRJ, desenvolvendo pesquisas na área de Políticas Públicas para o Cinema no Brasil. Há mais de 10 anos, trabalha ocupando uma variedade de funções na área de produção audiovisual, como Produtora, Produtora-Executiva, Diretora de Produção, Assistente de Produção e outros. Acumula participações em curtas, longas e videoclipes, além conteúdo para TV, entre documentários, ficções e animação. Participou do Programa de residência artística e profissional “Talents 2014”, do Berlinale (Festival de Cinema de Berlim). Atualmente está envolvida na realização de 04 longas-metragens e 02 séries de TV. Entre as obras mais recentes, destacam-se Amores de Chumbo (Dir. Tuca Siqueira), Xingu, Cariri, Caruaru, Carioca (Dir. Elizabeth Formaggini), Em nome da América (Dir. Fernando Weller), Eles Voltam (Dir. Marcelo Lordello) e Maria Prestes (Dir. Ludmila Curi).</p>
<p>Confira a composição do Júri Oficial da Mostra Competitiva de Formação:</p>
<p><strong>Bruno Cabús -</strong> É artista, fotógrafo, animador, arte-educador, realizador, formado em Biologia. Trabalha no universo audiovisual desde 2004. Fundou o Cineclube Central em 2006. Mantém o projeto Animeco &#8211; cinema de animação, como idealizador e instrutor, desde 2008 e já foi premiado em 2 festivais com o seu filme &#8220;Visceral&#8221; &#8211; animação com inserts de live action, 2º lugar na categoria animação no 14ºFestcine &#8211; Pernambuco e como Prêmio Vocação no 11º MUMIA &#8211; Minas Gerais. Atualmente trabalha na finalização de seu novo curta-metragem de animação “CO-44” cujo resultado das pesquisas para a produção do filme resultou na instalação: &#8220;Imagomotus &#8211; Laboratório de experimentos ópticos construídos a partir de sucata eletrônica&#8221;, que funciona como uma verdadeira estação didática sobre a imagem em movimento. A instalação ficou exposta no Cinema São Luiz durante o Festival Brasil Stop Motion e o MOV &#8211; Festival Int. de Cinema Universitário de Pernambuco.</p>
<p><strong>Patrícia Roberta da Silva Araújo -</strong> Formada em Ciências Sociais, atualmente é estudante do mestrado em Antropologia (UFPE). Integrante do Cineclube Avalovara que atua na cidade de Vitória de Santo Antão e participou da produção da I Mostra de Cinema de Vitória de Santo Antão (abril de 2016).</p>
<p><strong>Thiago Ribeiro Hora -</strong> Tem formação em Cinema e Audiovisual, trabalha desde 2005 como técnico audiovisual para cinema, TV e vídeo. Vem participando como educador de audiovisual em projetos de formação em ONGs de Sergipe e Pernambuco. Teve a oportunidade de ser secretário e presidente da ABD-SE (Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas Secção Sergipe), lá idealizou e implementou o projeto &#8220;Memória Audiovisual Sergipana&#8221; que ganhou o 1° edital Pontos de Memória do IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), além de desenvolver diversas ações de promoção, defesa e preservação do patrimônio audiovisual e de seus realizadores. Participou da equipe de gestão do CineABD cineclube vinculado ao CineMaisCultura, e atualmente coordena o Cineclube Cinerama – Cine Jáu localizado no distrito de Apoti, município de Gloria do Goitá, na zona da mata pernambucana, como uma das ações inicias de um projeto de formação, preservação e desenvolvimento sociocultural desenvolvido pelo Instituto Kinorama no qual é sócio fundador. Também já trabalhou com documentários em televisão, bem como com produção de vídeo-aulas. Atualmente é técnico audiovisual no IFPE, Integrante do GEAV (Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual), presta consultorias técnicas em audiovisual, é pesquisador assistente no LAV (Laboratório de Antropologia Visual) e desenvolve projetos e pesquisa na área de patrimônio e preservação.</p>
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		<title>Livro celebra os 20 anos do filme &#8216;Baile Perfumado&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2016 20:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevistas, diários de gravações, artigos, fotos e o roteiro original do filme Baile Perfumado, de Lírio Ferreira e Paulo Caldas, estão compilados no livro A Aventura do Baile Perfumado. A publicação organizada pelos professores da UFPE, Paulo Cunha e Amanda Mansur, será lançada no Recife, nesta quinta-feira (27), às 19h, na Loja Passadisco e com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41447" aria-labelledby="figcaption_attachment_41447" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução do livro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Miolo-do-livro-As-Aventuras-do-Baile-Perfumado-20-Anos-Depois-768x472.jpg"><img class="size-medium wp-image-41447 " alt="Reprodução do livro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Miolo-do-livro-As-Aventuras-do-Baile-Perfumado-20-Anos-Depois-768x472-607x373.jpg" width="607" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Publicação será lançada nesta quinta-feira (27/10)</p></div>
<p>Entrevistas, diários de gravações, artigos, fotos e o roteiro original do filme <strong>Baile Perfumado</strong>, de Lírio Ferreira e Paulo Caldas, estão compilados no livro <strong>A Aventura do Baile Perfumado</strong>. A publicação organizada pelos professores da UFPE, Paulo Cunha e Amanda Mansur, será lançada no Recife, nesta quinta-feira (27), às 19h, na Loja Passadisco e com a presença dos organizadores e outros envolvidos na produção do livro. A entrada é aberta ao público.</p>
<p>Lançado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o livro é uma espécie de dossiê sobre o processo criativo do filme gravado entre junho e julho de 1995, em locações no Recife e também no sertão nordestino, e que marcou a retomadas da produção do cinema pernambucano, 18 anos após o último longa feito no estado.</p>
<div id="attachment_41446" aria-labelledby="figcaption_attachment_41446" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/BailePerfumado02_FestBrasilia.jpg"><img class="size-medium wp-image-41446 " title="Reprodução/Filme" alt="baile perfumado " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/BailePerfumado02_FestBrasilia-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">‘A Aventura do Baile Perfumado’, lançado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), é uma espécie de dossiê sobre o processo criativo do filme gravado entre junho e julho de 1995</p></div>
<p>Segundo Amanda Mansur, a ideia do livro surgiu como forma de comemorar os 20 anos de lançamento do filme. <em>“Numa conversa com os realizadores, demonstramos a importância de comemorar os 20 anos do Baile Perfumado e de resgatar essa história. Ele foi o filme vencedor do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro de 1996, e esse ano o festival também decidiu homenageá-lo. Durante o evento, a gente realizou o primeiro lançamento do livro”,</em> comenta a organizadora.</p>
<div id="attachment_38488" aria-labelledby="figcaption_attachment_38488" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Still</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/baile-perfumado.jpg"><img class="size-medium wp-image-38488" alt="Still" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/baile-perfumado-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O filme que marca a retomada do cinema pernambucano foi lançado há 20 anos</p></div>
<p><em>“Dessa vez, aqui no Recife, vai ser um encontro mais especial porque vamos contar com a presença de várias pessoas envolvidas na construção da publicação”</em>, comemora. <em>“Dentre os documentos, há mais de 100 fotos de Fred Jordão, peças de cenografia de Adão Pinheiro, diretor de artes do filme, a versão original do roteiro, escrito por Lírio Ferreira e com algumas anotações do Hilton Lacerda. Outro resgate bem interessante é o diário que Samuel Paiva, que hoje é professor da Universidade de São Carlos e, na época, era vídeo assistente. A gente pensou em trazer o máximo possível dessa memória.&#8221;</em></p>
<p><strong>A Aventura do Baile Perfumado</strong> apresenta algumas curiosidades sobre as gravações do filme, como um momento envolvendo o ator Luiz Carlos Vasconcelos, que interpretou Lampião. Durante as seis semanas de filmagem, ele nunca tirou as roupas do personagem e também não se afastou dos cães que integravam o papel do cangaceiro.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SnfSvKoYpio" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Outra situação trata do cantor e compositor Chico Science, que este ano completaria 50 anos. Apesar da sua atividade intensa na música, esta foi a única vez em que participou diretamente da composição de uma trilha sonora para um filme, que será executada ao longo do evento.</p>
<p>O livro traz ainda um texto do historiador Frederico Pernambucano de Mello, um dos maiores especialistas brasileiros sobre o cangaço e que trabalhou como consultor durante as gravações do longa. A ideia era fazer com que o personagem de Lampião fosse retratado em <strong>Baile Perfumado </strong>pela primeira vez na sua dimensão mais complexa e moderna.</p>
<div id="attachment_41445" aria-labelledby="figcaption_attachment_41445" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Filme</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/baile_perfumado-720x380.jpg"><img class="size-medium wp-image-41445" alt="Reprodução/Filme" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/baile_perfumado-720x380-607x320.jpg" width="607" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo Amanda Mansur, a ideia do livro surgiu como forma de comemorar os 20 anos de lançamento do filme Baile Perfumado</p></div>
<p>O filme foi também responsável pela formação de uma geração inteira de profissionais. Marcelo Gomes, por exemplo, foi assistente de produção, enquanto que Hilton Lacerda ocupou o cargo de roteirista e Cláudio Assis, de produtor. Adelina Pontual foi continuísta do filme e Valéria Ferro começou ali sua carreira no som direto, entre outros nomes do nosso cinema.</p>
<p>Além do lançamento marcado para esta quinta (27), o livro será apresentado no próximo dia 4 de novembro, durante o Janela Internacional de Cinema do Recife, no Cinema São Luiz, e no dia 10 do mesmo mês em Caruaru. Há ainda a expectativa de levar, em breve, ‘A Aventura do Baile Perfumado’ para Salvador e São Paulo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Lançamento de A aventura do Baile Perfumado</em><br />
Quinta (27) | 19h<br />
Lojas Passadisco (Estrada do Encanamento, 480, loja 7, Parnamirim, Recife-PE)<br />
Gratuito</p>
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